Capítulo 445
Elton pegou seu filho no colo, entregando–lhe um presente de Ano Novo.
Ke correu para fora da cozinha, pois hoje os “genros” haviam aparecido em maior número do que o
usual.
Enzo Alves soltou um sorriso estranho, já que p manh? sua m?ementava a falta de gentos para
comemorar o ano novo.
Agora, de repente, havia três.
Henrique se levantou e foi até Ang Alves,o se estivesse derando seu dominio, Agora,
Ang Alves pertencia a ele.
Um brilho frio e sombrio passou pelos olhos de Felipe, indicando ramente que seu território n?o
seria facilmente invadido.
Elton sentiu uma grande amea?a. Se apenas a maldita Lisa concordasse o divórcio, ele n?o
estaria t?o em desvantagem, assistindo impotente ?ng Alves ser levada por outro homem.
Um tenso cheiro de pólvorae?ou a se espalhar pelo ar.
Ke percebeu a tens?o e tentou suavizar o ambiente. “Elton, Felipe, n?o esperava que vocês
viessem hoje também, que honra. Estou terminando o almo?o aqui. é a primeira vez que Henrique
vem à nossa casa, deixem–no provar um pouco da nossa culinária de Cidade R.”
Dizendo isso, pegou Nilo dos bra?os de ?ng Alves e o colocou no ch?o. “Nilo, leve Galeno para
brincar lá em cima. O vov? vai chegar logo.” Lourival tinha saido os avós de Ang Alves para
visitar o mercado de flores.
Nilo pegou na m?o de Galeno e juntos subiram as escadas, mas em vez de entrarem no quarto,
esconderam–se atrás da curva da escada para espiar.
“Esse tio Henrique é o novo namorado da mam?e. Ele pode muito bem se tornar nosso padrasto,”
sussurrou Galeno uma voz muito baixa.
Nilo apertou a m?o no corrim?o, “Eu n?o quero um padrasto.”
Galeno fez uma careta, “Eu também n?o. A culpa é do seu pai, seu pai é um Mulherengo.”
Nilo olhou para ele confuso, “Quem é Mulherengo?”
Galeno também n?o sabia; ele tinha ouvido do tiozinho.
“Procura no Google, certeza é alguém ruim.”
Nilo tirou um iPad da moch e pesquisou.
Resumindo, Mulherengo era sin?nimo de homem desprezível e traidor.
Será que a m?e também pensava assim?
09:40
Capitulo 445
Nilo sentiu uma tristeza no cora??o.
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Lá embaixo.
Ke convidou Ang Alves e Henrique para se sentarem juntos no sofáprido e pediul para Elton
e Felipe se odarem cada um em uma poltrona aodo.
Quem era o atual e quem era o ex estava ro à primeira vista.
Os dedos de Felipe se apertaram lentamente,o se uma serpente verde venenosa tivesse entrado
em seu peito, cido por dentro e abrindo suas presas, mordendo seu cora??o uma dor
aguda que se espalhava pelo peito, rápidao um relampago, sem deixar
rastro.
Enzo Alves ainda quis dar uma estocada.
Ele trouxe um banquinho para perto, descascou uma tangerina e entregou para Elton.
“Henrique, você já deve conhecer bem o meu ex–cunhado e Elton. Elton já é da família, minha m?e o
considerao filho. E quanto ao meu ex–cunhado, a única r??o que ele tem minha irmá
agora é de chefe e subordinada. Fique tranquilo, minha irm? é uma pessoa que sabe o que quer e
com certeza n?o vai continuar presa a ele.”
Henrique sorriu levemente. “Eu só espero que ?ng Alves possa encontrar felicidade e que n?o
tenha mais nenhum obstáculo no caminho. O resto n?o importa.”
“N?o importa o problema que ?ng Alves tenha, eu estarei lá para resolvê–lo,” disse Elton,
afirmando que ele era a única pessoa quem podia realmentepartilhar seus sentimentos.
A única vantagem de Henrique sobre ele era a falta de vínculo conjugal.
Henrique apenas sorriu, mantendo–se em silêncio. Ele nunca se importou apeti??o. Eles
todos eram passados. Somente ele era o presente e o futuro de ?ng Alves.
?ng Alves pegou um doce e ofereceu a Elton, “Elton, experimenta esse bolo de feij?o verde que
minha avó faz. Veio lá de Cidade R especialmente para nós.”
“Certo.” Elton pegou um peda?o de bolo.
?ng Alves passou outro para Henrique ao seudo, “Henrique, você n?o disse que estava gostoso?
Prove mais um peda?o.”
Henrique deu um sorriso encantador, surpreso ao perceber que ?ng Alves havia mudado a
formao o chamava.