《Destino Cruzado N?o Soltar!》 Cap铆tulo 1 Cap¨ªtulo 1 O m¨¦dico sorriu levemente, e ?ng Alves sentiuo se tivesse ouvido a maior piada do s¨¦culo. Solteira desde o ber?o, sem nem um namorado, que gravidez seria essa? N?o erao uma enguia capaz de reprodu??o assexuada, certo? ¡°Doutor, deve haver algum engano, eu n?o posso estar gr¨¢vida.¡± ¡°Voc¨º n?o fez uma insemina??o artificial no m¨ºs passado?¡± O qu¨º? ?ng Alves quase caiu da cadeira. Quando ¨¦ que tinha feito uma insemina??o artificial? ¡°Eu sou solteira, para qu¨º faria uma insemina??o artificial? Eu s¨® fiz um exame.¡± O m¨¦dico olhou para , surpreso. ¡°O registro m¨¦dico est¨¢ assim, o m¨¦dico que realizou o procedimento j¨¢ n?o trabalha mais aqui, n?o estou muito por dentro do caso. Se voc¨º n?o desejar manter a gravidez, posso agendar um procedimento de aborto para voc¨º.¡± ?ng Alves sentiuo se um raio a tivesse atingido. Meu Deus, estava mesmo gr¨¢vida? Na v¨¦spera, tinha dado todo o seu dinheiro para o tratamento m¨¦dico do irm?o, estava at¨¦ usando o limite do cart?o de cr¨¦dito paraer, onde arranjaria dinheiro para um aborto? Levantou¨Cse e saiu do consult¨®rio cambaleando, a cabe?a zumbindo. Mal tinha sa¨ªdo p porta do hospital, uma mulher a agarrou. ¡°Voc¨º ¨¦ 1/5 ?ng Alves?¡± virou¨Cse e estremeceu. Era a noiva do chef?o da empresa, Tina Silva? ¡°Posso ajudar em alguma coisa?¡± Tina lhe passou um cart?o de visita. ¡°Tenha o beb¨º, e qualquer condi??o que voc¨º tiver, pode fr.¡± O qu¨º? sentiu um cfrio. ¡°Como voc¨º sabe que estou gr¨¢vida?¡± Tina a fitou irritada. ¡°N?o fale tanto, apenas fa?a o que eu disser.¡± ?ng Alveso poderia n?o questionar? n?o era nenhuma t para ser manipda assim. ¡°Se n?o me explicar direito, eu n?o vou aceitar.¡± Tina franzia a testa, ramente frustrada, e olhou para a barriga de ?ng um olhar sombrio. ¡°Para ser franca, a crian?a deveria ser minha. Usei um nome em ingl¨ºs para registrar, que por acaso ¨¦ igual ao seu, e aquele m¨¦dico ipetente fez a insemina??o em voc¨º por engano.¡± ?ng Alves estava chocada e confusa. Ent?o, o pai da crian?a era o chef?o? Como poderia ter se envolvido em tal confus?o monumental? ¡°Eu¡­ preciso pensar.¡± Como poderia tomar uma decis?o t?o repentinamente em uma situa??o dessas? ¡°Espero sua resposta amanh?, e se voc¨º ousar divulgar uma pvra sobre isso, estar¨¢ morta.¡± Capitulo 1 A mulher foi embora. Caminhando de volta para a empresa, o cora??o de ?ng Alves estava emaranhado em confus?o. A oferta de Tina era tentadora. O irm?o estava doente, e as despesas m¨¦dicas n?o tinham fim. Mas se tivesse o beb¨º, poderia continuar vivendo normalmente? entrou no elevador uma express?o de preocupa??o. No momento em que as portas do elevador estavam se fechando, uma figura alta e imponente entrou. No segundo em que viu o homem, o cora??o de ?ng Alves deu um pulo, quase saindo do peito. Era seu chef?o, Felipe Martins! O pai da crian?a que estava em sua barriga! Content rights by N?velDr//ama.Org. O mundo ¨¦ pequeno? Desde que entrou na empresa, s¨® havia tido a sorte de v¨º¨Clo uma vez. Um homem deslumbrante que causava inveja aos mortais, t?o impressionante que uma ¨²nica olhada era suficiente para ser lembrado por toda a vida. ¡°Sr. Martins, bom dia.¡± Felipe, que mal a conhecia, acenou educadamente a cabe?a, uma express?o naturalmente distante. ?ng Alves tinha certeza de que ele ainda n?o sabia que seu filho tinha ido parar no lugar errado, no ventre d, caso contr¨¢rio, n?o estaria t?o tranquil¨®. instintivamente tocou a barriga, confusa a situa??o de estar gr¨¢vida de algu¨¦m t?o inesperadamente. 4/5 O clima no elevador se tornou opressivo. fixou os olhos no indicador do andar, esperando desesperadamente que chegasse logo ao seu destino. Quando chegou ao quinquag¨¦simo andar, o elevadore?ou a bn?ar violentamente, as luzes se apagaram e tudo ficou escuro. Ang Alves, despreparada, perdeu o equil¨ªbrio e caiu no ch?o. ¡°O que est¨¢ acontecendo, o elevador est¨¢ defeito?¡± ¡°Fique parada.¡± Felipe rapidamente se apoiou na parede interna, mantendo a calma. Ele havia enfrentado muitas adversidades e sabiao lidar emerg¨ºncias. Ele tirou o celr do bolso, prestes a acionar anterna, quando o elevador tremeu violentamente de novo. ?ng Alves j¨¢ estava as pernas bambas de tanto medo quando seu corpo, sacudido,n?ou¨Cse para frente e bateu numa parede de carne. ficou tonta, tentou se levantar, mas percebeu que estava imobilizada. A cabe?a estava presa. Entre dois ¡°pres¡± enormes! Desesperada, ficou sem saber o que fazer, a mente em branco. Pequenas m?os tocayam fricamente os ¡°pres¡°, sem dire??o, explorando em cima, embaixo, ¨¤ esquerda e ¨¤ direita. bn?ava a cabe?a vigorosamente, tentando se desvencilhar, mas era em v?o. ¡°Eu¡­ Eu estou presa¡­¡± 14:55 Capitulo O rosto de Felipe alternava estava sombrio. Era a primeira vez que uma mulher o tocava assim, de cima a baixo. Ser¨¢ que estava tentando seduzi¨Clo? Um brilho ardente cruzou seus olhos escuroso gelo, e ele agarrou a m?o d, que o iodava. ¡°Se voc¨º ousar se mexer mais uma vez, estas m?os n?o ser?o mais suas.¡± ?ng Alvese?ou a solu?ar, ¡°Sr. Martins, eu realmente estou presa, e se hoje for o meu ¨²ltimo dia, eu tenho um segredo para lhe contar.¡± Cap铆tulo 2 Cap¨ªtulo 2 As l¨¢grimas,o p¨¦rs soltas de um cr rompido, deslizavam dos olhos d, caindo uma a uma, estilha?ando¨Cse sobre a barra da cal?a de Felipe. Ele sentiu ramente a umidade. Aqu mulher, ser¨¢ que era idiota de verdade ou estava fingindo? ¡°N?o use truquesigo, sen?o, ser¨¢ demitido quando sair¡°, amea?ou ele. Ao acionar anterna do celr, a escurid?o do elevador foi invadida por luz. ?ng Alves viu seu reflexo no brilho da parede. Ajoelhada, a cabe?a presa entre as longas pernas dele. Era uma posi??o estranha, tremendamente constrangedora! O rosto d ficou vermelhoo pimenta, quase pingando sangue, e escorregou a cabe?a para baixo, para baixo, torcendo para umdo e para o outro, at¨¦ finalmente se libertar. ¡°Senhor Martins, desculpe, n?o estava tentando ser esperta, eu realmente n?o conseguia ver nada e achei que estava presa¡­¡± se curvou em um angulo de noventa graus, pedindo desculpas repetidamente. Dizem que a gravidez deixa uma mulher meio boba por tr¨ºs anos. s¨® tinha descoberto a gravidez e j¨¢ estava agindo de modo t?o tolo? Felipe afrouxou a g da camisa, iodado o calor que aqu mulher lhe provocava. ¡°Voc¨º tem algum segredo para me contar?¡± Capitulo 2 Naquele momento, ?ng Alves n?o ousava dizer mais nada. O chef?o obviamente tinha entendido errado, pensando que estava assediando¨Co sexualmente. Se ele descobrisse que o filho dele tinha sido colocado por engano no ventre d, n?o ficaria furioso e torceria o pesco?o d? ¡°Eu s¨® queria dizer que, mesmo voc¨º tendo assumido o cargo recentemente, todos o admiram muito.¡± Um sorriso ir?nico surgiu no canto da boca de Felipe. Ele j¨¢ estava cansado de ouvir essas baj??es sem originalidade. ¡°N?o seja dissimda, concentre¨Cse mais no seu trabalho.¡± ¡°Sim, o senhor est¨¢ certo, vou lembrar sempre disso.¡± ?ng Alves se recolheu ao canto, refletindo sobre suas a??es. O elevador finalmente voltou a funcionar. saiu correndoo um rato assustado, encolhendo o pesco?o e desaparecendo corredor afora. A vida ¨¦ feita de surpresas, mas as surpresas que encontrou hoje foram demais! Assim que Felipe entrou no escrit¨®rio, recebeu uma liga??o de um subordinado. O banco de genes da fam¨ªlia Martins havia sido roubado. Seu esperma armazenado havia sido roubado! Ummpejo de f¨²ria passou pelos seus olhos, e ele imediatamente voltou para a Mans?o Martins. Naquele momento, Tina estavapartilhando boas not¨ªcias a velha senhora da fam¨ªlia. A velha senhora estava t?o feliz que mal podia abrir os olhos. Dois anos atr¨¢s, o filho tinha sido atacado por uma serpente venenosa na Amaz?nia. Embora tivesse sobrevivido, o veneno afetou a qualidade do seu esperma, e a recupera??o total poderia levar anos desconhecidos. Felizmente, antes de partir, ele havia armazenado seu esperma. estava sempre preocupada que n?o conseguiria ter umo, mas agora podia descansar. Felipe, o rosto sombrio e frio, disse: ¡°Voc¨º fez isso em segredo, n?o ¨¦ demais?¡± A velha senhora agarrou a m?o do filho. ¡°Fiz tudo isso por voc¨º. Seu pai teve quatro filhos, e eu s¨® tenho voc¨º. Mesmo que voc¨º tenha assumido a lideran?a da fam¨ªlia Martins, seus tr¨ºs irm?os est?o sempre ¨¤ espreita. Voc¨º s¨® ter¨¢ paz quando tiver um herdeiro leg¨ªtimo.¡± colocou a outra m?o no ventre de Tina. ¡°A opera??o foi um sucesso, e Tina est¨¢ gr¨¢vida. Amanh?, voc¨ºs ir?o se casar no cart¨®rio. A gravidez deve ser mantida em segredo para n?o colocar a crian?a em perigo. S¨® anunciaremos quando estiver perto do parto.¡± Tina parecia t¨ªmida, mas por dentro, estava cheia de veneno. j¨¢ tinha nejado. Assim que ?ng Alves desse ¨¤ luz, iria mat¨¢ e ficar o beb¨º, e ningu¨¦m saberia que a crian?a n?o era d. Felipe a olhou friamente e chamou um subordinado: ¡°Leve¨Ca para fazer o teste de gravidez no andar de cima.¡± Tina quase caiu do sof¨¢ de susto. Se fizessem o teste, n?o seria o fim do disfarce? ¡°Felipe, os exames do hospital n?o podem estar errados. N?o precisal testar novamente.¡± ¡°Quero verificar pessoalmente.¡± O olhar prante de Felipe parecia capaz de revr qualquer segredo. Tina empalideceu. ¡°De repente, meu est?magoe?ou a doer. Quero ir para casa descansar.¡± tentou se levantar para fugir, mas Felipe a segurou e ordenou que o subordinado a levasse ¨¤ for?a para o andar de cima. Logo, o resultado saiu. Negativo! Tina solu?ou e desatou a chorar, ¡°Desculpe, a opera??o n?o falhou, eu n?o queria que a senhora preocupasse, por isso menti.¡± nunca diria nada sobre a gravidez de outra mulher, caso contr¨¢rio, o que faria se Felipe se casasse aqu mulher? ¡°Meuo se foi?¡± Era o ¨²nico gene saud¨¢vel do seu filho. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. A senhora, tomada p consterna??o, sentiu um escurecer dos olhos. e desmaiou. Felipe correu para ampar¨¢ e a levou para descansar em seu quarto, ordenando que um subordinado fosse ao hospital investigar. Ele sabia muito bem das artimanhas de Tina e n?o acreditava em uma pvra sequer que sa¨ªsse de sua boca. O subordinado descobriu rapidamente a verdade. ¡°Senhor Felipe, a opera??o n?o falhou. Devido a um erro m¨¦dico, seu gene foi imntado em outra mulher. j¨¢ est¨¢ gr¨¢vida de mais de um m¨ºs.¡± Capitulo Ele passou a ficha da mulher para Felipe. Ao ver o rosto inocente na fotografia, Felipe sentiu um baque forte. Era ! ?ng Alves passou a tarde inteira atordoada. O chef?o certamente descobriria a verdade, n?o ¨¦? Ser¨¢ que ele estava pensando emo lidar e a crian?a que carregava? Hoje n?o precisava trabalhar at¨¦ mais tarde. Ao sair da empresa, estava prestes a entrar na esta??o do metr? quando um homem careca se aproximou, pressionando uma faca contra as suas costas. ¡°Comporte¨Cse bem e venhaigo, ou acabo a sua vida agora mesmo.¡± Cap铆tulo 3 Cap¨ªtulo 3.3 Ang Alves sentiu todos os seus nervos se tensionarem de repente. Era um assalto?¨C Ele era cego? Vestindo roupas da Shopee que n?o custavam mais que cinquenta reais cada,o poderia parecer rica? ¡°Mano, sou pobre, n?o tenho um centavo no cart?o e ainda estou devendo dois mil. Por favor, me deixa em paz?¡± ¡°N?o diga tanto assim.¡± O homem careca, uma express?o amea?adora, for?ou¨Ca a andar at¨¦ um Honda preto estacionado ali perto. Quando ele abriu a porta do carro para empurr¨¢ para dentro, uma faca afiada foi colocada em seu pesco?o. ¡°Quer apostar quem morre primeiro?¡± O careca arrepiou¨Cse e antes que pudesse reagir, a m?o que segurava a faca foi agarrada. A pessoa aplicou tanta for?a que o homem gritou de doro se estivesse sendo abatido. ?ng Alves, aterrorizada, n?o se atreveu a se mover e foi passadao uma mercadoria para as m?os de um homem de preto, que a colocou dentro de um Rolls Royce prateado. Havia um homem sentado no carro. Sua postura esguia e rosto deslumbrante, n?o era outro sen?o Felipe. ¡°Martins¡­ Sr. Martins!¡± Os nervos de ?ng ficaram ainda mais tensos. Al¨¦m de n?o roubar dinheiro, o chef?o n?o parecia muito mais seguro que um criminoso. Seu rosto estava frioo gelo. Felipe olhou friamente para o ventre ainda no de ?ng. ¡°Ouvi dizer que est¨¢ gr¨¢vida do meu filho?¡± Ele foi direto ao ponto, pegando ?ng Alves de surpresa. ¡°¨¦¡­ foi um erro m¨¦dico, eu tamb¨¦m sou v¨ªtima.¡± se encolheu no canto, baixando os olhos, sem ousar olhar para ele, seu olhar era assustador, como se pudesse esmag¨¢. Felipe a observou um tra?o de esc¨¢rnio. Onde estava a coragem que teve no elevador para ¡°seduzi¨Clo¡°? ¡°J¨¢ marquei consulta o m¨¦dico para fazer o aborto amanh?.¡± Ah? ?ng Alves estremeceu. Ele queria abortar o beb¨º? Sua futura esposa n?o queria que desse ¨¤ luz? Eles n?o estavam em acordo? ¡°O filho ¨¦ seu, eu acatarei sua decis?o.¡± n?o disse mais nada. J¨¢ que ele tinha decidido, n?o havia motivo para se preocupar. Na verdade, at¨¦ que n?o era t?o ruim. Felipe estreitou seus olhos, uma nuance de cor apareceu em seu olhar, tornando¨Cse profundamente s¨¦rio. ¡°Voc¨º tem algum pedido?¡± Ele havia enviado algu¨¦m para investigar no departamento de design Capitulo 3 da GM; essa mulher era gananciosa e valorizava muito o dinheiro. Era uma boa oportunidade para pedir o que quisesse, ele acreditava que n?o perderia essa chance. ?ng Alves mordeu o l¨¢bio. Como ousaria fazer exig¨ºncias a ele? Al¨¦m disso, ele tamb¨¦m era uma v¨ªtima. Se fosse para buscarpensa??o, seria o hospital. ¡°Voc¨º n?o vai me demitir por causa disso, vai?¡± Felipe pausou, ¡°Eu sempre separo o pessoal do profissional.¡± ¡°Isso ¨¦ bom, desde que eu possa manter meu emprego, n?o tenho outros pedidos.¡± ?ng Alves deu uma l¨ªngua para fora. havia passado por muitos dificuldades para finalmente entrar no Grupo GM; aquele trabalho era t?o importante para quanto sua pr¨®pria vida. Felipe ficou surpreso, isso erapletamente diferente do que ele havia imaginado. Ser¨¢ que essa mulher havia mudado, ou estava jogando um longo. jogo? Quando ele pensou sobre as insinua??es d no elevador, ele considerou mais prov¨¢vel que fosse calculista. Parece que era uma pessoa astuta. O carro entrou na v nos arredores. ¡°Esta noite, voc¨º ficar¨¢ aqui. Amanh? de manh?, levarei voc¨º ao hospital.¡± ¡°Ah.¡± ?ng Alves obedientemente seguiu a empregada para o andar de cima. 14.55 Capitulo 3 adivinhou que ele estava preocupado que fugisse o beb¨º, por isso a ¡°confinou¡± l¨¢. era t?o t assim? Felipe sentou¨Cse no sof¨¢ e tomou um gole de caf¨¦. Seu subordinado Kevin entrou. ¡°Sr. Felipe, o homem que sequestrou a Sra. Alves j¨¢ confessou que estava agindo sob as ordens da Sra. Silva. J¨¢ trouxemos a Sra. Silva.¡± Felipe j¨¢ suspeitava disso. Tina entrou chorando e gritando, sua atua??o poderia rivalizar a de uma vencedora do Oscar. nejava agir primeiro e, antes que Felipe descobrisse a verdade, matar aqu mulher. N?o esperava que ele agisse antes d. ¡°Felipe, eu n?o queria mentir para voc¨º, estava preocupada que aqu mulher fosse usar a crian?a para lhe chantagear, por isso pensei em control¨¢ primeiro e depois lhe contar a verdade.¡± Felipe mexeu o caf¨¦ na x¨ªcara e, uma lentid?o deliberada, disse cada pvra: ¡°N?o precisa se preocupar, amanh?, eu vou levar para fazer um aborto.¡± Tina estremeceu violentamente. ¡°Voc¨º vai acabar a gravidez?¡± ¡°O que mais?¡± Felipe levantou uma sobrancelha, um olhar extremamente frio. Tina n?o podia acreditar, temendo que Felipe a estivesse enganando. ¡°Pode ser seu ¨²nico filho saud¨¢vel.¡± O olhar de Felipe se endureceu, e uma aura intimidadora o envolveu de repente. ¡°Melhor faltar do que ter em excesso. Nem toda mulher tem o direito de ter um filho meu.¡± Capitulo 3 Ele ergueu os olhos levemente, e um brilho frio passou pelo rosto de Tina, afiadoo uma lamina. Tina tremeu. ¡°Isso ¨¦ bom, assim aqu mulher n?o vai poder lhe atormentar a crian?a.¡± Para , isso era ramente vantajoso, caso contr¨¢rio, teria que encontrar uma maneira de matar aqu mulher. Enquanto conversavam, ?ng Alves estava escondida no patamar da escada, ouvindo furtivamente. Como algu¨¦m do seu n¨ªvel, um pequeno pessoal, poderia ser considerada importante aos olhos do chef?o? Como poderia permitir que desse ¨¤ luz seu filho? tinha consci¨ºncia de sua posi??o, sabendo que se era um erro, deveria ser corrigido. de carro Na manh? seguinte, bem cedo, foi levada para o hospital. estava calma, mas assim que se sentou na cadeira de cirurgia e viu o bisturi afiado aodo, come?ou a ficar nervosa. O m¨¦dico pegou o bisturi. ¡°Est¨¢ pronta?¡± Seu cora??o deu um salto. Cap¨ªtulo 4 ¡°Pronta¡­ estou pronta.¡± Engoliu em seco for?a e virou¨Cse para olhar para Felipe, sentado aodo.- Ele havia entrado tamb¨¦m na s de cirurgia,o se temesse que desistisse, querendo garantir que terminasse o procedimento. ¡°Senhor Martins, voc¨º pode sair, por favor? N?o se preocupe, eu vou terminar a cirurgia.¡± ainda era virgem, pelo menos lhe d¨º um pouco de privacidade. Felipe ignoroupletamente o pedido d, imp¨¢vido. ¡°Fa?am o exame n.¡± Que exame? Enquanto ?ng Alves estava confusa, o m¨¦dico j¨¢ havia colocado o transdutor do ultrassom em sua barriga. ¡°H¨¢ dois sacos gestacionais, s?o g¨ºmeos! Um m¨ºs e meio, os batimentos card¨ªacos est?o normais.¡± O qu¨º? estava gr¨¢vida de g¨ºmeos? ?ng Alves sentiu um aperto no cora??o e instintivamente fechou ost olhos, sem coragem de olhar para o monitor do ultrassom. Duas pequenas vidas que iriam se perder, era inevitavelmente doloroso. Mas Felipe observava a t atentamente, um brilho fugaz passando pelos seus olhos. ¡°A cirurgia acabou, troque de roupa e venhaigo.¡± §¯§Ñ? ?ng Alves ficou at?nita, abriu os olhos e olhou para ele, medo de ter entendido errado. ¡°A cirurgia¡­ ainda n?o foi feita.¡± Ele n?o deu explica??es, apenas olhou para o rel¨®gio. ¡°Voc¨º tem cinco minutos, sem enr??o.¡± ?ng Alves estava confusa. ? Ser¨¢ que ele havia mudado de ideia por serem g¨ºmeos? Entrando no carro, estava um pouco assustada, encolhida aodo da jan, de vez em quando lan?ando olhares furtivos para o homem ao seudo.. Seu rosto bonito n?o mostrava nenhuma emo??o,o se usasse uma m¨¢scara de gelo. Cora??o de chefe,o uma agulha no fundo do mar, imposs¨ªvel de se decifrar! O motorista na frente se virou para rtar a Felipe, ¡°A senhora Silval estava o tempo todo na porta da maternidade, mas nossos homens a distra¨ªram.¡± Felipe assentiu levemente. ¡°Vamos.¡± Como ele poderia realmente se livrar das crian?as? Era apenas uma cortina de fuma?a. ?ng Alves n?o podia imaginar o que ele estava pensando, sentindo¨Cse inquieta. ¡°Para onde estamos indo?¡± Felipe tirou um ma?o de pap¨¦is da pasta e passou para . ¡°Assine aqui, coloque sua impress?o digital.¡± O que era isso? Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! Assim que pegou para ver, ficou muito chocada. 2/4 Cap铆tulo 4 Capitulo 4 Um acordo pr¨¦¨Cnupcial! O que isso significava? rapidamente folheou o documento, que basicamente dizia que o chef?o queria se casar , ter os filhos, e depois poderia ir embora¡­ Mas¡­ ¡°Eu posso ter os filhos, mas podemos n?o nos casar?¡± Seria estranho ter no certificado de casamento a pvra ¡°segundo casamento¡± quando se casasse de novo! Felipe tamb¨¦m n?o queria se casar , mas a fam¨ªlia Martins valorizava o filho leg¨ªtimo. Ele s¨® conseguiu derrotar seus tr¨ºs irm?os e herdar os neg¨®cios da fam¨ªlia porque, al¨¦m de seu talento extraordin¨¢rio, era o filho leg¨ªtimo. Portanto, seus filhos tinham que ser leg¨ªtimos. ¡°N?o ¨¦ poss¨ªvel.¡± ¡°Voc¨º n?o tem uma noiva? Se souber, ficar¨¢ magoada.¡± Nenhuma mulher gostaria que seu noivo se casasse outra mulher, mesmo que fosse um casamento falso. Um sorriso frio e sinistro apareceu no canto da boca de Felipe. O casamento havia sido arranjado pelo velho antes de morrer, mas ele n?o tinha a menor vontade de casar Tina. ¡°Isso n?o ¨¦ da sua conta.¡± Sua presen?a era t?o dominadora que o sentimento opressivo fez ?ng Alves ter dificuldade em respirar, e sua voz baixou involuntariamente. ¡°Mas¡­ eu n?o quero me casar.¡± Era um jogo de sedu??o e resist¨ºncia? L Felipe franzia a testa, e um frioe?ou a emanar dele,o se quisesse congr a mulher diante dele. ¡°N?o tente jogarigo, ou ent?o voc¨º tamb¨¦m n?o poder¨¢ mais ficar na Cidade Mar.¡± Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. Cada pvra era uma amea?a, fazendo ?ng Alves estremecer. Cap¨ªtulo Cap铆tulo 5 Cap¨ªtulo 5 , uma mo?a fr¨¢gil, pobre, desamparada, que for?a teria para confrontar o chef?o? Ao ofend¨º¨Clo, seria demitida, obrigada a dormir nas ruas. Mas havia dentro d um esp¨ªrito rebelde que a fazia querer manter suas pr¨®prias convic??es. ¡°Sr. Martins¡­¡± estava prestes a resistir sem medo quando o celr tocou, era sua m?e. ¡°?ng, o Enzo piorou de repente e foi para a UTI, voc¨º precisa depositar cinquenta mil reais agora, e depois vamos ver quanto mais ser¨¢ necess¨¢rio. Voc¨º d¨¢ seu jeito de arrumar o dinheiro, quanto mais, melhor.¡± O cora??o de ?ng Alves afundou de repente, e toda aqu rebeldia, toda aqu determina??o, se despeda?ouo um vidro atingido por uma b. Comprimindo os l¨¢bios, sua voz saiu quaseo um zumbido de mosquito. ¡°Sr. Martins, eu posso aceitar suas condi??es, mas¡­ voc¨º poderia me emprestar cinquenta mil reais? Eu lhe pagarei em presta??es mensais mais tarde.¡± Um desprezo misturado repulsa surgiu nos olhos de Felipe. Ele achou que estava tentando aumentar o pre?o, pedindo dinheiro adiantado, uma verdadeira calculista atr¨¢s de dinheiro. Ele tirou um cart?o de cr¨¦dito do bolso e jogou para , ¡°Este cart?o tem um limite mensal de duzentos mil reais, considere issoo um auxilio.¡± ?ng Alves apertou o cart?o em sua m?o, que embora leve, parecia pesar uma tonda. nunca quis essa ajuda financeira. iria devolver o dinheiro. Mas n?o disse nada, apenas baixou a cabe?a em sil¨ºncio. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. O carro parou no cart¨®rio, e o registro do casamento levou apenas alguns minutos. Felipe a odou em um apartamento e deixou tia Bruna cuidar d, vigiando todos os seus movimentos. ¡°Lembre¨Cse, a crian?a se foi, n?o o exponha.¡± ¡°O que farei quando a barriga crescer?¡± ¡°Deixarei tudo preparado.¡± ¡°Entendi.¡± ?ng Alves assentiu obedientemente, sem mais perguntas. Embora n?o soubesse suas inten??es, ele era o chefe, o provedor, e s¨® podia obedecer, sem ousar desobedecer. O olhar gdo de Felipe deslizou pelo rosto d, ¡°O casamento deve permanecer em segredo, ¨¦ tempor¨¢rio, voc¨º n?o ¨¦ minha esposa.¡± ¡°Eu sei.¡± ?ng Alves deu de ombros, tamb¨¦m n?o o consideravao marido, o acordo era unicamente para salvar seu irm?o. Se n?o fosse p urg¨ºncia da doen?a do irm?o, nunca cederia, n?o importava a press?o. Felipe deu algumas instru??es para Bruna e partiu. No fim de semana seguinte, ?ng Alves foi para a empresa. A diretora de design Kelly entregou a o novo no de design da temporada, ¡°Leve isso para o Sr. Martins.¡± O qu¨º? deveria entregar? ?ng Alves relutou internamente. e o chefe estavam mantendo um casamento e gravidez em segredo, a ideia era n?o se verem e manterem suas vidas normais, n?o queria se meter em problemas. ¡°Sou apenas uma assistente de design, n?o seria apropriado eu levar, n¨¦?¡± ¡°O que tem de inapropriado? N?o foi voc¨º que fez o projeto? Vai logo, n?o perca tempo, temos uma reuni?o quando voc¨º voltar.¡± Kelly sorriu de forma sarc¨¢stica. estava fazendo isso de prop¨®sito. O epis¨®dio do elevador j¨¢ era conhecido por toda a empresa. queria ver se ?ng Alves iria irritar o chefe ao ponto de ser demitida ou se elee?aria a v¨º com outros olhos. Sem escolha, ?ng Alves foi, a contragosto, at¨¦ o escrit¨®rio do presidente. ¡°Sr. Martins, aqui est¨¢ o novo no de design do departamento, por favor, d¨º uma olhada.¡± Felipe levantou a cabe?a e a observou um olhar t?o frio quanto sempre. ¡°Deixe ai aodo.¡± ¡°Sim.¡± ?ng Alves sabia que ele tamb¨¦m n?o queria v¨º, colocou o documento na mesa e se virou para sair. Quando chegou ¨¤ porta, uma tontura s¨²bita a atingiu, escureceu a vis?o e instintivamente estendeu a m?o para segurar o batente da 14.56 1 §³§Ñ§â§Ú§ß§à §ï porta, mas a m?o escorregou e seu corpo caiu pesadamente para tr¨¢s¡­ Cap铆tulo 6 Cap¨ªtulo 6 No momento em que estava prestes a cair no ch?o, um bra?o forte e poderoso a envolveu p cintura ainda delicada, puxando¨Ca suavemente de volta, caiu nos bra?os seguros de algu¨¦m. Com a cabe?a ainda girando, agarrou instintivamente a camisa do homem, seu corpo pressionado firmemente contra o dele. Mesmo atrav¨¦s do tecido fino, podia sentir ramente os m¨²sculos sensuais do homem,o se fossem blocos de ferro envoltos em veludo, cheios de for?a ilimitada. ¡°Voc¨º tem hiposia cerebr?¡± A voz do homem era baixa e cheia de esc¨¢rnio, fazendo¨Ca despertar instantaneamente, soltando¨Co e se endireitando. ¡°Eu¡­ eu n?o sou assim, eu sempre fui a campe? de corrida curta na esc.¡± Felipe estreitou os olhos levemente, um brilho frio em seus olhos azuis¨Cros. ¡°Ent?o voc¨º fez de prop¨®sito.¡± Querendo seduzi¨Clo! N?o era a primeira vez; no elevador, j¨¢ havia usado seus truques. ?ng Alves engoliu em seco. De repente, sentiuo se a pvra ¡°injusti?ada¡± estivesse escrita em sua testa. ¡°Eu de repente me senti tonta agora, deve ser enjoo matinal,o ousaria seduzir voc¨º? Nem se eu tivesse mil coragens.¡± Seria estranho se Felipe acreditasse n. Como um homem no topo da piramide, mulheres aos montes se Capitulo 6 prostravam a seus p¨¦s, truqueso esses, ele j¨¢ tinha visto demais. ¡°Tenha um pouco de autoconhecimento, n?o sonhe acordada, sen?o est¨¢ destinada a ter azar.¡± Sua voz era extremamente fria,o se fosse o choque entre icebergues, congndo ?ng Alves inteira. Autoconhecimento? Isso erao um ataque cr¨ªtico ao cora??o! apertou os punhos discretamente, uma onda de raiva subiu ¨¤ sua cabe?a, engolindo sua raz?o instantaneamente. Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! ¡°Senhor Martins, embora eu seja apenas uma funcion¨¢ria insignificante, tamb¨¦m tenho minha dignidade. Al¨¦m disso, n?o se esque?a, a crian?a tamb¨¦m tem metade dos meus genes.¡± Uma cor de raiva prou nas sobrancelhas de Felipe, fazendo que franzissem. Ele a empurrou suavemente, pressionando¨Ca contra a parede. ¡°Voc¨º est¨¢ tentando me amea?ar a crian?a?¡± O c¨¦rebro e a raz?o de ?ng Alves foram dominados pelo orgulho ferido, e sua coragem inchou como um bal?o de ar quente. ¡°Espero que voc¨º me respeite, se n?o puder¡­ Prefiro n?o ter o filho.¡± Cada pvra era uma provoca??o destemida para Felipe. Seus olhos de repente se tornaram sombrios, um vislumbre de malevol¨ºncia surgiu, apertando seu queixo. ¡°Eu lhe aviso, se voc¨º ousar fazer mal ¨¤ crian?a, eu n?o vou deixar voc¨º ver o sol de amanh?.¡± Seu dedo apertou apenas o suficiente para causar uma dor discreta, mas n?o o suficiente para machuc¨¢. Capitulo & Ang Alves mordeu o l¨¢bio inferior, ¡°Fique tranquilo, se voc¨º puder me dar o m¨ªnimo de respeito, eu darei ¨¤ luz a crian?a. E mais, eu tenho algu¨¦m que eu amo, nesta vida vou amar apenas ele, n?o preciso me preocupar mais ningu¨¦m.¡± Dito isto, se soltou de sua m?o e correu para fora. Felipe observou sua silhueta se afastando, seus olhos se tornando ainda mais escuros e frios, at¨¦ mesmo a luz que entrava parecia congr. Ele pensou que era algu¨¦m inten??es ruins mas sem coragem, nunca imaginou que ousaria confront¨¢¨Clo! Na verdade, assim que ?ng Alves saiu p porta, se arrependeu. Meu Deus, o que tinha dito? n?o queria mais trabalhar? bateu na boca duas vezes. Se seu c¨¦rebro estivesse funcionando, nunca teria dito tais pvras. No entanto, n?o nejava voltar e se desculpar. Afinal, n?o estava errada! Ao chegar ao elevador, sentiu uma onda de n¨¢usea, cobrindo a boca e vomitando aodo. Por coincid¨ºncia, Tina sa¨ªa do elevador naquele momento e a viu imediatamente. correu para ?ng Alves e agarrou seu bra?o, ¡°O que aconteceu voc¨º? N?o fez uma cirurgia de aborto? Como ainda pode estar vomitando?¡± Cap铆tulo 7 Cap¨ªtulo 7 Ang Alves levou um susto daqueles, uma onda de azia subiu p garganta, mas se segurou para n?o vomitar. ¡°¨¦ que¡­ o m¨¦dico receitou um rem¨¦dio para ativar a circ??o e dissipar os hematomas, ¨¦ bem forte para o est?mago. Sempre que tomo, sinto n¨¢useas.¡± ¡°Entendi.¡± Tinan?ou¨Clhe um olhar desconfiado e disse: ¡°Ouvi dizer que depois de um aborto ¨¦ preciso descansar v¨¢rios dias,o ¨¦ que voc¨º voltou ao trabalho t?o r¨¢pido?¡± ?ng Alves, tentando manter a calma e dissipar as suspeitas de Tina, chegou a pr levemente no lugar. ¡°J¨¢ repousei quatro dias, ¨¦ suficiente, e eu sou resistente, n?o sou t?o fr¨¢gil.¡± Tina rxou um pouco, tinha receio de que ?ng n?o tivesse interrompido a gravidez, o que a deixaria apavorada. ¡°Voc¨º foi ¨¤ s do Sr. Martins agora h¨¢ pouco?¡± ?ng Alves assentiu. ¡°O diretor me pediu para levar o novo projeto de design para o Sr. Martins avaliar.¡± apressou¨Cse em chamar o elevador, e assim que as portas se abriram, entrou rapidamente. A atmosfera estava tensa demais; n?o queria ficar ali nem mais um segundo. Se Tina soubesse que n?o havia abortado e ainda tinha se casado o chefe, certamente ficaria furiosa! Tina ficou olhando fixamente para as portas do elevador que se fechavam, um brilho sinistro passou por seus olhos. Capitulo 7 Essa intrusa era uma surpresa desagrad¨¢vel. Se tamb¨¦m n?o se chamava ?ng Alves,o o m¨¦dico poderia ter se enganado? n?o podia mais deixar ?ng na GM. O lixo que ioda deve ser eliminado. Os resultados da avalia??o anual de desempenho do grupo foram divulgados. ?ng Alves de repente se tornou o centro das aten??es. ea era a primeira a receber um E desde que Felipe assumiu, e a ¨²nica a receber essa nota nos ¨²ltimos cinco anos da empresa. As notas de desempenho na GM variavam de A a ¨¦, sendo E a pior, risco de demiss?o. ?ng Alves mal podia acreditar no que via, ficou olhando para a t doputador por longos cinco minutos,o se tivesse sido atingida por um raio. trabalhava duro todos os dias,o poderia receber um E? Respirando fundo, dirigiu¨Cse ao escrit¨®rio do diretor. ¡°Por que minha avalia??o de desempenho foi E?¡± Kelly a olhou de rnce e disse: ¡°Eu sou imparcial na avalia??o de todos os colegas do departamento.¡± ?ng Alves ficou sem pvras. Ser¨¢ que havia algum mal¨Centendido sobre o que ¨¦ ser justo e imparcial? sempre foi cuidadosa, nunca teve problemas Kelly, ent?o o que poderia t¨º ofendido? ¡°Desde que entrei na empresa, nunca cheguei tarde ou sai mais cedo, e nunca tirei um dia de folga. Sempre finalizei meus projetos de design anteced¨ºncia,o poderia ser E?¡± Kelly deu de ombros. ¡°Acho que voc¨º n?o se encaixa no nosso departamento. Todos aqui t¨ºm experi¨ºncia internacional, s¨® voc¨º se formou em uma universidade nacional, e nunca participa das confraterniza??es, n?o consegue se integrar ao grupo. Seria melhor encontrar uma empresa que se adeque a voc¨º,¡± ?ng Alves percebeu que Kelly sempre teve preconceito contra . No in¨ªcio, Kelly n?o tinha concordado em contrat¨¢; foi Amy, a diretora de RH, que reconheceu seu talento para o design e a contratou excecionalmente. Quanto a n?o participar das festas, era porque n?o tinha dinheiro. Al¨¦m de um pequeno or?amento para viver, todo o seu dinheiro ia para as despesas m¨¦dicas do irm?o. ¡°Se voc¨º me despreza tanto, por que ainda usa meus esbo?os de design? N?o se esque?a das promessas que me fez.¡± Os esbo?os n?o tinham o nome d, apenas o de Kelly, o que era basicamente um pl¨¢gio. Se n?o fosse a promessa de promo??o, n?o teria engolido seu orgulho. O canto da boca de Kelly tremeu. Se n?o fosse por seus pr¨®prios projetos terem sido constantemente rejeitados pelo Sr. Martins, nunca teria arriscado usar os d. ¡°?ng Alves, vou lhe dizer a verdade, foi uma decis?o do l¨ªder. Eu pessoalmente admiro muito voc¨º, mas sou apenas uma diretora de departamento, n?o posso fazer nada.¡± ?ng Alves estremeceu, imediatamente pensando em algu¨¦m. Content rights by N?velDr//ama.Org. ¡°Voc¨º n?o est¨¢ fndo do Sr. Martins, est¨¢?¡± Kelly n?o respondeu, apenas suspirou, o que era quase uma confirma??o. ?ng Alves ficou chocada, seus princ¨ªpios estavam estilha?ados. Ap¨®s ter enfrentado o chefe dias atr¨¢s, se perguntava se ele estaria 14.57 Capitulo 7 usando seu poder para se vingar e demiti. O chefe do grupo era t?o mesquinho e vingativo? se virou e saiu, correndoo um foguete em dire??o ao escrit¨®rio do presidente. A fam¨ªlia Martins contrva dezenas de empresas listadas na bolsa, e a GM era apenas uma ds. Antes, Felipe s¨® aparecia para reuni?es regres, mas ultimamente era visto l¨¢ todos os dias, sem falta. Naquele momento, ele estava recostado na cadeira executiva, saboreando um caf¨¦ mo¨ªdo na hora, vindo diretamente das montanhas do Sul. ?ng Alves n?o estava animo para rodeios e foi direto ao ponto assim que entrou. ¡°Sr. Martins, recebi um E na minha avalia??o de desempenho. O senhor est¨¢ ciente disso?¡± Felipe tamborilou seus dedos longil¨ªneos na mesa duas vezes. Ele j¨¢ sabia disso desde cedo. veio chorar as m¨¢goas para ele? ¡°Todos que entram na GM s?o elite, mas voc¨º realmente se destaca.¡± e em su Havia um tom de voz, e ?ng Alves podia perceber, o que s¨® aumentava sua frustra??o. ¡°Sou diferente mesmo, sou a sua ¡®recipiente¡®, Sr. Martins. Parece que voc¨º quer me destruir para estabelecer sua autoridade.¡± Felipe franziu a testa. Desde que o enfrentara, a pvra ¡°recipiente¡± soaval particrmente irritante. ¡°Essa ¨¦ a sua maneira de pedir ajuda?¡± 4/5 Capitulo / tinha ido procur¨¢¨Clo um tom t?o agressivo, estava procurando problemas? ?ng Alvesn?ou¨Clhe um olhar que parecia entender algo e murmurou desd¨¦m: ¡°Na ¨²ltima vez que discutimos, o senhor ficou t?o furioso que decidiu mexer na minha avalia??o para me fazer pedir desculpas e implorar por sua miseric¨®rdia, estou certa?¡± Felipe ficou um pouco at?nito. Essa mulher realmente pensava que ele estava por tr¨¢s disso? ¡°Voc¨º est¨¢ delirando? Acha que tenho tempo para essas coisas?¡± Cap铆tulo 8 Cap¨ªtulo 8 Quem sabe, n¨¦? ?ng Alves murmurou para si mesma um suspiro interno. Keily n?o tinha sido est¨²pida o suficiente para empurrar o chef?o para assumir as consequ¨ºncias, tinha? ¡°Sempre pensei que ser contratada p GM fosse a maior sorte da minha vida, eu realmente gosto do meu trabalho. Embora eu n?o tenha tanta experi¨ºncia quanto os outros designers, alguns formados em universidades renomadas no exterior ou vindos de grandes empresas de joias internacionais, eu acredito que, meu talento e esfor?o, ainda posso me destacar no departamento de design. Voc¨º vai tirar todo o meu esfor?o e esperan?a por causa de uma pequena discuss?o? Isso ¨¦ justo?¡± Quanto mais fva, mais triste ficava, e mais injusti?ada se sentia, at¨¦ que se agachou, enterrou a cabe?a nos joelhos ee?ou a chorar um solu?o. Felipe ficou sem pvras. Uma acusa??o injusta caiu sobre ele de repente, deixando¨Co irritado e agitado. ¡°Para de chorar.¡± ?ng Alves ignorou¨Copletamente, seu choro ecoando no ar, perturbando¨Co tanto que ele n?o p?de evitar pr da sua cadeira executiva e correr at¨¦ , levantando¨Ca de uma vez. ¡°Eu disse para parar de chorar, sen?o eu realmente vou demitir voc¨º.¡± ?ng Alves ficou petrificada, tremendo, e mordeu o l¨¢bio for?a. O choro parou de repente, mas as l¨¢grimas continuaram a fluiro uma enxurrada, e os solu?os silenciosos faziam seus ombros 14.57 tremerem. O cora??o de Felipe tamb¨¦m foi puxado for?a,o se tivesse sido sacudido. ¡°Eu sempre separo o pessoal do profissional e nunca deixo emo??es pessoais afetarem meu trabalho, sua suposi??o ¨¦pletamente infundada.¡± ?ng Alves fungou, ¡°Foi a Kelly que me disse, falou que foi por sua ordem. Voc¨º ¨¦ o chefe, teria coragem de lhe acusar sem motivo?¡± Felipe estremeceu, voltou rapidamente para sua mesa e pressionou o bot?o do telefone, chamando Kelly para o escrit¨®rio. Se se atrevia a envolv¨º¨Clo nisso, ent?o n?o era uma quest?o menor, era preciso esrecer bem. ¡°Esconda¨Cse atr¨¢s do biombo.¡± ?ng Alves entendeu na hora e se escondeu conscientemente,e?ando a se perguntar o que estava acontecendo. Ele ia confrontar Kelly? Ser¨¢ que havia algo mais nessa hist¨®ria? Logo, Kelly entrou. Felipe voltou instantaneamente a uma express?o s¨¦ria,o se tivesse colocado uma m¨¢scara de gelo. ¡°O que houve a avalia??o de ?ng Alves?¡± Kelly tocou o suor na testa, surpresa por ?ng Alves, que sempre parecia t?o fr¨¢gil, ter a coragem de remar diretamente para o presidente! ¡°Alguns dias atr¨¢s, a Sra. Silva me ligou dizendo que ?ng Alves tinha The desagradado e que eu deveria encontrar uma maneira de demiti. 1457 Se um funcion¨¢rio n?o pode satisfazer o chefe, ent?o o desempenho certamente ¨¦ insuficiente. Foi por isso que eu a avaliei um E.¡± Uma fagulha de raiva passou pelos olhos de Felipe. Ent?o era a Tina, essa manipdora, que estava por tr¨¢s de tudo! Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. ¡°Voc¨º acredita em tudo que diz? Como gerente, voc¨º n?o tem at capacidade b¨¢sica de julgamento?¡± Kelly empalideceu levemente, ¡°A Sra. Silva ¨¦ sua noiva, o pensamento d n?o representa o seu?¡± ¡°Nem o Deus pode fr por mim, quanto mais um estranho.¡± A voz de Felipe era gda, uma autoridade inquestion¨¢vel. Kelly estremeceu, ¡°Eu errei, n?o deveria teretido um erro t?o b¨¢sico. Por favor, pelo tempo que dediquei ¨¤ empresa, me d¨¦ uma chance de me redimir, vou refletir e garantir que isso n?o aconte?al novamente.¡± Felipe ficou em sil¨ºncio por um momento e ent?o disse friamente: ¡°Volte e espere p decis?o do departamento de gest?o. A avalia??o de ?ng Alves ser¨¢ refeita pelo departamento pessoal.¡± Atr¨¢s do biombo, ?ng Alves sentia¨Cseo se estivesse sob uma onda avassdora,o se uma cavalgada estivesse passando por . Ent?o tinha sido a Tina que a apunhra ps costas. n?o poderia saber que n?o tinha abortado o filho e ainda se casado o chefe, poderia? Com esse pensamento, rapidamente se corrigiu. Se Tina soubesse, certeza viria atr¨¢s d pronta para o confronto, em vez de brincar de manip??es nos bastidores. Depois que Kelly saiu, Ang Alves saiu de tr¨¢s do biombo, Capitulo B constrangida, e se apressou em esbo?ar um sorriso. ¡°Senhor Martins, desculpe, eu o entendi mal. Eu deveria saber, um. homem t?o poderoso que supera todos, que despreza o mundo inteiro,o voc¨º, n?o ia se preocupar algu¨¦m insignificanteo eu, n¨¦?¡± n F Felipe estava uma express?o extremamente fria, tomou um gole do caf¨¦, ignorando¨Ca completamente,o se fosse ar. O cora??o de ?ng Alves deu um salto. Estava ferrada, o chefe estava furioso, e isso significava problemas s¨¦rios. ¡°Senhor Martins, eu errei, t¨¢ bom?¡± deu um passo ¨¤ frente, curvando¨Cse em um angulo de noventa graus. Mas n?o esperava, estava t?o perto que sua cabe?a bateu um ¡®ploc¡® na x¨ªcara de caf¨¦ que Felipe segurava, a dor fez que murmurasse baixo, e as l¨¢grimas quase escaparam. O caf¨¦ espirrou para fora, manchando o ch?o e a camisa branca de Felipe. ¡°Desculpe, senhor Martins, desculpe¡­¡± queria morrer, n?o se importava a dor, ee?ou a limpar apressadamente um guardanapo. Felipe estava extremamente irritado, se n?o fosse pelo fato de que essa mulher estava gr¨¢vida do seu filho, ele certeza a teria jogado p jan. As pequenas m?os d esfregavam nele, para frente e para tr¨¢s, provocando um calor inexplic¨¢vel nele. ¡°Chega.¡± Capitulo 8 Ele agarrou as m?os d for?a. ?ng Alves estava em cima da mancha de caf¨¦, e quando ele puxou sua m?o, seus p¨¦s escorregaram, perdeu o equil¨ªbrio e caiu em dire??o a ele desajeitadamente,o um sapo, e se espatifou em cima dele. Seus l¨¢bios vermelhos coincidentemente encontraram os dele, finos e frios. Cap铆tulo 9 Cap¨ªtulo 9 Uma corrente el¨¦trica atravessou ambos no mesmo instante, Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! fazendo¨Cos estremecer simultaneamente. Ang Alves ficou chocada, os olhos arregdoso sinos de bronze, e seu corpo tornou¨Cse r¨ªgidoo pedra, incapaz de se mover. Este era o seu primeiro beijo! Os l¨¢bios do homem tinham um frescor suave,o uma b de hortel? refrescante. Mas em vez de rear a mente, se sentia cada vez mais confusa,o se lhe faltasse oxig¨ºnio. O corpo de Felipe tamb¨¦m ficou tenso. Este tamb¨¦m era o seu primeiro beijo. Ele tinha uma fobia profunda de contamina??o, repuls?o por contato ¨ªntimo mulheres, mas naquele momento, n?o sentia n¨¢usea alguma. Essa mulher¡­ que truque! Uma lufada de vento frio entrou p jan entreaberta, e ?ng Alves acordou do transe, levantando¨Cse apressadamente. Seu rosto estava vermelhoo uma ma?? madura, quase em chamas. ¡°Desculpe, Sr. Martins, sinto muito, eu n?o fiz de prop¨®sito¡­¡± Felipe recuperou rapidamente sua express?o severa,o se nada tivesse acontecido, ¡°Isso tamb¨¦m ¨¦ uma rea??o ¨¤ gravidez?¡± ¡°N?o, eu pisei em uma mancha de caf¨¦ e escorreguei.¡± ?ng Alves gesticva e bn?ava a cabe?a, mortificada, desejando que o ch?o se abrisse para que pudesse saltar para dentro e se 14 57 esconder. Felipe se levantou lentamente e, de repente, um movimento brusco, pressionou¨Ca contra a divis¨®ria, ¡°N?o use mais esses truques rid¨ªculos, eu nunca teria o m¨ªnimo interesse por uma mulher inferior como voc¨º.¡± Seu olhar carregava esc¨¢rnio, desprezo e um pouco de repulsa; cada pvra atingia ?ng Alves como uma b cruel em sua espinha dorsal. se esfor?ou para manter a postura,o se tentasse preservar o ¨²ltimo vest¨ªgio de sua dignidade. ¡°Sr. Martins, eu sempre fui uma pessoa os p¨¦s no ch?o, l¨²cida e trabalhadora. S¨® quero trabalhar diligentemente, mesmo ¨¤ noite, sem fazer nos absurdos. Voc¨º ¨¦ uma estr brilhante no c¨¦u, enquanto eu sou apenas um simples vaso na terra. Eu s¨® posso olhar para voc¨º admira??o, sem jamais ter pensamentos inadequados, nunca.¡± Sua voz carregava um tom de humildade, mas sob essa humildade, parecia haver um desafio vdo. Felipe percebeu isso, e seu olhar severo passou friamente por seu rosto. Seus olhos eramo raios¨CX, capazes de ver atrav¨¦s de qualquer n¨ªvel de artimanha, tornando todos. os esquemas in¨²teis. Ele voltou a se sentar na sua cadeira de executivo, ignorando¨Capletamente, frioo uma escultura de gelo. saiu muito consciente de si mesma. Os cantos de sua boca estavam r¨ªgidos,o se congdos p frieza do homem. Pessoas assim, realmente, quanto menos se encontrar s, Capitulo 9 melhor. O departamento de recursos humanos realizou uma nova avalia??o de desempenho, e ?ng Alves foi promovida a designer oficial. Enquanto isso, Kelly foi rebaixada de diretora para gerente. A atmosfera no departamento de design ficou estranha. ?ng Alves sentiu que estava sendo sutilmente boicotada por Kelly, que estava lhe fazendo a vida dif¨ªcil. Parecia ser ressentimento p avalia??o de desempenho. No entanto, n?o se importou muito, desde que n?oetesse erros, tudo ficaria bem, afinal, um novo diretor logo assumiria oando. No dia do pagamento, a primeira coisa que pensou foi em pagar suas d¨ªvidas. Seu irm?o j¨¢ havia sa¨ªdo da UTI. Com o aumento de sal¨¢rio, poderia cobrir as despesas m¨¦dicas di¨¢rias. Assim, decidiu pagar cinco mil reais primeiro. Ao sair do elevador, estava prestes a entrar no escrit¨®rio do presidente quando seu celr tocou; era sua m?e. ¡°?ng, conversei hoje o m¨¦dico do Enzo, ele disse que Enzo desenvolveu resist¨ºncia ¨¤ medica??o, e os rem¨¦dios anteriores n?o s¨® n?o est?o contrndo a doen?a,o podem pior¨¢ a qualquer momento. Agora, h¨¢ uma medica??o importada que ¨¦ muito eficaz, mas ¨¦ muito cara, ?usta dez mil reais a caixa. Voc¨º precisa juntar dez mil reais e voltar para que Enzo possa experimentar.¡± O cora??o de ?ng Alves apertou de repente. 3/4 Capitulo 9 Dez mil reais era praticamente uma quantia astron?mica para . Todo o seu sal¨¢rio mensal, exceto o m¨ªnimo necess¨¢rio para viver, era enviado para casa, n?o tinha economias, de onde tiraria dez mil reais? A n?o ser¡­ baixou os olhos e mordeu o l¨¢bio, recuando lentamente. No escrit¨®rio do presidente. Felipe havia acabado de terminar uma confer¨ºncia internacional. O assistente Kevin enviou uma mensagem no WhatsApp: ¡°Sr. Martins, a Sra. Alves acabou de retirar dez mil reais da conta.¡± Ummpejo de sarcasmo brilhou nos olhos de Felipe. N?o tem problema ser materialista, s¨® n?o vale viver no mundo da lua! Depois do trabalho, Ang Alves voltou para o apartamento e viu Bruna se preparando para ir ao supermercadoprar frutas. Decidiu panhar a amiga. s mal haviam escolhido as ma??s quando se depararam uma ¡°conhecida¡°. Bruna estava h¨¢ anos a fam¨ªlia Martins, e Tina a reconheceu imediatamente. ¡°Bruna, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui? E ainda por cima a ?ng Alves? Foi o Felipe que te pediu para cuidar d?¡± Cap铆tulo 10 Cap¨ªtulo 10 ?ng Alves sentia o cora??o disparar toda vez que a via. Aqu mulher era encrenca na certa. N?o teria apunhdo ?ng ps costas se n?o fosse. ¡°Sra. Silva, a senhora conhece minha prima de segundo grau, n?o ¨¦? Eu fiz uma cirurgia e preciso me recuperar. veio para cuidar de mim.¡± sorria, esfor?ando¨Cse para manter a calma. Bruna, aodo, acenava a cabe?a, corroborando sua farsa. ¡°?ng trabalha sozinha em Cidade Mar, a m?e d fica preocupada e sempre me liga pedindo para cuidar d.¡± Que coincid¨ºncia, n?o? Tina olhou para ?ng Alves desconfian?a. ¡°Eu te aviso, fique longe do Felipe. Se voc¨º tentar seduzi¨Clo, eu te desmonto pe?a por pe?a.¡± ?ng Alves respirou fundo, assustada. estava sendo vistao rival amorosa? estava sendo superestimada. ¡°Sra. Silva, acho que est¨¢ havendo algum mal¨Centendido. Eu fico bem longe do Sr. Martins. Vejo ele de longe s¨® uma vez por ano, nunca teremos nada, pode ficar tranqu.¡± n?o queria ficar ali nem mais um minuto e se apressou para o caixa, panhada por Bruna. Tina observava sua silhueta se afastando, um olhar sombrio. ficava cada vez mais inquieta. O beb¨º realmente tinha sido abortado? Ser¨¢ que era uma mentira? Chegando em casa, Ang Alves finalmente respirou aliviada. Quando abriu a porta, uma figura alta e imponente a surpreendeu. se assustou p segunda vez! ¡°Sr¡­ Sr. Martins, o que faz aqui?¡± Content rights by N?velDr//ama.Org. Era a primeira vez que o chefe aparecia desde que se mudara para o apartamento. ¡°Apenas de passagem.¡± Felipe respondeu secamente,o se nada tivesse acontecido. Ele veio para uma inspe??o de rotina, para garantir que n?o houvesse riscos para a crian?a.. ¡°Entendi.¡± ?ng Alves respondeu, serviu¨Cse de um copo de ¨¢gua e sentou¨Cse no sof¨¢ para beber, tentando aliviar o desconforto de v¨º¨Clo. Bruna contou sobre o encontro Tina no supermercado. ?ng Alves, preocupada que ele ficasse chateado, apressou¨Cse em dizer: ¡°Sr. Martins, n?o se preocupe. Eu disse que Bruna era minha prima de segundo grau e enganei a Sra. Silva sem que suspeitasse.¡± Felipe franziu a testa ligeiramente. Na verdade, ele n?o se preocupava as artimanhas de Tina, mas sim outras pessoas. ¡°De agora em diante, me avise imediatamente sobre qualquer coisa que acontecer.¡± ¡°Sim.¡± ?ng Alves concordou a cabe?a. Havia algo que pr¨¦cisava rtar a ele. tinha nejado mandar uma mensagem pelo WhatsApp mais tarde, mas j¨¢ que ele estava ali, melhor fr pessoalmente. ¡°Sr. Martins, retirei cem mil da conta esta tarde. Pode ficar tranquilo, Capitulo 10 pagarei esse valor e os cinquenta mil anteriores em parcs.¡± Felipe sorriu ironicamente. Que joguinho era esse agora? Ele sabia que essa mulher n?o s¨® era astuta, mas tamb¨¦m cheia de truques. ¡°Isso ¨¦ sua mesada. N?o precisa me informar. O que voc¨º precisa fazer ¨¦ seportar.¡± ?ng Alves imediatamente se lembrou do beijo acidental que tinhampartilhado e sentiu o rosto queimar. Pegou o copo e bebeu ¨¢gua fricamente. ¡°Eu sou uma pessoa honesta e inofensiva. Muitoportada.¡± Se ¨¦ ro que est¨¢ mentindo! O desprezo nos olhos de Felipe se intensificou junto o esc¨¢rnio. sabiao fingir, mas havia escolhido a pessoa errada. Ele podia ver atrav¨¦s d facilidade. ¡°Seja esperta e viver¨¢ mais. Tenha cuidado.¡± Nossa, era mais inocente que uma folha em branco, onde estava a ast¨²cia? Era apenas o preconceito e arrogancia de algu¨¦m no topo da piramide social. ?ng Alves n?o se deu ao trabalho de argumentar. Deixe¨Co pensar o que quiser, afinal, em breve¡­ n?o teriam mais nada a ver um o outro. ¡°Sr. Martins, pode ficar tranquilo, prometo que ficarei quieta todos os dias.¡± se levantou e foi para o quarto, precisava de um banho e de uma Capitulo 10 boa refei??o, n?o deixaria que algu¨¦m estragasse seu humor. Felipe, encostado no sof¨¢, bebeu um gole de ch¨¢ e, vendo que j¨¢ estava tarde, tamb¨¦m se preparou para sair. De repente, um grito agudo veio do banheiro.. ¡°Ah!¡± Ele saltouo um tornado em dire??o ao banheiro¡­ Cap铆tulo 11 Cap¨ªtulo 11 Envolta p n¨¦voa ¨²mida do banheiro, ?ng Alves segurava a torneira as duas m?os, soltando um longo suspiro. escorregou por um instante, quase caindo. Como estava gr¨¢vida, cair era a ¨²ltima coisa que precisava. Com um estrondo, a porta do banheiro foi aberta a pontap¨¦s. A silhueta imponente de um homem apareceu na entrada, seus olhos brilhavamo p¨¦rs na escurid?o, prando a n¨¦voa e fixando¨Cse n. ¡°O que houve?¡± ficou paralisada por um momento, mas no instante seguinte, umal onda de calor subiu do seu pesco?o at¨¦ a testa. ¡°N?o ¨¦ nada, s¨® escorreguei. Estou sem roupa, n?o olhe.¡± Desesperada, suas m?os se moviam sem saber onde se cobrir. escorregou novamente. ¡°Ah!¡± Seu corpo perdeu o equil¨ªbrio, sua mente tamb¨¦m desequilibrou, e caiu para tr¨¢s for?a. No momento antes de bater na parede, um bra?o forte a envolveu a velocidade de um raio. A distancia entre eles era m¨ªnima. N?o havia nada cobrindo seu corpo, estavapletamente exposta aos olhos dele. Suas bochechas ficaram ainda mais vermelho,o se tivessem sido pintadas, quase prestes a sangrar. Felipe n?o desviou o olhar. A pele d erao uma b suave e delicada. Seu peito subia e descia fricamente,o ondas agitadas, fazendo o corpo dele reagir, as veias pulsarem!. Foi ent?o que a voz de Bruna soou da porta: ¡°Sra. Alves, voc¨º est¨¢ bem?¡± ?ng Alves tremeu levemente,o se despertasse de um sonho, e se levantou apressadamente, agarrando a toalha na prateleira para cobrir seu corpo. Meu Deus, tinha sidopletamente vista. Felipe respirou fundo, irritado, puxou a g da camisa para aliviar o calor em seu corpo. N?o havia d¨²vida, era mais um truque d. Quantos jogos tinha? Erao uma matrioska, um ap¨®s o outro. E o pior, ele tinha reagido. Mulheres que queriam se aproximar dele n?o faltavam, mas ele nunca se interessou. E agora, tinha sido provocado por uma artimanha t?o pobre. Era de enlouquecer! ¡°Senhor, senhorita, vou preparar o jantar.¡± Bruna se virou rapidamente, saindo conscientemente,o se n?o tivesse visto nada. ?ng Alves queria morrer de vergonha, suas m?os agarravam a toalha, e seu rosto ainda queimava. ¡°Sr. Martins, por favor¡­ esque?a o que viu.¡± Felipe recuperou seu semnte frio, um leve sorriso sarc¨¢stico, N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Capitulo 11 ¡°N?o precisa esquecer, voc¨º n?o ¨¦ do tipo que me interessa.¡± ¡°Ent?o¡­ tudo bem.¡± ?ng Alves engoliu em seco. nunca havia pensado em chamar sua aten??o. Seus olhos estavam postos nas estrs,o ele poderia se interessar por algu¨¦m t?oum quanto ? virou¨Cse para ir embora, mas ele a segurou. Com um movimento, ele segurou seu queixo. ¡°O que voc¨º fez foi perigoso. Se ousar fazer algo inapropriado novamente e prejudicar o beb¨º, voc¨º vai se arrepender.¡± Ele a advertiu severamente por suas falsas quedas para chamar sua aten??o! Um frio cortante panhou sua voz, quase congndo o ar ao redor. ?ng Alves estremeceu, instintivamente tocando seu ventre, ¡°Voc¨º est¨¢ enganado, o ch?o do banheiro ¨¦ que ¨¦ escorregadio. Vou ter mais cuidado no futuro.¡± mordeu os l¨¢bios e correu para fora. N?o queria se explicar, afinal, ele n?o acreditaria. era a v¨ªtima, gr¨¢vida dele sem raz?o, ele havia roubado seu primeiro beijo e a visto nua. Sua vida estava arruinada. Por que ele a humilharia? Felipe saiu do apartamento e voltou para a Mans?o Martins. Capitulo 11 Tina havia chegado, tentando arrancar informa??es da matriarca da fam¨ªlia. ¡°Felipe abortou a crian?a assim, ¨¦ uma pena. Por que voc¨º n?o o impediu?¡± Cap铆tulo 12 Cap¨ªtulo 12 Av¨® do Felipe, Gabri Castro, n?ou um olhar mnc¨®lico para . estava a par da situa??o. Com problemas card¨ªacos, Felipe preocupou¨Cse que n?o suportasse o choque e decidiu inform¨¢ honestamente.¡°Voc¨º sabeo ¨¦ o temperamento do Felipe. Uma vez que ele toma uma decis?o, ningu¨¦m pode mudar.¡± Enquanto fva, levou a m?o ao peito. ¡°Meu pobreo, se foil assim. S¨® de pensar nisso, me sinto mal. N?o consigo mais, preciso descansar um pouco no meu quarto.¡± Estendendo a m?o, a empregada rapidamente a apoiou, ajudando¨Ca a subir as escadas. A mndragem vem a idade,o a velha senhora poderia cair em sua armadilha? Felipe entrou, um olhar frio e s¨¦rio. ¡°Este assunto j¨¢ passou. Ningu¨¦m est¨¢ autorizado a mencionar uma pvra sobre isso. novamente.¡± Tina n?o queria mencionar isso, mas estava inquieta, temendo que ele a enganasse, mantendo a verdade sobre o beb¨º escondido. ¡°Felipe, por que voc¨º ainda mant¨¦m ?ng Alves na empresa? N?o teme que revele o segredo da crian?a?¡± Os olhos de Felipe se estreitaram levemente, e um brilho g¨¦lido cortou o ar. ¡°Isso n?o ¨¦ da sua conta. Voc¨º deveria estar agradecida por eu n?o ter acertado as contas voc¨º por causa do que aconteceu Kelly.¡± Tina estremeceu, ¡°Voc¨º est¨¢ defendendo ?¡± ¡®Eu sempre separo os neg¨®cios dos assuntos pessoais. Se voc¨º ousar se envolver ?ng Alves novamente, n?o serei indulgente.¡± Deixando essas pvras, Felipe se virou e subiu as escadas, sem querer olhar para novamente. tremia de medo. No passado, embora Felipe fosse frio , nunca havia a advertido por causa de outra mulher. Isso n?o era normal, definitivamente n?o! ¡°Felipe, ?ng Alves n?o ¨¦ uma boa mulher. Sua vida pessoal ¨¦ bagun?ada, teve v¨¢rios namorados. Quem sabe j¨¢ estava gr¨¢vida antes da insemina??o artificial. A crian?a pode nem ser sua. Ainda bem que voc¨º foi esperto e voc¨º a fez abortar, sen?o teria sido enganado por .¡± tentava difamar Ang Alves intencionalmente para provocar a desconfian?a de Felipe. Felipe hesitou em seus passos, mas continuou subindo. Nos ¨²ltimos dias, ?ng Alves estava sentindo os efeitos da gravidez mais intensamente, sentindo n¨¢useas sempre que ficava fome. s¨® podia carregar algunsnches consigo,endo quando a fome apertava para evitar o v?mito. A recepcionista ligou, avisando que algu¨¦m a procurava l¨¢ fora. Ao sair, ?ng viu uma mulher estranha de meia¨Cidade, vestida marcas caras, ramente uma pessoa rica. ¡°Voc¨º me estava procurando?¡± A mulher a avaliou de cima a baixo um grunhido: ¡°Voc¨º ¨¦ mesmo uma sedutora, n?o ¨¦ ¨¤ toa que consegue enfeiti?ar os homens.¡± Japitulo 12 Ang estava confusa, mas seu instinto lhe dizia que aquilo n?o era bom, ent?o recuou alguns passos, ¡°A senhora deve estar me confundindo outra pessoa.¡± A voz da recepcionista veio de umdo, ¡°Essa ¨¦ a esposa de Marcos da Empresa Cruz.¡± Marcos? ?ng se lembrou, era aquele pervertido que a assediou na exposi??o de joias no m¨ºs passado e que repreendeu severamente, for?ando¨Co a fugir envergonhado. Ser¨¢ que ele guardou rancor e enviou sua esposa para acertar as contas? ¡°Sra. Cruz, se voc¨º veio acertar contas, deveria procurar seu marido. Estou muito ocupada e n?o posso lhe dar aten??o agora.¡± ?ng virou¨Cse para ir embora, mas Sra. Cruz avan?ou e a agarrou, ¡°Sua vadia, voc¨º seduziu meu marido e ainda engravidou dele, se n?o vim te procurar, quem mais procuraria?¡± O qu¨º? ?ng ficou chocada aqu acusa??o absurda. ¡°Podemoser o que quisermos, mas temos que ter cuidado o que fmos. Eu n?o tenho nada a ver seu marido, e fazer falsas acusa??es ¨¦ crime.¡± ¡°Eu tenho provas, sen?o n?o estaria aqui.¡± Sra. Cruz jogou um monte de fotos da bolsa, mostrando uma mulher nua em cima do velho, envolvida em atos indecentes. ?ng percebeu a gravidade da situa??o. Algu¨¦m estava tentando sujar a sua imagem! ¡°Essas fotos s?o falsificadas, a mulher ns n?o sou eu, estou sendo incriminada.¡± Sra. Cruz n?o acreditava, os olhos furiosos, ¡°Se n?o ¨¦ voc¨º, ent?o quem ¨¦?¡± ¡°Isso voc¨º ter¨¢ que perguntar ao seu marido.¡°, O dinheiro tem poder, e o pervertido tinha dinheiro, n?o faltariam mulheres dispostas a se entregar a ele. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Foi nesse momento que Kelly saiu de dentro da casa e disse: ¡°Ang Alves, tenho te visto enjoada frequentemente. Voc¨º est¨¢ gr¨¢vida?¡± Cap铆tulo 13 Cap¨ªtulo 13 Essas pvras n?o eram para tir¨¢ da confus?o, mas sim para jogar mais lenha na fogueira. A Sra. Cruz, ao ouvir, ficou furiosa: ¡°Sua vadia, a barriga est¨¢ crescendo e ainda tem cara de pau para argumentar?¡± Ang Alvesn?ou um olhar sombrio para Kelly, sentindo que a situa??o era maisplicada do que parecia. ¡°N?o estou gr¨¢vida, o enjoo ¨¦ por causa dos efeitos cterais dos rem¨¦dios que tomei. Sou solteira e virgem,o poderia estar gr¨¢vida?¡± Kelly curvou os l¨¢bios num sorriso ir?nico. ¡°Que tal isso? Fa?a um espacate, incline¨Cse e prove para Sra. Cruz que voc¨º n?o est¨¢ gr¨¢vida. Assim tamb¨¦m podemos esrecer o mal¨Centendido, o que acha?¡± A Sra. Cruz concordou a cabe?a. ¡°¨®timo, fa?a logo o espacate.¡± ?ng Alves riu desd¨¦m, seu olhar varreu Sra. Cruz e se fixou em Kelly. Se n?o tinha segundas inten??es, ent?o s¨® estava ali para causar confus?o. ¡°Quem quer punir, encontra uma desculpa. Se eu disser que voc¨º roubou algo e escondeu em suas roupas, voc¨º deveria se despir paral que eu pudesse verificar e provar sua inoc¨ºncia?¡± ¡°Voc¨º¡­¡± A face de Kelly alternava entre p¨¢lido e vermelho. A Sra. Cruz, irritada, exmou: ¡°Menina insolente, voc¨º certeza est¨¢ gr¨¢vida, vou fazer que perca o beb¨º hoje.¡± ergueu a m?o, canalizando toda a sua for?a, e tentou dar um tapa em ?ng Alves. No entanto, seu pulso foi agarrado no ar por uma m?o de ferro. Felipe deu um leve movimento e foi arremessadao um trapo 14.59 Capitulo 13 velho, caindo duramente no ch?o a um metro de distancia. ¡°Voc¨º acha que este lugar ¨¦ o qu¨º?¡± V¨¢rios curiosos estavam espiando por tr¨¢s das paredes, esticando o pesco?o para assistir ¨¤ cena, mas ao ver o grande chefe, rapidamente recuaram para seus lugares. Kelly tamb¨¦m tratou de desaparecer. A Sra. Cruz gemia no ch?o, o ar gdo emanando de Felipe a deixou medo de se mexer novamente. ¡°Essa mulher seduziu meu marido. Eu tenho evid¨ºncias. Voc¨º deve ser o chefe, n?o vai fazer nada?¡± ¡°As fotos s?o montagens, a mulher ns nem sou eu, n?o tenho nada a ver o marido d.¡± ?ng Alves conscientemente se refugiou atr¨¢s de Felipe. A alta e imponente figura masculina era como um escudo s¨®lido, dando¨Clhe uma sensa??o imediata de seguran?a. Felipe pediu ao assistente para verificar a autenticidade das fotos. Em pouco tempo, o resultado saiu: as fotos eram falsas. Sabendo que estava errada, Sra. Cruz se levantou tentando fugir, mas um olhar de Felipe e foi impedida na porta. ¡°Pe?a desculpas ¨¤ minha funcion¨¢ria!¡± A Sra. Cruz n?o era f¨¢cil, e desd¨¦m, retorquiu: ¡°Meu marido ¨¦ o dono da empresa Cruz, ele tamb¨¦m n?o ¨¦ f¨¢cil de lidar.¡± Um brilho sombrio passou pelos olhos de Felipe. N?o importava se fosse uma pequena empresa ou qualquer outra autoridade, ele nunca as havia considerado uma amea?a. ¡°Voc¨º pode n?o pedir desculpas, mas em tr¨ºs dias, farei a empresa Cruz desaparecer da cidade.¡± 15.00 A Sra. Cruz estremeceu, o poderoso aura de Felipe a dominoupletamente, suas pernas e sua voz enfraqueceram. ¡°Descu¡­ desculpe.¡± Ang Alves acenou a m?o: ¡°Est¨¢ bem, voc¨º foi enganadal tamb¨¦m. O verdadeiro culpado ¨¦ quem manipulou as fotos e me incriminou.¡± Essas pvras eram metade para Felipe. Como Felipe poderia n?o entender? Depois que a Sra. Cruz saiu, ele chamou ?ng Alves para o escrit¨®rio. ¡°Sr. Martins, obrigada por me ajudar a sair dessa enrascada.¡± ?ng Alves agradeceu rapidamente, se n?o fosse p sual interven??o, certamente haveria um banho de sangue. Felipe manteve o rosto inexpressivo,o se tivesse uma m¨¢scara de gelo. ¡°N?o me agrade?a, eu n?o fiz isso por voc¨º.¡± ¡°Eu sei.¡± ?ng Alves estava ciente, ro que era pelo beb¨º, n?o era nada nessa hist¨®ria. Content rights by N?velDr//ama.Org. Felipe tamborilou os dedos na mesa por um momento, e seu semnte se tornou s¨¦rio. ¡°Vou te dar uma chance de confessar. Voc¨º tem alguma r??o Marcos Cruz?¡± ?ng Alves ficou tonta: ¡°ro que n?o, as fotos j¨¢ foram verificadas, s?o falsas.¡± Felipe deslizou o dedo leveza, afastando as fotos sobre a mesa, e puxou uma para fora. ¡°Essa aqui ¨¦ verdadeira.¡± Cap铆tulo 14 Cap¨ªtulo 14 Ang Alves ficou surpresa por um momento e rapidamenten?ou um olhar. A pessoa naqu foto realmente era . ¡°Isso deve ter sido tirado sem eu perceber na exposi??o de joias. Ele estava me importunando, e eu o expulsei.¡± fez uma pausa antes de continuar: ¡°Eu tenho meus crit¨¦rios para escolher um parceiro. O primeiro ¨¦ moral, eu nunca me envolveria um homem casado. O segundo ¨¦ a apar¨ºncia;o designer, busco a beleza extrema, e isso se aplica ¨¤s pessoas tamb¨¦m.¡± Felipe apertou os olhos levemente, deixando transparecer um brilho sombrio em seu olhar, que se tornou excepcionalmente sinistro. ¡°Quantos homens atenderam aos seus crit¨¦rios?¡± Ele estava sondando a privacidade d? A injusti?a que ?ng Alves sentia em seu cora??o rapidamente transbordouo um rio caudaloso. ¡°Eu sou solteira desde que nasci, nunca namorei, ainda nem vivio mulher e agora estou prestes a pr direto para a maternidade. Voc¨º n?o acha que minha situa??o ¨¦ especialmente tr¨¢gica e injusta?¡± Felipe n?o acreditou em uma pvra. Quando tentou seduzi¨Clo, agia tanta desenvoltura, ramente experiente. Como poderia ainda ser uma novata? ¡°Lembro que voc¨º disse que havia algu¨¦m de quem gostava.¡± Ele tinha uma mem¨®ria excepcional e n?o esquecia nada do que dizia. ?ng Alves mostrou a l¨ªngua. Da ¨²ltima vez, estava irritada e Capitulo 14 disse isso de prop¨®sito. Na verdade, j¨¢ tinha encontrado um rapaz por quem se sentiu bastante atra¨ªda numa viagem, um viajante, masmentavelmente perderam contato e, provavelmente, ele n?o estava interessado n. ¡°Eu gosto de algu¨¦m, mas nunca estivemos juntos.¡± ¡°Por qu¨º?¡± ¡°Sabeo ¨¦¡­ um amor n?o correspondido. Voc¨º sabeo ¨¦.¡± O rosto de ?ng Alves corou, um tanto embara?ada. Felipe ficou surpreso, n?o esperava essa sinceridade d. Na verdade, ele n?o se importava o passado d, apenas queria ter certeza de que o filho era seu. Ele se recostou na poltrona, deu um pequeno gole no caf¨¦ e, em seus olhos escuros e gdos, brilhou ummpejo de frieza insond¨¢vel. ¡°Eu atendo aos seus crit¨¦rios?¡± Sua voz soava desinteressada,o se perguntasse por perguntar, mas ?ng Alves sabia ler as entrelinhas da amea?a. Aquilo era um teste, e se errasse uma pvra, estaria acabada. ¡°Demais que ultrapassam os limites, voc¨º ¨¦ muito para mim. Eu n?o poderia me atrever a tanto.¡± O canto da boca de Felipe esbo?ou um sorriso frio e ir?nico. ¡°Espero que voc¨º realmente saiba o seu lugar. Quem tem aspira??es altas demais est¨¢ fadado a cair.¡± Sair algum dinheiro era o destino d; se ousasse fazer algo sob o seu olhar atento, estaria cavando a pr¨®pria sepultura. O cora??o de ?ng Alves nunca foi altivo; era uma pessoaum, um trabalho pelo qual lutava e uma vida tranqu, e isso 15.00 bastava. ¡°Pode ficar tranquilo, eu sei muito bem quem sou.¡± nunca teria, nem se atreveria a ter ilus?es sobre o homem ¨¤ sua frente. Ao chegar em casa ¨¤ noite, sentiu que algo sobre o dia n?o estava certo. Kelly apareceu de repente, causando confus?o, e isso era muito suspeito. N?o seria outra manip??o dele? Naquele momento, Bruna estava na cozinha preparando o jantar quando entrou. ?ng disse: ¡°Bruna, posso te ajudar avar os legumes?¡± Enquanto fva,e?ou ¨¤var o repolho. Bruna rapidamente interveio: ¡°Senhorita, n?o se preocupe, voc¨º precisa cuidar de si mesma e n?o se cansar.¡± ?ng sorriu levemente: ¡°N?o sou t?o delicada assim, e nem precisal me chamar de senhorita, pode me chamar de ?ng. Depois de tantos dias juntas, j¨¢ te considero uma tia querida.¡± Bruna tamb¨¦m sentia que n?o a tratavao uma empregada e tinha carinho por . ¡°Se voc¨º me considera uma tia querida, vou fr abertamente voc¨º. J¨¢ que voc¨º est¨¢ esperando um filho do Sr. Felipe, por que n?o tenta lutar por ele e tomar o lugar de Senhora da casa?¡± ?ng engasgou a sugest?o, n?o queria se humilhar, n?o tinha coragem para isso. S¨® de pensar no olhar de desprezo de Felipe, sentia medo. ¡°Bruna, a Sra. Silva ¨¦ a mulher que o Sr. Martins ama. Eu s¨® posso desejar que eles fiquem juntos, como n?o poderia destruir o rcionamento deles?¡± 1577 Capitulo 14 Bruna bn?ou a cabe?a. ¡°O Sr. Felipe n?o tem olhos para a Sra. Silva. A m?e da Sra. Silva ¨¦ a filha adotiva do bisav?, a irm? mais nova do av? Domingos, e ele tem um carinho especial p sua sobrinha, a Sra. Silva. Por isso, ignorando a oposi??o do Sr. Felipe, insistiu no noivado. dos dois. Na verdade, o Sr. Felipe j¨¢ tem algu¨¦m no cora??o.¡± Content rights by N?velDr//ama.Org. ¡°Ah? Quem ¨¦?¡± ?ng Alves mostrou um leve sorriso de quem adora uma fofoca. Cap铆tulo 15 Cap¨ªtulo 15 N?o ¨¦ de se surpreender que esse casal tenha escolhido a insemina??o artificial ao inv¨¦s de uma conce??o natural. Provavelmente, at¨¦ nisso eles n?o se harmonizavam. Bruna sussurrou baixinho: ¡°Aqu menina sumiu, ¨¦ quase certo que j¨¢ se foi. Uma m?e ¨¦ valorizada pelo seu filho, se voc¨º conseguir conquistar o cora??o do Sr. Felipe, n?o ¨¦ imposs¨ªvel que voc¨º substitua a Sra. Silva.¡± ?ng Alves nem ousava tentar, faltava¨Clhe confian?a e, mais ainda, coragem. Um era da realeza, o outro era o amor inalcan?¨¢vel, apenas uma simples mortal. Mesmo que treinasse por mais cem anos, n?o conseguiria substitu¨ªs. ¡°Bruna, eu sou uma pessoaum, n?o posso ser uma senhora de uma fam¨ªlia rica. S¨® preciso que o Sr. Martins trate bem o nosso filho, e isso j¨¢ me basta.¡± Um coadjuvante deve conhecer seu lugar, n?o pode ser presun?oso e voar em dire??o ao fogo. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. O parceiro ideal para seria algu¨¦m de sua pr¨®pria sse, algu¨¦m que a amasse e respeitasse. Bruna parecia querer dizer mais alguma coisa, mas se calou, soltando apenas um suspiro em sil¨ºncio. Ap¨®s uma conversa casual, ?ng Alves estava quase certa de que Tina era a pessoa por tr¨¢s das fofocas, Kellyo sua c¨²mplice. e?ava a suspeitar da ¡°cirurgia de aborto¡± e esta era uma tentativa de sondagem. N?o podia ficar sentada esperando o pior, tinha que fazer alguma coisa. Sentada no sof¨¢, pegou o celr ee?ou a navegar pelo feed de not¨ªcias. Algu¨¦m havia postado um cartaz: Exposi??o de Fotografia de Elton. Seria j¨¢ no dia seguinte. Elton! Um renomado fot¨®grafo global, cada foto dele ¨¦ uma obra de arte. colecion¨¢vel. Ao ver aquele nome, ?ng Alves sentiu um arrepio,o se uma corda de violino tivesse sido tocada, e seus pensamentos lentamente voaram para longe¡­ No dia seguinte, durante o intervalo do almo?o, foi ¨¤ galeria de arte. N?o ficava longe da empresa, apenas duas esta??es de metr?. A galeria estava repleta de f?s que vieram de longe. Os olhos de ?ng Alves pousaram em uma das fotos, e suas pups se dtaram. Na foto, uma garota de perfil contra a luz do sol, seus cabelos negros esvoa?ando ao vento, linda como um anjo que ca¨ªra do c¨¦u. ¡°Esta ¨¦ uma das minhas pe?as de cole??o de anos atr¨¢s, ¨¦ a menina mais linda que j¨¢ vi.¡± Uma voz profunda e magn¨¦tica veio de aodo, fazendo o cora??o de ?ng Alves tremer. virou¨C se abruptamente. Um rosto gentil e bonito apareceu diante de seus olhos. ¡°Oi, Ang, quanto tempo n?o nos vemos.¡± O sorriso encantador do homem erao um raio de sol que h¨¢ muito n?o via, aquecendo o cora??o tranquilo de ?ng Alves. ¡°¨¦ realmente voc¨º, eu pensei que pudesse ser outra pessoa o mesmo nome.¡± ¡°Provavelmente sou o ¨²nico fot¨®grafo esse nome.¡± Elton deu de ombros. ¡°Como a protagonista da foto, voc¨º n?o se importa que eu a exiba, certo?¡± ?ng Alves sorriu levemente. ¡°N?o me importo, j¨¢ transferi os direitos de imagem para voc¨º.¡± e Elton se conheceram durante uma viagem h¨¢ tr¨ºs anos e depois perderam contato. Nunca imaginou que se reencontrariam em uma exposi??o de fotografia na Cidade Mar. Nesse momento, um grupo de f?s da associa??o de fotografia correu para cercar Elton, querendo aut¨®grafos e fotos. ?ng Alves foi empurrada para fora, olhando¨Co de longe atrav¨¦s da multid?o. se lembrava de tentar ligar para ele ap¨®s a viagem, mas ele estava sempre o telefone desligado. 187 Ele provavelmente n?o queria mais contato. Para ele, nem sequer contavao amiga. baixou a cabe?a um sorriso triste e se virou para sair. ¡°?ng Alves¡­¡± estava prestes a sair quando Elton a alcan?ou. ¡°Desculpe, hoje estou muito ocupado. Podemos trocar nossos n¨²meros de WhatsApp? Assim podemos marcar para nos encontrarmos outro dia.¡± ¡°ro.¡± ?ng Alves pegou o celr e adicionou o contato dele no WhatsApp. 15:00 No caminho de volta, deu uma olhada curiosa no perfil dele: estava vazio, sem conte¨²do, provavelmente era um n¨²mero secund¨¢rio, assimo o antigo n¨²mero de telefone. Dizer que iriam se encontrar novamente era provavelmente apenas uma formalidade.¡± Ele era um fot¨®grafo famoso, e apenas uma pequena designer desconhecida. A diferen?a entre eles era grande. teria que se esfor?ar. Um dia, se tornaria uma estr no mundo da joalheria, fazendo todos aqueles que a menosprezavam olharem para admira??o. For?a, Ang Alves! No fim de semana, aconteceu on?amento da nova cole??o, ¡°S¨¦rie Linguagem das Flores¡± da GM. Era o primeiro evento den?amento desde que Felipe assumiu o cargo. Para ?ng Alves, o significado tamb¨¦m era imenso; embora o nome do designer n?o fosse o d, cada modelo havia sido desenhado por mesma. Kelly ocupava o cintnte posto de designer chefe, enquanto ?ng se escondia em um canto discreto, longe dos olhares alheios. Felipe chegou panhado de Tina. Ele usava um terno azul meia¨Cnoite feito sob medida, e seus 189cm de altura e propor??es dignas de um modelo de topo, fazial qualquer um parecer desbotado ao seudo.. ?ng Alves tinha que admitir, ele era o tipo de homem que rompia os limites est¨¦ticos da humanidade, um rosto t?o meticulosamente esculpido que nem sob uma lupa se encontraria um defeito. Capitulo 15 Tina usava um vestido de alta costura Versace, e o cr de diamantes rosados em seu pesco?o brilhava intensamente, um presente del noivado de Domingos Martins. De modo inconsciente, ?ng Alves recuou para as sombras. Embora o grande patr?o n?o gostasse de Tina, ele provavelmente ainda se casaria , j¨¢ que eram umabina??o de status e linhagem. O design da nova cole??o da GM era de tirar o f?lego. Kelly estava no palco, banhada em flores, ausos e elogios. ?ng Alves a observava fixamente, um olhar que aos poucos se tornava sombrio,o se invadido p frieza da noite. Ap¨®s on?amento, haveria uma festa deemora??o. caminhava pelo corredor, fora do sal?o de festas, segurando uma pasta. Felipe vinha em sua dire??o. Naquele dia, ?ng Alves vestia um longo vestido amarelo ro e seu cabelo estava preso num coqu¨¦ simples. Sem maquiagem, sua beleza era pura e radiante. Felipe a olhou uma ponta de surpresa. ¡°Oi, Sr. Martins!¡°, cumprimentou educadamente, sem parar, seguindo em frente. No momento em que se cruzaram, um conjunto de pap¨¦is caiu da pasta d. Felipen?ou um olhar indiferente e parou de repente. Cap铆tulo 16 Cap¨ªtulo 16 N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Era um esbo?o de design, o carro-chefe da nova cole??o. ¡°?ng!¡± Ele chamou a pessoa ¨¤ sua frente. virou-se e, ao ver o esbo?o em suas m?os, correu em sua dire??o. ¡°Desculpe, Sr. Martins, eu perdi meu esbo?o.¡± Um brilho g¨¦lido e prante passou pelos olhos de Felipe. ¡°Qual ¨¦ a flor do modelo principal?¡± ?ng Alves apertou os l¨¢bios. ¡°¨¦ uma forsythia.¡± Na coletiva de imprensa, Kelly disse que era um jasmim-de-inverno. n?o tinha conseguido diferenciar forsythia de jasmim-de-inverno; apesar de ambas terem formas e cores semelhantes, a forsythia tem quatro p¨¦ts e o jasmim-de-inverno tem cinco. Felipe, seu olhar agu?ado, sabia muito bem a diferen?a. O Jardim dos Martins tinha as duas flores. ¡°A s¨¦rie ¡®linguagem das flores¡¯ ¨¦ de sua cria??o?¡± ¡°Ah? Bem¡­¡± ?ng Alves gaguejou, sem confirmar nem negar. Mas Felipe j¨¢ tinha entendido tudo. Essa mulher era t?o astuta, e mesmo assim deixou que roubassem seu design sem dizer uma pvra? Ser¨¢ que tinha usado toda sua ast¨²cia para fisgar um marido rico? ¡°Seria melhor se voc¨º focasse todo esse esfor?o no trabalho.¡± ?ng Alves ficou perplexa. Ele podia questionar qualquer coisa, mas jamais a paix?o d pelo trabalho. ¡°Sr. Martins, juro por tudo que ¨¦ mais sagrado, eu dedico todo o meu tempo e energia ao trabalho, sem distra??es.¡± estava um pouco agitada, e a g de sua blusae?ou a ondr suavemente sua respira??o. Felipe olhou para baixo, absorvendo a cena. Ele puxou o crinho, sentindo um calor inexplic¨¢vel. Essa mulher, suas pvras e gestos, parecia provoc¨¢-lo de maneiras que ele n?o podia ver. ¡°Daqui em diante, est¨¢ proibido usar roupas decote muito baixo.¡± 1/4 Cap¨ªtulo 16 ?ng Alves ficou surpresa e olhou para baixo em dire??o ao seu decote em V. ¡°N?o est¨¢ baixo.¡± Todas as suas roupas eram conservadoras. ¡°Sem discuss?es, isso ¨¦ uma ordem.¡± Felipe deixou a frase no ar e se afastou passosrgos, sua postura orgulhosa erao a de um imperador queandava a todos autoridade absoluta. ?ng Alves fez uma careta para as costas dele. A noiva dele usava roupas bem mais revdoras. O decote quase chegava ao umbigo, e ele nunca pareceu se irritar isso. Hipocrisia! Entrando no sal?o de festas, se sentou em um canto,o uma designer desconhecida, sem chamar aten??o. Mas a beleza natural ¨¦ dif¨ªcil de ser escondida, e assim que entrou, algumas pessoas notaram. Elton, segurando uma ta?a de vinho, se aproximou. ¡°N?o esperava te ver aqui de novo, parece que temos uma conex?o.¡± ?ng Alves realmente n?o esperava encontr¨¢-lo. ¡°Sou designer da GM, mas ainda n?o sou muito experiente¡­¡± mordeu os l¨¢bios, sua voz era baixao um sussurro. Elton sorriu levemente. ¡°N?o tem problema, o seu talento, acredito que logo voc¨º se destacar¨¢.¡± ¡°Vou me esfor?ar.¡± ?ng Alves bn?ou o copo de suco em sua m?o, pensando emo o chefe lidaria o caso de pl¨¢gio. O olhar de Elton percorreu seu rosto, era a ¨²nica garota sem maquiagem no evento, mas ainda sim era linda. ¡°?ng Alves, voc¨º est¨¢ ainda mais bonita do que antes.¡± ?ng Alves ajeitou uma mecha de cabelo atr¨¢s da orelha. Como um fot¨®grafo de topo, ele certamente havia visto in¨²meras bs mulheres; , no m¨¢ximo, era uma joia modesta. ¡°Hoje vieram muitas supermodelos, tanto brilho que quase n?o consigo abrir os olhos.¡± ¡°Voc¨º ¨¦ diferente ds¡­¡± Elton estava fndo quando um homem de meia-idade se aproximou e p?s a m?o em seu 2/4 Capitulo 16 ombro. ¡°Irm?ozinho, o ca? chegou, vamos cumpriment¨¢-lo.¡± Uma express?o indescrit¨ªvel cruzou seu rosto. ¡°Desculpe, ?ng Alves, preciso me ausentar.¡± Dito isso, seguiu o homem de meia-idade. ?ng Alves tomou um gole do suco, prestes a pegar o celr para conferir as redes sociais, quando Kelly se aproximou. ¡°?ng Alves, voc¨º conhece bem o Sr. Elton?¡± ficou levemente surpresa. ¡°Qual Sr. Elton?¡± ¡°Pare de fingir, quem acabou de fr voc¨º foi o Sr. Elton da fam¨ªlia Martins, irm?o do grande chefe Elton Martins. Quem aqui n?o conhece a sua posi??o?¡± ?ng Alves n?o conhecia, e seu cora??o imediatamente foi tomado por ondas de choque e terror. ergueu a cabe?a, seu olhar atravessou a multid?o e pousou no homem ao longe. Ele estava conversando Felipe. Nesse momento, o olhar de Felipe de repente encontrou o d. Um brilho frio cortou o ar. estremeceu de medo e rapidamente baixou os olhos. Se o grande chefe a interpretasse mal novamente, pensando que tinha segundas inten??es, estaria perdida. ¡°Diretor, estou ficando fome, vou pegar algo paraer.¡± n?o quis se explicar para Kelly, fr demais poderia apenasplicar as coisas. Levantou-se e caminhou em dire??o ao buffet. As luzes do sal?o de festas se atenuaram, e os holofotes se concentraram no palco. Um cantor famoso estava prestes a se apresentar os supermodelos para entreter os convidados. ?ng Alves pegou um peda?o de bolo, nejando voltar ao seu lugar. No meio da multid?o, um par de olhos a observava secretamente, cheios de mal¨ªcia. Quando passou, um p¨¦ estendeu-se sorrateiramente das sombras e a derrubou um movimento brusco. trope?ou para frente e caiu no ch?o violentamente. O prato que segurava estilha?ou-se um estalo. ¡°D¨®i tanto!¡± Uma dor aguda a invadiu instantaneamente. Cap¨ªtulo 16 tentou se levantar em luta, mas sem sucesso, e o suor frio brotou em sua testa. Um fluxo de sangue vermelho-vivoe?ou a se espalhar de entre suas pernas, tingindo de vermelho o tapete branco sob ¡­ Cap铆tulo 17 Cap¨ªtulo 17 Uma sombra altao a de um furac?o se precipitou at¨¦ , a levantou dedo num s¨® movimento e disparou para fora. ¡°Sr. Martins¡­¡± agarrou a g da camisa do homem, tentando dizer algo, mas sua vis?o escureceu e desmaiou em seus bra?os. No sal?o da festa, todos os olhares se voltaram para a cena. ¡°Felipe, para onde voc¨º est¨¢ indo?¡± Tina, furiosa, pisoteava o ch?o, rezando fervorosamente para que, se a crian?a ainda estivesse ali, que a desgra?ada perdesse o beb¨º. Com uma queda t?o violenta e sangrando, n?o acreditava que a crian?a pudesse sobreviver. Elton apertou o copo de caipirinha em sua m?o, um tom indescrit¨ªvel de sombra passando por seus olhos. No hospital. ?ng Alves ficou inconsciente por um bom tempo antes de despertar. Ao abrir os olhos, o rosto bonito e severo de Felipe gradualmente se tornou ro em sua vis?o. instintivamente se encolheu, levantando a m?o para tocar seu ventre. ¡°O beb¨º, est¨¢ tudo bem?¡± O olhar de Felipe carregava uma sombra de mncolia. Felizmente, o beb¨º estava bem; o sangue era porque sua perna havia sido cortada por cacos de vidro. Seu filho estava destinado a ser mais forte que as outras pessoas. ¡°Voc¨º n?o tem no??o de seguran?a? Como pode cair andando?¡± Se ele n?o estivesse l¨¢ hoje, as consequ¨ºncias seriam impens¨¢veis. ?ng Alves se sentiu extremamente injusti?ada, ¡°Algu¨¦m me empurrou, voc¨º pode verificar as camaras de seguran?a e ver quem foi?¡± Felipe j¨¢ havia mandado fazer isso. Mas as camaras do hotel estavam defeito e nada foi encontrado. ¡°De agora em diante, voc¨º n?o participar¨¢ mais das atividades da empresa, depois do trabalho, fique em casa, n?o permito que v¨¢ a lugar algum.¡± Ang Alves ficou um pouco irritada e tamb¨¦m ressentida, n?o bastava ele interferir emo se vestia, agora tamb¨¦m queria restringir sua liberdade? ¡°Eu n?o sou sua escrava, sou uma pessoa livre. No mundo, s¨® uma pessoa amea?a o beb¨º, e ¨¦ sua noiva. Cuide d, n?o deixe que fique desconfiada, e ent?o n?o teremos problemas.¡± havia pensado bem, ao passar por ali, viu Tina, que estava sentada aodo, e al¨¦m d, ningu¨¦m mais faria tal coisa baixa. O semnte de Felipe ficou ainda mais sombrio. Ele percebeu que essa mulher havia crescido um espirito de rebeldia, sempre pronta a se opor a ele quando provocada. ¡°Eu vou cuidar disso, e voc¨º vai obedecer ¨¤s minhas ordens.¡± Seu tom era imperioso e autorit¨¢rio. ?ng Alves mordeu o l¨¢bio, pensando no irm?o doente, que precisava de uma quantia todo m¨ºs para medicamentos, engoliu o impeto de discutir ele. Capitulo 17 Mas obedecYour free coins ha.. Come to im them and read wonderful novels! j¨¢ havia decidido, daria o beb¨º a ele depois do nascimento, n?o queria seu dinheiro e quanto ao empr¨¦stimo para o tratamento do irm?o, encontraria uma maneira de devolver. A dignidade era o mais importante. Quando Felipe voltou para a Mans?o Martins, Tina estava no hall esperando por ele. estava ansiosa para saber sobre ?ng Alves. Felipe manteve as informa??es sob estrito sigilo, proibindo qualquer pvra de sair do hospital. ¡°Felipe, aqu mulher est¨¢ bem?¡± Antes mesmo d terminar a pergunta, Felipe avan?ouo um raio, agarrou seus cabelos e puxou com for?a, fazendo¨Ca gritar de dor: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo? Voc¨º est¨¢ me machucando!¡± ¡°Se isso tiver algo a ver voc¨º, eu terminarei nosso noivado imediatamente, e a partir de hoje, n?o quero mais ver voc¨º na minha frente.¡± A voz de Felipe erao o choque de blocos de gelo, um frio. cortante e um severo aviso. Se quisesse piorar as coisas, ele n?o teria pena. Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! Tina estremeceu, quanto mais ele se importava, mais medo tinha. ¡°Por que voc¨º se importa tanto ?ng Alves? Voc¨º nunca me tratou assim por causa de outra mulher. O beb¨º d n?o foi abortado?¡± Felipe segurou a parte de tr¨¢s da cabe?a d, seus olhoso laminas varrendo seu rosto, ¡°Voc¨º est¨¢ me questionando? Se quer morrer, fale diretamente, eu te fa?o esse favor!¡± Cap铆tulo 18 Cap¨ªtulo 18 Tina chorava descontrdamente em meio a solu?os: ¡°Felipe, ¨¦ que eu te amo demais, tenho medo de perder voc¨º para outra mulher. Minha m?e te adora, sempre esteve do seudo, te apoiando,o voc¨º pode me tratar assim? ficaria arrasada, voc¨º n?o sabe?¡± Na hora do aperto, sempre aparecia a m?e para servir de escudo. Felipe resmungou baixinho. Se n?o fosse por causa da tia, ele a terial expulsado a pontap¨¦s h¨¢ muito tempo. ¡°Lembre¨Cse do meu aviso, se voc¨º aprontar de novo, n?o me culpe por n?o dar importancia ¨¤ tia.¡± Ele virou as costas e subiu as escadas. Tina sentiu vontade de morrer. ?ng Alves, essa praga, tinha que dar um jeito de se livrar d. Nos ¨²ltimos dias, ?ng Alves tinha tirado uma licen?a para se recuperar em casa. Elton mandou uma mensagem pelo WhatsApp, perguntando sobre seu machucado. Ao saber que estava melhor, reservou uma mesa no melhor restaurante de Cidade Mar para jantar e colocar o papo em dia. ¡°Estou aliviado em ver que voc¨º est¨¢ bem.¡± Ele serviu um suco para ?ng Alves. S¨® de pensar que ele era irm?o do Felipe, ?ng sentiu um desconforto. ¡°Elton, eu n?o imaginava que voc¨º era irm?o do grande chefe.¡± Elton sorriu sutilmente, um olhar que dizia mais do que pvras: Capitulo 18 ¡°Voc¨º parece se dar bem meu irm?o mais novo. No dia em que voc¨º se machucou, ele foi o primeiro a correr at¨¦ voc¨º.¡± Ang Alves rapidamente bn?ou as m?os, preocupada isso. Essa era a ¨²ltima coisa que queria. Se surgissem rumores de que e o grande chefe tinham algum rcionamento intimo, serial terr¨ªvel. ¡°N?o tire conclus?es precipitadas. Eu n?o encontro o grande chefe o ano todo. Ele faz isso completamente por causa de sua preocupa??o humanit¨¢ria os funcion¨¢rios. Afinal, ele assumiu o cargo h¨¢ pouco tempo e precisa aumentar sua empatia. Voc¨º deve entender isso, n?o ¨¦?¡± ¡°Talvez seja isso.¡± Elton sorriu, mas n?o retrucou. Ele n?o pensava assim. Felipe era frio e insens¨ªvel. Mesmo se algu¨¦m morresse na frente dele, ele apenas passaria pelo corpo e sairia sem express?o alguma, sem um pingo depaix?o. ¡°¨¦ dif¨ªcil n?o se sentir atra¨ªdo por uma garotao voc¨º.¡± ?ng Alves baixou os olhos, sorrindo de forma triste. Os homens ricos e poderosos olham para as estrs,o poderiam se interessar por algu¨¦m comumo ? Ele provavelmente pensava o mesmo, sen?o n?o teriam perdido contato. ¡°Deixa disso, eu sou s¨® mais uma na multid?o, n?o faria diferen?a alguma.¡± Elton a olhou profundamente: ¡°Isso n?o se parece a ?ng Alves confiante que eu conhecia.¡± ?ng Alves costumava ter um pouco de confian?a, afinal, n?o era feia, tinha uma boa educa??o e um bom emprego. Mas, ultimamente, sendo atacada repetidamente por Felipe, quase se tornou insignificante. ¡°Os jovens s?o sempre corajosos, n?o ¨¦? Quando eu estava na esc, n?o conhecia a maldade do mundo. Agora que estou no mercado de trabalho, ¨¦ inevit¨¢vel enfrentar alguns golpes duros.¡± Elton arqueou uma sobrancelha: ¡°Problemas no trabalho?¡± ¡°N?o exatamente, mas ¨¦ normal passar por prova??es para crescer.¡± ?ng Alves for?ou um sorriso casual, para ele, era apenas uma conhecida, n?o podia parecer demasiado emotiva. Elton bn?ou a ta?a de vinho em sua m?o. Depois de tr¨ºs anos, a pessoa ¨¤ sua frente havia amadurecido muito, n?o era mais a jovem ing¨ºnua de antes. Na entrada do restaurante, uma mulher olhou ao redor, procurando um lugar tranquilo para sentar, mas seu olhar parou em ?ng Alves. Meu Deus, o que est¨¢ acontecendo? est¨¢ realmente Elton? Ser¨¢ que eles se conhecem h¨¢ muito tempo? rapidamente pegou o celr para tirar uma foto. Dos tr¨ºs irm?os, Felipe era o que mais detestava o terceiro. Agora, ?ng Alves estava problemas! No escrit¨®rio do presidente, Felipe acabava de sair de uma reuni?o quando Tina chegou apressada. ¡°Felipe, descobri um grande segredo da ?ng Alves, ¨¦ a amante do Elton.¡± Felipe franziu a testa ligeiramente: ¡°Voc¨º realmente quer se meter em encrenca, hein?¡± 3/4 15:02 Capitulo 18 N?o se passaram nem alguns dias, e voc¨º j¨¢ n?o se aguentava e saiu para aprontar de novo? Tina rapidamente pegou o celr e mostrou a ele a foto: ¡°Eu estou fndo a verdade, nesse momento, est¨¢ jantando o Elton no Sabor da Selva, os dois est?o rindo e conversando, super ¨ªntimos.¡± fez uma pausa e continuou: ¡°Eu suspeito seriamente que tudo isso ¨¦ uma conspira??o do Elton e da ?ng Alves, eles subornaram o m¨¦dico para criar a falsa impress?o de um erro m¨¦dico, fazendo todos acreditarem que ?ng Alves estava gr¨¢vida do seu filho, quando na verdade, j¨¢ estava gr¨¢vida bem antes, e o filho ¨¦ do Elton. Assim, o filho bastardo deles entraria sorrateiramenteo herdeiro da fam¨ªlia Martins.¡±Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. Cap铆tulo 19 Cap¨ªtulo 19 Felipe observava a foto, onde a mulher sorria de uma maneira t?o doce! Uma onda de raiva surgiu do fundo de seu cora??o, mas seu rosto permanecia frioo gelo, sem revr nenhuma emo??o. ¡°Ang Alves ¨¦ apenas uma funcion¨¢ria da GM, n?o tem nada a verigo. A vida pessoal d n?o me interessa, voc¨º pode ir embora.¡± Tina n?o acreditava. Se n?o tivesse nada a ver ele, por que ele estaria t?o nervoso e a abra?aria, correndo para fora do sal?o de festas? ¡°Felipe, voc¨º precisa acreditar em mim. ?ng Alves ¨¦ uma espi? que Elton colocou ao seudo. Crescemos juntos desde pequenos, somos amigos de infancia. Eu sou a ¨²nica pessoa que te ama de verdade neste mundo, eu daria minha vida por voc¨º.¡± ¡°Saia.¡± Felipe disse friamente, ignorando¨Capletamente. Tina ficou desapontada, essa n?o era a rea??o que esperava. Depois de terminarem deer, Elton levou ?ng Alves para casa. Quando chegaram ¨¤ porta do pr¨¦dio, Felipe, que estava dentro de um carro, observou tudo. Uma chama de f¨²ria passou rapidamente pelos olhos dele. Assim que viu Elton sair de carro, ele abriu a porta do carro e correu atr¨¢s deles. Desta vez, ?ng Alves estava esperando o elevador e antes que pudesse reagir, Felipe a pegou pelos ombros e a jogou dentro do carro. Seu primeiro instinto foi de que tinha sido sequestrada. abriu a boca para gritar por socorro, mas ao ver o rosto bonito e sinistro dele, as pvras ficaram presas em sua garganta. ¡°Senhor¡­ Sr. Martins, o que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± Felipe n?o respondeu, apenas olhou sombriamente para enquanto ordenava: ¡°Dirija.¡± O motorista ligou o motor. ?ng Alves se encolheu perto da porta do ve¨ªculo,n?ando um olhar tr¨ºmulo para ele. O rosto dele estava coberto por uma express?o sombria,o se uma tempestade estivesse prestes a desabar. ¡°Para onde estamos indo?¡± O homem permaneceu em sil¨ºncio. ¡°Eu fiz algo errado?¡± Ele ainda permaneceu em sil¨ºncio. O ar dentro do carro ficou pesado, sufocante. Seu cora??o se apertou. Eles chegaram ¨¤ periferia e ele a levou para um pequeno quarto escuro. ¡°Coloque o detector de mentiras n¡°, Felipe ordenou. O cora??o d deu um salto e pulou para a garganta. Detector de mentiras? O que isso significava? Uma mulher vestida de preto a equipou o detector. A atmosfera se tornou extremamente tensa e ?ng Alves mal se atrevia a respirar. ¡°Sra. Alves, quantos namorados voc¨º j¨¢ teve?¡± Capitulo 19 ¡°Eu nunca tive um namorado, eu ainda sou¡­ virgem.¡± ?ng Alves respondia enquanton?ava olhares furtivos ao homem sentado n?o muito distante. Embora ele sempre fosse frio, hoje parecia particrmente amea?ador,o se a qualquer momento pudesse despeda?¨¢. ¡°O filho que voc¨º est¨¢ esperando ¨¦ de Sr. Felipe?¡± ?ng Alves sentiuo se estivesse sendo interrogadao uma criminosa. ¡°Se o esperma ¨¦ dele, o filho certeza ¨¦ dele.¡± ¡°Qual ¨¦ a sua r??o Elton?¡± ?ng Alves ficou momentaneamente surpresa. Ser¨¢ que o chefe sabia disso tamb¨¦m? Ele estava a espionando o tempo todo? ¡°N?o temos nenhuma r??o. Nos conhecemos h¨¢ tr¨ºs anos durante uma viagem, depois perdemos contato. Na semana passada, ele fez uma exposi??o de fotografia e nos encontramos novamente. Eu n?o sabia que ele era irm?o do Sr. Martins, descobri na festa de ¡°Voc¨ºs tiveram algum rcionamento amb¨ªguo?¡± ¡°ro que n?o!¡± ?ng Alves bn?ava a cabe?a fricamenteo um brinquedo. Elton n?o era apenas gentil, mas tamb¨¦m cavalheiro. realmente sentiu uma pequena atra??o, maso ele n?o mostrou interesse, n?o iria sofrer por uma paix?o n?o correspondida. Depois de v¨¢rias outras perguntas, a mulher de preto fez uma pausa e disse: ¡°¨²ltima pergunta, voc¨º j¨¢ mentiu para o Sr. Felipe?¡± ?ng Alves mordeu o l¨¢bio, engolindo dificuldade: ¡°N?o.¡± A mulher de preto imprimiu um rt¨®rio e entregou¨Co a Felipe. ¡°Sr. Felipe, a Sra. Alves n?o passou no teste do pol¨ªgrafo!¡± Felipe apertou o rt¨®rio em sua m?o, amassando¨Co em um instante Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. Ele se levantou e caminhou em dire??o ¨¤ mulher, sua enorme sombra a engolindo porpleto. ¡°Sabe o que acontece quem mente?¡± Ele esticou seu bra?o forte e agarrou o queixo d. ¡°Eu¡­ eu¡­¡± ?ng Alves se encolheu assustada, tremendoo uma folha, enquanto o homem a olhava olhos cortantes e um semblente carregado de uma amea?a mortal,o se a qualquer momento pudesse torcer seu pesco?o. ¡°Vou te dar uma chance de ser honesta, f, qual ¨¦ a verdadeira r??o entre voc¨º e o Elton?¡± Cap铆tulo 20 Cap¨ªtulo 20 Ele apertou levemente os dedos, fazendo Ang Alves gemer de dor, sentindo um arrepio percorrer seu corpo. ¡°Eu apenas tive um pequeno interesse nele no passado, mas depois da viagem, n?o nos fmos mais. ¨¦ a pura verdade, eu juro.¡± Os olhos de Felipe brilharam por um instante,o se tivesse pensado em algo, e sua express?o se tornou mais sombria. ¡°Elton ¨¦ o cara que voc¨º disse que estava apaixonado por voc¨º?¡± ¡°¡­Sim.¡± ?ng Alves sussurrou apenas uma pvra¡­ sua voz era t?o baixa que mal podia ser ouvida, e se sentiao uma ceb sendo descascada camada por camada. Felipe respirou fundo entre os dentes cerrados, e por algum motivo, a maldita franqueza d s¨® o irritava mais,o se um espinho tivesse sido cravado em seu peito. Ele rapidamente soltou a m?o, temendo perder o controle e esmagar o queixo d. ¡°Tem mais alguma coisa que voc¨º n?o confessou?¡± ?ng Alves deu uma olhada furtiva no detector de mentiras. Na verdade, tinha mentido uma vez! Oh n?o, ser¨¢ que eles descobriram aquilo e ¨¦ por isso que est?o a interrogando o detector de mentiras? Com a intelig¨ºncia d, n?o conseguiria vencer esse aparato tol¨®gico. S¨® lhe restava esperar por um tratamento mais leniente. Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! engoliu dificuldade antes de fr, a voz trem: ¡°Eu¡­ eu confesso. Na festa deemora??o, eu¡­ eu deixei cair propositalmente o projeto de design. Fiquei muito chateada ao ver Kelly brilhando na confer¨ºncia de imprensa, e acabeietendo um pequeno erro.¡± levantou a cabe?a, os olhos cheios d¨¦ l¨¢grimas: ¡°Voc¨º n?o vai me demitir, vai?¡± Felipe hesitou por um momento. Sabia que mulheres astutas n?o aceitavam ser passadas para tr¨¢s. Mas isso n?o era o que mais lhe preocupava. ¡°Entre voc¨º e Elton, ainda tem algo que voc¨º est¨¢ escondendo de mim?¡± ?ng Alves bn?ou a cabe?a: ¡°O que mais poderia haver? Para ele, eu nem mesmo sou considerada uma amiga, na melhor das hip¨®teses, apenas algu¨¦m que ele conhece.¡± Isso ¨¦ o maldito amor n?o correspondido? Felipe sentiao se ouvisse um ressentimento em sua voz, o que o deixava ainda mais irritado. Neste momento, a voz de uma mulher de preto soou aodo: ¡°Sr. Felipe, as respostas da Sra. Alves n?o mostraram anormalidades. Na verdade, foi apenas na ¨²ltima pergunta que houve uma flutua??o anormal no ritmo card¨ªaco, o resto estava normal.¡± ¡°Voc¨º tem certeza?¡± Felipen?ou¨Clhe um olhar sinistro, deixando¨Ca confusa, e respondeu baixinho: ¡°De acordo o que o detector de mentiras. mostra, sim.¡± A express?o de Felipe n?o se suavizou, pelo contr¨¢rio, ficou ainda mais pesada e gda,o se houvesse algo invis¨ªvel ardendo em seu. peito. Capitule 20 Aqu mulher calculista o seduziu v¨¢rias vezes, isso n?o contao mentira? O maldito aparelho deve ter dado defeito. Irritado, ele arrancou o detector de ?ng Alves e mandou a mulher de preto sair. Ang Alves respirou aliviada por dentro. Ser¨¢ que tinha passado pelo teste? ¡°Sr. Martins, posso ir para casa agora?¡± Felipe estreitou os olhos, uma luz fria brilhando neles: ¡°Voc¨º n?o tem mais permiss?o para ver Elton.¡± Ele falou autoridade, o que deixou ?ng Alves profundamente irritada. n?o era escrava dele, por que teria que obedecer? ¡°Eu n?o sei do que voc¨º est¨¢ preocupado, ele e eu s¨® somos conhecidos, talvez nem mantenhamos contato no futuro.¡± fez uma pausa e enfatizou: ¡°E mais, est¨¢ bem ro no contrato que n?o devemos interferir na vida pessoal um do outro, e eu tenho seguido isso ¨¤ risca. Espero que voc¨º fa?a o mesmo.¡± Dizendo isso, se levantou e, vendo que a porta estava aberta, correu na dire??o da sa¨ªda. Os princ¨ªpios que devem ser mantidos, n?o seprometem! Felipe, os olhos cuspindo fogo, avan?ou em um bote e a agarrou pelo bra?o, pressionando¨Ca contra a porta. ¡°N?o teste minha paci¨ºncia, fui ro?¡± Se ousasse ultrapassar os limites, seria melhor estar disposta a ficar confinada at¨¦ o dia do parto, sem chances de ver a luz do sol. Cap铆tulo 21 Cap¨ªtulo 21 Ang Alves se encolheu, sentindo o homem emanando um frio intenso, seu olhar capaz de congel¨¢¨C la. ¡°Senhor Martins, eu jamais ousaria desafi¨¢¨Clo, estou apenas seguindo nosso acordo. Assim que eu der ¨¤ luz e entregar o beb¨º para voc¨º, estaremos quites, n?o ¨¦ mesmo? O resto ¨¦ minha liberdade pessoal.¡± Felipe respirou fundo: ¡°Voc¨º ainda tem fantasias Elton, n?o ¨¦?¡± ?ng Alves bn?ou a cabe?a rapidamente,o um chocalho: ¡°Fique tranquilo, eu n?o tenho ilus?es sobre nobreso voc¨ºs. Depois, eu vou casar algu¨¦m do meu n¨ªvel social, sem subir ou descer na esc!¡± As sobrancelhas de Felipe se ergueram levemente, revndo um olhar zombeteiro. Quem foi que se jogou em seus bra?os antes, tentando seduzi¨Clo de todas as formas poss¨ªveis? Com sua natureza gananciosa, ¨¦ imposs¨ªvel que n?o queira se elevar socialmente! ¡°N?o importa quais s?o suas inten??es, voc¨º deve se manter afastada. de qualquer pessoa da Fam¨ªlia Martins.¡± Era uma ordem que deveria ser obedecida sem questionamentos. Mas ?ng Alves possu¨ªa um esp¨ªrito rebelde que n?o temia autoridades. No entanto, n?o era t a ponto de confrontar diretamente. era um ovo, e ele, um diamante; um confronto seria imposs¨ªvel. ¡°Eu entendo o que voc¨º quer dizer, um casamento e uma gravidez em segredo, para que ningu¨¦m saiba. Fique tranquilo, vou guardar segredo, nunca vou revr uma pvra a ningu¨¦m. Se chegar a um 15.03 ponto em que n?o consigo mais esconder minha barriga, vou inventar um pai falso para a crian?a, ningu¨¦m vai pensar que ¨¦ sua.¡± Felipe engoliu em seco, que raio de conversa era essa? A linhagem da crian?a era indiscut¨ªvel. ¡°Deixe que eu cuide dos pr¨®ximos passos. N?o tente ser mais esperta do que ¨¦.¡± ?ng Alves fez uma careta. ¡°Sr. Martins, voc¨º deveria passar mais tempo cuidando da sua noiva, acalmando¨Ca. ¨¦ a ¨²nica que sabe, contanto que pare de suspeitar e me causar problemas, por que algu¨¦m iria suspeitar que uma mulher solteirao eu est¨¢ gr¨¢vida?¡± Felipe olhou para um olhar sombrio, profundo e indecifr¨¢vel. ¡°Tina, eu vou lidar isso, o que voc¨º deve fazer ¨¦ lembrar¨Cse do meu aviso.¡± ?ng Alves j¨¢ tinha deixado suas pvras entrarem por um ouvido e sa¨ªrem pelo outro. tinha o direito de fazer amigos, e ele n?o tinha controle sobre isso! ¡°Estou cansada, vou para casa descansar.¡± se curvou, escapando de seu abra?o e deslizando para fora. Na manh? seguinte, ?ng Alves recebeu uma liga??o de sua m?e. Seu irm?o havia sofrido danos no f¨ªgado devido a efeitos cterais de medicamentos e precisava de tratamento hep¨¢tico. pediu que ?ng enviasse mais cem mil reais. Relutantemente, el¨¢ retirou o dinheiro de sua conta. Ao chegar na empresa, recebeu uma notifica??o do departamento de Recursos Humanos. 15:03 havia sido promovida a gerente do departamento de design, no mesmo n¨ªvel que Kelly. Essa boa not¨ªcia a pegou de surpresa; pensou que o chefe a rebaixaria por ter mentido, mas em vez disso, foi promovida. No escrit¨®rio, Kelly era naturalmente a mais insatisfeita. Assim que ?ng Alves sentou¨Cse, Kellye?ou suas insinua??es: ¡°?ng Alves, naquele dia voc¨º perdeu tanto sangue, todos pensaram que voc¨º tinha abortado, n?o ¨¦?¡± ?ng Alves percebeu imediatamente que estava tentando criar problemas e deu um sorriso ir?nico: ¡°Eu, uma mo?a solteira, flutuando por a¨ª,o ¨¦ que eu poderia ter tido um aborto? Nos dias de hoje, algu¨¦m soltar um boato ¨¦ f¨¢cil, mas desmentir j¨¢ ¨¦ um pouco mais Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! dif¨ªcil.¡± O canto da boca de Kelly tremeu: ¡°Eu estava apenas brincando, n?o leve a mal. Parab¨¦ns p promo??o, quem diria que voc¨º tem uma r??o t?o boa o patr?o, no dia da festa voc¨º foi o centro das aten??es.¡± estava ramente insinuando que ?ng tinha um caso o chefe, e que foi assim que conseguiu a posi??o de gerente. As sobrancelhas de ?ng Alves se franziram, e ficou s¨¦ria: ¡°Naquele dia eu me machuquei, e gra?as a Deus o patr?o me salvou, sen?o minha perna estaria arruinada. O patr?o trata os funcion¨¢rioso fam¨ªlia, quando estamos em dificuldades, ele oferece ajudal humanit¨¢ria. N?o dever¨ªamos ser gratos e felizes por termos um patr?o t?o bom?¡± enfatizou suas pvras: ¡°Mas sempre tem algu¨¦m a mente sombria e inten??es ruins, espalhando mentiras e cal¨²nias por tr¨¢s. Voc¨ºs n?o se sentem mal isso?¡± elevou a voz intencionalmente, fazendo que n?o apenas o departamento de design, mas tamb¨¦m os outros departamentos 15.03 Capitulo 21 ouvissem. Era exatamente esse o efeito desejado, desmentir boatos ¨¦ melhor feito ao encar¨¢¨Clos corajosamente, despeda?¨¢¨Clos. Quanto mais tentamos esconder, mais suspeitas surgem. Kelly sentia o rosto alternar entre tons de verde e branco, rangendo os dentes em segredo. estava curiosa para ver por quanto tempo ainda poderia se gabar. Rapidamente, Kevin levou a novidade at¨¦ Felipe. ¡°Parece que a Sra. Alves lidou muito bem os rumores a respeito de voc¨ºs dois.¡± Felipe esbo?ou um leve sorriso no canto dos l¨¢bios. Ele conhecia bem a l¨¢bia de ?ng Alves. poderia facilmente estar no topo das ligas. Com a voz baixa, Kevin adicionou: ¡°Esta manh?, a Sra. Alves retirou cem mil da conta banc¨¢ria.¡± O sorriso nos l¨¢bios de Felipe brevemente se endureceu, transformando¨Cse em um esgar de esc¨¢rnio. Segundo Bruna, a mulher astuta era muito econ?mica, nunca sa¨ªa para fazerpras, e quando comprava algo, era p Shopee. Para onde estariam indo duzentos mil por m¨ºs? Ser¨¢ que estava secretamente transferindo para sua pr¨®pria conta? Al¨¦m de avarenta, seria tamb¨¦m uma p?o¨Cduro? Cap¨ªtulo 22 Assim que terminou o expediente, ?ng Alves saiu apressada, pronta para almo?ar no refeit¨®rio dos funcion¨¢rios no andar de baixo. Ultimamente, estava sempre fome, provavelmente um dos sintomas da gravidez. Logo ao chegar na recep??o, deparou¨Cse a ¨²ltima pessoa que gostaria de ver ¨C Tina. originalmente estava procurando por Felipe, mas foi barrada p secret¨¢ria. estava cheia de ressentimento e precisava desabafar. ?ng Alves foi o alvo perfeito. pensou que Felipe a demitiria, mas, para sua surpresa, ele at¨¦ a promoveu! A ¨²nica op??o de ?ng Alves era evitar Tina a todo custo e sair de fininho, mas a outra n?o estava disposta a deix¨¢ escapar e correu at¨¦ , bloqueando seu caminho: ¡°Voc¨º, vemigo.¡± Olhares curiosos da recep??o panharam a cena, e ?ng Alves se sentiu extremamente frustrada, tendo trabalhado duro p manh? para desfazer as fofocas, n?o podia se dar ao luxo de se envolver em mais confus?es. s chegaram ao jardim suspenso. Tina resmungou: ¡°Espero que voc¨º saiba o seu lugar, sapos jamais alcan?ar?o a carne de cisne.¡± ?ng Alves fez o poss¨ªvel para manter a calma, um sorriso no rosto e uma voz tranqu, sem se rebaixar: ¡°Sra. Silva, os cisnes s?o animais protegidos de n¨ªvel nacional, n?o podemos¨º¨Clos.¡± Tina ficou momentaneamente cda,n?ando¨Clhe um olhar furioso: ¡°Chamei voc¨º aqui para te lembrar que voc¨º teve sorte de abortar a crian?a. Se n?o, certamente seria for?ada a deixar o pa¨ªs e morrer em terras estrangeiras.¡± Ang Alves ficou surpresa: ¡°O que voc¨º quer dizer?¡± Tina sorriu de forma misteriosa: ¡°Na fam¨ªlia Martins, se uma amante sem status engravidar, ¨¦ enviada para fora do pa¨ªs. Ap¨®s o parto, a crian?a ¨¦ levada p fam¨ªlia Martins, e a m?e ¨¦ deixada para tr¨¢s, sozinha e desamparada. Quando o filho ileg¨ªtimo atinge a maioridade aos dezoito anos, a m?e, j¨¢ envelhecida e desgastada, ¨¦ permitida a retornar ao pa¨ªs, mas muitas n?o vivem o suficiente para ver esse dia.¡± ?ng Alves n?o conseguia discernir se as pvras de Tina eram verdadeiras ou falsas, e uma inquieta??o cresceu dentro d. Felipe n?o tinha lhe contado sobre os nos futuros. Ser¨¢ que ele escondeu a verdade medo de sua rea??o? respirou fundo para aliviar a tens?o, para n?o dar pistas. ¡°Sra. Silva, eu j¨¢ abortei a crian?a. S¨® quero voltar a ter uma vida tranquo antes. Podemos virar essa p¨¢gina em r??o ao que aconteceu antes? Acredito que o Sr. Martins tamb¨¦m n?o queira mais fr sobre isso.¡± O olhar sinistro de Tina passou p barriga ainda na de ?ng Alves: ¡°Se voc¨º se atrever a me enganar e manter a crian?a escondida, prepare¨Cse para ser levada para fora do pa¨ªs e morrer de rancor.¡± Tina se virou e saiu. O cora??o de ?ng Alves se apertou e, num instante, at¨¦ seu apetite. desapareceu. foi para o refeit¨®rio e pediu a refei??o mais barata dispon¨ªvel para os funcion¨¢rios. Enquantoia, percebeu um sil¨ºncio estranho ao seu redor ¨C todos Cap铆tulo 22 Capitulo 22 haviam parado de fr. Levantando os olhos, viu a figura deslumbrante, quase divina, que havia entrado. abaixou a cabe?a rapidamente para continuarendo, fingindo que n?o viu nada. Sentada no canto, achava que o chefe n?o conseguiria v¨º. A voz de Kevin ecoou pelo refeit¨®rio: ¡°Sr. Martins est¨¢ aqui para almo?ar. Continuemo sempre, n?o precisam se acanhar.¡± Ent?o, o refeit¨®rio voltou a ficar animado. ?ng Alves fez uma careta, surpresa por ver que at¨¦ o grande chefeia no refeit¨®rio dos funcion¨¢rios! Enquanto pensava nisso, uma sombra imensa cobriu a luz acima d. Felipe sentou¨Cse ¨¤ sua frente. Era a primeira vez que ele visitava o local, uma inspe??o casual do refeit¨®rio e, de quebra, para observ¨¢. quase cuspiu a sopa que havia engolido. N?o podia acreditar que, tantos lugares dispon¨ªveis, ele escolheu. sentar¨Cse justo ali, sem temer que os rumores se espalhassem. se levantou rapidamente: ¡°Senhor Martins, obrigada por ter me salvado na festa. Serei eternamente grata e trabalharei duro para contribuir a GM.¡± Era hora de manter as apar¨ºncias, sem vacr. Content rights by N?velDr//ama.Org. Felipe esbo?ou um meio sorriso,o se desfrutasse da situa??o. ¡°Est¨¢ se sentindo melhor?¡± ¡°Sim, j¨¢ estou recuperada.¡± sorriurgamente, grata por ele ter entrado na brincadeira, e o clima entre eles era surpreendentemente natural. O olhar de Felipe passou sobre o prato ¨¤ frente d. Sacar duzentos mil e se contentar a refei??o mais barata dos funcion¨¢rios? Ser¨¢ que era mesmo uma pessoa que dava tanto valor ao dinheiro a ponto de ser avarenta? ¡°Voc¨º gosta daida dos funcion¨¢rios?¡± ¡°¨¦ boa¡± ¨C ?ng Alves afirmou a cabe?a,o um pintinho bicando gr?os: ¡°gra?as ao Sr. Martins, temos um prato duas op??es vegetarianas e uma de carne, al¨¦m de uma sopa bem preparada, tudo por dez reais, barato e gostoso.¡± Uma luz ir?nica e fria cruzou os olhos de Felipe. n?o era exigente ou apenas p?o¨Cdura? Ele estava inclinado a pensar que era a segunda op??o. Kevin tinha pedido para ele um prato de bife. No GM, havia funcion¨¢rios que haviam estudado no exterior e tamb¨¦m estrangeiros, por isso o restaurante oferecia pratos ocidentais. Com elegancia, ele cortou um peda?o do fil¨¦ mignon e, ap¨®s sabore¨¢¨Clo, perguntou em voz baixa: ¡°Voc¨º tem passaporte?¡± O qu¨º? ?ng Alves sentiu um choque,o se um trov?o tivesse explodido bem acima de sua cabe?a. Ele estava realmente perguntando sobre passaporte? Ser¨¢ que ele pretendia lev¨¢ para o exterior? Cap铆tulo 23 Cap¨ªtulo 23 empalideceu, seu cora??o tremia de medo. ¡°Eu n?o tenho passaporte, nunca tive inten??o de sair do pa¨ªs, ent?o n?o tenho um passaporte, eu¡­¡± deu uma olhada no bife no prato de Felipe e rapidamente improvisou, ¡°Eu n?o consigoer a comida de fora, se voc¨º me mandar para o exterior, certeza vou morrer de fome.¡± Ele n?o ia querer lidar uma morte em sua consci¨ºncia, certo? Felipe abriu um sorriso sarc¨¢stico e frio: ¡°Eu pensei que voc¨º n?o fosse exigente, f¨¢cil de cuidar.¡± que seja ¡°Eu n?o sou exigente, contantoida que eu conhe?a, euo qualquer coisa, masida estrangeira n?o d¨¢. Ent?o, eu definitivamente n?o vou viajar para o exterior na vida, nem me pe?a nem me force.¡± ?ng Alves falou seriamente, deixando sua posi??o ra por implica??o. Felipe mostrou um tra?o de estranheza,o se achasse que era um pouco peculiar: ¡°Ent?o, voc¨º n?o est¨¢ pensando em ir para a exposi??o de joias de Paris?¡± Ah? ?ng Alves se assustou. Quase tinha esquecido desse evento, uma das maiores exposi??es do mundo, e a GM,o o grupo n¨²mero um de joias da ¨¢sia, participava de todas as edi??es. Era o sonho d ir. Mas, e se fosse e acabasse sendo detida ¨¤ for?a, sem conseguir voltar? Copitulo 23 estava em conflito, indecisa, dedos deslizando sobre a mesa, enfrentando a escolha mais dif¨ªcil de sua vida. Felipe observava sua rea??o bizarra de perto. ¡°Realmente, sua sa¨²de n?o ¨¦ adequada para viagens longas, deixe Kelly ir.¡± ¡°Eu posso ir¡± ¨C disse impulsivamente,o se tivesse sido picada. Essa ¨¦ uma oportunidade ¨²nica na vida, realmente n?o queria perder. Kelly ainda est¨¢ de p¨¦, principalmente porque seus novos produtos acabaram de sern?ados. Se surgir o escandalo de pl¨¢gio, isso afetar¨¢ seriamente as vendas dos novos produtos. Al¨¦m disso, ¨¦ bastante conhecida no mundo das joias. Para substitu¨ª, seria necess¨¢ria uma oportunidade para se destacar. ¡°A exposi??o de joias ¨¦ no pr¨®ximo m¨ºs, e eu j¨¢ passei pelo per¨ªodo de risco, posso pegar um avi?o. O clima de Paris ¨¦ frio, eu uso um casac?o, cubro tudo direitinho, ningu¨¦m vai perceber, n?o precisa se preocupar.¡± segurava uma esperan?a, querendo apostar, talvez Tina estivesse apenas assustando¨Ca. Os olhos escuros e g¨¦lidos de Felipe brilhavam misteriosamente sob a luz. ¡°Voc¨º pode escolher quem vai panhar o seu departamento.¡± ¡°¨®timo¡± ¨C ?ng Alves respondeu um sorriso satisfeito, terminando rapidamente aida no prato: ¡°Sr. Martins, vou voltar ao trabalho, amanh? vou fazer o passaporte.¡± Observando¨Ca ir embora, o canto da boca de Felipe se curvou em um sorriso malicioso. Apesar de ser uma mulher cheia de artimanhas, era uma 15.041 funcion¨¢ria exemr para a empresa. De volta ao escrit¨®rio, ele se sentou em frente ¨¤ jan e deu um pequeno gole em seu ch¨¢ preto. Kevin disse em voz baixa: ¡°A situa??o na Su¨ª?a j¨¢ est¨¢ arranjada, quando chegar a hora, vamos transferir a Sra. Alves de Paris para a Su¨ª?a secretamente para dar ¨¤ luz.¡± Ele assentiu levemente, seu olhar se tornando sombrio. ?ng Alves voltou para a sua mesa ee?ou a sonhar a viagem a Paris. Como a cidade das artes, Paris ¨¦ o destino dos sonhos de todo artista. A Catedral de Notre¨CDame, o Museu do Louvre, a Torre Eiffel, o Pal¨¢cio de Versalhes¡­ todos s?o tesouros da arte. O mais importante era que teria a chance de se destacar. Naquele momento, a equipe de alta costura trouxe um cliente, que queria uma cr de diamantes personalizado e insistiu que ?ng Alves fizesse o design. ?ng Alves ficou um pouco surpresa, n?o esperava que fosse o Elton. o levou para a s de reuni?es. ¡°¨¦ um presente para a namorada?¡± Elton deu de ombros: ¡°Eu n?o tenho namorada, ¨¦ para a minha tia, ¨¦ anivers¨¢rio d no pr¨®ximo m¨ºs.¡± ¡°Tia? A m?e da Sra. Silva?¡± ?ng Alves se lembrou de Bruna dizendo que a m?e de Tina era irm? do av? Domingos. Elton bn?ou a cabe?a: ¡°A m?e d ¨¦ a irm? mais nova, eu e estava fndo da irm? mais velha, minha tia de verdade.¡± Ele disse, baixando os olhos, deixando transparecer um toque de tristeza: ¡°Minha m?e faleceu cedo, e quando meu pai n?o estava em casa, era minha tia quem cuidava de mim. Agora que meu pai tamb¨¦m se foi, minha tia ¨¦ a pessoa mais pr¨®xima que tenho.¡± Essas pvras tocaram fundo o cora??o de ?ng Alves. Depois, quando Felipe e Tina se casaram e tiveram filhos, ser¨¢ que o filho d n?o se tornaria superfluo? Ser¨¢ que tamb¨¦m enfrentaria um destino t?o tr¨¢gico? ¡°Sua m?e vivia no exterior o tempo todo?¡± ¡°Sim¡± ¨C Elton concordou a cabe?a, seu semnte ainda mais sombrio: ¡° faleceu enquanto eu n?o estava por perto, nem pude v¨º p ¨²ltima vez.¡± O cora??o de ?ng Alves se contorceu de repente. Ser¨¢ que Tina n?o estava apenas amea?ando¨Ca? Content rights by N?velDr//ama.Org. realmente seria deportada, morrendo longe de sua terra natal? Cap铆tulo 24 Cap¨ªtulo 24 ergueu o copo e tomou um gole de ¨¢gua para acalmar as emo??es agitadas. ¡°N?o fique t?o triste, no futuro voc¨º ainda ter¨¢ uma esposa e filhos, eles ser?o as pessoas mais queridas para voc¨º.¡± Elton suspirou suavemente: ¡°Encontrar algu¨¦m quem se apaixonar n?o ¨¦ f¨¢cil.¡± Nisso, ?ng Alves concordava. Para um homem extremamente talentoso, as mulheres que eles apreciam s?o raras, a maioria s?o musas interessadas, enquanto o objeto de seu afeto permanece indiferente. Enquanto pensava nisso, a voz de Elton soou novamente: ¡°Voc¨º tem algu¨¦m de quem gosta?¡± N?o.¡± ?ng Alves apertou os l¨¢bios. n?o era do tipo romantico. Se fosse apenas um amor n?o correspondido, desistiria imediatamente, sem se torturar. Elton esbo?ou um sorriso quase impercept¨ªvel, charmoso e intrigante: ¡°Talvez em breve voc¨º tenha.¡± Mas teria que esperar at¨¦ que o beb¨º em seu ventre nascesse e se divorciar de Felipe. ?ng Alves sorriu levemente e mudou de assunto: ¡°De acordo o seu pedido, farei alguns esbo?os de design para voc¨º escolher um que goste.¡± ¡°Certo¡± ¨C Elton assentiu. Depois, ?ng Alves o panhou at¨¦ o elevador. ¡°Quando terminar os esbo?os, eu te envio por e¨C mail.¡± Content rights by N?velDr//ama.Org. Quando as portas do elevador abriram, se virou para sair, mas Elton a chamou. ¡°Espere um momento, ?ng Alves.¡± Ele se aproximou, estendeu a m?o e seus dedos longos acariciaram suavemente as pontas de seu cabelo. Seu rosto ficou instantaneamente vermelho. ¡°O que¡­ o que foi?¡± ¡°N?o se mexa.¡± ¨C Ele pegou um peda?o de papel. ficou um pouco embara?ada, co?ou a cabe?a. havia pensado que¡­ Ah, no que estava pensando! ¡°Obrigada.¡± De longe, um par de olhos observava toda a cena. Felipe sentiu uma onda de raiva inesperada e se aproximou rapidamente, um olhar sombrio e amea?ador. ¡°O que Elton est¨¢ fazendo aqui?¡± Elton deu de ombros: ¡°O anivers¨¢rio da tia est¨¢ chegando, estou nejando eendar um cr para .¡± Depois de dizer isso, ele sorriu para ?ng Alves: ¡°Nos fmos pelo WhatsApp.¡± Ent?o, entrou no elevador. ?ng Alves percebeu que a r??o entre os dois irm?os n?o era nadaum, at¨¦ mesmo o cumprimento era t?o indiferente. se virou, querendo escapar, mas a voz sombria de Felipe veio de tr¨¢s d: ¡°V¨¢ para o meu escrit¨®rio.¡± Droga! Relutantemente, virou¨Cse e abaixou a cabe?a, seguindo¨Co. Ao entrar no escrit¨®rio, Felipe chutou a porta atr¨¢s de si. As imagens do momento anterior continuavam a passar em sua mente, repetidamente, inmando sua raiva. ¡°Voc¨º esqueceupletamente o meu aviso, n?o ¨¦?¡± ?ng Alves engoliu em seco, n?o tinha a menor inten??o de cumprir aqu ordem sem sentido. ¡°Senhor Martins, estou apenas trabalhandoo de costume. Voc¨º n?o ¨¦ sempre t?o rigoroso em separar o pessoal do profissional? Certamente n?o deixaria que sentimentos pessoais interferissem no trabalho, certo?¡± Essas pvras ficaram presas na garganta de Felipeo um osso, que ele n?o conseguia engolir nem cuspir, causando¨Clhe um desconforto profundo. Ele girou violentamente e a pressionou contra a parede. ¡°N?o me venha essa conversa fiada.¡± ?ng Alves reuniu coragem, levantou os olhos e o encarou sem piscar. ¡°Eu n?o ousaria, estou apenas derando os fatos. Todo cliente da empresa, n?o importa quem seja, deve ser tratado cortesia, n?o ¨¦ verdade?¡± Quanto mais fva, mais irritado Felipe ficava. A raiva em seu peito invao um bal?o de ar quente, a ponto de explodir. Ele a agarrou p cabe?a impetuosidade, enterrando os dedos em seus cabelos espessos. ¡°Se voc¨º n?o entender a situa??o, eu posso lhe dizer, Elton n?o vai realmente gostar de voc¨º. Se ele se aproximar, ser¨¢ por algum motivo. oculto.¡± Capu 24 A espinha de ?ng Alves estremeceu violentamente,o se tivesse sido atingida por uma b. O que ele queria dizer isso? Que n?o era digna? Por ser uma desconhecida, n?o tinha nem o direito de ser amada? Suas m?os se apertaram em punhos. Ele n?o s¨® havia esmagado sua dignidade,o tamb¨¦m a havia triturado sob uma pedra de moinho, triturando¨Ca sem parar. Cap铆tulo 25 Cap¨ªtulo 25 ¡°Senhor Martins, para mim, ele ¨¦ apenas um amigo. Sou uma pessoal livre, tenho o direito de ter amigos, n?o importa as desaven?as entre voc¨ºs irm?os, isso n?o me diz respeito. Espero que possa cumprir o acordo e n?o se intrometer na minha vida pessoal.¡± Cada pvra d erao gasolina no fogo para o Felipe, que cerraval os dentes enquanto uma veia pulsava em sua testa. Um frio intenso emanava de seu corpo, quase congndo o ar ao redor. ¡°Voc¨º est¨¢ me desafiando, ¨¦ isso?¡± ¡°Estou apenas seguindo o acordo, afinal, n?o foi voc¨º quem o borou pessoalmente?¡± ?ng Alves havia perdido a raz?o, sua dignidade ferida a fez esquecer o medo e desejar lutar contra a tirania injusta. Felipe respirou fundo pelo espa?o entre os dentes. Ele havia sido descuidado demais, deveria ter listado cem regras, proibindo¨Ca de ter qualquer contato com pessoas perigosas, mantendo uma distancia de tr¨ºs metros ao fr! ¡°A cl¨¢us cinco do acordo ¨¦ ra, voc¨º n?o pode realizar qualquer a??o que possa prejudicar a crian?a, se voc¨º continuar se envolvendo Elton, a qualquer momento colocar¨¢ a crian?a em perigo.¡± ?ng Alves sentiu um arrepio. Elton poderia machucar a crian?a? Isso era imposs¨ªvel! n?o acreditava que ele faria isso. Uma vez, em uma viagem, quando encontraram um coelho preso em uma armadilha, ele arriscou a pr¨®pria vida para salv¨¢¨Clo. Se ele foi t?o bondoso um coelho,o poderia ferir seu pr¨®prio sobrinho? ¡°Eu n?o sei que mal¨Centendido voc¨º tem em r??o ao seu irm?o, mas eu acredito que ele n?o machucaria a crian?a, e eu tamb¨¦m n?o vou contar a ele sobre a gravidez.¡± fez uma pausa, mudando o tom da conversa: ¡°Na minha opini?o, a maior amea?a para a crian?a ¨¦ a sua noiva, Tina, que sempre suspeitou que eu n?o fiz o aborto e j¨¢ me prejudicou mais de uma vez. Se j¨¢ n?o pode suportar a crian?a agora,o poderia trat¨¢ bem no futuro? Talvez seja melhor voc¨º terminar o noivado .¡± Era um desafio deliberado, a regra de ouro: n?o fa?a aos outros o que n?o quer que fa?am a voc¨º. Como um grande empres¨¢rio, ele deveria dar o exemplo e n?o ter dois pesos e duas medidas, ser rigoroso os outros e indulgente consigo mesmo. Um nervo tencionou¨Cse na mente de Felipe. Ele nunca pensou em casar a Tina, sabia que um dia terminaria o noivado, mas n?o agora. ¡°Voc¨º est¨¢ negociandoigo?¡±Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. ¡°Sim, a condi??o para eu n?o me envolver o Elton ¨¦ voc¨º terminar o noivado a Tina. Assim, eliminamos o perigo que ambos tememos e todos ficamos felizes. Por favor, considere, Seu Martins.¡± Dito isso, soltou a m?o dele for?a e saiu correndo. estava certa de que ele n?o seria capaz, portanto, n?o tinha o direito de exigir nada d. Um brilho sombrio passou pelos olhos de Felipe. ousava negociar ele! Captulo 25 Ser¨¢ que estava cansada de bater na mesma porta e decidiu mudar o alvo para Elton? Ou talvez, estivesse deliberadamente usando Elton para irrit¨¢¨Clo, for?ando¨Co a romper o noivado para que pudesse ser oficializada? Ele acreditava na segunda op??o. Como poderia Elton ser melhor do que ele? Ao pensar nisso, um sorriso frio e malicioso apareceu nos l¨¢bios de Felipe. Que jogada perspicaz, quase caiu nessa! Quando ?ng Alves voltou para casa, Bruna j¨¢ tinha preparado o jantar. tomou um gole da sopa e perguntou desinteresse: ¡°Hoje o Seu Elton foi ¨¤ empresa para eendar um cr, e percebi que ele e o Seu Martins parecem n?o se dar bem. Aconteceu alguma coisa entre eles?¡± J¨¢ que perguntou, Bruna n?o pretendia esconder nada. Era melhor que ?ng soubesse um pouco sobre os assuntos da fam¨ªlia Martins, para poder nejar melhor o futuro d e da crian?a. ¡°Irm?os de pai diferente muitas vezespetem mais do que se amam. O senhor ¨¦ mulherengo e tem in¨²meras amantes por a¨ª. A esposa dele teve quatro filhas seguidas e n?o conseguiu dar¨Clhe um filho, ent?o ele tinha ainda mais raz?es para procurar outras mulheres. Mas, mulherengo ou n?o, isso nunca afetou o status da esposa at¨¦ ele conhecer a m?e do Seu Elton.¡± Bruna fez uma pausa e torceu a boca: ¡°Aqu mulher era cheia de artimanhas, tinha o senhor enfeiti?ado, a ponto de querer se separar da esposa. Mesmo depois que a senhora deu ¨¤ luz o Sr. Felipe, o senhor continuou o escandalo, determinado a elevar aqu Capitulo 25 mulher ¨¤ posi??o de esposa.¡± ?ng Alves respirou fundo em sil¨ºncio. A alta sociedade era mesmo assim, b por fora e podre por dentro, sempre intrigas dignas de um folhetim. No entanto, estava mais interessada em outra coisa. ¡°A m?e do Sr. Elton, n?o tem ficado sempre no exterior?¡± Cap铆tulo 26 Cap¨ªtulo 26 Bruna acenou a cabe?a: ¡°Pois ¨¦, assuntos de fam¨ªlia n?o devem ser espalhados. As mulheres Martins sem status oficial geralmente t¨ºm seus filhos no exterior. No entanto, o senhor a favorecia, e assim que teve o beb¨º, ele a trouxe de volta. Depois disso, tentou ascender na hierarquia e irritou o patriarca, que a mandou de volta para fora do pa¨ªs ¨¤ for?a. N?o imaginei que o senhor tamb¨¦m fosse com , s¨® retornando depois de sua morte.¡± ?ng Alves sentiu um aperto silencioso no cora??o. Ent?o o que Tina tinha dito era verdade. Como uma rejeitada, Felipe certamente n?o a levaria de volta, e provavelmente acabaria morrendo longe de casa. Um arrepio se espalhou por sua espinha. definitivamente n?o queria ter seu filho no exterior, nem morta! Nesse momento, Bruna suspirou: ¡°Dos quatro filhos, o senhor tem um carinho especial pelo Sr. Elton, e o que menos gosta ¨¦ do Sr. Felipe, por ele ser distante e nunca se aproximar. O senhor sempre quis mudar as regras da fam¨ªlia para que filhos leg¨ªtimos e ileg¨ªtimos tivessem os mesmos direitos, assim o Sr. Elton poderia ser o herdeiro. Infelizmente, nem o destino estava a seu favor, ele adoeceu e n?o teve mais for?as para lutar.¡± Agora, ?ng Alves entendeu por que Felipe tinha tanta avers?o a Elton ¨C era uma rivalidade que vinha desde a infancia. ¡°A alta sociedade ¨¦ realmenteplicada.¡± Bruna ofereceu um camar?o para . ¡°A Sra. Silva sempre foi mimada desde pequena, mimada e teimosa. Se e o Sr. Felipe n?o tiverem filhos, tudo bem. Mas se tiverem, o seu filho ser¨¢ considerado um inc?modo para eles. Voc¨º precisa nejar o futuro do seu filho desde j¨¢.¡± Capitulo 26 Isso tamb¨¦m era a maior preocupa??o de ?ng Alves. Como seu filho sobreviveria sem a prote??o da m?e e o afeto do pai? levantou a m?o e tocou sua barriga, seu cora??o se contorceu em ang¨²stia. Depois de terminar o esbo?o do projeto, ?ng Alves enviou uma mensagem para Elton no WhatsApp. Elton a convidou para jantar em um restaurante franc¨ºs, para conversar enquantoiam. Assim que se sentaram em umpartimento privado, encontraram conhecidos. Era Felipe a m?e e a filha de Tina. Content rights by N?velDr//ama.Org. ¡°Que coincid¨ºncia, Felipe e a prima tamb¨¦m v¨ºm jantar aqui¡± ¨C disse Elton, cumprimentando¨Cos um sorriso. ¡°Eu e a Tina fomos fazerpras e decidimos juntar¨Cnos a Felipe para jantar¡± ¨C explicou Eloisa Martins, sorrindo. Havia um sorriso malicioso nos l¨¢bios de Tina. ¨®timo, agora teria provas na hora, e Felipe n?o poderia mais negar. ¡°Elton, ent?o ?ng Alves ¨¦ sua namorada?¡± ¨C perguntou um tom sarc¨¢stico. ?ng Alves n?o era t para n?o perceber a mal¨ªcia nas pvras d. N?o era a primeira vez que Tina tentava difam¨¢. ¡°Sra. Silva, por favor, n?o entenda errado. O Sr. Martins ¨¦ meu cliente, estamos aqui para discutir neg¨®cios.¡± n?o ousava olhar para Felipe, medo do olhar dele. n?o ousou olhar para Felipe, medo de ser ¡®assassinada¡® pelo 15.05 Capitulo 26 seu olhar. Os olhos de Felipe realmente brilhavam raiva, mas seu rosto permanecia inexpressivo,o se estivesse usando uma m¨¢scara de gelo. ¡°J¨¢ que ¨¦ uma quest?o de neg¨®cios, n?o vou mais interromper, Elton.¡± Ele se dirigiu aopartimento aodo, sentando¨Cse de frente para o painel divis¨®rio, atrav¨¦s do qual podia ver ramente ?ng Alves nopartimento aodo. Quando ?ng Alves olhou para cima, sentiu o olhar gdo atravessando o painel e rapidamente mudou para odo, de modo a n?o ver a pessoa em quest?o. Elton percebeu imediatamente que algo estava errado: ¡°Ang Alves, voc¨º tem medo do Felipe, n?o tem?¡± Sim! Mil vozes ¡°sim¡± ecoaram no cora??o de ?ng Alves. O grande chefe erao um tigre feroz. Mas contradizendo seus sentimentos, bn?ou a cabe?a: ¡°N?o, o grande chefe ¨¦ meu benfeitor, como eu poderia sentir algum medo? Eu estava sentindo frio por causa do ar¨Ccondicionado, por isso mudei del lugar.¡± ¡°Oh¡± ¨C Elton ergueu levemente uma sobrancelha: ¡°Ent?o est¨¢ tudo bem.¡± ?ng Alves bebeu um gole no suco de frutas e tirou de sua pasta um esbo?o de design: ¡°Este aqui ¨¦ ¡®Prosperidade em Flor¡®, uma corrente de tina diamantes incrustados, e o pingente ¨¦ uma pe?nia um diamante dourado de seis qutes no centro¡­¡± Elton decidiu rapidamente: ¡°Vamos levar o ¡®Prosperidade em Flor¡®, minha tia adora pe?nias.¡± O gar?om trouxe os pratos. ?ng Alves cortou um peda?o de foie gras e levou ¨¤ boca. Era a primeira vez que provava da culin¨¢ria francesa. ¡°Est¨¢ gostoso?¡± ¨C Elton perguntou um lev¨¦ sorriso. ¡°Sim, est¨¢ uma del¨ªcia¡± ¨C ?ng Alves assentiu e pegou outro peda?o, confirmando que a fama da culin¨¢ria francesa realmente fazia jus ¨¤ realidade. Do outrodo do biombo, Felipe ouviu oent¨¢rio d e enrugou a testa em desaprova??o, um vislumbre de irrita??o em seu olhar. n?o estava acostumada aida ocidental? Pelo contr¨¢rio, parecia muito ¨¤ vontade! Cap铆tulo 27 Cap¨ªtulo 27 Tina n?o percebeu sua rea??o sutil e estava totalmente focada na ideia de apressar o casamento, olhando significativamente para Eloisa. Eloisa disse: ¡°Homem deve casar e mulher deve se unir quando chega a hora, voc¨º e a Tina j¨¢ n?o s?o mais crian?as, devem resolver logo essa quest?o do casamento. Dei uma olhada no calend¨¢rio e dia 2 de outubro ¨¦ uma data prop¨ªcia, que tal marcarmos para esse dia?¡± Felipe desviou o olhar e pegou sua ta?a de vinho tinto, dando um pequeno gole. O vinho parecia mais azedo do que de costume. ¡°Tia, voc¨º deve saber das tradi??es da fam¨ªlia Martins. Com a morte do meu pai, devo respeitar um luto de tr¨ºs anos, durante os quais n?o posso celebrar ocasi?es festivas.¡± Como Eloisa poderia n?o saber? A ¨²nica exce??o seria se a noiva estivesse gr¨¢vida, por isso havia arranjado para que sua filha fizesse insemina??o artificial em segredo. Mas as coisas n?o sa¨ªramo esperado. Tina estava desesperada, a cara emburrada. Esperar tr¨ºs anos? n?o queria esperar nem tr¨ºs meses. ¡°Voc¨º agora ¨¦ quem manda, mude a regra.¡± O olhar de Felipe ficou s¨¦rio, ¡°As regras foram estabelecidas pelos nossos ancestrais. Se as gera??es seguintes pudessem alter¨¢s quando quisessem, que poder teriam? Eu n?o possoeter o mesmo erro que meu pai!¡± Eloisa percebeu qu¨¦ sua filha havia tocado em um ponto sens¨ªvel dele e apressou¨Cse em mudar de assunto, ¡°Tina s¨® estava brincando, n?o leve a s¨¦rio. Voc¨ºs ainda n?o se casaram no papel, mas j¨¢ est?o 15.05 noivos, isso ¨¦o se fossem marido e mulher. Que tal se a Tina se mudasse para sua casa?¡± Felipe bn?ou a ta?a de vinho que tinha em m?os, e um brilho travesso passou por seus olhos, ¡°Tia, voc¨º deveria saber que at¨¦ eu me recuperarpletamente, n?o posso me ¨¦nvolver mulheres.¡± Eloisa engoliu em seco, o rosto p¨¢lido. Felipe encheu sua ta?a at¨¦ a metade, ¡°Fique tranqu, minha ¨²nica noiva ¨¦ a Tina, n?o haver¨¢ outra.¡± Essas pvras confortaram um pouco Eloisa. Desde o noivado sua filha, de fato n?o houve outra mulher aodo dele. Content rights by N?velDr//ama.Org. Na casa aodo. ?ng Alves n?o conseguiu ouvir a conversa inteira, pois eles fvam baixo, mas ouviu a ¨²ltima frase. Felipe havia elevado um pouco a voz,o se quisesse que ouvisse. pensou que estivessem fndo sobre o casamento. Se ele iria se casar Tina ou n?o, n?o era da sua conta. s¨® queria ter certeza de que seu filho seria bem tratado. Elton lhe serviu um suco, ¡°Voc¨º se lembra daqu vez em que viaj¨¢vamos e salvamos um coelho?¡± ?ng Alves assentiu, ¡°Lembro sim, a pata traseira dele estava quebrada, e o veterin¨¢rio disse que ele n?o poderia mais viver na natureza.¡± ¡°Eu o adotei e coloquei uma pata artificial nele. Quando voc¨º tiver um tempinho, posso te levar para v¨º¨Clo.¡± ¡°ro.¡± Ang Alves sorriu e, de repente, sentiu um arrepio frio vindo atrav¨¦s do entalhe decorativo da divis¨®ria. se encolheu, esfregando os bra?os. Elton rapidamente tirou o casaco e o colocou sobre . O casaco era quente e rapidamente afastou o frio que vinha da casa aodo. ¡°Obrigada.¡± ¡°Imagina.¡± Elton abriu um sorriso charmoso, ¡°?ng, estou muito feliz por te reencontrar. Na verdade, desde que voltei ao pa¨ªs, estive te procurando.¡± ?ng Alves ficou surpresa, ¡°Procurando por mim?¡± N?o foi ele que cortou o contato? Elton baixou os olhos e suspirou, ¡°Quando nossa viagem terminou, meu pai piorou de repente e eu o panhei para tratamento no exterior. Quando voltei, tentei entrar em contato, mas seu telefone estava desligado.¡± ?ng sentiu uma onda de emo??o, ent?o n?o era que ele n?o quisesse contact¨¢, mas sim que estava fora do pa¨ªs e seu telefone estava desligado? ¡°Depois de me formar, vim para a Cidade Mar procurar emprego e mudei meu n¨²mero.¡± ¡°Entendi.¡± Os olhos castanhos de Elton brilharam sob a luz, ¡°Parece que o destino nos pregou uma pe?a. Mas, afinal, nos reencontramos, o que significa que nosso encontro estava destinado.¡± O cora??o de ?ng Alves acelerou um pouco. O Elton de antes correspondia a todas as suas fantasias sobre um namorado: bonito, elegante, culto e talentoso. Se n?o fosse pelo erro m¨¦dico, se ele n?o pertencesse ¨¤ familia Martins, tudo seria perfeito. Durante o sil¨ºncio d, a voz de Elton soou novamente: ¡°Conhece o Clube Musa?¡± ?ng Alves, quando estava na universidade, tinha ouvido fr um pouco. Era formado por artistas jovens e talentosos, bastante conhecidos, e muitas pessoas queriam fazer parte. ¡°Voc¨º tamb¨¦m faz parte do Clube Musa?¡± Elton assentiu a cabe?a. ¡°Amanh? vai ter uma festa no clube, voc¨º gostaria de irigo? Expandir seu c¨ªrculo social pode ser bom para a sua carreira.¡± ?ng Alves beliscou os l¨¢bios. Sua vida sempre se resumiu ao trabalho no escrit¨®rio e ao seu apartamento, raramente participando de atividades do setor. Na verdade, tamb¨¦m queria expandir seus horizontes. ¡°¡­ Tudo bem.¡± Na cabine aodo. As m?os de Felipe, que seguravam a faca e o garfo, apertavam¨Cse cada vez mais, e um brilho amea?ador cruzou seus olhos. Tina virou¨Cse para dar uma olhada e mostrou um sorriso frio, ¡°Felipe, eu n?o te enganei, n¨¦? ?ng Alves e Elton ramente t¨ºm um passado juntos. Exceto por mim, voc¨º n?o deve confiar em outras mulheres. s n?o t¨ºm boas inten??es.¡± Cap铆tulo 28 Cap¨ªtulo 28 Felipe estava morrendo de raiva, mas seu rosto manteve¨Cse frioo gelo. ¡°N?o tenho interesse nos assuntos alheios, mas se voc¨º insiste em me associar uma mulher insignificante, posso te dar esse gosto.¡± Tina encolheu¨Cse, n?o se atreveu a fr mais nada. Aqu idiota envolvida Elton certamente seria descartada por Felipe um cart?o vermelho. Depois do jantar, ?ng Alves voltou para casa e tomou um banho rxante. A casa estava vazia, exceto por e Bruna. Vestindo¨Cse de forma casual, colocou um camisol?o e saiu para a s. No centro do c?modo, uma silhueta alta e magra a assustou. ¡°Sr¡­. Sr. Martins, o que faz aqui?¡± Felipe estava uma vontade no peito que n?o conseguia apagar e precisava acertar as contas a causa de sua raiva! Ele avan?ou lentamente, sua sombra imensa envolvendo¨Ca gradualmente. ¡°Voc¨º acha que eu n?o vejo seus pequenos jogos?¡± ?ng Alves recuou instintivamente at¨¦ se ver presa contra a parede. A presen?a do homem era dominante, sufocante, dificultando at¨¦ sua respira??o. ¡°Que¡­ jogos?¡± era t?o inocente e inofensiva, que mal¨ªcia poderia ter? Felipe apoiou as m?os na parede, encurrndo¨Ca, seus olhos escuros. fixos n. O camisol?o ligeiramente transparente, em um tom rosa p¨¢lido, destacava a pele d, brancao a neve. -Capitulo 28 Por baixo, estava sem nada. Ele era muito mais alto, dominando¨Ca seu olhar, observando a vista. Um aroma suave emitia de seus cabelos, atuandoo um catalisador, fazendo que o corpo dele reagisse de forma abrupta, sua pulsa??o acelerada. Maldi??o! Ele percebeu sua pr¨®pria rea??o e ficou ainda mais chateado. Content rights by N?velDr//ama.Org. sabia que ele viria e se vestiu assim de prop¨®sito, para tentar seduzi¨Clo? ¡°Voc¨º ¨¦ mesmo ardilosa.¡± ?ng Alves n?o entendeu nada, olhando¨Co confusa, sentindo¨Cse cada vez mais nervosa. ¡°Eu n?o fiz nada, juro.¡± n?o precisava fazer nada; apenas sua presen?a j¨¢ era o suficiente para chamar a aten??o dele. Ele nunca desejou uma mulher assim, mas naquele momento, a sensa??o era dominante, incontrol¨¢vel. Abrindo o crinho, caminhou at¨¦ a gdeira, pegou uma garrafa de ¨¢gua mineral e bebeu metade de um gole, tentando se acalmar. ?ng Alves tentou ir embora silenciosamente para o quarto, tentando escapar. Mas, ao chegar ¨¤ porta do quarto, ele a agarrou. ¡°Solta¡­ solte¨Cme.¡± lutou instintivamente para se libertar, e em sua tentativa desajeitada, a al?a do camisol?o a baixou. A vis?o era incr¨ªveis! Felipe sentiu uma onda de calor subir ¨¤ cabe?a, provocando todos os seus horm?nios, que pareciam prontos para explodir. Rapidamente, ele abriu a garrafa e bebeu o resto da ¨¢gua gda at¨¦ a ¨²ltima gota. ?ng Alves, envergonhada, correu para o sof¨¢ e enrolou¨Cse num cobertor at¨¦ o pesco?o. Ele a tinha visto de novo. queria chorar, as l¨¢grimas acumndo em seus olhos. ¡°Voc¨º pode sair, por favor?¡± Felipe engoliu em seco, a garganta ardendo, e num passo r¨¢pido, aproximou¨Cse d, pressionando¨Ca contra si. ficou surpresa, arregalou os olhos, confusa sua aproxima??o. ¡°O que¡­ o que voc¨º vai fazer?¡± O rosto bonito dele estava quase cdo ao d, sua respira??o quente e err¨¢tica tocando seu rosto, fazendo sua pele queimar. ¡°N?o ¨¦ isso que voc¨º quer?¡± ?ng Alves realmente n?o entendia o que ele estava dizendo, estavapletamente confusa. Desde que ele entrou, tudo parecia sem sentido. ¡°Eu s¨® quero dormir, pode ser?¡± ¡°Com quem?¡± Os olhos escuros dele brilhavam friamente sob a luz, a voz roucao se queimada pelo calor. O qu¨º? Ang Alves ficou paralisada, logo sentindo que algo estava errado. Capitulo 28 Embora n?o tivesse experi¨ºncia, ainda conhecia o b¨¢sico da biologia. ¡°ro que eu durmo sozinha.¡° Cap铆tulo 29 Cap¨ªtulo 29 O robusto aroma masculino dele a envolveu toda, deixando¨Ca um pouco sem ar, a cabe?a girando e o cora??o batendo aceleradamente. Felipe sentiu, o pulsar intenso em seu peitoo ondas tempestuosas, agitando¨Co incessantemente e queimando¨Co por dentro. ¡°Tem certeza?¡± o havia seduzidopletamente desnuda, usando Elton para provoc¨¢¨Clo, n?o era para se tornar sua mulher? ?ng Alves sentia¨Cse oprimida sob seu peso, o calor intenso dele continuava a se transferir para sua pele, fazendo¨Ca tamb¨¦m sentir um calor insuport¨¢vel. ¡°Estou gr¨¢vida e ainda n?o passei dos tr¨ºs meses de risco.¡± Sua voz era suave e baixa, maso um balde de ¨¢gua fria derramado sobre a cabe?a de Felipe, trazendo¨Clhe rapidamente de volta ¨¤ raz?o. Ele se apoiou uma m?o no encosto e se levantou de repente, o fogo em seus olhos gradualmente se apagou. ¡°Sabe o que ¨¦ ser esperto ao ponto de se enganar?¡± Ang Alves bn?ou a cabe?a vagarosamente,o um pandeiro, ¡°Eu n?o sou esperta, na verdade eu sou¡­ ing¨ºnua e doce.¡± ¡°Ah ¨¦?¡± Ele levantou as sobrancelhas ironia,o se tivesse ouvido uma piada sem gra?a. Cheia de troques, r¨¦pleta de artimanhas e mil truques na manga, onde estava a ingenuidade? Capitulo 29 A verdade ¨¦ que estava atuando! ¡°Todos os seus truques ser?o desfeitosigo, n?o perca seu tempo.¡± Ele jamais teria o menor interesse em uma garota manipdora. Deixando essas pvras frias para tr¨¢s, ele saiu rapidamente. ?ng Alves encolheu¨Cse. realmente n?o tinha feito nada,o podia parecer t?o desprez¨ªvel aos olhos dele? Talvez, o seu maior erro tivesse sido engravidar dele. n?o era a m?e que ele desejava para seu filho, por isso ele a desprezava e a detestava tanto. Felipe entrou no carro ainda chateado, um semnte frio e assustador. Kevin olhou para ele de rnce. O Senhor era sempre impass¨ªvel, nunca mostrava suas emo??es, e essa era a primeira vez que ele o via t?o visivelmente chateado. ¡°O Sr. Felipe est¨¢ preocupado a Sra. Alves e o Sr. Elton¡­¡± Um arrepio frio cortou o ar, fazendo Kevin engolir suas pvras. ¡°Eu deveria me preocupar?¡± Kevin suspirou interiormente. O Sr. Felipe era um deus da guerra nos neg¨®cios, um rei, mas no campo do amor, ele era totalmente inexperiente. O Sr. Elton era um veterano experiente. ¡°O Sr. Elton j¨¢ conheceu in¨²meras mulheres, tem seu jeito de conquist¨¢s e tamb¨¦m de dispens¨¢¨C las, passando por todas sem¨Cse Capitulo 29 apegar. Provavelmente, nunca encontrou uma que n?o pudesse contrr. Uma garotao a Sra. Alves, sem experi¨ºncia amorosa e cheia de fantasias sobre o amor, provavelmente cairia facilmente diante de qualquer truque dele.¡± Essas pvras atingiram Felipeo uma bomba, ecoando em sua mente. A voz de ?ng Alves ressurgiu suavemente: ¡°Eu tenho algu¨¦m que gosto, nesta vida s¨® gostarei dele e de mais ningu¨¦m.¡± Seus dedos se apertaram de repente, e a garrafa de ¨¢gua mineral se retorceu em sua m?o, adquirindo uma forma grotesca. Depois de um sono reparador, ?ng Alves acordou cheia de energia ee?ou a se arrumar cedo. estava indo para o Clube Musa para expandir seus horizontes. Escolheu um vestido longo ao estilo grego antigo, e seus cabelos negros e densos ca¨ªam naturalmente sobre os ombros. Ao chegar no elevador, foi bloqueada por uma parede de carne imponente. ¡°Sr. Martins, o que faz aqui? N?o tem que ficar sua noiva no fim de semana?¡± O olhar de Felipe permaneceu n por um instante. O vestido branco a fazia parecer muito b,o se fosse a deusa grega Afrodite rec¨¦m¨Cdescida ¨¤ terra. ¡°Para onde voc¨º vai?¡± ¡°Para o Clube Musa, eles t¨ºm uma festa hoje.¡± ?ng Alves disse em um sussurro. Felipe franziu levemente a testa, ele sabia, tinha ouvido algo sobre isso ontem, e por isso tinha vindo. 15.08 ¡°N?o te disse para descansar em casa quando n?o estiver trabalhando? Voc¨º ignora minhas ordens?¡± Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. ?ng Alves sentiu de repente um cfrio, tremendo involuntariamente, ¡°No Clube Musa h¨¢ muitos artistas e designers famosos, ¨¦ uma oportunidade ¨²nica.¡± ¡°Voc¨º n?o vai!¡± Felipe a agarrou dedo num movimento repentino ee?ou a andar de volta, uma atitude dominadora que era de tirar o f?lego. levou um susto enorme aqu a??o, ficandopletamente paralisada. Cap铆tulo 30 Cap¨ªtulo 30 N?o era a primeira vez que ele a abra?ava. Na ¨²ltima vez, havia desmaiado de dor. Desta vez, todos os seus sentidos estavam incrivelmente agu?ados. O rosto impecavelmente bonito do homem era de tirar o f?lego, capaz de seduzir e incitar ao pecado a qualquer momento. Atrav¨¦s da fina camisa, podia sentir ramente os m¨²sculos dele, firmes, proporcionais e sedutores. Havia nele um cheiro muito fresco,o o de um caro sabe misturado o aroma intenso dos seus ferom?nios, deixando¨Cal tonta, as bochechas vermelhas e o cora??o batendo aceleradamente,o um filhote de veado desorientado. Ao entrar no quarto e ser colocada no sof¨¢, levou alguns segundos para que recuperasse os sentidos. ¡°Eu¡­ Eu j¨¢ tinhabinado o Elton, ele deve chegar logo.¡± ¡°Mande uma mensagem no WhatsApp para ele, dizendo que n?o precisa vir mais.¡± Felipe ordenou autoritariamente. Naquele momento, despertoupletamente. ¡°Senhor Martins, isso ¨¦ um assunto pessoal. Eu imploro mais uma vez para que n?o se meta na minha liberdade, est¨¢ bem?¡± As sobrancelhas espessas de Felipe se franziram e ele colocou as m?os no encosto do sof¨¢, cercando¨Ca uma postura dominadora. ¡°Sua liberdade s¨® existe dentro dos limites que eu permito.¡± Embora soubesse que estava fazendo isso de prop¨®sito, tentando provoc¨¢¨Clo ao mencionar o nome de Elton, ele n?o conseguia ignorar. A possibilidade de um reacendimento do passado o deixava irritado: Capitulo 30 Isso poderia trazer um grande perigo para a crian?a. Ele n?o podia permitir que fizesse o que bem entendesse. Ang Alves sentiu¨Cse desfalecer. Isso n?o era um chefe fndo, mas sim um senhor de escravos! No entanto, n?o era escrava! ¡°Embora voc¨º seja o chefe, seu poder se limita ao trabalho. Fora da empresa, somos iguais e voc¨º n?o tem o direito de me contrr!¡± Um brilho passou pelo olhar de Felipe, que se afirmou suavemente, aproximando seu rosto belo do d uma press?o quase sufocante. ¡°Eu n?o sou apenas seu chefe, mas tamb¨¦m seu marido, e tenho o direito de proibir voc¨º de se rcionar outros homens!¡± Ele falou cada pvra reza e for?a. Um espasmo violento atravessou o cora??o de ?ng Alves e seus olhos se arregram. Marido?! A pvra a assustou tremendamente. Era t?o estranha e ao mesmo tempo t?o assustador! Ele n?o deveria ter mencionado, at¨¦ havia esquecido que, al¨¦m de um contrato, havia uma certid?o de casamento entre eles! Content rights by N?velDr//ama.Org. Mas¡­ ¡°N¨®s¡­ estamos casados s¨® no papel, n?o ¨¦ de verdade.¡± Felipe segurou seu queixo e seus l¨¢bios finos se curvaram em um arco frio e mal¨¦fico. ¡°O casamento pode ser de mentira, mas a certid?o ¨¦ verdadeira.¡± respirou fundo. Se n?o fosse p urg¨ºncia do dinheiro para a 2/3 doen?a do irm?o, nunca teria se casado ele! ¡°Voc¨º disse que eu n?o era sua esposa!¡± Felipe a encarou, seus olhos negros e frio brilhavam misteriosamente na luz da manh?, frios, profundos e enigm¨¢ticos. ¡°Do ponto de vista pessoal, voc¨º n?o ¨¦, mas legalmente, voc¨º ¨¦. Portanto, deve agir corretamente, segundo a lei.¡± ficou surpresa, a boca entreaberta, querendo dizer algo, mas a mente estava em branco, incapaz de formr uma ¨²nica pvra. Erao se uma corrente tivesse ca¨ªdo do c¨¦u, esmagando¨Ca e aprisionando¨Ca sem piedade. Depois de um longo tempo, finalmente recuperou o f?lego e engoliu em seco. ¡°O casamento ¨¦ uma parceria de igualdade entre homem e mulher, voc¨º tamb¨¦m deve seguir as regras e n?o ter outras mulheres. E quanto a terminar seu noivado sua noiva, para que cada um siga seu caminho?¡± Havia um desafio escondido em suas pvras,o se n?o tivesse medo de morrer. Felipe mostrou um sorriso ir?nico. ¡°Entre voc¨º e eu, nunca haver¨¢ igualdade!¡± Ele a olhou de cima,o um Deus imponente observando uma insignificante alface, seus olhos afiados e ir?nicoo flechas, perfurando sua espinha, desfazendo toda a sua coragem at¨¦ que n?o restasse nem uma fagulha. Ele estava certo. Ele era um herdeiro poderoso, influente e muito rico, enquanto eraum e sem nada, destinada desde o nascimento a uma diferen?a abismal. Onde estava a igualdade? Cap铆tulo 31 Cap¨ªtulo 31 baixou os olhos, e as longas pestanas puseram uma sombra triste sobre as p¨¢lpebras. Quando levantou o olhar novamente, toda emo??o j¨¢ havia desaparecido, e seus olhos negros e amendoados pareciam ainda mais profundos. ¡°Sim, sim, voc¨º est¨¢ certo, voc¨º ¨¦ o chefe, eu sou a funcion¨¢ria,o poder¨ªamos ser iguais? Eu n?o tenho um sobrenome influente ou conex?es, ent?o preciso trabalhar o dobro. Eu realmente queria me juntar ao Clube Musa, n?o s¨® para aprender, mas tamb¨¦m para ampliar minha rede de contatos. Por favor, Sr. Martins, n?o quebre minhas asinhas fr¨¢geis, n?o me impe?a de progredir, t¨¢ bom?¡± Felipe sussurrou baixo, estudar ou sair em encontros? Se perdeu a esperan?a aqui, ser¨¢ que vai reacender um antigo romance Elton? ¡°Sem enr??o, manda logo no WhatsApp, sen?o eu cancelo seu cart?o de cr¨¦dito e corto al mesada.¡± O cora??o de ?ng Alves apertou¨Cse violentamente. O m¨¦dico disse que o tratamento do irm?o precisaria de medicamentos importados por pelo menos seis meses, ainda precisava pedir dinheiro emprestado a ele, n?o poderia ficar sem o cart?o. Quem est¨¢ sob o teto de outro, tem que se curvar, n?o ¨¦ mesmo? mordeu o l¨¢bio inferior e lentamente tirou o celr do bolso. ¡°Desculpa, Elton, surgiu um imprevisto aqui na empresa e vou ter que fazer hora extra, n?o posso ir ¨¤ festa.¡± Em pouco tempo, Elton respondeu, ¡°Sem problema, foca no trabalho. Na pr¨®xima oportunidade a gente se v¨º.¡± Os l¨¢bios finos de Felipe se curvaram em um sorriso frio e Ir?nico. Essa t¨¢tica ainda ¨¦ a mais eficaz, digna de algu¨¦m que v¨º o dinheiroo tudo! O cora??o de ?ng Alves mudou, estava triste e desanimada, e enviou um emoji pedindo desculpas: ¡°Realmente, sinto muito.¡± ¡°Somos amigos, n?o precisa pedir desculpas.¡± Elton respondeu um sorriso. Na sua lembran?a, Elton estava sempre sorrindo, emitindo um caloro o sol, uma brisa de primavera acolhedora, que a fazia querer se aproximar involuntariamente, n?oo o homem ao seu lado, frioo gelo, arrogante, que a fazia querer distancia. ¡°Vou para o meu quarto, fique ¨¤ vontade.¡± correu nara o quarto fechou a porta atr¨¢s de si e as l¨¢grimas ca¨ªram de seus olhos. Capitulo 31 Sentia¨Cse profundamente desda,o se tivesse ca¨ªdo do c¨¦u diretamente para o Vale do fenda na ¨¢frica. ligou oputador e colocou para tocar ¡°O Guerreiro Solit¨¢rio¡°, pegou o celr e postou no status: Encontrar a pessoa certa ¨¦ destino, a errada ¨¦ um desastre, o pior na vida ¨¦ encontrar a pessoa errada antes da certa! panhada de uma imagem mnc¨®lica, emo??o ao extremo. Abaixo do pr¨¦dio, Elton ficou no carro por um bom tempo, sem partir. Quando Ang Alves enviou a mensagem no WhatsApp, ele j¨¢ estava l¨¢. Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! Agora, vendo o status de ?ng Alves, o canto de sua boca levantou¨Cse lentamente, e seu olhar passou pelo carro de Felipe ao longe, revndo um sorriso misterioso. Felipe tamb¨¦m viu o status d e ficou irritado! estava mudando de t¨¢tica, tentando provoc¨¢¨Clo indiretamente? Seus dedos se fecharam for?a, e a xicara que segurava se estilha?ou um estalo. Um caco cortou sua m?o, e o sanguee?ou a escorrer. Bruna correu para pegar um curativo, ¡°Senhor, est¨¢ tudo bem?¡± Felipe estava irritado, sem se importar o corte, e irrompeu no quarto de Ang Alveso um furac?o. ?ng Alves se assustou, pensou que ele j¨¢ tinha ido embora, mas ele ainda estava l¨¢! ¡°Sr. Martins, voc¨º¡­ por que ainda n?o foi?¡± Ao ouvir isso, Felipe ficou ainda mais irritado, ¡°Voc¨º quer tanto assim que eu v¨¢ embora?¡± Muito, toda certeza. Ang Alves concordou em seu cora??o. Sem ele, poderia respirar o ar da liberdade. Quem gostaria de passar o fim de semana o chefe, ainda mais um tirano frio e insens¨ªvel? ¡°Chefe, o senhor ¨¦ um homem ocupado, muitas coisas para resolver, estou preocupada que estar aqui seja um desperdicio do seu tempo valioso.¡± Felipe se engasgou, estava jogando pvras novamente? Ele olhou e viu o celr d. Justo quando Elton respondia: Encontrar a pessoa errada ¨¦ s¨® uma quest?o de se afastar a tempo, voc¨º merece o melhor cuidado. Capitulo 31 Essa intera??o infernal! A raiva delee?ou a ficar fora de controle, e um movimento brusco, ele a pressionou. contra a mesa de estudos. ¡°O que voc¨º quis dizer seu status?¡± Cap铆tulo 32 Cap¨ªtulo 32 Ang Alves sentiu um arrepio percorrer seu corpo, e seu rosto empalideceu levernente. N?o podia ser, o grande chefe estava mesmo olhando o status d? ¡°Eu¡­ postei sem pensar, n?o era para levar a s¨¦rio.¡± Mas ele levou a s¨¦rio, e estava chateado! ¡°Quem est¨¢ errado aqui?¡± ele perguntou novamente, fechando os dentes. Ang Alves respirou fundo, a press?o que ele exercia era t?o intensa, t?o aterrorizante, que mal conseguia respirar. ¡°Para n¨®s dois, somos a pessoa errada. Voc¨º ¨¦ um herdeiro de uma grande familia, nobre e perfeito, deveria ter uma m?e para seus filhos que fosse ¨¤ sua altura, uma dama de familia rica, n?o uma mulherum e humildeo eu. fez uma pausa, engolindo o gosto amargo que lhe subia p garganta, ¡°E eu, quero encontrar um namorado decente, ter um rcionamento de verdade. N?o podemos simplesmente voltar para as nossas vidaso eram antes, sem interromper um do outro? Isso s¨® traria uma press?o imensa¡­¡± se abriupletamente, despejando todos os seus problemas, sem perceber que a express?o do homem se tornava cada vez mais fria e amea?adora. Ele a encarava fixamente, seus l¨¢bios apertados, sentindo uma onda crescente de desejo de puni, que se tornava mais forte e descontrda cada pvra d. De repente, ele se inclinou e a beijou . ¡°Uh¡­¡± ?ng Alves estremeceu de surpresa, seus olhos se arregndo mais do que campainhas. Instintivamente, levantou a m?o e bateu em seu ombro, tentando empurr¨¢¨Clo para longe. mas ele n?o s¨® n?o recuouo intensificou o beijo, capturando seus l¨¢bios¡­ ¡°Mmm¡­¡± e?ou a sentir falta de ar, a cabe?a girando, as p¨¢lpebras se fechando¡­ Depois de um tempo. Ele lentamente se afastou, chamas pequenas dan?ando em seus olhos escuros e frios,o desejos incontrol¨¢veis. Observando os l¨¢bios d, inchados e veias sanguineas ¨¤ mostra, um sorriso frio e sombrio se formou em seus l¨¢bios. ¡°Isso n?o foi um beijo, foi uma puni??o.¡± Capitulo 32 Sua voz era baixa e fria, um leve tom rouco. Para lidar mulheres desobedientes, ele tinha seus m¨¦todos. Como se um vento frio soprasse, acordando a mulher em seu desanimo. Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! sentiu uma onda de vergonha, e suas bochechas coraram intensamente. sabia seu lugar. Ele a desprezava tanto,o poderia beij¨¢? Com um esfor?o, o empurrou para longe, correu para a cama, puxou o cobertor sobre sua cabe?a, como um avestruz tentando se esconder. ¡°Por favor, saia!¡± O olhar de Felipe estriou gradualmente, e um frio cial se espalhou, ¡°Mesmo sendo um erro. at¨¦ o nascimento do nosso filho, voc¨º ter¨¢ que seguir minhas ordens, sem direito ¨¤ liberdade.¡± Deixando essas pvras frias, ele se virou e saiu. Num instante, ?ng Alves sentiu¨Cseo se tivesse caido num por?o de gelo, tremendo de frio. Mas n?o era um ovo que se quebra um ¨²nico golpe, erao uma b, quanto mais for?a usassem contra , mais reagiria. Ap¨®s o feriado de Carnaval, viria a Feira de Joias de Paris, e ?ng Alves estava ocupada seus novos desenhos. Embora n?o fosse a principal designer, finalmente poderia colocar seu pr¨®prio nome no trabalho orgulhosamente. Desta vez, escolheuo panhantes para o evento Mike e Jenny, que tinham uma boa r??o e eram agrad¨¢veis de lidar no departamento. Na hora de almo?o, os chamou para uma reuni?o na s de confer¨ºncias. queria fazer um grandeercial para seus novos designs. ¡°?ng Alves, tanto o fot¨®grafo principal da empresa quanto a modelo exclusiva foram reservados p Kelly, eles v?o para Portugal na semana que vem para fotografar a nova campanha da ¡®Linguagem das Flores¡®, n?o poder?o fazer o nosso.¡± Jenny fez um bico. ?ng Alves sabia que Kelly tinha feito isso de prop¨®sito, para colocar obst¨¢culos em seu caminho, querendo v¨º falhar e ser motivo de piada, para que n?o conseguisse ir a Paris. n?o deixaria que Kelly ganhasse, uma pessoaumo teria que agarrar todas as oportunidades em um ambiente t?opetitivo e lutar para crescer. ¡°Podemos usar fot¨®grafos e modelosuns.¡± Mike deu de ombros. ¡°Como novatos, esta ¨¦ a nossa primeira grande viagem, e todos estar?o nos observando. N?o podemos errar, s¨® o sucesso ¨¦ aceit¨¢vel. Voc¨º n?o ¨¦ amiga do Elton? Agora ele ¨¦ um dos fot¨®grafos mais cobi?ados do mundo, se conseguissemos que ele fizesse o nossoercial, com certeza seria um sucesso.¡± Jenny assentiu a cabe?a fricamente, ¡°Exato, exato, exato, as fotos que ele tira s?o todas obras¨Cprimas, os sites de moda e as top modelos mais cobi?adas fazem de tudo para conseguir que ele fotografe suas campanhas.¡± ?ng Alves segurou a testa, nem querendo pensar se Elton estaria disposto a ajud¨¢, s¨® a proibi??o do grand?o j¨¢ era suficiente para lhe causar dores de cabe?a. ¡°Vou ver se ele tem tempo e perguntar.¡± ¨¤ noite, quando voltou ao seu apartamento, Bruna estava na cozinha preparando o jantar. Normalmente, quando era s¨® para as duas, Bruna fazia um prato principal panhamento e uma sopa, mas naquele dia tinha preparado seis pratos diferentes. ¡°Bruna, por que voc¨º fez tantaida hoje?¡± ¡°O ¡®Senhor¡® ligou dizendo que viria jantar connosco esta noite,¡± disse Bruna, um grande sorriso no rosto. O qu¨º? Ang Alves levou um susto t?o grande que quase deixou sua bolsa cair no ch?o! Cap铆tulo 33 Cap¨ªtulo 33 Ser¨¢ que o controlee?ou a ser mais frequente agora? Ser¨¢ que n?o teremos mais dias tranquilos daqui para frente? A liberdade se fol para nunca mais voltar? queria chorar. Mas Bruna estava feliz. A presen?a constante do Senhor era um bom sinal, mostrava que ele estava cada vez mais preocupado Ang. sabia que havia algo especial entre eles. Ang Alves trocou de roupa por algo mais confort¨¢vel. Em mais dois dias,pletaria tr¨ºs meses de gravidez, e as n¨¢useas matinais praticamente tinham desaparecido. conseguiaer, beber e dormir normalmente. Os g¨ºmeos em seu ventre eram tranquilos e n?o iodavam! Talvez soubessem que s¨® teriam nove meses junto ¨¤ m?e e que, ap¨®s o nascimento, seriam separados, ent?o queriam aproveitar cada momento. Quando Felipe entrou, estava no sof¨¢ tomando uma vitamina de feij?o preto para repor horm?nios naturais da gravidez. Ao v¨º¨Clo, sorriu e disse de forma ir?nica: ¡°Sr. Martins, seja bem¨Cvindo para jantar em nossa casa.¡± Preferiria que ele n?o voltasse mais! Felipe deu um meio sorriso, Ir?nico e indiferente: ¡°Eu preciso ser bem¨Cvindo na minha pr¨®pria casa?¡± se sentiupletamente bloqueada. Quase esqueceu que aqu era a casa dele e que era apenas uma convidada tempor¨¢ria! Com um sorriso constrangido, voltou a se sentar e continuou bebendo sua vitamina. Felipe olhou para . Vestida um longo vestido florido de algod?oprado na Shop¨¦e por n?o mais que quarenta reais, parecia sofisticada. Combinado seu rosto angelical, pele branca e figura esbelta, emitia um charme puro e et¨¦reo. Ele engoliu em seco ao fixar o olhar em seus l¨¢bios rosados. Eram macios, suaves, ¨²midos e sedosos,o p¨¦ts de rosa cobertas de orvalho p manh?. Capitulo 33 Ele j¨¢ havia provado aqueles l¨¢bios, e o sabor¡­ era melhor do que imaginava. Depois de terminar a vitamina, mbeu seus l¨¢bios rosados a ponta da lingua.. De repente, ele sentiu um calor inesperado e instintivamente abriu a gravata. Ang Alves percebeu e pegou o controle do ar¨Ccondicionado: ¡°Sr. Martins, est¨¢ calor? Vou diminuir a temperatura do ar¨Ccondicionado.¡± Felipe suspirou. O clima infernal realmente o fazia sentir calor e irrita??o. Bruna havia terminado o jantar. sabia exatamente quais eram os pratos favoritos de Felipe. ¡°Senhor, agora est¨¢ na moda fazer educa??o pr¨¦¨Cnatal. Voc¨º deve vir mais vezes para panhar a Sra. Alves e juntos fazerem a estim??o dos beb¨ºs.¡± Ang Alves quase engasgou a sopa que havia acabado de tomar. C¨¦us, n?o queria que ele viesse mais vezes. Preferia que ele nunca mais viesse. ansiava por sua liberdade. ¡°Sr. Martins tem tantas empresas para administrar, est¨¢ muito ocupado. Essas pequenas coisas podem deixar que eu resolvo sozinha.¡± Bruna acenou a m?o, ¡°Como assim pequenas coisas? A educa??o dos filhos ¨¦ fundamental, e deve ser feita em conjunto pelos pais, especialmente o pai n?o deve se ausentar. Assim, as crian?as podem sentir o amor paterno ainda no ventre e crescerem saud¨¢veis.¡± fva tanta seriedade que ?ng Alves n?o conseguiu rebater, apenas sentiu vontade de chorar. Bruna, voc¨º n?o est¨¢ ajudando! Felipe olhou de forma prante e cheio de deboche. estava tentando manipul¨¢¨Clo novamente? Por umdo, rejeitava, mas por outro, usava Bruna para fr por . Os truques eram muitos! Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! ¡°J¨¢ marquei uma consulta o m¨¦dico para a sua ultrassonografia na sexta¨Cfeira.¡± Ele mudou o assunto de prop¨®sito, n?o entrando no jogo d! ¡°Oh.¡± ?ng Alves respondeu distraidamente e voltou a se concentrar naida. Melhor fr pouco na frente do chefe e focar na refei??o. Felipe tomou um gole da sopa, seu olhar cintilouo se tivesse pensado em algo, e de repente soltou: ¡°Aida francesa ¨¦ boa?¡± 2/3 14:03 Apesar do tom casual, Ang Alves sentiu um arrepio frio,o se um vento gdo a tivesse atingido. Ser¨¢ que ele ainda n?o tinha esquecido o jantar da semana passada? ¡°¨¦ um pouco melhor do que eu esperava.¡± respondeu cuidadosamente. Um brilho sombrio passou pelos olhos de Felipe, ¡°Pensei que voc¨º n?o gostasse deida. ocidental.¡± ?ng Alves respirou fundo, sabendo que a discuss?o continuaria. se perguntavao algu¨¦m t?o poderosoo o chefe poderia ser t?o desagrad¨¢vel. Ele parecia determinado a n?o deixar passar nem a menor das contradi??es. ¡°Eu nunca tinha provadoida francesa, quando fva emida ocidental, estava pensando em frango frito e hamb¨²rguer. N?o sou f? dessas coisas.¡± Felipe levantou o canto da boca num sorriso ir?nico. Era s¨® conversa fiada, n?o havia uma pvra de verdade. ¡°No pr¨®ximo m¨ºs, na Europa, voc¨º poder¨¢erida francesa todos os dias.¡± Ang Alves sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Por que esseent¨¢rio soava t?o. estranho? n?o estaria nejando mant¨º na Europa contra sua vontade, impedindo¨Ca de voltar para casa, estaria? Cap铆tulo 34 Cap¨ªtulo 34 A exposi??o de joias durava apenas uma semana, no m¨¢ximo seriam sete dias de evento, imposs¨ªvel comer fora todos os dias, n?o ¨¦? Al¨¦m disso, estava um pouco preocupada a adapta??o ao clima e ¨¤ida locais. Se por acaso n?o se sentisse bem, teria que voltar para o Brasil rapidamente para n?o prejudicar o filho.. Em tempos dif¨ªceis, o filho seria seu amuleto de prote??o. Felipe, certeza, levaria isso em conta. Ele sempre foi cuidadoso em seus nos, organizando tudo perfei??o. ¡°Vou providenciar um m¨¦dico para te panhar. Na Europa, voc¨º aprender¨¢ muito mais do que nas suas as no Clube Musa.¡± ?ng Alves baixou a cabe?a e silenciosamente saboreou um bife na chapa. Melhor prevenir do que remediar, tinha que estar preparada para qualquer eventualidade e, se algo desse errado, pegaria o primeiro avi?o de volta. Um sil¨ºncio tomou conta da mesa durante o jantar. Depois da refei??o, Bruna trouxe uma bandeja de frutas e discretamente se retirou para o quarto. Ang Alves sentou¨Cse aodo de Felipe, inquietao quem senta sobre agulhas. Inconscientemente, se deslocou para odo, cada vez mais, at¨¦ alcan?ar a borda do sof¨¢. ¡°Olha¡­ Sr. Martins, sobre a quest?o da educa??o do nosso filho, n?o precisa se preocupar, eu cuido sozinha.¡± Felipe inclinou¨Cse de repente, apoiando uma m?o no encosto e outra no bra?o do sof¨¢, encurrndo¨C a no canto, uma presen?a dominadora. ¡°Voc¨º acha que estou desocupado?¡± Ang Alves mostrou a lingua, sentindo¨Cse envergonhada ao perceber que ele sequer havia considerado a quest?o, e estava se preocupando ¨¤ toa. ¡°N?o, ro que n?o. O Sr. Martins tem milhares depromissos,o poderia estar desocupado? Jamais deixaria que uma trivialidade dessas iodasse o Sr. Martins.¡± Felipe a observava friamente, convencido de que estava por dentro tumultuada, quase a ponto de chorar. Ele levantou a m?o e deu dois tapinhas na cabe?a d,o se acariciasse um pequeno animal de estima??o, ¡°Uma mulher deve ser sensata, n?o tentar ser mais esperta.¡± ¡°Eu sou uma pessoa honesta, nunca tento ser esperta.¡± ¡°Oh?¡± Felipe levantou uma sobrancelha ir?nica. ¡°¨¦ mesmo? Porque eu n?o percebi isso.¡± 1/3 14.03 Capitulo 34 Isso ¨¦ porque voc¨º n?o v¨º bem. ?ng Alves pensou consigo mesma. ¡°Como diz o ditado, a longa jornada rev a for?a do cavalo, e o tempo rev o cora??o de uma pessoa. Se voc¨º me conhecesse melhor, descobriria que n?o sou apenas honesta e confi¨¢vel, mas tamb¨¦m trabalhadora e inteligente, uma verdadeira joia.¡± Felipe deu um sorriso frio. Ele n?o sabia se era realmente uma j, mas certeza era uma garota astuta! Seus dedos longos tocaram a bochecha d, deslizando suavementeo uma provoca??o. ¡°Voc¨º quer que eu te conhe?a melhor?¡± ?ng Alves recuou para o canto. A voz baixa e rouca do homem era magn¨¦tica, um toque de malicia, e seu rosto bonito estava t?o perto que suas fei??es perfeitas eram uma tenta??o constante, tentando¨Ca a se entregar. Respirando fundo, tentou se manter calma. ¡°Eu¡­ s¨® acho que seria bom se voc¨º me conhecesse melhor, assim evitariamos mal¨Centendidos.¡± Enquanto fva, o decote da blusa subia e descia levemente, e Felipe notou, sentindo um calor na garganta, mas seu rosto permaneceu frio. ¡°N?o tenho interesse em te conhecer.¡± Sua voz era muito fria, sem um pingo de calor. Mas Ang Alves j¨¢ esperava por isso e nunca teve nenhuma expectativa em r??o a ele. ¡°N?o¡­ n?o tem problema. encolheu o pesco?o e escapou por entre os bra?os dele. ¡°Tenho mais trabalho a fazer, vou para o meu quarto.¡± ¨¤s vezes, a melhor estrat¨¦gia ¨¦ recuar. Felipe se levantou, observando¨Ca se afastar um sorriso frio e ir?nico nos l¨¢bios. ainda era muito ing¨ºnua para tentar jogar joguinhos ele! A pessoa capaz de engan¨¢¨Clo ainda n?o havia nascido! O novo design para a exposi??o de joias em Paris estava pronto, mas Ang Alves ainda n?o havia escolhido o fot¨®grafo. A campanha publicit¨¢ria precisava ser atraente o suficiente para chamar a aten??o de todos. A voz debochada de Kelly veio de um canto: ¡°Ang Alves, os participantes da exposi??o de joias em Paris s?o todos designers renomados mundialmente. Voc¨º nem tem suas pr¨®prias cria??es e ainda se atreve a apresentar em primeiro lugar. Eu admiro sua coragem.¡± Cap¨ªtulo 34 A exposi??o de js durava apenas uma semana, no m¨¢ximo seriam sete dias de evento. impossivel comer fora todos os dias, n?o ¨¦? Al¨¦m disso, estava um pouco preocupada a adapta??o ao clima e ¨¤ida locals. Se por acaso n?o se sentisse bem, teria que voltar para o Brasil rapidamente para n?o prejudicar o filho. Em tempos dif¨ªceis, o filho seria seu amuleto de prote??o. Felipe, certeza, levaria isso em conta. Ele sempre foi cuidadoso em seus nos, organizando tudo perfei??o.. ¡°Vou providenciar um m¨¦dico para te panhar. Na Europa, voc¨º aprender¨¢ muito mais do que nas suas as no Clube Musa.¡± Ang Alves baixou a cabe?a e silenciosamente saboreou um bife na chapa. Melhor prevenir do que remediar, tinha que estar preparada para qualquer eventualidade e, se algo desse errado, pegaria o primeiro avi?o de volta. Um sil¨ºncio tomou conta da mesa durante o jantar. Depois da refei??o, Bruna trouxe uma bandeja de frutas e discretamente se retirou para o quarto. Ang Alves sentou¨Cse aodo de Felipe, inquietao quem senta sobre agulhas. Inconscientemente, se deslocou para odo, cada vez mais, at¨¦ alcan?ar a borda do sof¨¢. Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! ¡°Olha¡­ Sr. Martins, sobre a quest?o da educa??o do nosso filho, n?o precisa se preocupar, eu cuido sozinha.¡± Felipe inclinou¨Cse de repente, apoiando uma m?o no encosto e outra no bra?o do sof¨¢, encurrndo¨C a no canto, uma presen?a dominadora. ¡°Voc¨º acha que estou desocupado?¡± ?ng Alves mostrou a lingua, sentindo¨Cse envergonhada ao perceber que ele sequer havia considerado a quest?o, e estava se preocupando ¨¤ toa. ¡°N?o, ro que n?o. O Sr. Martins tem milhares depromissos,o poderia estar desocupado? Jamais deixaria que uma trivialidade dessas iodasse o Sr. Martins.¡± Felipe a observava friamente, convencido de que estava por dentro tumultuada, quase a ponto de chorar. Ele levantou a m?o e deu dois tapinhas na cabe?a d,o se acariciasse um pequeno animal de estima??o, ¡°Uma mulher deve ser sensata, n?o tentar ser mais esperta.¡± ¡°Eu sou uma pessoa honesta, nunca tento ser esperta.¡± ¡°Oh?¡± Felipe levantou uma sobrancelha ir?nica. ¡°¨¦ mesmo? Porque eu n?o percebi isso.¡± 1/3 14:03 Isso ¨¦ porque voc¨º n?o v¨º bem. Ang Alves pensou consigo mesma. ¡°Como diz o ditado, a longa jornada rev a for?a do cavalo, e o tempo rev o cora??o de uma pessoa. Se voc¨º me conhecesse melhor, descobriria que n?o sou apenas honesta e confi¨¢vel, mas tamb¨¦m trabalhadora e inteligente, uma verdadeira joia.¡± Felipe deu um sorriso frio. Ele n?o sabia se era realmente uma j, mas certeza era uma garota astuta! Seus dedos longos tocaram a bochecha d, deslizando suavementeo uma provoca??o. ¡°Voc¨º quer que eu te conhe?a melhor?¡± Ang Alves recuou para o canto. A voz baixa e rouca do homem era magn¨¦tica, um toque de malicia, e seu rosto bonito estava t?o perto que suas fei??es perfeitas eram uma tenta??o constante, tentando¨Ca a se entregar. Respirando fundo, tentou se manter calma. ¡°Eu¡­ s¨® acho que seria bom se voc¨º me conhecesse melhor, assim evitariamos mal¨Centendidos.¡± Enquanto fva, o decote da blusa subia e descia levemente, e Felipe notou, sentindo um calor na garganta, mas seu rosto permaneceu frio. ¡°N?o tenho interesse em te conhecer.¡± Sua voz era muito fria, sem um pingo de calor. Mas Ang Alves j¨¢ esperava por isso e nunca teve nenhuma expectativa em r??o a ele. ¡°N?o¡­ n?o tem problema.¡± encolheu o pesco?o e escapou por entre os bra?os dele. ¡°Tenho mais trabalho a fazer, vou para o meu quarto.¡± As vezes, a melhor estrat¨¦gia ¨¦ recuar. Felipe se levantou, observando¨Ca se afastar um sorriso frio e ir?nico nos l¨¢bios. ainda era muito ing¨ºnua para tentar jogar joguinhos ele! A pessoa capaz de engan¨¢¨Clo ainda n?o havia nascido! O novo design para a exposi??o de joias em Paris estava pronto, mas ?ng Alves ainda n?o havia escolhido o fot¨®grafo. A campanha publicit¨¢ria precisava ser atraente o suficiente para chamar a aten??o de todos. A voz debochada de Kelly veio de um canto: ¡°Ang Alves, os participantes da exposi??o de joias em Paris s?o todos designers renomados mundialmente. Voc¨º nem tem suas pr¨®prias cria??es e ainda se atreve a apresentar em primeiro lugar. Eu admiro sua coragem.¡± 2/3 14:03 Capitulo 34G Nas exposi??es internacionais anteriores, era sempre quem liderava o grupo. Desta vez, no entanto, a tarefa foi dada ¨¤ pessoa que menos respeitava, deixando¨Ca raiva. Ang Alves sorriu levemente. ¡°H¨¢ um ditado que diz que as novas ondas do Rio Amazonas empurram as anteriores, Sr. Martins tamb¨¦m quer dar uma chance para n¨®s, novatos. Como veterano, espero contar seu apoio.¡± Kelly sussurrou para si mesma desprezo. era especialista em manter os novatos bern debaixo do seu salto, impedindo que eles tivessem qualquer chance de ascens?o, assim nuncal representariam uma amea?a para . ¡°Esforce¨Cse bastante, n?o fa?a a GM passar vergonha, sen?o nunca mais ter¨¢ oportunidades.¡± Essas pvras atingiram a Ang Alves. Talvez essa fosse sua ¨²nica chance, se n?o a agarrasse, seria dif¨ªcil sobressair depois. E Kelly ainda pensava em pressiona at¨¦ o fim? Com um aperto no cora??o, decidiu arriscar tudo. Cap铆tulo 35 Cap¨ªtulo 35 pegou o celr e mandou uma mensagem no WhatsApp para Elton: ¡°Oi Elton, voc¨º est¨¢ livre hoje? Posso te convidar para jantar ¨¤ noite?¡± Rapidamente, ele respondeu: ¡°Que tal vir ¨¤ minha casa? Eu mesmo vou cozinhar para voc¨º provar um pouco do meu talento culin¨¢rio e, de quebra, voc¨º pode ver a Amy.¡± ¡°Combinado.¡± Depois do trabalho, Elton a pegou de carro e foram juntos para sua casa no Lago Azul. Chegando ao jardim, viram um coelhinho brincando na grama, ele tinha apenas tr¨ºs patas e a quarta era uma pr¨®tese mecanica. ¡°Amy!¡± Ang Alves se agachou e acariciou a cabe?a do animal. O coelhinho n?o se afastou, pelo contr¨¢rio, encostou sua pequena cabe?a na palma da m?o d. Elton sorriu, ¡°Parece que ainda se lembra de voc¨º.¡± Ang Alves pegou Amy no colo e entrou na s, brincando . Elton foi para a cozinha preparar o jantar. Ele fez bife ao molho madeira,gosta gratinada queijo, espaguete ¨¤ bolonhesa e uma sopa de frango cogumelos. Ang Alves cortou um peda?o do bife e o colocou na boca.Property ? of N?velDrama.Org. Meu Deus, estava t?o delicioso que quase gritou de alegria! ¡°Suaida ¨¦ incr¨ªvel, at¨¦ chefes estrs Michelin iriam querer aprender voc¨º.¡± Elton a olhou um olhar carinhoso, ¡°Que bom que voc¨º gostou.¡± Depois de saborear agosta, ?ng Alvesmbeu os l¨¢bios, ¡°Era para eu te convidar, mas acabei sendo sua convidada, estou at¨¦ um pouco envergonhada.¡± ainda precisava pedir um favor a ele. Elton the serviu uma tig de sopa, ¡°N?o precisa ser t?o formal, n?o me considera seu amigo?¡± ¡°ro que sim,¡± Ang Alves respondeu rapidamente, acenando a m?o. estava feliz por ele a considerar uma amiga. Ele era t?o diferente de Felipe, t?o gentil e acessivel, sem nenhum sinal de distancia. Felipe, por outro lado, parecia distante e frio, olhava para desprezo ¡°A amizade ¨¦ rec¨ªproca, amigos devem se ajudar,¡± disse Elton, acariciando seu queixo e sorrindo de forma cativante. ¡°Se precisar de algo em troca, venha jantarigo quando tiver 1/3 14:03 Capitulo 35 tempo. Estou sempreendo sozinho, ¨¦ muito chat¨®.¡± Ang Alves cobriu a boca e riu, pensando que ele estava brincando. Como ele poderia estar sozinho? Provavelmente havia uma f de mulheres querendo jantar ele ¡°Se voc¨º se sentir sozinho, pode me mandar uma mensagem no WhatsApp a qualquer momento.¡± Quanto ¨¤s proibi??es de algu¨¦m, j¨¢ havia jogado para longe h¨¢ muito tempo, nunca pretendeu seguis. Ap¨®s o jantar, Elton a levou para ver as fotos que havia tirado no Grande Vale Africano. Ang Alves aproveitou a oportunidade para mudar o assunto para o que realmente importava. ¡°Na verdade, eu preciso da sua ajuda. Em breve ser¨¢ a Exposi??o de Joias de Paris, e ser¨¢ a primeira vez que participoo designer oficial as minhas pr¨®prias cria??es. Eu quero criar um video publicit¨¢rio que cause impacto no evento. Voc¨º ¨¦ o melhor fot¨®grafo que conhe?o. Voc¨º teria tempo para me ajudar¡­¡± ¡°ro.¡± Ele concordou antes mesmo de terminar a frase, t?o r¨¢pido que ficou paralisada por um momento. Elton sorriu, levantou a m?o e acariciou a cabe?a d, ¡°?ng Alves, voc¨º pode contarigo para o que precisar, nunca vou recusar um pedido seu.¡± Sua voz era t?o suave que quase dava para sentir o calor d, e o cora??o de Ang Alves vibrava como uma corda de viol?o, ¡°Obrigada!¡± Voltando para casa, ?ng Alves estava muito feliz, t?o feliz que quis pintar. ligou o som, posicionou o cavalete e pegou o pincel. ¡°O mundo ¨¦ t?o grande e ainda assim encontrei voc¨º¡­¡± cantava enquanto pintava, t?o absorvida que nem notou algu¨¦m abrindo a porta e entrando silenciosamente. Na t, um campo devanda oscva ao vento sob o p?r do sol, um belo c¨¦u crepuscr se espalhando pelo horizonte. Um casal estava no meio dasvandas, apreciando o entardecer, a brisa bn?ando os longos cabelos da garota e a gabardine do rapaz¡­ Felipe sorriu um leve ar de ironia. 14:03 Capitulo 35 Pensou que depois de ter sido desencorajada por ele no dia anterior, ficaria abatida por alguns dias, mas se recuperou rapidamente, voltando a sonhar acordada. Ele realmente era resiliente, quanto mais dificuldades enfrentava, mais corajoso se tornava.. Ele se inclinou, aproximando seus l¨¢bios finos ao ouvido d, ¡°Quern voc¨º est¨¢ desenhando?¡± Cap铆tulo 36 Cap¨ªtulo 36 A voz grave soouo uma brisa fria, invadindo os ouvidos d e fazendo¨Ca estremecer, quase pndo da cadeira. ¡°Martins¡­ Sr. Martins, quando voc¨º chegou?¡± Era um homem alto e forte, que caminhava t?o silenciosamente quanto¡­ um fantasma! Felipe estendeu a m?o grande e cobriu a cabe?a d, ¡°Voc¨º desenha bem.¡± Era criativa, toda a sua ast¨²cia estava canalizada em sonhos vividos. ?ng Alves tomou issoo um elogio; afinal, vinha da melhor faculdade de bs artes do pa¨ªs e s¨® por isso fora contratada de forma excecional pelo RH. ¡°Sr. Martins, o que traz voc¨º aqui t?o tarde?¡± Felipe serviu¨Cse um copo d¡¯¨¢gua. Ele geralmente gostava de estar sozinho; ap¨®s o trabalho, voltava para sua mans?o para desfrutar da quietude. Naqu noite, sentiu¨Cse de repente entediado, dirigiu sem rumo ps ruas e acabou ali. Bebeu um gole de ¨¢gua, mantendo sua express?o fria, ¡°¨¦ o meu lugar, venho quando quero.¡± Que cara! ?ng Alves ficou sem pvras. era uma pessoa viva, n?o o ar que ele respirava. Sua presen?a casual era perturbadora. ¡°Ent?o, fique ¨¤ vontade.¡± se virou para continuar desenhando, agora um coelhinho. Felipe franzia ligeiramente a testa. Que tipo de coelho era esse, uma pata mecanica? ¡°Por que o coelho tem uma pata mecanica?¡± ¡°Eu¡­ desenhei aleatoriamente. Os artistas s?o assim, desenham o que lhes vem ¨¤ mente.¡± Ang Alves mostrou a lingua brincando. ¡°Oh?¡± Felipe levantou uma sobrancelha intrigado, ¡°E esse casal tamb¨¦m ¨¦ fruto da sua imagina??o?¡± ¡°Sim¡­¡± Ang Alves assentiu rapidamente, sentindo uma tens?o inexplic¨¢vel,o se estivesse prestes a ser pega em grante. Felipe colocou o copo de ¨¢gua dedo e se levantou, aproximando¨Cse d passo a passo, tocando o queixo. ¡°Por que me parece que j¨¢ vi essa figura masculina de algum lugar?¡± O cora??o de ?ng Alves disparou, e sua m?o tremeu, arrastando o pincel pelo papel e deixando uma linha dissonante. 1/2 14:03 Que olhar agu?ado! Ele podia reconhec¨º assim? Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! ¡°Eu so me inspirel, o importante ¨¦ a atmosfera da cena, n?o as pessoas.¡± Osbios de Felipe se curvaram em um sorriso maldoso, Ele havia notado sua rea??o nervosa e queria ver at¨¦ onde inventaria hist¨®rias. ¡°N?o vejo nenhum significado profundo, apenas fantasias irreals.¡± Seu tom tinha um ro matiz de esc¨¢rnio, e Ang Alves, acostumada suas ironias, n?o ficou surpresa. ¡°Chefe, sou uma designer. Sem fantasia, de onde vem a criatividade?¡± No fim, n?o importava o quanto se perdesse em devanelos, jamais teria algo a ver ele. a menos que quisesse virar uma est¨¢tua de gelo. Felipe segurou o queixo d, inclinando¨Cse at¨¦ quase tocar seu rosto: ¡°Voc¨º est¨¢ pensando demais, ficar¨¢ neurotica. Deve haver um limite para isso.¡± O halito dele, carregado de feromonios, circva perto dos l¨¢bios d, quaseo um beijo indireto, fazendo que por um momento quase esquecesse de respirar. Seu corpo amoleceu e recuou um passo sem querer, mas um bra?o forte a segurou p cintura delicada. ¡°Voc¨º ¨¦ boa em aproveitar as oportunidades.¡± O olhar do homem fixou¨Cse no decote d, nas ondas que subiam e desciam, causando uma s¨²bita onda de calor em sua garganta. Ele tinha certeza de que fez de prop¨®sito. j¨¢ tinha usado esse truque v¨¢rias vezes. Mas ele ainda assim se irritava,o se tivesse perdido toda a resist¨ºncia. Ang Alves corou levemente e apressou¨Cse em segurar o decote para que n?o escorregasse mais. ¡°Eu¡­ vou dormir. Gr¨¢vidas n?o devem ficar acordadas at¨¦ tarde.¡± Provocar e fugir? Era um jogo de sedu??o bem calcdo. Ele estava irritado, tanto a ast¨²cia d quanto o pr¨®prio descontrole. ¡°J¨¢ n?o ¨¦ novidade, n?o precisa se fazer de santa. Voc¨º esse tipo de desenvolvimento n?o me interessa nem um pouco, mesmo que estivesse sem nada.¡± Cap铆tulo 37 Cap¨ªtulo 37 A agressividade era imensa, e o insulto, profundamente ferino! Ang Alves reuniu uma for?a bruta e empurrou¨Co para longe. ¡°Ah, quem sabe quem ¨¦ que tem problemas de desenvolvimento? Para ter filhos ¨¦ preciso insemina??o artificial, talvez seja impot¨ºncia.¡± ruminava essas pvras ferocidade em seu intimo, mas n?o ousava proferir uma sba sequer, temendo que ele, enfurecido e humilhado, pudesse torcer seu pesco?o. ¡°Sr. Martins, n?o ¨¦ normal voc¨º n?o ter interesse em mim? Se tivesse interesse, al sim teriamos um problema.¡± Essa frase atingiu Felipeo um osso preso em sua garganta, dificil de engolir e impossivel de cuspir, causando¨Clhe uma dor interna profunda e uma irrita??o crescente. A qualquer minuto, ele parecia pronto para silenci¨¢. ¡°Um problema? Eu sou especialista em resolver problemas. Com essa frieza, ele se virou e saiu. Ang Alves sentiu um arrepio gdo percorrendo a s desde a porta, e se encolheu, abra?ando os pr¨®prios bra?os. Resolver problemas? Ser¨¢ que ele pretendia elimin¨¢? Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! No dia seguinte. Ang Alves foi ao est¨²dio de Elton para lhe entregar os portf¨®lios das modelos. Elton colocou os documentos dedo. ¡°Na verdade, eu tenho a candidata perfeita.¡± ¡°Quem?¡± Ang Alves perguntou ansiosa. Elton sorriu sutilmente para . ¡°T?o distante quanto o horizonte, mas t?o pr¨®xima quanto o ar que respiramos.¡± ¡°Ah?¡± ?ng Alves ficou confusa, olhando ao redor, sem ver mais ningu¨¦m al¨¦m d. ¡°Voc¨º n?o est¨¢ fndo de mim, est¨¢? N?o posso fazer isso.¡± bn?ava a cabe?a vigorosamente. ¡°Voc¨º ¨¦ a vis?o mais b atrav¨¦s da minha lente, por que n?o?¡± Os olhos castanhos de Elton brilhavam sob a luz do sol. Ele tinha visto mulheres de todos os tipos, mas era especial, uma aura naturalmente graciosa e pura, refrescante ¨¤ vista e que trazia conforto ao cora??o. Ang Alves torcia as m?os, nervosa. ¡°Eu sou al¨¦rgica a muitos cosm¨¦ticos, n?o posso usar 1/3 maquiagem pesada.¡± raramente se maquiava e, estando gr¨¢vida, tinha ainda mais cuidado, para n?o prejudicar of beb¨¦. Elton sorriu. ¡°Voc¨º n?o precisa de uma maquiagem pesada, uma maquiagem leve ¨¦ suficiente.¡± Uma maquiagem carregada poderia arruinar sua inoc¨ºncia natural. ¡°Mas¡­¡± Antes que pudesse protestar, Elton colocou o bra?o em volta de seus ombros, olhando¨Ca seriamente. ¡°Ang Alves, se voc¨º quer ganhar notoriedade no Sal?o de Joias de Paris, esta a melhor maneira. N?o s¨® todos ver?o suas cria??es,o tamb¨¦m ver?o voc¨º. Confie em mim!¡± Essas pvras tocaram seu cora??o e dissiparam suas d¨²vidas. ¡°Est¨¢ bem, eu confio em voc¨º.¡± A sess?o de fotos correu melhor do que esperava. Naqueles dias, Felipe estava fora da GM, em viagem de inspe??o, ent?o n?o precisava se preocupar que ele descobrisse e causasse problemas. Erao se at¨¦ o c¨¦u estivesse ajudando. pensou que Felipe n?o voltaria para a consulta pr¨¦¨Cnatal na sexta¨Cfeira, mas, para sua surpresa, ele apareceu no apartamento logo cedo. ¡°Sr. Martins, quando o senhor regressou?¡± Felipe tinha viajado a noite toda, cado todas as reuni?es daquele dia. ¡°Voc¨º sentiu saudades de mim, n?o foi?¡± Um sorriso ir?nico se desenhou em seu rosto. bn?ou a cabe?a e acenou a m?o, negando. ¡°N?o brinque assim, por favor.¡± Sentir saudades dele s¨® poderia ser um pesadelo! Um tra?o de mncolia passou pelos olhos de Felipe, que se tornaram ligeiramente sombrios. ¡°E melhor voc¨º dizer a verdade.¡± ¡°¨¦ a pura verdade, juro. Se estiver mentindo, que eu seja atingida por um raio ao sair de casa.¡± Ang Alves ergueu a palma da m?o, fndo seriedade, mas antes que terminasse, um trov?o rugiu l¨¢ fora, assustando¨Ca tanto que se encolheu no ch?o, cobrindo os ouvidos. Vendo¨Ca t?o acuada e vulner¨¢vel, Felipe n?o p?de conter um sorriso. 2/3 14:04 O sorriso baixo e profundo, que vinha do fundo de sua garganta, chocou Ang Alves. deixando¨Ca perplexa. Era a primeira vez que o via sorrir; pensou que ele nem sabiao. Com um sorriso, as linhas frias e severas de seu rosto suavizavam¨Cse, transformando¨Cse em uma gentileza radiante,o o sol iluminando um iceberg. n?o conseguia desviar o olhar. Cap铆tulo 38 Cap¨ªtulo 38 Felipe percebeu sua pr¨®pria falta de controle, num instante, conteve o sorriso, retomando sual express?o fria. ¡°Mentira tem perna curta, ¨¦ bom evitar.¡± ¡°Eu n?o estou mentindo, ¨¦ verdade¡­¡± tentava se explicar fervor, mas Felipe virou¨Cse e saiu caminhando. Ele n?o acreditava em uma pvra do que dizia, essa menina era ardilosa, dizia uma coisa e pensava outra! Chegando ao hospital, fizeram primeiro o exame de sangue, depois a ultrassonografia. feto de tr¨ºs meses j¨¢ estava formado, e p t do ultrassom podiam¨Cse ver a cabe?a, o corpo, as m?ozinhas e pezinhos. ¡°O beb¨º est¨¢ ¨®timo, muito saud¨¢vel,¡± disse o m¨¦dico um sorriso. Os olhos escuros de Felipe brilharam levemente,o se o gelo neles tivesse derretido. Ang Alves deu uma olhada r¨¢pida e logo desviou o olhar. tinha medo, medo de que, se olhasse por muito tempo, n?o conseguiria deix¨¢¨Clos, n?o queria se separar deles. Ao sair do hospital e entrar no carro, n?o p?de resistir e espiou novamente a imagem da ultrassonografia nas m?os de Felipe. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. ¡°Sr. Martins, voc¨º vai cuidar bem do nosso filho, n?o vai deixar ningu¨¦m maltrat¨¢¨Clo, certo?¡± Sua voz era suave e baixa,o um sussurro. Felipe franziu a testa. ¡°Voc¨º est¨¢ preocupada o qu¨º?¡± engoliu em seco, elevando um pouco a voz. As mulheres podem ser fr¨¢geis, mas quando se tornam m?es, tornam¨Cse fortes. Pelos filhos. n?o se pode hesitar nas pvras que precisam ser ditas. ¡°¨¦ ro que estou preocupada o tratamento que uma madrasta poderia dar a eles. Qu?o raro ¨¦ encontrar uma madrasta que trate bem seus enteados? Ainda mais em familias ricas, onde os interesses est?o sempre em jogo.¡± fez uma pausa, torcendo o l¨¢bio. ¡°No futuro, voc¨º ter¨¢ muitos filhos, e certamente ter¨¢ prefer¨ºncias pelos filhos das mulheres que ama, enquanto os filhos das que n?o gosta ser?o negligenciados e ignorados. Como podem sobreviver crian?as n?o amadas, se nem o amparo da m?e t¨ºm?¡± Essas pvras atingiram Felipe em cheio, pois ele era aquele que n?o era amado, que desde pequeno nunca sentiu o amor paterno, nem sequer via o pai frequ¨ºncia. 14.04 Capitulo 38 Essa quest?o erao uma sombra que o envolvia, que ainda n?o havia se dissipado. ¡°Isso nunca acontecer¨¢ meus filhos.¡± Ele falou convic??o, mas ?ng Alves n?o se sentia tranqu, pois ao pensar em Tina, ficava apreensiva. ¡°Espero que n?o.¡± murmurou, baixando os olhos e suspirando levemente. Felipe a olhou um olhar profundo, um brilho afiado e frio passou rapidamente pelo fundo de seus olhos, e um tra?o de sarcasmo surgiu em sua express?o s¨¦ria. ¡°Voc¨º n?o estaria pensando em desistir do div¨®rcio, estaria?¡± ?ng Alves ficou at?nita por um momento, bn?ou rapidamente a cabe?a. ¡°N?o, n?o, por favor, n?o me entenda mal, eu vou cumprir o acordo e me divorciar de voc¨º, n?o haver¨¢ atrasos, de verdade.¡± Se pudesse, desejaria poder se divorciar naquele exato momento. Felipe duvidar d seria uma surpresa. Os filhos s?o as melhores pe?as no jogo,o n?o os usaria? ¡°Assim que as crian?as nascerem, s n?o ter?o nada a ver voc¨º, n?o deve ter nenhuma expectativa, ou ent?o n?o receber¨¢ nenhum centavo.¡± Ang Alves ficou sem pvras, nem estava pensando em seu dinheiro. for?ou um sorriso exagerado, ¡°Desde que o Sr. Martins cuide bem das crian?as, estarei tranqu. Quanto ao resto, vou me dedicar ao trabalho, lutar afinco, para n?o deixar preocupa??es para o chefe.¡± Felipe ficou sem rea??o, a testa ainda mais franzida. Essa mulher, o que era na vida passada, uma ervilha atiradora? Como podia disparar pvras t?o facilmente? O sil¨ºncio tomou conta do carro. Para evitar serem vistos, ?ng Alves saiu do carro uma parada antes do Edificio GM. n?o esperava que, mesmo no elevador, encontraria Felipe novamente. Era um destino ir?nico e inescap¨¢vel! Mas havia outra pessoa ele, era Tina. havia ficado mais de uma hora na entrada do pr¨¦dio, esperando para intercept¨¢¨Clo. Ao ver Ang Alves, Tina n?o escondeu seu desd¨¦m um grunhido: ¡°Ouvi dizer que voc¨º contratou Elton para umercial. N?o estaria nejando tornar a r??o p¨²blica, estaria? Eu estava preocupada que voc¨º pudesse seduzir Felipe, mas vejo que quer ser a cunhada dele!¡± ??? Cap铆tulo 39 Cap¨ªtulo 39 ficou sabendo disso atrav¨¦s de Kelly, que j¨¢ considerava Ang Alves uma inimiga mortal e estava sempre de olho em cada passo que dava. ?ng Alves respirou fundo em segredo. Sem Felipe por perto, n?o havia rtado, nejando agir primeiro e pedir permiss?o depois, mas n?o esperava que Kelly se adiantasse. ¡°A Sra. Silva est¨¢ brincando, certo? Isso ¨¦ apenas uma parceriaercialum. Ser¨¢ que todo mundo que quer contratar o Elton para umercial est¨¢ tentando se tornar a cunhada do Sr. Martins?¡± Tinan?ou¨Clhe um olhar fulminante. ¡°Elton troca de mulher mais r¨¢pido do que troca de roupa. Ele est¨¢ so brincando voc¨º. N?o se leve t?o a s¨¦rio.¡± ¡°Sra. Silva, isso n?o tem nada a verigo, de verdade. Por favor, pare de zombar de mim.¡± Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! Enquanto Ang Alves fva, n?ou um olhar furtivo para Felipe, que mantinha um rosto inexpressivo, lindoo uma m¨¢scara de gelo, assustadoramente frio, um ar sinistro e frio acumndo¨Cse em seus olhos.. estremeceu e apressou¨Cse em sair. ¡°Desculpe, eu¡­ estou no meu periodo menstrual e esqueci de trazer absorventes, vou dar uma passada na loja de conveni¨ºncia.¡± usou essa desculpa de prop¨®sito e, depois de fr, correu para fora. Entre as sobrancelhas cerradas de Felipe, uma raiva sutil estava escondida. Tina tentou segurar seu bra?o, mas ele a empurrou. ¡°Tenho uma reuni?o agora, voc¨º volta primeiro.¡± sentiu uma onda de desanimo: ¡°Felipe, faz dias que n?o te vejo, estou morrendo de saudades.¡± ¡°Seja obediente.¡± Felipe disse friamente e entrou sozinho no elevador. Tina, frustrada, bateu o p¨¦ no ch?o e, um aperto no cora??o, decidiu ir at¨¦ a loja de conveni¨ºncia para verificar a situa??o. Assim que entrou, viu Ang Alves pagando. haviaprado um suco e um pacote de absorventes. Estava atuandopletamente, s¨® para prevenir. E Tina realmente apareceu. Para manter o grande chefe, tamb¨¦m se esfor?ava bastante. ¡°Sra. Silva tamb¨¦m veio fazerpras.¡± cumprimentou e saiu carregando suas coisas. Tina estava confusa. 1/3 14.04 Capitulo 39 realmente estava naqueles dias? Ser¨¢ que estava pensando demais e a crian?a havia sido realmente abortada? Durante toda a tarde, Ang Alves ficou inquieta, medo de ser chamada ao escrit¨®rio de Felipe para ser repreendida. Mas Felipe n?o a chamou. Em vez disso, enviou um e¨Cmail algumas pvras: Trocar fot¨®grafo, refazer! Isso foio um trov?o, prestes a despeda?¨¢. pegou o suco, deu um gole e levantou¨Cse, indo direto para o escrit¨®rio do presidente. ¡°Sr. Martins, oercial j¨¢ foi filmado, e est¨¢ em p¨®s¨Cprodu??o. N?o podemos refazer.¡± Felipe estava esperando que viesse implorar por perd?o, uma express?o gda. conten??o mal escondida da f¨²ria em seu cora??o. Ele percebeu que essa mulher, embora parecesse submissa na superficie, nunca havia se comprometido ele. sempre estava lutando contra ele ¨¤ sua maneira, escorregadia e astuta como uma enguia. ¡°Quem te deu tanta aud¨¢cia?¡± ¡°¨¦ o meu trabalho.¡± Ang Alves disse cada pvra de forma ra e forte, ¡°Kelly levou o melhor fot¨®grafo e os melhores modelos, eu n?o tinha ningu¨¦m para usar, ent?o tive que pedir ajuda ao Elton. Para mim, ele n?o ¨¦ seu irm?o nem meu velho amigo, mas o melhor fot¨®grafo. Ele pode criar o comercial mais explosivo e fazer meu design brilhar na exposi??o de joias.¡± O olhar de Felipe tornou¨Cse sombrio, coberto por nuvens escuras. ¡°Voc¨º acha mesmo que eu n?o sei o que est¨¢ nejando?¡± Era evidente que estava procurando uma nova casa, pronta para correr para os bra?os de Elton assim que perdesse a esperan?a ele! Ang Alves apertou os l¨¢bios e respirou fundo, ¡°J¨¢ que voc¨º tem olhos de fogo e consegue ver, eu tamb¨¦m n?o pretendo esconder. Eu tenho meus pr¨®prios nos.¡± Essa franqueza pegou Felipe de surpresa. desistiu de fingir t?o rapidamente e estava pronta para a confronta??o? ?ng Alves abaixou a voz um sussurro: ¡°Eu sou uma pessoaum, sem familia influente, sem conex?es. Eu tamb¨¦m sonhava em estudar no exterior, mas n?o havia dinheiro em casa, ent?o eu desisti. Para algu¨¦mo eu, alcan?ar o sucesso significa se esfor?ar mil, dez mil vezes mais do que os outros, e agarrar cada oportunidade unhas e dentes. Esta exposi??o de joias ¨¦ a minha chance, eu quero que o mundo todo veja as minhas cria??es. que vejam a ?ng!¡± apertou os punhos for?a, reunindo coragem. ¡°Voc¨º sabe muito bem que a Kelly roubou meus designs, mas ainda assim a manteve na empresa, aindao designer¨Cchefe. N?o 3/1 14:04 Capitulo 39 seria porque tem fama e prestigio no mundo das j¨®ias?¡± Cap铆tulo 40 Cap¨ªtulo 40 O cargo de diretor estava agora vago, e muitos olhos cobi?osos se voltavam para ele, e Kelly tamb¨¦m ansiava por recuperar seu lugar. Eu n?o sei se voc¨º tem algu¨¦m em mente, mas eu gostaria de lutar por essa chance. Se eu conseguir me destacar na exposi??o de joias, terei provado o meu valor.¡± Felipe tossiu baixinho, cobrindo a bocao se tivesse engasgado, ¡°¨¦ esse o seu no?¡± Ele pensou que¡­. Parece que ele havia interpretado erroneamente a situa??o. Aqu hist¨®ria de procurar outra coloca??o¡­ provavelmente jamais admitiria. Ang Alves contornou a mesa de trabalho e se aproximou dele. ¡°Sr. Martins, quando voc¨º me promoveu a gerente, muitas pessoas ficaram insatisfeitas. Desta vez, se eu triunfar, n?o s¨® provarei minha capacidade, mas tamb¨¦m mostrarei que voc¨º tem um olhar agu?ado para o talento.¡± Quebia! Os olhos escuros e g¨¦lidos de Felipe brilhavam sob a luz, ganhando um tom ainda mais incisivo. ¡°Voc¨º s¨® aspira a ser diretora?¡± ro, Ang Alves tinha ambi??es maiores,o criar sua pr¨®pria marca, mas isso ficarial para o futuro. ¡°¨¦ preciso ter os p¨¦s no ch?o e avan?ar passo a passo, n?o se deve ser arrogante. A GM est¨¢ entre as 500 maiores do mundo. Se eu me tornar diretora nessa idade, j¨¢ seria um grande feito.¡± Felipe de repente se levantou, girou o corpo e a pressionou contra a mesa, as m?os. apoiadas de forma a envolv¨º. ¡°Voc¨º nunca pensou em ser a esposa do CEO?¡± Sua voz era leveo uma pluma deslizando em sua bochecha, mas tinham um peso que fazia seus ombros tremerem. O que ele queria dizer isso? Ser¨¢ que ele suspeitava que n?o se divorciaria? ¡°Esposa do CEO ¨¦ apenas um t¨ªtulo, n?o um cargo. O sucesso de uma mulher n?o se mede pelo homem quem se casa, mas p carreira que constr¨®i o pr¨®prio esfor?o. N?o me interessa ser esposa do CEO, eu n?o quero ser a mulher por tr¨¢s de um homem, eu quero lutar ps minhas conquistas.¡± engoliu em seco, e continuou: ¡°Sr. Martins, n?o se preocupe, eu n?o vou tomar o lugar da 1/3 14:04 Capitulo 40 sua esposa, assim que o beb¨º nascer, nos divorciamos. Espero que voc¨º encontre algu¨¦m gentil e bondosa, uma esposa virtuosa e m?e exemr.¡± O canto da boca de Felipe se retesou, e por algum motivo, aqus pvras s¨® serviam paral irrit¨¢¨Clo mais. ¡°Pensar em uma promo??o deve ser panhado de obedi¨ºncia. Aqueles que desafiam a mim ter?o um fim desagrad¨¢vel. Sua imponente presen?a a pressionava, o ar em sua volta ficando mais rarefeito, quase the faltando oxig¨ºnio. respirou fundo. ¡°Eu sempre segui o acordo ¨¤ risca, sem vir nenhuma cl¨¢us. Desta vez ¨¨ puramente profissional, Kelly tirou de prop¨®sito o fot¨®grafo e a modelo, me deixando em uma situa??o dif¨ªcil. Se n?o fosse por Elton, que concordou em me ajudar, eu estaria perdida.¡± juntou as m?os, apoiando o queixo ns e adotando uma express?o de d¨®, ¡°Como o novo lider da familia Martins, voc¨º n?o s¨® ¨¦ maispetente que o seu irm?o, mas certamente tamb¨¦m mais tolerante, mais magnanimo e maispreensivo. Voc¨º n?o teria coragem de pisar em mim novamente, acabando com esse pequeno pessoal que male?ou a crescer no campo, estou certa?¡± Felipe percebeu que estava novamente tentando manipul¨¢¨Clo. Se ele insistisse em refazer o trabalho, estaria sendo mais mesquinho que Elton. Garota astuta, cheia de truques. Mas aqueles elogios realmente soavam bem aos seus ouvidos. ¡°¨¦ in¨²til tentar enganar ou manipr pvras.¡± Ele n?o podia deix¨¢ sair vitoriosa suas artimanhas, sua atitude ainda era fria e imc¨¢vel, ?ng Alvese?ou a se desesperar, as l¨¢grimas giravam em seus olhos. prontas para transbordar. ¡°Pare isso.¡± Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! Uma l¨¢grima caiu na m?o dele, que se retra¨ªa levementeo se tivesse sido queimado, ¡°Sem choro.¡± ¡°Se voc¨º n?o concordar, n?o posso evitar as l¨¢grimas.¡± e?ou a solu?ar, as l¨¢grimas se tornando mais intensas, seu cora??o pulsando suavemente, enviando ondas para o corpo dele. Ele se sentia iodado e um tanto irritado. ¡°Chega.¡± Ele a cortou abruptamente. ?ng Alves ignorou e chorou ainda mais alto, sua ang¨²stia erao um rio caudaloso sem fim. Capitulo 40 Se tivesse que refazer o trabalho, preferiria bater a cabe?a contra um bloco de tofu na frente dele. O choro d o perturbava profundamente. ¡°Pare de chorar.¡± Ele bruscamente agarrou seus ombros e a beljou for?a, silenciando¨Ca.. Cap铆tulo 41 Cap¨ªtulo 41 O solu?o d foi gradativamente engolido, desaparecendo nos l¨¢bios dele. Ele beijava uma certa brutalidade, uma dor sutil emanava dos l¨¢bios d, provocando um arrepio em seu cora??o. sabia, aquilo era um castigo! Seus pequenos punhos ca¨ªamo gotas de chuva sobre os ombros dele. queria empurr¨¢¨Clo para longe, mas era in¨²til; ele era muito forte, im¨®velo uma rocha. e?ou a ficar sem ar, a cabe?a girava, o mundo rodava, e n?o conseguia reunir for?a alguma,o se fosse ¨¢gua mole, desabando nos bra?os dele, ¨¤ merc¨º de seu ¡°castigo¡°. Depois de um longo momento. Ele finalmente a soltou. Olhando para os l¨¢bios inchados d, os olhos emba?ados ps l¨¢grimas, um sorriso ir?nico e frio surgiu no canto da boca dele. ¡°Chorona assim e quer ser diretora?¡± voltou a si, submersa em vergonha e raiva, levantou a manga para secar as l¨¢grimas do rosto, ¡°Eu nunca chorava antes, ¨¦ por causa da gravidez¡­ As emo??es ficam inst¨¢veis, todas as gr¨¢vidas s?o assim. Voc¨º certamente n?o quer que eu fique deprimida por causa disso, se afetar o beb¨º, seria terrivel.¡± Felipe franzia a testa, sua express?o subitamente severa, segurou o queixo d for?a, Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. ¡°Quer usar o beb¨ºo um meio de me amea?ar? Voc¨º est¨¢ subestimando minha paci¨ºncia!¡± Uma onda de frio emanava dele, congndo o ar ao redor. estremeceu de frio, ¡°O beb¨º tamb¨¦m ¨¦ meu, eu nunca usariao pe?o. S¨® estou fndo de um fato, eu realmente sou afetada, realmente fico triste, e n?o ¨¦ algo que eu possa contrr. Enquanto fva, as l¨¢grimas voltavam a cair, incontrol¨¢veis. levantou a m?o para enxug¨¢s, mas mais l¨¢grimas ca¨ªam,o p¨¦rs desenfiadas, uma ap¨®s a outra. ¡°Eu realmente queria segurar, mas s n?o obedecem¡­¡± solu?ava, o queixo tremendo, e Felipe sentiao se seu cora??o fosse tocado. Ele apertava os dentes, o rosto sombrio, e depois de um tempo, espremeu algumas pvras entre os dentes: ¡°S¨® desta vez, se repetir, n?o serei indulgente.¡± Ele nunca cedia, aqu era a primeira vez! 14:04 Capitulo 41 respirou aliviada, sentindoo se um peso tivesse sido tirado de seus ombros. ¡°Obrigada, Sr. Martins!¡± sorria entre as l¨¢grimas. Esse sorriso irritava Felipe de uma maneira estranha,o se ele tivesse sido enganado novamente. Ang Alvese?ou a se preparar para a viagem a Paris. gastou uma ¡°fortuna¡± na Amazonas comprando algumas roupas elegantes e decorou¨Cas cristais, criando um estilo ¨²nico. A noite, ao voltar para casa ap¨®s o trabalho, Bruna a informou que algu¨¦m tinha enviado um presente. Pensando que era a eenda da Amazonas, abriu e levou um susto ao ver que era um vestido de alta¨Ccostura da Chanel. ¡°Uau, que lindo, mas certeza foi engano, onde eu teria dinheiro para um luxo desses?¡± Enquanto pensava em contatar o entregador, o celr tocou, uma mensagem no WhatsApp. Era de Elton: [Recebeu o vestido?] se chocou, tinha sido ele quem enviara! [Isso ¨¦ muito caro, eu¡­ n?o posso aceitar, voc¨º j¨¢ me ajudou muito e eu ainda nem agradeci,o posso aceitar um presente assim?] [Somos amigos?] [ro.] [Ent?o n?o precisa ser formaligo, sen?o vou pensar que n?o me considera um amigo, e isso me deixaria chateado. Agora voc¨º ¨¦ minha modelo, precisa brilhar no desfile de joias.] Mas¡­ Ang Alves n?o estava acostumada a aceitar presentes de outras pessoas, especialmente. t?o valiosos. se sentia envergonhada por n?o poder retribuir. Enquanto hesitava, Elton enviou um emoji sorridente: [Experimenta, v¨º se serve.] hesitou um pouco, mas colocou o vestido. Servia perfeitamente! Pegou o celr e tirou algumas selfies, enviando¨Cas em seguida. [Como voc¨º sabia do meu tamanho?] [N?o ¨¦ essa a habilidade b¨¢sica para um fot¨®grafo?] Felipe sorriu charmosamente, seus olhos eramo uma r¨¦gua, capazes de medir as 1405 Capitulo 41 propor??es de uma mulher um s¨® olhar. [Voc¨º est¨¢ linda, nos vemos em Paris.] ?ng Alves se surpreendeu um pouco, [Voc¨º tamb¨¦m vai para Paris?] Cap铆tulo 42 Cap¨ªtulo 42 Elton n?o respondeu, apenas enviou um emoji um sorriso discreto; ele nunca deixava uma mulher pagar a conta. retribuiu outro sorriso: (Obrigada pelo presente, eu nunca tinha usado um vestido t?o lindo.] precisavae?ar a economizar logo, para poder retribuir o favor. O presente para Elton tinha que ser de primeira, e se conseguisse a promo??o a diretora, seu sal¨¢rio subiria nas alturas! Ang Alves jamais imaginara que, naqu exposi??o de joias, Felipe tamb¨¦m estaria presente e permitiria que eles voassem juntos no seu jatinho particr. Chegando ao aeroporto, prestes a embarcar, viu Tina e sua m?e correndo apressadas em sua dire??o. Tina agarrou a manga de sua camisa: ¡°Felipe, eu tamb¨¦m quero ir voc¨º para Paris.¡± Felipe franziu a testa e soltou sua m?o: ¡°Eu estou indo a trabalho, n?o a f¨¦rias.¡± Eloisa sorriu levemente: ¡°Tina j¨¢ tinha nejado tirar f¨¦rias em Paris. Quando soube que voc¨º tamb¨¦m iria, pensou que poderia aproveitar seu avi?o. Fique tranquilo, n?o vai iodar. Se for inconveniente, pode ir de vooercial.¡± Se Eloisa n?o estivesse ali, Felipe n?o hesitaria em mandar Tina de volta para casa. Mas agora, fndo daquele jeito,o ele poderia mandar Tina embora? Afinal, era a tia que o havia cuidado desde pequeno; ele devia a ao menos esse favor. ¡°Comporte¨Cse bem quando estiver a bordo.¡± ¡°Eu sei.¡± Tina respondeu, um sorriso amplo. Eloisa segurou a m?o de Felipe: ¡°Eu estou te confiando a Tina, cuide bem d.¡± ¡°Fique tranqu.¡± Felipe assentiu levemente. Se n?o seportasse, ele a puniria sem hesitar. ?ng Alves estava animada, mas ao ver Tina, sentiu¨Cse um tanto desconfort¨¢vel, e sua boal disposi??o diminuiu p metade. Esperava que Tina a ignorasse e a tratasseo se fosse invisivel, sem procurar provoca??o. Maso Tina poderia ignor¨¢? Mesmo que ?ng realmente tivesse abortado, Tina ainda a veria como um inc?modo. Capitulo 42 ¡°Ang Alves, ¨¦ a sua primeira viagem para o exterior, n?o ¨¦?¡± ¡°Sim.¡± ?ng respondeu educadamente. Tina fez um som de desprezo a boca: ¡°Pessoaso voc¨º, de sse m¨¦dia, est?o sempre sonhando acordadas, querendo se casar homens ricos, n?o ¨¦?¡± Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! ?ng Alves deixou dedo a revista, mantendo seu semnte sereno e um tom de voz calmo: ¡°Sra. Silva realmente tem um senso de humor. O destino do casamento est¨¢ nas m?os do destino. O que ¨¦ seu, ningu¨¦m pode tirar. O que n?o ¨¦, n?o adianta implorar. Melhor deixar as coisas seguirem seu curso.¡± ¡°Tsc, vejo que voc¨º est¨¢ bem empenhada¡­¡± Tina foi interrompida por Felipe em um tom severo: ¡°Estamos prestes a decr, n?o vai se sentar?¡± mostrou a lingua e rapidamente tomou o lugar aodo dele. ¡°Felipe, por que deixar ?ng Alves ocupar o lugar da Kelly? n?o tem nenhuma experi¨ºncia, s¨® vai passar vergonha e manchar a imagem da GM.¡± Um brilho frio passou pelos olhos de Felipe: ¡°E o que voc¨º acabou de dizer, n?o foi vergonhoso?¡± O tom de repreens?o fez Tina estremecer: ¡°Eu s¨® estou dizendo apenas a verdade. Mulheres desse n¨ªvel, certamente s?o interesseiras.¡± O olhar de Felipe escureceu, tornando¨Cse sombrio. Apesar de ?ng Alves ter seus defeitos, n?o era da conta de Tina ridicriz¨¢. Exceto ele, ningu¨¦m tinha esse direito. ¡°Isso ¨¦ problema d. Se voc¨º ousar iod¨¢ novamente, eu te mando de volta para a Cidade Maravilhosa na hora.¡± Tina fez beicinho e provocou: ¡°Se n?o conseguir te seduzir, vai correr para os bra?os do Elton. Quem sabe, talvez at¨¦ suba na cama dele. E depois de uma noite, ser¨¢ que o Elton ainda vai querer ? Ele ¨¦ conhecido por descartar ap¨®s um ¨²nico uso. Essas pvras foramo agulhas no cora??o de Felipe. Os m¨²sculos em torno de sua boca se tensionaram, e uma onda de raiva passou por seu rosto. Ang Alvesn?ou um olhar em sua dire??o. Se n?o estivesse enganada, Tina estava fndo mal d para Felipe. Felipe tinha uma express?o impr¨¢vel; quanto pior seu humor, mais fria sua fei??o se tornava. Naquele momento, ele estava assustadoramente frio, emanando uma aura g¨¦lida que, mesmo ¨¤ distancia, conseguia sentir arrepios. Capitulo 42 esperava que n?o acabasse sofrendo as consequ¨ºncias daqu tempestade sem motivo. Cap铆tulo 43 Cap¨ªtulo 43 Jenny sentou¨Cse aodo e, pegando uma revista, cobriu o rosto e sussurrou quase inaudivel: ¡°A Sra. Silva certeza veio de prop¨®sito, s¨® para ficar de olho no chefe.¡± Isso ent?o nem precisava dizer, todos sabiam. ?ng Alves fez um gesto de sil¨ºncio o dedo na boca, as fofocas do chefe preferial deixar de lado, para n?o sobrar para . J¨¢ em voo est¨¢vel, o chefe enviou uma mensagem no WhatsApp: (A suite de cima ¨¦ sua, pode ir quando quiser, se n?o se sentir bem, me avise imediatamente.] [Est¨¢ bem, obrigada Sr. Martins.] respondeu uma formalidade exagerada. Felipe franziu a testa inconscientemente en?ou¨Clhe um olhar sombrio. levantou a cabe?a naquele momento e os olhares de ambos se cruzaram no ar, faiscas voaram! desviou o olhar rapidamente e olhou p jan, seu cora??o acelerando silenciosamente. Era o crep¨²sculo, e o p?r do sol tingia as nuvens de cores vibrantes, uma vis?o especialmente b l¨¢ do alto. O humor do chefe erao aquele c¨¦u, sempre imprevis¨ªvel e um tanto assustador. Uma sombra passou pelo rosto bonito de Felipe. Esse olhar furtivo d, seria medo ou culpa? A aeromo?a trouxe bebidas. Ele tomou um gole de caf¨¦ e se levantou, indo para a cabine traseira, Tina seguindo¨Coo uma sombra. Aproveitando que n?o havia ningu¨¦m por perto, o abra?ou por tr¨¢s e disse: ¡°Felipe, n?o quero dormir sozinha esta noite, posso dormir voc¨º?¡± Felipe friamente tirou suas m?os de seu pulso, sem express?o alguma no rosto, gdoo o gelo, ¡°N?o fa?a escandalo, preste aten??o ao seuportamento.¡± Tina, prestes a chorar,mentou. ¡°Eu sou sua noiva, o que h¨¢ de errado em um pouco de carinho?¡± Enquanto fva, tentou abra?¨¢¨Clo novamente, mas ele segurou seus bra?os firmeza. Por coincid¨ºncia, ?ng Alves passou por ali, pensando em ir ao restaurante paraer algo. Ao ver a cena, congelou. Meu Deus, pensou que as coisas n?o estavam indo bem entre o grande chefe e Tina, mas n?o imaginava que estavam t?o animados, cheios de paix?o, at¨¦ mesmo nejando fazer LAMIUID 43 alguma coisa no avi?o. tinha interpretado tudo errado! Rapidamente cobriu os olhos e virou¨Cse, ¡°Desculpe, n?o queria iodar, n?o vi nada, continuem. tentou sair correndo, mas ouviu Felipe chamando¨Ca em voz baixa: ¡°Espere!¡± E agora! Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! Embora n?o tivesse visto o rosto de Felipe, sentiu um arrepio nas costas, um frio prante. Que sorte de cachorro tinha, para testemunhar uma cena t?o embara?osa assim? ¡°Sr. Martins¡°, se virou, os l¨¢bios apertados em constrangimento, ¡°Eu juro que n?o vi nada, sou miope e ainda tenho astigmatismo.¡± Tina estava irritada e, ao v¨º, ficou ainda mais furiosa. ¡°Voc¨º fez de prop¨®sito, n?o foi? Est¨¢ nos seguindo?¡± ?ng Alves sentiu¨Cse injusti?ada, n?o era t?o desocupada nem tinha coragem para tanto. ¡°Eu s¨® estava fome e queriaer algo l¨¢ atr¨¢s.¡± Tina olhou para f¨²ria, quase querendo atac¨¢. ¡°Voc¨º ¨¦ uma esfomeada ou o qu¨º? Mal voamos e voc¨º j¨¢ est¨¢ fome¡­¡± queria desabafar e se vingar, mas Felipe a empurrou for?a. Ele n?o mostrou nenhuma considera??o e trope?ou para odo, quase caindo se n?o fosse por uma poltrona no caminho. Ang Alves respirou fundo. Nossa, o chefe mudava de humor mais r¨¢pido que as p¨¢ginas de um livro, um segundo antes todo carinhoso e no seguinte descartando¨Cao um pano velho. Tina tamb¨¦m estava em uma situa??o dif¨ªcil. Enquanto ?ng murmurava para si mesma, Felipe j¨¢ estava caminhando em sua dire??o, um brilho sombrio nos olhos, ¡°O que ainda est¨¢ fazendo aqui? N?o vaier?¡± podia passar fome, mas o filho dele, n?o. ¡°Ah.¡± rapidamente saiu de fininho. Felipe entrou na s de reuni?es e Tina, l¨¢grimas nos olhos, sem se importar a dor, tentou segui¨Clo, mas a porta se fechou impiedosamente em sua cara, deixando¨Ca frustrada e batendo o p¨¦ de raiva. No restaurante, ?ng Alves pediu um prato de bife macarr?o. Enquantoia, sentiu¨Cse um pouco iodada. Capitulo 43 Legalmente, era a esposa legitima. O que eles estavam fazendo era, aos olhos da lei, um caso ilicitol Por que estava se desculpando quando n?o fez nada de errado? Que injusti?a! Tina chegou bufando de raiva, sentou¨Cse na cadeira em frente e a encarou um olhar que parecia querer devor¨¢ viva. Isso realmente afetou o apetite d! Cap铆tulo 44 Cap¨ªtulo 44 ¡°O Felipe detesta ser interrompido nos momentos intimos, voc¨º est¨¢ ferrada.¡± Disse Tina falou os dentes cerrados, aqu desgra?ada estragava tudo que tinha de bom, uma verdadeira praga! Ang Alves se esfor?ava ao m¨¢ximo para manter a calma. S¨® de pensar no castigo do Felipe, seus l¨¢biose?avam a formigar de dor. decidiu que, se ele usasse isso para castig¨¢, invocaria a lei do casamento para se proteger. ¡°Sra. Silva, h¨¢ dezenas de pessoas neste avi?o, incluindo a trip??o. Voc¨ºs deveriam procurar um lugar mais reservado para esses momentos intimos, sen?o ¨¦ muito f¨¢cil serem pegos no gra.¡± Tina girou os olhos, exibindo um sorriso malicioso, ¡°Voc¨º sabe o que ¨¦ excitante? O Felipe adora isso, ele vive me levando para o jardim em plena luz do dia, e at¨¦ fazemos no conv¨¦s do iate¡­¡± fva tanta vivacidade que quase at¨¦ mesma acreditava. ?ng Alves ficou chocada, seus valores bn?aram. Caramba, o grande chefe, que por fora era t?o frio, por dentro era t?o libertino! As apar¨ºncias realmente enganam! n?o duvidou nem por um segundo da veracidade nas pvras de Tina. Na sua cabe?a, os sentimentos e os desejos f¨ªsicos dos homens podiam serpletamente separados. Mesmo que fosse uma mulher desagrad¨¢vel, ele ainda assim poderia desej¨¢. Afinal, ele j¨¢ havia mostrado interesse n antes.. Content rights by N?velDr//ama.Org. ¡°Sra. Silva, isso ¨¦ assunto privado entre voc¨º e o chefe. N?o preciso saber desses detalhes.¡± n?o queria acabar na lista negra do chefe por saber demais e ser ¡°silenciada¡°. Tinan?ou¨Clhe um olhar de desprezo, ¡°Mulhereso voc¨º jamais entrar?o para a alta sociedade, nunca ser?o uma esposa legitima, no m¨¢ximoo uma amante, apenas para serem usadas.¡± Ang Alves sorriu levemente, gra?as ¨¤ sua sorte, realmente havia se tornado a esposal principal. De acordo a tradi??o, a primeira esposa ¨¦ a leg¨ªtima, casada e unida pelo destino. enquanto a segunda ¨¦ apenas uma adi??o ao caminho j¨¢ percorrido. Capitulo 44 O lugar de esposa legitima do grande chefe, infelizmente para Tina, j¨¢ era ocupado por . Mesmo que eles se casassem de novo. Tina seria apenas a segunda, nunca a primeira. ¡°Eu ainda sou jovem, quero me dedicar ¨¤ minha carreira, n?o penso em casamento, Espero que a Sra. Silva e o Sr. Martins encontrem felicidade em seu rcionamento.¡± ¡°Estamos nejando nosso casamento, mas ro, voc¨º n?o ser¨¢ convidada, n?o tem esse prestigio.¡± Tina levantou¨Cse e saiu, sentindo¨Cse aliviada ap¨®s desabafar ¨¢ng Alves fez uma careta. n?o tinha o menor interesse em ir ao casamento do ¡°ex¨Cmarido¡°. Ap¨®s terido e bebido ¨¤ vontade, saiu do restaurante e Felipe estava em uma reuni?o os executivos dos departamentos de neg¨®cios e marketing. Ele n?o s¨® participaria de uma exposi??o de joias, mas tamb¨¦m inspecionaria as filiais. europeias. voltou para o seu assento, onde Jenny estava assistindo a uma nov. Sem nada melhor para fazer, se odou na cadeira ee?ou a assistir junto. Jenny choravapulsivamente. ¡°¨¦ t?o cruel, a protagonista ama o protagonista h¨¢ dez anos. deu tanto de si mesma, mas o cora??o do protagonista sempre esteve na segunda mulher.¡± Ang Alves j¨¢ n?o aguentava mais assistir, detestava tramas ¡°c¨¦rebro apaixonado¡°. ¡°As mulheres nunca devem ficar cegas de amor, nunca acaba bem. Se um homem n?o te ama, voc¨º deve parar a tempo e procurar outro. H¨¢ muitos peixes no mar, por que se apegar a apenas um?¡± Enquanto fva, Felipe passou por ali, ap¨®s terminar a reuni?o, e ouviu tudo. Um brilho frio passou por seus olhos. era de fato muito pr¨¢tica, n?o ¨¦ ¨¤ toa que j¨¢ tinha outro na manga! Ele sentou¨Cse silenciosamente atr¨¢s d e fingiu folhear uma revista, enquanto ¡°espionava¡± a conversa. A pessoa ¨¤ frente n?o tinha a menor ideia e continuava fndo despreocupadamente. Jenny perguntou: ¡°Voc¨º realmente nunca namorou?¡± ¡°Nunca.¡± ?ng Alves bn?ou a cabe?a. Jenny parecia incr¨¦d, ¡°Voc¨º ¨¦ t?o bonita, imposs¨ªvel n?o ter quem te queira.¡± ?ng Alves sorriu, n?o era que n?o houvesse pretendentes, na verdade havia muitos, mast n?o sentia nada por eles. ¡°Prefiro esperar pelo certo do que me contentar qualquer um, tenho que esperar p pessoa mais adequada para mim.¡± Capitulo 44 ¡°Voc¨º nunca gostou de ningu¨¦m?¡± Jenny estava muito curiosa. Ang Alves descascou umaranja, um sorriso discreto surgiu em seus l¨¢bios, ¡°J¨¢ tive, sim. mas¡­ parou de repente. O homem atr¨¢s d estreitou os olhos levemente, e sua express?o de imediato tornou¨Cse extremamente grave. Cap铆tulo 45 Cap¨ªtulo 45 ¡°Desembucha logo.¡± Jenny brilhava nos olhos, uma express?o de quem n?o via a hora de ouvir uma fofoca das boas. Ang Alves saboreou um peda?o de tangerina, baixando um pouco a voz. ¡°Foi um amigo que conheci na faculdade, ele foi o ¨²nico que se encaixou perfeitamente nos meus crit¨¦rios de escolha de parceiro ideal.¡± Enquanto fva, os dedos de Felipe subitamente se apertaram, amassando a revista emi suas m?os at¨¦ ficar toda enrugada. Ele sabia muito bem quem era esse homem! Jenny perguntou: ¡°Por que voc¨ºs n?o namoraram ent?o?¡± ¡°Eu estava interessada nele, mas n?o sabia se o sentimento era reciproco. Ele era de outral cidade, e depois que voltou para l¨¢, acabamos perdendo contato.¡± ?ng Alves deu de ombros, uma tranquilidade que parecia vir das nuvens. ¡°Eu sou do tipo que se desapega f¨¢cil. Se a pessoa n?o se interessa por mim, passo para frente sem hesitar, sem desperdi?ar meus sentimentos.¡± Jenny levantou o polegar em aprova??o, ¡°Eu tee admiro por ser assim, t?o desapegada, sem se deixar prender por paix?es.¡± ?ng Alves fez um biquinho. ¡°S¨® vale a pena investir em algu¨¦m que realmente te ama. Se n?o te ama, por que se iodar? Quer sofrer por amor?¡± Por tr¨¢s, um ar gdo e amea?adore?ou a se formar nos olhos de Felipe. ¡°Felipe, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± A voz de Tina chegou por tr¨¢s dele. Ele rapidamente fechou a revista, e toda a emo??o desapareceu de seu rosto num instante. deixando apenas um frio cial. ?ng Alves se assustou, virando¨Cse para ver o rosto s¨¦rio e charmoso de Felipe, dando um pulo de susto. Caramba, desde quando o grand?o estava ali? nem tinha percebido sua presen?a. ¡°Sr. Martins.¡± for?ou um sorriso e cumprimentou, em seguida levantou¨Cse, ¡°Estou um pouco cansada, vou subir para descansar um pouco.¡± Ele parecia estar de mau humor, e sentiu um cfrio. Melhor manter distancia. Quando estava quase chegando ¨¤ escada, Tina a chamou, ¡°Voc¨º vai pra onde?¡± ¡°Para a cabine de descanso.¡± ?ng Alves respondeu baixinho. Tina revirou os olhos, sem esconder o descontentamento, ¡°O segundo andar ¨¦ a ¨¢rea privativa 1/3 do Sr. Martins, voc¨º n?o sabia?¡± S¨® tinha acesso. Ang Alves realmente n?o sabia, por isso n?o tinha visto ningu¨¦m subir ¡°Eu¡­ estou enjoo de avi?o, j¨¢ tinha pedido permiss?o ao Sr. Martins, ele me autorizou a usar a cabine.¡± rapidamente inventou uma desculpa, e enquanto fva, deu uma olhada discreta para Felipe. Com o rosto fechado, ele disse em tom grave: ¡°N?o precisa explicar, fui eu que permiti. agradeceu exageradamente, ¡°Obrigada, Sr. Martins. Ter um chefe assimo o senhor ¨¦ uma sorte grande para n¨®s funcion¨¢rios.¡± Dito isso, subiu as escadas correndo. Tina quase desmaiou de indigna??o. ¡°Felipe, voc¨º n?o acha que est¨¢ sendo muito bom para ? ¨¦ s¨® uma gerente, nem ¨¦ da alta c¨²p. Por que merece um tratamento assim?¡± Felipe n?o melhorou seu humor nem um pouco o elogio, ainda estava sombrio. ¡°Minhas decis?es n?o est?o sujeitas ¨¤ sua aprova??o.¡± Deixando as pvras no ar, ele se levantou e saiu. Ang Alves entrou na cabine de descanso, deitou¨Cse na cama macia e sentiu¨Cse extremamente confort¨¢vel. Quem diria que sua primeira viagem de avi?o seria no jato privado do chef?o, direito a uma cama espa?osa? Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. devia essa aos anjinhos em sua barriga! Tocou a pr¨®pria barriga, colocou os fones de ouvido e fechou os olhos para descansar, sem perceber que a porta se abriu e uma silhueta se aproximou silenciosamente. Logo, sentiu sono, tirou os fones, e quando abriu os olhos, viu o homem aodo da cama. quase pulou para fora da cama de susto, ¡°Martins¡­ Sr. Martins, e que o senhor est¨¢ fazendo aqui?¡± Felipe a encarava de cima, um olhar frio que dava cfrios. engoliu em seco, imaginando se ele estava ali para acertar as contas por algo que havia interrompido. ¡°Ah¡­ Sr. Martins, eu realmente n?o queria interromper o Sr. e a Sra. Silva, at¨¦ porque. legalmente fndo, isso ¨¦ trai??o. Se o senhor veio aqui para me punir por isso, n?o seria justo.¡± Felipe engasgou¨Cse, sentindo subitamenteo se todas as sa¨ªdas de ar estivessem bloqueadas, uma f¨²ria intensa queimando por dentro sem encontrar v¨¢lv de escape, Cap铆tulo 46 Cap¨ªtulo 46 Ele se inclinou de repente, os bra?os apoiados aodo d, sua grande figura cobriu¨Cao um monte, um senso de opress?o envolvendo fortemente, ¡°Voc¨º ainda sabe of que significa trair, que maravilha!¡± se encolheu, agarrando¨Cse ao cobertor, tentando reunir coragem para argumentar ele. ¡°Ter um rcionamento algu¨¦m que n?o seja sua esposa, isso ¨¦ trair. Mesmo que nosso casamento seja de fachada, uma vez que temos a certid?o, somos marido e mulher perante a lei, foi voc¨º quem disse isso.¡± teria estado melhor se ficasse em sil¨ºncio, mas suas pvras s¨® deixaram ele mais irritado, suas sobrancelhas quase se torceram de raiva. ¡°Flertar outros homens que n?o sejam seu marido legal, isso contao trai??o?¡± ¡°Conta, sim.¡± assentiu sem hesitar, ¡°Eu nunca fiz tal coisa, sempre fiz amizades de forma honesta, nunca me envolvi em flertes.¡± Mentindo sem piscar, s¨® de olhar dava pra ver que ¨¦ uma menina m¨¢! Felipe murmurou baixinho, um olhar cheio de deboche, ¡°Quem ¨¦ esse fantasma que atende aos seus crit¨¦rios de parceiro ideal?¡± O prefixo ¡°ideal¡± foi esmagado em p¨® por ele, e automaticamente destru¨ªdo. ?ng Alves inspirou profundamente. O grande chefe, ouviu a conversas d? Isso ¨¦ demais! ¡°Isso ¨¦ coisa do passado, nunca namorei ele.¡± Passado? Talvez n?o! Felipe segurou o queixo d firmeza, seu olhar gdo cortando seu rostoo uma lamina, ¡°Voc¨º est¨¢ nejando reacender um velho romance ele por tr¨¢s das costas do seu marido?¡± Ao ouvir isso, ?ng Alves soube que ele havia adivinhado quem era a outra pessoa; havia mencionado isso antes, ent?o era impossivel ele n?o saber. ¡°Fique tranquilo, mesmo que eu queira reacender esse romance, seria depois de nos divorciarmos. Sou uma cidad? que respeita as leis, n?o viria a lei do casamento.¡± Essas pvras n?o diminuiram a raiva de Felipe. N?o ¨¦ que estava considerando Eltono seu pr¨®ximo parceiro? nejando ficar Elton depois do div¨®rcio? 1/3 14:06 ¡°Voc¨º acredita que eu posso esmagarpletament¨¦ esses seus nos astutos?¡± nos? Os d eram apenas.. Um grande peda?o de granizo calu do c¨¦u, atingindo seu cora??o violentamente e quase. trazendo l¨¢grimas aos seus olhos! ¡°Voc¨º j¨¢ decidiu quem ser¨¢ o novo diretor? Vai promover algu¨¦m de dentro ou trazer algu¨¦m de fora, voc¨º n?o vai me dar uma chance depetir?¡± de repente ficou agitada, elevando involuntariamente sua voz. Essa pergunta inesperada,o fogos de artificio, explodia em seus ouvidos, fazendo Felipe sentir uma dor aguda. Ele j¨¢ estava furioso, e agora queria cuspir sangue! Como pode mudar de assunto t?o repentinamente, saltando milhas de distancia? ¡°Se voc¨º me irritar, esque?a ser diretora, eu vou te despedir na hora!¡± Essas pvras atingiram o ponto fraco de Ang Alves, seu rosto ficou p¨¢lido, seu cora??o emaranhado, ¡°Isso ¨¦¡­ misturar o pessoal o profissional, pura vingan?a!¡± Quem foi que disse que sempre se separava o pessoal do profissional? O grande chefe era um grande mentiroso! Felipe se levantou, olhando para baixo para , seus olhos brilhavam uma luz fria e sarcastica, com um sorriso sombrio em seus l¨¢bios, ¡°E dai? O que voc¨º pode fazer?¡± Ang Alves desabouo um bal?o furado, desmoronando na cama. n?o podia fazer nada, ele era o imperador que tinha o poder de vida e morte, era apenas uma insignificante, pisada sob os p¨¦s dele, sem espa?o para se virar. As l¨¢grimase?aram a cairde seus olhos, inspirou pelo nariz e puxou o cobertor sobre sua cabe?a. tentou conter um solu?o muito baixo, mas seu corpo tremia o cobertor. Isso fez que toda a raiva de Felipe fosse embora,o se seus punhos estivessem batendo em um monte de algod?o. Ele percebeu, era feita de ¨¢gua, sua forma de contra¨Catacar era chorando! Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! ¡°Chora mais uma vez, e eu te demito agora mesmo!¡± ¡°Eu n?o estou chorando, ¨¦ s¨® areia nos meus olhos.¡± Sua voz tr¨¦m soava abafada sob o cobertor. normalmente era t?o forte, raramente chorava, mas por alguma raz?o, sempre que ele ¡°intimidava¡± , as l¨¢grimas escorriam incontrvelmente e sem motivo. Felipe estava sem pvras! 2/3 14:06 Capitulo 46 Como poderia haver areia em um avi?o? Ele agarrou o cobertor irrita??o e o puxou for?a, sem perceber que tamb¨¦m tinha agarrado a al?a de camis d, rasgando¨Ca de uma vez. A camis deslizou para baixo, revndo uma vis?o espl¨¦ndida! Cap铆tulo 47 Cap¨ªtulo 47 Ang Alves ficou paralisada de medo, o corpo d ficou rigido quanto uma pedra, incapaz de se mover, enquanto um solu?o preso sufocava a garganta d. De repente, Felipe sentiu seu sangue esquentar, precipitando¨Cse em dire??o a suas extremidades. V¨¢rias mulheres j¨¢ estavam nuas na frente dele, incluindo Tina, mas nenhuma ds nunca despertou seu interesse. Mas essa mulher sempre conseguia ultrapassar suas defesas, ati?ando eleo chamas que consumiam ele,o um virus imc¨¢vel. Ele baixou o rosto, sua b fei??o quase tocando o delicado rosto d. ¡°¨¦ verdade que ningu¨¦m nunca te tocou?¡± ¡°N?o¡­ ningu¨¦m.¡± Ang Alves bn?ou a cabe?a, nunca tinha sido vista assim por ningu¨¦m. exceto por ele. Gradualmente recuperando¨Cse do choque, tentou cobrir¨Cse vergonha, mas teve o pulso agarrado por ele e pressionado contra o travesseiro. ¡°N?o quero¡­¡± virou o rosto, cheia de vergonha, sem coragem de abrir os olhos. O olhar dele era intensoo fogo, fazendo seu rosto arder em rubor. Content rights by N?velDr//ama.Org. A respira??o de Felipe tamb¨¦m parecia estar prestes a pegar fogo. Embora n?o gostasse d, e at¨¦ desprezasse , e soubesse que suas inten??es n?o eram puras, que estava manipndo ele todas as suas artimanhas, ele se encontrava, malditamente e fora de controle, desejando cair na armadilha d! Quase instintivamente, sua m?o grande cobriu o peito d. ?ng Alves tremeu um cfrio, seu corpo endureceu novamente, e seus olhos, ampliados pelo terror, eram maiores que sinos. n?o sabia o que estava acontecendo consigo mesma; diante da invas?o dominadora dele, ficou aterrorizada e im¨®vel,pletamente sem a capacidade de resistir. Seus dedos eram suaveso algod?o doce, vorazeso uma cobra que engole a sanidade de Felipe. Ele sen?ou sobre for?a, sua m?o invadiu sua saia sem nenhuma restri??o. ?ng Alves percebeu o que ele estava prestes a fazer, ficou petrificada, os nervos ¨¤ flor da pele. [Felipe gosta de emo??o, n¨®s costum¨¢vamos fazer isso no jardim durante o dia¡­] As 1/3 14:06 Capitulo 47 pvras de Tina ecoaram em seus ouvidos, fazendo estremecer. N?o, n?o queria jogos arriscados o grande chefe, n?o queria entregar sua primeira vez a um homem que n?o gosta d. ¡°N?o¡­ Sou uma gestante, n?o posso¡­¡± bn?ava a cabe?a vigorosamente. O olhar de Felipe desceu at¨¦ seu abd?men no,o se um balde de ¨¢gua fria tivesse sido jogado sobre o fogo ardente. Ele respirou fundo e soltou , seu olhar esfriou de repente. ¡°Isso ¨¦ apenas um castigo. ¨¦ melhor voc¨º seportar, sen?o, haver¨¢ consequ¨ºncias mais. duras.¡± Deixando essas pvras para tr¨¢s, ele se virou e saiu, deixando um frio sombrio no quarto. ?ng Alves puxou o cobertor sobre si, encolhendo¨Cse em posi??o fetal. tinha medo daquele tipo de puni??o. Ele detestava e desprezava aquilo, e n?o importava o que dissesse ou fizesse, ele sempre estava ¨¤ beira de um ataque de f¨²ria, imprevis¨ªvel. Felipe tomou um banho de ¨¢gua fria, vestiu um roup?o azul, sua figura esguia e imponentelo a de um deus, sempre tentador. Tina subiu, e seu cora??o tremeu ao ver ele, desejou agarrar ele naquele mesmo momento. ¡°Felipe, quero dormir voc¨º esta noite!¡± ¡°N?o enche o saco.¡± Felipe franziu a testa, sem paci¨ºncia , virando¨Cse em dire??o ao seu quarto de descanso. Num instante, Tina se despiupletamente, correndo para bloquear a porta. ¡°Eu quero, eu quero dormir voc¨º!¡± era muito bonita, tra?os ex¨®ticos e bem definidos, um rosto delicado e sedutor, uma beleza que provoca grande admira??o. Com uma silhueta de medelo, alta e esbelta. exva sensualidade. Mas Felipe n?o sentia nada, absolutamente nada. O fogo provocado por ?ng Alves, ainda n?o extintopletamente, de repente se apagou sem deixar vest¨ªgios. Ele tinha visto mulheres ainda mais deslumbrantes do que Tina, mas nenhuma despertava seu interesse. Parecia que ele, um barril de p¨®lvora, s¨® podia ser aceso pelo isqueiro que era ?ng Alves. E isso, ele at¨¦ ficava surpreso isso! Capitulo 47 Nesse momento, Ang Alves saiu do quarto de descanso, querendo ir ao banheiro. Ao abrir a cortina, deparou¨Cse a cena e,o um relampago, deixou a cortina cair, tremendo de medo. Cap铆tulo 48 Cap¨ªtulo 48 Que babado! Ang Alves pensou que tinha topado uma for?a sobrenatural, pois havial grado novamente um ¡°neg¨®cio¡± do grande chefe. Por sorte, foi r¨¢pida e eles n?o perceberam que estava l¨¢. Caso contr¨¢rio, estaria acabada, seriao se o grande chefe chutasse do alto de um arranha¨Cc¨¦u. voltou na ponta dos p¨¦s. No sil¨ºncio do avi?o, a voz fria de Felipe ecoou, ¡°Voc¨º deveria saber que eu n?o posso tocar em mulheres.¡± Como assim? N?o pode tocar em mulheres? Os passos de ?ng Alves pararam de repente, e a curiosidade fez voltar desesperadamente, abrindo uma fenda na cortina e espiando cautelosamente. Tina, desda, disse. ¡°Ent?o, quando voc¨º vai poder?¡± ¡°N?o sei.¡± Felipe pegou suas roupas e entregou para . ¡°Se voc¨º n?o pode esperar, podemos. cancr o noivado!¡± Por tr¨¢s da cortina, Ang Alves cobriu a boca, tentando n?o fazer barulho e evitar ser descoberta. Meu Deus, o grande chefe n?o pode tocar em mulheres? Ent?o, o que ele estava tentando fazer agora pouco? Por pouco n?o tirou a sua virgindade! Tinae?ou a chorar, ¡°N?o, eu sou sua na vida e na morte. Se voc¨º n?o casarigo, eu vou morrer.¡± Um tra?o de mal¨ªcia passou pelos olhos de Felipe, e ele suspirou baixinho, ¡°Pode ser quel nunca seja poss¨ªvel. Voc¨º tem certeza que pode aguentar?¡± ¡°Imposs¨ªvel!¡± Tina se exaltou, abra?ando ele for?a e esfregando seu corpo contra o dele numa tentativa de seduzir ele. pensou que ele estiva mentindo. Mas logo sentiu que era verdade, n?o havia rea??o alguma! Felipe afastou seus bra?os, ¡°N?o adianta, ¨¦ in¨²til.¡± Tina sentiu um desespero profundo, ¡°Voc¨º ¨¦ assim todas as mulheres?¡± ¡°Com qualquer mulher, ¨¦ a mesma coisa, n?o tem nenhuma diferen?a.¡± Um brilho passou pelo olhar gdo de Felipe. 14:06 Capitulo 48 Naquele momento, Ang Alves estava chocada, engolindo em seco. O grande chefe n?o pode tocar mulheres porque tem algum problema? Isso n?o pode ser! Mas agora h¨¢ pouco ele definitivamente teve uma rea??o, e foi terrivel, quase assustando t at¨¦ a morte? Tina mordeu o l¨¢bio inferior, sentindo¨Cse bastante triste. ¡°De qualquer forma, eu preciso casar voc¨º. Eu te amo, sou a pessoa que mais te ama no mundo, ningu¨¦m pode me superar. N?o importa se voc¨º pode ou n?o me tocar, sua esposa tem que ser eu, e se algu¨¦m tentarpetirigo, eu mato .¡± estava determinada. A express?o de Felipe de repente ficou ainda mais sombria, sua paci¨ºncia parecia esgotada, ¡°Vista¨Cse e saia,¡± Ele deixou essas pvras frias e entrou no quarto de descanso, fechando a porta sem piedade. Tina encarou para a porta determina??o; estava decidida a nunca mais deixar ele. ?ng Alves rapidamente recuou para seu pr¨®prio territ¨®rio. Sua mente estava cheia de perguntas. Afinal, o grande chefe estava apto ou n?o? Tina tamb¨¦m era digna de pena, bonita e prima do grande chefe,?os de sangue que deveriam significar um rcionamento mais profundo,o ele poderia ter se apaixonado por outra? Ele ainda pensava n mesmo na morte! ?ng Alvesmbeu os l¨¢bios, pensando, ¡°Mulheres n?o deveriam ficar t?o obcecadas por amor!¡± Por causa do fuso hor¨¢rio, ainda era noite quando chegaram ¨¤ Fran?a. A equipe s¨¦nior da Filial GM Paris j¨¢ havia arranjado tudo, desde os carros at¨¦ o hotel. Eles hospedaram no hotel cinco estrs mais luxuoso da regi?o. O grande chefe ficou na suite presidencial, e os outros foram odados em suites de acordo O quarto de Ang Alves tinha um terra?o; sentada na cadeira, enquanto tomava ch¨¢, podia admirar a Torre Eiffel ¨C era um prazer indescrit¨ªvel. Foi ent?o que Elton enviou uma mensagem pelo WhatsApp: ¡°J¨¢ chegou?¡± ¡°Acabei de chegar.¡± Content rights by N?velDr//ama.Org. disse pra ele o nome do hotel onde estava hospedada. ¡°E voc¨º, quando chega?¡± ¡°Essa tarde. Nos vemos na exposi??o de joias.¡± ¡°OK.¡± estava um pouco animada, sem sono, mas decidiu dormir para se adaptar ao fuso hor¨¢rio e evitar o jetg. Afinal, estava gr¨¢vida e precisava pensar no beb¨º. No dia da exposi??o de joias, vestiu o vestido que Elton havia dado , fez um penteado. vintage europeu, exndo uma aura pura e celestial. Ao chegar no sal?o do hotel, encontrou Felipe. Seu olhar fixou n por um breve momento. Cap铆tulo 49 Cap¨ªtulo 49 Ele n?o podia negar que Ang Alves possuia uma beleza pura e refrescante que escondial sua ast¨²cia. ¡°Bom dia, Sr. Martins!¡± disse Ang Alves um leve sorriso, olhando para ele. Ele vestia um terno xadrez feito sob medida, casual e elegante, exibindo distin??o. Property ? of N?velDrama.Org. Com uma estatura perfeitamente proporcional, parecia um modelo nato, qualquer coisa que vestisse se tornava o ¨¢pice da moda! Tina, segurando a barra do seu vestido, correu at¨¦ ele. usava um vestido de g da Versace e uma maquiagem deslumbrante, chamando aten??o por onde passava. ¡°Felipe, por que voc¨º n?o me esperou?¡± Felipe franziu as sobrancelhas e ficou impaciente. ¡°Estou ocupado, divirta¨Cse sozinha.¡± ¡°Eu tamb¨¦m quero ir ¨¤ exposi??o de joias.¡± fez bico, determinada a panhar ele. insepar¨¢veis como um casal harmonioso. Ang Alves lembrou da cena da noite anterior e, discretamente, riu a lingua entre os dentes, cumprimentando educadamente, ¡°Bom dia, Sra. Silva.¡± Tina olhou desd¨¦m, fixando o olhar no vestido d. ¡°Um Chanel de alta costura? Tsc. tsc, tsc, ¨¦ um desperdicio em voc¨º, ¨¦ mesmo uma pena. tinha que ser a mulher mais linda e deslumbrante da exposi??o, ofuscando todos ao redor. especialmente essa pedra no sapato. Os olhos de Felipe escureceram de repente. A sovina n?o economizou este m¨ºs, mas simprou um vestido de alta costura? Era um grande investimento para a posi??o de diretora? ?ng Alves j¨¢ esperava que Tina n?o dissesse nada agrad¨¢vel. H¨¢ algo detest¨¢vel em quem se faz de v¨ªtima. sorriu levemente. ¡°Sra. Silva, a verdadeira beleza est¨¢ no esp¨ªrito. Caso contr¨¢rio, n?o passa de uma casca vazia.¡± Tina explodiu de raiva. ¡°Bonito ¨¦ bonito, feio ¨¦ feio. N?o fa?a rodeios, voc¨º, uma caipira, sempre ser¨¢ feia, n?o importa o que vista.¡± ?ng Alves riu e, sem dar importancia, se afastou. N?o valia a pena discutir uma t. estava prestes a entrar no carro, quando Kevin, assistente de Felipe, se aproximou. ¡°Sr. Felipe pediu que voc¨ºs doispartilhassem o mesmo carro.¡± Capitulo 49 Ang Alves estremeceu. Ser¨¢ que n?o seria muito apertado para tr¨ºs pessoas? definitivamente n?o queria sentar aodo de Tina e ter sua paci¨ºncia testada durante toda a viagem. Nesse instante, ouviram a voz de Tina aodo. ¡°Felipe, quero ir no seu carro¡­¡± virou e viu Tina ser carregada por dois seguran?as de preto, for?ada a entrar no carro de tr¨¢s. respirou fundo e apressou para o carro da frente. Felipe estava sentado aodo da jan, o sol brilhando em seu rosto bonito, a pele bronzeada parecendo brilhar, t?o deslumbrante que era dificil abrir os olhos,o se o pr¨®prio deus. Apolo tivesse descido ¨¤ Terra. ?ng Alves for?ou um sorriso. ¡°Sr. Martins, eu estaria bem no outro carro.¡± Era constrangedor estar napanhia dele! Felipe olhou severidade, sua express?o se tornou grave. ¡°Chamei voc¨º para uma reuni?o!¡± ¡°Reuni?o?¡± ?ng Alves ficou confusa. Caramba, havia entendido errado, que situa??o embara?osa. Felipe abriu seu caderno. ¡°Estas s?o as novidadesn?adas p ENUE na confer¨ºncia global.¡± A ENUE era a segunda maior empresa de joias do Oriente, logo ap¨®s a GM, e um concorrente direto.. ?ng Alves olhou rapidamente para os novos produtos e ficou espantada. Eram id¨ºnticos ao design que nejava apresentar na exposi??o! ¡°Sr. Martins, parece que temos um traidor na GM. Algu¨¦m vazou meu design para a ENUE.¡± Felipe j¨¢ havia considerado isso e ordenou uma investiga??o na empresa. Todos que tiveram contato com o novo design estavam sob suspeita. ¡°Voc¨º tem alguma solu??o?¡± ?ng Alves manteve a calma, seu rosto serenoo umgo sem ondas. A ENUE optou por fazer o an¨²ncio logo p manh?, era evidente que tinha a inten??o de pegar a GM de surpresa. ¡°Senhor Martins, o que me diz sobre meu novo design? At¨¦ a ENUE ficou interessada! Ser¨¢ que eu tenho mesmo um dom para o design?¡± Felipe ergueu uma sobrancelha, visivelmente intrigado. Era hora para piadas? Capitulo 49 N?o deveria estar chorando? ¡°Se n?o encontrarmos uma boa solu??o, seu novo design ser¨¢pletamente substituido p s¨¦rie ¡®Linguagem das Flores¡°.¡± Capitulo 50 Cap铆tulo 50 Cap¨ªtulo 50 Ang Alves sorriu levemente: ¡°Se eu n?o estou enganada, voc¨º est¨¢ pedindo ao departamento de r??es p¨²blicas para preparar um discurso, anunciando que eu sou a verdadeira designer da s¨¦rie ¡®Linguagem das Flores¡®.¡± O grande chefe tinha uma intelig¨ºncia fora doum, muito astuto, e provavelmente j¨¢ suspeitava de algo. A ¡°Linguagem das Flores¡± j¨¢ havia sidon?ada h¨¢ algum tempo, n?o havia mais preocupa??es o impacto nas vendas. Aproveitando a oportunidade da exposi??o em Paris, era o momento perfeito paran?¨¢, sem nenhum preju¨ªzo e s¨® beneficios. Felipe estendeu a m?o e deu um leve tapinha na cabe?a d, impressionado a rapidez do seu racioc¨ªnio. ¡°Usar essa intelig¨ºncia para o bem realmente ¨¦ bom.¡± ?ng Alves fez uma careta. sempre havia seguido o caminho certo, esfor?ando¨Cse paral avan?ar, sem nunca se desviar! ¡°Na verdade, eu preparei um no B¡­¡± sussurrou um sorriso astuto, ¡°Uma das minhas qualidades ¨¦ sempre ter um no B para garantir que tudo saia perfeito.¡± Felipe sorriu discretamente, um brilho indescritivel passou rapidamente por seus olhos. N?o era ¨¤ toa que era um enigma ambnte, mil e uma artimanhas! No centro de exposi??es, um grande an¨²ncio da GM serviuo preliminar para o show de joias, capturando a aten??o de todos. Na quietude da noite, uma jovem descal?a se aproximou graciosamente, bo uma deusa vinda do Olimpo, celeste, sofisticada e purao o primeiro toque de azul,no c¨¦u da madrugada, suave, sonhadora, nebulosa¡­ entrou em um espa?o m¨¢gico e encantado, onde joias brilhantes cintvam no nevoeiro. Uma voz¨Coffe?ou a fr: ¡°Essas joias s?o a encarna??o de elfos noturnos, cada uma escondendo um c¨®digo ¨²nico e misterioso. Encontre o c¨®digo para desvendar o passado e o presente ds¡­¡± Felipe observava atentamente a mulher na t, seus olhos escuros brilhando misteriosamente sob a luz, profundos e imprevis¨ªveis. No final doercial, um coelhinho tr¨ºs patas, sendo uma ds mecanica, pulou at¨¦ os p¨¦s da jovem. 14:07 Ele sentiu uma onda de choque, seu olhar ardente de repente ficou gdo,o se uma corrente fria tivesse atingido ele. Property ? of N?velDrama.Org. ¡°Ang Alves ¨¦ linda, n?o ¨¦?¡± Uma voz grave soou ao seudo. Ele se virou e viu Elton, um olhar sombrio. ¡°¨¦ apenas uma pessoaum. ¡°Oh?¡± Elton arqueou uma sobrancelha, ¡°Ent?o n?o ¨¦ o seu tipo?¡± Um brilho frio passou pelos olhos de Felipe. ¡°Voc¨º est¨¢ pensando demais.¡± Elton sorriu sutilmente. ¡°Tamb¨¦m, voc¨º est¨¢ noivo, se voc¨º apaixonar por outra mulher, certeza causaria uma grande confus?o na familia Martins. Sua cunhada ficaria furiosa. Eu tenho mais liberdade, posso seguir meu cora??o e perseguir quem eu quiser sem preocupa??es.¡± Enquanto ele fva, Felipe apertou os dentes em sil¨ºncio. Ele conseguia captar a insinua??o nas pvras de Elton. Nesse momento, Tina se aproximou, uma express?o ramente irritada. Ang Alves estava recebendo toda a aten??o, e Tina estava quase desmaiando de raiva. Uma caipira, uma aberra??o,parada a uma deusa oriental? Que piada! se considerava a verdadeira beleza oriental. Vendo Elton, fez um gesto a boca, ¡°Elton, por que voc¨º fez ?ng Alves parecer t?o deslumbrante? Deveria ter saidoo uma bruxa.¡± Elton sorriu, ¡° ¨¦ naturalmente bonita e fotog¨ºnica, qualquer um que fotografe vai achar linda.¡± Ouvindo isso. Tina ficou ainda mais irritada. ¡° n?o chega nem aos p¨¦s de um dos meus dedos.¡± Elton deu um Voc¨ºs t¨ºm estilos diferentes, n?o ¨¦ sua rival, o que h¨¢ para invejar?¡± sorriso. Mas Tina estava insatisfeita, j¨¢ via ?ng Alveso sua arqui¨Cinimiga, decidida a n?o parar at¨¦ ver derrotada. olhou para Felipe, um sorriso malicioso, ¡°Quase me esqueci, quer ser a minha cunhada. est¨¢ l¨¢ fora tirando fotos os modelos. Voc¨º deveria ir atr¨¢s d.¡± ¡°N?o ¨¦ hora pra brincadeiras, eu e a Ang Alves somos apenas bons amigos.¡± Elton falou e caminhou em dire??o ¨¤ passar, um sorriso maroto no canto dosbios. Tina soltou um risinho sarcastico, olhando para o Felipe, e provocou: ¡°Acho que o Elton s¨® quer se divertir a ?ng Alves, o que voc¨º acha?¡± Os musculos 40 redor da boca de Felipe estavam tensionados, e seus olhos emitiam uma trieca volunda ¡°No e da minha conta.¡± Ele espre as pvras entre os dentes cerrados e virou para salt Dentro do carro Felice mandou uma mensagem sombra para Ang Alves no Whatsapp ¡°Volta pro hotel agora!¡± Depois de uma pausa, ele acrescentou mais duas pvras: ¡°Reuni?o urgente.¡± Cap铆tulo 51 Cap¨ªtulo 51 ?ng Alves estava ocupada demais para conferir o WhatsApp. Era o auge da sua vida, e brilhava intensamente. Desde oe?o do projeto, sabia que encontraria obst¨¢culos, por isso dividiu a nova linha em duas cole??es: uma chamada s¨¦rie ¡± Puzzle¡± e s¨¦rie ¡°Secreta¡°. A s¨¦rie ¡± Puzzle¡± era conhecida por todos na empresa, mas a s¨¦rie ¡± Secreta¡± era um segredo compartilhado apenas , Jenny e Mike. Eles mesmos criaram os prot¨®tipos na f¨¢brica, sem a ajuda de mais ningu¨¦m, nem mesmo Felipe sabia. Elton se aproximou, parando no meio da multid?o, observando sob os holofotes, radiante. ?ng viu Elton, e depois de tirar as fotos, desceu da passar. ¡°Elton, voc¨º veio!¡± Ele sorriu cheia de encanto e de ternura, ¡°Voc¨º est¨¢ deslumbrante hoje!¡± ?ng sorriu, ¡°Devo agradecer pelo ¨®timoercial que voc¨º fez para mim, chamou aten??o para mim e para os meus designs.¡± ¡°Isso ¨¦ tudo fruto do seu esfor?o, o ouro sempre brilha.¡± Seu sorriso inspirador fez ?ng flutuar de confian?a, ¡°Amanh? vou te convidar para jantar, pode ser?¡± Elton passou a m?o pelo queixo, um sorriso astuto surgiu em seu rosto, ¡°Que tal isso: quando voltarmos, voc¨º cozinha para mim, o que acha?¡± Oqu¨º? ?ng mexeu no cabelo aodo da orelha, um pouco envergonhada. Sua habilidade na cozinha era um tanto quanto embara?osa. ¡°N?o sou muito boa na cozinha¡­¡± Ele estendeu a m?o, acariciando levemente sua cabe?a, ¡°N?o importa, vou adorar qualquer coisa que voc¨º fizer.¡± ¡°Bem¡­ tudo bem ent?o.¡± ?ng sorriu timidamente, decidida a aprimorar suas habilidades culin¨¢rias para n?o passar vergonha. Foi quando Kevin chegou. O chefe tinha ligado, pedindo que ele levasse ?ng de volta ao hotel imediatamente! ?ng n?o entendia a pressa do chefe, ser¨¢ que era uma reuni?o de reconhecimento? Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! Talvez fosse para dar um b?nus por sua ast¨²cia? ¡°Desculpe, Elton, tenho que ir, tenho uma reuni?o.¡± Elton sorriu, ¡°Tudo bem, se estiver livre amanh?, te levo para conhecer o Rio Sena, o Louvre e a 1/2 15:20 Capitulo 51 Notre Dame de Paris que voc¨º tanto quer visitar.¡± Sua gentileza erao um sol brilhante e uma brisa de primavera, aquecendo seu cora??o. Se o chefe fosse t?o am¨¢vel, seria maravilhoso. L¨¢ fora, o sol brilhava intensamente. Mas, dentro da suite presidencial, reinava um frio de inverno. Felipe exva uma frieza que preenchia todos os cantos. Em sua mente, a imagem de uma pintura a ¨®leo e de um coelho pernas mecanicas se mesvam com a voz de ?ng: ¡°Ele ¨¦ a ¨²nica pessoa que realmente atende a todos os meus crit¨¦rios¡­ Eu sou algu¨¦m que sabe quando desistir. Se a pessoa n?o gosta de mim, eu sigo em frente sem desperdi?ar meus sentimentos.¡± Seus dedos se fecharam de repente, e a x¨ªcara de ch¨¢ que segurava quebrou em peda?os, os cacos cortando sua m?o e o sangue escorrendo, manchando o tapete. Nesse momento, ?ng entrou e se assustou ao ver o sangue. ¡°Senhor Martins, voc¨º se machucou?¡± Kevin correu para pegar o kit de primeiros socorros. ?ng pensou que ele iria cuidar do ferimento do chefe, mas, surpreendentemente, ele entregou o kit para , ¡°O per¨®xido de hidrog¨ºnio e os curativos est?o a¨ª, obrigado.¡± E saiu. ficou surpresa! Quem era o assistente mesmo? A situa??o estavapletamente invertida, ele n?o tinha medo de ter seu sal¨¢rio descontado? abriu o kit de primeiros socorros determina??o, pegando o per¨®xido de hidrog¨ºnio. ¡°Pode doer um pouco, aguente firme.¡± Felipe permaneceu cdo, o olhar sombrio fixo na palma da m?o. O corte era profundo e sangrava sem parar. e?ou despejando ¨¢gua oxigenada para limpar a ferida, depois aplicou iodo para desinfetar e, por fim, colocou um grande curativo hemost¨¢tico. Felipe se manteve cdo o tempo todo, um sil¨ºncio que deixava arrepiada. ¡°Chefe, por que a pressa em me chamar de volta? Vai ter alguma reuni?o? Ser¨¢ que ¨¦ para me elogiar antecipadamente, promover e me dar um aumento?¡± Cap铆tulo 52 Capitulo 52 abriu um sorriso, e duas covinhas alegres dan?avam em suas bochechas. Felipe engasgou violentamente, sentindo uma dor interna intensificar¨Cse,o se fosse cuspir sangue! O riso d parecia carregar v¨¢rias agulhas de prata, que perfuravam seus olhos e causavam uma dor aguda. Ele se aproximou da gdeira, pegou uma garrafa de ¨¢gua mineral gda e bebeu alguns goles para acalmar sua raiva, antes de dizer friamente: ¡°Eu J¨¢ organizei a viagem. Vou te mandar para a Su¨ª?a, e ¨¦ l¨¢ que voc¨º vai ficar para ter o beb¨º.¡± O qu¨º? Cada pvra dele explodiu na mente de ?ng Alveso um trov?o em um dia ro, sua express?o alegre despeda?oupletamente, desaparecendoo p¨® nos cantos de sua boca. Ele tramou tudo isso, nejando aprisionar no exterior! ¡°Eu n?o vou, eu n?o sou sua amante, nosso rcionamento ¨¦ apenas um acordo, voc¨º n?o tem o direito de decidir por mim.¡± se exaltou, quase gritando. Sua carreira estava apenase?ando. Trabalhando diligentemente e aguentando tudo em sil¨ºncio por tanto tempo, finalmente viu o alvorecer do sucesso, fazendo que o mundo da moda reconhecesse seu talentoo designer. n?o podia ficar trancada na Su¨ª?a para ter um filho; precisava continuar seu sucesso, criar mais designs inspiradores ou rapidamente seria esquecida. Um brilho gdo cruzou os olhos de Felipe. ¡°Voc¨º n?o tem escolha!¡± Ir para a Su¨ª?a para dar ¨¤ luz era o mais seguro para o beb¨º, e al¨¦m disso, ele pretendia cortar todas as esperan?as d, acabando qualquer r??o que pudesse ter Elton! ?ng Alves apertou os punhos, seu cora??o e seus ombros tremiam. De repente, entendeu que ser convidada para uma exposi??o de joias em Paris n?o era realmente uma chance de se destacar, mas sim um truque para tirar do pa¨ªs e aprisionar . Para ele, era apenas um recipiente para ter filhos, seus esfor?os n?o valiam nada para ele; sua vida era insignificante. ¡°Eu n?o quero o seu dinheiro, nenhum centavo, eu s¨® quero minha liberdade, eu quero o div¨®rcio, quero acabar o acordo!¡± Capitulo 52 A testa de Felipe franziu, uma v saltou em sua testa, e seus dedos se apertaram at¨¦ sangrar. Por acaso tinha encontrado outra pessoa? Estava ansiosa para se jogar nos bra?os de Elton e assistir ao p?r do sol ele? Ele pegou violentamente e pressionou contra o sof¨¢. ¡°Antes do nascimento da crian?a, voc¨º n?o tem escolha, muito menos a liberdade que pensa ter! Ou voc¨º sobe no avi?o por vontade pr¨®pria, ou eu vou te amarrar e te levar ¨¤ for?a!¡±Property ? of N?velDrama.Org. ?ng Alves estava prestes a explodir de raiva, sua dignidade era esmagada e molda incessantemente, mas n?o iria permitir que sua carreira e sua vida fossem pisoteadas e destruidas por ele. ¡°Desgra?ado!¡± levantou o p¨¦ e chutou fortemente a can dele, enquanto seus punhos desferiam v¨¢rios golpes em seus ombros. Isso apenas deixou ele mais furioso, mas ele manteu sua raz?o, segurando suas pernas e m?os para impedir de mover e machucar a crian?a. ¡°Voc¨º acha que me deixando, poder¨¢ ficar Elton? Ele nunca vai te tratar sinceridade, ele s¨® quer te usar.¡± n?o acreditava em uma pvra do que ele dizia; eram apenas suspeitas e ci¨²mes dele. Ele n?o era o mesmo ? Cheio de d¨²vidas e preconceitos! ¡°N?o se esque?a, eu conheci Elton h¨¢ tr¨ºs anos, sei exatamenteo ele ¨¦. Ele sempre me encorajou, me ajudou incondicionalmente quando eu mais precisei, ele ¨¦ a melhor pessoa deste mundo, mil vezes melhor que voc¨º!¡± Quanto mais fva, mais agitada ficava, sua voz ficava cada vez mais alta, cada pvrao fogos de artif¨ªcio explodia aodo de Felipe, machucando seus nervos, revirando suas entranhas. Ele cerrava os dentes, olhando fixamente para um olhar profundamente frio e intimidador, cheio de uma aura sinistra e amea?adora. Cap铆tulo 53 Cap¨ªtulo 53 Seus dedos se apertaram de repente, e soltou um gemido abafado de dor,o se seu pulso fosse se partir. No momento em que parecia que ele iria perder o controle, ele soltou de repente. Levantando¨Cse, ele pegou uma ¨¢gua mineral congda da mesa e foi at¨¦ a jan, tomando um grande gole. Aproveitando a oportunidade, ?ng Alves saltou do sof¨¢, correu para a porta e a abriu um pux?o, tentando escapar. Mas Kevin estava ali dois seguran?as, bloqueando sua sa¨ªda. ¡°Leve para o aeroporto.¡± disse Felipe. Kevin fez um gesto de convite. ¡°Vamos, Sra. Alves.¡± ?ng Alves respirou fundo, for?ando¨Cse a manter a calma. ¡°Eu, pelo menos, preciso voltar ao meu quarto para arrumar minha m e trocar de roupa e p?r algo mais confort¨¢vel.¡± ¡°Sua bagagem ser¨¢ preparada por outra pessoa,¡± disse Kevin. ¡°Eu mesma vou arrumar. Detesto que estranhos toquem nas minhas coisas,¡± ?ng Alves respondeu irritada, saindo. No quarto, trancou a porta, j¨¢ tinha um no em mente. Vestiu um conjunto confort¨¢vel de roupas e colocou tudo o que precisava na moch. Em seguida, cortou os len?¨®is e a colcha, fazendo uma corda improvisada. Na universidade, costumava escr os colegas. Content rights by N?velDr//ama.Org. Seu quarto ficava no terceiro andar, n?o era muito alto; poderia descer p corda. ¡°Sra. Alves, est¨¢ pronta?¡± Kevin bateu na porta. ¡°Estou dor de barriga, preciso usar o banheiro. Espere mais um pouco.¡± Enquanto fva, ?ng amarrou a corda na bustrada da varanda. Embora descer n?o fosse dif¨ªcil para , ainda estava nervosa. Se algo desse errado e ca¨ªsse, seria o fim! Depois de respirar fundo duas vezes, passou p varanda ee?ou a descer cuidadosa e rapidamente. Sua blusa estava encharcada de suor. Quando seus p¨¦s tocaram o ch?o, suspirou aliviada e sem perder um segundo, saiu correndo. 1/3 15:20 Capitulo 53 tinha que fugir do hotel, das garras de Felipe! No apartamento presidencial. Felipe colocou cacha?a no copo e engoliu de uma vez. O ¨¢lcool queimava sua garganta, mas n?o aliviava o desconforto em seu peito; uma b de fogo parecia crescer e revirar dentro dele, quase explodindo. Kevin ligou, ¡°M¨¢ not¨ªcia, Sr. Felipe, a Sra. Alves fugiu.¡± ¡°O qu¨º?¡± Ele pulou do sof¨¢, correndo para forao um furac?o. Naquele momento, ?ng Alves j¨¢ havia entrado no metr?. n?o sabia para onde ir; os voos para casa estavam esgotados, s¨® podia reservar um para daqui a quatro dias. Sem conhecer a cidade, e sem fr a l¨ªngua, erao se estivesse sozinha no mundo. A ¨²nica pessoa em que podia pensar para pedir ajuda era¡­ Mordeu o l¨¢bio, tirou o celr e ligou para Elton. ¡°Elton, estou em apuros. Pode me ajudar?¡± ¡°Onde voc¨º est¨¢? Estou a caminho.¡± ¡°Estou no metr?, vou descer na esta??o Les Sablons.¡± soletrou o nome da esta??o que n?o conseguia pronunciar. ¡°Tudo bem, me espere na sa¨ªda. N?o saia de l¨¢.¡± mal desligou e viu a chamada de Felipe. rapidamente desligou o celr. ¡°Maldi??o!¡± Felipe socou a porta do carro, seus nervos estavam ¨¤ flor da pele. Essa mulher enloqueceu? Como se atreveu a escr para fora do terceiro andar? Se caisse, as consequ¨ºncias seriam graves. ¡°Ainda n?o encontramos registro d no hotel. n?o conhece Paris, n?o f franc¨ºs. Se entrar numa ¨¢rea perigosa, ser¨¢ um desastre,¡± disse Kevin preocupado. O cora??o de Felipe batia r¨¢pido e irregr, sua ang¨²stia se contorcia em n¨®s, seus membros tremiam com a tens?o. ¡¾?ng Alves, ¨¦ perigoso voc¨º estar sozinha l¨¢ fora. Volte agora.¡¿ ¡¾Voc¨º quer morrer? Aqui ¨¦ Paris, n?o ¨¦ a Cidade Mar. Voc¨º pode encontrar criminosos ¨¤ qualquer momento.] Capitulo 53 [Ligue o celr. Voc¨º quer morrer em terra estrangeira?] [Comporte¨Cse e pare de fazer besteira.] ¡°Se voc¨º n?o quiser ir para a Su¨ª?a, tudo bem, volte logo.¡± Ele n?o parava de mandar mensagens para pelo WhatsApp, enviando tantas que at¨¦ perdeu a paci¨ºncia. Al¨¦m disso, listou todas as ¨¢reas perigosas para evitar que acabasse entrando ns por engano. Cap铆tulo 54 Cap¨ªtulo 54 Ele nunca havia sentido medo antes, mesmo quando foi sequestrado quando crian?a, ele conseguiu manter a calma, superar seus sequestradores e escapar. Mas naquele momento, ele sentia uma ansiedade inexplic¨¢vel e medo. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. Aqu mulher era corajosa, tanto que ele n?o conseguia contrr . O crep¨²sculoe?ava a cobrir as margens do Rio Tiet¨º. ¨¢ng Alves saiu do metr? e caminhou pelo t¨²nel subterraneo profundo e sombrio. O t¨²nel parecia n?o ter fim e havia poucas pessoas ali, apenas algumas pessoas passando ocasionalmente. De repente, uma m?o agarrou a moch d e, assustada, virou a cabe?a, encontrando um mendigo desgrenhado. Ele segurava uma garrafa de cacha?a, exndo um cheiro forte que fez querer vomitar. O mendigo fva algo mas n?o conseguia entender, mas pelo sorriso malicioso em seu rosto, ?ng Alves percebeu que suas inten??es n?o eram boas. havia lido not¨ªcias na inte de que os mendigos e b¨ºbados do exterior podiam ser muito perigosos. Sentindo um cfrio, sacudiu a m?o do mendigo ee?ou a correr. Mas estava gr¨¢vida e n?o conseguiu correr mais r¨¢pido do que ele, ele rapidamente alcan?ou . O mendigo segurou seu pesco?o e a arrastou para um canto escuro ¨¤ frente, jogando no ch?o. Desesperadamente, protegeu sua barriga, medo que seu filho fosse ferido, ee?ou a gritar por socorro, ¡°Socorro! Socorro!¡± As pessoas de passagem apenas olhavam em sua dire??o e depois se afastavam rapidamente, ignorando a situa??o. O mendigo encarava fixamente, saliva escorria de sua boca, ele tomou um gole de cacha?a e come?ou a desabotoar o cinto. se arrastou para tr¨¢s at¨¦ ser impedida por uma parede e gritou: ¡°N?o, n?o me toque, saia daqui!¡± Com uma risada obscena, o mendigo avan?ou sobre o um lobo voraz. apertou os dentes e, um chute forte, mirou nas partes baixas dele. estava determinada a lutar at¨¦ o fim, recusando¨Cse a deixar aquele b¨ºbado viol¨¢ ou machucar seu filho. 1/3 15-20 Capitulo 54 O mendigo soltou um gritoo se fosse um porco sendo abatido, agarrando ¨¤ sua virilha agonia. ?ng Alves rapidamente levantou, agarrou a garrafa de cacha?a de suas m?os e a esmagou contra a cabe?a dele toda a sua for?a. n?o hesitou, colocando toda a for?a que possu¨ªa nesse golpe. A garrafa quebrou na cabe?a do mendigo, e sangue c para todos osdos. Ele gemeu e bn?ou antes de cair no ch?o, sem se mexerm¨®vel. Ang Alves correu para fora, aterrorizada, e sem querer bateu em uma parede de carne. Por instinto, e?ou a bater na pessoa ¨¤ sua frente sem parar. ¡°N?o me toque, v¨¢ embora, v¨¢ embora!¡± ¡°?ng Alves, sou eu!¡± Elton abra?ou . Vendo o rosto familiar e carinhoso dele, as l¨¢grimas ca¨ªram dos olhos de ?ng Alves, ¡°Elton¡­¡± ¡°Est¨¢ tudo bem, n?o tenha medo, estou aqui.¡± Elton acariciou sua cabe?a gentilmente, tentando acalmar . Depois, ele chamou a pol¨ªcia e,o era um caso de leg¨ªtima defesa, eles foram liberados depois de prestarem depoimento. Sentada no carro, ?ng Alves ainda estava abda, abra?ando seus bra?os e tremendo levemente. Elton ofereceu um suco, um olhar cheio depaix?o e preocupa??o. parecia t?o fr¨¢gil, mas era mais corajosa do que ele imaginava. ¡°O que aconteceu? Voc¨º n?o deveria estar no hotel? Como veio parar aqui?¡± ?ng Alves baixou os olhos, ¡°Eu n?o posso explicar agora¡­¡± Um brilho agu?ado passou pelos olhos de Elton, e ele levantou a m?o, acariciando suavemente a cabe?a d, ¡°N?o tem problema, se voc¨º n?o quer fr, n?o precisa. Mas voc¨º precisa me dizer, para onde quer ir agora?¡± ?ng Alves mordeu o l¨¢bio, ¡°Eu n?o posso ficar em S?o Paulo, quero voltar para casa, mas os bilhetes de avi?o est?o esgotados.¡± Felipe co?ou o queixo, ¡°Voc¨º veio t?o longe para visitar o Paris, e ainda n?o viu nada. Que tal isso: eu te levo para um lugar secreto por dois dias, ningu¨¦m vai saber. Quando apanharmos um voo, voltamos juntos.¡± O tom gentil dele deu a seguran?a que precisava, e seu cora??o ansioso e assustadoe?ou a se acalmar. acenou a cabe?a, ¡°Ok.¡± Capitulo 54 Nesse momento, Felipe chegou a Les Sablons, seguindo as informa??es fornecidas p policia, que mostravam ?ng Alves embarcando na Linha 1 do metr? e desembarcando ali. Ele estava procurando a muito tempo, agora se sentiuo formiga em pan quente, ansioso e irritado. Kevin, panhado de um seguran?a, correu at¨¦ l¨¢. ¡°Senhor Felipe, um funcion¨¢rio da esta??o acabou de dizer que, uma hora atr¨¢s, no corredor subterraneo, um morador de rua atacou uma mo?a oriental.¡± Cap铆tulo 55 Cap¨ªtulo 55 Felipe sentiu uma dor aguda no cora??o,o se um nervo tivesse sido arrancado, e, num instante, agarrou a g da camisa de Kevin, ¡°Como est¨¢ a garota? est¨¢ no hospital? se machucou?¡± ¡°Seu Felipe, fica calmo, a menina est¨¢ bem, n?o se machucou. Mas o mendigo levou uma pancada na cabe?a e ficou todo ensanguentado,¡± disse Kevin. ¡°Ele merece morrer!¡± Uma aura mortal e gda surgiu no olhar de Felipe, carregada de uma frieza sanguin¨¢ria. Ele correu imediatamente para a delegacia. Segundo as informa??es fornecidas p pol¨ªcia, quase dava pra confirmar que a garota era ?ng Alves. ¡°Seu Felipe, a pol¨ªcia disse que estava um homem oriental, provavelmente o Senhor Elton, certo? Afinal, ele ¨¦ a ¨²nica pessoa que a Senhora Alves poderia procurar em Paris,¡± Kevin falou caut. O canto da boca de Felipe se tensionou lentamente. Embora estivesse fora de perigo, o que tranquilizou ele um pouco, contudo a ansiedade em seu peito parecia se agravar, formando um n¨®. ¡°Procurem imediatamente o paradeiro do Elton.¡± ¡°Certo.¡± ?ng Alves n?o esperava que Elton levasse para a Proven?a. Quando viu os campos devanda sob a luz do luar, estendendo¨Cse at¨¦ onde os olhos podiam ver, perdeu o sono. ¡°Uau, que lindo!¡± ¡°Sabia que voc¨º gostaria daqui,¡± Elton sorriu. ¡°Voc¨º ¨¦ o ¨²nico que me entende, ¨¦ Elton,¡± disse isso travessamente. Elton tinha uma vin¨ªc aqui, e todos os ver?es vinha passar as f¨¦rias. Depois deer, entrou no quarto e deitou numa cama grande e macia. Foi um dia cheio de sustos e emo??es. Pensar nisso dava arrepios. acariciou sua barriga. Felizmente, o beb¨º estava a salvo. Eles eram realmente fortes, t?o fortes que cada vez mais n?o queria se afastar deles. 1/3 Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! 15:21 Capitulo 55 Mesmo que n?o pudesse ficar eles, n?o queria estar longe. De jeito nenhum ficaria no exterior, morreria antes disso. Logo, adormeceu. E dormiu at¨¦ o amanhecer. Ao abrir as cortinas, os raios de sol da manh? derramavam¨Cse pelos campos devanda, criando uma n¨¦voa de luz p¨²rpura que flu¨ªa p paisagem. respirou fundo, enchendo os pulm?es o delicado perfume das flores. A empregada trouxe roupas limpas. Depois de se arrumar, desceu as escadas e encontrou Elton tomando caf¨¦ no sof¨¢. Ele estava vestido de maneira casual e elegante, um ar de pr¨ªncipe sa¨ªdo de uma hist¨®ria em quadrinhos. Ele erapletamente diferente de Felipe. Felipe era deslumbrante e impec¨¢vel, por¨¦m frio e distante, algu¨¦m a quem s¨® se podia olhar de baixo para cima. J¨¢ Elton, sua elegancia tranqu e sorriso encantador, erao o sol, aquecendo o cora??o e convidando a se aproximar sem resist¨ºncia. Assim que viu , ele sorriu, ¡°Vamos tomar caf¨¦ da manh?, e depois eu te levo para conhecer a vin¨ªc.¡± ¡°Combinado.¡± ?ng Alves foi para a s de jantar, onde um caf¨¦ da manh? estilo franc¨ºs aguardava , torradas e bacon que agradavam o seu pdar. Como estava gr¨¢vida, n?o podia tomar caf¨¦, ent?o bebeu um copo de leite. Para chegar ¨¤ vin¨ªc, era preciso atravessar os campos devanda. Era a ¨¦poca de matura??o das uvas, e os cachos pesados pendiam das videiras.. Os moradores locais j¨¢ haviame?ado a fazer vinho. As jovens pisavam nas uvas descal?as, em uma das mais tradicionais formas de vinifica??o, produzindo um vinho mais arom¨¢tico do que aqueles que s?o processados nas m¨¢quinas. ¡°Quer tentar?¡± perguntou Elton, sorrindo. ¡°Melhor eu s¨® olhar,¡± respondeu ?ng Alves. j¨¢ tinha se agitado o suficiente no dia anterior e n?o podia correr o risco de machucar o beb¨º. Elton colheu uma uva e ofereceu a , ¡°Experimente.¡± colocou na boca, e era t?o doce que inspirou n uma nova ideia de design. Capitulo 55 Mas n?o podia voltar para a GM; Felipe certeza demitiria . Depois de voltar para o Brasil, teria que procurar um novo emprego rapidamente, ou seu irm?o ficaria sem dinheiro para os rem¨¦dios. Ao pensar nisso, um bloco de gelo se moveu silenciosamente em seu cora??o. ¨¤ tarde, Elton levou para a cidade, onde prou pequenos presentes para sua fam¨ªlia. Quando voltaram, j¨¢ era entardecer. Elton foi para a destria, e foi sozinha ¨¤ vin¨ªc, nejando colher algumas uvas para Naqu hora, os moradores j¨¢ tinham se recolhido ¨¤s suas casas, e somente estava na vin¨ªc. Colheu dois cachos de uva, quando ouviu passos sussurrantes se aproximando. Pensando que Elton havia voltado, se virou um sorriso t¨ªmido, ¡°Mais tarde, voc¨º n?o quer¡­¡± Sua voz de repente ficou presa na garganta, um arrepio de medo percorreu seus ombros. A figura imponente que se aproximavan?ava uma sombra gigantesca, engolindo por inteiro. Cap铆tulo 56 Cap¨ªtulo 56 Seu corpo ficou r¨ªgidoo pedra,o se todo o seu sangue tivesse congdo de pavor, incapaz de se mover. Essa mudan?a s¨²bita de express?o torceu o cora??o de Felipe. ¡°?ng Alves!¡± Sua voz estava extremamente rouca, os olhos cheios de vs vermelhas, e uma barba por fazer cercava seu queixo. Ele a havia procurado dia e noite, correndo para l¨¢ e para c¨¢ sem descanso nem por um segundo. Agora, ao v¨º ilesa diante dele, seu cora??o nervoso finalmente rxou. ?ng Alves deu v¨¢rias respira??es profundas at¨¦ que seu corpoe?ou a se recuperar lentamente, ganhando um pouco de for?a. ¡°Voc¨º¡­ n?o se aproxime!¡± recuou apavorada, erguendo uma tesoura em dire??o ao pr¨®prio pesco?o, ¡°Eu n?o vou para a Su¨ª?a, se voc¨º me pressionar, vou morrer aqui!¡± Felipe, temendo que se machucasse, deu rapidamente dois passos para tr¨¢s, ¡°N?o fa?a assim, coloque a tesoura no ch?o.¡± ¡°N?o vourgar, eu n?o quero ficar no exterior, s¨® quero ficar na Cidade Mar, n?o quero ir para mais lugar nenhum.¡± Seus dedos agarravam a tesoura firmeza, determinados. Felipe ficou um tanto desamparado, ¡°Lev¨¢ para a Su¨ª?a ¨¦ p sua seguran?a e do beb¨º.¡± Se ficasse no pa¨ªs, a not¨ªcia de sua gravidez cedo ou tarde seria descoberta, e n?o dava para saber quantos tentariam lhe fazer mal. ?ng Alves soltou um riso sarc¨¢stico. Ser¨¢ que o exterior ¨¦ seguro? Depois que o beb¨º nascesse, seria deixada dedo, ele n?o se importaria mais , e talvez nem soubesseo acabaria morrendo! No Brasil, tinha fam¨ªlia e amigos, e em caso de perigo, ao menos teria algu¨¦m a quem recorrer. No estrangeiro, sem conhecer ningu¨¦m e sem fr a l¨ªngua, quem poderia ajud¨¢? j¨¢ havia experimentado a sensa??o de desamparo no dia anterior e n?o queria passar por isso novamente. ¡°O lugar mais seguro n?o ¨¦ um pa¨ªs estrangeiro, ¨¦ a pr¨®pria casa. Se houver realmente perigo, eu posso voltar para minha cidade natal e deixar minha fam¨ªlia me proteger.¡± Felipe ficou em sil¨ºncio, seu rosto bonito estava tenso e s¨¦rio. Depois de um momento, ele suspirou, ¡°Tudo bem, eu prometo que n?o vamos para a Su¨ª?a, Capitulo 56 agora coloque a tesoura no ch?o.¡± Ele j¨¢ tinha visto o quanto era corajosa, o suficiente para lhe causar palpita??es. Talvez fosse melhor mant¨º sob sua vigilancia. ?ng Alves ficou secretamente chocada, um pouco incr¨¦d que ele havia cedido. Isso n?o era t¨ªpico dele! ¡°Voc¨º n?o est¨¢ me enganando, est¨¢?¡± ¡°Minha pvra ¨¦ lei.¡± Felipe falou convic??o. ?ng Alvesn?ou um olhar para Kevin e os seguran?as que guardavam a entrada do vinhedo. Com tantos subordinados presentes, ele n?o poderia voltar atr¨¢s, ou perderia toda sua autoridade. mordeu o l¨¢bio, seus olhos giraram, e falou baixinho: ¡°Voc¨º tamb¨¦m tem que me prometer uma coisa.¡± ¡°Fale.¡± ¡°Voc¨º n?o pode me demitir, eu quero continuar trabalhando, e o aux¨ªlio¨Calimenta??o¡­ tamb¨¦m n?o pode ser cancdo.¡± detestava ter que dizer a ¨²ltima parte, mas pelo bem de seu irm?o, teve que se impor, afinal, era um empr¨¦stimo que pretendia pagar no futuro. Felipe pareceu engasgar a mudan?a s¨²bita, tossindo baixo. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. ¡°Voc¨º n?o queria mais dinheiro, n¨¦?¡± Sua voz continha um tom de esc¨¢rnio. ?ng Alves ficou um pouco embara?ada, as bochechas corando, ¡°O aux¨ªlio¡­ ainda ¨¦ necess¨¢rio.¡± tocou a barriga, ¡°Aqui dentro tem dois, se euer bem e beber bem, eles tamb¨¦m estar?o bem.¡± Um sorriso frio e ir?nico apareceu no canto da boca de Felipe. Parece que antes era s¨® conversa fiada, uma pessoa t?o apegada ao dinheiro,o poderia n?o querer o dinheiro? ¡°Certo, tudoo antes, me d¨º a tesoura.¡± Ele estendeu a m?o, hesitou por alguns segundos, baixou a tesoura e a entregou a ele. Na verdade, esse resultado er? bom para , evitava a necessidade de procurar um novo trabalho depois de voltar ao Brasil. Quem iria querer uma gr¨¢vida? Felipe jogou a tesoura a v¨¢rios metros de distancia um movimento brusco, estendeu o bra?o e agarrou a cintura fina d, seu rosto tornando¨Cse s¨¦rio e intimidador, ¡°Algo assim Capitulo 56 nunca deve acontecer novamente.¡± Ele a abra?ou apertado, criando uma sensa??o de opress?o, fez uma careta e murmurou: ¡°Eu tamb¨¦m n?o queria, foi voc¨º que me for?ou.¡± Felipe beliscou o rosto do uma pequena puni??o. A mulher parecia fr¨¢gilo uma brisa, mas na verdade tinha um temperamento selvagem e era astuta. Um descuido e poderia facilmente escapar do controle. Ele teria que prestar mais de aten??o a no futuro. Naquele momento, Kevin, que estava de guarda na entrada do jardim, se aproximou. ¡°Sr. Elton chegou.¡± Cap铆tulo 57 Cap¨ªtulo 57 Felipe soltou a m?o de repente. ?ng Alves, conscientemente, recuou tr¨ºs metros. ¡°Elton, o Sr. Martins est¨¢ aqui para mim, tenho que voltar.¡± Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! Um tra?o impercept¨ªvel de mncolia passou pelos olhos de Elton, silencioso e discreto. ¡°Felipe, n?o esperava que voc¨º viesse de t?o longe para encontrar a ?ng Alves. Parece que ¨¦ bem importante para voc¨º.¡± Felipe voltou a sua express?o indiferente, ¡°Eu sempre valorizo o talento. ?ng Alves ¨¦ uma designer que estamos desenvolvendo na empresa. Ontem, teve um pequeno problema, mas eu j¨¢ o resolvi.¡± Elton olhou para ?ng Alves, ¡°Est¨¢ tudo bem agora?¡± ¡°Sim.¡± ?ng Alves assentiu um sorriso envergonhado, ¡°Obrigada, Elton. Se voc¨º n?o tivesse me acolhido, eu teria que dormir na rua ontem ¨¤ noite.¡± Elton deu de ombros, ¡°Somos amigos, devemos ajudar uns aos outros. Se tiver qualquer problema no futuro, pode contarigo.¡± ?ng Alves sentiu¨Cse grata. Em casa a gente conta a fam¨ªlia, na rua os amigos. Ter algu¨¦m assim era uma sorte. ¡°Quando voltar para casa, vou cozinhar um jantar para voc¨º em agradecimento.¡± Enquanto fva, a express?o de Felipe escureceu, a irrita??o que tinha desaparecido voltava a surgir, ¡°J¨¢ est¨¢ ficando tarde, devemos ir.¡± ¡°Ah.¡± ?ng Alves acenou para Elton e seguiu Felipe. Observando¨Cos de longe, os olhos de Elton escureceram gradualmente, tingidos pelo crep¨²sculo. Na verdade, ele sabia de algumas coisas, apenas fingia n?o saber. Assim o jogo se torna interessante! Entraram no carro e Felipe entregou um suco para a pessoa ao seudo, ¡°Na frente do Elton, voc¨º revelou o segredo?¡± bn?ou a cabe?a rapidamente, ¡°Eu sou bem discreta, n?o disse nada. Apenas mencionei que tive um problema e ele n?o perguntou mais.¡± Felipe acreditava n, sabia que n?o era ing¨ºnua, afinal era uma garota cheia de artimanhas. Cap¨ªtulo 57 ¡°Voc¨º confia tanto no Elton? N?o teme que ele tenha outras inten??es?¡± ¡°Elton ¨¦ uma boa pessoa, um verdadeiro cavalheiro.¡± Ang Alves disse sem hesitar, pois se considerava sua amiga e confiava nele. Felipe franzia a testa, seus olhos brilhavam friamente e a irrita??o voltava a se acender, ¡°Voc¨º tem um problema de vis?o, deve ir ao oftalmologista quando tiver tempo, a empresa reembolsa as despesas m¨¦dicas.¡± ?ng Alves fez bico, ¡°Chefe, n?o fique sempre descondo, t¨¢? Embora eu tenha gostado do Elton antes, isso ¨¦ passado. Se eu realmente estivesse ele, n?o teria voltado voc¨º. Imagina estar tinha princ¨ªpios e n?o se envolveria outro homem estando gr¨¢vida de um. Malditavanda, maldito p?r do sol! S¨® de pensar nessa cena, Felipe n?o podia evitar ranger os dentes e seu rosto se tornou ainda mais sombrio. Ele n?o queria continuar essa quest?o, mas o espinho ainda estava cravado em seu cora??o. Ele estendeu a m?o e beliscou o rosto d, ¡°Volte ao trabalho e pare de pensar em bobagens.¡± ?ng Alves mostrou a l¨ªngua, ¡°Sou uma funcion¨¢ria exemr. O dinheiro ¨¦ valioso, o amor ¨¦ ainda mais, mas se for pelo trabalho, ambos podem ser deixados para tr¨¢s.¡± Felipe riu desprezo. Era uma piada? At¨¦ fantasmas ririam de um avarento que n?o ama dinheiro! Quando o carro parou no sem¨¢foro, o motorista Kevin virou¨Cse, ¡°Sra. Alves, na verdade, o Sr. Felipe estava muito preocupado voc¨º. Procurou¨Ca dia e noite, nemeu.¡± O chefe era novato no amor, precisava de uma forcinha. Antes que terminasse, Felipen?ou¨Clhe um olhar fulminante, ¡°Concentre¨Cse na dire??o e cale-se.¡± Kevin encolheu o pesco?o e rapidamente virou a cabe?a para frente. ?ng Alves, sob a luz do poste,n?ou um olhar cuidadoso para a pessoa ao seudo. Parecia um pouco abatida. Contudo, o chefe era t?o charmoso que, mesmo desgastado, continuava a encantar de forma irresist¨ªvel. Cap铆tulo 58 Cap¨ªtulo 58 Felipe pareceu perceber algo, virou a cabe?a bruscamente e os olhares de ambos se entr?aram e frionaram no ar! Seu olhar endureceu, subitamente esfriou, ¡°N?o me olhe, estou preocupado a crian?a, n?o voc¨º.¡± Sua voz soava extremamente fria e imc¨¢vel. ¨¢ng Alves sabia muito bem,o se visse em um espelho ro, ¡°Eu sei, n?o precisa explicar.¡± Como o chefe poderia se preocupar um recipiente t?o simples? n?o era louca! Kevin suspirou interiormente. O Sr. Felipe realmente tinha um ponto fraco quando se tratava de mulher. No dia don?amento da s¨¦rie ¡°Secreta¡°, recebeu¨Cse cinquenta milh?es de pedidos. Era uma ideia t?o inovadora que todos estavam ansiosos para desvendar o c¨®digo dos acess¨®rios. Dodo da GM, o traidor que vazou informa??es havia sido descoberto ¨C era, de fato, Kelly. De fato, desde que Felipe a rebaixou, j¨¢ estava nejando mudar de empresa. Aquele projeto era sua carta de apresenta??o para a ENUE. Ir?nico era que afirmava ser um design original, enquanto a ENUE nem imaginava sobre a acusa??o de pl¨¢gio. Quando a not¨ªcia estourou, a ENUE se tornou o alvo de chacota, suas a??es despencando. E Kelly foi banida do setor, enfrentando n?o apenas uma enorme indeniza??o, mas tamb¨¦m a possibilidade de pris?o. ?ng Alves olhou para as not¨ªcias e suspirou. Foi uma consequ¨ºncia de seu pr¨®prio mal. Jenny e Mike se aproximaram. ¡°?ng, a s¨¦rie ¡®Linguagem das Flores¡® tamb¨¦m foi amada, desta vez voc¨º ganhou tanto em fama quanto em fortuna,¡± disse Jenny. Mike acenou a cabe?a, ¡°Eu acho que o lugar de diretora ¨¦ perfeito para voc¨º.¡± ?ng Alves sorriu, ¡°Isso n?o ¨¦ m¨¦rito s¨® meu, ¨¦ de todos n¨®s. Voc¨ºs dois trabalharamo designers assistentes na empresa por tr¨ºs anos, j¨¢ est¨¢ na hora de serem promovidos. Quando for fr o chefe, vou mencionar isso, espero que na pr¨®xima cole??o possamos 1/2 12.05inding Capitulo 58 ver seus designs.¡± n?o iria usar seus subordinadoso pe?es ou degraus,o Kelly fez. Eles partilhariam das vit¨®rias e enfrentariam as dificuldades juntos. ¡°Obrigado, ?ng.¡± Jenny e Mike estavam exultantes; eles haviam escolhido a pessoa certa para apoiar. No ambiente de trabalho, escolher odo certo tamb¨¦m ¨¦ crucial. No escrit¨®rio do presidente. Property ? of N?velDrama.Org. Felipe estava revisando o no de vendas das filiais. ?ng Alves entrou, falou baixinho: ¡°Sr. Martins, apesar da s¨¦rie ¡®Puzzle¡® ter vazado, a ENUE n?o captou a ess¨ºncia.¡± Felipe levantou a cabe?a, as sobrancelhas arqueadas, ¡°Qual ¨¦ a ess¨ºncia?¡± ¡°O mist¨¦rio, ro. Meu projeto na verdade estava ipleto e n?o revva o c¨®digo secreto. S¨® vou adicionar isso quando o novo produto for oficialmenten?ado. Ent?o, ainda podemosn?ar a vers?o original e aut¨ºntica da s¨¦rie ¡®Puzzle¡®.¡± Ao terminar, sorriu astutamente, ¡°Esse ¨¦ o meu no C, n?o sou esperta? Al¨¦m de proteger o novo design, ainda o ajudo a derrotar a concorr¨ºncia. N?o acha que deveria me dar um b?nuso reconhecimento?¡± Seus c¨ªlios Curvos piscavamo as asas de uma borboleta. Felipe n?o p?de evitar um sorriso, ¡°Eu sempre fui justo rpensas e puni??es. Voc¨º contribuiu para a empresa, o b?nus ¨¦ merecido.¡± ?ng Alves piscou, aproximou¨Cse e sussurrou, ¡°E quanto ¨¤ posi??o de diretora?¡± Felipe a olhou intensamente, um olhar prante e profundo. Sua ambi??o era expl¨ªcito diante dele! ¡°Isso n?o ¨¦ um pouco demais?¡± ¡°De forma alguma,¡± bn?ou a cabe?a energicamente, ¡°Estou apenas aproveitando o momento para me autopromover.¡± Apesar de faltar experi¨ºncia, tinha habilidade e, se n?o se rendasse agora, n?o teria chance quando o novo diretor fosse decidido. Felipe acariciou o queixo, seu sorriso sutilmente zombeteiro, ¡°Posso lhe dar uma chance depetir, se voc¨º conseguir¨¢ ou n?o, depende de voc¨º mesma.¡± ?ng Alves rodou os olhos. Com quem petiria? Esperava que n?o surgisse um concorrente inesperado no meio do caminho! Cap铆tulo 59 Cap¨ªtulo 59 respirou fundo, em segredo, ¡°Eu vou aproveitar essa oportunidade.* usar¨ªa todos os meios poss¨ªveis, ningu¨¦m poderia deter o seu caminho ao sucesso! Depois de uma pausa, continuou: ¡°On?amento bem¨Csucedido da nossa nova cole??o tamb¨¦m deve muito a Jenny e Mike, que j¨¢ s?o assistentes de design h¨¢ tr¨ºs anos. N?o est¨¢ na hora de promov¨º¨Clos?¡± ¡°Voc¨º tem autonomia para decidir sobre assuntos do departamento¡°, respondeu Felipe voz grave. ¡°Otimo, obrigada Sr. Martins, n?o se esque?a de dar b?nus a eles tamb¨¦m.¡± ?ng Alves saiu sorridente. Felipe olhou para se afastando, um leve sorriso se desenhando em seus l¨¢bios. realmente se preocupava a equipe. Mas talvez estivesse um pouco confiante demais? Ap¨®s a exposi??o de joias, todos tiveram dois dias de folga para explorar as belezas de Paris. O grande chefe, por sua vez, estava ocupado visitando outras filiais na Europa. Cinco dias depois, voltou para a Cidade Mar. A diretora de RH, Amy, mandou uma mensagem no WhatsApp em segredo: ¡°?ng Alves, amanh¨¤ chegar¨¢ um novo gerente no seu departamento, chamada Helena Ara¨²jo, substituindo a Kelly.¡± Deitada na cama tentando se adaptar ao fuso hor¨¢rio, ?ng viu a mensagem e de repente perdeu o sono. ¡°N?o acredito que trouxeram algu¨¦m assim t?o r¨¢pido!¡± ¡° voltou do exterior um curr¨ªculo impressionante; era a principal designer na CR e ganhou v¨¢rios pr¨ºmios internacionais. E o mais importante ¨¦¡­¡± ¡°O qu¨º?* ¡°Dizem que tem uma r??o especial o presidente, e que provavelmente ser¨¢ a pr¨®xima diretora.¡± Um raio ca¨ªra do c¨¦u azul e atingira ?ng Alves diretamente, deixando¨Capletamente atordoada! Droga, uma apadrinhada! suspeitava fortemente que essa pessoa j¨¢ havia sido escolhida por Felipe; se n?o fosse 1/2 13.00 Capitulo 59 p sua pr¨®pria iniciativa, a outra j¨¢ teria assumidoo diretora. estava confiante, mas agora se sentiapletamente sem esperan?a. Com tanta experi¨ºncia, suapetitividade seria esmagada. Mas n?o se deixaria abr; enfrentar desafios val torn¨¢ mais forte. A disputa ainda n?o tinha come?ado: tudo era incerto. deveria continuar sua folga no dia seguinte, mas quem poderia rxar? Partiu para a empresa logo cedo. Helena j¨¢ estava l¨¤, conversando os colegaso se os conhecesse h¨¢ tempos. Ang Alves a observou discretamente. Com seus cabelos castanhos e encaracdos, vestindo um conjunto da Chanel, uma maquiagem delicada de dama, era linda, estilosa, graciosa e elegante. ¡°Sra. Ara¨²jo, bem¨Cvinda ao departamento de design.¡± ¡°Ol¨¢, Gerente Alves, estou feliz que possamos trabalhar juntas.¡± Ap¨®s uma troca de formalidades, ?ng apresentou¨Clhe os colegas do departamento. acenou a m?o, sorrindo, ¡°N?o precisa, j¨¢ conheci todos.¡± ¡°Na verdade, a Sra. Ara¨²jo veio ontem ¨¤ tarde e levou todos para jantar no Sabor da Selva,¡± disse Ema, a designer s¨ºnior. Helena sorriu levemente, ¡°Eu ia ligar para voc¨º, mas me disseram que voc¨º tinha acabado de voltar da Fran?a e precisava descansar, ent?o n?o lhe chamei. Queria que voc¨º descansasse bem.¡± Que mentira! ?ng Alves mordeu os l¨¢bios em frustra??o. Era ro que estava aproveitando sua aus¨ºncia para conquistar a simpatia dos demais. Que sacanagem, j¨¢ chegou ps costas aplicando uma facada, realmente uma advers¨¢ria formid¨¢vel. Enquanto ?ng remava internamente, Helena disse um sorriso: ¡°Eu eendei uns doces da P?o de Mel para todos, devem chegar em breve.¡± A recepcionista ligou justamente nesse momento para avisar que os doces haviam chegado. ¡°P?o de Mel ¨¦ a melhor confeitaria da Cidade Mar, e tudo l¨¢ ¨¦ caro. S¨® me dou ao luxo deer quando recebo meu sal¨¢rio,¡± ¡°Doces devem ser os melhores, e o ch¨¢ leite deles ¨¦ t?o bom que depois de provar, voc¨º n?o vai querer mais nenhum outro daqus outras lojinhas.¡± ¡°Sra. Ara¨²jo nos convidou para um jantar franc¨ºs ontem e hoje trouxe doces da P?o de Mel, 2/3 13:05 Capitulo 59 voc¨º ¨¦ muito boa a gente.¡± Estava ro que todos j¨¢ estavam escolhendodos esse monte de elogios. Enquanto isso, tamb¨¦m faziam piadas ¨¤s escondidas sobre a mesquinhez de ?ng Alves. Quando foi promovida, os ofereceu doces e ch¨¢ leite, todosprados em lojasuns, que eles n?o gostaram e secretamente jogaram no lixo.Property ? of N?velDrama.Org. Cap铆tulo 60 Cap¨ªtulo 60 ?ng Alves percebeu imediatamente que aqueles colegas n?o tinham a menor inten??o de lhe dar cr¨¦dito. Eram designers experientes e n?o estavam satisfeitos a sua promo??o precoce. Como poderiam aceitar trabalhar sob suas ordens? voltou para sua mesa e mandou uma mensagem no WhatsApp para Jenny e Mike: ¡°Vamos almo?ar juntos ao meio¨Cdia paraemorar a promo??o e o aumento de sal¨¢rio de voc¨ºs.¡± Nos momentos cruciais, era importante ter aliados. Mike respondeu de imediato: ¡°Gerente Alves, podemos convidar Liliana e Geraldo tamb¨¦m?¡± ?ng entendeu na hora que ele estava do seudo: ¡°Quem quiser vir est¨¢ convidado, eu pago. Vamos ao Restaurante Maracan?er frutos do mar.¡± Depois do expediente, ?ng desceu no elevador quatro colegas e, para sua surpresa, encontrou Tina no lobby. hesitou por um momento. O que Tina estava fazendo ali? O chefe estava na Europa e s¨® voltaria na semana seguinte, sabia disso. ¡°Sra. Silva, o chefe ainda n?o voltou.¡± ¡°Eu sei, quero fr voc¨º.¡± Tina foi direta. ?ng sentiu um cfrio. Ser¨¢ que ia ter confus?o? n?o havia ofendido Tina recentemente! This is the property of N?-velDrama.Org. ¡°Sra. Silva, eubinei de almo?ar os colegas hoje, n?o vou ter tempo.¡± Tina se inclinou levemente e sussurrou em seu ouvido: ¡°Ouvi dizer que uma novata chamada Helena chegou ao departamento de design e ¨¦ sua forte concorrente. N?o quer saber mais sobre ?¡± ?ng ficou chocada. Ser¨¢ que a not¨ªcia tinha se espalhado t?o r¨¢pido? pediu que Jenny e os outros fossem adiante para o Restaurante Maracan? enquanto seguia Tina at¨¦ um canteiro de flores dodo de fora. ¡°Sra. Silva conhece Helena?¡± ¡°ro que sim.¡± Tina mostrou um sorriso malicioso. ¡° tem uma irm? chamada Le Ara¨²jo. As duas eram grudadas em Felipe desde crian?as. A irm? d, era t?o egoc¨ºntrica que tentou me substituir e se casar o Felipe. Pena que nem o destino estava dodo d, morreu e nem o corpo foi encontrado.¡± 1/2 13:05 Cap¨ªtulo 60 O qu¨º? ?ng ficou perplexa! Ser¨¢ que a irm? de Helena era o amor perdido do grande chefe? Amy havia dito que tinha uma r??o especial o chefe, e se perguntava qual ser¨ªa. Ent?o era isso! Enquanto ?ng estava at?nita, Tina continuou: ¡°Voc¨º chamou muita aten??o na exposi??o de joias em Paris e deveria naturalmente ser promovida a diretora. Agora que chegou, seu lugaro diretora pode estar em risco. Felipe faz todas as vontades d, se quiser ser a vice¨Cpresidente, ele provavelmente concordar¨¢.¡± Embora ?ng achasse um exagero, sabia que o favoritismo poder¨ªa ser poss¨ªvel. Para que ent?o continuar lutando? O grande chefe sempre dizia que era imparcial, mas isso parecia mais nepotismo do que qualquer outra coisa! ¡°Na verdade, estou tranqu, se n?o der certo, eu troco de emprego. Mas voc¨º, Sra. Silva, ¨¦ quem deve ter cuidado e vigiar o chefe para n?o perder seu lugar.¡± percebeu imediatamente que Tina lhe contava tudo isso de prop¨®sito, querendo que e Helena entrassem em conflito direto. ?ng n?o queria ser a t. Seria melhor deixar as duas rivais lutarem enquanto se beneficiava da situa??o. Tina resmungou: ¡°Fui escolhida pelo tio dele para ser sua esposa, ningu¨¦m vai tirar meu lugar.¡± ?ng suspirou: ¡°N?o basta ter apenas a pessoa, voc¨º precisa ter o cora??o d tamb¨¦m. Se o cora??o for roubado por Helena, ser¨¢ mais dif¨ªcil recuper¨¢¨Clo do que escr os c¨¦us.¡± Essas pvras atingiram,o ponto fraco de Tina, que tremeu levemente, mas manteve apostura: ¡°N?o precisa se preocuparigo, melhor pensar emo expulsar da empresa.¡± Dito isso, se virou e saiu. Ao longe, Helena se aproximou, tendo presenciado a cena. ¡°Gerente Alves, voc¨º ¨¦ pr¨®xima da Sra. Silva?¡± ?ng Alves deu de ombros. ¡°A Sra. Silva ¨¦ a noiva do Sr. Martins, eles foram juntos para a Fran?a, ¨¦ natural que a gente se conhe?a um pouco.¡± Helena baixou o olhar, deixando transparecer um vislumbre de tristeza. ¡°Se minha irm? ainda estivesse viva, talvez e o Felipe j¨¢ estivessem casados. O amor do Felipe era minha irm?, definitivamente n?o era a Sra. Silva,¡± Cap铆tulo 61 Cap¨ªtulo 61 Ang Alves n?o conseg sentir empatia por , Aquilo n?o era uma express?o de luto p irm?, mas sim uma exibi??o de seu rcionamento o grande chefe, uma forma de se Impor, n?o era? realmente n?o pretendia ser discretal ¡°Desculpe, eubinel de Jantar uns colegas, preciso ir.¡± se virou e partiu. Helena esbo?ou um sorriso frio e sinistro nos l¨¢bios, n?o levava ?ng Alves a s¨¦rio nem um pouco. Essas pessoas sem dinheiro e sem influ¨ºncia, n?o tinham a m¨ªnima chance depetir ! ?ng Alves chegou ao Restaurante Maracan?. No sal?o reservado do segundo andar, seus colegas j¨¢ tinham feito os pedidos. Liliana e Geraldo, assimo ?ng Alves, tinham sido marginalizados e reprimidos no departamento por Kelly, nunca tendo oportunidade de se destacar. Na noite anterior, Helena tinha oferecido um jantar apenas para os de cargos mais altos, sem inclu¨ª- los. A hierarquia estava ramente estabelecida. ¡°Essa Helena ¨¦ s¨® uma nova vers?o da Kelly,¡± Jenny disse desd¨¦m. ¡°Voc¨ºs ouviram sobre a r??o d o grande chefe?¡± Geraldo perguntou baixinho. ¡°A irm? d era a queridinha do chefe, e depois que morreu, ele s¨® ficou noivo da Sra. Silva. Todo mundo na empresa j¨¢ sabe. Voc¨º viuo aqueles bajdores do Ema est?o? D¨¢ at¨¦ nojo,¡± Liliana cuspiu em desgosto. Mike deu uma risada ir?nica, ¡°Eles n?o subiram para designers s¨ºnior por.bajr a Kelly?¡± Jenny mostrou uma express?o preocupada, ¡°Estou medo de que o cargo de diretora j¨¢ esteja prometido para e que o chefe s¨® esteja usando ?ngo um degrau para subir.¡± Com esseent¨¢rio, o animo dos demais tamb¨¦me?ou amentar. ?ng Alves tomou um gole de suco, decidida a n?o ser pisoteada por ningu¨¦m. Se o grande chefe tinha nos assim, certamente lutaria at¨¦ o fim. n?o tinha se esfor?ado tanto apenas para ser usadao pe?o! ¡°A batalha ainda neme?ou,o voc¨ºs podem desistir? O que importa napeti??o ¨¦ a 1/3 13-05 apnuto cobriu a boca, baixando a voz, ¡°Sabe por que a Sra. Silva veio frigo? ¨¦ por causa d. A irm? de Helena era a queridinha do chefe, e a Sra, Silva,o n?o vai se preocupar? Antes, nunca foi amistosaigo, e agora at¨¦ parece que quer estar do meudo.¡± Ao dizer isso, soltou uma risada, e todos se animaram, rindo juntos. Liliana fez uma cara de quem adora uma fofoca, ¡°E a¨ª, voc¨ºs acham que Helena tem um caso o chefe?¡± Jenny fez uma careta, ¡° certeza ¨¦ apaixonada por ele. O chefe ¨¦ jovem, bonito, perfeito, excelente, que mulher n?o iria se encantar? Acho que voltou n?o s¨® para ser diretora, mas para ser a esposa do presidente.¡± ¡°Ent?o vai ter que brigar feio a Sra. Silva, e n¨®s s¨® precisamos esperar para colher os frutos dessa disputa,¡± Mike disse, rindo. ?ng Alves pensava o mesmo, n?o entraria naqu briga para ser usada! ¡°Chin¨Cchin, agora somos um time,partilharemos as mesmas b¨¦n??os e dificuldades!¡± ¡°Isso a¨ª, com ?ng Alves noando, a gente vai longe!¡± Todos ergueram suas ta?as, e o som alegre do brinde ecoou p mesa. ¨¤ noite, ?ng Alves convidou a diretora do departamento de recursos humanos, Amy, para jantar, e lhe deu um presente que trouxera da Fran?a. Amy era algu¨¦m que ?ng respeitava muito, uma das pessoas mais admir¨¢veis da empresa. Quando voltou ao apartamento e abriu a porta, deparou¨Cse a figura elegante no sof¨¢. se surpreendeu um pouco, ¡°Sr. Martins, o que faz aqui? N?o deveria voltar na pr¨®xima semana?¡± Seu rosto estava sem qualquer sorriso, frio, o que deixou Felipe um pouco irritado, franzindo a testa, ¡°Voc¨º n?o queria que eu voltasse?¡± ?ng Alves, tantos ressentimentos em seu cora??o,o poderia estar feliz. sentou¨Cse bruscamente no sof¨¢ aodo, tomando um gole de ¨¢gua. ¡°Seu retorno tem alguma coisa a verigo?¡± Voltar mais cedo certamente n?o seria por causa d, provavelmente estava ansioso para ver sua queridinha. Que ele e a Helena n?o tinham nenhum envolvimento romantico, nem os esp¨ªritos acreditariam! A tens?o da Tina deixava ro que a situa??o n?o era nada simples. Uma sombra de vermelhid?o invadiu a testa do Felipe, fazendo¨Co franzir ainda mais as 2/3 N?velDrama.Org copyrighted ? content. 13:05 sobrancelhas. ¡°Voc¨º n?o deveria estar de folga hoje?¡± Cap铆tulo 62 Cap¨ªtulo 62 ¡°Essapeti??o interna ¨¦ t?o feroz,o ¨¦ que eu teria tempo para f¨¦rias? Esperando que me atropelem?¡± ?ng Alves murmurou baixinho, e quando se sentia provocada ou de mau humor, sua coragem crescia exponencialmente. O olhar de Felipe escureceu sutilmente, profundo e impr¨¢velo um po?o antigo, cujo fundo era imposs¨ªvel de se ver. ¡°J¨¢ viu a Helena?¡± Era melhor nem ter mencionado. Ao ouvir o nome, ?ng Alves se enfureceu, ¡° neme?ou a trabalhar e j¨¢ est¨¢ se adiantando. Ontem foi ¨¤ empresa e convidou os designers mais importantes para comer um prato franc¨ºs, aproveitando que eu n?o estava l¨¢. J¨¢ formaram seu grupinho. Voc¨º a contratouo uma c¨®pia da Kelly, n?o foi? Como s s?o parecidas!¡± Essa ¨²ltima frase era pura ironia. Felipe se fechou ainda mais, mas n?o se irritou. Ao inv¨¦s disso, adotou uma express?o zombeteira, ¡°Perdendo no primeiro dia? Isso ¨¦ a sua capacidade?¡± ¡°Eu n?o perdi nada, a disputa neme?ou! Se fosse umapeti??o justa, eu n?o estaria preocupada. Por mais que tenha mais experi¨ºncia, n?o sou menos capaz. O que me preocupa s?o as jogadas por tr¨¢s das cortinas, os jeitinhos, os favores, a sabotagem, as trai??es!¡± ?ng Alves cerrava os dentes, um brilho frio em seus olhos. Felipe estendeu a m?o e bagun?ou seu cabelo, ¡°Voc¨º est¨¢ fazendo tempestade em copo d¡¯¨¢gua. Comigo aqui, precisa se preocupar isso?¡± ¡°Ah, ro!¡± ?ng Alves debochou, ¡°Todo mundo na empresa sabe que ¨¦ sua protegida. n?o lhe chama de Sr. Martinso n¨®s, ¨¦ ¡®Felipe¡® pra c¨¢, ¡®Felipe¡® pra l¨¢,o se quisesse que todos soubessem da intimidade entre voc¨ºs.¡± fva emo??o, deixando escapar a pvra ¡°intimidade¡± sem pensar. Depois, percebendo o deslize, imediatamente fechou a boca. Felipe, no entanto, n?o ignorou a pvra, ouvindo¨Ca ramente. De repente, ele se inclinou sobre , apoiando uma m?o no encosto do sof¨¢ e outra no bra?o, prendendo¨Ca no canto, um sorriso maldoso nos l¨¢bios, ¡°Intimidade? Voc¨º est¨¢ chateada por isso?¡± ¡°ro que n?o,¡± bn?ou a cabe?a, ¡°Estou preocupada que voc¨º n?o separe o pessoal do profissional, e deixe suas emo??es afetarem seu julgamento.¡± Felipe segurou seu queixo, olhando fixamente para , seus olhos cintndo sob a luz, ¡°Por que sinto que voc¨º est¨¢ ci¨²mes?¡± 1/2 13:06 Capitule 62 Ang Alves estremeceu, ramente assustada a sugest?o, ¡°N?o, n?o, por favor, n?o entenda mal.¡± bn?ou a cabe?a vigorosamente, ¡°Eu nunca teria ilus?es sobre voc¨º, e nunca teria nenhum sentimento al¨¦m de urma r??o profissional, Mesmo que voc¨º estivesse agora outra mulher, eu so the serviria um cafezinho, 0 apoiando dedo. S¨¦riol¡± fva convic??o, sem hesitar. Os m¨²sculos ao redor da boca de Felipe se tensionaram, uma frieza sombr¨ªa se acumndo em seus olhos, Ele levantou a m?o e deu um peteleco forte em sua testa, ¡°Que absurdo ¨¦ esse que voc¨º est¨¢ fndo?¡± Al, ai, ai! cobriu a testa, sentindo dor, e lembrou¨Cse de que ele havia dito, no avi?o, que n?o podia tocar em mulheres. Droga, havia tocado em um ponto sens¨ªvel do seu chefel Temendo sua raiva, tentou aliviar a situa??o, ¡°Desculpe, desculpe, foi uma suposi??o muito inadequada. Considere issoo um peido, n?o se importe isso.¡± Felipe segurou seu rosto firmemente, seu olhar se tornando s¨¦rio, ¡°Fa?a o seu trabalho e n?o fale besteira. O que ¨¦ isso de protegida? Se for por rcionamento, quem poderiapetir ?ng Alves engasgou, cobrindo a boca e tossindo baixinho. Legalmente fndo, eles eram pr¨®ximos, c?njuges, familiares diretos. Mas, na realidade, eles estavam distanteso o c¨¦u e a terra! ¡°Eu cheguei onde estou hoje por meu pr¨®prio esfor?o, e n?o porque tenho uma liga??o legal Felipe franziu a testa, seu descontentamento e irrita??o crescendo. Content rights by N?velDr//ama.Org. Esqueceu da casa principal depois de encontrar outra? ¡°Saber aproveitar rcionamentos tamb¨¦m ¨¦ uma habilidade. Voc¨º deveria aprender um pouco a Helena.¡± Cap铆tulo 63 Cap¨ªtulo 63 ?ng Alves ficou sem pvras. Helena era a sua queridinha, ent?o tudo que fazia estava certo. Ser ardilosa e astuta era ser inteligente e s¨¢bia, puxar conex?es e usar o jeitinho era saber se virar¡­ Tudo n era vistoo uma qualidade. , sua simplicidade,o poderia separar? Qualquer coisa que fazia era vistao veneno, motivo de chacota, alvo de desd¨¦m. At¨¦ para fr tinha que aguentar zombarias at¨¦ n?o poder mais. Era o c¨²mulo da hipocrisia! Enquanto murmurava suas queixas, o celr de Felipe tocou, e aproveitou para dar uma espiada discreta. Era Helena. Ele foi at¨¦ a varanda para atender, fndo baixo. ?ng Alves esticou os ouvidos ao m¨¢ximo, mas n?o conseguiu entender direito o que diziam. N?o precisava de adivinha??o para saber que eram pvras doces e ¨ªntimas que n?o deveria ouvir. Felipe desligou e voltou, pegando seu casaco no sof¨¢. ¡°Preciso ir. Apeti??o faz voc¨º avan?ar, n?o ¨¦ ruim para voc¨º.¡± ?ng Alves ficou sem pvras, fazendo caretas para as costas dele. tinha certeza de que ele estava indo se encontrar Helena. Um libertino, sem nenhum respeito p moralidade masculina. Mas quem estava sendo tra¨ªda n?o era , e sim a coitada da Tina. Depois deer uma ma??, entrou no quarto e, virando¨Cse, percebeu que a pintura na estante tinha desaparecido. Correu para o quarto de Bruna e bateu na porta. ¡°Bruna, onde est¨¢ minha pintura?¡± ¡°Foi¡­ jogado na lixeira pelo senhor.¡± Bruna suspirou. tinha pensado emprar uma moldura para pendurar a pintura, mas assim que o senhor chegou, entrou no quarto, pegou a pintura e, sem dizer uma pvra, rasgou em peda?os. ainda estava preocupada se ?ng tinha irritado o senhor e se eles iam brigar, mas felizmente tudo se acalmou depois. Talvez o senhor simplesmente n?o gostasse daqu pintura. ?ng Alves quase desmaiou de raiva ao ver os peda?os destro?ados na lixeira. Capitulo 63 Ele era louco? Por que ele tinha rasgado a sua pintura? Property ? of N?velDrama.Org. Era demais! Amanh? precisava confront¨¢¨Clo e esrecer as coisas. No dia seguinte, na reuni?o semanal. ?ng Alvesn?ou um olhar para Felipe e Helena, que pareciam revigorados e satisfeitos ap¨®s a noite anterior, certamente repleta de romance e paix?o. A imagem dos dois juntos imediatamente apareceu em sua mente, e sentiu arrepios de repulsa. Esfregou os bra?os, tentando se livrar da sensa??o. Felipe, percebendo sua rea??o, franziu a testa. n?o sabia que deveria usar uma jaqueta mesmo que estivesse frio, estava tentando congr o filho dele? Imediatamente pediu para a secret¨¢ria desligar o ar¨Ccondicionado. Helena,o a novata, foi a primeira a apresentar seu rt¨®rio, propondo abertamentepetir ?ng Alves p posi??o de diretora. ¡°Minha sugest?o ¨¦ que eu e a Gerente Alves lideremos equipes separadas para desenhar a nova cole??o de inverno. Quem tiver mais vendas ganha. S¨® n?o sei se a Gerente Alves aceita, j¨¢ que todos os designers do departamento querem se juntar ¨¤ minha equipe, e s¨® tem quatro assistentes.¡± Era uma provoca??o descarada! j¨¢ tinha dominado o departamento de design, e esperava que sua rival se rendesse de bom grado. ?ng Alves conseguiu captar a mensagem. respondeu calma, sorrindo levemente: ¡°Com esses quatro j¨¢ ¨¦ suficiente. A s¨¦rie ¡®Linguagem das Flores¡® foi feita por mim sozinha, enquanto ¡®Enigma¡® e ¡®S¨¦rie Secreta¡® foram desenvolvidas a ajuda de Jenny e Mike; os outros n?o participaram. N?o ¨¦ a quantidade que conta, e sim a qualidade!¡± A s¨¦rie ¡®Linguagem das Flores¡® j¨¢ tinha quebrado o recorde de vendas da GM, e ¡®Enigma¡® e ¡®S¨¦rie Secreta¡®,n?adas h¨¢ apenas alguns dias, j¨¢ tinham pedidos acumdos, f¨¢bricas de joias trabalhando sem parar para atender ¨¤ demanda e prestes a bater novos recordes. Com poucas pvras, ?ng Alves deixou ro seu valor. N?o importava quantas pessoas Helena tivesse, se n?o havia m¨¦rito, de que adiantava? Felipe, ro, percebeu a insinua??o nas pvras d, e um leve sorriso se desenhou em seus l¨¢bios, quase impercept¨ªvel. Quando se fva em l¨¢bia, se ?ng considerava a segunda melhor, pois ningu¨¦m tinha coragem de se autopromar o primeiro. Nos olhos de Helena, passou um brilho g¨¦lido e amea?ador, mas manteve seu sorriso, ¡°J¨¢ que o Gerente Alves est¨¢ t?o confiante, ent?o est¨¢ decidido.¡± fva a autoridade de uma chefe para a subordinada, mas ?ng Alves n?o se deu ao trabalho de discutir. Afinal, quem ri por ¨²ltimo, ri melhor! Saindo da s de reuni?es, ?ng Alves seguiu atr¨¢s de Felipe, esperando uma oportunidade para fr sobre o assunto do quadro, mas Helena passou por eles sem dar aten??o e se colocou aodo de Felipe, ¡°Felipe, vamos almo?ar juntos ao meio¨Cdia?¡± Cap铆tulo 64 Cap¨ªtulo 64 Felipe franziu levemente a testa,n?ando um olhar profundo sobre ?ng Alves antes de pous¨¢¨Clo sobre . ¡°Aten??o as formalidades, aqui na empresa, sou o seu chefe, nada mais que isso.¡± Sua voz, nem alta nem baixa, foi captada ramente por ?ng Alves. Ah, o grande chefe quer evitar conflitos de interesse. sorriu maliciosamente. ¡°Sra. Ara¨²jo, voc¨º acabou de chegar aqui e ainda n?o conhece as regras do Sr. Martins. O Sr. Martins sempre foi rigoroso a separa??o do pessoal e do profissional, valorizando o m¨¦rito e detestando quem tenta puxar o saco. Voc¨º deve prestar aten??o para n?o criar uma m¨¢ impress?o.¡± Helena empalideceu e, raiva, rapidamente adotou uma express?o de piedade. ¡°Desculpe, Sr. Martins, eu esqueci por um momento. Vou me lembrar disso no futuro.¡± ¡°Na GM, o que mais importa ¨¦ apet¨ºncia.¡± Felipe deixou essas pvras no ar e entrou no elevador. ?ng Alves deu um passo ¨¤ frente e o seguiu. ¡°Sr. Martins, tenho uma quest?o para rtar.¡± Felipe acenou levemente a cabe?a e a levou para o escrit¨®rio no andar de cima. Ele se sentou na cadeira executiva e tomou um gole de caf¨¦. ¡°O que voc¨º quer rtar?¡± Ser¨¢ que veio s¨® para elogiar sua imparcialidade? ?ng Alves apertou os l¨¢bios e, a voz baixao um zumbido, disse: ¡°Eu s¨® queria saber por que voc¨º rasgou minha pintura?¡± Ele se sobressaltou e seu semnte esfriou de repente,o se estivesse coberto de gelo. ¡°Voc¨º veio me acusar?¡± ¡°De jeito nenhum, eu n?o ousaria¡°, ?ng Alves sacudiu a cabe?a e gesticulou as m?os. ¡°Eu s¨® queria entender o que havia de errado a pintura que lhe desagradou. Vou prestar mais aten??o no futuro.¡± Um brilho frio atravessou os olhos de Felipe, que colocou a x¨ªcara de caf¨¦ dedo e se levantou, aproximando¨Cse d a cada passo. A press?o que emanava dele a fez estremecer, e recuou instintivamente. ¨¤ medida que ele avan?ava, recuava, at¨¦ que ficou encurrda em um canto sem sa¨ªda. Ele a prendeu contra a parede autoridade, sua figura imponenteo uma montanha, dominando¨Ca sob seu bra?o. ¡°Na sua pintura, n?o ¨¦ permitido ter outros homens, se n?o, cada vez que eu ver, vou rasgar!¡± Seu tom era gdo, uma autoridade inquestion¨¢vel. Capitulo 64 ?ng Alves recuou, sentindo¨Cse ao mesmo tempo assustada e irritada. Que absurdo! S¨® ele pode fazer o que quer, e nem pode fazer? ¡°Por que n?o? ¨¦ meu direito. Voc¨º j¨¢ n?o permite que eu tenha amigos, agora quer contrr at¨¦ minhas pinturas? N?o ¨¦ demais?¡± Felipe segurou seu queixo, a olhando fixamente um olhar cortanteo uma lamina. ¡°Voc¨º n?o est¨¢ mais sozinha, os beb¨ºs j¨¢ est?o tomando consci¨ºncias, e tudo que voc¨º faz pode afetar eles. Se voc¨º fantasia outros homens, isso pode prejudicar seriamente a nossa r??o pai e filho.¡± ?ng Alves ficou chocada. Havia mesmo essa teoria? Era a primeira vez que ouvia fr disso. N?velDrama.Org copyrighted ? content. ¡°O que eu penso pode arruinar sua r??o os beb¨ºs? Isso n?o ¨¦ poss¨ªvel, ¨¦? Voc¨º est¨¢ brincando, certo?¡± Felipe deu um leve tapa em sua testa. ¡°Isso ¨¦ educa??o subconsciente do feto. Voc¨º influencia os beb¨ºs sugest?es psicol¨®gicas. Se voc¨º fica todas essas ideias malucas na cabe?a, s¨® vai trazer energia negativa para eles, prejudicando bem¨Cestar f¨ªsico e mental deles.¡± Ele falou tanta seriedade que ?ng Alves imediatamente teve a sensa??o de estar sendo persuadida ¨¤ for?a, engolindo em seco e inconscientemente tocando sua barriga levemente saliente. ¡°Ent?o eu n?o pinto mais, t¨¢ bom.¡± Felipe a soltou e voltou para sua cadeira. ¡°Daqui para frente, voc¨º melhor saber o que deve ou n?o pensar, para n?o pisar em falso.¡± ¡°En¡­entendi.¡± ?ng Alves pressionou os l¨¢bios e saiu rapidamente. No momento em que a porta se fechou, Felipe deixou escapar um sorriso frio e sinistro. ?ng Alves voltou para o departamento de design e buscou informa??es no celr. Nossa, realmente existia essa tal de educa??o subconsciente do feto. N?o era algo que ele inventou. As mulheres realmente t¨ºm uma jornada dif¨ªcil durante a gravidez, precisam ter cuidado tudo, at¨¦ com seus pr¨®prios pensamentos, enquanto os homens podem fazer o que bem entendem, vivendo sem amarras. Isso ¨¦ t?o injusto! estava se sentindo bem pra baixo quando o celr tocou. Era uma mensagem do Elton no WhatsApp: ¡°Voltei pro Brasil.¡± Cap铆tulo 65 Cap¨ªtulo 65 ?ng Alves enviou um emojiemorativo: ¡°Nesse fim de semana, vou convid¨¢¨Clo pra jantar. S¨® que estou na casa de parentes, n?o ¨¦ muito conveniente. Possoprar os legumes e preparar na sua casa?¡± Elton respondeu um emoji sorridente: ¡°Beleza.¡± This is the property of N?-velDrama.Org. Em seguida, ele mandou uma foto que tinha tirado d em Provence. Ele parecia ter o dom de capturar cada momento perfeito. Nas fotos dele, estava sempre deslumbrante. Depois do almo?o, ?ng Alves reuniu os colegas de trabalho para uma reuni?o e distribuir as tarefas. O departamento de design era dividido em sete equipes, cada uma liderada por um designer s¨ºnior, com v¨¢rios designers e assistentes de design sob seuando. Apenas quatro pessoas estavam dispostas a seguir ?ng Alves. Nos olhos deles, Helena era a diretora em espera, e ?ng Alves n?o passava de um pe?o, destinada a perder. Ningu¨¦m seria tolo a ponto de arriscar a carreira. ¡°Esta vez eu vou cuidar da linha de joias de ouro e prata e da cole??o de casamento diamantes. Os outros acess¨®rios de ouro e prata, assimo as joias, ficar?o Jenny e Mike. Os presentes para casa ficar?o Liliana, e as linhas de rel¨®gios e acess¨®rios masculinos ficar?o sob a responsabilidade de Geraldo. Temos poucos funcion¨¢rios e uma carga de trabalho pesada, ent?o vamos ter que nos esfor?ar.¡± ¡°Beleza,¡± responderam os quatro, um misto de excita??o e nervosismo no ar. Era a primeira vez que eles estavam noando de um projeto t?o grande. ?ng Alves naturalmente os encorajou: ¡°Todos voc¨ºs est?o na empresa h¨¢ mais de tr¨ºs anos, at¨¦ mais tempo do que eu. Ent?o, tenham confian?a, n?o somos inferiores ¨¤queles designers s¨ºniores. Este ¨¦ um desafio raro, e se dermos o nosso melhor, temos chances de sucesso.¡± Os quatro cerraram os punhos e assentiram vigorosamente: ¡°Beleza, vamos dar o nosso melhor juntos!¡± ¨¤ noite, ?ng Alves voltou para casa e viu Bruna cozinhando. rapidamente se juntou para aprender. Antes do fim de semana, precisava aprender a fazer quatro pratos e uma sopa. Bruna achou que estava fazendo isso para impressionar Felipe e ficou muito feliz. Capitulo 65 ¡°Como diz o ditado, para conquistar o cora??o de um homem, voc¨º tem que conquistar o est?mago dele. Se o senhor gostar do que voc¨º preparou, ele certeza n?o vai mais querer ficar longe de voc¨º.¡± ?ng Alves sabia que Bruna tinha entendido errado, mas n?o corrigiu, apenas sorriu. Sob a orienta??o de Bruna, preparou um moqueca de camar?o e um misto quente. Quando estavam prestes a jantar, a porta se abriu e a figura alta e imponente de Felipe apareceu. ?ng Alves levou a m?o ¨¤ testa. O chefe n?o tinha um encontro particr hoje? Ele tem vindo aqui muita frequ¨ºncia ultimamente. N?o seria realmente um monitoramento em tempo real d, seria? Bruna disse sorrindo: ¡°Senhor, sua chegada ¨¦ perfeita, ainda n?o jantou, n?o ¨¦? Hoje ¨¦ a Sra. Alves que cozinhou, aprendeu especialmente para voc¨º.¡± ?ng Alves suou frio. E agora, o mal¨Centendido tinha aumentado. acenou as m?os rapidamente: ¡°N?o ¨¦ isso, Sr. Martins, eu s¨® estava aprendendo, n?o tem nada a ver voc¨º, por favor, n?o entenda mal.¡± Bruna a olhou de soio um sorriso: ¡°Olha s¨®, a menina at¨¦ que est¨¢ envergonhada.¡± ?ng era muito reservada, Bruna pensou que deveria ajud¨¢ mais. Um brilho astuto passou pelos olhos de Felipe. Ele estendeu a m?o e bagun?ou o cabelo d: ¡°N?o precisa explicar, vamos jantar.¡± Explica??es s?o apenas desculpas, ele podia ver atrav¨¦s das pequenas artimanhas d num rnce. ?ng Alves fez uma careta e se calou, concentrando¨Cse emer. Felipe provou um camar?o, que estava bastante saborosa e ao seu gosto. O misto quente tamb¨¦m estava delicioso, muito crocante. No jantar, ele geralmenteia s¨® at¨¦ se sentir setenta por cento cheio, mas dessa vez, excepcionalmente, eleeu v¨¢rias tigs de arroz. Bruna, os olhos apertados de tanto sorrir, disse baixinho aodo de ?ng Alves: ¡°O senhor adorou a suaida,eu tudo.¡± ¡°Se ele gostou¡­ que bom,¡± disse ?ng Alves, mostrando a l¨ªngua, esperando que o chefe n?o pensasse que estava criando esperan?as novamente! Ap¨®s o jantar, Bruna trouxe uma bandeja de frutas. O senhor se demorou um pouco mais naqu noite, panhe a Sra. Alves para fazer 12:16 Capitulo 65 educa??o fetal, pois era fundamental a participa??o do pai nesse processo. Diziam que a qualidade do rcionamento dos pais poderia ser sentida p crian?a ainda na barriga. ?ng Alves estava envergonhada e sens¨ªvel ¨¤ pvra ¡°educa??o fetal¡± hoje. Cap铆tulo 66 Cap¨ªtulo 66 ¡°Bruna, o Sr. Martins est¨¢ bem ocupado, at¨¦ ¨¤ noite ele tempromissos e logo ter¨¢ que sair.¡± Felipen?ou¨Clhe um olhar de canto e perguntou: ¡°T?o tarde, quepromisso ¨¦ esse?¡± ¡°No dia anterior, foi exatamente nesse hor¨¢rio que voc¨º atendeu uma liga??o e saiu, n?o foi? Se eu n?o me engano, era uma liga??o de uma mulher¡°, provocou ?ng Alves. Os olhos de Felipe brilharam por um instante, ele apoiou o bra?o no encosto do sof¨¢ e se aproximou rapidamente: ¡°O que foi? Quer fazer uma investiga??o?¡± sentiu uma press?o intensa e recuou apressadamente: ¡°Eu nem ousaria, n?o tenho esse direito.¡± ¡°¨¦ bom saber.¡± ¨C Felipe esbo?ou um semnte zombeteiro. ¨¢ng captou aqu express?o astuta e de repente se sentiu iodada. A vida entre as pessoas ¨¦ realmente injusta. Ele n?o s¨® contr as a??es d, mas tamb¨¦m quer contrr sua mente, enquanto , nem tem o direito deer uma pipoca. ¡°Bem¡­ j¨¢ est¨¢ tarde, tenho trabalho a fazer, vou voltar para o meu quarto.¡± se levantou para sair, mas ele a segurou firmemente: ¡°Eu n?o apoio trabalho extra dos empregados, depois do expediente, voc¨º n?o deve trabalhar.¡± ?ng Alves ficou sem pvras. Na gera??o do esgotamento, se voc¨º n?o se acaba, ¨¦ melhor se preparar para ser esmagado por outros. Content rights by N?velDr//ama.Org. ¡°Voc¨º quer que eu sejapetitiva, mas n?o me deixa trabalhar. Voc¨º quer que eu perca? Todos foram para a equipe da Helena, eu s¨® tenho quatro pessoas sob meuando, uma pessoa tem que fazer o trabalho de tr¨ºs. Como posso fazer isso sem fazer hora extra?¡± Felipe segurou seu queixo, seus olhos negros e g¨¦lidos brilhando sob a luz, sombrios e profundos: ¡°Voc¨º precisa entender que a decis?o final ¨¦ minha, voc¨º tem que me satisfazer primeiro.¡± ?ng inspirou profundamente, aquilo n?o era abuso de poder? Satisfaz¨º¨Clo era mais dif¨ªcil do que escr o c¨¦u. Enquanto estava sem pvras, a grande m?o de Felipe cobriu sua pequena barriga levemente arredondada. instintivamente quis afast¨¢¨Clo, mas sua m?o parou no meio do caminho. Afinal, era o filho dele que ele estava tocando, n?o . ¡°Vou colocar uma m¨²sica para o beb¨º.¡± ligou o som Bluetooth e tocou uma can??o de ninar de Brahms, depois deitou¨Cse 1/3 12:17 Capitulo 66 confortavelmente no sofa. Ele que fizesse o que quisesse, era apenas uma m?e de aluguel. Bruna apareceu do quarto: ¡°Senhor, eu limpo seu quarto todos os dias. Se estiver muito tarde, n?o saia, fique aqui e panhe a Sra. Alves e a crian?a. Al¨¦m disso¡­ depois que a gesta??o ultrapassa tr¨ºs meses, ¨¦ seguro ter r??es intimas apropriadas entre casais. Isso tamb¨¦m tem beneficios, ajuda a regr o equilibrio hormonal da gestante.¡± terminou de fr sorrindo e entrou no quarto. ?ng se engasgou violentamente, quase caindo do sof¨¢. R??es intimas! Que pvras t?o audaciosas eram essas? estava gr¨¢vida, mas por insemina??o artificial, ainda era virgem. Como poderia ter uma vida conjugal o ele? Eles n?o s?o marido e mulher de verdade! Seus pensamentos estavam agitados, seu peito subindo e descendo levemente. Por causa da gravidez, seu corpo est¨¢ passando por mudan?as, seus seios estavam mais volumosos. Como Felipe poderia n?o notar? Ele engoliu em seco, uma onda de calor ardente emergiu. Ser¨¢ que estava fazendo aquilo de prop¨®sito, usando Brunao porta¨Cvoz? Seus dedos longos tocaram a face corada d, a pele d estava quente ao toque, quase ardendo. ¡°Voc¨º quer ter uma vida conjugal?¡± ?ng quase se engasgou, sacudindo a cabe?a fricamente: ¡°ro que n?o. Mesmo carregando seu filho, ainda sou virgem. Meu corpo ser¨¢ para o meu futuro marido.¡°. O rosto de Felipe se fechou no mesmo instante, a ideia de outro homem tocando¨Ca fez sua raiva subir imediatamente. ¡°J¨¢ est¨¢ pensando em outro casamento antes mesmo do div¨®rcio?¡± Seu tom estava carregado de frieza, fazendo¨Ca estremecer: ¡°N?o ¨¦¡­ algo que vai acontecer mais cedo ou mais tarde? Depois do div¨®rcio, certamente procurarei algu¨¦m para um rcionamento rec¨ªproco, um amor verdadeiro. Se for apropriado, naturalmente casaremos.¡± Um brilho de f¨²ria passou pelos olhos de Felipe. Um rcionamento rec¨ªproco, seria Elton? j¨¢ estava fantasiando em se casar ele? R 12.17 Cap¨ªtulo 66 ¡°Voc¨º n?o seria t?o ing¨ºnua a ponto de pensar que, sendo minha esposa s¨® no nome, ainda poderia seportaro minha cunhada? A n?o ser que ele, o Elton, n?o queira mais levar o sobrenome de Martins!¡± Cap铆tulo 67 Cap¨ªtulo 67 Um sorriso estranhoe?ou a se formar no rosto de ?ng Alves: ¡°Afinal, voc¨º ¨¦ irm?o do Elton, mas parece que n?o o conhece bem. Ele ¨¦o o vento,o seu nome sugere, n?o gosta de ser contido, ningu¨¦m pode prend¨º¨Clo e ele n?o vai parar por ningu¨¦m.¡± fez uma pausa: ¡°Elton e eu amamos a arte, temos multa afinidade nisso. A melhor forma de nos rcionarmos ¨¦o amigos, confidentes, e n?oo amantes. ¨¦ assim que eu penso, e ele tamb¨¦m. Ent?o, por favor, pare de duvidar do nosso rcionamento. Meu verdadeiro amor ainda est¨¢ esperando por mim em algum lugar n?o muito distante no futuro.¡± Felipe ficou em sil¨ºncio, seus olhos ficando cada vez mais sombrios,o se fosse invadido p escurid?o da noite. Ele sempre achou que tinha olhos perspicazes, capazes de enxergar atrav¨¦s d apenas um olhar. Mas agora, mesmo estando t?o perto d, erao uma lua refletida na ¨¢gua, uma flor na n¨¦voa, imposs¨ªvel de ver ramente, incapaz de discernir a verdade em suas pvras. Property ? of N?velDrama.Org. Ele pegou um copo d¡¯¨¢gua da mesa de centro, deu um gole e s¨® depois de um longo momento, sua voz soou baixa: ¡°Se voc¨º n?o seguir as regras, n?o espere ter um futuro.¡± Seu tom estava cheio de uma amea?a dominadora. ?ng Alves o encarou sem piscar, sua teimosia interna lentamente transparecendo: ¡°Quando o beb¨º nascer, n?o teremos mais nada a ver um o outro. O que eu fa?o, quem eu saio, quem eu me caso, ¨¦ tudo minha escolha.¡± O canto da boca de Felipe se contraiu e ele sentiu uma irrita??o inexplic¨¢vel,o se algo que the pertencia estivesse prestes a ser roubado. Ele estendeu a m?o e segurou o rosto d: ¡°Estamos fazendo uma educa??o pr¨¦¨Cnatal agora, n?o pense em coisas desnecess¨¢rias que possam afetar o beb¨º.¡± Sua mudan?a repentina de tom fez ?ng Alves engasgar. quase esqueceu a importancia da educa??o pr¨¦¨Cnatal subconsciente. ¡°Ent?o eu¡­ vou dormir um pouco, n?o pensar em nada, deixar o beb¨º ouvir m¨²sica por si mesmo.¡± fechou os olhos. A express?o de Felipe permaneceu sombria, e seu humor n?o parecia melhorar. Logo de manh? cedo, Ema, do departamento de design de joias, colocou um monte de documentos na mesa de Liliana e pediu para que os preparasse para p manh?. Liliana estava ocupada um novo design, n?o tinha tempo para essas tarefas triviais. 13.17 Capitulo 67 ¡°Ema, eu estou na equipe da ?ng Alves agora, essas coisas s?o responsabilidade sua.¡± Ema olhou para desdem e rebateu: ¡°N?o importa em que equipe voc¨º est¨¢, enquanto voc¨º faz parte do meu grupo, tem que seguir minhas ordens.¡± elevou a voz propositalmente, para que todos ouvissem, parecendo dificultar para Liliana, mas na verdade estava desafiando Ang Alves. ¨¢ng Alves, que n?o era de ficar por baixo, p?s dedo sua prancheta de desenho e se aproximou. ¡°Ema, Liliana est¨¢ certa, agora est¨¢ na minha equipe e s¨® precisa seguir minhas instru??es. Quanto ao trabalho do seu grupo, voc¨º pode pedir a outras pessoas para fazer.¡± Depois, sorriu para Liliana: ¡°Concentre¨Cse no seu novo design e n?o se deixe afetar por outras coisas.¡± ¡°Entendido.¡± ¨C Liliana pegou os pap¨¦is e os colocou diretamente na mesa de Ema. Sem dar a menor aten??o a . Depois de fazer isso, se sentiu incrivelmente satisfeita. Tr¨ºs anos na empresa, sempre se comportando humildemente, e aqu foi a primeira vez que p?de respirar aliviada! Ema ficou furiosa en?ou um olhar feroz para ?ng Alves: ¡°?ng Alves, tenho algo a dizer, voc¨º ¨¦ a mais nova no departamento de design, virar gerente j¨¢ foi um presente ca¨ªdo do c¨¦u. Voc¨º ainda quer mais? A Helena, seja em experi¨ºncia ou em reconhecimento, ¨¦ muito mais qualificada que voc¨º. De onde voc¨º tira coragem parapetir ?¡± ?ng Alves estava calma e sorriu levemente: ¡°Foi o Sr. Martins quem me deu essa coragem.¡± Ema pareceu surpresa no primeiro instante e depoise?ou a zombar: ¡°Quem na empresa n?o sabe da r??o entre Helena e o Sr. Martins? Ele a trouxe para c¨¢ justamente para tomar conta do departamento de design. Por que voc¨º insiste empetir? Isso n?o ¨¦ apenas iodar o Sr. Martins?¡± Cap铆tulo 68 Cap¨ªtulo 68 ?ng Alves fez um gesto de sil¨ºncio e sussurrou: Fr sobre isso no departamento ¨¦ ok. mas n?o deixem chegar aos superiores. O Sr. Martins ¨¦ muito rigoroso quanto a essas coisas e detesta baj??o. Ontem, depois da reuni?o, a Sra. Ara¨²jo mencionou o nome do Sr. Martins e foi severamente repreendida por ele. Muitos executivos de alto escal?o estavam presentes.¡± Essas pessoas acham que j¨¢ venceram, est?o muito arrogantes, n?o me levam a s¨¦rio. Quando chegar a hora de derrub¨¢¨Clos, n?o vou hesitar! aris, o Sr. E,o previsto, Ema ficoupletamente desarmada,o uma b furada. Ang deu¨Clhe um olhar de esguelha e prosseguiu: ¡°Na exposi??o de joias em Martins prometeu que se eu me sa¨ªsse bem, teria uma chance de concorrer ¨¤ vaga de diretora. Ent?o eu vou dar tudo de mim para n?o decepcion¨¢¨Clo.¡± Nesse instante, Helena entrou, tendo escutado parte da conversa anterior. Esses subalternos sem no??o,o se atrevem a fr mal d ps costas? Assim que assumir o cargo de diretora, far¨¢ quest?o da primeira tarefa ser expuls¨¢¨Clos. ¡°Desculpem a demora, pessoal. Ontem ¨¤ noite, fui beber o Sr. Martins e conversamos sobre o passado. Acabei bebendo um pouco demais sem querer. O Sr. Martins queria que eu tirasse folga hoje, mas n?o quero atrapalhar o trabalho. N?o posso decepcionar minha equipe.¡± tinha uma express?o de alegria no rosto enquanto fva, e ainda mexeu os cabelos sobre os ombros um gesto provocante. ?ng Alves ficou chocada. se lembrava de que Felipe tinha sa¨ªdo tarde ontem ¨¤ noite, j¨¢ era quase meia¨Cnoite, e ainda foi encontrar Helena para beber? Ele estava um esp¨ªrito muito animado, n?o ¨¦? E al¨¦m disso, eles estavam a s¨®s, o que poderia ter acontecido depois de uns goles? Seu olhar atravessou a divis¨®ria de vidro da mesa e viu sua pr¨®pria sombra, parecia que tinha um brilho verde sobre sua cabe?a. O amor ¨¦o uma luz diferente que te deixa ansioso! De repente, n?o conseguia mais distinguir se era mesma que estava sendo ¡°diferenciada¡± ou se era a Tina! Vendo seu apoio chegar, Ema voltou a ser arrogante: ¡°Helena, voc¨º ¨¦ a nossa l¨ªder no design, s¨® voc¨º nos representa. Esses que nem t¨ºm experi¨ºncia nem fama, sonham em te derrotar. ¨¦ pura ilus?o.¡± ?ng sorriu ironicamente. Antes, tinha subido de cargo agarrando¨Cse a Kelly, e se gabaval de ser a melhor em bajr. 12.17 Capitulo 68 ¡°Vamos l¨¢, pessoal. Trabalhar afinco, porque s¨® o resultado das vendas f mais alto.¡± Helena sorriu um sorriso malicioso nos l¨¢bios: ¡°Amanh? ¨¦ fim de semana, vou convidar todos para o Resort Lago Azul. Vamos nos divertir e buscar inspira??o ao mesmo tempo.¡± Content rights by N?velDr//ama.Org. ¡°Demais!¡± -Ema se apressou em concordar, cheia de empolga??o. Helena sussurrou algo em seu ouvido e sorriu de forma misteriosa, assentindo a cabe?a. ?ng mordeu os l¨¢bios, for?ada a admitir que sua rival sabiao conquistar aliados. pegou o celr e mandou uma mensagem no grupo: ¡°N?o se deixem influenciar, concentrem¨Cse no design. Se nossa equipe ganhar, voc¨ºs ser?o os novos l¨ªderes.¡± Jenny respondeu rapidamente: ¡°Quanto mais tentam nos desanimar, mais fortes seremos.¡± ¡°Isso mesmo!¡± ¡°Vamos tudo!¡± Durante o intervalo do almo?o, ?ng recebeu uma liga??o de sua m?e. Seu irm?o Enzo estava voltando para a Academia de Teatro na Cidade Mar e chegaria naqu noite de trem¨Cb. levou um susto. Enzo tinha melhorado consideravelmente ap¨®s alguns tratamentos medicamentos importados, mas ainda precisaria continuar o tratamento por mais dois anos para prevenir uma reca¨ªda. ¡°M?e, por que voc¨º n?o o convenceu a descansar mais um pouco antes de voltar aos estudos?¡± ¡°Ele ¨¦ teimosoo voc¨º, minha filha. Eu n?o consegui convenc¨º¨Clo. Al¨¦m disso, ele disse que agora ¨¦ oe?o do ano letivo, seria o momento ideal para voltar. Se esperasse mais, teria que adiar um ano inteiro.¡± ?ng Alves suspirou,preendendo o estado de esp¨ªrito do irm?o: ¡°Tudo bem, eu vou cuidar dele, n?o se preocupe. E voc¨º e papai tamb¨¦m tomem cuidado a sa¨²de.¡± mal tinha desligado o telefone quando Mike apareceu apressado: ¡°?ng Alves, acabei de receber uma not¨ªcia, a Helena marcou um encontro amanh? alguns executivos do departamento de marketing para irem juntos ao Resort Lago Azul.¡± Um brilho frio atravessou o olhar de ?ng Alves. N?o era de se admirar que e Ema estivessem cochichando mais cedo; era por causa disso. O sucesso das vendas de um novo produto n?o dependia apenas do design, mas tamb¨¦m do marketing. Se o departamento de marketing se concentrar no novo produto da Helena, ent?o seria o fim para o grupo deles. Cap铆tulo 69 Cap¨ªtulo 69 ¡°Entendi, vou continuar de olho neles e cuidar dodo do marketing.¡± Conhecer o inimigo ¨¦ a chave para vencer todas as batalhas. Ap¨®s a sa¨ªda de Mike, se jogou na cadeira, a mente girando em alta velocidade. A ger¨ºncia da GM era rigorosa, e para evitar casos de corrup??o interna, as despesas de entretenimento entre departamentos n?o eram reembolsadas p empresa, cada um tinha que pagar do pr¨®prio bolso. Helena era uma herdeira rica, n?o tinha preocupa??es dinheiro, mas era diferente. estava com a carteira vazia. Originalmente, sua fam¨ªlia tinha uma condi??o at¨¦ que razo¨¢vel, os pais trabalhando em empresas estatais e empregos est¨¢veis. Mas depois que seu irm?o ficou doente, os gastos medicamentos se tornaram um po?o sem fundo. Seus pais, desesperados para levantar fundos para o tratamento do irm?o,eteram erros e foram suspensos de seus empregos. Toda a responsabilidade financeira da fam¨ªlia recaiu sobre . Seu irm?o havia se mudado para estudar e precisava usar seu sal¨¢rio para pagar a mensalidade escr dele, al¨¦m de arcar suas despesas di¨¢rias. O dinheiro da pens?o aliment¨ªcia que Felipe fornecia era todo usado em medicamentos, e mal tinha o suficiente para viver, quanto mais para socializar. Depois de muito pensar, reuniu coragem e foi at¨¦ o escrit¨®rio do presidente no andar de cima. Naquele momento, Felipe acabara de terminar uma videoconfer¨ºncia os executivos do Grupo Luzesr. A GM agora era seu quartel¨Cgeneral e ele passava a maior parte do tempo l¨¢. Quando ?ng Alves entrou, trouxe consigo um caf¨¦: ¡°Sr. Martins, preparei um caf¨¦ Blue Mountain especialmente para o senhor.¡± Felipe levantou os olhos en?ou um olhar questionador a . Boas a??es sem motivo s?o suspeitas, ou mndragem ou furto. ¡°Voc¨º veio me pedir alguma coisa?¡± ¡°O Sr. Martins ¨¦ muito perspicaz!¡± ?ng Alves levantou o polegar e elogiou rapidamente, depois esfregou as m?os e disse baixinho: ¡°¨¦ que eu tenho um pequeno problema. J¨¢ estou gr¨¢vida h¨¢ quase quatro meses e minha barriga est¨¢ cada dia maior. As roupas que eu tinha antes n?o servem mais, precisoprar algumas roupas adequadas e elegantes para cobrir a barriga.¡± fez uma pausa, mordeu o l¨¢bio e continuou: ¡°Minhas roupas costumavam serpradas 1/2 12:177 Capitulo 69 no Shopee, mas agora que fui promovida a gerente de design, preciso de roupas mais sofisticadas, como Chanel Prada¡­ e s s?o muito caras.¡± Felipe entendeu imediatamente o que estava insinuando, levantou as sobrancelhas e fingiu n?o entender: ¡°E dai?¡± ¡°Ent?o¡­¡± ¨C ?ng Alves sorriu sem jeito: ¡°o valor das despesas alimentares poderia ser aumentado um pouquinho?¡± Felipe se recostou na cadeira executiva, provou um gole do caf¨¦, que era bom, mas o excesso de artificios deixava um gosto amargo. ¡°Eu j¨¢ pensei na quest?o das roupas. Roupas sob medida para voc¨º ser?o entregues no fim de semana.* O qu¨º? ?ng Alves engasgou raiva. Ser¨¢ que ele n?o poderia ser um pouco mais sutil? N?o poderia dar uma brecha para se aproveitar? ¡°Al¨¦m disso, ando desejos estranhos, queroer frutas ex¨®ticas,o duri?o da Tailandia ou cerejas¡­¡± ¡°Qualquer coisa que desejarer, ¨¦ s¨® fr para a Bruna. Pe?a para prar.¡± ¨C Um brilho astuto e frio reluziu nos olhos de Felipe. ?ng Alves sentiuo se tivesse levado um golpe. N?velDrama.Org copyrighted ? content. Normalmente, jamais faria algo t?o humilhanteo estender a m?o para pedir dinheiro. Isso seria insuport¨¢vel para . Mas desta vez, n?o tinha a raz?o nem a moral ao seudo! E, al¨¦m do mais, n?o tinha inten??o de devolver aquele dinheiro! Essa situa??o insustent¨¢vel tinha sido criada por ele. Se n?o fosse p interfer¨ºncia dele trazendo uma apadrinhada parapetir , precisaria fazer um esfor?o t?o grande? Enganar a ¡°esposa¡± ¨C e n?o pagar por isso! Essa despesa social deveria ser dele! ¡°Bem¡­ al¨¦m deida e roupas, tenho muitas outras despesas!¡± ¡°Como quais?¡± Felipe tamborva os dedos na mesa, um sorriso frio e sarc¨¢stico nos l¨¢bios. Ele sabia que o dinheiro que havia pegado secretamente j¨¢ estava esgotado, gasto naqu roupa de grife. Provavelmente estava sofrendo isso nos ¨²ltimos dias, e por isso veio pedir dinheiro para ¡°tapar o buraco¡°. Ang Alves girou os olhos e se jogou no sofa. ¡°Senhor Martins, por causa da disputa, eu vivia todos os dias tenso, ansioso, sem conseguir dormir, perdendo cabelo,pletamente esgotado. O senhor tinha me dito que era importante alimentar o subconsciente boas vibra??es, que o meu estado emocional afetaria a crian?a. Se eu estivesse mal, eles n?o poderiam crescer saud¨¢veis de corpo e alma,¡± Cap铆tulo 70 Cap¨ªtulo 70 ¡°Ent?o, eu estou precisando desesperadamente de um pouco de cuidado material para consr minha alma ansiosa. N?o ¨¦ por mim, ¨¦ pelo beb¨º na minha barriga. Se eu estiver bem, ele tamb¨¦m estar¨¢.¡± disse isso, levando a m?o ¨¤ testa e soltando um longo suspiro: ¡°O que pode aliviar minhas preocupa??es? Apenas dinheiro!¡± Felipe ficou sem pvras, sentindo uma mistura de irrita??o e vontade de rir. Essa manip??o era digna de uma atriz, n?o de uma formanda em Bs Artes, certo? Ele levantou¨Cse da poltrona, caminhou at¨¦ o sof¨¢ e olhou desdenhosamente para de cima, sem esconder o desprezo em seus olhos. ¡°Eu posso te dar dinheiro, mas crian?a n?o ¨¦ um instrumento para voc¨º ganhar vantagem. Se voc¨º ousar fazer isso novamente, eu vou retirar seu cart?o e voc¨º n?o ver¨¢ um centavo sequer!¡± Sua voz era gda,o uma corrente siberiana que fazia a temperatura do escrit¨®rio despencar abaixo de zero. ?ng Alves sentiu um cfrio e recuou instintivamente. ¡°As crian?as tamb¨¦m s?o minhas, eu¡­o poderia us¨¢s? Falei apenas a verdade.¡± O canto dos l¨¢bios de Felipe curvou¨Cse em um arco frio e sarc¨¢stico: ¡°Quanto menos herdarem de seus genes, melhor.¡± Essas pvras foram extremamente dolorosas e insultantes! ?ng Alves sentiuo se tivesse levado um soco direto na alma. O que ele mais queria era encontrar outra m?e para as crian?as, n?o ¨¦? quase levantou¨Cse e soltou toda a sua frustra??o. Mas no final, se conteve. N?o adiantaria; ele sempre favoreceria Helena, provavelmente at¨¦ elogiaria sua intelig¨ºncia emocional, dizendo que era mais adequada para ser a diretora do que ?ng. Content rights by N?velDr//ama.Org. ¡°Espero que seus desejos se realizem, que as crian?as sejamo voc¨º, n?oo eu. ¡°Assim espero!¡± ¨C Felipe disse friamente e voltou para a poltrona, ignorando¨Capletamenteo se um olhar a mais pudesse contamin¨¢¨Clo. ficou parada por um momento, depois se levantou e saiu. Como ele a desprezava,o ele a menosprezava, n?o importava, j¨¢ estava acostumada. n?o queriapetir, mas o que deveria ser d, n?o abriria m?o! Capitulo 70 Depois do trabalho, fol ¨¤ esta??o de trem¨Cb buscar seu irm?o. ¡°Irma-¡± ¨C Enzo Alves saiu correndo sua m, abrindo os bra?os para um grande abra?o Vendo o irm?o vibrante retornar, Ang Alves sentiu uma onda de emo??o e suas l¨¢grimas quase escaparam. ¡°Enzo, voc¨º finalmente melhorou, estou t?o feliz.¡± ¡°Quem sobrevive a um grande perigo tem uma sorte especial.¡± ¨C Enzo Alves sorriu e a abra?ou, caminhando juntos para fora, atraindo olhares por serem t?o atraentes. ?ng Alves encontrou um hotel para ele, e depois de arrumar as ms, o levou para uma relei??o. ¡°Voc¨º emagreceu bastante,a um pouco mais.¡± cont¨ªnuou servindoida para Enzo Alves. Enzo Alves fez uma careta. ¡°Chega, irm?, eu quero ser ator, tenho que cuidar do meu corpo. Ficar magro ¨¦ melhor do que ficar feio. Ficar gordo estraga tudo.¡± ¡°N?o se preocupe, ¨ªdolos precisam ter um bom f¨ªsico, ser muito magro tamb¨¦m n?o ¨¦ bom.¡± ?ng Alves sorriu, sabendo que a apar¨ºncia do irm?o, ele iria arrasar no mundo do entretenimento. Se n?o tivesse ficado doente, j¨¢ estaria sob contrato uma ag¨ºncia e fazendo sucesso. Enzo Alves tomou um gole de seu caldo e sorriu misteriosamente: ¡°Irm?, depois de me matricr amanh?, vou fazer um teste para um papel!¡± ?ng Alves ficou surpresa: ¡°Voc¨º nem voltou ¨¤s as,o a produ??o te encontrou?¡± ¡°Foi um colega que me indicou, ele j¨¢ est¨¢ atuando, participou de v¨¢rias s¨¦ries online.¡± ¨C Enzo Alves pensou em si mesmo, e seu sorriso tornou¨Cse amargo. ?ng sentiu a mudan?a sutil em sua express?o e o abra?ou: ¡°Enzo, a sa¨²de ¨¦ o mais importante. N?o se apresse, cure¨Cse primeiro para ter um futuro.¡± Enzo Alves abaixou a cabe?a, desanimado, refletindo sobreo sua doen?a havia custado o emprego dos pais e esgotado as economias da fam¨ªlia. Ele n?o sabia de onde a irm? tirava dinheiro para suas caras despesas m¨¦dicas todos os meses. Temia que se endividasse e depois fosse perseguida por credores. Por isso, ele queria fechar contrato uma ag¨ºncia ee?ar a ganhar dinheiro o quanto antes, para ajudar a pagar as d¨ªvidas d. Cap铆tulo 71 Cap¨ªtulo 71 ¡°Mana, n?o se preocupe, eu voltel a estudar a permiss?o do m¨¦dico. Ele disse que posso trabalhar e estudaro uma pessoa normal.¡± Ang Alves serviu¨Clhe um peda?o de lombo ¨¤ mnesa molho agridoce: ¡°De qualquer forma, ¨¦ preciso ter uma rotina regr, n?o pode se sobrecarregar, vou ficar de olho em voc¨º.¡± ¡°Entendi.¡± ¨C Enzo Alves fez uma careta, embora fosse apenas dois anos mais velha que ele, por que ¨¤s vezes parecia ter dez anos a mais? ¨¤ noite, Ang Alves n?o voltou para casa, ficou no hotel panhando o irm?o e o levou para se inscrever na esc na manh? seguinte. tamb¨¦mprou algumas frutas para dar aos colegas de quarto dele, para manter um bom rcionamento. ¡°Eu j¨¢ transferi o dinheiro da sua mesada para a sua conta, lembre¨Cse de me ligar por v¨ªdeo todos os dias para me tranquilizar.¡± ¡°Sim, minha querida irm?.¡± ¨C Enzo Alves fez um gesto de OK a m?o. Depois de voltar ao apartamento, ?ng Alves descansou um pouco e depois foi ¨¤ mans?o de Elton. Ao entrar no jardim, um coelho saltitante veio receb¨º alegremente. ?ng Alves o pegou no colo, acariciando sua pequena cabe?a peluda: ¡°Pelucinha, voc¨º parece ter engordado um pouco, hein?¡± Elton pegou as frutas e verduras que trouxera: ¡°Por que voc¨º n?o ligou antes para eu ir buscar voc¨º?¡± ¡°N?o tem problema, o metr? ¨¦ direto, muito conveniente.¡± Depois de entrar, foi para a cozinha preparar aida. Elton ajudava por perto. ¡°?ng Alves, a press?o no trabalho tem sido grande ultimamente?¡± ?ng Alves olhou para ele: ¡°Voc¨º tamb¨¦m ficou sabendo sobre a Helena ter sido promovida de repente?¡± Elton mostrou um sorriso sarc¨¢stico: ¡°A Helena nunca foi de se manter discreta, empara??o a irm? d, fica muito atr¨¢s.¡± ?ng Alves imaginou que a irm? dele devia ser uma mulher bonita e especial, caso contr¨¢rio, n?o teria se tornado a paix?o de Felipe, que ele nunca esqueceu. suspirou levemente: ¡°O trabalho ¨¦o um campo de batalha; se n?o lutar, voc¨º ser¨¢ eliminado.¡± 1/3 13:05 Capitulo 71 Elton sorriu ironicamente: ¡°Se ele n?o te promover a diretora, voc¨º deveria mudar de emprego, s¨® para irrit¨¢¨Clo.¡±This is the property of N?-velDrama.Org. ?ng Alves ainda n?o havia pensado nisso, afinal, entrou na GM logo ap¨®s a formatura, esse ¨¦ o seu primeiro emprego. prometeu a Amy que da o seu melhor e n?o a decepcionaria, n?o queria fugir se encontrasse dificuldades, isso n?o era seu estilo. ¡°Eu sou uma pessoa que fica mais forte diante das adversidades. Quanto mais me desafiam, mais coragem eu tenho para seguir em frente.¡± Elton sorriu charmosamente, olhando para um olhar t?o terno que parecia quase derramar ¨¢gua: ¡°¨¦ isso que eu mais admiro em voc¨º.¡± e ele eram diferentes de todas as outras mulheres que ele conhecia. erao uma flor rara e delicada, resistente ¨¤ma impura, pura e radiante. Por fora, parecia vulner¨¢vel, mas por dentro estava repleta de selvageria e determina??o. Uma mulher assim, aparentemente f¨¢cil de contrr, na verdade, era a mais dif¨ªcil de capturar,o a neblina,o a chuva eo o vento, imprevis¨ªvel, imposs¨ªvel de agarrar. Rapidamente, ?ng Alves terminou de cozinhar, quatro pratos e uma sopa. ¡°Minhas habilidades culin¨¢rias s?ouns, s?o apenas pratos caseiros, espero que voc¨º n?o se importe.¡± ¡°Como assim? Comerida caseira ¨¦ a coisa mais aconchegante.¡± Elton provou um peda?o de carne assada e levantou o polegar em aprova??o: ¡°Suave e saboroso, muito bom.¡± Vendo que ele gostou, se sentiu aliviada e lhe serviu uma tig de sopa de tomate OVO. Elton tomou um gole da sopa, suspirando de satisfa??o: ¡°Eu realmente gosto de estar voc¨º, posso ser eu mesmo sem ter que me esconder.¡± ?ng Alves sorriu: ¡°N?o ¨¦ esse o significado de amizade?¡± ¡°N?o ¨¦ todo amigo que voc¨º pode confiar profundamente, aqueles quem voc¨º podepartilhar segredos s?o ainda mais raros.¡± ¨C Disse Elton em tom grave. ?ng Alves concordou isso, afinal, o cora??o humano ¨¦ impr¨¢vel, quantos amigos s?o realmente confi¨¢veis? ¡°Ent?o eu serei aqu amiga em quem voc¨º pode confiar. Quando estivermos chateados, podemos ser o desabafo/um do outro e remar ¨¤ vontade!¡± ¡°¨®timo!¡± ¨C Elton concordou um sorriso. Assim que terminaram deer, o celr de ?ng Alves tocou, era uma mensagem do 213 13.05 Cap¨ªtulo 71 Enzo Alves no WhatsApp: ¡°Mana, n?o passei no teste para oercial.¡± Cap铆tulo 72 Cap¨ªtulo 72 Ang Alves mudou de cor repentinamente e levantou¨Cse apressada, caminhando em dire??o ¨¤ varanda para ligar para ele. ¡°Enzo, voc¨º est¨¢ bem?¡± ¡°Humberto Padilha, aquele cretino, me enganou. Ele me chamou para ir l¨¢, mas n?o era um teste, era s¨® para se gabar de ter conseguido o papel principal. Ele me humilhou na frente de todos e ainda disse que eu n?o tinha talento para atuar¡­¡± Ele estava um pouco agitado, ?ng Alves ficou nervosa e preocupada, medo de algo acontecer com ele: ¡°Enzo, tenta se acalmar, foi s¨® um teste. N?o ¨¦ o fim do mundo. Voc¨º ainda ter¨¢ muitas oportunidades. Onde voc¨º est¨¢ agora? Estou indo a¨ª.¡± Elton se aproximou: ¡°O que aconteceu?¡± ¡°Meu irm?o teve um problema. Desculpe, eu tenho que ir.¡± ¨C ?ng Alves pegou a bolsa em cima do sof¨¢ e saiu ¨¤s pressas. Elton a seguiu: ¡°Posso te dar uma carona.¡± No carro, ?ng Alves n?o parava de mandar mensagens pelo WhatsApp para o irm?o, tentando tranquiliz¨¢¨Clo. Quando o carro parou em um cruzamento, esperando o sem¨¢foro, Elton perguntou baixinho: ¡°Seu irm?o ¨¦ ator?¡± ¡°Na verdade, ele ainda est¨¢ estudando. Est¨¢ no terceiro ano da Academia de Teatro na Cidade Mar. J¨¢ deveria ter se formado, mas teve que parar por dois anos por causa de uma doen?a. Ele veio do interior ontem para retomar os estudos.¡± ?ng Alves fva e um tom de raiva apareceu em seu rosto: ¡°Um de seus ex¨Ccolegas de sse estreouo ator e conseguiu o papel principal. Hoje, ele chamou meu irm?o para um teste s¨® para humilh¨¢¨Clo. ¨¦ muito injusto! Se esse tipo de pessoa consegue ter sucesso, ¨¦ um absurdo!¡± Elton the ofereceu um suco para acalm¨¢: ¡°Conhe?o uma agente muito boa. Vou fr para marcar um encontro seu irm?o.¡± Os olhos escuros de ?ng Alves brilharam por um momento, mas logo perderam o brilho: ¡° n?o trabalha naqu empresa de m¨ªdia da fam¨ªlia Martins, trabalha?¡± Se fosse o caso, o grande chefe seria o Felipe? Deus me livre, pensou, n?o queria que seu irm?o ca¨ªsse na mesma armadilha. Elton olhou para uma express?o enigm¨¢tica: ¡°Por que? Voc¨º n?o quer que ele entre muma na M¨ªdia Martins?¡± ?ng Alves fez uma careta, cobrindo parcialmente a boca, e sussurrou: ¡°Seu irm?o ¨¦ do tipo frio. Eu espero que o Enzo tenha um chefe mais acolhedor.¡± 13:06 Cap¨ªtulo 72 O sorriso no canto da boca de Elton cresceu, intrigante: ¡°E voc¨º acha que eu seria um bom chefe?¡± ?ng Alves achou que ele estava brincando e respondeu na brincadeira: ¡°Se voc¨º tivesse sua pr¨®pria empresa de m¨ªdia, poderia contratar meu irm?o. Seria ¨®timo para ele ter um apoioo voc¨º.¡± Elton sorriu silenciosamente um brilho travesso passando por seus olhos: ¡°Est¨¢ decidido, ent?o.¡± Chegaram ¨¤ Pra?a Vienciana. Enzo Alves estava sentado no banco em frente ao jardim, cabe?a baixa e olhos vermelhos. A ferida deixada por Humberto ainda do¨ªa. ?ng Alves o abra?ou pelos ombros: ¡°Quanto mais Humberto quer te derrubar, mais voc¨º precisa se levantar. Quem ri por ¨²ltimo ¨¦ o verdadeiro vencedor.¡± ¡°Com a sua apar¨ºncia, voc¨º ainda se preocupa em n?o fazer sucesso?¡± ¨C A voz de Elton soou ao lado. Enzo Alves ergueu a cabe?a, surpreso ao ver o rosto de Elton: ¡°Voc¨º ¨¦¡­¡± ¡°Este ¨¦ meu amigo Elton¡°, apresentou ?ng Alves. ¡°Ah, ol¨¢.¡± ¨C Enzo Alves cumprimentou timidamente e abaixou a cabe?a novamente. Content rights by N?velDr//ama.Org. Elton entregou¨Clhe um cart?o: ¡°Minha amiga ¨¦ agente. Este ¨¦ o cart?o d. Chame no WhatsApp e marque um encontro amanh?.¡± Enzo Alves pegou o papel, deu uma olhada e seus olhos brilharam de imediato: ¡°Fl¨¢via Fernandes da empresa de m¨ªdia Maribrilho? ¨¦ uma super agente de peso, dizem que quem apoia vira celebridade rapidinho.¡± ?ng Alves soltou um ¡°uau¡°, a pessoa que Elton tinha apresentado realmente era algu¨¦m especial. ¡°Ent?o voc¨º tem que arrasar amanh?, tenta fechar contrato e deixa que te fa?a famoso at¨¦ n?o poder mais.¡± ¡°Sim.¡± ¨C O rosto bonito de Enzo Alves se iluminou,o se as nuvens tivessem se dissipado e o sol brilhasse. O celr de Elton n?o parava de vibrar, o grupo do WhatsApp das celebridades estava fervendo de conversas. ¡°Sr. Felipe levou a Helena para o Clube Musa.¡± ¡°Tina vai pirar, n¨¦?¡± ¡°Logo vai rr um barraco daqueles na alta sociedade.¡± : Cap¨ªtulo 72 Ele olhou o rel¨®gio, sorriu de leve e disse: ¡°Hoje tem um evento no Clube Musa, se voc¨ºs n?o t¨ºm outros nos, eu posso levar voc¨ºs l¨¢ para se divertirem e rxarem um pouco.¡± Cap铆tulo 73 Cap¨ªtulo 73 ¡°Que legal, ouvi dizer que muitas celebridades s?o membros do Clube Musa¡± ¨C Enzo Alves concordou imediatamente. ?ng Alves, ro, tamb¨¦m queria ir. Na ¨²ltima vez foi impedida ¨¤ for?a por Felipe, e isso a deixou frustrada por v¨¢rios dias. Enzo Alves, que se enturma facilidade, conversou animadamente Elton pelo caminho, at¨¦ come?aram a se trataro irm?os. Ao chegar no Clube Musa, ?ng Alves logo avistou Felipe. Em qualquer momento e em qualquer lugar, ele sempre se destacava, brilhando intensamente. travou por um instante, e a empolga??o deu lugar ¨¤ tens?o,o se uma nuvem escura cobrisse um c¨¦u ensrado. estava hesitando se deveria ou n?o ir cumpriment¨¢¨Clo quando viu Helena se aproximar um coquetel e sentar¨Cse ao seudo. Aparentemente, ele veio Helena. Impediu¨Ca de vir, mas trouxe outra mulher ¨¤s escondidas. Quanta hipocrisia! torceu a boca em desgosto, sentindo¨Cse subitamente irritada. ¡°Incr¨ªvel, Felipe tamb¨¦m est¨¢ aqui. Dever¨ªamos ir cumpriment¨¢¨Clo?¡± ¨C a voz de Elton chegou aos seus ouvidos. ?ng Alves assentiu, pedindo ao irm?o para encontrar um lugar para sentar enquanto se aproximavam juntos. Felipe a viu de longe, bemo a pessoa ao seudo. Ummpejo de raiva passou discretamente por seus olhos. ¡°Senhor Martins, Senhora Ara¨²jo, que coincid¨ºncia os encontrar aqui¡± -?ng Alves abriu um sorriso exagerado. Felipe a olhou friamente, um ar sombrio se acumndo em seus olhos. Helena tamb¨¦m n?o esperava v¨º ali, ainda mais panhada de Elton. Havia rumores sobre a proximidade deles, que agora pareciam verdadeiros. N?o ¨¦ ¨¤ toa que se atreve apetir! ¡°Felipe, n?o imaginava que ?ng Alves estivesse envolvida Sr. Elton.¡± ¡°¨¦ mesmo?¡± ¨C Felipe estreitou os olhos, um olhar frio e amea?ador emergindo sutilmente. ?ng Alves sorriu levemente: ¡°Sra. Ara¨²jo, voc¨º realmente adora brincar. Eu e Elton somos bons amigos.¡± Elton exibiu um sorriso malicioso: ¡°?ng Alves ¨¦ mais que uma amiga, ¨¦ uma confidente, 12.06 Cap¨ªtulo 73 mais valiosa que uma namorada.¡± Os cantos da boca de Felipe se tensionaram, a irrita??o estava crescendo dentro dele. ¡°Elton deve ter in¨²meras confidentes, n?o ¨¦?¡± Elton deu de ombros: ¡°Dinheiro se encontra f¨¢cil, uma verdadeira confidente ¨¦ rara. Namoradas podem ser muitas, mas confidente, s¨® uma.¡± Helena se voltou para Felipe um sorriso: ¡°Eu tamb¨¦m quero ser a ¨²nica confidente do Felipe.¡± ?ng Alves riu por dentro, as inten??es de Helena eram raso o dia, talvez quisesse mesmo ser a esposa do presidente. ¨¦ melhor ser discreta, talvez Tina j¨¢ esteja a caminho para causar problemas. ¡°Vamos deix¨¢¨Clos conversar, n?o queremos iodar.¡± e Elton se afastaram. Felipe continuou observando sombriamente as costas d, uma chama de raiva ardendo em seu cora??o. Depois, Elton apresentou alguns dos membros not¨¢veis do clube para ?ng Alves e seu irm?o. Ap¨®s uma longa conversa, eles se sentaram num sof¨¢ no canto. Enzo Alves, animado, estendeu o bra?o e abra?ou a irm?: ¡°Irm?, voc¨º ouviu o Dr. Gomes dizer que ele tem um novo filme e h¨¢ um personagem quebinaigo. Ele me convidou para um teste.¡± ¡°Ouvi sim¡± ¨C respondeu ?ng Alves, afagando sua cabe?a um sorriso: ¡°Voc¨º tem que aproveitar essa oportunidade.¡± ¡°Com certeza¡± ¨C concordou Enzo Alves um sorriso radiante. De longe, Felipe observava a cena, os dedos se fechando for?a, os n¨®s brancos de tens?o. Ele pegou um copo de ¨¢gua gda da mesa e bebeu v¨¢rios goles, tentando manter a calma para n?o perder o controle e atacar o rapaz. Helena observava¨Cos um olhar zombeteiro: ¡°N?o imaginava que ?ng Alves fosse t?o liberal assim, aos abra?os e carinhos outro homem na frente do Sr. Elton. Ser¨¢ que queria provocar ci¨²mes nele?¡± Os dentes de Felipe rangiam de tanta raiva. estava tentando irritar Elton? ramente, era ele quem queria enfurecer, lev¨¢¨Clo ¨¤ loucura! N?velDrama.Org copyrighted ? content. Capitulo 74 Cap铆tulo 74 Cap¨ªtulo 74 ?ng Alves se levantou, indo em dire??o ao banheiro. Enzo Alves deu um gole no suco e sussurrou baixinho: ¡°Quando eu ganhar dinheiro, minha irm? n?o precisar¨¢ mais se esfor?ar tanto. Depois que fiquei doente, todo o dinheiro da casa acabou. Meus pais perderam seus empregos e ¨¦ minha irm? quem est¨¢ sustentando tudo sozinha. Tenho certeza de que pegou muitos empr¨¦stimos para pagar meu tratamento. Quando eu tiver dinheiro, n?o precisaremos mais temer os cobradores.¡± Elton ficou chocado. Ele nunca tinha ouvido ?ng Alves mencionar aquilo. Jamais imaginou que estava passando por tantas dificuldades. ¡°Enzo, se voc¨º e ?ng Alves tiverem qualquer problema, me avise imediatamente. Aqui em Cidade Mar, n?o h¨¢ nada que eu n?o possa resolver.¡± ¡°Ok.¡± ¨C Enzo Alves assentiu, percebendo que Elton era uma pessoa influente. Com ele aodo da irm?, ele podia ficar tranquilo. ?ng Alves saiu do banheiro e, ao chegar na esquina, foi puxada para dentro de uma s aodo por um bra?o de ferro. ficou assustada e abriu a boca para gritar, mas ao ver aquele rosto frio e bonito, sua voz foi imediatamente silenciada. ¡°Sr. Martins, o que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± O olhar de Felipe caiu em seu ombro, afiadoo uma lamina,o se quisesse arrancar uma camada de sua pele. Aqu era a parte que aquele sujeito estranho havia tocado. ¡°Quem ¨¦ esse sujeito estranho?¡± Ele estava furioso, fazendo¨Ca tremer: ¡°Que sujeito estranho?¡± Property ? of N?velDrama.Org. Felipe a agarrou pelo ombro, esfregando a pele d tanta for?a que soltou um gemido de dor. ¡°Se ele ousar tocar em voc¨º novamente, eu vou cortar a m?o dele!¡± Foi quando ?ng Alves percebeu a quem ele estava se referindo e usou toda a sua for?a para se soltar dele. ¡°O ¨²nico sujeito estranho aqui ¨¦ voc¨º, aquele ¨¦ meu irm?o, meu pr¨®prio irm?o!¡± Felipe ficou atordoado por um momento, s¨® ent?o se lembrou de que Bruna havia ligado para ele na noite anterior, dizendo que seu irm?o tinha chegado. Mas sua raiva n?o diminuiu. ¡°Assim que seu irm?o chega, voc¨º j¨¢ o apresenta para o Elton?¡± 1/2 13:06 Capitulo 74 ¡°E o que mais eu faria? Voc¨º acha que eu o apresentaria para voc¨º?¡± ¨C ?ng Alves perguntou de volta sarcasmo, cada pvra acertando um ponto cr¨ªtico. A r??o entre eles era um segredo obscuro. Felipe pareceu atingido, um nervo em sua cabe?a pulsando levemente: ¡°Sua r??o Elton realmente avan?ou rapidamente, hein? De amigos para confidentes?¡± ?ng Alves riu ironicamente: ¡°E Helena n?o ¨¦ a sua querida confidente, Sr. Martins? Por acaso s¨® os oficiais podem atear fogo, e os cidad?osuns n?o podem acender uma lampada?¡± Essa aud¨¢cia fez Felipe ferver de raiva, veias saltando em sua testa. Ele se inclinou bruscamente e selou os l¨¢bios d for?a. ¡°Mmm¡­¡± ficou envergonhada e irritada ao mesmo tempo, seus punhos batendo em seus ombroso uma chuva de golpes. Ele n?o rxou, pelo contr¨¢rio, aumentou a for?a, tornando¨Cse agressivo e invasivo. e?ou a ter dificuldade para respirar, seu c¨¦rebro ficou sem oxig¨ºnio, incapaz de reunir for?as, ficando fraca em sua pris?o, ¨¤ merc¨º de seu ¡°castigo¡°. Depois de um longo tempo, ele finalmente a soltou, os olhos ainda brilhando o fogo do desejo. ¡°Independentemente de nossa r??o ser p¨²blica ou n?o, voc¨º ¨¦ minha esposa perante a lei. Se voc¨º ousar dar um passo em falso, estar¨¢ acabada!¡± Sua voz era rouca e fria, e estremeceu levemente, recuperando a consci¨ºncia do torpor, olhando¨Co com um misto de vergonha e irrita??o: ¡°E voc¨º, pode fazer o que quiser?¡± O olhar dele caiu sobre seus l¨¢bios inchados e avermelhados, um sorriso frio e zombeteiro surgiu em seu rosto. ¡°Voc¨º tamb¨¦m pode exigir de mim, mas tem que ver se tem capacidade.¡± Isso foio um soco no est?mago, despeda?ando a coragem e a dignidade de ?ng Alves. n?o tinha essa capacidade; diante dele, era t?o insignificante quanto um inseto, um nada que poderia ser esmagado a qualquer momento. baixou os olhos, seus longos c¨ªliosn?ando uma sombra triste sobre suas p¨¢lpebras brancas. Momentos depois, quando ergueu o olhar novamente, seus olhos estavam calmos e serenos. ¡°N?o tem problema, fa?ao quiser, de qualquer forma, em cinco meses estaremos divorciados. Da¨ª em diante, voc¨º segue seu caminho, e eu o meu, sem mais interfer¨ºncias.¡± 2/3 13:06 Cap¨ªtulo 74 Os m¨²sculos do canto da boca de Felipe se apertaram ao ouvir a pvra ¡°div¨®rcio¡°, e seu cora??o apertou¨Cse,o se algo o puxasse, causando um desconforto profundo. Cap铆tulo 75 Cap¨ªtulo 75 ¡°Enquanto n?o se divorciar, voc¨º tem que seportar direitinho, nem pensar em outros homens!¡± ¨C Ele erao um tirano, impondo suas ordens autoritariamente, e a puni??o para os transgressores era imediata e severa! ?ng Alves detestava sua arrogancia, mas sabia que bater de frente seriao um ovo desafiando uma pedra; n?o era t?o t assim. ¡°Se voc¨º n?o tem mais nada pra dizer, eu vou sair para evitar ser vista.¡± abriu uma fresta estreita na porta, espiou para fora e, vendo que n?o havia ningu¨¦m, deslizou para fora rapidamente,o se estivesse tendo um caso, temendo ser pega em grante. Felipe observava seu jeito sorrateiro um sorriso de desd¨¦m nos l¨¢bios e uma irrita??o inexplic¨¢vel. Ele n?o era nada mais para do que um caixa eletr?nico! ?ng Alves mal tinha voltado para o seu lugar quando viu Tina entrar furiosa. Nossa, isso definitivamente seria uma grande briga do ano. pegou um gole de suco e rapidamente adotou a express?o de um espectador curioso. Tina correu em dire??o a Helena, sem dizer uma pvra, levantou a m?o e lhe deu um tapa. Na verdade, Helena poderia facilmente desviar, praticava artes marciais, tinha uma faixa preta em carat¨º, Tina n?o era p¨¢reo para . Mas n?o desviou, no canto do olho, viu Felipe se aproximando, ent?o aguentou o tapa. Um som alto de ¡°estalo¡± ecoou, e o sal?o inteiro ficou silencioso. Helena cobriu o rosto, seus olhos cheios de l¨¢grimas, uma imagem de dar pena. ¡°Tina, o que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± Tina olhou para raiva: ¡°N?o me chame de irm?, n?o sou sua irm?, sua irm? j¨¢ morreu. Piranha, chegou seduzindo o Felipe, pensou que eu n?o existia?¡± Felipe avan?ou decidido e Hel¨¦na rapidamente se refugiou atr¨¢s dele: ¡°Felipe¡­¡± fez um gesto de submiss?o ee?ou a chorar copiosamente. Felipe pediu um saco de gelo ao gar?om para colocar no rosto d e seu olhar para Tina se tornou cial: ¡°Pe?a desculpas para Helena agora!¡± O rosto de Tina alternava entre p¨¢lido e vermelho: ¡°Por que eu deveria pedir desculpas? , sem vergonha, flertando voc¨º, eu deveria ter batido mais forte.¡± Um frio intenso emanava de Felipe, congndo o ar ao redor. 1/2 13:07 Capitulo 75 ¡°Helena ¨¦ minha protegida, prometi ¨¤ Le que cuidaria d e eu cumpro minhas promessas. Se voc¨º n?o se desculpar hoje, a partir de agora, n?o teremos mais nada a ver um o outro.¡± This is the property of N?-velDrama.Org. Ele disse cada pvra firmeza e frieza. Era ramente uma maneira de terminar o noivado. Um sorriso sutil e impercept¨ªvel surgiu no rosto de Helena: ¡°Felipe, vamos deixar pra l¨¢, est¨¢ bem?¡± pareciapreensiva e gentil, que homem n?o seoveria? definitivamente venceu Tina, que era t?o mimada e temperamental. Tina, furiosa, estampou um vermelho vivo em seu rosto, seus l¨¢bios quase sangrando de tanto mord¨º¨Clos. Felipe sentou¨Cse Helena en?ou um olhar frio: ¡°Voc¨º pode ir embora, e n?o apare?a mais na minha frente.¡± Ao ouvir isso, Tina desesperou¨Cse e exmou: ¡°Desculpe!¡± Felipe tomou um gole de sua bebida e disse voz baixa: ¡°Isso n?o pode mais acontecer, ou voc¨º sabe as consequ¨ºncias.¡± Tina sentou¨Cse na poltrona aodo, cheia de ressentimento, mas n?o ousava express¨¢¨Clo. Helenan?ou um olhar de soio para , certa de que encontraria uma maneira de ajudar Felipe a se livrar do noivado indesejado. De longe, ?ng Alves mostrou a l¨ªngua. Tina encontrou uma advers¨¢ria ¨¤ altura! se sentia aliviada por estar de fora daqu disputa ciumenta entre mulheres, uma batalha da qual n?o queria participar. Elton mostrou um sorriso ir?nico: ¡°ro que Helena por perto, a vida de Felipe se tornaria mais agitada.¡± ?ng Alves fez uma careta: ¡°Talvez o chefe at¨¦ prefira toda essa agita??o.¡± Caso contr¨¢rio, ele n?o teria trazido Helena para perto. Enzo Alvesn?ou um olhar surpreso para e disse: ¡°Mana, aquele ¨¦ o seu chefe?¡± Sim, e tamb¨¦m ¨¦ seu cunhado perante a lei, todo ador¨¢vel, de umdo e do outro. Cap铆tulo 76 Cap¨ªtulo 76 Ang Alves murmurou para si mesma, sentindoo se houvesse dois focos de luz verde sobre sua cabe?a, odo e provocando uma dor inc?moda em seus olhos. ¡°Ele ¨¦ o chefe da nossa empresa e tamb¨¦m ¨¦ o irm?o mais novo do Elton.¡± ¡°Ah?¡± ¨C Enzo Alves arregalou os olhos, olhou para Felipe ao longe e depois para Elton: ¡°Elton, voc¨º n?o se parece muito seu irm?o.¡± Elton deu de ombros: ¡°Somos meio¨Cirm?os.¡± ¡°Oh.¡± ¨C Enzo co?ou a cabe?a, sentindo que talvez eles n?o tivessem um bom rcionamento. ?ng Alves beliscou um peda?o de bolo, e seus olhos furtivamenten?aram mais um olhar para Felipe. Justo quando fez isso, ele se virou, e seus olhares se entr?aram no ar, faiscando. se assustou e rapidamente abaixou a cabe?a, fingindo tomar um suco enquanto seu cora??o disparava. Fofocar ¨¦ um risco, e assistir de camarote requer caut. Felipe franzia a testa, intrigado. Aqu mulher estava assistindo a uma cena? Parecia t?o tranqu, uma calma que o irritava. Helena ofereceu¨Clhe uma fruta: ¡°Felipe, quer uva?¡± Tinan?ou¨Clhe um olhar de desd¨¦m e rapidamente descascou uma lichia, estendendo¨Ca para ele: ¡°Felipe n?o gosta de uvas, ele prefere lichias.¡± Naquele momento, Felipe s¨® queria um pouco de paz. Ele se levantou: ¡°Tenho uma reuni?o mais tarde, vou andando.¡± ¡°Ent?o eu vou voc¨º.¡± ¨C Helena apressadamente pegou sua bolsa. ¡°Eu tamb¨¦m vou.¡± ¨C Tina disse, temendo ser deixada para tr¨¢s. Infelizmente, Felipe saiu apenas Helena, deixando Tina sozinha no vento frio, o cora??o gdo. ?ng Alves sentiu uma profunda simpatia. Ah, n?o vale a pena insistir em algo que n?o ¨¦ doce. Por que precisa se apegar a Felipe dessa maneira? ¨¤ noite, quando voltou para seu apartamento, as roupas feitas sob medida haviam chegado, enchendo um arm¨¢rio inteiro. As pe?as eram inteligentemente desenhadas para esconder a gravidez. Ap¨®s o banho, experimentou cada uma ds e todas se ajustavam perfeitamente. 1/3 13.07 Capitulo 76 Como Felipe sa o tamanho d? De repente, se lembrou de quando ele a viu nua no banheiro e de quando ele a tocou no avi?o, e suas bochechas ficaram vermelhas instantaneamente,Content rights by N?velDr//ama.Org. Foi ent?o que ouviu algu¨¦m abrir a porta. Ao verificar, l¨¢ estava ele. Fndo no diabo e ele aparece. ¡°Senhor Martins, a essa hora? O que te trouxe at¨¦ aqu¨ª?¡± Felipe franziu a testa, ramente descontente a recep??o. ¡°Por acaso, n?o quer que eu venha?¡± Preferiria que n?o. ?ng acenou a cabe?a em concordancia internamente, mas for?ou um sorriso: ¡°N?o ¨¦ isso, s¨® pensei que seria cansativo para voc¨º ir e vir.¡± ¡°N?o vou mais embora esta noite.¡± ¨C A voz de Felipe era depromissada,o uma brisa, mas suficiente para deix¨¢pletamente bn?ada. Ele ia ficar? ¡°Sr. Martins, ¨¦ um pouco inapropriado ficarmos sozinhos em um quarto¡­ um homem e uma mulher¡­¡± Felipe sentou¨Cse no sof¨¢, um sorriso malicioso curvou seus l¨¢bios: ¡°¨¦ razo¨¢vel e legal, onder est¨¢ o problema?¡± ¡°Mas¡­¡± ¨C e?ou a protestar, mas foi interrompida por ele: ¡°Sem mas, aqu¨ª quem manda sou eu.¡± ¨C Sua voz era autorit¨¢ria.¡¯ ?ng se sentiu impotente, vivendo sob o teto de algu¨¦m. Sua dignidade estava constantemente sendo esmagada sob os p¨¦s desse tirano. ¡°Ent?o fa?ao quiser, estou cansada e vou dormir.¡± se virou e foi para o quarto, incapaz de enfrent¨¢¨Clo, mas podendo ao menos evit¨¢¨Clo, certo? Queria trabalhar um pouco em seus designs, mas sua mente estava agitada e n?o conseguia se acalmar, atenta a qualquer barulho dodo de fora. O sil¨ºncio da s indicava que ele provavelmente tinha ido para o quarto. esperou um momento antes de sair para beber ¨¢gua. Mas ao chegar ¨¤ s, l¨¢ estava ele saindo do banheiro. Apenas uma toalha em volta da cintura, os m¨²sculos do torso expostos diante d. 2/3 Capitulo 76 Seus olhos,o se maizados, n?o conseguiam se desviar. sempre soube que ele tinha um corpo perfeito e, ao v¨º¨Clo assim, confirmou¨Cse: era de tirar o f?lego. Cap铆tulo 77 Cap¨ªtulo 77 A pele bronzeada do homem parecia ter sido uniformemente acariciada pelo sol. Os m¨²sculos sensuais estavam dispostos de forma agrad¨¢vel, um pouco a mais seria exagero, um pouco a menos seria magreza, Uma gota de ¨¢gua deslizou, navegando ps curvas sedutoras, uma vis?o quase convidando ao pecado. engoliu em seco v¨¢rias vezes. Felipe captou sua sutil rea??o e um sorriso ir?nico surgiu em seu rosto. Essa mulher n?o era s¨® ¨¢vida por dinheiro, mas tamb¨¦m sensual? ¡°Gostou do que viu?¡± ¡°Gostei.¡± ¨C Sua alma parecia ter sido sugada para fora, e instintivamente, estendeu a m?o, tocando seus m¨²sculos abdominais. Caramba, eles s?o t?o firmes! Mesmo a est¨¢tua de Davi de Michngelo n?o ¨¦ t?o perfeita! Felipe se aproximou rapidamente, pressionando¨Ca contra o sof¨¢, suas m?os apoiadas de cadado, seu corpo alto descendo sobre , formando um c¨ªrculo de restri??o ao seu redor: ¡°Voc¨º quer que eu fa?a isso?¡± Sua voz era leve e sedutora,o uma pena ro?ando sua bochecha. respirou profundamente, voltando ¨¤ realidade, os dedos tremendo ligeiramente, recuou apressadamente. Sentindo o calor em seu rosto peloportamento anterior, desejava que o ch?o se abrisse para que pudesse se esconder. Que tipo de pvrasscivas eram essas? ¡°Voc¨º¡­ n?o entenda errado, eu s¨® estava apreciando.¡± Isso ¨¦ uma fraqueza dos designers, ao ver coisas particrmente bonitas, n?o conseguem resistir ao encanto. O rosto bonito de Felipe se aproximou, quase tocando o d, e nos seus olhos negroso gelo, pequenas chamas ardiam livremente. ¡°Apreciando a ponto de babar e m?os t?o ativas?¡± Ele j¨¢ estava excitado. ?ng Alves sentiu seu rosto arder ainda mais,o se fosse sangrar, desejando que o ch?o se rasgasse para que pudesse se esconder. 1/3 10.00 Capitulo 77 ¡°Eu eu n?o foi o que voc¨º est¨¢ pensando, eu estava apenas apreciando.¡± tentou se explicarl Mas ele n?o estava disposto a ouvir. Felipe riu zombeteiro, sua voz baixa e rouca sussurrando em seu ouvido: ¡°Aunica??o intima ¨¦ muito mais eficaz.¡± Enquanto ele fva, sua m?o grande e ousada cobriu o cora??o d. sentiuo se tivesse levado um choque el¨¦trico, seu corpo ficou imediatamente r¨ªgidoo uma pedra, Incapaz de se mover, permitindo que ele a manipsse ¨¤ vontade. ¡°N?o¡­ n?o fa?a isso!¡± ¡°N?o ¨¦ isso que voc¨º quer?¡± Provoc¨¢¨Clo tinha um pre?o. Ele tinha confirmado o m¨¦dico que estava em condi??es de ter uma vida conjugal moderada. Ele a pegou e a colocou no sof¨¢, puxando suavemente seu camis?o para baixo, expondo seu corpo p¨¢lido sob o dele, pele pele. Seu corpo alternava entre frio e calor, o cheiro fresco do sabe misturado um aroma forte de ferom?nios invadia sua respira??o, deixando¨Ca tonta e moleo ¨¢gua. Mas ainda mantinha um fio de raz?o. ¡°Voc¨º¡­ n?o disse que n?o pode tocar em mulheres?¡± Sua voz era suaveo um sussurro, mas o homem ainda ouviu, e seu ataque feroz parou abruptamente. ¡°Como voc¨º sabe disso?¡± ?ng Alves se arrependeu na hora. Droga, revelou seus segredos¡­ por que n?o conseguiu contrr sua l¨ªngua? ¡°Eu¡­ sem querer¡­ ouvi.¡± Felipe franzia a testa, essa mulher tamb¨¦m tinha o mau h¨¢bito de espionar? ¡°Se posso ou n?o tocar, voc¨º logo vai descobrir.¡± De repente, ele se aproximou, assustando¨Ca a ponto de tremer, p¨¢lidao papel. Isso n?o era uma incapacidade, era ramente uma amea?a ¨¤ sua vida. definitivamente n?o aguentaria, n?o seria surpresa se explodisse. ¡°N?o pode ser, eu nunca tive experi¨ºncia, e ainda estou gr¨¢vida, e se for doloroso demais, o que faremos?¡± Felipe foi pego de surpresa e tossiu baixinho: ¡°Com medo dessa dor,o voc¨º pretende 2/3 13.08 Cap¨ªtulo 77 ter filhos?¡± ¡°Eu na verdade n?o queria ter, eu ainda nem me tornei mulher.¡± ¨C ?ng Alves fungou, sentindo vontade de chorar. Property ? of N?velDrama.Org. Felipe, por outrodo, estava sempre pronto para faz¨º ¡°subir de n¨ªvel¡°. Mesmo sem sentimentos, ele n?o se importava de ter uma vida conjugal, afinal, era a ¨²nica mulher que ¡°incendiava¡± ¨C sua paix?o. Al¨¦m disso, ele n?o queria perder essa oportunidade para outro, n?o queria que nenhum homem se aproximasse ou tocasse n. Cap铆tulo 78 Cap¨ªtulo 78 Enquanto ele ficava em sil¨ºncio, ?ng Alves murmurou baixinho: ¡°Homens t¨ºm mais sorte, n?o d¨®i na primeira vez¡°. Felipe ficou sem pvras. Ele n?o sentia dor, mas o deixava furioso, e ele n?o podia descontar essa raiva, o que o deixava ainda mais desconfort¨¢vel. ¡°Se voc¨º ousar fazer algo indevido no futuro, vou fazer voc¨º sentir uma dor de verdade!¡± Ele decidiu que, na pr¨®xima vez que o irritasse, n?o hesitaria em coloc¨¢ em seu lugar, cortando todas as suas esperan?as de uma vez por todas. ?ng Alves entendeu o recado e seus olhos se arregram de medo, verdadeiros e cheios de pavor.. Ele levantou¨Cse, amarrou a toalha ao redor da cintura e caminhou em dire??o ao banheiro. Precisava de um banho frio para esfriar a cabe?a. ?ng Alves fugiu apressada para o quarto, pulou na cama e se enrolou no cobertor at¨¦ o pesco?o. Foi por pouco. Quase que ele a desarmava. Agora tinha certeza: ele n?o tinha problema algum. Dizer que n?o podia tocar em mulheres, provavelmente era uma mentira que ele contou para Tina, s¨® n?o queria toc¨¢. Era a pvra da boca de um grande mentiroso! Antes de dormir, conferiu v¨¢rias vezes se a porta estava trancada, para prevenir contra o vizinho que poderia, em um impulso animal noturno, vir devor¨¢. Naqu noite, Felipe n?o dormiu bem, afinal, estava o corpo em chamas. J¨¢ ?ng Alves adormeceu rapidamente e s¨® acordou o raiar do dia. De manh?, colocou uma m¨²sica rxante e fez yoga para gestantes na espa?osa varanda. Mesmo gr¨¢vida, era importante manter a forma, evitando ganhar peso excessivo e n?o deixar a gravidez t?o evidente/para que mesmo nos ¨²ltimos meses pudesse passar despercebida. Quando acabou o yoga e se virou, viu Felipe encostado na moldura da porta, segurando uma x¨ªcara de caf¨¦, observando¨Ca interesse. ¡°Sr. Martins, bom dia.¡± Felipe esbo?ou um meio sorriso: ¡°Vejo que voc¨º se preocupa em manter a forma. N?o ¨¦ ¨¤ toa que n?o engordou nada.¡± 1/2 13.08 Capitulo 78 Ang Alves mostrou a lingua: ¡°Estou fazendo isso tamb¨¦m pelo trabalho. N?o posso deixar que a gravidez me force a tirar uma licen?a antes da hora.¡± Felipe sorriu levemente e passou a m?o na cabe?a d: ¡°Voc¨º realmente ¨¦ uma funcion¨¢ria exemr.¡± Aquilo era um elogio? Por alguma raz?o, parecia ir?nico. fez uma careta: ¡°Lutar pelo trabalho me faz feliz¡°. era uma mulher de carreira e tinha nos de um dia ter sua pr¨®pria marca e brilhar no mundo da joalheria. Os olhos escuros de Felipe brilhavam misteriosamente sob o sol. ¡°E se voc¨º perder?¡± deu de ombros, desviando o olhar para o horizonte distante, uma determina??o aparecendo em seu rosto. ¡°Se eu perder, simplesmente vou pedir demiss?o. Se n?o me quiserem aqui, encontrarei um lugar onde possa me estabelecer. Eu n?o vou me prender a um ¨²nico lugar.¡± fva leveza, quase brincando, mas estava fndo s¨¦rio. Helena era apenas outra Kelly; estar sob seuando significava n?o ter chance de Content rights by N?velDr//ama.Org. avan?ar. , ro, procuraria outras oportunidades. A express?o de Felipe escureceu,o se uma sombra o envolvesse, e um frioe?ou a se acumr. ¡°Voc¨º est¨¢ me amea?ando?¡± ?ng Alves negou a cabe?a e sorriu: ¡°Perder significa que preciso melhorar. nejar novamente minha carreira n?o ¨¦ errado, certo?¡± sabia que, no fundo, Felipe via Helenao a diretora ideal e provavelmente j¨¢ nejava traz¨º para o cargo ao rebaixar Kelly. Mas n?o queria desistir. Queria lutar, n?o s¨® por si mesma, mas tamb¨¦m pelos quatro colegas que a panhavam. Todo mundo merece uma chance de virar o jogo! Felipe permaneceu em sil¨ºncio. Ele sempre teve tudo sob controle,o quemanda nuvens e chuvas, sem se importar a possibilidade de ser substitu¨ªdo na sucess?o, pois j¨¢ havia secretamente estabelecido seu pr¨®prio imp¨¦rio e poder. 515 Cap铆tulo 79 Cap¨ªtulo 79 ?ng Alves era uma mulherum que jamais teria chamado a aten??o dele se n?o fosse por aquele acidente m¨¦dico. Por¨¦m, surgiuo uma vari¨¢vel desconhecida numa equa??o fixa, imprevis¨ªvel e capaz de escapar a qualquer controle a qualquer momento. O mais surpreendente era sua habilidade de romper facilmente as defesas intranspon¨ªveis dele, influenciando¨Co a ponto de faz¨º¨Clo perder o controle. Ele achava que a conhecia t?o bem, mas logo percebia que talvez nunca a tivesse enxergado de verdade. ¡°Lembre¨Cse de que voc¨º assinou um contrato de tr¨ºs anos a empresa.¡± Os c¨ªlios volumosos de ?ng Alves tremram, revndo um vislumbre de ast¨²cia: ¡°A multa por quebra de contrato pode ser descontada da minha indeniza??o.¡± Uma sombra de mncolia se espalhou pelo rosto dele. ¡°Parece que voc¨º nejou tudo.¡± Property ? of N?velDrama.Org. era uma verdadeira caixa de truques, uma mente cheia de artimanhas. ?ng Alves despreocupadamente arrancou um margarida ee?ou a gir¨¢ entre os dedos, enquanto um leve sorriso triste aparecia em seus l¨¢bios. ¡°Na verdade, para voc¨º, n?o ¨¦ uma coisa ruim eu sair. Quando eu for embora, poderemos nos separar completamente, sem qualquer tipo de contato. Voc¨º poder¨¢ fingir que nunca me viu, n?o precisa se preocupar em me encontrar novamente no elevador.¡± engoliu em seco, sentindo uma tristeza inexplic¨¢vel: ¡°Se dependesse de voc¨º escolher a m?e do seu filho, voc¨º provavelmente passaria por todas as mulheres do mundo antes de me escolher. Espero que o beb¨º se pare?a voc¨º, e n?oigo, assim voc¨º poder¨¢ me apagarpletamente da sua mem¨®ria.¡± abaixou a cabe?a e soltou uma p¨¦t que foi levada pelo vento, girando livremente no 1. ar. Felipe observou fixamente a p¨¦t at¨¦ que desapareceu al¨¦m do terra?o. Quando uma p¨¦t se solta d¨¢ flor, nunca mais pode voltar; seu destino se desfaz, assimo o dele com . Seu cora??o de repente se sentiu pesadoo se estivesse sob o peso de um iceberg, t?o oprimido que n?o conseguia mais bater regrmente. Ele acabou de beber o resto do caf¨¦ que tinha em m?os. O caf¨¦ parecia ter ficado parado em sua m?o por muito tempo, estava frio e amargo. Ele franziu a testa: ¡°Voc¨º l¨º meus pensamentoso se estivesse dentro da minha 1/2 13.08 Capindo 79 cabe?a?¡± piscou e sorriu misteriosamente: ¡°Eu n?o sei, eu adivinho. E geralmente minhas suposi??es s?o bem precisas.¡± Ele a desprezava tanto que, mesmo n?o sendo a mais esperta, conseguia perceber. O humor de Felipe de repente piorou, uma sensa??o de aborrecimento inexplic¨¢vel o dominou, Nesse momento, seu celr tocou, era sua m?e ligando, Eloisa estava l¨¢, pedindo para ele voltar. Sua express?o se tornou ainda mais sombria, e sem uma pvra, ele se virou e saiu. Na Mans?o Martins, Tina chorava copiosamente diante de sua av¨® Gabri. ¡°Tia, as irm?s Ara¨²jo s?oo fantasmas que n?o desaparecem; uma morre e a outra cont¨ªnua a perseguir o Felipe. O que eu fa?o?¡± A av¨® Gabri estava dor de cabe?a por causa do barulho que Tina estava fazendo e massageou ateral da cabe?a: ¡°N?o pense bobagens. ¨¦ normal que o Felipe tenha amigas mulheres. Ele n?o pode simplesmente evitar o contato s, certo? Voc¨º conhece bem seu t¨ªo; ele tem tantas mulheres que nem consigo contar. E seus tr¨ºs primos? Trocam de namoradas mais frequ¨ºncia do que de roupa. Perto deles, o Felipe ¨¦ um santo. O que mais voc¨º quer dele?¡± Miriam Fonseca percebeu o desconforto e rapidamente interveio: ¡°A Tina est¨¢ apenas preocupada com o Felipe. Afinal, enquanto eles n?o se casarem, n?o conseguir¨¢ ficar tranqu.¡± A av¨® Gabri suspirou: ¡° ¨¦ da fam¨ªlia, ent?o vou fr ramente: precisa mudar essa atitude. Se n?o for capaz de manter um homem apaixonado por toda a vida, ter¨¢ que aprender a ser mais tolerante. N?o importa quantas mulheres ele tenha l¨¢ fora, voc¨º tem que fazer vista grossa se quiser manter sua posi??o. Caso contr¨¢rio, ¨¦ quest?o de tempo at¨¦ se separarem.¡± Cap铆tulo 80 Cap¨ªtulo 80 Tina deu um gole em seu ch¨¢ e continuou: ¡°Se naqu ¨¦poca eu chorasse e fizesse esc¨¢ndaloo , seu irm?o j¨¢ teria arranjado cem desculpas para se divorciar de mim e colocar aqu mulher l¨¢ fora no meu lugar.¡± Tina quase desmaiou. n?o suportaria isso. Em seu cora??o, n?o havia espa?o nem para um gr?o de areia,o poderia haver espa?o para outra mulher? estava prestes a fr quando Felipe voltou, olhando para Eloisa um canto de boca erguido: ¡°Tia veio, tem algo importante? Logo mais tenho uma reuni?o na Imperial.¡± ¡°N?o ¨¦ nada demais, s¨® vim fazerpanhia para a cunhada e bater um papo¡± ¨C Eloisa mudou o tom, tornando¨Cse extremamente am¨¢vel. N?velDrama.Org copyrighted ? content. Tina ramente n?o gostou, seus l¨¢bios franzidos em desaprova??o, quase dava para pendurar uma garrafa de ¨®leo neles. ¡°Voc¨º estava a Helena o tempo todo ontem, n?o ¨¦?¡± ¨C perguntou . Felipe tomou um gole de ch¨¢, encostou¨Cse no sof¨¢ e um olhar zombeteiro disse: ¡°Eu sempre vi a Helenao uma irm?. Eu tamb¨¦m n?o posso tocar em uma mulher, por que voc¨º est¨¢ t?o preocupada?¡± Essa frase deixou Tina sem pvras, frustrada, baixando a cabe?a e contorcendo os dedos. Eloisan?ou um olhar sombrio para ele, duvidando da condi??o f¨ªsica de Felipe, temendo que ele j¨¢ estivesse recuperado, mas fingindo o contr¨¢rio. ¡°Felipe, seu corpo ainda n?o se recuperou?¡± ¨C Eloisa perguntou, segurando a testa preocupada. Felipe suspirou: ¡°Meus nervos foram afetados, ¨¦ um problema m¨¦dico, n?o se sabe se vai melhorar ou n?o.¡± ¡°Talvez, voc¨º deveria tentar a Tina, uma estim??o, quem sabe melhora¡± ¨C Eloisa sugeriu em voz baixa, afinal, a verdade sobre esse tipo de coisa masculina se descobre na pr¨¢tica. Felipe bn?ou a x¨ªcara de ch¨¢ em sua m?o e mostrou uma express?o de impot¨ºncia: ¡°J¨¢ tentamos, tentou pessoalmente, mas n?o adiantou.¡± Sua voz estava baixa, quaseo se estivesse fndo consigo mesmo, mas suficientemente alta para que a Sra. Gabri ouvisse ramente. estremeceu por dentro, olhando para sua filha. Tina mordeu o l¨¢bio, l¨¢grimas nos olhos, absolutamente desda por n?o haver tido nem a menor rea??o. Av¨® Gabri bateu a x¨ªcara de ch¨¢ na mesa seriedade: ¡°Daqui para frente, n?o mencione mais assuntos rcionados a mulheres na frente de Felipe. Como o chefe da 1/2 13:09 Capitulo 80 familia Martins, ele n?o pode perder o respeito.¡± Eloisa agora estava verdadeiramente preocupada, e se ele realmente n?o melhorasse, sua filha teria que vivero uma vi¨²va? Do outrodo da cidade, em Cidade Mar, ?ng Alves recebeu uma liga??o de seu irm?o. Ele e Fl¨¢via se deram muito bem, e viu potencial nele, oferecendo¨Clhe um contrato de tr¨ºs anos. ¡°O pessoal da M¨ªdia Maribrilho est¨¢ organizando uma s¨¦rie online, e a Fl¨¢via disse que vai tentar me conseguir o papel de co¨Cprotagonista.¡± ¡°Uau, primeiro papel e j¨¢ ¨¦ co¨Cprotagonista, nosso Enzo vai longe¡± ¨C ?ng Alves disse euf¨®rica. ¡°Irm?, o Elton me ajudou muito, eu tenho que agradec¨º¨Clo de alguma forma.¡± ¡°Eu vou retribuir esse favor por voc¨º.¡± ?ng Alves j¨¢ sabia o que dar a Elton, tinha certeza de que ele iria gostar. ¨¤ noite, convidou o diretor de marketing e o gerente para jantar, e depois pediu que Mike e alguns outros os levassem ao Clube Azul para cantarem no karaok¨º. Eles podiam ser poucos, mas n?o iriam deixar que Helena os superasse. O que n?o esperava era que, na manh? seguinte, os subordinados de Helena viessem cobrar satisfa??es. ¡°Gerente Alves, ouvi dizer que voc¨º convidou o Diretor Machado e alguns gerentes das filiais para jantar ontem, fmos empeti??o justa, e voc¨º j¨¢e?ou a jogar sujo¡± ¨C Ema remou irrita??o, tinha se tornado a voz de Helena. Jenny resmungou: ¡°Voc¨ºs tamb¨¦m n?o convidaram o pessoal do marketing para o resort? N?o pense que n?o sabemos.¡± Ema cobriu a boca, fingindo surpresa: ¡°Que piada, no fim de semana est¨¢vamos todos em casa trabalhando em novos designs, quem teria tempo para sair?¡± ¡°Na sexta¨Cfeira, a pr¨®pria Sra. Ara¨²jo disse que iria para o Resort Lago Azul, todo mundo ouviu.¡± A Sra. Ara¨²jo tinha sugerido isso, mas todos acharam melhor manter a paz de casa, ent?o cancram o no. Ema falou, trocando um olhar c¨²mplice Helena, ambas exibindo um sorriso maroto. ¡°O senhor Alves, a empresa tem regras estritas contra esse tipo de conduta inadequada, e o senhor as descumpriu abertamente. J¨¢ enviei um e¨Cmail para o Seu Martins, ent?o prepare¨Cse para se explicar para ele daqui a pouco.¡± Cap铆tulo 81 Cap¨ªtulo 81 A cor do rosto de ?ng Alves empalideceu; j¨¢ tinha visto o e¨Cmail, que n?o s¨® fora enviado ao chefe, mas tamb¨¦m c¨®pia para toda a empresa. Tudo isso era uma armadilha que Helena havia armado doe?o ao fim. tinha ca¨ªdo no truque! Se n?o conseguisse lidar isso adequadamente, n?o s¨® seria punida, mas tamb¨¦m colocaria em risco o departamento de marketing. Nessa altura, todos no departamento a veriamo uma peste, evitando¨Ca a todo custo. Quem ainda iria ajud¨¢? Assim que entrou na s de reuni?es, todos os olhares se voltaram para . lutou para manter a calma, abaixando a cabe?a para olhar o rt¨®rio em cima da mesa. Felipe foi o ¨²ltimo a entrar. Property ? of N?velDrama.Org. Ele j¨¢ conhecia bem a coragem de suapanheira; nada do que fizesse o surpreenderia mais. O vice¨Cpresidente Menezes deu uma leve tosse e voltou seu olhar para ?ng Alves: ¡°Gerente Alves, o que houve o e¨Cmail que Ema enviou hoje?¡± Helena exibiu um sorriso falso: ¡°Gerente Alves convidou as pessoas do departamento de marketing para almo?ar, acredito que queria fortalecer os?os entre os departamentos. Por que n?o nos chamou tamb¨¦m? Todos somos do mesmo departamento, mesmo que hajapeti??o, devemos nos unir, certo?¡± Esseent¨¢rio, aparentemente ¨²til, era na verdade uma pedra no caminho de ?ng, tirando d a desculpa de promover a harmonia no departamento. O vice¨Cpresidente Menezes adotou uma express?o s¨¦ria: ¡°?ng, apeti??o deve ser justa, sem manobras ps costas. Isso desvaloriza a vit¨®ria!¡± ¨C Ap¨®s fr, ele se voltou para o Diretor Machado: ¡°Machado, voc¨º j¨¢ est¨¢ na empresa h¨¢ tanto tempo. ?ng ¨¦ inexperiente, voc¨º deveria corrigi. Como podeeter erros de princ¨ªpio junto ?¡± Enquanto ele fva, ?ng Alves deu uma olhada furtiva em Felipe. Ele estava impass¨ªvel, uma m¨¢scara de gelo, e era imposs¨ªvel dizer o que pensava ou se consideravao puni. Logo ap¨®s o vice¨Cpresidente Menezes terminar, soltou uma risada: ¡°Ah, nosso departamento tem estado t?o tenso ultimamente, qualquer sopro de vento ¨¦o se fosse uma amea?a.¡± se levantou: ¡°Deixe¨Cme esrecer essa situa??o. Ontem foi o anivers¨¢rio da Liliana, fez 27 anos, uma jovem adulta j¨¢. Nos ¨²ltimos anos, a Liliana n?o teve muitos rcionamentos, principalmente porque gosta de algu¨¦m, o Gerente Santos do departamento de marketing. Eu perguntei aos colegas do departamento de marketing e 1/2 13.09 Capitulo 81 descobri que o Gerente Santos n?o tem namorada e ele tamb¨¦m tem interesse na Liliana. Eles est?o nessa situa??o h¨¢ algum tempo, mas os dois estavam separados por uma barreira invis¨ªvel que n?o havia sido quebrada.¡± fez uma pausa, sorrindo levemente: ¡°Para dar uma surpresa de anivers¨¢rio a Liliana, conversei com o Diretor Machado para que ele trouxesse o Gerente Santos e participasse da festa de anivers¨¢rio d, servindo de cupido no amor dos dois.¡± ¡°Originalmente, minha inten??o era convidar apenas o Diretor Machado e o Gerente Santos, mas Mike me mandou uma mensagem no WhatsApp, perguntando se poderia convidar o Gerente Manuel tamb¨¦m, j¨¢ que ele tinha uma paix?o secreta pelo Manuel e n?o tinha coragem de se derar. Percebi que havia muitos solteiros na empresa e decidi que o Diretor Machado convidasse mais alguns colegas solteiros de mais idade e fiz¨¦ssemos uma verdadeira festa de cupido.¡± Ao terminar, tirou o celr do bolso: ¡°Ontem, Liliana se derou ao Gerente Santos e deu¨Clhe novecentas e noventa e nove rosas, que eu ajudei a preparar. Hoje em dia, n¨®s mulheres tamb¨¦m temos que tomar a iniciativa no amor, n?o podemos esperar s¨® pelos homens. Eu gravei v¨¢rios v¨ªdeos, querem ver?¡± O Diretor Machado suspirou: ¡°Quem diria que um pequeno gesto nosso causaria tanto alvoro?o na empresa. Eu e a Gerente Alves t¨ªnhamos boas inten??es, mas acabamos fazendo o contr¨¢rio.¡± ?ng Alves desviou seu olhar para Helena: ¡°Essa hist¨®ria, eu s¨®partilhei em particr no grupo, n?o contei pra mais ningu¨¦m, Sra. Ara¨²jo,o voc¨º e Ema ficaram sabendo?¡± Helena ajeitou uma mecha de cabelo atr¨¢s da orelha, sentindo uma agonia interna. tinha certeza que iria deixar ?ng sem sa¨ªda, mas, contra todas as expectativas, acabou sendo surpreendida por um contra¨Cataque: ¡°Eu soube por meio da Ema,o descobriu, eu tamb¨¦m n?o tenho muita certeza.¡± ?ng Alves sentou¨Cse, um esbo?o de sorriso ir?nico nos l¨¢bios: ¡°Sra. Ara¨²jo, na verdade, esses pequenos mal¨Centendidos podem ser esrecidos entre n¨®s no departamento, n?o h¨¢ necessidade de desperdi?ar o tempo precioso do Senhor Martins e dos outros executivos.¡± Cap铆tulo 82 Cap¨ªtulo 82 Felipen?ou um olhar sombrio e profundo para . Essa reviravolta o pegou de surpresa. Essa mulher sempre consegue surpreender! Ele fez um sinal para Kevin e disse: ¡°N?o h¨¢ problema em fortalecer os?os entre colegas, a empresa tamb¨¦m n?o se op?e ao desenvolvimento de rcionamentos internos entre funcion¨¢rios. Daqui para frente, devemos evitar firmementeportamentos irregres que causem agita??o em toda a empresa por causa de um pequeno mal¨Centendido. A formao lidar isso deve ser decidida pelo departamento de design.¡± Durante o discurso dele, o WhatsApp de ?ng Alves tocou. Era uma mensagem do chefe: ¡°Venha ao meu escrit¨®rio ap¨®s a reuni?o.¡± o espiou discretamente; aquele rosto atraente permanec¨ªa inexpressivo e frioo gelo, Ser¨¢ que ele pretendia interrog¨¢ em particr? Quando a reuni?o terminou e todos sa¨ªram, ?ng foi at¨¦ l¨¢. ¡°Sr. Martins, o que h¨¢ de errado?¡± Felipe estava reclinado na cadeira executiva, tamborndo os dedos longos na mesa,o um juiz ponderando sobre o pr¨®ximo caso. ¡°Voc¨º tem coragem. O novo design ainda n?o foin?ado e voc¨º j¨¢ est¨¢ pensando em estrat¨¦gias de marketing.¡± ¨¢ng Alves fez um bico, sabia que ainda n?o havia passado por esse obst¨¢culo. Tentar enganar o chefe n?o era uma tarefa f¨¢cil. ¡°Voc¨º acreditaria se eu dissesse que fui enganada?¡± Felipe tomou um gole do caf¨¦ e disse gravidade: ¡°Quem te enganou?¡± ¡°Quem mais poderia ser?¡± ¨C ?ng se sentou no sof¨¢, irritada: ¡°Na sexta, Helena espalhou um boato falso de que convidaria a equipe de marketing para passar o fim de semana em um resort. Sem uma boa estrat¨¦gia de marketing, mesmo o melhor design n?o vende. No desespero, pensei em estreitar la?os a equipe de marketing.¡± ¡°Ent?o, seu no era uma ¡®alian?a¡® o departamento de marketing?¡± Felipe arqueou uma sobrancelha, incr¨¦dulo a ideia inusitada. ?ng sorriu sem gra?a, sem responder. A ideia fora um improviso. Quando viu Helena no Clube Musa no s¨¢bado, percebeu algo errado. 1/2 13:10 Cap¨ªtulo 82 Deveriam estar no Resort Lago Azul. imediatamente enviou Mike para investigar e descobriu que eles nem sequer tinham ido, nem convidaram a equipe de marketing. Percebendo a armadilha, n?o podia cancr o convite j¨¢ enviado e teve que mudar o evento para uma Festa de Anivers¨¢rio. ¡°Sr. Martins, Helena armou toda essa armadilha. Voc¨º n?o vai ficar de bra?os cruzados diante dessa concorr¨ºncia desleal ps costas, vai?¡± Os olhos escuros de Felipe brilharam um frio ir?nico ¨¤ luz: ¡°Se voc¨º caiu na armadilha, ¨¦ porque foi ing¨ºnua.¡± Droga! N?velDrama.Org copyrighted ? content. ?ng sentiu uma onda de frustra??o. Ele estava ramente protegendo sua favorita! ¡°Voc¨º vai apenas fazer vista grossa?¡± ¡°Eu s¨® me importo os resultados¡± ¨C disse Felipe, enigm¨¢tico e sombrio. Para ?ng, estava ro que ele favorecia Helena. ¡°Chefe,o voc¨º pode misturar o pessoal o profissional e ainda esperar ser respeitado?¡± Felipe franziu as sobrancelhas, de repente ficando muito s¨¦rio e uma aura sinistra se formou em seu rosto. ¡°Quem te deu o direito de me questionar?¡± ?ng sentiuo se levasse uma facada. Helena era a queridinha, recebendo todo o amor e aten??o, enquanto , uma simples mortal,o poderia separar? ¡°Se voc¨º s¨® se importa o resultado, eu espero que reconhe?a quando eu ganhar!¡± Felipe se levantou e caminhou at¨¦ : ¡°N?o venha conversa fiada, ainda temos uma conta pendente.¡± engoliu em seco: ¡°Que conta?¡± Ele baixou a cabe?a, olhando¨Ca de cima um olhar afiado e frio: ¡°Sexta¨Cfeira, voc¨º pediu de repente para aumentar a pens?o aliment¨ªcia, n?o foi? Est¨¢ tentando usar esse dinheiro para ganhar a simpatia das pessoas?¡± Um avarento corajoso e mesquinho, sempre seu c¨¢lculo astuto, cada vez mais ousado, agora at¨¦ tentando me enganar. ?ng Alves sentiu um fr¨ªo na barriga, estava ferrada, ele tinha descoberto! Mas, e da¨ª? Cap铆tulo 83 13.10 Cap¨ªtulo 83 saltou do sof¨¢, ergueu a cabe?a orgulho, tentando diminuir a diferen?a de altura. ¡°De acordo a lei do casamento, ap¨®s nos casarmos, nossos bens se tornam propriedade conjunta, ent?o ¨¦ justo eu gastar o seu dinheiro! Se voc¨º diminuir o limite, vou contar para todos na empresa que sou sua esposa! Acredite, essa not¨ªcia n?o s¨® vai abr a GM, mas tamb¨¦m a cidade inteira!¡± Felipe ergueu a m?o de repente e segurou o queixo d firmemente: ¡°Voc¨º acha que consegue me amea?ar isso?¡± ¡°Eu n?o sei, mas certeza algu¨¦m vai ficar arrasado.¡± mostrou um sorriso maligno. Quando pensava na express?o surpresa e irritada de Helena, se sentia incrivelmente satisfeita. Felipe observou cada nuance da rea??o d. Ele sabia que essa mulher era capaz de cumprir suas amea?as, sempre cheia de artimanhas e agindo fora de seu controle, de maneira imprevis¨ªvel. ¡°A l¨ªngua ¨¦ o chicote do corpo. Se n?o cuidar desse boc?o, eu garanto que voc¨º vai se arrepender amargamente!¡± Na verdade, ?ng Alves s¨® estava blefando, jamais teria coragem de fr tais coisas. n?o era louca a ponto de se tornar alvo de todos, certo? ¡°Eu dou muito valor ¨¤ minha vida. Enquanto voc¨º n?o me for?ar a fazer algo que me arrependa, eu n?o mudarei.¡± Um brilho frio passou pelos olhos de Felipe: ¡°Comporte¨Cse bem e eu vou te dar o que voc¨º quer. Caso contr¨¢rio, as consequ¨ºncias ser?o insuport¨¢veis para voc¨º.¡± precisava fazer essa mulher perceber o perigo para que n?o fizesse nada tolo. Ele apertou levemente os dedos, e uma dor sutil veio do queixo, fazendo ?ng Alves franzir as sobrancelhas. Quanto ao assunto de Helena, ele n?o iria perseguir, era melhor preservar seus pr¨®prios interesses primeiro. ¡°Desde que voc¨º n?o reduza o dinheiro, eu vou manter minha boca fechada e meportar, honestamente.¡± Felipe riu da situa??o. Ser¨¢ que a avarenta estava tentando representar o ditado que diz que o dinheiro ¨¦ a raiz de todos os males? ¡°Fora!¡± Se ficasse mais um pouco, ele iria explodir de raiva! 1/2 13:10 ¡°Ent?o est¨¢binado.¡± ¨C ?ng Alves fez careta e saiu correndo, mais r¨¢pida que um coelho, temendo que ele mudasse de ideia. J¨¢ dentro do elevador, teve um estalo ee?ou a calcr os bens do casal. Considerando a velocidade que ele ganhava dinheiro, ap¨®s dez meses de casamento, poderia reivindicar muito mais do que um milh?o; pelo menos mais tr¨ºs zeros deveriam ser adicionados. Diabos, tinha subestimado! Primeiro, passou pelo RH e s¨® depois voltou para o departamento de design. Quando entrou, todos estavam fndo sobre algo, mas ficaram em sil¨ºncio assim que apareceu. n?ou um olhar indiferente para Ema: ¡°Ema, a empresa tem regras ras: a menos que seja algo s¨¦rio, os funcion¨¢rios n?o devem reportar diretamente ¨¤ alta gest?o. Por causa de um pequeno mal¨C entendido, voc¨º fez todo esse rde e ainda enviou um e¨Cmail para o chefe, copiando toda a empresa. Voc¨º est¨¢ tentando criar caos? O chefe tem mais empresas para cuidar do que apenas a GM. Se ele tiver que lidar essas pequenezas,o vai gerenciar o resto?¡± fez uma pausa e elevou a voz: ¡°A partir de hoje, voc¨º est¨¢ destitu¨ªda do cargo de l¨ªder de equipe, Cindy vai assumir temporariamente. J¨¢ rtei minha decis?o ao RH e em breve ser¨¢ emitido um comunicado oficial.¡± Ema murchouo um bal?o furado, olhando para Helena em busca de socorro. Helena estava furiosa por dentro: ¡°Gerente Alves, Ema faz parte da minha equipe, n?o deveria ser eu a lidar isso?¡± ¡°Acabei de voltar do escrit¨®rio do presidente. Ele me deu carta branca para lidar esse problema.¡± ¨C ?ng Alves respondeu um sorriso frio. Se Felipe n?o ia intervir, ent?o n?o hesitaria em agir por conta pr¨®pria. Se n?o podia contrr os protegidos, pelo menos podia dar uma li??o nessa criatura insignificante. precisava dar um susto naqueles subordinados para contrr a situa??o! Mike e outros mandaram mensagens pelo WhatsApp. ¡®Chefe, voc¨º ¨¦ poderosa!¡® N?velDrama.Org copyrighted ? content. ¡®Ema vai chorar at¨¦ n?o poder mais.¡¯ ¡®Ainda bem que a chefe ¨¦,esperta, eles que se preparem para o tiro p ctra. ¡®Seguir a chefe ¨¦ garant¨ªa de acerto! ?ng Alves riu por dentro, eles haviam mudado a forma de cham¨¢, agora era chefe. 12 Capitulo 83 ¡®N?o me chame de chefe, continuem me chamando de Ango antes,¡¯ Jenny enviou um emoji sorridente: ¡°Chama de ¡®chefe, isso fortalece o esp¨ªrito de equipe.¡± ¡°Exatamente, exatamente!¡± Cap铆tulo 84 Cap¨ªtulo 84 P manh?, Helena chegou ¨¤ empresa vestindo um elegante vestido preto. ¡°Hoje ¨¦ o dia de homenagem ¨¤ minha irm?. Mais tarde, vou ao memorial Felipe para honrar a mem¨®ria d. Felipe fez quest?o de enviar da Hnda as tulipas negras que mais amava. Todos os anos, nesse dia, ele fica especialmente triste, ¨¤s vezes passa o d¨ªa inteiro trancado no quarto, segurando a foto da minha irm? e fazendopanhia a .¡± baixou os olhos, mostrando um semnte de tristeza. Ema fez um som a boca, surpresa: ¡°N?o imaginava que o chefe fosse t?o apaixonado.¡± ¡°N?o ¨¦ ¨¤ toa que ele ¨¦ sempre t?o distante a Sra. Silva.¡± ¡°Beleza maldita, amor que n?o dura!¡± Todos seoveram a hist¨®ria. ?ng Alves revirou os olhos em sil¨ºncio. Ser¨¢ mesmo necess¨¢rio discutir assuntos pessoais no escrit¨®rio? A empresa inteira j¨¢ sabe que a irm? d ¨¦ a paix?o do chefe, n?o precisa ficar fndo nisso o tempo todo! descascou um gomo deranja e colocou na boca. Por que estava azedo? N?o era umaranja doce? Depois que Helena saiu, Liliana enviou uma mensagem no WhatsApp: ¡°Chefe, tenho uma informa??o importante.¡± ¡°V¨¢ para a s de reuni?es.¡± ?ng Alves fechou as persianas cuidado, para evitar bisbilhoteiros. Liliana falou baixinho: ¡°Helena est¨¢ tentando agradar n?o ¨¦ o Diretor de Marketing Machado, mas sim o Gerente Nunes. Na semana passada, levou o Gerente Nunes ao Clube Am¨®s, o mais exclusivo da Cidade Mar, e ainda arranjou para ele uma associa??o de milh?es.¡± ?ng Alves ficou chocada. N?o ¨¦ ¨¤ toa que o Gerente Nunese?ou a provoc¨¢ durante a reuni?o de ontem. Para derrot¨¢, Helena estava mesmo investindo pesado! ¡°Voc¨º tem certeza do que est¨¢ dizendo?¡± ¡°Foi o Gerente Santos quem me contou, um amigo dele ¨¦ gerente daquele clube e deixou escapar durante um jantar.¡± 1/3 13:11 Capitulo 84 Liliana hesitou por um momento e continuou: ¡°Tamb¨¦m ouvi dizer que o Gerente Nunes e o Diretor Machado tiveram algumas discordancias por causa da Divis?o Norte. O Gerente Nunes provavelmente est¨¢ aproveitando essa oportunidade para prejudicar o Diretor Machado.¡± Os dedos de ?ng Alves batucavam levemente na mesa, enquanto pensava. ¡°O Diretor Machado certeza j¨¢ percebeu isso e n?o vai ficar parado esperando.¡± sussurrou algo no ouvido de Liliana, que acenou a cabe?a: ¡°Certo, vou ver o que posso fazer.¡± N?velDrama.Org copyrighted ? content. Ao sair da s de reuni?es, ?ng Alves adotou um tom mais leve: ¡°De agora em diante, n?o chame mais o Gerente Santos de ¡®gerente¡®. Chame¨Co de Nelson, ou Nelsinho, algo mais ¨ªntimo!¡± Liliana corou levemente: ¡°A gente acabou dee?ar a sair.¡± ?ng Alves riu: ¡°Voc¨ºs s?o um casal perfeito, nasceram um para o outro.¡± Enquanto conversavam, Tina entrou. estava frustrada por n?o ter visto Felipe e queria descontar em Helena. Ao entrar e n?o encontrar Helena, Tina ficou alerta e foi direto at¨¦ ?ng Alves: ¡°Onde est¨¢ a Helena?¡± ?ng Alves mostrou a l¨ªngua, meio que brincando a situa??o. ¡°Ouvi dizer que hoje ¨¦ o dia de homenagem ¨¤ irm? d, foi o Sr. Martins para o memorial.¡± fez uma pausa antes de adicionar: ¡°Parece que o Sr. Martins at¨¦ importou da Hnda os tulipas negros preferidos d.¡± Tina ficou furiosa: ¡°Um caix?o vazio, nem corpo tinha, homenagear o qu¨º?¡± Ema e os outros trocaram olhares e ficaram quietos, cabisbaixos. Mesmo que Tina n?o seja a favorita, ¨¦ a noiva oficial e ainda por cima ¨¦ parente do chefe. ?ng Alves estava a ponto de voltar para seu lugar quando foi puxada por Tina: ¡°J¨¢ ¨¦ meio¨Cdia, vem almo?arigo.¡± O qu¨º? ?ng Alves pensou ter ouvido errado, ainda estava tentando processar quando foi arrastada para fora. Desceu at¨¦ o restaurante sofisticado no t¨¦rreo. Tina pediu um prato de fil¨¦ mignon, mas estava tanta raiva que, ao pegar a faca,e?ou a espetar a carne for?a, transformando o suculento fil¨¦ em um peda?o dcerado. 2/3 12-11 Cap¨ªtulo 84 ¡°Como voc¨º ainda n?o conseguiu se livrar da Helena, que in¨²til!¡± ?ng Alves respirou fundo. nunca havia pensado em expulsar Helena, queria apenaspetir de maneira justa. ¡°Senhora Silva, a irm? d ¨¦ o xod¨® do Senhor Martins, ¨¦ a queridinha. Na empresa, ¨¦ a menina dos olhos de todo mundo. Eu sou uma espinha no olho do Senhor Martins, desde aquele incidente, ele n?o pode me ver que j¨¢ sente a vista arder. Se n?o fosse por um pouquinho do meu talento para design, ele j¨¢ teria me dado um p¨¦ na bunda.¡± Cap¨ªtulo 85 Cap铆tulo 85 Cap¨ªtulo 85 suspirou enquanto fva: ¡°Ontem me apunhalou ps costas, mandou um subordinado me acusar de coisas sujas e o Sr. Martins nem sequer me repreendeu, pelo contr¨¢rio, achou que eu era a problem¨¢tica.¡± Enquanto fva, Tina espetou o garfo no bifeo se fosse a carne de Helena. ¡°Aqu piranha, cobra venenosa, eu acabo .¡® ?ng Alves tomou um gole do suco e continuou a ati?ar: ¡°A queridinha ¨¦ aqu que vive no cora??o dos homens, sempre lembrada carinho. Mesmo n?o estando mais aqui, Seu Martins a v¨º em Helena. Sou apenas uma funcion¨¢ria insignificante, facilmente dispens¨¢vel, mas voc¨º ¨¦ diferente, voc¨º ¨¦ a oficial, expulsar a amante ¨¦ justo e merecido, voc¨º tem que se esfor?ar mais.¡± O chefe n?o se importa o processo, apenas o resultado. Se ele n?o ¨¦ justo, n?o pode culp¨¢ por ser injusta! n?o tinha recursos para agradar os superiores, s¨® podia contar Tina para fazer confus?o. Tina ficou o rosto distorcido de raiva, espetando o bife fricamente. Essa tal de queridinha que se dane! ¡°Quando Helena se tornar diretora, a primeira pessoa que vai demitir ¨¦ voc¨º. Se voc¨º n?o quer ser demitida, siga minhas ordens e vigie de perto todos os movimentos d, se se aproximar do Felipe, me informe imediatamente.¡± ¡°Combinado.¡± ¨C ?ng Alves sorriu astutamente e adicionou no WhatsApp. Enquantoiam, Helena e Felipe entraram. Felipe vestia um terno preto, quebinava perfeitamente o vestido preto de Helena,o se fossem um casal. Tina saltou da cadeira e correu para ele, agarrando seu bra?oo sinal de posse: ¡°Felipe, estou jantando a ?ng Alves, que tal se juntar a n¨®s?¡± Assim que chegou, Felipe avistou ?ng Alves; ele sempre a notava primeiro, n?o importa onde estivesse. Com o cenho ligeiramente franzido, uma sombra de mncolia passou por seus olhos. Ele afastou a m?o de Tina e sentou¨Cse, enquanto rapidamente tomou o lugar ao seudo, temendo ser roubada p rival. Helena estava furiosa por dentro, se soubesse que esse tormento estaria l¨¢, teria escolhido, outro restaurante. ?ng Alves ainda n?o tinha terminado deer, mas sabia que em momentos e lugares 1/3 13:11 Capitulo 85 assim, a melhor estrat¨¦gia era sair de fininho. estava prestes a pedir a conta quando ouviu Tina cham¨¢: ¡°?ng Alves, vem aqui.¡± Droga! Engolindo em seco, se obrigou a ir at¨¦ l¨¢, sentando¨Cse em frente a Felipe. ¡°Seu Martins, que coincid¨ºncia voc¨ºs tamb¨¦m estarem jantando aqui.¡± poderia jurar, essa era a cena mais constrangedora e bizarra do s¨¦culo, nem as novs ousariam tanto! Mas, contanto que n?o se sentisse constrangida, os envergonhados seriam definitivamente os outros. A noiva, a esposa legal e a amante estavam todas juntaso se fossem jogar uma partida de cartas. Felipe a ignorou,n?ando¨Clhe apenas um olhar frio e distante,o se fosse transparente. O ar ficou denso, mas isso s¨® fez Tina confiar ainda mais em ?ng Alves. Felipe realmente a detestava! Helena girou o vinho em seu copo, um sorriso de esc¨¢rnio apareceu em seus l¨¢bios: ¡°Gerente Alves, n?o se sente desconfort¨¢vel connosco?¡± Subentendido, era uma intrusa e particrmente sem no??o. Qual era a sua posi??o? tinha algum direito de estar ali? ?ng Alves sorriu levemente: ¡°Se a Sra, Ara¨²jo n?o se sente desconfort¨¢vel, por que eu me sentiria?¡± A amante estava t?o ¨¤ vontade, ent?o por que deveria se preocupar? Helena podia perceber isso ramente. estava furiosa at¨¦ os ossos. Tina rapidamente pegou o gancho: ¡°?ng Alves ¨¦ a namorada do Elton, logo ser¨¢ nossa cunhada. Somos todos uma fam¨ªlia, o que haveria de constrangedor? Por outrodo, voc¨º, qual ¨¦ sua posi??o?¡± n?o tinha a menor inten??o de ser gentil Helena. Helena sentia uma raiva que lhe fazia ranger os dentes, mas n?o podia deixar transparecer. Baixou a cabe?a e exibiu uma express?o de d¨® que poderia derreter o cora??o de qualquer 1. um. Felipe apertou os dedos em torno do garfo e da faca, a sombra de mncolia em seus olhos tornando¨Cse cada vez mais densa. Elton erao um espinho cravado em seu peito! 312 12-11 Capitulo 85 Please check at N/?vel(D)rama.Org. Ang Alves concentrava¨Cse em sua refei??o, deliberadamente evitando dar explica??es. Desde o d¨ªa anterior, uma raiva crescia dentro d, quase a sufocando. Explicar o qu¨º? N?o val¨ªa a pena! Capitulo 86 Cap铆tulo 86 Cap¨ªtulo 86 Helenan?ou um olhar sombrio para . N?o era de se estranhar que tivesse coragem de enfrent¨¢. Ser¨¢ que era por ter Eltono seu apoio? ¡°O Sr. Elton ¨¦ um homem gnteador e apaixonado, todo mundo no nosso c¨ªrculo sabe disso. Ele troca de namorada mais frequentemente do que troca de camisa. A Gerente Alves pensa que vai ser f¨¢cil se tornar a terceira Sra. Martins?¡°,entou ironia. ?ng Alves degustou um peda?o de pat¨º de f¨ªgado e virou¨Cse para Tina, perguntando inten??o: ¡°Sra. Silva, o Sr. Elton costuma trair sua namorada?¡± ¡°At¨¦ agora, nunca ouvi fr disso¡°, Tina bn?ou a cabe?a. ¡°E ele mant¨¦m contato as ex¨Cnamoradas?¡± ¡°N?o, Elton sempre corta os?ospletamente.¡± ¡°E ele tem alguma paix?o antiga que ele n?o consegue esquecer?¡± ¡°ro que n?o, paix?es antigas s?o as que eu mais detesto.¡± Tina sentiu um aperto no cora??o ao ouvir essas pvras. ?ng Alves deu de ombros, ¡°Ent?o eu n?o tenho nada que me preocupar. Todos n¨®s somos adultos, desde que haja sinceridade e entrega m¨²tua no rcionamento, mesmo que acabe, n?o h¨¢ nada amentar.¡± Enquanto fva, os olhos de Felipe brilhavam um frio cortante, e a raiva em seu cora??o inchavao um bal?o de ar quente, prestes a explodir. ¡°Voc¨º j¨¢ terminou, pode ir agora!¡± ?ng Alves olhou para o seu prato, onde ainda havia um grande peda?o de bife. ¡°Sr. Martins, eu ainda n?o terminei. Vou sentir fome ¨¤ tarde se n?o estiver satisfeita, e a fome vai me impedir de me concentrar no trabalho. Al¨¦m disso, aida aqui ¨¦ cara, n?o se pode desperdi?ar.¡± falou isso seriedade. Felipe ficou sem pvras de raiva, vontade de lev¨¢ para fora e tapar¨Clhe a boca para que n?o dissesse mais nada. Helena estava chocada. Ser¨¢ que era realmente ing¨ºnua ou estava se fazendo de desentendida? n?o percebeu que Felipe estava irritado e querendo que fosse embora? ¡°Gerente Alves, o Felipe prefereer em sil¨ºncio. Se voc¨º ainda n?o terminou, pode pedir para embrulhar e levar paraer na empresa.¡± Sai daqui! 1/3 13:11 Capitulo 86 ?ng Alves xingou mentalmente, mas manteve um sorriso no rosto, ¡°O bife fica ruim quando esfria. Vamos todos ficar quietos para que a Sra. Silva possa panhar o Sr. Martins durante a refei??o. Afinal, s?o amigos de infancia e um casal muito pr¨®ximo.¡± Helena quase se engasgou, percebeu que essa mulher provavelmente tinha sido subornada por Tina, ficando ali de prop¨®sito para iodar. Tina sorriu, as pvras de ?ng Alves foramo uma brisa refrescante para . ¡°Felipe, deixa que eu corto o bife para voc¨º.¡± Felipe j¨¢ n?o tinha mais apetite, s¨® queria dar uma li??o naqu mulher ¨¤ sua frente. Ele pegou a garrafa de vinho aodo e bebeu de um gole, levantando¨Cse em seguida, ¡°Eu j¨¢ estou satisfeito, podem continuarendo.¡± ¡°Voc¨º nemeu ainda¡°, disse Tina, preocupada. ¡°Depois o Kevin vai acertar a conta¡°, Felipe respondeu friamente e saiu, deixando um rastro de frieza pelo ar. Assim que ele saiu, Tina e Helena tamb¨¦m n?o conseguiram mais continuar sentadas e o seguiram apressadas. N?velDrama.Org copyrighted ? content. ?ng Alves fez um biquinho e, sem pressa, continuou aer. ainda precisava esperar que Kevin viesse pagar a conta. Caso contr¨¢rio, iria ¨¤ fal¨ºncia. Logo Kevin chegou, e ao v¨ºendo tranqumente,e?ou a suar frio. O Sr. Felipe estava uma express?o t?o fechada que parecia que uma tempestade estava prestes a chegar, e ainda assim a Sra. Alves mantinha sua calma. Era realmente caso de se dizer que cada pan tem sua tampa! ?ng Alves olhou para ele e sorriu levemente, ¡°Sr. Kevin, voc¨º chegou.¡± Kevin pigarreou baixo, lembrando: ¡°Parece que o Sr. Felipe n?o est¨¢ de bom humor.¡± ?ng Alves deu de ombros, ¡°N?o tem nada a verigo. A Sra. Silva e a Sra. Ara¨²jo tamb¨¦m estavam aqui, talvez tenham provocado ci¨²mes e irritado o Sr. Martins.¡± Kevin engoliu em seco. O Sr. Felipe sempre foi sereno, sem nunca mostrar suas emo??es. A ¨²nica pessoa que tinha o poder de afetar seu humor e faz¨º¨Clo perder o controle era . N?o haveria uma segunda pessoa capaz disso. ¡°A senhora ¨¦ diferente das outras.¡± Ele usou a pvra ¡°senhora¡± deliberadamente, uma voz t?o baixa que apenas os dois puderam ouvir. 2/3 13:11 Capitulo 86 ?ng Alves ficou surpresa por um momento a mudan?a repentina de tratamento, o que realmente a pegou de surpresa. ¡°Eu sou apenas tempor¨¢ria¡­¡± Cap铆tulo 87 Cap¨ªtulo 87 ¡°Tudo pode mudar, as pessoas tamb¨¦m,¡± disse Kevin em voz baixa. Ang Alves n?o entendeu o que ele queria dizer. e Felipe n?o deveriam mudar. Durante toda a tarde, estava ansiosa, temendo que Felipe viesse cobrar explica??es. Por sorte, ele n?o a convocou, e Helena tamb¨¦m n?o estava por perto. Provavelmente, ele estava mergulhado na tristeza dementar seu antigo amor. A noite, ao voltar para o apartamento, assim que abriu a porta, viu o homem no sof¨¢. N?o pode ser! O que ele estava fazendo aqui? N?o deveria estar trancado em casa, abra?ando uma foto do seu antigo amor, sofrendo de saudades e afogado em tristeza? Felipe j¨¢ havia tirado o pesado terno preto e vestido roupas casuais, enquanto tomava caf¨¦ e navegava em um site de neg¨®cios. Seu rosto bonito n?o mostrava emo??o; era imposs¨ªvel discernir se estava triste ou sofrendo. ¡°Senhor Martins, o senhor saiu cedo do trabalho hoje, hein?¡± cumprimentou sem jeito e rapidamente tentou se esquivar para o quarto,o um rato que v¨º um gato. Mas, ao chegar ao centro do sagu?o, foi bloqueada por uma parede de carne imponente. ¡°Voc¨º est¨¢ se tornando cada vez mais atrevida,¡± disse ele uma express?o que de repente se tornou fria, como se uma onda de frio siberiano o tivesse atingido. Felipe estava segurando sua raiva a tarde inteira! O cora??o de ?ng Alves deu um salto. Seria essa a hora de acertar as contas? ¡°Eu n?o fiz nada.¡± encolheu¨Cse, tentando fugir para o quarto, mas foi pressionada contra a parede por ele, num movimento brusco. ¡°Voc¨º est¨¢ me traindo Elton ¨¤s escondidas?¡± Seu olhar era cial e seu tom era incisivoo o de um juiz interrogando um r¨¦u. sentiu um cfrio. Que absurdo! 1/2 12-12 Cap¨ªtulo 87 Parecia que era a infiel, mas n?o era ele quem estava traindo? ¡°Eu sou uma cidad? que respeita as leis,o poderia fazer algo contra a moral? Eu e Elton somos apenas bons amigos. Prefiro n?o ter que explicar. Que as pessoas pensem o que quiserem, por que ter que esrecer tudo? Al¨¦m disso, se s pensam que estou Elton, s n?o v?o me associar a voc¨º e o nosso segredo estar¨¢ seguro.¡± Essas pvras n?o foram suficientes para acalmar Felipe. A menos que cortasse r??es completamente Elton, o espinho em seu cora??o n?o desapareceria. Mas era escorregadiao um peixe e nunca o obedecia, sempre o contrariando e usando manobras evasivas. Essa sensa??o de falta de controle o deixava irritado, deprimido e louco de raiva. ¡°Lembre¨Cse do meu aviso, n?o se esque?a de nenhuma pvra.¡± Ah! Um homem que trai tanto fisicamente quanto emocionalmente, que direito ele tinha de control¨¢¨C la? N?velDrama.Org copyrighted ? content. Ser rico significa que pode fazer o que quiser? Pensando nisso, parou. Bem, parece que ter dinheiro realmente permite fazer o que se quer! Neste mundo, n?o existe igualdade. ¡°N?o se preocupe, Sr. Martins, eu tenho boa mem¨®ria, n?o vou esquecer.¡± deu um sorriso falso. Hoje era o dia de luto dele, certamente ele estava de mau humor e o temperamento dif¨ªcil. Melhor n?o o confrontar diretamente, evitar explos?es e simplesmente deixar suas pvras entrarem por um ouvido e sa¨ªrem pelo outro. O humor de Felipe n?o melhorou nem um pouco, mas erao um boneco de algod?o; atac¨¢ n?o s¨® n?o aliviava sua raiva,o piorava sua frustra??o interna. Ele foi at¨¦ a gdeira e pegou uma garrafa de ¨¢gua mineral congda para se acalmar. ?ng Alves foi para o quarto trocar de roupa e colocou um vestido solto. Depois, sentou¨Cse no sof¨¢ ee?ou a descascar umaranja paraer. Felipen?ou¨Clhe um olhar e sua voz soou novamente: ¡°Por que voc¨º almo?ou Tina hoje?¡± ¡° veio almo?ar voc¨º, mas voc¨º n?o estava, ent?o almo?ouigo,¡± respondeu de forma despreocupada./ Felipe se inclinou de repente, apoiando um bra?o no encosto do sof¨¢ e o outro no bra?o da poltrona, encurrndo¨Ca no canto, olhando¨Ca seriamente. ¡°Eu sei o que voc¨º est¨¢ tramando, mas Tina n?o ¨¦ f¨¢cil de lidar. Se voc¨º se aproximar muito ? 13.12 Cap¨ªtulo 87 d, quem vai ter azar ¨¦ voc¨º.¡± ?ng Alves murmurou para si mesma. sabia do que ele estava preocupado; ele temia que se unisse a Tina contra seu precioso antigo amor. ¡°¨¦ s¨® um almo?o, o Senhor Martins n?o precisa pensar demais.¡± Cap铆tulo 88 Cap¨ªtulo 88 Felipe encarava seus olhos g¨¦lidos e profundos sob a luz, afiadoso os de uma ¨¢guia. tentou usar a for?a do advers¨¢rio contra ele mesmo, mas escolheu a pessoa errada! ¡°N?o quero ver voc¨º se envolver a Tina novamente. Fazer seus projetos ¨¦ a coisa certa a fazer, e n?o tenha outras inten??es.¡± Ang Alves ficou sem pvras, a frustra??o que reprimia no peitoe?ou a borbulhar. ¡°Quem tem outras inten??es n?o sou eu, ¨¦ a Helena. que est¨¢ de olho no Gerente Nunes, at¨¦ j¨¢ deu para ele um cart?o de s¨®cio de um clube de luxo que custa milh?es. N?o ¨¦ ¨¤ toa que na reuni?o de ontem, Gerente Nunes a apoiava em tudo, j¨¢ foi subornada por Helena.¡± O olhar de Felipe endureceu de repente, tornando¨Cse sombrio, ¡°Como voc¨º sabe disso?¡± ¡°Eu tenho meus m¨¦todos.¡± Ang Alves deu de ombros, n?o revria a fonte de suas informa??es para n?o envolver os seus funcion¨¢rios. Os olhos de Felipe se escureceram ainda mais,o um po?o antigo e insond¨¢vel, impossivel de ler. ¡°Voc¨º tem provas?¡± ¡°Por enquanto n?o.¡± Se tivesse provas, Helena j¨¢ estaria frita. Felipe se levantou e tomou um gole do caf¨¦ que estava na mesa de centro, sua voz soou desinteressada,o se aquele assunto n?o tivesse importancia, ¡°Sem provas, s?o apenas boatos. Como gerente, voc¨º deveria saber diferenciar o que ¨¦ fato do que ¨¦ fofoca.¡± Ang Alves sentiuo se tivesse levado uma facada, e saltou do sof¨¢, furiosa, ¡°Voc¨º acha que estou inventando tudo isso?* ¡°Sem provas, cuidado o que diz!¡± Ele falou friamente, um tom de aviso. Property ? of N?velDrama.Org. Ang Alves cerrou os punhos, sentindo a raiva queimar dentro d. Mesmo provas, ele n?o acreditaria n. Pensaria que estava criando uma trama para incriminar sua queridinha Helena. A imparcialidade dele era uma piada, sua prefer¨ºncia j¨¢ tinha turvado seu julgamento. Qualquer coisa que Helena dissesse ou fizesse, ele confiavapletamente. Mesmo que estivesse errada, ele a protegeria. E ?ng, cada gesto seu era vistoo manip??o,o se estivesse sempre tramando 1/3 algo. Quem ¨¦ favorecido, tem tudo. Quem ¨¦ rejeitado, luta para sobreviver. Ent?o, por que ainda se esfor?ava? Ser¨¢ que queria ver qu?o terr¨ªvel seria seu fim? ¡°Pode acreditar ou n?o, se n?o tem mais nada, vou para o meu quarto.¡± encheu a boca asranjas que tinha em m?os e entrou no quarto, batendo a porta for?a. estava prestes a explodir de raiva. Felipe observou se afastar e abriu uma garrafa de ¨¢gua mineral, bebendo um gole gdo. Ele tinha seus motivos para trazer Helena, mas Ang n?o precisava saber, Bruna terminou de preparar aida, mas ele n?o ficou paraer, saindo diretamente. ?ng Alves estava sentada ¨¤ escrivaninha, as l¨¢grimas correndo livremente, Erao se um enorme bloco de gelo estivesse pressionando seu cora??o, pesado e sufocante, deixando¨Ca sem ar e dolorosamente fria. tinhae?ado grande entusiasmo, cheia de energia para lutar por sua carreira, Mas Felipe parecia n?o ser o mentor que esperava, mais um obst¨¢culo do que um apoio, determinado a desmoraliz¨¢ e destruir sua confian?a, levantou a cabe?a, tentando reprimir as l¨¢grimas, n?o iria chorar, as l¨¢grimas s?o um sinal de fraqueza, Nesse momento, o WhatsApp tocou. Era uma mensagem de Elton. ¡°Enzo Alves te contou que seu primeiro filmee?a a ser gravado amanh?? Quer que eu te leve para visitar o set?¡± Seus olhos, que estavam emba?ados de l¨¢grimas, brilharam ligeiramente: ¡°Sim.¡± No dia seguinte, pediu um dia de folga. Elton a levou de carro para Cidade Litoranea, onde estavam filmando. Era uma s¨¦rie de suspense e fantasia, os protagonistas sendo estrs do momento. Enzo Alves, seus 185 cm de altura, jovem, sr e charmoso, parecia um deus grego sa¨ªdo diretamente dos quadrinhos. Aodo do protagonista, ele brilhava ainda mais, eclipsando¨Co. Ele parec¨ªa um pouco chateado e pediu ao seu assistente que lhe trouxesse uma pranchal grossa para colocar sob os p¨¦s. Dessa maneira, quando estivessem na mesma cena, n?o 2/3 capitulo ?? ficaria mais baixo que Enzo Alves. Cap铆tulo 89 Cap¨ªtulo 89 Ao ver a irm? e Elton, Enzo Alves correu alegremente at¨¦ deles: ¡°Mana, Elton, voc¨ºs chegaram.¡± ?ng Alves estava vontade de fazer um cafun¨¦, mas, temendo estragar o penteado rec¨¦m¨Cfeito do irm?o, deu¨Clhe um tapinha no ombro: ¡°Decorou todas as fs?¡± Enzo Alves sorriu de canto a canto: ¡°Pode deixar, n?o esqueci de nada. A nossa fam¨ªlia Alves tem a tradi??o de ser bonita e ter boa mem¨®ria.¡± Elton riu ironia: ¡°Que coincid¨ºncia, a fam¨ªlia Martins tamb¨¦m ¨¦ assim.¡± Enzo Alves mostrou a l¨ªngua, brincalh?o, e um brilho astuto passou por seus olhos: ¡°Nesse caso, voc¨º e minha irm? s?o o par perfeito. Que tal ser meu cunhado?¡± ?ng Alvesn?ou um olhar repreensivo: ¡°Sem brincadeiras, v¨¢ se preparar, a filmagem vaie?ar logo.¡± Elton sorriu um charme sutil e significativo. Enquanto Enzo Alves estava prestes a sair, viu Amanda Lima se aproximando; era a protagonista da nov. ¡°Sr. Elton veio visitar o meu set?¡± ¡°¨¦ ro que estou aqui para apoiar voc¨º.¡± Elton sorriu e passou o bra?o sobre os ombros de Enzo Alves: ¡°Esse ¨¦ meu irm?ozinho, cuida bem dele.¡± Amanda sorriu sedutoramente: ¡°Fl¨¢via j¨¢ me falou sobre ele, pode deixar que eu cuido do seu irm?ozinho.¡± Depois, saiu Enzo Alves. This is the property of N?-velDrama.Org. Elton entregou um drink para ?ng Alves: ¡°Amanda tamb¨¦m foi orientada por Fl¨¢via, e vai cuidar bem do Enzo.¡± ?ng Alves olhou para o irm?o imenso carinho: ¡°V¨º¨Clo saud¨¢vel e re?ando a vida normal ¨¦ a minha maior alegria.¡± ¡°Essa r??o t?o boa entre irm?os ¨¦ algo que eu sempre invejei.¡± Os olhos castanhos de Elton brilhavam sob o sol, profundamente intensos. Na fam¨ªlia Martins, tudo o que ele fazia era tentar ganhar o cora??o do pai, para n?o dividir o amor paterno mais ningu¨¦m. Irm?os e irm?s eram apenas rivais, sem?os fraternais verdadeiros. E Felipe era o oposto, nunca tentava agradar o pai, sempre a face fechada,o se ele n?o existisse. Em sua mem¨®ria, parecia que Felipe nunca tinha chamado ele de ¡°pai¡°. ?ng Alvespreendeu o que ele sentia, sorriu suavemente: ¡°Eu s¨® tenho esse irm?o, e ele s¨® tem a mimo irm?, ¨¦ ro que nossa r??o ¨¦ boa. Diz o ditado, um monge 1/2 13:12 Capitulo 89 carrega ¨¢gua para beber, dois monges a carregam juntos, tr¨ºs monges ficam sem ¨¢gua. Se nossos pais tivessem outro filho, quebrando nosso equil¨ªbrio, provavelmente n?o ser¨ªamos t?o harmoniosos.¡± Elton riu: ¡°Parece que realmente temos filhos demais em casa, isso desequilibrou o ecossistema.¡± Do outrodo da Cidade Mar. Assim que Felipe chegou ¨¤ empresa, Kevin informou sobre a licen?a anual de ?ng Alves. Era a primeira vez que ?ng tirava f¨¦rias desde que entrou na empresa, antes disso, sempre trocava as f¨¦rias por b?nus. Um frio brilhou brevemente nos olhos de Felipe. Ele nunca demonstrava suas emo??es, mas quanto mais frios os seus olhos, maior a ira que sentia. Ser¨¢ que estava fazendo isso de prop¨®sito? Para provoc¨¢¨Clo? Ele ligou imediatamente para o apartamento: ¡°O que a Sra. Alves est¨¢ fazendo?¡± ¡°Sra. ?ng foi para Cidade Litorais. est¨¢ preocupada a estreia do irm?o e foi visitar o set de filmagens¡°, respondeu Bruna. Um brilho cortante passou pelos olhos de Felipe, e ele ordenou que Kevin investigasse para qual empresa Enzo Alves havia assinado. Logo Kevin trouxe a resposta: ¡°¨¦ a M¨ªdia Maribrilho, e a Fl¨¢via ¨¦ a agente dele.¡± Os dedos de Felipe apertaram o celr for?a. M¨ªdia Maribrilho! A principal acionista era tia Eloisa Martins e o segundo acionista era Elton. Provavelmente, era um esquema armado pelo Elton. : Ap¨®s o t¨¦rmino das filmagens, Elton levou ?ng Alves e seu irm?o para um hotel. ¡°Descansem um pouco, depois vamos jantar juntos.¡± Quando ele partiu, ?ng Alves se odou confortavelmente no sof¨¢ e, instintivamente, acariciou sua barriga levemente saliente. Enzo Alves, olhar atento, percebeu de imediato e soltou uma gargalhada: ¡°Mana, voc¨º engordou, at¨¦ est¨¢ uma barriguinha.¡± 2/2 Cap铆tulo 90 Cap¨ªtulo 90 ?ng Alves estremeceu de susto e rapidamente ajustou suas roupas, temendo que seu segredo fosse revdo. ¡°Quem vive sentado no escrit¨®rio acaba ganhando uma barriguinha, n?o ¨¦ normal?¡± Enzo Alves exibiu um sorriso zombeteiro. ¡°Voc¨º nem casou ainda, tem que cuidar da figura, n¨¦? E se o Elton n?o gostar?¡± ?ng deu um tapinha na cabe?a dele. ¡°Para essa brincadeira, eu e o Elton somos s¨® amigos, nada mais.¡± ¡°Ent?o voc¨ºs est?o num ¡®quase l¨¢, mas ainda n?o¡®, ¨¦ isso?¡± Enzo fez uma careta, convicto de que havia algo mais entre sua irm? e Elton, que ?ng definitivamente gostava dele, e vice¨Cversa. S¨® faltava eles romperem aqu barreira invis¨ªvel! Para ?ng, a r??o que tinha Elton era a mais apropriada e harmoniosa poss¨ªvel,o Elton dizia, um confidente ¨¦ mais valioso do que uma namorada. Namorada ¨¦o roupa, pode¨Cse trocar a qualquer momento, mas um verdadeiro confidente ¨¦ ¨²nico e insubstitu¨ªvel. ¡°Essa nov vai ser um sucesso, voc¨º vai ficar conhecido.¡± habilmente mudou de assunto. Enzo co?ou a cabe?a, parecendo um pouco desanimado. ¡°Hoje, nos bastidores, fvam ps costas que s¨® consegui o papel de co¨Cprotagonista porque investi na produ??o.¡± ?ng pegou uma garrafa de ¨¢gua mineral da mesa, deu um gole e olhou p jan para um canto qualquer dodo de fora. ¡°Dias atr¨¢s, algu¨¦m me disse que saber usar seus contatos tamb¨¦m ¨¦ um talento. Neste mundo, justi?a ¨¦ uma pvra vazia. Para ter sucesso, s¨® o talento n?o basta. Apoio, conex?es e r??es s?o fundamentais. Se voc¨º pode investir no projeto, ¨¦ parte do seu m¨¦rito. Use isso a seu favor e transforme em um trampolim para o sucesso!¡± Enzo sorriu, iluminado pelo novo ponto de vista. ¡°Maninha, voc¨º ¨¦ incr¨ªvel. Qualquer negatividade que chega at¨¦ voc¨º, transforma em algo positivo.¡± ?ng baixou a cabe?a e tomou outro gole de ¨¢gua, escondendo o brilho de tristeza em seus olhos. Na verdade, estava repleta de energia negativa, quase transbordando. ¡°Vou descansar um pouco no meu quarto, me chame quando for hora do jantar.¡± saiu, mas n?o foi para o quarto. Em vez disso, dirigiu¨Cse ao jardim do t¨¦rreo, em busca de ar fresco para rear a mente. 1/2 13:12 Capitulo 90 Um homem atraente se aproximou. ¡°¨¦ a Sra. Alves?¡± se surpreendeu um pouco. ¡°Quem ¨¦ o senhor¡­?¡± O homem entregou¨Clhe um cart?o de visitas, e viu que era o presidente da ENUE, Henrique Dias. ¡°Prazer, Sr. Dias.¡± Henrique sorriu levemente. ¡°H¨¢ tempos quero entrar em contato voc¨º. Que coincid¨¨ncia a encontrar aqui, parece destino. Ali adiante tem um caf¨¦ legal. Se n?o se importar, podemos sentar um pouco.¡± ¡°ro,¡± respondeu ?ng, concordando a cabe?a. N?velDrama.Org copyrighted ? content. Eles foram ao caf¨¦ e se sentaram perto da jan. Henrique tomou um gole de ch¨¢ preto e disse em voz baixa: ¡°Sobre o incidente a Kelly, pe?o desculpas. garantiu ao vice¨Cpresidente que era um design in¨¦dito e pr¨®prio, sem imaginar que na verdade tinha roubado uma de suas cria??es.¡± ¡°Kelly j¨¢ recebeu o que merecia. Imagino que a ENUE tenha sido a mais afetada por esse escandalo, n?o?¡± ?ng mudou o tom de sua voz, ¡°Mas a equipe de r??es p¨²blicas da ENUE ¨¦ realmente eficiente, minimizaram as perdas e o impacto negativo ao m¨¢ximo.¡± Henrique deu um sorriso sem gra?a. ¡°O seu design ¡®Secreta¡® revolucionou o mundo das joias, uma inova??o sem precedentes. Voc¨º n?o apenas deu alma ¨¤s suas cria??es, mas tamb¨¦m entende o mercado, sabendo capturar a curiosidade dos consumidores. Seu trabalho n?o ¨¦ s¨® arte, ¨¦ l¨ªder de vendas. Entretanto, parece que voc¨º n?o foi devidamente valorizada na GM.¡± A frase seguinte foio uma flecha certeira, atingindo ?ng Alves em cheio. tensionou levemente os l¨¢bios e, baixando a cabe?a, mexeu no caf¨¦ dentro da x¨ªcara. ¡°O Sr. Henrique pode fr abertamente¡°, disse . Cap铆tulo 91 Cap¨ªtulo 91 ¡°Tem algo que talvez voc¨º n?o salba, n¨¦? Na verdade, a Helena j¨¢ tinha sido escolhida pelo Sr. Felipe h¨¢ muito tempo, desde o primeiro dia em que ele assumiu o controle da GM, ele j¨¢ pensava em substituir a Kelly.¡± Ele fez uma pausa e baixou a voz: ¡°Quando muda o rei, mudam¨Cse os ministros. A familia Martins come?ou Joalheria, e a GM ¨¦ um neg¨®cio de fam¨ªlia. Depois que o av? Domingos adoeceu, todos os outros grupos sob o dominio dos Martins foram gradualmente contrdos. pelo Sr. Felipe, e mesmo antes do velho senhor falecer, seus leais s¨²ditos foram todos substituidos; mesmo que senhor quisesse mudar o herdeiro, j¨¢ n?o tinha mais for?as para tal. Agora que o senhor faleceu, chegou a hora de uma grande mudan?a na GM.¡± Ang Alves respirou fundo, n?o admira que ele protegesse tanto a Helena, sempre a defendendo. ¡°Ent?o, o que voc¨º est¨¢ dizendo ¨¦ que eu n?o tenho chance alguma depetir a Helena?¡± Henrique deu de ombros. ¡°Apesar de voc¨º ser talentosa e capaz, voc¨º n?o ¨¦ a pessoa em quem ele mais confia.¡± Essas pvras atingiram ?ng Alveso uma b, direto em seu ponto fraco. De repente, percebeu que tamb¨¦m era apenas um pe?o para ele.. O motivo de ele t¨º mandado para a exposi??o de joias em Paris, al¨¦m de querer mant¨º por perto, era for?ar a Kelly a agir desesperadamente, facilitando sua elimina??o. Que pessoa terr¨ªvel, um jogo Interno mais profundo que o fundo do Oceano Pacifico. extremamente astuto e maquiav¨¦lico! Em seu sil¨ºncio, a voz de Henrique soou novamente: ¡°Eu sinceramente convido voc¨º para se juntar ¨¤ ENUE, condi??es ¨¤ sua escolha. A ENUE proporcionar¨¢ o melhor ambiente paral o seu desenvolvimento, e nossa equipe de marketing trabalhar¨¢ em conjunto voc¨º.¡± ?ng Alves tomou um gole de seu ch¨¢, apertou os l¨¢bios e disse, Agrade?o o apre?o do Sr. Henrique, mas eu sempre levo as coisas at¨¦ o fim. De qualquer forma, voupletar o design deste novo produto, mesmo que seja apenas um ponto final, tem que ser perfeito.¡± Henrique entendeu o que quis dizer, e um sorriso apareceu em seu rosto. ¡°Tamb¨¦m estou ansioso para ver suas novas cria??es, as portas da ENUE estar?o sempre abertas para voc¨º.¡± Dodo de fora do caf¨¦, um Rolls Royce preto estacionou ¨¤ sombra das ¨¢rvores. O homem dentro do carro franzia a testa, um brilho frio e severo emanava de seus olhos, frios e profundos. No banco do motorista, Kevin olhou para ele e disse, ¡°Sr. Felipe, parece que o Henrique quer convidar a Sra. Alves para a ENUE.¡± 1/3 Capitulo 91 Ele soltou um resmungo: ¡°Uma tentativa fadada ao fracasso!¡± ¡°As pessoas do setor n?o s?o otimistas sobre a batalha entre a Sra. Alves e a Helena, temo que a pr¨®pria Sra. Alves tamb¨¦m n?o seja,¡± Kevin lembrou baixinho. Os olhos escuros de Felipe escureceram ainda mais,o se fossem invadidos ps trevas, e at¨¦ a luz do sol congva em cristais de gelo ao tocar seu olhar. Quando ?ng Alves e Henrique sa¨ªram do caf¨¦, encontraram Elton e Enzo Alves, que tinham vindo procur¨¢. Henrique cumprimentou Elton e partiu. Elton olhou para suas costas e brincou um sorriso, ¡°O Sr. Henrique n?o veio para recrutar, n?o ¨¦?¡± ?ng Alves sorriu ironicamente. ¡°Eu n?o sou propriedade da GM. Mudar de empresa ¨¦ algo totalmente normal.¡± ¡°As ¨¢guas correm para o rio, e as pessoas buscam subir na vida. Se o Felipe n?o ¨¦ o patrono certo para mim, naturalmente procurarei outro mais s¨¢bio.¡± Elton suspirou levemente: ¡°Sua saida ser¨¢ uma grande perda para a GM.¡± O rosto de ?ng Alves lentamente assumiu um sorriso frio e ir?nico, ¡°Seu irm?o n?o pensa assim: ele admira a Helena, n?o a mim.¡± ¡°Se for assim, eu apoio que voc¨º mude. Que ele se arrependa amargamente,¡± Elton disse brincando. Ang Alves soltou uma risada, estava realmente ansiosa para ver tal cen¨¢rio se desdobrar, seria incrivelmente satisfat¨®rio. No carro n?o muito distante. Uma dor sutil percorreu os olhos de Felipe! ria cada vez mais alegre na frente do Elton, o que s¨® aumentava a irrita??o dele, fazendo que sentisseo se seu interior estivesse fervendo. Era isso uma visita ao set de filmagem? Parecia mais uma trai??o! N?o s¨® estava se encontrando ¨¤s escondidas o Elton, mas tamb¨¦m nejava uma transfer¨ºncia! Seus dedos se fecharam subitamente, e a garrafa de ¨¢gua mineral que segurava se contorceu em uma forma grotesca. This is the property of N?-velDrama.Org. ?ng Alves foi ao restaurante Elton e Enzo Alves. 12:45 Capitulo 91 Elton serviu um copo de suco deranja natural para ?ng Alves e disse: ¡°Vou the contar um segredo, atualmente no mundo das joias, muita gente est¨¢ de olho na sua rivalidade a Helena.¡± Cap铆tulo 92 Cap¨ªtulo 92 Ang Alves se sobressaltou levemente: ¡°Por que? Mesmo que lutemos at¨¦ a morte, isso n?o prejudicar¨¢ a GM.¡± Elton bn?ou seu dedo indicador esguio, ¡°N?o ¨¦ a GM que eles querem, mas sim voc¨º. Est?o todos esperando o momento certo para lhe tirar de l¨¢.¡± ¡°Caraca, ent?o isso n?o significa que minha irm? ¨¦ popr??¡± riu Enzo Alves. Property ? of N?velDrama.Org. Mas Ang Alves n?o achava que era algo bom. Balxou os olhos e sorriu desdem: ¡°Isso s¨® mostra que eles n?o apostam em mim, acham que vou perder. Quando isso acontecer, naturalmente n?o poderei ficar, terei de me transferir.¡± Enzo Alves olhou para , ¡°Seu advers¨¢rio ¨¦ assim t?o formid¨¢vel?¡± ¡°A irm? d ¨¦ a queridinha do chefe, e , bom, ¨¦ a queridinha menor, acumndo todos os mimos. N?o importa o que fa?a, o chefe a favorece. At¨¦ se eter um crime, ele limpar¨¢ tudo por . Voc¨º me diz,o posso ganhar de algu¨¦m tantos privil¨¦gios?¡± Quanto mais ?ng fva, mais irritada ficava, seus ressentimentos crescendoo as ¨¢guas de um rio, ininterruptos e devastadores. Enzo Alves mostrou uma express?o de simpatia e passou o bra?o pelos ombros d. ¡°Ent?o e melhor voc¨º se transferir logo. Da ¨²ltima vez que vi seu chefe no Clube Musa, j¨¢ achei ele pouco confi¨¢vel, com uma vida pessoal uma bagun?a. Apesar de ele ser irm?o do Elton.parado a ele, fica muito a desejar.¡± Apesar de ele ser irm?o do Elton,parado a ele, fical muito a desejar.¡± ?ng tomou um gole de suco e, sem querer, baixou os olhos para a leve protuberancia da sua barriga. N?o sabia se tanta energia negativa poderia afetar o beb¨º que carregava. Mas o pai deles, de fato, a estava tratando mal, muito mal! Elton serviu¨Clhe um peda?o de abacate, ¡°Se realmente for se transferir, n?o tenha pressa. Escolha o lugar mais adequado.¡± ¡°Entendi.¡± ?ng acenou a cabe?a. Que seu novo projeto seja o ponto final perfeito para sua jornada na GM. Logo mais, tamb¨¦m daria ¨¤ luz. Deixaria a GM e cortaria r??es ele, nunca mals se cruzando nesta vida. Ap¨®s a refei??o, Ang voltou para seu quarto. Sentia¨Cse cansada e atirou¨Cse na cama, sem vontade de se mover. Uma grande sombra cobriu¨Ca, escurecendo a luz acima de sua cabe?a. 1/2 Capitulo 92 Instintivamente, abriu os olhos. Uma figura alta se projetou em sua vis?o, O rosto bonito do homem era mais frio que um iceberg, e seus olhos profundos e sombrios fitavam¨Cna com um frio prante. Um arrepio de terror percorreu seu corpo, e quase gritou. ¡°Voc¨º¡­ Como velo parar aqui?¡± Felipe avan?ou, prendendo¨Ca sob seu corpo. ¡°Voc¨º pensa que pode fazer suas manobras secretas sem que eu perceba?¡± Ang estava j¨¢ irritada, e o humor em baixa, a coragem aumentou. Deu¨Clhe um chute na panturrilha. ¡°Eu ando na linha, sento a postura correta, nunca fiz nada ¨¤s escondidas. Minha visita Elton ao set foipletamente aberta. Enzo conseguiu o contrato a M¨ªdia Maribrilho e esse papel gra?as ¨¤ ajuda do Elton.¡± o encarava sem piscar, seus olhos cheios de desafio, ¡°Sempre que enfrento dificuldades, ¨¦ Elton que me ajuda. Uma das maiores sortes da minha vida ¨¦ ter algu¨¦m t?o bomo eleo amigo. Jamais me afastaria da pessoa mais importante para mim por causa de algu¨¦m. que n?o tem importancia.¡± Cada pvra d erao um espinho, cravando¨Cse profundamente no cora??o de Felipe. Elton era a pessoa mais importante para , e ele era apenas algu¨¦m sem importancia? Sempara??o, n?o h¨¢ ferida! Ele sentiu uma dor aguda no cora??o,o se tivesse um infarto. Com os dentes cerrados, aguentou a dor e disse a voz rouca: ¡°Quer voc¨º aceite ou n?o, eu sou seu dono leg¨ªtimo!¡± ¡°Por enquanto, at¨¦ o beb¨º nascer. Depois, eu irei embora.¡± fva determina??o, sem um pingo de hesita??o. Possuir ¨¦ m¨²tuo, nunca o possuiu, e ele tamb¨¦m n?o! Cap铆tulo 93 Capitulo 93 Ele segurou o rostinho d, que ca na palma de sua m?o,o se a aprisionasse entre seus dedos, ¡°Voc¨º pode ir ou n?o, isso depende de mimi¡± sentiu um arrepio no cora??o. ¡°O que voc¨º quer dizer? N¨®s assinamos um acordo. Umal vez divorciados, n?o temos mals nada a ver um o outro. Voc¨º n?o tem mais controle sobre mim.¡± Ele a encarou um olhar sombrio, os olhos arregdos,o se quisesse devor¨¢ inteira. ¡°Divorciar ou n?o, isso tamb¨¦m depende de mimi¡± Sua voz era feroz, autorit¨¢ria e tiranica,o um despota emitindo suas ordens. empalideceu,o se tivesse perdido toda a cor de seu sangue. Suas pvras a aterrorizaram. engoliu em seco dificuldade, tentando recuperar a calma, ¡°Isso, temo, n?o depende de voc¨º. A Tina ¨¦ a esposa escolhida pelo seu pal. Se voc¨º casar outra,o val explicar isso para a sua tia e para a familia Martins?¡± Felipe esbo?ou um sorriso frio e sinistro. ¡°Quem eu deveria temer? Se voc¨º me irritar, nada vai acontecero voc¨º espera!¡± Sua voz era g¨¦lida,o se estctites se chocassem, enviando cfrios ps costas d. apertou os punhos, Juntando coragern. N?o podia enfrent¨¢¨Clo diretamente, tinha que ser suave para vencer a for?a! Depois de um sil¨ºncio, soltou os dedos e for?ou um sorriso ir¨®nico. ¡°Sr. Martins, eu sout apenas uma figurinha semn importancia, n?o mere?o sua aten??o. Me trateo um peldo e me deixe ir, por favor.¡± Felipe ficou surpreso por um momento, seus olhos escuros brilharam ligeitamente. estava tentando ser esperta ele? ¡°E se eu n?o quiser deixar?¡± Ha um duplo sentido em suas pvras! respondeu um sorriso sem gra?a, dando tapinhas em seu ombro numa tentativa de agradar. ¡°Segurar um peido ¨¦ desconfort¨¢vel e prejudicial ¨¤ sa¨²de, ¨¦ melhor deixar sair. Voc¨º se sentir¨¢ mais leve e revigorado.¡± Felipe sentiao se todo o seu fogo interior estivesse preso, querendo puni severamente para aliviar sua raival Capitulo 93 ¡°De todo o seu corpo, ¨¦ a sua boca que eu mais detesto.¡± estremeceu um arrepio, cobrindo a boca as m?os, medo que ele a dominasse ¨¤ for?a novamente. ¡°Eu n?o vou fr mais, t¨¢ bom?¡± Felipe ficou sem pvras,o se socasse um amontoado de algod?o, aumentando sua raiva interna. Cedo ou tarde, essa mulher o faria morrer de frustra??o. Ele se levantou e foi at¨¦ a gdeira pegar uma garrafa de ¨¢gua mineral, para acalmar a raiva. ¡°Voc¨º est¨¢ se preparando para desistir e fugir?¡± ¡°O que voc¨º quer dizer?¡± ?ng Alves fingiu ignorancia. Mas ele viu atrav¨¦s d de rnce. ¡°Pare de fingir, seus pequenos truques n?o me enganam!¡± ?ng Alves se sentou e pegou uma tangerina do criado¨Cmudo,e?ando a descasc¨¢ meticulosamente. ¡°Eu estou saindo do seu caminho para n?oplicar as coisas para voc¨º. N?o ¨¦ bom?¡± Felipe arrancou a tangerina de suas m?os e a descascou rapidamente, entregando¨Clhe limpa. ¡°Voc¨º n?o fica mais forte quando conhece algu¨¦m forte?¡± baixou a cabe?a, olhando para a tangerina em suas m?os, e um sorriso mnc¨®lico surgiu em seu rosto. ¡°Eu tamb¨¦m sei quando recuar. As aves escolhem a ¨¢rvore para pousar, e os s¨²ditos escolhem o l¨ªder a quem servir. Se voc¨º n?o me quer, ¨¦ justo eu escolher outro patr?o, n?o This is the property of N?-velDrama.Org. ¨¦?¡± Sua voz mudou de tom. ¡°Mas fique tranquilo, eu vou terminar o queecei, do inicio ao fim.¡± Felipe franziu a testa, ele n?o gostava da pvra ¡°fim¡°. ¡°Eu nunca duvidei da sua capacidade de trabalho.¡± Ang Alves levantou a cabe?a, olhando para ele seus olhos grandes, a teimosia inata brilhando em seu olhar. ¡°Eu n?o posso ficar abaixo da Helena. Se fosse voc¨º, aceitaria?¡± Felipe estendeu a m?o e a colocou sobre sua cabe?a, seu rosto bonito ganhando uma express?o ainda mais impr¨¢vel sob a luz. ¡°Voc¨º j¨¢ est¨¢ admitindo a derrota antes mesmo dee?ar?¡± Quando ele disse isso, ?ng Alves s¨® pode achar ridiculo. N?o ¨¦ por causa do favoritismo dele, por causa de sua indulg¨ºncia, que se sente 2/3 12:45 Capitulo 93 desesperada? Cap铆tulo 94 Cap¨ªtulo 94 se aproximou da jan, contemndo a escurid?o da noite l¨¢ fora, sua voz soavao se viesse do c¨¦u noturno¨Csombria, vasta e distante. ¡°N?o se preocupe, na minha ¨²ltima cria??o na GM, eu darei o meu melhor. Posso perder, mas o meu design n?o perder¨¢.* enfatizou a pvra ¡°¨²ltima¡°, uma inten??o que parecia transparecer algo mais. Por um momento, Felipe achou que estava sendo calculista, tentando amea?¨¢¨Clo a possibilidade de ir trabalhar em outro lugar. Mas no segundo seguinte, ele realmente acreditou que iria embora. Afinal era movida pelo dinheiro, e se a oferta fosse boa o suficiente, n?o havia raz?o para recusar. ¡°Voc¨º est¨¢ certa que quer se opor a mim?¡± soltou uma risada fr¨ªa: ¡°Sr. Martins, eu sou apenas uma funcion¨¢ria, Primeiro ¨¦ o dinheiro, depois o futuro. Onde as condi??es forem melhores, ¨¦ para l¨¢ que eu irei. E quanto ao fato de o chefe estar feliz ou n?o, o que isso tem a verigo. N?o estou aqu¨ª p paix?o!¡± Uma f¨²ria brotou no olhar de Felipe, ¡°Se voc¨º ¨¦ s¨® mais uma funcion¨¢ria, pode ir embora agora mesmo!¡± ¡°Eu sou apenas uma funcion¨¢ria mesmo, e o que aconteceu entre n¨®s ¨¦ irrelevante.¡± n?o tinha recebido nenhum tratamento especial por causa daqu r??o, pelo contr¨¢rio, se sentia cada vez mais limitada. Para , aqu r??o n?o trazia nada al¨¦m de desvantagens! preferiria que nunca tivesse existido! O rosto de Felipe estava carregado de nuvens escuras, e seus olhos brithavam um fogo amea?ador,o relampagos selvagens e intimidadores. sabia que bastava abrir a boca para deix¨¢¨Clo furioso. Ele se inclinou abruptamente, seus l¨¢bios colidiram os d, silenciando¨Ca. ¡°Mmm¡± se sentiu envergonhada, furiosa e irritada, mordendo o l¨¢bio dele em resposta. Ele gruntiu, mas em vez de recuar, intensificou o beijo, tomando¨Ca uma paix?o selvagem, O sabor met¨¢lico do sangue se espalhou entre eles, misturando¨Cse no calor do momento. e?ou a faltar ar, sua mente se turvou, sem pensamentos, sem coragem, sem for?as. Seus dentes se afrouxaram e seu corpo amoleceu em seus bra?os, indefesa enquanto ele a Capitulo 94 dominava. Sua m?o grande cobriu seu cora??o, brincando sem restri??es. O desejo de posse o estava levando ¨¤ loucura. Ele era o legitimo dono d, tudo n deveria pertencer a ele! Mas justo quando ele estava prestes a ir mais longe, algo se mexeu no ventre d. Ambos sentiram imediatamente, e num instante, se tornaram l¨²cidos. Felipe, quase por instinto, a soltou rapidamente. ¡°Eu¡­ pressionei sua barriga?¡± Ele sempre foi cuidadoso, at¨¦ quando estava sobre , se apoiava nos cotovelos para n?o pressionar sua barriga. ?ng Alves suspirou, tentando acalmar sua respira??o acelerada, e acariciou sua barriga. ¡°Ser¨¢ que¡­ foi um chute do beb¨º?¡± estava gr¨¢vida de quatro meses, e os livros diziam que o primeiro movimento not¨¢vel do beb¨º era por volta desse tempo. Os olhos de Felipe brilharam, e ele rapidamente colocou seu ouvido sobre sua barriga. Houve uma leve trem??o,o se um pequeno p¨¦ tivesse dado um chute suave. Ele ficou maravilhado, ¡°Mexe de novo, voc¨º sentiu?¡± ¡°Sim, parece que foi mesmo o beb¨º se mexendo.¡± olhou para baixo, para ele, que naquele momento parecia outra pessoa, sem arrogancia ou mau humor, apenas a alegria de ser pai p primeira vez. Ele certamente seria um bom pai. Pena que, para , ele n?o seria um bom marido, j¨¢ que n?o era a mulher que ele amava. Quando ele se endireitou, sua express?o voltou a ser fria e s¨¦ria. Levantou a m?o e segurou o queixo d firmemente. ¡°N?o deixe que suas emo??es negativas afetem a crian?a. Se voc¨º seportar, tudo que voc¨º quiser, ser¨¢ seu. Caso contr¨¢rio, ser¨¢ uma pris?o perp¨¦tua!¡± As ¨²ltimas pvras tinham um peso amea?ador, fazendo Ang Alves estremecer. Pris?o perp¨¦tua? Seria isso ser for?ada a ir para o exterior e ficar trancada para sempre? ¡°Eu sou livre, mesmo que voc¨º seja meu marido legalmente, voc¨º n?o tem o direito de interferir na minha liberdade.¡± Capitulo 94 Felipe apertou os dedos ligeiramente, cheio de aviso, ¡°Sua liberdade depende do meu humor!¡± N?velDrama.Org copyrighted ? content. Dito isso, ele a pegou no colo e caminhou em dire??o ¨¤ cama. Cap铆tulo 95 Cap¨ªtulo 95 levou um susto daqueles, ¡°O que voc¨º t¨¢ fazendo?¡± N?o vai querer continuar, n¨¦? Felipe, todo cuidado, a odou na cama e puxou o cobertor, ¡°V¨¢ dormir agora e nunca mais saia da Cidade Mar.¡± podia fazer o que quisesse, mas n?o podia cansar o filho dele. Ang Alves estava uma confus?o, ¡°Voc¨º j¨¢ pode ir, n¨¦? Com voc¨º aqui, eu conseguir dormir.¡± n?o vou Felipen?ou¨Clhe um olhar fulminante, virou¨Cse e caminhou at¨¦ a porta. Quando estava prestes a abrir, o chamou, ¡°Espera a¨ª, d¨¢ uma olhada se n?o tem ningu¨¦m por perto. N?o quero ser vista.¡± Caso contr¨¢rio, n?o sabiao explicar isso para os outros. Felipe, sem pvras, n?o era nenhumdr?o! Ele abriu a porta, olhou ao redor e, vendo que o corredor estava vazio, saiu rapidamente. Pensou que tinha ido sem fazer barulho, mas, na esquina, um par de olhos agu?ados captou a cena. Enzo Alves estava chocado, reconheceu de imediato que era o chefe da sua irm?. O que ele estava fazendo ali? No meio da noite, saindo do quarto da irm?? N?o seria para intimidar sua irm?, certo? Com esse pensamento, ele correu para bater na porta do quarto de ?ng Alves. ¡®Mana, voc¨º j¨¢ dormiu?¡± ¨¦ ro que Ang Alves n?o conseguia dormir, seu cora??o palpitava ao pensar em Felipe. Ao ouvir a voz do irm?o, rapidamente vestiu um robe solto, cobrindo a barriga de gr¨¢vida. ¡°O que foi, t¨¢ ins?nia?¡± O olhar de Enzo Alves circulou por e parou nos l¨¢bios d, inchados e vermelhos. Ainda havia um tra?o de sangue no canto da boca. ¡°Mana, o que aconteceu a sua boca?¡± ?ng Alves estava morrendo de vergonha, pegou uma garrafa de ¨¢gua mineral da mesa de centro, bebeu um gole e tentou manter a calma, ¡°Bati sem querer.¡± Enzo Alves viu uma sombra de d¨²vida passar por seus olhos e lhe ofereceu um len?o, ¡°T¨¢ doendo? T¨¢ sangrando.¡± ¡°N?o ¨¦ nada, um pouco de b¨¢lsamo resolve.¡± Ang Alves apressou¨Cse at¨¦ o espelho e limpou o sangue. N?o era o sangue d, mas de Felipe. O olhar de Enzo Alves calu sobre o colo d, onde um vermelho aparecia parcialmente escondido. Aquilo era¡­ Seu cora??o deu um pulo. Ser¨¢ que aquele homem tinha intimidado sua irm?? ¡°Mana, algu¨¦m veio ao seu quarto?¡± Ele perguntou casualmente,o se fosse uma quest?o de rotina, mas fez Ang Alves ficar nervosa. ¡°ro n?o, por que voc¨º t¨¢ perguntando isso?¡± A d¨²vida em Enzo Alves se aprofundou, panhada por uma pitada de preocupa??o. Temia que a irm? estivesse sendo maltratada, guardando tudo para si, sem coragem para fr. ¡°¨¦ que¡­ vi duas garrafas de ¨¢gua na mesa e pensei que algu¨¦m tinha vindo.¡± ¡°Eu que abri, j¨¢ t¨¢ tarde, vai dormir. N?o esquece de usar a m¨¢scara facial que euprei pra voc¨º, assim amanh? voc¨º vai estar a pele ¨®tima pra gravar.¡± ?ng Alves o empurrou para fora r¨¢pido, antes que ele percebesse algo. Quanto mais fazia isso, mais Enzo Alves suspeitava. Ele tinha que esrecer isso. Ningu¨¦m podia intimidar sua irm?! Na manh? seguinte, ao entrar no refeit¨®rio, Ang Alves viu imediatamente o homem elegante sentado perto da jan. Pensou que ele teria ido para Cidade Mar durante a noite, mas ele ainda estava ali. cobriu a boca, fingindo surpresa, ¡°U¨¦, aquele all n?o ¨¦ meu chele? O que ele t¨¢ fazendo aqui?¡± ¡°Que coincid¨ºncia, hein.¡± Elton mostrou um sorrisinho significativo. Ang Alves se aproximou, sorrindo, ¡°Sr. Martins, que surpresa encontrar o senhor aqui em Cidade Litorals, veio de f¨¦rias?¡± 2/3 12:46 Capitulo 95 Felipe deu¨Clhe um olhar passageiro, sua express?o friao uma brisa, ¡°Voc¨º n?o vai trabalhar hoje?¡± ¡°Tirei f¨¦rias, ¨¦ a primeira grava??o do meu irm?o, vim fazer uma visita.¡± Ang Alves disse, sua express?opletamente natural, sem qualquer sinal de desconforto. Enzo Alves, observando aodo, estava pasmo. This is the property of N?-velDrama.Org. Esses dois estavam atuando? Era uma atua??o digna de um excelente exemplo. Ele at¨¦e?ou a duvidar se n?o tinha tido uma alucina??o na noite anterior, vendo coisas erradas! Naquele momento, o olhar de Felipe se voltou para Elton. ¡°Elton tamb¨¦m veio fazer uma visita nos bastidores?¡± Elton deu de ombros. ¡°O irm?o da ?ng Alves ¨¦ o meu irm?o.¡± Um brilho g¨¦lido passou pelos olhos de Felipe, mas seu rosto permaneceu inexpressivo, sem o menor sinal de emo??o. Cap铆tulo 96 Cap¨ªtulo 96 ?ng Alves sentiu um arrepio e apressou¨Cse a dizer: ¡°Vamos tomar caf¨¦ da manh?, ent?o n?o vamos iodar o Sr. Martins.¡± Enzo Alves girou os olhos, puxou uma cadeira e sentou¨Cse. ¡°Mana, ele ¨¦ teu chefe e tamb¨¦m irm?o do Elton, por que n?oemos todos juntos?¡± Ele queria ver o que havia de estranho por tr¨¢s disso! Ang Alves suava frio. Esse garoto realmente tinha um jeito de se enturmar, sem cerim?nia ningu¨¦m. ¡°Enzo, nosso grande chefe prefereer sozinho, em paz.¡± puxou a manga de Enzo Alves, mas ele n?o se mexeu, at¨¦ abriu o card¨¢pio, pronto para fazer o pedido. Felipen?ou¨Clhe um olhar profundo. ¡°N?o tem problema, vamoser juntos.¡± ?ng Alves queria se enterrar, sentou¨Cse en?ou um olhar furtivo ao irm?o. Esse moleque s¨® sabia causar confus?o! Elton sentou¨Cse aodo de Felipe e pediu um caf¨¦ da manh? ¨¤ francesa. ¡°Desde que nosso pai morreu, nunca maisemos juntos.¡± Felipe tomou um gole de caf¨¦, em sil¨ºncio. N?o havia lembran?as agrad¨¢veis deer ele. Ang Alves percebeu que o clima estava um tanto estranho e apressou¨Cse em sorrir, tentando suavizar a atmosfera. ¡°Na verdade, ¨¦ muito normal irm?os brigarem quando crian?as. Eu e Enzo Alves tamb¨¦m brig¨¢vamos muito. Uma vez, ele estragou meu desenho e me disse que tinha sido o cachorro. Fiquei t?o brava que dei nele uma surra, fez ele chorar alto.¡± Enzo Alves engasgou¨Cse. Isso realmente tinha acontecido? Ele n?o se lembrava. Ele sorriu, sem querer desmentir. ¡°N?o se engane a apar¨ºncia delicada da minha irm?,o se fosse uma fada. Na verdade, desde pequena ¨¦ muito valente, e quando briga, n?o tem piedade.¡± Elton olhou para ¨¢ng Alves, um brilho terno nos olhos. ¡°Sua irm? ¨¦ mesmo corajosa. Aquele mendigo que tinha tentado abusar d na esta??o de metro acabou em estado vegetativo depois de um confronto . era diferente das outras mulheres, que rapidamente o entediavam. sempre tinha algo que o atr profundamente. A frieza nos olhos de Felipe crescia silenciosamente, a aten??o de Elton sobre fazia 1/2 12 que ele sentisse um impeto violento. ?ng Alves fez uma careta. ¡°As meninas precisam aprender a se proteger e n?o deixar ningu¨¦m tirar vantagem.¡± Enquanto fva, n?ou um olhar furtivo para Felipe. Ele olhou para naquele mesmo instante, e por um breve momento, seus olhares se encontraram no ar, gerando faiscas. Felipe endureceu o olhar, uma frieza palp¨¢vel. se sentiu congda, encolheu o pesco?o e rapidamente desviou o olhar, baixando a cabe?a para tomar um gole de leite quente. Felipe tocou inconscientemente a ferida no canto da boca, uma lembran?a da mordida da ¡°pequena cad¡± do dia anterior. era afiada e eloquente! Enzo Alves percebeu algo e de repente lembrou¨Cse da boca inchada e ensanguentada de sua irm¨¡ na noite anterior. Ser¨¢ que¡­ Um brilho astuto passou por seus olhos. Parecia que a cena de ontem n?o tinha sido uma ilus?o! ea Ele tomou um gole de iogurte e sorriu maliciosamente: ¡°Outro dia, no Clube Musa, vi o Sr. Martins duas namoradas trocando ci¨²mes. Como ¨¦ que hoje n?o as trouxe e est¨¢ de f¨¦rias sozinho?* ?ng Alves engasgou¨Cse e cobriu a boca, tossindo baixinho v¨¢rias vezes. ¡°Enzo, n?o fale asneiras.¡± virou¨Cse rapidamente e sorriu desculpando¨Cse para Felipe. ¡°Sr. Martins, meu irm?o ainda ¨¦ jovem e n?o sabe o que diz, n?o leve a mal.¡±Please check at N/?vel(D)rama.Org. Felipe percebeu a hostilidade na voz de Enzo Alves, pousou o garfo e a faca e olhou¨Co severamente. ¡°Com qual olho voc¨º viu que s eram minhas namoradas?¡± Enzo Alves fez uma careta. ¡°Vi os dois olhos. s chegaram at¨¦ a brigar, se n?o fossem suas namoradas, por que agiriam assim?¡± ¡°s n?o me interessam!¡± respondeu Felipe secamente, um tom s¨¦rio e frio. ¡°Espero que voc¨º n?o esteja interessado na minha irma, porque ¨¦ sua futura cunhada.¡± Enzo Alves torceu a boca, prestes a dizer algo mais, mas ?ng Alves o silenciou um peda?o de torresmo. ¡°Come logo, temos que ir para o set de filmagem daqui a pouco.¡± Esse moleque, por que est¨¢ t?o estranho hoje? Parece que n?o est¨¢ agindoo sempre. Cap铆tulo 97 Cap¨ªtulo 97 Elton tamb¨¦m percebeu a estranheza de Enzo Alves, um tom inexprimivel de profundidade passou furtivamente por seu rosto. ¡°A garota que voc¨º viu da ¨²ltima vez, uma ¨¦ a noiva do Felipe, a outra ¨¦¡­ N?velDrama.Org copyrighted ? content. Ele fez uma pausa proposital carregada de significado. Um brilho g¨¦lido disparou dos olhos de Felipe, ¡°Se voc¨º n?o fr, ningu¨¦m vai pensar que ¨¦ mudo.¡± Elton revelou um sorriso enigm¨¢tico, ¡°S¨® n?o quero que voc¨º seja malpreendido.¡± Enzo Alves fez um gesto a boca, entendendo que a outra era a tal ¡®amor da lua¡® que sua irm¨¡ mencionava. ¡°Ent?o, o Sr. Martins ¨¦ o yboy?¡± Ang Alves engasgou¨Cse fortemente, quase espirrando o leite que tinha acabado de beber. O grande chefe tinha uma queda p ¡®amor da lua¡®, bem diferente daqueles que espalham suas redes por a¨ª. ¡°Enzo, voc¨º acabou de entrar no mundo do entretenimento,o j¨¢ virou fofoqueiro? Fecha a boca e come, sem mais conversa.¡± A express?o de Felipe escureceu gradativamente, o frio condensando em gelo. ¡°Voc¨º acha que eu tenho tempo para desperdi?ar mulheres?¡± *ro que n?o!¡± ?ng Alves bn?ava a cabe?a e gesticva, temendo sua ira, ¡°Sr. Martins definitivamente n?o ¨¦ um conquistador, eu posso atestar. O Sr. Martins tem mil coisas para cuidar, nem tempo para f¨¦rias ele tem, daqui a pouco tem que voltar para a Cidade Mar, n?o ??¡± Felipen?ou¨Clhe um olhar severo, ¡°Voc¨º vemigo no carro, temos uma reuni?o.¡± Ang Alves ficou tonta, ¡°Mas eu estou de f¨¦rias.¡± ¡°Cancdas,¡± ele respondeu friamente. ?ng Alves queria bater a cabe?a contra ele, criar um problema de verdade! ¡°Meu irm?o vai fazer tirolesa hoje, ¨¦ perigoso, tenho que ficar ele.¡± A voz lenta de Elton soou aodo, ¡°Enzo Alves ¨¦ o irm?o que Ang Alves mais ama. Como poderia ficar tranqu ele fazendo tirolesa p primeira vez, ainda mais medo de altura?¡± Felipe deu¨Clhe um olhar de soio, seus olhos profundoso umgo de gelo eterno. Ap¨®s um sil¨ºncio, ele disse atrav¨¦s dos dentes cerrados: ¡°Eu permito que voc¨º tire mais um 1/2 Capitulo 97 dia.¡± Amanh? p manh?, esteja pronta para ir. ¡°Obrigada, chefe,¡± ?ng Alves sorriu abertamente, uma express?o de gratid?o. Enzo Alves n?o tinha essa habilidade, estava bastante insatisfeito a explora??o de sua irm¨¡. ¡°Sr. Martins, por que voc¨º canc as f¨¦rias da minha irma? Tratar assim os funcion¨¢rios ¨¦ explora??o! Al¨¦m do mais, voc¨º ¨¦ o chefe d, n?o o marido, n?o tem o direito de interferir na vida pessoal d!¡± Felipe estreitou os olhos, um brilho sinistro passou por seu rosto, ¡°Em assuntos de adultos, crian?as n?o devem se meter.¡± Deixando essas pvras para tr¨¢s, ele se levantou e saiu. Ang Alves levou a m?o ¨¤ testa, suando frio. Seu irm?o tinha irritado o grande chefe! O pior ¨¦ que ele realmente era o marido d, pelo menos legalmente! Caso contr¨¢rio, j¨¢ teria entregue seu pedido de demiss?o para evitar problemas. Elton lhe serviu um copo de leite, ¡°Felipe ¨¦ frio por natureza, nunca se importa sentimentos, mesmo sua pr¨®pria familia, que dir¨¢ os funcion¨¢rios? Mas voc¨º n?o precisa tem¨º¨Clo, estou aqui, ele n?o vai te fazer nada. Se n?o quiser voltar amanh?, ent?o n?o volte.¡± for?ou um sorriso tenso, ¡°Tirei dois dias de folga, j¨¢ ¨¦ suficiente, o clima no departamento est¨¢ sens¨ªvel, se eu me ausentar por muito tempo, podeme?ar a espalhar boatos que estou fugindo.¡± Ouvindo isso, Elton n?o disse mais nada. Ele era um mestre da persuas?o, sabia o que realmente precisava eo lidar . Ele iria cultivar essa r??o pacientemente. Seu cora??o era destinado a ser dele. Ap¨®s o caf¨¦ da manh?, Ang Alves foi ao quarto do irm?o ajud¨¢¨Clo a repassar o roteiro. Enzo Alves estava distraido, confuso e em conflito interno. Afinal, sua irm? tinha sido usada ou havia realmente algo ambiguo entre e o chefe? ?ng Alves percebeu que algo estava fora doum e deu um leve tapinha na cabe?a dele: ¡°T¨¢ pensando em qu¨º, menino?¡± Cap铆tulo 98 Cap¨ªtulo 98 Enzo Alves fez uma careta, ¡°Mana, voc¨º n?o t¨¢ prestes a mudar de emprego? Pra que continuar tratando o chefe tanto respeito?¡± Ang Alves deu de ombros, ¡°Enquanto eu estiver na GM, ele ¨¦ meu chele e eu tenho que seguir as ordens dele.¡± ¡°E se ele tentar te assediar, voc¨º vai aceitar?¡± Enzo Alves perguntou, aproveitando o momento. Ang Alves se engasgou. Se n?o fosse por aquele bizarro incidente m¨¦dico, as chances d estar olhando para o Felipe em um ¨¢ngulo de quarenta e cinco graus eram t?o poucas que podiam ser contadas nos dedos de uma m?o. ¡°Enzo, o big boss n?o s¨® est¨¢ no topo, mas tamb¨¦m tem os olhos nas nuvens. Como eu, mesmo que me atirasse aos p¨¦s dele, ele nem olharia. Assediar? Voc¨º t¨¢ viajando!¡± Enzo Alves ficou confuso o que disse, sua cabe?a parecia estar batendo uma massa. Ser¨¢ que Felipe tinha ido ao quarto d ontem ¨¤ noite apenas por quest?es de trabalho? Ent?o por que eles agiramo se tivessem se encontrado s¨® naqu manh?? E aqueles beijos¡­ Ele co?ou o queixo, n?o, tinha que esrecer essa hist¨®ria! Enquanto ele ponderava, ?ng Alves beliscou sua bochecha, ¡°O que aconteceu voc¨º esta manh?? Falou pelos cotovelos, pisou em todos os calos, e certeza irritou o grande. chefe. Por isso ele est¨¢ pegando no meu p¨¦. Se n?o fosse por isso, talvez eu pudesse ficar mais uns dias, curtir umas f¨¦rias.¡± Enzo Alves fez uma careta, ¡°Eu s¨® estava zoando, fofocando um pouco, quem diria que ele seria t?o sens¨ªvel? Voc¨º na empresa, certeza j¨¢ sofreu nas m?os dele, n¨¦?¡± This is the property of N?-velDrama.Org. Ang Alves suspirou interiormente. realmente estava sendo oprimida. Na presen?a do tirano, nem sequer tinha a chance de argumentar. Quando o beb¨º nascesse, definitivamente se divorciaria, nem que fosse a ¨²ltima coisa que fizesse, n?o esperaria nem um segundo a mals. ¡°Eu sei evitar problemas, n?o vou fr o que n?o devo. E voc¨º, na Midia Maribrilho, tambem tem que ser esperto. O mundo das celebridades ¨¦ ainda maisplicado, se n?o tomar cuidado, voc¨º se quelma.¡± Enzo Alves co?ou a cabe?a, ¡°Entendi.¡± Capitulo 98 No set de filmagem, o pessoal do departamento de adere?os estava testando o equipamento de arame. Elton passou o bra?o pelos ombros de Enzo Alves, ¡°Se n?o der pra aguentar, chama um dubl¨¦, n?o precisa se for?ar, o importante ¨¦ a seguran?a.¡± ¡°Rxa, n?o quero usar dubl¨º.¡± Enzo Alves bn?ou a cabe?a, ele era um novato, precisava ser humilde e discreto, n?o podia deixar uma m¨¢ impress?o na equipe. ?ng Alves ajeitou seu cabelo,o uma m?e preocupada, ¡°Quando subir l¨¢, tem que manter a pose e o charme, e jamais olhe para baixo.¡± Enzo Alves sorriu de canto, ¡°Pode deixar, n?o se preocupe.¡± Quandoe?aram a gravar, Fl¨¢via chegou, e Elton foi para odo da dire??o. Ang Alves sentou¨Cse na ¨¢rea de descanso, observando ¨¤ distancia. Uma grande sombra cruzou sobre , bloqueando o sol acima. virou¨Cse instintivamente e viu uma figura alta e ereta atr¨¢s d, levando um susto. ¡°Senhor Martins, o que faz aqui? Ainda n?o voltou para Cidade Mar?¡± Felipe franziu a testa, ¡°Voc¨º quer tanto assim que eu v¨¢ embora?¡± Ele veio para lev¨¢ de volta,o poderia ir embora sozinho? ?ng Alves sorriu sem jeito, ¡°Voc¨º ¨¦ um homem t?o ocupado, gerenciando tantas empresas. certamente tem muitas coisas te esperando para resolver quando voltar.¡± Felipe olhou para de cima, um brilho frio nos olhos, ¡°Isso n?o ¨¦ da sua conta.¡± Seu tempo estava sendo desperdi?ado por , correndo por al, dando zero sossego. ¡°Ah.¡± ?ng Alves encolheu¨Cse, s¨® queria que ele fosse embora logo para poder rxar um pouco. ¡°Como veio parar na cidade do filme?¡± ¡°Inspecionando.¡± Felipe soltou secamente duas pvras. ¡°Ah?¡± ?ng Alves estremeceu, ¡°A cidade do filme tamb¨¦m pertence ¨¤ sua familia?¡± Felipe n?o disse nada, confirmando seu sil¨ºncio. A empresa de m¨ªdia Luzesr, pertencente ¨¢ fami Martins, era a maior acionista da cidade. do cinema. Ang Alves mostrou a lingu em um gesto de desd¨¦m. Bem, era de se esperar, eles eram ricos e poderosos, Intoc¨¢veis! Melhor respeitar e manter distancia! Cap铆tulo 99 Cap¨ªtulo 99 O motor roncou, e Enzo Alves decolou em seu voo imagin¨¢rio. ?ng Alves, apressada, tirou o celr para gravar um video. ¡°Lindo, lindo, lindo, nosso Enzo ¨¨ demais! Quando a nov for ao ar, ele vai conquistar o cora??o de milh?es de garotas.¡± Felipe esticou a m?o e cobriu a cabe?a d. ¡°Seu irm?o est¨¢e?ando na carreira, por que n?o buscar o apoio do cunhado oficial em vez de um estranho?¡± Ang o encarou irrita??o. A pvra ¡°cunhado¡± soava t?o assustadora? fez um gesto de sil¨ºncio o dedo nos l¨¢bios. ¡°F baixo, tem muitos paparazzi por aqui. Eles adoram as escapadas dos yboys ricos, se nos pegarem juntos, estamos ferrados.¡± estava esperando para ver o circo pegar fogo, n?o podia se tornar o alvo de todos. Felipe a encarou desd¨¦m. ¡°Sem mudar de assunto, responda a minha pergunta.¡± sorriu sem gra?a. ¡°Por que eu iodaria voc¨º uma coisa t?o trivial?¡± n?o era louca. Ele erao um buraco em chamas,o poderia deixar o irm?o se queimar tamb¨¦m? Al¨¦m do mais, mesmo que pedisse, ele n?o ajudaria. No m¨¢ximo, assinaria um contrato o irm?o e o deixaria se virar,o tinha feito . Elton era muito mais confi¨¢vel! Felipe curvou os l¨¢bios num sorriso frio e sarc¨¢stico. ¡°Existe algo que voc¨º n?o ousaria fazer?¡± Desafi¨¢¨Clo era uma aud¨¢cia sem limites! De repente, se rpos, ergueu a cabe?a e o encarou uma express?o s¨¦ria. ¡°H¨¢ muitas coisas que eu n?o ousaria fazer, especialmente pedir alguma coisa a voc¨º!¡± n?o queria ser zombada, envergonhada ou desprezada! O rosto bonito de Felipe se contraiu, as pvras d atingindo¨Coo um soco no est?mago. De repente, ele percebeu que havia um abismo entre eles. Embora estivesse t?o perto, seu cora??o estava distante, nunca se aproximou dele! Essapreens?o torceu uma fibra em seu cora??o. Ele moveu os l¨¢bios,o se fosse dizer algo, mas engoliu as pvras junto uma express?o desconfort¨¢vel. 1/3 12:47 Capitulo 99 Um sil¨ºncio desconfort¨¢vel se espalhou entre eles, Elton se aproximou e, ao ver o irm?o, seus olhos escureceram sutilmente, ¡°Felipe tamb¨¦m velo visitar o set?¡± Felipe, de mau humor, respondeu friamente: ¡°Eu n?o tenho tempo para isso,¡± ¡°Sr. Martins est¨¢ apenas Inspecionando. Ele passou por aqui por acaso¡°, explicou Ang Alves rapidamente. ¡°Que coincid¨ºncia.¡± Elton sorriu estranhamente e se sentou aodo d, oferecendo¨Clhe um suco. ¡°N?o esperava que Enzo Alves acertasse a cena a tirolesa de primeira, Parece que est¨¢vamos preocupados ¨¤ toa.¡± ?ng Alves sorriu. ¡°Enzo nasceu para ser ator.¡± ¡°Assim que o vi, percebi que ele tem a pegada certa.¡± Elton rlu. ?ng Alves levantou o polegar e riu. ¡°O grande fot¨®grafo realmente tem um olhar clinico!¡± Os dois brincaram e riram, esquecendo¨Csepletamente da presen?a de outra pessoa. O sorriso d era t?o brilhante e natural que cada Imagem parecia um espinho nos olhos de Felipe. Na frente dele, nunca havia sorrido assiml Seus olhos do¨ªam levemente, e seu cora??o se apertou em uma dor aguda,o se sofresse um ataque card¨ªaco. Com os dentes cerrados, ele for?ou algumas pvras: ¡°J¨¢ que terminaram a cena, venha at¨¦ o carro para uma reuni?o.¡± ?ng Alves virou¨Cse, e seu sorriso desapareceu instantaneamente,o se fosse levado. pelo vento. This is the property of N?-velDrama.Org. ¡°Ah¡°, respondeu baixinho. Felipe sentiu uma pontada no cora??o, e a dor se intensificou. Com os dentes cerrados, ele se virou e caminhou em dire??o ao estacionamento. Ang Alves mostrou a lingua para o seu retiro. ¡°Elton, vou para uma reuni?o agora.¡± Um brilho frio passou pelos olhos de Elton. ¡°A noite eu reservel um jantar. Vou levar Enzo Alves, o diretor e o produtor paraer. Voc¨º quer vir?¡± Ang Alves esfregou as m?os. ¡°Afinal, sou de fora do melo. N?o seria bom eu ir. Por favor, cuide do Enzo. Ele est¨¢ tomando rem¨¦dios e n?o pode beber. Fique de olho nele por mim.¡± 12:47 ¡°Rxa, eu sei. Vou pedir para o assistente beber no lugar dele¡°, Elton respondeu, sorrindo e acenando a cabe?a. ?ng Alves estava transbordando gratid?o. ¡°Elton, obrigada, voc¨º me ajudou tanto, nem seio posso agradecer voc¨º?¡± Cap铆tulo 100 Cap¨ªtulo 100 Ele levantou a m?o e delicadamente ro?ou o nariz d um olhar t?o terno que parecia quase transbordar de carinho. ¡°De novo isso, n?o quero teus agradecimentos, apenas lembra que sou teu melhor amigo, isso j¨¢ ¨¦ suficiente. O cora??o d se banhava no sol, quente e confort¨¢vel. ¡°Voc¨º ¨¦ o melhor, o ¨²nico, o insubstituivel amigo!¡± pronunciou cada pvra reza e for?a. Elton sorriu, o belo rosto d se refletia em seus olhos limpidos, criando ondas de emo??o. Enzo Alves acabara de terminar sua parte na filmagem, parado n?o muito longe, e captou aquele momento, n?o conseguindo conter um sorriso. Ele tinha certeza de que a irm? gostava de Elton, e que Elton tamb¨¦m era apaixonado por . O amor entre eles estava t?o evidente que parecia querer transbordar, ent?o por que n?o romm aqu barreira invis¨ªvel? Felipe tamb¨¦m observava, atrav¨¦s dos vidros escurecidos do carro, ¨¤ distancia. Sua boca amargavao se mastigasse um lim?o, o sabor ¨¢cido se espalhava da ponta da lingua para o mais profundo do seu ser, at¨¦ a respira??o parecia carregar a acidez. Uma dor aguda apertou seu peito. Suas m?os se fecharam em punhos, os n¨®s dos dedos esbranqui?ados p for?a. Ang Alves aproximou¨Cse dele. Mal abriu a porta do carro, ele a puxou para dentro. estremeceu levemente, instintivamente se recostando ¨¤ jan do ve¨ªculo. ¡°Vamos fazer uma videoconfer¨ºncia?¡± Felipe a encarava fixa e intensamente, e de repente, um movimento brusco, a puxou para perto e a beijou fervor. ¡°Uhm¡­¡± Os olhos d se arregram em panico, o corpo enrijecendo, incapaz de se mover. O que tinha feito de errado hoje? Por que ele precisava puni assim? O beijo dele era dominador, cheio de desejo possessivo,o se quisesse devor¨¢. A respira??o d, os pensamentos, a raz?o, tudo parecia ser consumido por ele. As p¨¢lpebras d cairam, pesadas, e o corpo amoleceu em seus bra?os¡­. Escondido atr¨¢s de uma ¨¢rvore pr¨®xima, Enzo Alves espiava um olho s¨®, observando atrav¨¦s do escuro vidro do carro as figuras entr?adas e quase ocultas. 1/2 12:47 Capitulo 100 Ele estava at?nito, incr¨¦dulo diante do que via, e esfregava os olhos for?a. H¨¢ pouco, a irm? e Elton estavam t?o doces que pareciam mel, e agora, de repente, estava nos bra?os do chefe no carro? ¡­ estava jogando dos doisdos? E os doisdos eram irm?os! N?velDrama.Org copyrighted ? content. Um raio c do c¨¦u limpo, atingindo sua cabe?a, deixando¨Co tonto e confuso. A irm? sempre fora t?o pura, rejeitando tantos garotos que a perseguiam. dizia que s¨® se apaixonaria uma vez, o homem quem se casaria. Como poderia ter mudado tanto? Ele se afastou discretamente, buscando um canto deserto, e tirou o celr do bolso, ligando para ?ng Alves. Dentro do Rolls Royce. ?ng Alves quase derretia, o beijo do homem erao chamas ardentes,o papos letais, t?o perigosas quanto irresist¨ªveis. O celr tocava incessantemente, trazendo¨Cos de volta daqu embriaguez. ?ng Alves se desvencilhou dos bra?os dele en?ou um olhar para a t, vendo que era o irm?o, tratou de acalmar sua respira??o apressada, temendo que ele percebesse algo. ¡°Enzo, terminou a grava??o?¡± ¡°Irm?, onde voc¨º est¨¢?¡± ¡°Estou no carro do Sr. Martins em uma videoconfer¨ºncia, Elton disse que temos um jantar mais tarde e pediu para voc¨º se entrosar mais o diretor e o produtor. Comporte¨Cse bem. mas sem beber, deixa o assistente beber por voc¨º.¡± ¡°T¨¢ bom, eu entendi. Enzo Alves apertava o celr for?a. A irm? tinha se tornado uma mestra da mentira? Elton era t?o bom; se soubesse do envolvimento d o irm?o, quanto sofreria! ?ng Alves desligou o celr en?ou um olhar feroz para Felipe, misto de vergonha e irrita??o. Esse cara era selvagem demais, sempre t?o impetuoso ! ¡°Sr. Martins, estamos na cidade do filme, cheia de paparazzi, voc¨º n?o tem medo de ser grado em um escandalo?¡± Cap铆tulo 101 Capitulo 101 Felipe Martins soltou um resmungo frio, e ummpejo de aura mortal passou rapidamente por seu rosto. ¡°S¨® quem n?o quer mais viver ousa me desafiar!¡± Ang Alves ficou sem pvras, retocou o batom para disfar?ar os l¨¢bios inchados e vermelhos de seus bellos. ¡°Hoje eu nem le iodel, por que voc¨º tem que¡­ me punir assim?¡± This is the property of N?-velDrama.Org. Nos olhos g¨¦lidos e escuros de Felipe, um ar sombrio se acumva silenciosamente. Bastava v¨º Elton Martins que um fogo ser nome se acendia dentro dele, fazendo¨Co perder o controle de suas emo??es. ¡°Daqui pra frente, se precisar de alguma coisa, venha direto a mim, sem procurar pelo Elton!¡± ¡°Ah?¡± ficou surpresa. Procur¨¢¨Clo? N?o iria acabar sendo ridicrizada at¨¦ a morte? n?o tinha essa coragem! ¡°Se voc¨º n?o val para a reuni?o, vou descer do carro agora.¡± Felipe segurou seu queixo, for?ando¨Ca a olh¨¢¨Clo nos olhos. Sua express?o era muito s¨¦ria, emanando urna autoridade inquestion¨¢vel. ¡°N?o ignore o que eu disse.¡± ¡°N?o, eu¡­ eu lembro de tudo.¡± Ang Alves se preparou para sair do carro, mas percebeu que a porta estava trancada. Ele desfez o cinto de seguran?a e o colocou n, acelerou o carro e saiu dirigindo. sentiu um enjoo, ¡°Pra onde voc¨º est¨¢ indo? Meu irm?o ainda est¨¢ no set!¡± ¡°A noite, o Elton n?o vai levar ele para um jantar? N?o precisa se preocupar,¡± Felipe retrucou friamente. Ang Alves sentiu corno se tivesse sido atingida, s¨® podendo pegar o celr e mandar uma mensagern no WhatsApp para o irm?o e para Elton, avisando que tinha umpromisso e que voltaria para o hotel mals cedo. No set, Elton viu a mensagern e urn brilho gdo e amea?ador passou rapidamente por seus olhos, silencioso e imperceptivel. Enzo Alves se aproximou, sentindo¨Cse bastante aborrecido. ¡°Elton, seu irm?o ¨¦ um workaholic, n¨¦? Minha irm? est¨¢ de f¨¦rias e ele nem deixa em paz?¡± Elton suspirou levemente, ¡°Ele ¨¦ sempre assim, faz o que quer sem se importar os sentimentos dos outros. Em suas lembrancas. Felipe sempre fat assusteramente calmo, sem mein deeds a intencIA sempre foi tria sem express?es de a Hale ou quabus SUR¨C98 Ningu¨¦m jamais intenciou seu humor, ate Ang Alves aparecer Enzo Alves sentou¨Cse ao seuda, cocando a cabe?a. ¡°Ellon, vore gusta da minha imer Elton ficou em sil¨ºncio Tr¨¨s anos atr¨¢s, em um campo de flores sem tim. Ang Alves suralu entre as flores, capturando seu olhar. Desde aquele momento, estava destinada a ser a presen?a mais especial em sua vida, a modelo mais b sob sua lente. Mas¡­ Seu olhar se voltou para o ceu da geste. Uma nuvem fina passou, e o p?r do sol se apagou Seus olhos tamb¨¦m perderam o brilho. Esse sil¨ºncio deixou Enzo Alves o cora??o apertado, ¡°Eu s¨® estava perguntando, n?o leve a serio, Minha irma e solteira desde que nasceu, nunca namorou, estou at¨¦ preocupado que n?o consiga se casar,¡± Elton baixou os olhos, um sorriso amargo apareceu em seus l¨¢bios, l?o tenue quanto o crep¨²sculo no ar, ¡°Uma garotao a sua irma, todos os homens desejam casar ,o n?o encontraria alguem?¡± ¡°S¨® tenho medo que queira casar algu¨¦m que n?o quer casar .¡± Enzo Alves baixou a cabe?a, sua voz t?o baixa,o se fsse consigo mesmo. A hesita??o de Elton aumentou ainda mais sua preocupa??o. Se nenhum dos dois irm?os quiser casar , o que far¨¢? Felipe dirigiu at¨¦ a praia. O sol se pondo, o brilho dourado do crep¨²sculo dan?ava sobre o mar, beloo uma pintura. Ang Alves ficou surpresa, ¡°N?omos para o hotel? Por que vemos para a pr?¡± ¡°Aqui tem um restaurante bom, vamos Jantar antes de voltar.¡± ¡°Oh.¡± Ang Alves mordeu o l¨¢blo, sentindo uma onda de emo??o surgiro as ondas do 2/3 Chotals 101 mar. parecia nunca ter jantado sozinha ele antes. O restaurante era ao ar livre, na beira da praia. Comendo frutos do mar enquanto observava as ondas brancas batendo suavemente na areia prateada, era t?o agrad¨¢vel e t?o romantico. Pensando na pvra romantico, Ang Alves imediatamente se interrompeu. e Felipe n?o eram um casal, n?o havia espa?o para romantismo. Deveria ser apenas um jantar de trabalho entre chefe e funcion¨¢ria, certo? Cap铆tulo 102 Cap¨ªtulo 102 Ang Alves adorava frutos do mar,gostas, abalones, mexilh?es¡­ todos estavam entre seus favoritos. pegou um peda?o de abalone e colocou na boca, ¡°Nossa, que delicia, o card¨¢pio deste restaurante ¨¦ realmente bom.¡± Felipe estendeu a m?o e deu um leve tapa na cabe?a d. ¡°De agora em diante, s¨® quero que pense positivamente, nada de negatividade, fique atenta ¨¤ educa??o pr¨¦¨Cnatal subconsciente.¡± ¡°Ah,¡± assentiu obedientemente, mas n?o p?de evitar de criticar internamente; afinal, seu mau humor vinha dele. Felipe esbo?ou um meio sorriso. Essa mulher s¨® era agrad¨¢vel aos seus olhos quando estava sendo submissa. ¡°Voc¨º est¨¢ magra demais, nem parece que est¨¢ gr¨¢vida. Coma mais.¡± ?ng Alves mordeu um peda?o degosta. Melhor que n?o parecesse mesmo, assim conseguia despistar curiosos. Afinal, ainda era uma mo?a solteira e precisava cuidar da sua forma, n?o podia se deixar inchar. Al¨¦m disso,er demais poderia fazer o beb¨º crescer muito eplicar o parto. ¡°Isso ¨¦ resultado do yoga que pratico. Gr¨¢vidas tamb¨¦m n?o podemer de tudo, manter uma alimenta??o bnceada ¨¦ o mais importante.¡± O olhar de Felipe passou por seu peito, aquecendo¨Cse sutilmente. Parecia que ali tinha acumdo mais carne, aumentando um tamanho desde a ¨²ltima vez. Um breve sil¨ºncio caiu sobre a mesa. ?ng Alves tomou um gole de sopa e de repente teve um pensamento, cobrindo a boca el sussurrando muito baixinho, ¡°Sr. Martins, voc¨º j¨¢ pensou o que fariamos se nosso pequeno segredo fosse descoberto um dia?¡± Felipe arqueou as sobrancelhas, desinteressado, e soltou algumas pvras, ¡°Cuidarei disso, n?o se preocupe.¡± ?ng Alves podia ver que ele tinha um no; afinal, era um homem de grande ast¨²cia e estrat¨¦gia. Contudo¡­ ¡°N?o pense em me mandar para o exterior novamente, eu jamais aceitaria.¡± 1/3 1579 O olhar de Felipe congelou subitamente e at¨¦ a brisa do mar se tornou gda. ¡°Depender¨¢ de voc¨º ser ou n?o obediente.¡± fez bico, ¡°Eu levo a s¨¦rio os acordos, sempre cumpro obinado, nunca quebrei a lei.¡± Felipe resmungou baixinho, um tra?o de Ira passando por seu rosto, ¡°Ficar flertando outros homens enquanto carrega meu filho. Isso ¨¦ cumprir o acordo?¡± S¨® de pensar n sorrindo Elton, ele sentia a irrita??o subir. engasgou e o olhou de maneira desgostosa, ¡°Eu estava apenas socializando, fazendo amizades. Al¨¦m do mais, Elton n?o ¨¦ um estranho, ele ¨¦ seu pr¨®prio irm?o, o tio do beb¨º.¡± Os dedos de Felipe que seguravam os talheres se apertaram levemente. Ele nunca sentira uma verdadeira conex?o fraterna. J¨¢ que sabe que ele faz parte da familia Martins, deveria entender que, sendo minha esposa, mesmo s¨® no papel, voc¨º est¨¢ destinada a n?o ter nada a ver ele.¡± O cora??o de Ang Alves deu uma fisgada e seus olhos calram inconscientemente, as longas pestanasn?ando uma sombra sutil sobre suas p¨¢lpebras. ¡°Eu e ele somos s¨® amigos, e nossa r??o n?o mudaria ou sem voc¨º.¡± Sua voz ficou baixa e triste,o um crep¨²sculo flutuando no ar. Felipe, sua perceptividade agu?ada, notou essa rea??o sutil e sentiu uma tor??o no cora??o. Ele agarrou o copo ao seudo e engollu um grande gole de suco. Esse gole era especialmente amargol O sil¨ºncio voltou a dominar a mesa. Property ? of N?velDrama.Org. As ondas batiam for?a nas rochas, rugindo, Esse som parecia invadir o cora??o,o se quisesse despeda?¨¢¨Clo. Ang Alves abalxou a cabe?a eeu o que estava no prato, espiando o homem ¨¤ sual frente por entre os cillos. Sua express?o era g¨¦lida, t?o fria que a assustava, fazendo os pelos de seus bra?os se arrerem, Durante o tempo que passaram Juntos, aprendeu a ler express?es eportamentos. Homenso ele, que escondiam suas emo??es, tinham um humor tanto mais frio quanto mals fria era a express?o. n?o sabia o que tinha dito de errado para ofend¨º¨Clo, mas parecia que ser detestada era 2/3 12-44 Capitulo 102 assim at¨¦ respirar era um erro! Cap铆tulo 103 Cap¨ªtulo 103 Naquele momento, o celr d tocou, era uma chamada de video da m?e. se apressou em organizar seus pensamentos e apertou o bot?o para atender. ¡°M?e, estou na Cidade A, o Enzo est¨¢ aqui gravando, vim visitar o set.¡± ¡°Enzo est¨¢ voc¨º?¡± perguntou Ke Paiva, ¡°N?o, ele tem um jantar hoje o produtor e o diretor. Depois que entrou no mundo do entretenimento, ospromissos aumentaram.¡± *E essespromissos, ele tem que pagar?¡± Ke mostrou uma express?o preocupada, afinal, n?o podiam mais bancar o filho. ?ng Alves olhou inconscientemente para o homem do outrodo e levantou¨Cse, caminhando para um local mais afastado. ¡°Ele assinou uma ag¨ºncia, eles naturalmente v?o investir nele, esses eventos s?o da conta da ag¨ºncia, ele n?o precisa gastar do pr¨®prio bolso. E meu trabalho vai bem, eu consigo cobrir as despesas dele, ent?o n?o se preocupe.¡± Felipe se recostou na cadeira, observando¨Ca um olhar sombrio. Mesmo n?o ouvindo ramente o que o sovina dizia, era certo que envolvia dinheiro. Se afastar de prop¨®sito era sinal de culpa? Ke se tranquilizou as pvras da filha. ¡°Ang, n?o gaste todo o seu dinheiro o Enzo, guarde um pouco para o seu dote. Afinal, j¨¢ est¨¢ na hora de arranjar um namorado.¡± Ang Alves sorriu, ¡°M?e, isso tamb¨¦m ¨¦ um investimento. Quando o Enzo estiver famoso, voc¨º acha que vou me preocupar dote?¡± Isso tamb¨¦m fez Ke rir, ¡°T¨¢ bom, vaier. Quando Enzo voltar, pe?a para ele me ligar.¡± ¡°Est¨¢ bem. Ang Alves desligou o telefone e voltou para a mesa. Felipe the serviu um suco, ¡°O dinheiro para as despesas est¨¢ suficiente?¡± hesitou e sorriu sem jeito, ¡°Suficiente.¡± Se pudesse se tornar diretora, um sal¨¢rio dobrado e os b?nus, teria capacidade paral pagar suas dividas. Enquanto pensava, ouviu a voz de Felipe do outrodo, ¡°Ser a esposa do presidente n?o ¨¦ melhor do que ser diretora? Uma diretora ganha tanto dinheiro?¡± tomou um gole do suco e olhou para ele seriamente, ¡°Um ¨¦ o dinheiro que se ganha 1/3 12:48 Capitulo 103 esfor?o, o outro ¨¦ dado por outra pessoa. ¨¦ a mesma coisa?¡± Felipe arqueou levemente as sobrancelhas. Era essa a ¨²ltima telmo do sovina? ¡°Na verdade, fazer que os outros deem dinheiro tamb¨¦m ¨¦ um talento.¡± ?ng Alves ficou sem pvras. Property ? of N?velDrama.Org. Sem d¨²vida, ele era algu¨¦m que s¨® se importava o resultado, n?o o processo. girou os olhos escuros e brilhantes uma mal¨ªcia sutil. Inclinando¨Cse ligeiramente, baixou a voz, saindo de seus l¨¢bios e entrando nos ouvidos dele. ¡°Sr. Martins, voc¨º esqueceu que eu j¨¢ sou a esposa do presidente, mesmo que n?o possa aparecer em p¨²blico, voc¨º n?o pode negar que sou legalmente sua esposa, a primeira¨Cdama da GM, certo?¡± Felipe engasgou e cobriu a boca um len?o, tossindo baixo. era astuta, mais escorregadia que uma enguia! ?ng Alves mostrou a lingua, ¡°Eu ainda n?o fui diretora, esse ¨¦ o meu objetivo agora. Se voc¨º n?o me valoriza, eu vou para outra empresa.¡± Uma cor rubra passou ps sobrancelhas de Felipe, fazendo¨Cas franzi lentamente, ¡°Se voc¨º sabe a sua posi??o, deveria entender que mudar de empresa ¨¦ mais dificil que escr o c¨¦u!¡± Sua voz era t?o fria quanto uma ventania siberiana,o se quisesse congr todas as esperan?as d. estremeceu um arrepio. Sua posi??o? Meu Deus,o poderia ter esquecido essa quest?o? A primeira¨Cdama da GM, mudar para a concorrente ENUEo diretora! Isso certamente abria o mundo dos neg¨®cios! O presidente da GM perderia a face? E a GM? ¡°Ah¡­ Eu entendo suas preocupa??es, fique tranquilo, se eu sair, ser¨¢ depois de ter o beb¨º e nos divorciarmos. Depois disso, n?o serei mais a primeira¨Cdama da GM, e prometo que ningu¨¦m saber¨¢ o nosso segredo pelo resto da minha vida, levareiigo para o t¨²mulo.¡± O canto da boca de Felipe ficou tenso. 12:48 Capitulo 103 Essas pvras o deixaram muito desconfort¨¢vel, e seu humor caiu para abaixo de zero. Cap铆tulo 104 Cap¨ªtulo 104 A atmosfera estava carregada, at¨¦ o crep¨²sculo parecia ter sido congdo no tempo. A express?o de Felipe estava mais sombr¨ªa e gda que o entardecer, provocando arrepios. em ¨¢ng Alves. Depois de pagar a conta, ele marchou em dire??o ¨¤ praia, cada passo carregado de raiva. N?velDrama.Org copyrighted ? content. seguia a cabe?a baixa, tristonha e hesitante. Lentamente, a distancia entre eles aumentava. O homem ¨¤ frente parecia perceber e, instintivamente, diminuia o passo. ?ng Alves apressou¨Cse em pequenas corridas, levantou os olhos furtivamente e espiou a pessoa ao seudo. Seu olhar encontrou o rosto frio dele e rapidamente se recolheu. mordeu o l¨¢bio inferior e passou a m?o sobre o ventre, ¡°A negatividade do papai tamb¨¦m pode afetar o beb¨º, n¨¦?¡± Felipe engasgou¨Cse a f d, sentindo toda a sua raiva ser absorvida por um monte de algod?o, incapaz de se dissipar ou escapar, sufocado por uma dor interna aguda. Ele respirou fundo, tentando acalmar as emo??es ¨¤ beira do cpso. Para n?o ser enlouquecido por essa mulher. Ang Alves murmurou, uma voz ainda mais baixa: ¡°Ser¨¢ que sua futura esposa vai tratar bem as crian?as? Se tiver os pr¨®prios filhos, pode ser que despreze os nossos, n¨¦?¡± Felipe parou, virou¨Cse e a olhou seriamente, ¡°Eu nunca terei filhos fora do casamento.¡± Ele derou com uma certeza inabal¨¢vel. Ang Alves ficou chocada. Ser¨¢ que ele n?o nejava ter filhos Tina Silva ou qualquer outra mulher? Seria por causa dos traumas psicol¨®gicos que as disputas entre irm?os de pais diferentes haviam deixado? ¡°Mesmo se voc¨º casar uma mulher que ama, tamb¨¦m n?o quer ter filhos?¡± ¡°Com todas seria igual, a menos que¡­¡± Ele interrompeu,n?ando¨Clhe um olhar profundo e enigm¨¢tico. ¡°A menos que o qu¨º?¡± perguntou rapidamente. ¡°Nada.¡± Ele virou¨Cse e continuou caminhando, seus passos agora lentos. ficou para tr¨¢s, observando sua silhueta, enquanto o vento do mar bagun?ava seus cabelos 1/2 Capitulo 104 escuros. suspeitava que o que ele queria dizer era que, a menos que fosse Le Ara¨²jo, o amor t¨®nico dele! era a ¨²nica mulher que ele amava. Por , ele certamente faria qualquer coisa. abaixou a cabe?a, brincando a areia sob seus p¨¦s. Por algum motivo, seu cora??o estava ligeiramente amargo, provavelmente por ter bebido suco demais. Ap¨®s ?ng Alves voltar ao hotel, n?o demorou muito para Elton e Enzo Alves chegarem. foi ao quarto de Elton para se despedir, j¨¢ que partiriam na manh? seguinte. ¡°Vou voltar para Cidade Mar amanh? de manh?, logo mais temos a celebra??o de anivers¨¢rio da GM, e h¨¢ muito trabalho a fazer napanhia.¡± Uma sombra de tristeza cruzou o rosto bonito de Elton, ¡°J¨¢ ¨¦ a celebra??o de anivers¨¢rio novamente, como o tempo voa! Lembro que no ano passado, papai estava muito doente, mas insistiu em comparecer. N?o muito tempo depois, ele faleceu.¡± ?ng Alves nunca tinha participado da celebra??o, apenas gerentes e diretores tinham esse privil¨¦gio. Desta vez,o n?o havia um diretor para o departamento de design, e Helena Ara¨²jo poderiam participaro candidatas a diretora. levantou a m?o e deu um tapinha reconfortante no ombro dele, ¡°N?o fique t?o triste, os que se foram, se foram. N¨®s que ficamos precisamos continuar fortes.¡± Ele se sentou no sof¨¢, a cabe?a baixa, dedos enredando¨Cse em seus cabelos escuros, ¡°Na verdade, eu invejo o Felipe, ele ainda tem m?e, tem irm?. Eu n?o tenho m?e, nem pai, sou um ¨®rf?o. Na familia Martins, exceto p tia, ningu¨¦m mais realmente se importaigo.¡± Ele parecia t?o mnc¨®lico, t?o sozinho,o um cordeiro perdido que n?o encontrava seus entes queridos, nem o caminho de casa. O cora??o de ?ng Alves tamb¨¦m se apertou tristeza. ¡°Voc¨º n?o tem s¨® a tia, voc¨º tem a mim tamb¨¦m, n?o disse que eu sou sua melhor amiga?¡± Ele ergueu a cabe?a, olhando¨Ca firmemente. *?ng!¡± Seus dedos longos e suaves tocaram sua cabe?a, ¡°No meu cora??o, voc¨º ¨¦ diferente das outras, voc¨º ¨¦ a pessoa quem eu¡­ gostaria departilhar meus segredos.¡± Cap铆tulo 105 Cap¨ªtulo 105 sorriu levemente, ¡°S¨® ¨¦ verdadeiro amigo quem divide o cora??o, viu? Se voc¨º tiver alguma coisa te iodando, n?o fica al remoendo sozinho n?o. Pode me contar que eu te ajudo a levar o peso.¡± Ele esbo?ou um sorriso ir?nico nos l¨¢bios,rgou o que estava fazendo e odou¨Cse no sof¨¢, massageando a testa quee?ava a doer. ¡°Desculpa, eu bebi demais hoje, t? meio tonto.¡± N?o conseguia parar de pensar no que Enzo Alves tinha dito, sentia um aperto no peito e acabou bebendo al¨¦m da conta. Ele estava mesmo b¨ºbado, sen?o n?o teria dito aqus coisas. ?ng Alves ligou para a rece??o e pediu que trouxessem gengibre, preparando em seguida um copo de ¨¢gua morna para ele. ¡°Toma um pouco de ¨¢gua morna, j¨¢ fa?o um ch¨¢ de gengibre pra te ajudar a melhorar.¡± ¡°Valeu.¡± Ele pegou a ¨¢gua. ¡°Entre amigos n?o tem que agradecer, foi voc¨º mesmo que disse.¡± sorriu, simpatia. Elton tamb¨¦m sorriu. Quando o gengibre chegou, limpou tudo direitinho e preparou o ch¨¢. ¡°Bebe enquanto t¨¢ quente, e n?o vai me tomar banho frio hoje ¨¤ noite, n?o, viu? Beber e tomar banho frio ¨¦ perigoso.¡± ¡°Beleza.¡± Ele assentiu a cabe?a. Depois que ele tomou o ch¨¢ de gengibre e se deitou, finalmente saiu. Ao sair, deu de cara Enzo Alves, que acabara de fr a m?e e estava a caminho de procur¨¢. ¡°Mana, Elton t¨¢ b¨ºbado?¡± ¡°Um pouco.¡± foi at¨¦ o quarto de Enzo Alves. Enzo perguntou baixinho: ¡°Elton parec¨ªa meio pra baixo hoje, ser¨¢ que ficou ci¨²mes ao ver seu irm?o te levando embora?¡± ?ng Alves deu um tapinha na cabe?a dele e repreendeu: ¡°Para de fr besteira, menino. Isso pode criar uma situa??o bem chata pra gente.¡± Enzo a encarava intensamente,o se quisesse ver atrav¨¦s dos seus olhos brilhantes e descobrir todos os seus segredos. ¡°Voc¨º gosta do Elton?¡± 1/2 1249 Capitulo 105 As longas pestanas de ?ng Alves baixaram¨Cse lentamente. Tr¨ºs anos atr¨¢s, quando viu Elton p primeira vez, foi instantaneamente atra¨ªda por ele. Ele era alto, bonito, divertido, gentilo a ¨¢gua e cheio de um charme artistico¡­ Ele eral exatamente o que sonhava em um parceiro,o um principe encantado saido de um conto de fadas. Mas ele erao o vento, que n?o para por ningu¨¦m, e o cora??o dele era imposs¨ªvel de ser capturado. Al¨¦m do mais¡­ A voz fria de Felipe ecoava em seus ouvidos: ¡°Sabendo que ele ¨¦ da familia Martins, voc¨º deveria entender que, sendo minha esposa, mesmo que s¨® no papel, voc¨º est¨¢ destinada a nunca ter nada com ele nesta vida.¡± ergueu os olhos, escondendo todas as suas emo??es, e fez um gesto a boca para Enzo: ¡°Preocupa as tuas coisas, moleque. Cuida do teu neg¨®cio que eu quero ver voc¨º fazer sucesso e ganhar muita grana.¡± Enzo se sentiu confuso o vento: ¡°Voc¨º s¨® ¨¦ dois anos mais velha que eu.* ?ng beliscou a bochecha dele levemente: ¡°Enquanto eu for mais velha, pra mim voc¨º vai ser sempre o moleque.¡± Ele ficou sem pvras, percebendo que estava desviando do assunto. N?o imaginava que seria t?o dif¨ªcil romper aqu barreira. ¡°N?o me interessa qual ¨¦ a tua r??o Elton, mas ¨¦ bom ficar longe do irm?o dele, aquele cara n?o vale nada. N¨®s homens entendemos de homens, e eu sei do que estou fndo.¡± ?ng respirou fundo: ¡°Ele ¨¦ meu chefe, e a nossa r??o ¨¦ estritamente profissional. Vou dormir, amanh? ¨¦ dia de ir embora cedo. N?o esquece de verificar o Elton. Se ele se sentir mal do est?mago, faz um ch¨¢ de gengibre pra ele o gengibre que deixei na mesa¡­¡± Please check at N/?vel(D)rama.Org. Depois de dar suas instru??es, voltou para o seu quarto. A preocupa??o de Enzo crescia, afinal, sua irm? era uma mulher ¨¦ escolhas erradas poderiam ser perigosas. De manh?, Felipe esperava Ang Alves no carro quando Enzo abriu a porta e sentou¨Cse ao seu lado. ¡°Podemos conversar?¡± Felipe olhou para ele sombriamente: ¡°Conversar sobre o qu¨º?¡± ¡°Sobre a minha irm?, ¨¦ ro.¡± Cap铆tulo 106 Cap¨ªtulo 106 Enzo Alves olhou seriamente para ele, ¡°Voc¨º gosta da minha irma?¡± Os olhos de Felipe escureceram ligeiramente. Ele n?o se deixava levar por nenhuma mulher, ainda mais por uma que era mais esperta que uma enguia, escorregadia e cheia de truques para lidar dinheiro! Pelo menos era assim que ele se convencia. Quanto ¨¤qu irrita??o, insatisfa??o, ang¨²stia, ansiedade¡­ tudo era culpa d, que o provocava, com aqu boca irritante que ele tanto detestava! Please check at N/?vel(D)rama.Org. ¡°O que a ?ng Alves te disse?¡± ¡° n?o disse nada, e ¨¦ por isso que estou preocupado, medo de voc¨º estar brincando .¡± Felipe soltou uma risada sarcastica, ¡°Voc¨º est¨¢ pensando demais, n?o tenho tempo para brincar mulheres.¡± Ah, ro! Enzo Alves revirou os olhos, n?o era pegar mulheres para l¨¢ e para c¨¢? ¡°Voc¨º ainda n?o respondeu ¨¤ minha pergunta, voc¨º gosta ou n?o da minha irm??¡± Felipe desviou o olhar para a jan do carro, uma voz t?o indiferente quanto o vento, ¡° ¨¦ uma excelente funcion¨¢ria, s¨® isso.¡± Enzo Alves sabia que ele diria isso, ele nunca teria sentimentos reais p sua irm?, s¨® estava interessado n por ser atraente, queria apenas brincar . ¡°Ent?o, por favor, fique longe da minha irm?, n?o estrague o rcionamento d o Elton. Se voc¨º ousar machuc¨¢, eu vou lutar voc¨º.¡± Felipe franziu a testa, e seu semnte esfriou de repente, ¡°Qual ¨¦ o rcionamento d o Elton?¡± ¡°Embora eles ainda n?o estejam namorando, mais cedo ou mais tarde, eles ficar?o juntos. Minha irm? gosta do Elton, e o Elton gosta d¡­¡± Enzo Alves fva indignado, mas foi interrompido pelo som de batidas na jan do carro. ?ng Alves estava dodo de fora, olhando surpresa para ele. Ele abriu a porta do carro e salu. Ang Alves perguntou rapidamente: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqu¨ª?¡± ¡°Vim te trazer, vi que voc¨º ainda n?o tinha chegado e fiquei conversando seu chefe um pouco.¡± Ele sorriu. n?o percebeu nada estranho e afagou sua cabe?a carinho, ¡°Tudo bem, v¨¢ filmar, nos vemos de volta na Cidade Mar.¡± 1/3 12-40 Depois de entrar no carro e colocar o cinto de seguran?a, Felipegu o motor, e o fols fore saiu lentamente do estacionamento. No balc?o do hotel, Elton ficou muito tempo parado, observando l¨¢ embaixo. Seus olhos cor de ch¨¢ estavam incrivelmente sombrios,o se fossem um canto escuro onde a luz do sol nunca brilhava. Durante toda a viagem, um sil¨ºncio sepulcral envolveu o interior do carro, ?ng Alves sentiu uma atmosfera ium. n?ou um olhar furtivo para o homem no assento do motorista, seu rosto estava t?o frio que quase congelou seu olhar, N?o pode ser, logo de manh? cedo o grande chefe est¨¢ de mau humor? Ser¨¢ que ele n?o dormiu bem na noite passada? ¡°Senhor Martins, voc¨º est¨¢ um pouco cansado? Quer que eu descasque umaranja para voc¨º?¡± perguntou caut. Felipe a olhou rapidamente pelo retrovisor. Seu humor estava abaixo de zero, afetado p ¨²ltima frase de Enzo Alves. ¡°Como vouerranja enquanto dirijo?¡± ¡°Oh.¡± mostrou a lingua, n?o era realmente sobre descascar aranja, era apenas para tentar quebrar o gelo. ¡°Voc¨º¡­ dormiu bem ontem ¨¤ noite?¡± ¡°Tudo certo.¡± Ele respondeu friamente duas pvras. Ent?o por que est¨¢ de mau humor? fez um bico e, de repente, sentiu um cfrio no cora??o, lembrando¨Cse de Enzo Alves no carro dele. Meu Deus, ser¨¢ que o garoto falou demais e tocou em algum ponto sens¨ªvel? ¡°Antes de irmos, sobre o que Enzo Alves conversou voc¨º?¡± ¡°Nada de mais. Felipe falou um tom distante, mas o frio em seu rosto aumentou gradualmente. Ang Alves percebeu isso, e sentiu um suor frio, ¡°Ele ¨¦ s¨® um garoto, ¨¤s vezes f sem pensar. Se ele disse algo desagrad¨¢vel, n?o leve a s¨¦rio, crian?as fm sem querer.¡± Felipe apertou os l¨¢bios, permanecendo em sil¨ºncio, frioo uma est¨¢tua de gelo. 2/3 Capitulo 106 Ele n?o contaria a Enzo Alves, mas estava inexplicavelmente irritado. S¨® de pensar em ?ng Alves e Elton juntos, ele ficava muito descontente. Ang Alves silenciosamente descascou umaranja. Quando o carro parou no cruzamento esperando o sinal fechar, ofereceu um gomo ¨¤ bocal dele, ¡°Essaranja¨Cda¨Cbaia ¨¦ t?o doce, prova um pouco.¡± Com um ar de quem queria agradar, o olhar de Felipe ficou levemente paralisado, e ele, sem pensar, abriu a boca, acolhendo n?o apenas o gomo, mas tamb¨¦m a pequena m?o d entre seus l¨¢bios. Cap铆tulo 107 Capitulo 107 estremeceu levemente, um impulso instintivo quase a fez puxar a m?o de volta, mas ele a segurou firme. Os l¨¢bios trios e finos dele envolveram os dedos d, sugando¨Cos suavemente,o se fossem mais doces e saborosos que tangerinas. Por um instante, o frio em seu rosto desapareceu, e um vislumbre de ternura in¨¦dita surgiu de seus olhos, criando ondas suaves no brilho de seu olhar, Infelizmente, n?o viu, pols manteve a cabe?a balxa, envergonhada e as bochechas coradas. Quando finalmente olhou para cima, ele percebeu sua pr¨®pria falha e a soltou rapidamente. retomando a frieza no olhar,o se nada daquilo tivesse acontecido. ¡°N?o gosto de tangerinas,¡± ele disse friamente, sua voz ligeiramente rouca. Pareceu que um vento gdo a atinglu, fazendo seu rosto quente esfriar subitamente, de vermelho para p¨¢lido. ¡°Desculpa.¡± escondeu os dedos no bolso, ainda sentindo a mem¨®ria do calor dele, mas que logo. desapareceu, deixando¨Cos frios. O sil¨ºncio voltou a dominar o Interior do carro. O ar parecia congdo. Ningu¨¦m mais falou. Depois de deix¨¢ em seu apartamento, Felipe partiu. descansou por um dia e foi para a empresa no seguinte. Please check at N/?vel(D)rama.Org. Mal sentou¨Cse na cadeira, Helena se aproximou um sorriso malicioso, ¡°Gerente Alves, ouvi dizer que voc¨º foi rxar na Cidade Litorals, sozinha?¡± Ang Alvesn?ou¨Clhe um olhar matreiro e sorriu malicia, ¡°Sozinha? ro que n?o, levei dols gatosigo, nos divertimos muito.¡± Antes que terminasse, todos os olhares se voltaram para , express?es chs de curiosidade, ansiosos por fofocas. Um brilho sombrio passou pelos olhos de Helena. Ontem, um amigo mandou uma mensagem no WhatsApp, dizendo que viu o Sr. Felipe e umal mulher juntos no estacionamento da Cidade Litorals 173 Era a modelo da campanha ¡°Secreta¡°. N?o poderia ser outra sen?o Ang Alves. ficou chocada,o se tivesse sido atingida por um ralo, incr¨¦d que Ang Alves estivesse de f¨¦rias secretas Felipe! Infelizmente, o amigo n?o conseguiu tirar uma foto antes de eles partirem. Sem foto, sem prova. tinha que descobrir a verdade. ¡°N?o esperava que a Gerente Alves fosse t?o liberal,¡±entou algu¨¦m. Ang Alves arqueou uma sobrancelha e zombou, ¡°Viver sem aproveitar ¨¦ desperdicio, eu gosto de todas as belezas, n?o recuso ningu¨¦m.¡± Ema torceu a boca, ch de esc¨¢rnio, ¡°Voc¨º n?o estar¨¢ solteira h¨¢ tempo demais, ser¨¢ que ficou maluca?¡± Cindy riu, ¡°Gerente Alves est¨¢ ramente brincando, certamente foi o Sr. Elton. Sr. Elton j¨¢ disse publicamente que a Gerente Alves ¨¦ a modelo mais linda de sua camara, sempara??o. Dizem que muitas supermodelos est?o morrendo de inveja.¡± Desde que ?ng Alves promoveu Cindy a lider de grupo, se aproximou discretamente de ?ng. ¨¢ng sentiu calor, parecia que o mundo inteiro pensava que estava namorando Elton. Mas n?o se deu ao trabalho de explicar, para os fofoqueiros, explicar ¨¦ s¨® uma desculpa. Desde que ningu¨¦m suspeitasse que estava tendo um caso o chef?o. ¡°Vamos l¨¢, gente, voltem ao trabalho. A sess?o de fofoca acabou.¡± Helena voltou para sua mesa, os olhos cheios de suspeitas. foi Elton? Ser¨¢ que o amigo se enganou? rapidamente descartou a ideia. Apesar de serem irm?os, eles n?o se pareciam. Um era deslumbrante, invejado por deuses e mortais, o outro mortalmente encantador ¨C a menos que algu¨¦m fosse cego, era impossivel confundi¨Clos. ?ng Alves fez alguns esbo?os e, em seguida, pegou uma caixa de leite em p¨® port¨¢til e foi at¨¦ a copa para prepar¨¢¨Clo. be um copo de leite de soja e um copo de leite todos os dias para manter uma nutri??o equilibrada. 12:49 Helena a segulu. ¡°Ouvi dizer que o Felipe esteve em Cidade Litorals nos ¨²ltimos dias, voc¨º o viu?¡± fez a pergunta um ar despretensioso,o se tivesse mencionado isso por acaso. Ang Alves mexia o leite em p¨® no seu copo, o olhar tornando¨Cse um pouco mais intenso. ¡°Se voc¨º est¨¢ t?o interessada nos passos do Sr. Martins, por que n?o vai perguntar diretamente a ele?¡± Cap铆tulo 108 Cap¨ªtulo 108 Helena apertou os dentes em frustra??o. Ontem, ao checar o WhatsApp, ligou para o Felipe sem pensar duas vezes. Mas a resposta dele foi fria, apenas cinco pvras: ¡°N?o ¨¦ da sua conta¡°, e desligou. Ele n?o gostava que se intrometessem em seus passos. sabia que havia limites que n?o podia ultrapassar. ¡°Uma amiga minha viu o Felipe na praia e disse que ele estava voc¨º. Me diz, est¨¢ enganada?¡± Helena decidiu perguntar diretamente e vero Ang responderia. Ent?o, Ang Alves entendeu tudo. N?o era ¨¤ toa que Helena estava perguntando sobre suas f¨¦rias logo cedo. Maldi??o, at¨¦ paraer em algum lugar distante, podia ser avistada! ¡°Sua amiga provavelmente est¨¢ certa. Eu estava o Sr. Martins. Elton me levou para al Cidade do Filme para ver as filmagens, e por acaso encontramos o Sr. Martins l¨¢ fazendo uma inspe??o. Combinamos deer frutos do mar juntos na praia, mas o Elton teve um imprevisto e teve que ir embora. Ai eu fiquei panhando o Sr. Martins,emos e conversamos um pouco sobre trabalho.¡± falou um tom leve e franco, sem esquivar¨Cse ou evitar o assunto, parecendopletamente transparente. Helena ficou genuinamente surpresa, nunca imaginou que ?ng admitiria t?o abertamente. ¡°Voc¨º n?o est¨¢ tentando se aproximar do Felipe usando sua r??o o Elton, est¨¢?¡± *Tem algum problema?¡± ?ng Alves deu uma risada sarc¨¢stica e saiu. This is the property of N?-velDrama.Org. Helena observou sua silhueta se afastando, um brilho sinistro e frio passando pelos seus olhos. Felipe estava indo para a Cidade Litorais, e tamb¨¦m iria para t¨¢. sentia estranha. Depois de voltar para seu lugar, Ang imediatamente mandou uma mensagem para Felipe no WhatsApp, contando o que havia acontecido. ¡°Admiti queemos juntos, sem nada a temer.¡± Felipe respondeu prontamente dois pvras: ¡°Estou sabendo.¡± Na hora do almo?o, quando estava prestes a ir para o restaurante, viu Helena levantar¨Cse animadamente: ¡°A tarde, vou jogar golfe o Sr. Martins. Se tiverem algo, me mandem uma mensagem no WhatsApp.¡± Assim que terminou, salu sorrindo radiante. Capitulo 100 Ang Alves torceu a boca. erao uma toupeira, escondendo¨Cse no escuro, enquanto os outros ostentavam seu amor,o se temessem que ningu¨¦m soubesse que eram os queridinhos do chefe. O escrit¨®rio de repente ficou agitado. ¡°Ser¨¢ que a Helena est¨¢ namorando o chef?o?¡± ¡°Uma simples diretora? Pff, quem sabe a Helena n?o ser¨¢ a futura esposa do presidente?¡± Ema disse provocativamente, ramente para que ?ng ouvisse. Desde que Ang a demitiu, estava fervendo de raiva. Se Helena subisse ao poder, n?o temia n?o conseguir dar a volta por cima, e ent?o os que subestimaram seriam os que chorariam depois. Mike riu desdenhosamente. ¡°Voc¨º acha que a Sra. Silva ¨¦ f¨¢cil de lidar? tem um ¡°apoiador¡°.. Quem ousaria desafiar seu posto e arriscar sua vida?¡± ¡°Pif!¡± Ema respondeu desprezo,n?ando um olhar para ele. ¡°E dai que tem um ¡°apoiador¡°? Todo mundo sabe que o chefe n?o gosta d.¡± Mike deu uma risada sarc¨¢stica. ¡°N?o fale bobagens aqui!¡± Ema cuspiu nele. ¡°Helena ¨¦ a favorita do chefe. Chegar a diretora f¨¢cil para . ¨¦ melhor voc¨ºs reconhecerem a derrota e pelo menos manterem seus empregos, sen?o at¨¦ o departamento de design ser¨¢ dif¨ªcil aguentar.¡± ?ng Alves bebeu seu leite calmamente, sem mostrar suas emo??es, e disse devagar: ¡°Em vez de ficar aqui fndo, ¨¦ melhor fazer seu trabalho de design direito. Se voc¨º se tornar insubstitu¨ªvel, at¨¦ o chefe ter¨¢ que ceder. Ele n?o iria, sem motivo, entregar um general que ganha dinheiro para os concorrentes, certo?¡± Nos ¨²ltimos dias, quando finalmente teve um momento de paz, pensou cuidadosamente. O chefe n?o queria que trocasse de emprego, n?o s¨® por sua posi??o, mas o mais importante era que ele reconhecia sua habilidade. Se fosse para a ENUE, quem perderia certeza seria ele. Portanto, nestapeti??o, n?o estava destinada a perder. Contanto que mantivesse a press?o constante, ele n?o ousaria favorecer a si mesmo. Cap铆tulo 109 Cap¨ªtulo 109 Depois do jantar, Ang Alves voltou para seu quarto ee?ou a esbo?ar em sua pranchetal de desenho. estava t?o concentrada que n?o percebeu a presen?a que se aproximava silenciosamente por tr¨¢s. ¡°Que p¨¢ssaro ¨¦ esse?¡± A voz do homem era baixa e magn¨¦tica, fazendo¨Ca estremecer suavemente. Ao virar¨Cse, se deparou o rosto incrivelmente bonito dele, cujos l¨¢bios quase tocavam os d. Instintivamente, se afastou um pouco. O chef?o n?o tinha ido jogar golfe seu queridinho? N?o deveria estar em um jantar nesse momento? O que fazia ali, no quarto d? deu uma tossidinha discreta e falou um tom mnc¨®lico: ¡°Estou desenhando um sabi¨¢. Na minha nova cole??o de noivas, decidi usar p¨¢ssaroso tema. Na natureza, eles s?o dos animais mais fieis, noventa por cento deles praticando monogamia. Escolhi o cisne negro, o ganso¨Ccinza, a ¨¢guia¨Cpreta, o p¨¢ssaro¨Cdo¨Camor e o sabi¨¢, que seguem estritamente a monogamia pelo resto da vida e, na maioria das vezes, permanecem sozinhos ap¨®s a morte do parceiro, sem procurar um novo companheiro.¡± fez uma pausa e continuou: ¡°Essas esp¨¦cies t¨ºm hist¨®rias diferentes e maneiras ¨²nicas de intera??o entre casais. Como o sabi¨¢, que sabeo manter o amor sempre novo. O macho ¨¦ muito cuidadoso a parceira, observando at¨¦ os menores detalhes da vida cotidiana,o a alimenta??o, e pode criar um card¨¢pio baseado nas prefer¨ºncias d.¡± Os olhos escuros de Felipe brilharam levemente. A singridade de ?ng Alves residia no fato de que seus designs n?o eram aperias bs obras de arte, mas eram vivos, hist¨®rias, alma. ¡°Isso a¨ª, continue assim.¡± ?ng Alves colocou a prancheta dedo e pegou uma tangerina,e?ando a descasc¨¢. *Os humanos anseiam por um amor fiel, desejam estar juntos para sempre, mas ironicamente, somos as criaturas mais propensas a mudar de cora??o, a maior taxa de infidelidade. N?o ¨¦ engra?ado?¡± Felipe olhou para profundamente, um olhar intenso e misterioso. estava prestes a colocar um gomo da tangerina na boca quando ele subitamente agarrou sua m?o e, inclinando¨Cse, devorou o peda?o de fruta. 1/2 Capitulo 109 ficou surpresa. Ele n?o gostava de tangerinas, por que ent?o lhe roubaria uma? No meio do choque, ele descascou um gomo e colocou em sua boca. O gesto parecia flerte. Suas bochechas coraram levemente e se virou rapidamente para continuar desenhando. Ele se inclinou, apoiando as m?os no encosto da cadeira e sussurrou em seu ouvido: ¡°Voc¨º ¨¦ daqus que mudam facilmente de cora??o?¡± Sua voz era t?o leve e profunda quanto uma pluma ro?ando seu l¨®bulo de orelha. estremeceu levemente, ¡°ro que n?o, eu s¨® amarei uma pessoa na vida, mas isso se ele tamb¨¦m me amar e valer a pena.¡± Felipe sorriu ironicamente, ¡°Ent?o seu amor tem condi??es?¡± fez um biquinho, ¡°N?o sou nenhuma romantica sem no??o, sou uma pessoa racional.¡± Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Felipe estendeu a m?o e bagun?ou seu cabelo. Se envolver em um namoro j¨¢ ¨¦ t?o calculista, n?o ¨¦ de se admirar que seja solteira desde que nasceu. ¡°O homem que se apaixonar por voc¨º, certeza ser¨¢ um romantico sem no??o.¡± ?ng Alves enfiou o resto da tangerina na boca e depois, virando¨Cse para ele, falou s¨¦ria: ¡°Eu era bem popr na universidade, tinha muita gente interessada. Um veterano, considerado o mais gato do campus, sempre esteve esperando por mim e at¨¦ hoje manda mensagens pelo WhatsApp toda semana.¡± As sobrancelhas de Felipe se franziram involuntariamente. realmente tinha o poder de atrair aten??o; do contr¨¢rio, Elton n?o teria desistido de tudo para girar ao redor do uma abelha. ¡°Mande bloquear todos esses romanticos sem no??o do seu WhatsApp!¡± ele ordenou autoritariamente. ?ng Alves o olhou irrita??o, ¡°N?o fa?a aos outros o que n?o quer para si.¡± Ele se divertia ¨¤ vontade, mas queria proibir at¨¦ uma simples conversa alheia, isso ¨¦ justo? ¡°A menos que voc¨º fa?a o mesmo primeiro. Com certeza tem mais romanticos sem no??o no seu WhatsApp do que no meu.¡± Cap铆tulo 110 Cap¨ªtulo 110 Ummpejo de fogo passou pelos olhos de Felipe, mas ele n?o se enfureceu, ao contr¨¢rio, assumiu um ar de zombaria. ¡°Est¨¢ cl¨²mes?¡± fez uma careta. ¡°Eu nem gosto de voc¨º, por que eu estaria ci¨²mes?¡± Cada pvra erao um espinho cravando¨Cse no cora??o de Felipe, deixando¨Co Incrivelmente irritado. Uma raiva sem nomee?ou a surgir. ¡°Voc¨º n?o tem esse direito.¡± sorriu Ironicamente. ¡°Eu sel, por isso nunca seria t a ponto de gostar de voc¨º, seria s¨® perda de tempo.¡± ¡°Que bom que sabe.¡± Ele fvao se estivesse elogiando¨Ca, mas seu rosto estava sombrio e terr¨ªvel, e seu olhar era como gelo, pronto para congel¨¢ viva. tremeu de frio, apressando¨Cse em mudar o tom. ¡°Mas eu o respeito muito, afinal, voc¨º ¨¦ meu chefe, aquele que me sustenta.¡± This is the property of N?-velDrama.Org. Felipe ficou furioso. Era ¨®bvio que o viao um caixa eletr?nico. Ele se sentou no sof¨¢, irradiando uma aura g¨¦lida que fazia o ambiente todo parecer ainda mais frio. Ang Alves rapidamente pegou um casaco para se proteger do frio. Embora segurasse um pincel, n?o conseguia mais se concentrar na pintura e olhava ao redor sem prestar aten??o. Felipe a observava um olhar sombrio. Por um momento, sentiu o impulso de possui Intensamente. Esse impulso at¨¦ o assustou. N?o era a primeira vez, sempre que a via, o desejo de t¨º s¨® para si ficava inexplicavelmente mals forte, proibindo qualquer um de cobi?¨¢. Talvez fosse por causa daquele contrato, legalmente era dele! Ele descascou uma tangerina e colocou os gomos na boca um a um. Mas isso n?o aliviava sua irrita??o, pelo contr¨¢rio, s¨® aumentava. Quanto maisia, mais irritado ficava. Ang Alves o olhou de soio, secretamente. r eu outra tangerina. 1/3 12:50 Capitulo 110 Isso tamb¨¦m n?o ¨¦ gostar? Ah, os homens s?o t?o inconstantes! colocou o pincel dedo e se levantou. Felipe a olhou de rnce. ¡°N?o val mais pintar?¡± ¡°¨¦. assentiu a cabe?a. ¡°Venha aqui.¡± Ele se recostou no sof¨¢,o um imperador chamando sua concubina. deu um passo para frente Instintivamente. ¡°Para qu¨¦?¡± ¡°Para fazer treinamento fetal.¡± Ele estendeu seu bra?o forte, puxou a cintura d para si e caiu em seu abra?o. Sua m?o grande cobria a barriga saliente d, acariciando suavemente. se enrijeceu, toda vez que ficava ¡°muito pr¨®xima¡± a ele, suas bochechas coravam, o cora??o acelerava, a respira??o ficava desordenada,o se¡­ estivesse enfeiti?ada por sual beleza. A crian?a pareceu sentir a presen?a do pai e se mexeu levemente. Os olhos escuros e gdos de Felipe de repente brilharam. ¡° se mexeu agora?¡± ¡°Sim, quando voc¨º toca a barriga, eles devem ser capazes de sentir.¡± colocou a m?o sobre a dele. Dizia¨Cse que ele era um g¨ºnio, aceito em Harvard apenas quatorze anos; provavelmente o beb¨º herdaria seus bons genes e teria uma perce??o mais agu?ada do mundo exterior do que a m¨¦dia. O canto da boca dele se curvou em um sorriso encantador,o ogo congdo de mil anos parecia derreter em um instante, criando ond??es suaves. ?ng Alves ficou um pouco distra¨ªda: quando ele n?o estava t?o frio, n?o podia evitar a ilus?o de que eram realmente um casal feliz aguardando a chegada de uma nova vida. Foi ent?o que tia Bruna bateu na porta. se apressou em se levantar do colo dele. Bruna trouxe v¨¢rios livros, ¡°Senhor, Ang, aqui est?o algumas hist¨®rias para ler para o beb¨º antes de dormir, assim eles podem dormir tranqumente no ventre da m?e e n?o v?o ficar inquietos de madrugada.¡± ?ng Alves suava frio; era ¨®bvio que Bruna fazia isso para que Felipe ficasse ¨¤ noite. Mas realmente n?o queria isso! 2/3 Capitulo 110 Depois que Bruna saiu, Felipe folheou casualmente os livros. Os tr¨¨s primeiros eram sobre educa??o infantil, mas o ¨²ltimo era um ¡°Gu¨ªa para r??es sexuais durante a gravidez, um subt¨ªtulo chamativo: ¡°Inclui um guia de postura na gravidez¡°. ?ng Alves deu uma olhada e quase desmaiou. ¡°Bruna¡­ deve terprado o livro errado. N?o precisamos¡­ n?o precisamos olhar isso.¡± Cap铆tulo 111 Cap¨ªtulo 111 tentou arrebatar o livro para destru¨ª¨Clo prontamente, mas suas m?os delicadas foram capturadas por ele no ar. Um semnte indecifr¨¢vel e profundo se moldou no rosto dele. Com um toque suave dos dedos, ele abriu o livro, deu uma breve olhada e pulou diretamente. para o ¡°Guia de Postura na Gravidez¡°. Havia at¨¦ ilustra??es! O rosto de ?ng Alves ficou vermelhoo pimenta mgueta, queimando de vergonha. Bruna, eu juro que vou lhe matar! ¡°Para¡­ Para de olhar, isso n?o ¨¦ pra n¨®s!¡± Uma arcada fria e sinistra deslizou pelos l¨¢bios finos de Felipe enquanto ele esticava seu bra?o forte, envolvendo a cintura ainda delicada d. ¡°Esse livro, foi voc¨º quemprou, n¨¦?¡± Tentando seduzi¨Clo e depois se fazer de dificil? Essa n?o era a primeira vez que fazia algo assim. ?ng Alves estava um caos. Como poderia fazer algo assim? n?o era t, para cavar a pr¨®pria cova! ¡°Como eupraria um livro desses? Deve ter sido alguma promo??o de pre um e leve outro¡® na livraria, e Brunaprou junto.¡± Seria estranho se Felipe acreditasse n. Essa mulher era cheia de artimanhas, ser¨¢ que n?o tinha sequer uma para torn¨¢¨Clo um caixa eletr?nico para a vida toda? Aqus imagens n?o eram o bastante para ati?¨¢¨Clo, mas o peito d, era capaz de acend¨º¨Clo em chamas. Ele a pegou no colo e caminhou em dire??o ¨¤ cama. ficou petrificada de medo, im¨®velo pedra, os olhos arregdos mais que sinos. ¡°N?o¡­ N?o me toque, nosso casamento ¨¦ um contrato, n?o pode ser assim, meu primeiro¡­ deve ser guardado para o meu verdadeiro marido no futuro.¡± Felipe franzia a testa, uma express?o sombria tomava conta dele, e s¨® de pensar que outro homem poderia tomar seu lugar, seu sangue fervia de raiva, imaginando desmembrar esse rival imagin¨¢rio e reduzi¨Clo a p¨®! 1/3 12:50 Capitulo 111 ¡°Que ele v¨¢ para o inferno!¡± Ele sen?ou sobre , a m?o grande descaradamente cobrindo seu peito, brincando ralva. Sua propriedade privada, ningu¨¦m mais ousaria tocarl estava envergonhada e irritada, assustada e temerosa, suas pernas apertadas for?a. temendo que ele realmente a conquistasse. ¡°Eu¡­ Eu estou gr¨¢vida, a barriga grande assim, n?o podemos fazero as pessoas normais, vai machucar o beb¨º¡­ al¨¦m disso, ¨¦ minha primeira vez, e se eu me machucar?¡± Felipe respirou fundo, seu olhar fixo n, duas pequenas chamas ardendo em seus olhos. g¨¦lidos. engoliu em seco e rapidamente acrescentou: ¡°Voc¨º tem muitas mulheres, n?o precisa se envolver com uma gr¨¢vida, n¨¦?¡± O olhar de Felipe esfriou lentamente,o se uma s¨²bita onda de frio o tivesse varrido. ¡°Voc¨º est¨¢ incentivando o seu pr¨®prio marido a trair?¡± Ah, Ang Alves pensou consigo,o se ele precisasse de incentivo para trair. Quantas vezes foi traida? ¡°O contrato diz para n?o interferirmos na vida privada um do outro, o que voc¨º faz ¨¦ por sua conta, eu n?o vou me meter.¡± Mesmo que se intrometesse, n?o adiantaria, s¨® iria se humilhar. Felipe estava irritado, sentindo que o contrato havia sido redigido de forma muito apressada, um verdadeiro bug no seu pensamento meticuloso e preciso. Ele se apoiou um bra?o e a soltou, sentando¨Cse. Pequena diabinha, ati?ava o fogo e depois n?o queria apagar. tinha dominado a arte de provocar! ¡°Se voc¨º ousar me trair, vai passar a vida trancada num quartinho escuro, sem ver a luz do sol.¡± ?ng Alves ficou sem pvras. Tiranos s?o assim, n?o permitem que os outros fa?am o que eles faz. ¡°Como uma gr¨¢vida poderia fazer isso?¡± ¡°Nem pensamentos traidores s?o permitidos!¡± ele disse em tom severo. N?velDrama.Org copyrighted ? content. Ang Alves fez uma careta para ele, ¡°Somos iguals.¡± Ele riu zombeteiro, segurando o queixo d, ¡°Quem foi que me empurrou pra fora da cama agora h¨¢ pouco?¡± 12:50 Essa pergunta ficou presa na garganta d, n?o podendo ser engolida nem cuspida. ¡°Eu¡­ Eu quero dormir, que tal voc¨º contar uma hist¨®ria de ninar para o beb¨º?¡± pegou um livro e entregou para ele, habilmente mudando de assunto. Cap铆tulo 112 Cap¨ªtulo 112 Felipe mal p?de conter um estalo na testa d, um toque travessoo castigo. ¡°Vai dormir.¡± ¡°Ah.¡± apressou¨Cse a puxar o cobertor, envolvendo¨Cse at¨¦ o pesco?o. Felipe saiu, levando consigo o ¡°Guia para r??es sexuais durante a gravidez¡°. ficou secretamente aterrorizada, pensando consigo mesma se ele estaria nejando estudar aquilo a fundo. Depois de estudar, n?o iria querer experimentar tudo n? instintivamente cruzou as pernas, decidida a defender¨Cse at¨¦ o ¨²ltimo suspiro, sem deixar que ele ultrapassasse suas barreiras! Felipe n?o ficou para passar a noite; era f¨¢cil ficar estressado ali, e ele n?o dormiria bem. Somente quando ouviu a porta se fechar ¨¦ que rxou e finalmente fechou os olhos para dormir em paz. Os designs de Helena seguiam um estilo retro e esteticamente agrad¨¢vel, uma marca registrada d. era conhecida no mundo do designo a ¡°mestra da beleza¡°. Quando o rascunho inicial foi revdo, todos ficaram maravilhados. Era uma vit¨®ria garantida, sem d¨²vida! Helena ostentava um ar de triunfo,o se j¨¢ fosse a vencedora, enquanto ?ng Alves, uma novata na ¨¢rea de design, ousavapetir , o que parecia pura presun??o. ?ng Alves estava bastante calma; seu design era de fato deslumbrante, mas o d tamb¨¦m n?o ficava atr¨¢s. reuniu a equipe na s de reuni?es para discutir. Todos j¨¢ tinham terminado seus primeiros rascunhos, e ?ng Alves discutia eles, fazendo algumas modifica??es nos detalhes. Mike trouxe as ¨²ltimas not¨ªcias; a equipe de Helena havia convidado o novo queridinho B¨®ris, junto com a rec¨¦m¨Ccontratada Narciza Pires, para fotografar publicidade deercial juntos. Isso n?o s¨® lhes daria uma vantagem na publicidade, mas tamb¨¦m deixaria a equipe de ?ng Alves sem uma celebridade para endossar seu produto. Narciza n?o poderia participar de dois publicidadeserciais diferentes ao mesmo tempo. Liliana disse: ¡°O projeto deles j¨¢ foi aprovado pelo Gerente Nunes, e ouvi dizer que ele rejeitou o no de marketing do pr¨®ximo trimestre do Diretor Machado, deixando apenas dois departamentos para promover nossa s¨¦rie ¡®Destino¡®, enquanto o resto dos recursos serial 1/3 12:51 Capitulo 112 voltado para a promo??o da s¨¦rie ¡®S¨® Amor¡® da Helena.¡± ?ng Alves murmurou em desgosto, parecia que Gerente Nunes estava totalmente no bolso de Helena, ¡°O grande chefe ainda n?o decidiu, e o que um vice¨Cpresidente diz n?o ¨¦ definitivo. Na reuni?o, tenho meus pr¨®prios m¨¦todos.¡± Saindo da s de confer¨ºncias, enviou uma mensagem no WhatsApp para Diretor Machado. Na reuni?o da empresa naqu tarde, Diretor Machado n?o seguiu o no de marketing de Gerente Nunes, mas insistiu em sua pr¨®pria estrat¨¦gia original. Isso irritou muito Gerente Nunes. ¡°A s¨¦rie ¡®S¨® Amor¡® da equipe da Sra. Ara¨²jo ¨¦ extremamente luxuosa e impactante, o que a faz se destacar. Empara??o, a s¨¦rie ¡®Destino¡® da equipe de Gerente Alves parece um pouco apagada. Portanto, espero que Diretor Machado aceite minha sugest?o e aloque mais recursos de vendas para promover a s¨¦rie ¡®S¨® Amor¡°¡°, disse ele. Ele fez uma pausa e continuou, ¡°Gerente Alves e Sra. Ara¨²jo est?opetindo, e na ¨¢rea de marketing, isso pode ser considerado seu primeiro duelo. S¨® os produtos mais apelo de mercado devem receber mais recursos.¡± ?ng Alves manteve sua calma, sorrindo levemente, ¡°Isso ¨¦ apenas a opini?o pessoal do Gerente Nunes, ou ¨¦ a opini?o de todo o departamento de marketing?¡± Gerente Nunes estava prestes a responder quando Diretor Machado interrompeu, ¡°Eu pessoalmente prefiro a s¨¦rie ¡®Destino¡®. A s¨¦rie ¡®Destino¡® possui uma criatividade ¨²nica e n?o fica atr¨¢s da s¨¦rie ¡®S¨® Amor¡® em termos de est¨¦tica. Por isso, eu n?o concordo o no de marketing do Gerente Nunes.¡± Isso calou o Gerente Nunes, impedindo¨Co de fr em nome de todo o departamento de marketing.Please check at N/?vel(D)rama.Org. O Gerente Nunes j¨¢ estava a faca afiada para o Diretor Machado;o ele poderia simplesmente ficar parado sem fazer nada? ?ng Alves sorriu sutilmente, tranqu e serenamente disse: ¡°J¨¢ que o Gerente Nunes e o Diretor Machado t¨ºm suas diverg¨ºncias, que tal fazermos assim? Cada um lidera uma equipe, promovendo o ¡®S¨® Amor¡® e a s¨¦rie ¡®Destino¡®, respectivamente. Assim tamb¨¦m seria mais justo.¡± Ap¨®s dizer isso, voltou seu olhar para Felipe, ¡°Sr. Martins, o que o senhor acha?¡± Felipe olhou para profundamente e assentiu levemente. Depois da reuni?o, foi ao escrit¨®rio do presidente e,o de costume, preparou um caf¨¦ preto especialmente para Felipe. ¡°Sr. Martins, a Helena contratou um novo astro em ascens?o e a Narciza para estrrem uma 2/3 12:51 Capitulo 112 publicidade deercial, e agora eu fiquei sem ningu¨¦m para a campanha.¡± Cap铆tulo 113 Cap¨ªtulo 113 Felipe tomou um gole de caf¨¦, seus olhos brilhando uma nitidez prante. ¡°E ent?o?¡± ?ng Alves odou¨Cse no sof¨¢, ajeitando uma mecha de cabelo atr¨¢s da orelha. ¡°Preciso conversar Elton e ver quem seria o melhor para a sess?o de fotos, j¨¢ que agora estou gr¨¢vida e n?o posso aparecer na frente das camaras.¡± Felipe franzia a testa, e seu semnte gelou imediatamente. Ele entendeu suas inten??es. ¡°Voc¨º ainda quer contratar Elton para oercial?¡± ¡°Se n?o fosse por isso, os outros j¨¢ teriam levado nosso porta¨Cvoz, ro que eu quero o melhor time de filmagem.¡± ?ng falou seriamente. ¡°Voc¨º sempre foi muito profissional e s¨® se importa os resultados, n?o com o processo. Ent?o, certeza voc¨º n?o se iodara esses pequenos detalhes, certo?¡± Uma fa¨ªsca de fogo passou pelo olhar de Felipe. Please check at N/?vel(D)rama.Org. estava tentando antecipar sua jogada para que ele n?o tivesse motivos para recusar? Ele nunca imaginou que esse mulher tem tantas artimanhas! ¡°Voc¨º acha que eu sou f¨¢cil de enganar?¡± ¡°Eu nunca ousaria enganar voc¨º. A ¨²nica pessoa que poderia passar a perna em voc¨º ainda est¨¢ no meu ventre e nem nasceu.¡± acariciou a barriga, exibindo um ar travesso. Parecia que o ¨²nico que poderia vencer o grande chefe seria seu pr¨®prio filho. Felipe ficou ao mesmo tempo irritado e divertido. Com o caf¨¦ em m?os, aproximou¨Cse e olhou para de cima, ¡°E se eu n?o concordar?¡± ?ng apontou para sua barriga ligeiramente saliente. ¡°Senhor Martins, desaven?a¡¯s entre irm?os n?o s?o boas. N?o deveria dar um bom exemplo para os seu filhos?¡± Felipe colocou a x¨ªcara de caf¨¦ dedo e se inclinou para frente, apoiando uma m?o no bra?o do sof¨¢ e a outra no encosto, olhando¨Ca sombriamente. ¡°Eu j¨¢ te avisei para n?o usar a crian?ao escudo.¡± Uma press?o intensa a fez recuar instintivamente para um canto. ¡°Voc¨º n?o disse que dever¨ªamos prestar aten??o na educa??o subconsciente do feto? Mesmo que eu n?o fale, isso influenciar¨¢ a crian?a de maneiras invis¨ªveis. Eles certamente herdaram sua intelig¨ºncia e ter?o uma perce??o do mundo muito mais agu?ada do que a maioria.¡± Enquanto fva, segurou a m?o dele e a colocou em sua barriga. ¡°Quando voc¨º f, eles se mexem suavemente aqui dentro, certeza reconhecem sua voz e sabem que voc¨º ¨¦ o 1/2 12:51 Capitulo 113 pai. Com outras pessoas, isso n?o acontece.¡± ¡°¨¦ verdade?¡± A express?o de Felipe suavizou imediatamente, e seus olhos brilharam. acenou vigorosamente a cabe?a e suspirou. ¡°Aposto que quando voc¨º estava no ¨²tero, tamb¨¦m sentiu a desarmonia entre seus pais e por isso desde pequeno n?o gostava do seu pai.¡± O canto da boca de Felipe contraiu¨Cse,o se tivesse sido atingido por aqus pvras. Ele de fato odiava o velho, desde que nasceu! Levantando a m?o, ele deu um leve tapa em sua testa. ¡°Voc¨º ¨¦ uma lombriga dentro da minha barriga para saber tanto?¡± fez uma careta, acariciando a barriga. ¡°Papai, lembre¨Cse de manter a harmonia.¡± Felipe ficou sem pvras, sentindoo se estivesse sendo manipdo. Era um contra tr¨ºs, e isso parecia um pouco desvantajoso para ele. Ele se sentou no sof¨¢, retomou a x¨ªcara e tomou um pequeno gole de caf¨¦, seu semnte voltando a ser s¨¦rio e frio. ¡°N?o pense que isso vai poder me enrr.¡± ?ng torceu a boca. Esse cara erao um granito milenar, t?o duro e frio que nem dava para mexer. ¡°Voc¨º provavelmente n?o sabe, mas Elton sempre o invejou. Voc¨º tinha m?e, irm?, era o queridinho da fam¨ªlia. E ele? Agora sem m?e, sem pai, sem irm?os de sangue, ¨¦o um ¨®rf?o.¡± fez uma pausa e continuou. ¡°Quando era menor, ele deve terpetido voc¨º pelo amor do pai. Mas voc¨º j¨¢ n?o considerou que era porque no cora??o dele s¨® restava o pai? Ele temia perder esse amor. Se at¨¦ o pai deixasse de am¨¢¨Clo, o que ele faria?¡± Felipe ficou em sil¨ºncio, sua express?o se aprofundando,o um po?o antigo e misterioso. Capitulo 114 Cap铆tulo 114 Cap¨ªtulo 114 Elton tornou¨Cse ¨®rf?o por culpa daqu mulher que foi longe demais, acabando por causar a pr¨®pria ruina. O velho, enquanto vivo, sempre o apoiou secretamente, e deixou¨Clhe toda a sua propriedade privada. Seus irm?os mais velhos n?o estavam deprimidos, ent?o por que ele estaria triste? ¡°N?o se meta no que acontece entre mim e o Elton.¡± ?ng Alves mostrou a l¨ªngua, ¡°Eu sei que n?o tenho direito de interferir, s¨® n?o quero que o Sr. Martins deixe quest?es pessoais influenciarem minhapeti??o.¡± Felipe tomou um gole de caf¨¦, uma express?o sombria e indecifr¨¢vel. Depois de um longo sil¨ºncio, murmurou algumas pvras, ¡°Posso ceder desta vez. Se perder, a culpa ¨¦ sua por n?o ser boa o suficiente.¡± suspirou aliviada, esbo?ando um leve sorriso, ¡°O esfor?o ¨¦ humano, o resultado ¨¦ divino, desde que a gente fa?a o nosso melhor, n?o h¨¢ nada amentar.¡± Depois do expediente, foi ao Sabor da Selva. Na manh? seguinte, Elton mandou uma mensagem pelo WhatsApp, ele estava de volta ¨¤ Cidade Mar, ent?o reservou um espa?o separado ebinou de jantar ele. ¡°Nos pr¨®ximos dias, ser¨¢ a Fl¨¢via que vai panhar o Enzo Alves, al¨¦m das grava??es, tamb¨¦m conseguiu para ele uma vaga em um programa de variedades. Voc¨º pode ficar tranqu ele.¡± ¡°Com voc¨ºo um suporte t?o firme, o que haveria para se preocupar?¡± ?ng Alves sorriu, mudando o tom da conversa, ¡°Voc¨º sabe que dia ¨¦ hoje?¡± Elton ficou surpreso, pegou o celr, checou o calend¨¢rio, um diaum. ¡°Que dia ¨¦?¡± Ele perguntou, curioso. ¡°¨¦ o dia em que nos conhecemos h¨¢ exatamente 1200 dias.¡± sorriu, seus olhos brilhanteso a lua crescente. O olhar de Elton ficou distante por um momento,o se uma pedra tivesse ca¨ªdo nogo do seu cora??o, criando pequenas ond??es brilhantes. ¡°N?o imaginei que voc¨º se lembraria tanta reza.¡± This is the property of N?-velDrama.Org. riu, mostrando seus dentes brancos e brilhantes, ¡°Voc¨º esqueceu o que o Enzo disse, n¨®s, da fam¨ªlia Alves, temoso nossos maiores pontos fortes a beleza e uma boa mem¨®ria.¡± Ele foi o primeiro homem que fez seu cora??o bater mais forte, e mesmo que o breve amor n?o correspondido fosse coisa do passado, as mem¨®rias ainda eram doces. 1/3 12:51 Capitulo 114 Elton sorriu. Ele gostava de estar Ang Alves, erao um pequeno sol, irradiando do?ura e brilho por onde passava. Cada vez que a via, o canto mais escuro e frio de seu cora??o se aquecia e iluminava a sensa??o de sol, ?ng Alves tirou de sua bolsa uma caixinha de veludo, ¡°Tenho um pequeno presente para voc¨º.¡± Elton mostrou um arrependimento, ¡°O que eu fa?o? N?o preparei um presente.¡± ¡°Voc¨º j¨¢ me deu presentes antes. Este ¨¦ tanto um presente quanto um agradecimento.¡± passou a caixinha para ele. devia a ele por toda a ajuda que tinha recebido. Elton delicadamente abriu a caixa, revndo uma miniatura de camera de ouro, muito bem trabalhada. disse sorrindo: ¡°Eu mesma desenhei, votos de que cada cena que voc¨º capturar seja t?o preciosa quanto o ouro.¡± Nos olhos castanhos encantadores de Elton brilhava uma luz suave de afeto, ¡°¨¦ lindo, o melhor presente que j¨¢ recebi.¡± sorriu ammente, as covinhas em suas bochechas se formando suavemente. sabia que ele gostaria. O gar?om trouxe aida. Enquantoiam, Elton tomou um gole de vinho branco e perguntou baixinho: ¡°Como v?o as coisas no trabalho ultimamente?¡± suspirou levemente, ¡°O rascunho do meu novo design est¨¢ pronto, Helena contratou o novo top B¨®ris e a Narciza para uma grande campanha publicit¨¢ria, ent?o n?o precisarei mais da Narciza.¡± rgou os talheres e olhou para ele um ar de s¨²plica, ¡°Ser¨¢ que eu ainda poderia convidar o mais renomado fot¨®grafo do mundo para fazer nossa campanha?¡± Elton riu, ¡°Para um bom amigo, n?o h¨¢ sacrif¨ªcio grande demais.¡± ?ng Alves ergueu seu copo de suco e brindou ele levemente. Elton era confi¨¢vel e sempre disposto a ajudar, muito melhor do que o irm?o mais novo, que era imprevis¨ªvel e frio. Com esse pensamento, se apressou em se corrigir. Ah, precisava ter cuidado a educa??o pr¨¦¨Cnatal subconsciente, n?o podia transmitir energia negativa para o beb¨º na barriga, pois isso poderia prejudicar a r??o de parentesco 2/3 12:52 Cap¨ªtulo 114