Capitulo 298
Um cfrio perturbador atravessou o seu peito, e ele apertou os punhos, esfor?ando–se para manter
o controle e a calma.
“Tenho umpromisso inadiavel, preciso sair agora. O resto é você.”
Ele sussurrou baixinho, e Helena, surpresa, assentiu obedientemente, querendo agradá–lo: “é sobre a
fus?o internacional? Pode ir, eu cuido de tudo por aqui, já está quase acabando
mesmo.”
Saindo do hotel Felipe pulou no carro e rapidamente voltou para a mans?o.
*Ang foi encontrada?”
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Bebel bn?ou a cabe?a; os seguran?as ainda procuravam por nas ruas, o celr estava
desligado, impossivel rastrear.
“Depois do almo?o, a senhora disse que estava dor de barriga, ent?o a vovó Ondina e eu al
levamos ao hospital. Depois que entrou no consultório, a vovó Ondina sentiu–se mal, pediu–me
para ajudá a ir ao banheiro e, quando voltamos, a senhora havia desaparecido. Verifiquei as
cameras do hospital e a senhora tinha saído e desaparecido.”
Felipe percebeu imediatamente que havia algo errado e perguntou apressadamente: “E a vovó
Ondina?”
“ cuidando das crian?as.”
está em seu a
Antes mesmo de Bebel terminar, Felipe subiu as escadas correndoo um raio.
Ke tinha acabado de trocar a fralda do bebê e o segurava nos bra?os, andando de umdo para o
outro, cheia de preocupa??o.
estava muito preocupada a filha, sem sabero estava.
Felipe abriu a porta e, vendo a express?o ansiosa d, se perguntou o que havia acontecido.
“Sogra, onde está a ?ng? Para onde foi a ?ng?”
Ke fingiu ignorancia: “Eu também n?o sei, os seguran?as ainda n?o a encontraram?”
Felipe olhou para seriedade: “Por favor, diga–me para onde foi. Sozinha, pode estar
correndo perigo a qualquer momento!”
Ao ouvir as pvras “perigo“, Ke n?o conseguiu segurar as lágrimas.
“Para onde mais poderia ir? foi salvar a crian?a! Você n?o se importa a crian?a, quer se
livrar d, ent?o só podia ir por conta própria. Por que você trata ?ng assim? acabou de ter
o bebê, e você já n?o a quer, quer se casar outra mulher. Se n?o gostava d, por que a tirou de
Elton? Se fosse Elton, ele jamais a trataria assim!”
Cada pvra d erao um roj?o, explodindo ao seu redor, fazendo cada nervo dele doer
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intensamente.
“Será que foi atrás de Elton?
Ke cobriu a boca, chorando “uer que Elton a leve ao Pais A, para salvar a crian?a.”
Felipe correu para o aeroporto, mas ja era tarde demais; o jato particr de Elton já havia decdo.
“Prepare um avi?o agora, para o Pais A.
“Sim”
Voando trinta mil pés de altura.
Ang estava deitada no assento, sentindo–se extremamente cansada.
Elton, o cora??o apertado, entregou–lhe um suco: “Você realmente quer ir ao Pais A? Pode ser
uma armadilha, será muito perigoso.”
Ang sabia disso, mas mesmo que fosse um mar de fogo, iria, pois seu filho estava lá!
“N?o posso abandonar meu filho.”
Elton mexeu seu café uma voz grave: “é o filho de Felipe, n?o é?”
estremeceu a pergunta, olhando para ele surpresa, sem saber o que responder. Ele deu
de ombros: “N?o é dificil de adivinhar, eu vi o Felipe no Bay Apartment“.
Ang baixou a cabe?a, seus longos ciliosn?ando uma sombra triste em seus olhos ros: “N?o
tenho mais nada a ver ele*.
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Os olhos castanhos de Elton brilhavam sombriamente ao sol, um toque de acidez: “Ele seria
capaz de abandonar até mesmo o próprio filho?”
O rosto de Ang mostrou um sorriso triste: “Helena está grávida, é a mulher que ele ama. o filho
deles é que é o tesouro dele, meu filho n?o significa nada. Ele simplesmente n?o se importa!”
Enquanto fva, o ódio se definia em seus olhos, e Elton o viu, seu cora??o afundando em um abismo
sem fundo.
Sem amor, de onde viria o ódio?