Capítulo 297
“Nilo, mam?e tem que ir salvar o Noé, n?o posso ficar aqui para cuidar de você. Seja um bom menino
e ou?a a vovó, mam?e certeza trará o Noé de volta.”
O pequeno Nilo olhava para os olhos arregdos, franzindo a bocao se quisesse chorar,
mas segurando as lágrimas. Ele esticou a m?ozinha e acariciou suavemente o rosto.
d.
“Nilo!” – Ang segurou a m?o do filho, sentindo uma dor dcerante no cora??o.
n?o queria deixá–lo, mas Noé ainda estava sofrendo. Felipe poderia deixá–lo, mas n?o. Para
uma m?e, seus filhos s?o mais Importantes do que a própria vida.
Já era tarde da noite.
áng n?o conseguia dormir, segurando o filho nos bra?os, olhando para ele relutancia,o se
quisesse gravar na memória cada detalhe de seus olhos, nariz e boca.
n?o sabia quando poderia voltar, nem se conseguiria voltar viva.
Se aqu noite seria uma despedida eterna, queria gravar cada detalhe do filho em sua alma, de
modo que, mesmo depois de atravessar a ponte do esquecimento e beber a sopa da perdi??o,
jamais o esqueceria.
O menino dormiu profundamente nos bra?os da m?e, segurando gentilmente suas roupas,o se
temesse que fosse embora.
Talvez ele tenha entendido as pvras da m?e, maso ainda n?o conseguia fr, só podia
responder um pequeno gesto.
Logo o dia iria amanhecer.
Depois de amamentar o filho, o levou para o quintal para tomar sol.
“Céu escuro se abaixa, estrs brilhantes panham, os insetos voam, os insetos voam, quem
você está pensando…”
cantarva a can??o suavemente.
“Nilo, você também deve sentir muita falta do Noé, né? Quando mam?e trouxer o Noé de volta,
ficaremos juntos todos os dias, e eu nunca mais os deixarei. Mesmo que papai queira me mandar
embora, eu n?o vou, porque mam?e precisa proteger vocês e n?o deixar que os maus os
machuquem!”
Ke espiava da porta, sem conseguir conter as lágrimas. Ao ver Bruna se aproximar, rapidamente
enxugou os olhos: “?ng, está na hora do almo?o, entregue o menino para a Bruna.”
?ng olhou profundamente para o filho, inclinou–se e beijou carinhosamente sua cabe?a. “Nilo, a
mam?e está indo embora agora, eu te amo muito, muito mesmo!”
No almo?o, Ang mal tocou em suaida.
Quando colocou os talheres no ch?o, de repente, apertou o est?mago: “M?e, meu est?mago está
doendo, parece que vou morrer.”
Ke gritou assustada: “Ang, você se machucou fazendo ioga de manha? Precisamos ir ao hospital
imediatamente“.
Ao ouvir isso. Bebel deu algumas instru??es aos outros seguran?as e, junto Ke, ajudou Ang
a entrar no carro.
Chegando ao hospital, Ang entrou na s de exames.
Ke e Bebel esperaram dodo de fora.
Ke apoiou a testa a m?o: “Bebel acho que estou muito nervosa, estou me sentindo tonta e
ansia de v?mito, pode me ajudar a ir ao banheiro?”
“ro.” – Bebel n?o pensou muito e a panhou até o banheiro.
Atrás deles, uma silhueta saiu da s de exames e desapareceu rapidamente pelo corredor.
O Hotel Paz.
Apesar do pouco tempo, a festa de noivado foi muito grandiosa.
Helena usou um deslumbrante e suntuoso vestido de noiva branco.
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Simone Nogueira a observava caut: “Agora que você está grávida, precisa tomar cuidado
tudo, n?o pode mais ser t?o impulsiva.
“Eu sei, mam?e. – Helena acariciou sua barriga de forma exagerada. n?o havia contado al
ninguém sobre sua falsa gravidez, nem mesmo a seus pais. Afinal de contas, mais cedo ou mais tarde
engravidaria de verdade e n?o estava preocupada em ser descoberta.
A cerim?niae?ou rapidamente.
O apresentador subiu ao palco e fez o discurso, e a festa foi iniciada.
Todos os rituais intermediários foram dispensados.
Os pais da familia Araújo também sabiam que Felipe era um homem de poucas pvras e n?o iria
interagir sua filha no palco. Desde que as formalidades fossem cumpridas, estaval tudo bem.
Felipe estava distraído, pois n?o havia dormido na noite anterior. Depois de sair da mans?o, ele teve
uma sensa??o ruim,o se algo terrível estivesse prestes a acontecer.
De repente, seu celr tocou. Era a Bebel
“Senhor Felipe, algo terrível aconteceu, a senhora desapareceu!”