Capitulo 126
Eloisa deu um tapinha no ombro e se levantou.
Uma mulher sem influência, sem coragem, ainda por cima ingénua, Jarnals seria páreo para a Tina.
Esmagá seria mais fácil do que acabar uma formiga.
Provavelmente, desejava se agarrar as ss da filha para ter algurn respaldo, Fazer d uma
assistente pessoal até que seria viável.
Depois que partiu, Ang Alves soltou um suspiro de alivio.
Nesse momento, Gabri Castro também estava de olho na situa??o, bem clente de que Ang
Alves carregava em seu ventre o seu preciosoo, e nada podia dar errado.
Pelo olhar de Eloisa, parecia que n?o havia percebido nada. Afinal, a mo?a n?o era t?o t quanto
parecia.
Ang Alves tomou um gole de suco e viu Elton se aproximar.
Ele erao um raio de luz nas trevas, trazendo um brilho sutil aos seus olhos apagados.
“Sr. Elton, tudo bem?”
n?ou uma sauda??o formal que o fez hesitar, “Essa maneira de cumprimentar n?o é muito
formal?”
?ng Alves sorriu sem gra?a. “Hoje só tem executivos de alto escal?o e grandes acionistas. e eu sou
a de menor posi??o. N?o seria estranho ser muito informal você?”
Elton sorriu ironicamente. “Por acaso você teme queecem a fr que estamos juntos?”
Ang Alves cobriu a boca, murmurando quase inaudivel: “Muitos já pensam que estamos
namorando, mas n?o expliquei. Para os fofoqueiros, explicar é só uma maneira de esconder. N?o me
importo o que eles pensam, afinal quem é honesto n?o teme rumores.”
Elton riu e sentou–se aodo d no sofá. “Também n?o me dou ao trabalho de explicar. O que os
outros pensam n?o é importante, por que se importar?”
Ang Alveseu um peda?o de tangerina e baixou a cabe?a, suspirando levemente. “Eu queria
poder conhecer o diretor regional do grupo, tentar conseguir mais recursos de vendas, mas acabei
sozinha aqui.”
“N?o fique desanimada. Apenas dizer olá em uma festa n?o ajuda muito. Se a linha ‘Destino‘ vender
bem na matriz, as outras regi?es ter?o que se esfor?ar nas vendas. Quem n?o quer ser o campe?o do
ano?” Elton consolou.
?ng Alves for?ou um sorriso. “Você tem raz?o.”
Enquanto conversavam, viram o chefe da familia Martins, Vasco Martins, se aproximar.
Seus olhos circram por Ang Alves. “N?o é a modelo da campanha ‘Secreta“? Realmente
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tem uma beleza refrescante,o uma fada.”
“Sr. Vasco, prazer, sou ?ng Alves.” Ang Alves se levantou para cumprimentá–lo.
Ele sorriu levemente. “Bonito nome, áng Alves, um ángulo perfeito.”
Elton tomou um gole de champanhe, exibindo um sorriso malicioso. “Você veio aqui para ter um pouco
de paz e sossego?”
Vasco abriu as m?os. “Aqui é o território do Felipe, somos apenas coadjuvantes.”
“Um pouco de tranquilidade é bom. Assim podemos fazer o que gostamos. Ele n?o tem a liberdade
que temos, nem para escolher a própria esposa.” Elton suspirou levemente.
O olhar de Vasco atravessou a multid?o até pousar em Helena. “Aquele vestido que Helenal está
usando n?o é o mesmo que Le usou há três anos na festa rosa?”
Um brilho astuto passou pelos olhos de Elton. “Você tem boa memória.”
“Naquele mar de rosas vermelhas, só Le de vestido verde. Um toque de verde num oceano. de
vermelho,o esquecer?” Vascoentou um estalo dos lábios. “ está cada vez mais
parecida a Le.”
“Se Le n?o fosse excepcional,o poderia atrair Felipe?” Elton disse.
?ng Alves ficou dedo, observando a cena atentamente.
Essa narrativa, tinha visto em séries da inte: primeiro imitar, depois substituir.
Vasco bn?ou sua ta?a de champagne, “Helena ainda é um pouco inferior a Le, que é a pessoa
mais bonita da Cidade Mar.”
“Embora n?o chegue aos pés d, ainda é melhor que a Tina,”entou Elton.
Vasco concordou um aceno de cabe?a, “Isso é verdade. Casar a Tina? Ele n?o quer nem de
gra?a. Se fosseigo, também n?o queria. Aqu mo?a é ciumenta, gosta demais deplicar as
coisas,o é que Felipe apenas tem uma mulher aodo dele?”This is the property of N?-velDrama.Org.