Capítulo 125
Tina relutava em soltar o bra?o de Felipe, “Tia, eu vou o Felipe, sou sua noiva, estar ao seudo
é meu dever.”
A matriarca olhou para fingindo reprova??o, “Os Martins n?o têm essa tradi??o, só depois de
casada oficialmente é que pode panhá–lo. Seja sensata, espere aqui, Felipe logo
volta.”
Felipe imediatamente soltou a m?o d, odou–a no sofá e saiu.
ficou frustrada, mordendo os lábios.
De longe, ?ng Alves observava, esperando que Tina pudesse apresentá ao gerente. regional,
mas vendo seuportamento, parecia improvável.
Olhou ao redor e viu o Diretor Machado e a gerente de pessoal Amy, ocupados cumprimentando
conhecidos; aproximar–se n?o seria apropriado.
estava na empresa há apenas dois anoso assistente de design, nem conhecia todos os
diretores do grupo, que dirá as pessoas da regi?o.
Se fosse promovida a gerente, poderia cumprimentar todos abertamente, mas sua posi??o atual era
embara?osa.
This is the property of N?-velDrama.Org.
Observou Helena, que era apresentada aos executivos e diretores pelo Gerente Nunes,o
peixe na água.
Sentiu–se extremamente frustrada e silenciosamente sentou–se num canto.
era a presen?a mais constrangedora no sal?o, uma invisível.
O que n?o sabia era que vários olhos estavam secretamente sobre .
Felipe, ao entrar, viu–a imediatamente e, onde quer que fosse, mantinha–a em seu campo de
vis?o.
Ang Alves n?o ousava olhar para ele, nem de rnce.
As pvras de Tina a deixaram inquieta.
N?o podia deixar transparecer nada que fizesse suspeitar de seu rcionamento Felipe.
Eloisa também a observava secretamente, pensandoo parecia magra para uma grávida.
Sua filha havia lhe dito que, após um aborto, Ang desenvolvera miomas uterinos.
Se a crian?a ainda estivesse lá, Felipe n?o teria trazido Helena, certo?
De qualquer modo, era melhor sondar.
Eloisa aproximou–se uma ta?a de champanhe.
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Capitulo 125
“Você é Ang Alves?”
Ang prontamente levantou–se, acenando a cabe?a e curvando–se, “Sim, olá, Donal Silva,”
Eloisa olhou para o copo de suco nas m?os d, “Você n?o bebe champanhe?”
Ang mordeu os lábios, “Estou… doente, tomando medicamentos, n?o posso beber.”
“Oh.” Eloisa sentou–se, fndo baixo, “Sente–se.”
“Obrigada, Dona Silva.” Ang sentou–se culdadosamente na cadeira aodo.
Eloisa deu um pequeno gole no champanhe.” Soube p Tina que vocês s?o amigas agora?”
Ang Alves acenou apressadamente a m?o: “N?o, eu sou apenas uma funcionária pequena,
como posso me atrever a ser amiga da Sra. Silva, a Sra. Silva é a esposa do chef?o. ou seja, metade
do meu chefe, enquanto precisar, farel o possivel para atendê“.
O uso da pvra “esposa” fol suficiente para fazer Eloisa sorrir.” Ouvi dizer que você estápetindo
com Helena p poso??o de Diretora.”
Ang baixou a cabe?a, seus cillos espessos projetando uma sombra sobre suas pálpebras.
Suas m?os apertavam o tecido do vestido, parecendo frágil e medrosa.
“Estou em desvantagem, Helena tem uma boa r??o o patr?o, ent?o muitos na empresa a
favorecem. Dizem que mesmo que n?o se torne a esposa do presidente, ainda é a amante…”
As últimas pvras foram sussurradas baixinho, mas ainda audíveis para a outra.
Um brilho sombrio passou pelos olhos de Eloisa.
Ang continuou: “Felizmente, Sra. Silva sempre me encorajou e me deu coragem. Penseiigo
mesma, devo ser alguém da esposa do presidente,o poderia perder para uma amante?”
Eloisa esbo?ou um leve sorriso no canto dos lábios. “Já que você é gente da Tina, certeza val
te proteger. N?o tenha medo, n?o é certeza que você vá perder para a Helena.”
“Obrigada pelo incentivo, Dona Silva,” ?ng Alves respondeu rapidamente, uma express?o de
quem quer agradar.