Capítulo 123
áng Alves serviu uma coxa de frango para mesma e disse. “Casais que ficam juntos a vida
inteira est?o ficando raros. Outro dia, a Ofélia do RH se divorciou do marido, parece que pegou ele no
pulo outra.”
N?velDrama.Org copyrighted ? content.
suspirou baixinho um toque de escárnio. “Os homens geralmente n?o conseguem manter a
coisa dentro das cal?as, ricos ou pobres, todos querem se aventurar.”
Felipe ficou sem f?lego, ele era ascético e nunca tinha se aproximado de mulheres.
“Você poderia respeitar o homem sentado aqui?”
?ng Alves fez uma careta e logo emendou um elogio exagerado. “Sr. Martins, você n?o é um
homem, é um deus entre os homens, um ser excepcional. Dos 3,981 bilh?es de homens no mundo,
deuseso você n?o devem passar de dez, s?o mais raros que diamantes, estou fndo dos outros
3,80999 bilh?es de homensuns.”
Felipe ergueu uma sobrancelha, pvras agradáveis sempre s?o bem–vindas.
“Você tem bom gosto.”
“Sou designer, é uma exigência da profiss?o. Um deus gregoo você é dificil de encontrar.”
Felipen?ou–lhe um olhar de soio, um sorriso malicioso no canto da boca. “Ent?o por que
você n?o se esfor?a maisigo?”
?ng Alves mastigou um peda?o de picanha e sorriu astutamente. “Nossos principios s?o diferentes.
Eu gosto de homens que me obedecem, e você gosta de mulheres que te obedecem. Se ficássemos
juntos, seria um choque de tit?s todo dia.”
parou de repente.
Caramba, parece que usou a express?o errada.
Choque de tit?s é mais usado para descrever r??es passionais….
apressadamente voltou aer, esperando que o chefe n?o tivesse ouvido, que ele n?o tivesse
ouvido…
Seria estranho se Felipe n?o tivesse ouvido.
Essa mulher tinha a capacidade de romper suas defesas mais fortes e deixar seus horm?nios
fora de controle.
Se n?o estivesse grávida, um choque de titas seria possível.
Ele n?o se opunha à ideia de ter algo , afinal, era um homem normal, e era a únical que
despertava seus desejos.
Satisfazer a necessidade física n?o precisa de sentimentos.
1/2
13:16
Capitulo 123
Bruna observava os dois, rindo consigo mesma. O Senhor sempre foi de poucas pvras,
valorizando–aso ouro. Em casa, durante as refei??es, n?o dizia uma pvra.
Desde quee?ou a conviver ?ng Alves, ele se tornou mais fnte e aberto.
colocou os talheres dedo e se levantou. “Senhor, ?ng, terminei deer, podern continuar à
vontade.”
voltou conscientemente para seu quarto, deixando–os continuar seu “flerte“.
O ar ficou subitamente tranquilo.
De repente, Felipe esticou a m?o e bagun?ou os cabelos de ?ng Alves. “Com que olho você viu
que eu gosto de mulheres submissas?”
“E que tipo de mulher você gosta?” perguntou de propósito.
Felipe também n?o tinha certeza; talvez alguém espirito, um pouco excêntrico, que fale bastante,
porque seria tedioso o contrário. Também alguém ousado, inteligente, um pouco esperta, ele n?o
gostava de mulheres ingênuas e doces.
?ng Alves estava certa, ele estava pensando em Le.
estava apenas fingindo ignorancia; a mulher que ele gostava erao Le.
“Você é um deus, obviamente gosta de deusas, mulheres perfeitas, lindas, corpos esculturais,
além de nobres e elegantes,preensivas.”
Felipe a encarou, esse tipo de mulher n?o seria entediante?
“Você acha que sabe o que eu tenho na cabe?a?”
“Todos os homens gostam desse tipo de mulher“, disse, mostrando a lingua, o sonho de muitos
homens.
Felipe beliscou a bochecha rosada d. “Esses s?o os 3,80999 bilh?es de homensuns, n?o eu.”
engasgou, sem gra?a, sorriu. “Sim, sim, fui superficial.”
ficou curiosa,o seria Le? Será que erao Helena, uma manipdora?
Ps fotos, parecia ser tranqu e gentil.
A beleza serena, sempre calmao uma donz, mas ágilo um coelho quando necessário,
com uma beleza etérea e talento que rivalizava o das fadas.
Felipe pegou outra coxa de frango e a colocou no prato d. Comendo, n?o conseguia fechar a
boca, e ele se sentia estranhamente iodado o silêncio quando n?o estava por perto.