Capítulo 122
“Quando você puxou minha orelha, o sono desapareceu. sorriu sem jeito, entrou no quarto. e
trocou de roupa por um moletomrgo.
Sentada no sofá, eu um peda?o de ma?a.
Grávidas devemer bastante fruta para que os bebês nas?am a pele bonita, branquinha e
macia.
“Senhor Martins, toda vez que a Tina vem, você desaparece. Isso n?o é muito insensivel? Além de ser
sua noiva, também é sua prima, cresceram juntos desde pequenos. Vocês deveriam ser próximos,
n?o é? Mesmo que n?o haja amor, ainda resta o carinho familiar.”
Felipen?ou–lhe um olhar sombrio. “Você está pena d?”
Ang Alves deu de ombros. “Somos todas mulheres, é fácil empatizar. O amor d por você é ro
para todos.”
Felipe enfiou um peda?o de ma?? na boca d, silenciando suas pvras irritantes. “N?o seja t?o
maternal.”
adivinhou que, no fundo, ele devia estar confundindo Helena Le.
A irm? mais nova provavelmente sonhava em substituir a mais velha.
Todos os dias, suas roupas e maquiagem eram exatamenteo as de Le na foto.
Era óbvio que estava tentando imitar Le.
“Você n?o está pensando em romper o noivado a Tina, está?” falou a boca cheia de
ma??, sua voz soando turva.
Por causa de Helena?
Um súbito arroubo de paix?o por uma beleza!
Felipe inclinou–se ligeiramente para frente, seu rosto bonito se aproximando, seus olhos profundos
cintndo sob a luz. “Você gostaria que eu rompesse o noivado a Tina?”
acariciou a barriga. “Isso depende de por quem você está fazendo isso.”
“Por quem você acha que eu deveria fazer?” O canto da boca de Felipe curvou–se em um leve arco
malicioso.
“Obviamente, espero que seja pelo bem dos bebês, para dar a eles uma madrasta virtuosa e gentil. Se
for por alguma garota interesseira, melhor deixar pra lá.” falou abertamente.
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Felipe arqueou as sobrancelhas. “Que garota interesseira?”
fez uma careta. Quem mais sen?o Helena?
“O quê, você tem muitas ao seu redor?”
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Um brilho afiado e frio passou pelos olhos de Felipe.
Interesseiras n?o, apenas uma mestra em manip??o.
“Se eu romper a Tina, você gostaria de lutar por si mesma?”
“N?o é necessário.” bn?ou a cabe?a energicamente, “Eu n?o me atreveria a aspirar t?o alto, e
você n?o é o meu tipo, n?o consigo lidar.”
Frio e dominador era ruim o suficiente, mas se realmente se tornasse sua esposa, certeza
ficaria deprimida.
foi t?o direta que nem hesitou por um segundo, o que fez a raiva de Felipe subir silenciosamente.
“Quem é o seu tipo, ent?o? O Elton?”
“Ele também é demais para mim, ent?o só podemos ser amigos.” Ang Alves fez uma
careta.
Felipe estreitou os olhos, uma frieza sutil brilhando neles, parecendo bastante intimidador. “De que tipo
você gosta?”
Os cílios espessos de ?ng Alves piscaram, revndo um tra?o de malicia. “Alguém que seja gentil
e atenciosoigo, que me obede?a em tudo, que nunca me contradiga, e que vá para oeste se eu
disser, nunca para o leste.”
Felipe engasgou–se for?a.
Essa mulher gosta de ter o controle?
“Você tem um gosto bem peculiar.”
“Homem tem que ser obediente, sen?o, n?o me interessa.” Ang Alves mostrou a lingua, um sorriso
travesso em seus lábios.
Felipe ficou sem pvras.
Essa mulher conseguia surpreendê–lo a cada minuto.
Realmente, há uma raz?o para ser solteira desde o nascimento.
*Concentre–se em descansar e cuidar do bebê, n?o fique pensando bobagens e ensinando coisas
erradas ao bebê.”
*Foi você quem perguntou, eu só respondi.” ?ng Alves murmurou, franzindo os lábios.
Bruna terminou de preparar aida.
se levantou, acariciando a barriga. “Os bebês est?o fome, hora deer.”
Felipe observou a silhueta d, uma raiva Indefinida crescendo dentro dele, mas ele n?o podia
expressá,o se estivesse sufocado por algod?o.
Na s de jantar, Bruna serviu uma tig de sopa para cada um.
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Capitulo 122
Ent?o, se sentou e sorriu levemente. “Entre casals, n?o há uma harmonia especial, todos brigam e
depois a vida inteira passa.”