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Cap铆tulo 14

    Capítulo 14


    Ang Alves ficou surpresa por um momento e rapidamenten?ou um olhar.


    A pessoa naqu foto realmente era .


    “Isso deve ter sido tirado sem eu perceber na exposi??o de joias. Ele estava me importunando, e eu o


    expulsei.”


    fez uma pausa antes de continuar: “Eu tenho meus critérios para escolher um parceiro. O primeiro


    é moral, eu nunca me envolveria um homem casado. O segundo é a aparência;o designer,


    busco a beleza extrema, e isso se aplica às pessoas também.”


    Felipe apertou os olhos levemente, deixando transparecer um brilho sombrio em seu olhar, que se


    tornou excepcionalmente sinistro.


    “Quantos homens atenderam aos seus critérios?”


    Ele estava sondando a privacidade d?


    A injusti?a que ?ng Alves sentia em seu cora??o rapidamente transbordouo um rio caudaloso.


    “Eu sou solteira desde que nasci, nunca namorei, ainda nem vivio mulher e agora estou prestes a


    pr direto para a maternidade. Você n?o acha que minha situa??o é especialmente trágica e


    injusta?”


    Felipe n?o acreditou em uma pvra.


    Quando  tentou seduzi–lo, agia tanta desenvoltura, ramente experiente. Como poderia


    ainda ser uma novata?


    “Lembro que você disse que havia alguém de quem gostava.”


    Ele tinha uma memória excepcional e n?o esquecia nada do que


    dizia.


    ?ng Alves mostrou a língua. Da última vez,  estava irritada e


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    disse isso de propósito.


    Na verdade,  já tinha encontrado um rapaz por quem se sentiu bastante atraída numa viagem, um


    viajante, masmentavelmente perderam contato e, provavelmente, ele n?o estava interessado n.


    “Eu gosto de alguém, mas nunca estivemos juntos.”


    “Por quê?”


    “Sabeo é… um amor n?o correspondido. Você sabeo é.”


    O rosto de ?ng Alves corou, um tanto embara?ada.


    Felipe ficou surpreso, n?o esperava essa sinceridade d.


    Na verdade, ele n?o se importava o passado d, apenas queria ter certeza de que o filho era


    seu.


    Ele se recostou na poltrona, deu um pequeno gole no café e, em seus olhos escuros e gdos,


    brilhou ummpejo de frieza insondável.


    “Eu atendo aos seus critérios?”


    Sua voz soava desinteressada,o se perguntasse por perguntar, mas ?ng Alves sabia ler as


    entrelinhas da amea?a.


    Aquilo era um teste, e se  errasse uma pvra, estaria acabada.


    “Demais que ultrapassam os limites, você é muito para mim. Eu n?o poderia me atrever a tanto.”


    O canto da boca de Felipe esbo?ou um sorriso frio e ir?nico.


    “Espero que você realmente saiba o seu lugar. Quem tem aspira??es altas demais está fadado a cair.”


    Sair algum dinheiro era o destino d; se ousasse fazer algo sob o seu olhar atento, estaria


    cavando a própria sepultura.


    O cora??o de ?ng Alves nunca foi altivo;  era uma pessoaum, um trabalho pelo qual


    lutava e uma vida tranqu, e isso


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    bastava.


    “Pode ficar tranquilo, eu sei muito bem quem sou.”


    nunca teria, nem se atreveria a ter ilus?es sobre o homem à sua


    frente.


    Ao chegar em casa à noite,  sentiu que algo sobre o dia n?o estava


    certo.


    Kelly apareceu de repente, causando confus?o, e isso era muito suspeito. N?o seria outra


    manip??o dele?


    Naquele momento, Bruna estava na cozinha preparando o jantar quando  entrou.


    ?ng disse: “Bruna, posso te ajudar avar os legumes?”


    Enquanto fva,e?ou àvar o repolho.


    Bruna rapidamente interveio: “Senhorita, n?o se preocupe, você precisa


    cuidar de si mesma e n?o se cansar.”


    ?ng sorriu levemente: “N?o sou t?o delicada assim, e nem precisal me chamar de senhorita, pode


    me chamar de ?ng. Depois de tantos dias juntas, já te considero uma tia querida.”


    Bruna também sentia que n?o a tratavao uma empregada e tinha carinho por .


    “Se você me considera uma tia querida, vou fr abertamente você. Já que você está esperando


    um filho do Sr. Felipe, por que n?o tenta lutar por ele e tomar o lugar de Senhora da casa?”


    ?ng engasgou a sugest?o,  n?o queria se humilhar, n?o tinha coragem para isso. Só de


    pensar no olhar de desprezo de Felipe, sentia medo.


    “Bruna, a Sra. Silva é a mulher que o Sr. Martins ama. Eu só posso desejar que eles fiquem juntos,


    como n?o poderia destruir o rcionamento deles?”


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    Bruna bn?ou a cabe?a. “O Sr. Felipe n?o tem olhos para a Sra. Silva. A m?e da Sra. Silva é a filha


    adotiva do bisav?, a irm? mais nova do av? Domingos, e ele tem um carinho especial p sua


    sobrinha, a Sra. Silva. Por isso, ignorando a oposi??o do Sr. Felipe, insistiu no noivado. dos dois. Na


    verdade, o Sr. Felipe já tem alguém no cora??o.”


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    “Ah? Quem é?”


    ?ng Alves mostrou um leve sorriso de quem adora uma fofoca.
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