Capítulo 13
Essas pvras n?o eram para tirá da confus?o, mas sim para jogar mais lenha na fogueira. A Sra.
Cruz, ao ouvir, ficou furiosa: “Sua vadia, a barriga está crescendo e ainda tem cara de pau para
argumentar?”
Ang Alvesn?ou um olhar sombrio para Kelly, sentindo que a situa??o era maisplicada do que
parecia.
“N?o estou grávida, o enjoo é por causa dos efeitos cterais dos remédios que tomei. Sou solteira e
virgem,o poderia estar grávida?”
Kelly curvou os lábios num sorriso ir?nico. “Que tal isso? Fa?a um espacate, incline–se e prove para
Sra. Cruz que você n?o está grávida. Assim também podemos esrecer o mal–entendido, o que
acha?”
A Sra. Cruz concordou a cabe?a. “ótimo, fa?a logo o espacate.”
?ng Alves riu desdém, seu olhar varreu Sra. Cruz e se fixou em Kelly.
Se n?o tinha segundas inten??es, ent?o só estava ali para causar
confus?o.
“Quem quer punir, encontra uma desculpa. Se eu disser que você roubou algo e escondeu em suas
roupas, você deveria se despir paral que eu pudesse verificar e provar sua inocência?”
“Você…” A face de Kelly alternava entre pálido e vermelho.
A Sra. Cruz, irritada, exmou: “Menina insolente, você certeza está grávida, vou fazer que
perca o bebê hoje.”
ergueu a m?o, canalizando toda a sua for?a, e tentou dar um tapa em ?ng Alves.
No entanto, seu pulso foi agarrado no ar por uma m?o de ferro.
Felipe deu um leve movimento e foi arremessadao um trapo
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Capitulo 13
velho, caindo duramente no ch?o a um metro de distancia.
“Você acha que este lugar é o quê?”
Vários curiosos estavam espiando por trás das paredes, esticando o pesco?o para assistir à cena,
mas ao ver o grande chefe, rapidamente recuaram para seus lugares.
Kelly também tratou de desaparecer.
A Sra. Cruz gemia no ch?o, o ar gdo emanando de Felipe a deixou medo de se mexer
novamente.
“Essa mulher seduziu meu marido. Eu tenho evidências. Você deve ser o chefe, n?o vai fazer nada?”
“As fotos s?o montagens, a mulher ns nem sou eu, n?o tenho nada a ver o marido d.”
?ng Alves conscientemente se refugiou atrás de Felipe. A alta e imponente figura masculina era
como um escudo sólido, dando–lhe uma sensa??o imediata de seguran?a.
Felipe pediu ao assistente para verificar a autenticidade das fotos.
Em pouco tempo, o resultado saiu: as fotos eram falsas.
Sabendo que estava errada, Sra. Cruz se levantou tentando fugir, mas um olhar de Felipe e foi
impedida na porta.
“Pe?a desculpas à minha funcionária!”
A Sra. Cruz n?o era fácil, e desdém, retorquiu: “Meu marido é o dono da empresa Cruz, ele
também n?o é fácil de lidar.”
Um brilho sombrio passou pelos olhos de Felipe.
N?o importava se fosse uma pequena empresa ou qualquer outra autoridade, ele nunca as havia
considerado uma amea?a.
“Você pode n?o pedir desculpas, mas em três dias, farei a empresa Cruz desaparecer da cidade.”
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A Sra. Cruz estremeceu, o poderoso aura de Felipe a dominoupletamente, suas pernas e sua voz
enfraqueceram.
“Descu… desculpe.”
Ang Alves acenou a m?o: “Está bem, você foi enganadal também. O verdadeiro culpado é
quem manipulou as fotos e me incriminou.”
Essas pvras eram metade para Felipe.
Como Felipe poderia n?o entender?
Depois que a Sra. Cruz saiu, ele chamou ?ng Alves para o escritório. “Sr. Martins, obrigada por me
ajudar a sair dessa enrascada.”
?ng Alves agradeceu rapidamente, se n?o fosse p sual interven??o, certamente haveria um
banho de sangue.
Felipe manteve o rosto inexpressivo,o se tivesse uma máscara de gelo. “N?o me agrade?a,
eu n?o fiz isso por você.”
“Eu sei.”
?ng Alves estava ciente, ro que era pelo bebê, n?o era nada nessa história.
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Felipe tamborilou os dedos na mesa por um momento, e seu semnte se tornou sério. “Vou te dar
uma chance de confessar. Você tem alguma r??o Marcos Cruz?”
?ng Alves ficou tonta: “ro que n?o, as fotos já foram verificadas, s?o falsas.”
Felipe deslizou o dedo leveza, afastando as fotos sobre a mesa, e puxou uma para fora. “Essa
aqui é verdadeira.”