Capítulo 8
Quem sabe, né?
?ng Alves murmurou para si mesma um suspiro interno.
Keily n?o tinha sido estúpida o suficiente para empurrar o chef?o para assumir as consequências,
tinha?
“Sempre pensei que ser contratada p GM fosse a maior sorte da minha vida, eu realmente gosto do
meu trabalho. Embora eu n?o tenha tanta experiência quanto os outros designers, alguns formados
em universidades renomadas no exterior ou vindos de grandes empresas de joias internacionais, eu
acredito que, meu talento e esfor?o, ainda posso me destacar no departamento de design. Você
vai tirar todo o meu esfor?o e esperan?a por causa de uma pequena discuss?o? Isso é justo?”
Quanto mais fva, mais triste ficava, e mais injusti?ada se sentia, até que se agachou, enterrou a
cabe?a nos joelhos ee?ou a chorar um solu?o.
Felipe ficou sem pvras.
Uma acusa??o injusta caiu sobre ele de repente, deixando–o irritado e agitado.
“Para de chorar.”
?ng Alves ignorou–opletamente, seu choro ecoando no ar, perturbando–o tanto que ele n?o
p?de evitar pr da sua cadeira executiva e correr até , levantando–a de uma vez.
“Eu disse para parar de chorar, sen?o eu realmente vou demitir você.”
?ng Alves ficou petrificada, tremendo, e mordeu o lábio for?a.
O choro parou de repente, mas as lágrimas continuaram a fluiro uma enxurrada, e os solu?os
silenciosos faziam seus ombros
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tremerem.
O cora??o de Felipe também foi puxado for?a,o se tivesse sido sacudido.
“Eu sempre separo o pessoal do profissional e nunca deixo emo??es pessoais afetarem meu trabalho,
sua suposi??o épletamente infundada.”
?ng Alves fungou, “Foi a Kelly que me disse, falou que foi por sua ordem. Você é o chefe,
teria coragem de lhe acusar sem
motivo?”
Felipe estremeceu, voltou rapidamente para sua mesa e pressionou o bot?o do telefone, chamando
Kelly para o escritório.
Se se atrevia a envolvê–lo nisso, ent?o n?o era uma quest?o menor, era preciso esrecer bem.
“Esconda–se atrás do biombo.”
?ng Alves entendeu na hora e se escondeu conscientemente,e?ando a se perguntar o que
estava acontecendo.
Ele ia confrontar Kelly?
Será que havia algo mais nessa história?
Logo, Kelly entrou.
Felipe voltou instantaneamente a uma express?o séria,o se tivesse colocado uma máscara de
gelo.
“O que houve a avalia??o de ?ng Alves?”
Kelly tocou o suor na testa, surpresa por ?ng Alves, que sempre parecia t?o frágil, ter a coragem de
remar diretamente para o presidente!
“Alguns dias atrás, a Sra. Silva me ligou dizendo que ?ng Alves tinha The desagradado e que eu
deveria encontrar uma maneira de demiti.
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Se um funcionário n?o pode satisfazer o chefe, ent?o o desempenho certamente é insuficiente. Foi por
isso que eu a avaliei um E.”
Uma fagulha de raiva passou pelos olhos de Felipe.
Ent?o era a Tina, essa manipdora, que estava por trás de tudo!
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“Você acredita em tudo que diz? Como gerente, você n?o tem at capacidade básica de
julgamento?”
Kelly empalideceu levemente, “A Sra. Silva é sua noiva, o pensamento d n?o representa o seu?”
“Nem o Deus pode fr por mim, quanto mais um estranho.”
A voz de Felipe era gda, uma autoridade inquestionável.
Kelly estremeceu, “Eu errei, n?o deveria teretido um erro t?o básico. Por favor, pelo tempo que
dediquei à empresa, me dé uma chance de me redimir, vou refletir e garantir que isso n?o aconte?al
novamente.”
Felipe ficou em silêncio por um momento e ent?o disse friamente: “Volte e espere p decis?o do
departamento de gest?o. A avalia??o de ?ng Alves será refeita pelo departamento pessoal.”
Atrás do biombo, ?ng Alves sentia–seo se estivesse sob uma onda avassdora,o se
uma cavalgada estivesse passando por
.
Ent?o tinha sido a Tina que a apunhra ps costas.
n?o poderia saber que n?o tinha abortado o filho e ainda se casado o chefe, poderia?
Com esse pensamento, rapidamente se corrigiu.
Se Tina soubesse, certeza viria atrás d pronta para o confronto,
em vez de brincar de manip??es nos bastidores.
Depois que Kelly saiu, Ang Alves saiu de trás do biombo,
Capitulo B
constrangida, e se apressou em esbo?ar um sorriso.
“Senhor Martins, desculpe, eu o entendi mal. Eu deveria saber, um. homem t?o poderoso que supera
todos, que despreza o mundo inteiro,o você, n?o ia se preocupar alguém insignificanteo
eu, né?”
n F
Felipe estava uma express?o extremamente fria, tomou um gole do café, ignorando–a
completamente,o se fosse ar.
O cora??o de ?ng Alves deu um salto.
Estava ferrada, o chefe estava furioso, e isso significava problemas
sérios.
“Senhor Martins, eu errei, tá bom?”
deu um passo à frente, curvando–se em um angulo de noventa
graus.
Mas n?o esperava, estava t?o perto que sua cabe?a bateu um ‘ploc‘ na xícara de café que
Felipe segurava, a dor fez que murmurasse baixo, e as lágrimas quase escaparam.
O café espirrou para fora, manchando o ch?o e a camisa branca de Felipe.
“Desculpe, senhor Martins, desculpe…”
queria morrer, n?o se importava a dor, ee?ou a limpar apressadamente um
guardanapo.
Felipe estava extremamente irritado, se n?o fosse pelo fato de que essa mulher estava grávida do seu
filho, ele certeza a teria jogado p jan.
As pequenas m?os d esfregavam nele, para frente e para trás, provocando um calor inexplicável
nele.
“Chega.”
Capitulo 8
Ele agarrou as m?os d for?a.
?ng Alves estava em cima da mancha de café, e quando ele puxou sua m?o, seus pés
escorregaram, perdeu o equilíbrio e caiu em dire??o a ele desajeitadamente,o um sapo, e se
espatifou em cima dele.
Seus lábios vermelhos coincidentemente encontraram os dele, finos e
frios.