Capítulo 7
Ang Alves levou um susto daqueles, uma onda de azia subiu p garganta, mas se segurou
para n?o vomitar.
“é que… o médico receitou um remédio para ativar a circ??o e dissipar os hematomas, é bem forte
para o est?mago. Sempre que tomo, sinto náuseas.”
“Entendi.”
Tinan?ou–lhe um olhar desconfiado e disse: “Ouvi dizer que depois de um aborto é preciso
descansar vários dias,o é que você voltou ao trabalho t?o rápido?”
?ng Alves, tentando manter a calma e dissipar as suspeitas de Tina, chegou a pr levemente no
lugar.
“Já repousei quatro dias, é suficiente, e eu sou resistente, n?o sou t?o frágil.”
Tina rxou um pouco, tinha receio de que ?ng n?o tivesse interrompido a gravidez, o que a
deixaria apavorada.
“Você foi à s do Sr. Martins agora há pouco?”
?ng Alves assentiu. “O diretor me pediu para levar o novo projeto de design para o Sr. Martins
avaliar.”
apressou–se em chamar o elevador, e assim que as portas se abriram, entrou rapidamente.
A atmosfera estava tensa demais; n?o queria ficar ali nem mais um segundo.
Se Tina soubesse que n?o havia abortado e ainda tinha se casado o chefe, certamente ficaria
furiosa!
Tina ficou olhando fixamente para as portas do elevador que se fechavam, um brilho sinistro passou
por seus olhos.
Capitulo 7
Essa intrusa era uma surpresa desagradável. Se também n?o se chamava ?ng Alves,o o
médico poderia ter se enganado?
n?o podia mais deixar ?ng na GM.
O lixo que ioda deve ser eliminado.
Os resultados da avalia??o anual de desempenho do grupo foram divulgados.
?ng Alves de repente se tornou o centro das aten??es.
ea
era a primeira a receber um E desde que Felipe assumiu, e a única a receber essa nota nos
últimos cinco anos da empresa.
As notas de desempenho na GM variavam de A a é, sendo E a pior, risco de demiss?o.
?ng Alves mal podia acreditar no que via, ficou olhando para a t doputador por longos cinco
minutos,o se tivesse sido atingida por um raio.
trabalhava duro todos os dias,o poderia receber um E?
Respirando fundo, dirigiu–se ao escritório do diretor.
“Por que minha avalia??o de desempenho foi E?”
Kelly a olhou de rnce e disse: “Eu sou imparcial na avalia??o de todos os colegas do
departamento.”
?ng Alves ficou sem pvras. Será que havia algum mal–entendido sobre o que é ser justo e
imparcial?
sempre foi cuidadosa, nunca teve problemas Kelly, ent?o o que poderia tê ofendido?
“Desde que entrei na empresa, nunca cheguei tarde ou sai mais cedo, e nunca tirei um dia de folga.
Sempre finalizei meus projetos de design antecedência,o poderia ser E?”
Kelly deu de ombros. “Acho que você n?o se encaixa no nosso departamento. Todos aqui têm
experiência internacional, só você se formou em uma universidade nacional, e nunca participa das
confraterniza??es, n?o consegue se integrar ao grupo. Seria melhor encontrar uma empresa que se
adeque a você,”
?ng Alves percebeu que Kelly sempre teve preconceito contra . No início, Kelly n?o tinha
concordado em contratá; foi Amy, a diretora de RH, que reconheceu seu talento para o design e a
contratou excecionalmente.
Quanto a n?o participar das festas, era porque n?o tinha dinheiro. Além de um pequeno or?amento
para viver, todo o seu dinheiro ia para as despesas médicas do irm?o.
“Se você me despreza tanto, por que ainda usa meus esbo?os de design? N?o se esque?a das
promessas que me fez.”
Os esbo?os n?o tinham o nome d, apenas o de Kelly, o que era basicamente um plágio. Se n?o
fosse a promessa de promo??o, n?o teria engolido seu orgulho.
O canto da boca de Kelly tremeu. Se n?o fosse por seus próprios projetos terem sido constantemente
rejeitados pelo Sr. Martins, nunca teria arriscado usar os d.
“?ng Alves, vou lhe dizer a verdade, foi uma decis?o do líder. Eu pessoalmente admiro muito você,
mas sou apenas uma diretora de departamento, n?o posso fazer nada.”
?ng Alves estremeceu, imediatamente pensando em alguém.
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“Você n?o está fndo do Sr. Martins, está?”
Kelly n?o respondeu, apenas suspirou, o que era quase uma confirma??o.
?ng Alves ficou chocada, seus princípios estavam estilha?ados.
Após ter enfrentado o chefe dias atrás, se perguntava se ele estaria
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Capitulo 7
usando seu poder para se vingar e demiti.
O chefe do grupo era t?o mesquinho e vingativo?
se virou e saiu, correndoo um foguete em dire??o ao escritório do presidente.
A família Martins contrva dezenas de empresas listadas na bolsa, e a GM era apenas uma ds.
Antes, Felipe só aparecia para reuni?es regres, mas ultimamente era visto lá todos os dias, sem
falta.
Naquele momento, ele estava recostado na cadeira executiva, saboreando um café moído na hora,
vindo diretamente das
montanhas do Sul.
?ng Alves n?o estava animo para rodeios e foi direto ao ponto
assim que entrou.
“Sr. Martins, recebi um E na minha avalia??o de desempenho. O senhor está ciente disso?”
Felipe tamborilou seus dedos longilíneos na mesa duas vezes.
Ele já sabia disso desde cedo.
veio chorar as mágoas para ele?
“Todos que entram na GM s?o elite, mas você realmente se destaca.”
e em su
Havia um tom de voz, e ?ng Alves podia perceber, o que só aumentava sua frustra??o.
“Sou diferente mesmo, sou a sua ‘recipiente‘, Sr. Martins. Parece que você quer me destruir para
estabelecer sua autoridade.”
Felipe franziu a testa.
Desde que o enfrentara, a pvra “recipiente” soaval particrmente irritante.
“Essa é a sua maneira de pedir ajuda?”
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tinha ido procurá–lo um tom t?o agressivo, estava procurando problemas?
?ng Alvesn?ou–lhe um olhar que parecia entender algo e
murmurou desdém: “Na última vez que discutimos, o senhor ficou t?o furioso que decidiu mexer
na minha avalia??o para me fazer pedir desculpas e implorar por sua misericórdia, estou certa?”
Felipe ficou um pouco at?nito.
Essa mulher realmente pensava que ele estava por trás disso?
“Você está delirando? Acha que tenho tempo para essas coisas?”