Capítulo 76
“Certo.” – Eu assenti a cabe?a e puxei Robson para andar: “Você fugiu,o vai voltar para
casa? A babá disse que o Tom está te procurando, se ele te pegar, vai te bater de novo.”
Robsone?ou a fazer uma express?o de pena, me abra?ou por trás e disse voz chorosa: “Eu
apanho muito, dói demais.”
Fiquei sem saber o que fazer diante daqu situa??o. Como lidar alguém assim?
Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org.
Enquanto pensava em encontrar um lugar para ele ficar, o carro da Família Macedo parou na beira da
estrada.
Quem desceu foi o assistente do Homero.
Elen?ou um olhar significativo para Robson e se curvou educadamente: “Jovem senhora, é hora de
voltar para casa.”
Dei uma risadinha internamente, essas pessoas
sabem seportar em público.
Jovem senhora… Será que alguém da Família Macedo a tratava assim?
“Seu André… O senhor está bravo? N?o foi o senhor que quis sair, o senhor fez isso para me
proteger. Será que… o senhor poderia dizer algo para ajudar?” – Pedi cuidado, em nome de
Robson.
Mesmo sabendo que ele seria tratado de forma desumana ao voltar.
“O Sr. Tometeu um erro no trabalho, o patriarca o enviou para o exterior para cuidar de um projeto
lá. Ele partiu às três da tarde, por um período de três meses.” – André disse uma express?o
neutra.
Aquilo me aliviou um pouco.
Pelo menos nos próximos três meses as coisas seriam mais tranqus.
“Quanto ao patriarca, ele está envelhecendo e sua saúde já n?o é mais a mesma, precisa descansar
regrmente no Sanatório Labirinto.” – André falou novamente.
Fiquei surpresa por um momento e desconfiada. Parecia que André n?o estava apenas me
informando, e ele n?o tinha motivo para fazer isso.
Mas por que ele estava insistindo em me contar isso?
Olhei para Robson, que me olhava inocentemente. Estava ro que n?o era para ele.
Será que era para acalmá–lo e fazê–lo voltar sem resistência?
Talvez.
“Amanh? é dia de homenagear os ancestrais, o patriarca já voltou para a casa ancestral. Devemos
partir agora, s?o três horas e meia de viagem. Vamos entrar no carro.” – O assistente abriu a porta do
carro para mim e Robson.
Estranho tamanha gentileza.
Ergui o queixo, assumindo a postura de uma dama da alta sociedade, aproveitando a oportunidade
para impor um pouco de respeito por causa do pequeno ser que carregava.
Robson me olhou e somu, um sorriso que era realmente… de tirar o f?lego.
Capitulo 76
Desviei o olhar, p primeira vez entendi profundamente o significado da express?o “de tirar o f?lego“.
E, surpreendentemente, foi em um homem que vi isso.
“Essa volta para casa para homenagear os ancestrais é, principalmente, para pedir aos nossos
antepassados da Familia Macedo que aben?oem seu filho para que nas?a saudável e sem
problemas.” – Dentro do carro, André explicou mais.
Ainda estava surpresa. A Família Macedo estava t?o… preocupada meu filho?
Mas, conhecendo a Família Macedo e seu jeito peculiar, preferi n?o especr.
Encostada na jan do carro, olhando as luzes da cidade pelo vidro, minha mente estava cheia das
imagens de Adonis protegendo Morgana. Se fosse antes, meu cora??o doeria até a asfixia, mas
agora, só sentia nojo.
Que ele continue protegendo, vamos ver até quando.
N?o conseguia entender o que havia me cegado antes para me apaixonar por um homem assim.
Foi por causa do acidente de carro, quando ele me salvou do fogo?
Minha cabe?ae?ou a doer novamente, imagens do acidente surgindo em minha memória… a
pessoa que me salvou… por que n?o p?recia ser Adonis? Será que até as lembran?as podem nos
enganar?
Talvez por causa do silêncio no carro, a dor de cabe?a me fez sentir sono.
De repente, senti o Robson estender a m?o e cuidadosamente colocar a m?o sob minha cabe?a,
protegendo–a,o se temesse que eu batesse a cabe?a no vidro do carro os svancos.
“Jovem mestre, o momento está próximo.”
“Hm.”
De repente, ouvi André fndo, mas já n?o conseguia entender, o sono pesado me venceu e eu
adormeci.