Capítulo 6
“Adonis… Luna n?o quer que você caseigo“, Morgana falou entre lágrimas.
“N?o se preocupe , nós faremos nosso noivado e voltará“, Adonis pensou que eu estava
usando essa tática para arruinar seu noivado Morgana.
Ele fez o anúncio publicamente, quase querendo promá–lo para o mundo inteiro.
Ele acreditava que quando eu n?o pudesse mais mudar a situa??o, eu pararia de importuná–lo. Mas
ele n?o sabia que eu estava usando essa tática para arruinar seu noivado Morgana.
Mas ele n?o sabia que eu já o havia deixado para trás.
Se eu ainda estivesse vivo, provavelmente estaria embarcando em um avi?o para deixar a Cidade
Labirinto agora mesmo.
“Adonis… por que a Luna n?o gosta de mim? Primeiro me empurrou escada abaixo e quase me
matou, e agora está usando esses truques para destruir nossa cerim?nia de noivado. Se a tia
soubesse, certamente n?o concordaria“, gritou Morgana.
A express?o de Adonis ficou ainda pior: “O que mais pode fazer além de enganar minha m?e
seus truques?”
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Eu ri sarcasticamente, sem querer explicar.
De qualquer forma, n?o importava o que eu dissesse, ele n?o me ouviria.
Ele n?o ouvia as minhas explica??es enquanto eu vivia, que dirá agora que eu estava morta.
Adonis e Morgana foram para o quarto, e eu fiquei sentada desajeitadamente no sofá.
De vez em quando, ouvia risadas vindas do quarto,o facas cortantes, dcerando a minha alma.
Olhei para o meu próprio ventre e senti minha alma tremer.
Aqu crian?a que nem tinha se formado… desapareceuigo.
Se Adonis soubesse que eu tinha morrido, e ainda por cima grávida do filho dele, ele provavelmente
acordaria rindo dos seus sonhos.
Finalmente, alguém tinha resolvido um problema para ele.
“Buzz!” – às três da manh?, o celr de Adonis tocou.
“Al??” – Adonis respondeu impaciente.
“Senhor Tavares, encontramos um corpo decapitado de uma mulher no Vale das Sombras, a pulseira
no pulso foi identificadao sendo da Luna. O senhor poderia vir confirmar o corpo?”
Adonis sentou–se bruscamente, respirando acelerado.
Lá fora, relampagos cortavam o céu, e Adonis subitamente sentiu uma forte dor de cabe?a. “Luna?”
No momento em que relampago rasgou o céu, Adonis pareceu ver uma silhueta na s.
Parecia muito Luna.
Surpresa, observei Adonis. Ele conseguia me ver?
Mas rapidamente, Adonis amaldi?oou, pegou seu casaco e se preparou para sair.
Na cama, Morgana também acordou e caminhou descal?a para fora.
“Luna, ah, Luna, você n?o pode me culpar. A culpa é do Adonis por ser t?o irresistível, que mulher n?o
o desejaria? Eu também n?o esperava que você fosse t?o ingênua a ponto de acreditar em mim, ha…
Bem feito por ter morrido!”
Enlouquecida, avancei sobre , tentando estrangulá enquanto chorava e gritava: “Foi você quem
me matou, foi você! Eu vou te matar, eu vou te matar!”
Tentei todas as minhas for?as matar aqu mulher que causou a minha morte trágica, mas n?o
consegui fazer nada, minhas m?os nem sequer podiam tocá.
N?o pude me vingar, n?o pude fazer nada.
Na delegacia.
“A vítima foi abusada antes de morrer, e as roupas que vestia n?o eram suas.”
Adonis estava aodo da mesa de autópsia,pletamente rígido: “Essa pulseira, Luna a perdeu há
dois meses.”
“Tem certeza que é esta?” – O policial perguntou.
“Sim, era da minha avó…” – era para a futura nora da Família Tavares, que ele havia dado a Luna
quando fez dezoito anos.
“No seio direito de Luna… há uma pinta“, disse Adonis após um longo silêncio, revndo uma
característica minha: “E uma marca vermelha nodo esquerdo do osso púbico.”
Ele disse ao policial que eu era sua irm?.
Maso um irm?o poderia saber sobre marcas t?o íntimas?
Os policiais hesitaram, trocaram olhares e chamaram o legista para examinar o corpo.
“Se sua descri??o estiver correta, ent?o o corpo n?o pertence à Luna.”
Adonis fechou os olhos lentamente, ramente aliviado.
“Sr. Adonis, parece que há muitas coisas que o senhor está escondendo de nós“, o detetive
encarregado do caso franziu a testa enquanto levava Adonis embora.
“Qual era exatamente seu rcionamento Luna?”