Capítulo 109
“Você quer sair daqui?” Eu sussurrei intimamente em seu ouvido.
A pergunta foi seguida de perto p minha m?o movendo -se para baixo de sua perna enquanto ele se
sentava ao meudo,
n?o deixando espa?o para dúvidas em sua mente sobre minhas inten??es. Havia apenas uma
conclus?o a ser feita
p minha pergunta
Isso era tudo o que seria necessário, eu sabia. Uma sugest?o, um toque caloroso, um pequeno sorriso
de uma menina bonita.
O suficiente para convencê-los a virigo.
E convencê-los de que fiz, pois ele se levantou ansiosamente diante da minha proposta.
“Onde você tinha em mente?” ele perguntou enquanto me ajudava a ficar de pé.
Ele se aproximou, envolvendo um bra?o em volta da minha cintura, e tentou se inclinar para um beijo,
mas eu instantaneamente
voltou para pausá-lo.
“N?o, n?o aqui”, eu disse, meus olhos percorrendo o bar lotado. “Mas acho que há algum lugar que
pode sair para trás.”
Ele n?o hesitou nem por um segundo e imediatamente agarrou minha m?o, permitindo que eu o
conduzisse
p porta dos fundos para o beco atrás do estabelecimento. Um beco onde muitos menos de
atividades honestas ocorreram. O tipo de lugar que uma garota n?o gostaria de se encontrar sozinha
em uma noite,
Mas foi por causa dessa mesma reputa??o que eu estava aqui hoje.
Alguns podem dizer que eu estava acostumado o perigo.
“Isso é longe o suficiente”, eu disse enquanto o puxei para odo, colocando as m?os na minha cintura.
“…Aqui?” ele perguntou confuso, olhando para o nosso entorno sujo. “Você n?o quer… eu n?o sei,
encontrar um
motel ou algo assim?
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Livro Dois – Cap.# 1
Mas eu simplesmente pressionei meu corpo contra o dele e mordisquei sua orelha sensualmente,
envolvendo meu bra?o
em volta do pesco?o.
“Eu gosto da emo??o de possivelmente ser pego”, eu sussurrei.
E sentio sua regi?o inferior respondeu rapidamente às minhas pvras, pressionando o tecido de
sua cal?a.
Essas foram as últimas pvras trocadas antes que ele se movesse para me beijar apressadamente,
sua m?o percorrendo ateral da minha coxa, sob o meu vestido, e apertando avidamente quando
encontrou carne lá . Ele estavapletamente focado em mim, seu desejo evidente enquanto
continuava a me tocar onde quer que pudesse.
Algo que eu permiti que ele fizesse, dando a ele o que ele queria.
Mas também havia outras coisas a considerar aqui. Aqueles que precisavam de prepara??o cuidadosa.
Eu gemi um pouco para ele e direcionei seus lábios para o meu pesco?o, segurando sua cabe?a no
lugar enquanto ele beijava.
minha pele. E enquanto sua aten??o estava totalmente absorta na tarefa que eu tinha definido para ele,
eu levei um momento para
leve minha m?o livre até o nível dos olhos por cima do ombro dele… e verifique meu relógio.
… Eu só tive mais alguns momentos antes dee?ar. Eu precisava cronometrar perfeitamente.
“Porra, você é t?o gostosa,” ele resmungou, ainda me beijando e me apalpando.
“Oh sim?” Eu perguntei de volta sem f?lego. “Do que mais você gosta?”
“… Tudo,” ele disse. “Gosto de tudo… nem sei seu nome, mas nunca quis
alguém muito.”
Isso era verdade. Eu n?o disse a ele meu nome, mas acho que ele me disse o dele. O que foi
mesmo? Daniel?
Davi? Dustin? N?o… Dale. Seu nome era Dal.
— E o que você quer fazerigo? Eu perguntei.
Eu podia ouvir agora… o som de vozes se aproximando pelo beco, vindo do
dire??o da rua principal.
Livro Dois – Ch#1
Fiquei t?o focado nisso que nem ouvi a resposta que Dale respondeu Algo sobre
seu lixo ou algo assim,
“Ah, isso é t?o sexy.” Eu respondi de volta automaticamente, sentindo que ele estava desajeitadamente
tentando puxar meu vestido para cima.
mais
Olhei para o meu relógio de pulso, verificando duas vezes para confirma??o,
…E viu que era hora,
Foi nesse exato momento que um grupo de homens dobrou a esquina do prédio,
para a entrada dos fundos do bar. A mesma entrada p qual eles sempre entravam às onze
horas nas noites de quinta-feira, prontos para o jogo de p?quer semanal. Um ritual que eu conhecia
Era agora ou nunca.
… E eu empurrei Dale em meus bra?os, gritando por ajuda.
“Saia de mim!” Eu gritei, tentando me afastar. “Alguém ajude! Por favor!”
Mas por pura confus?o sobre a situa??o, Dale continuou, sem saber o que estava acontecendo.
“O que há de errado?” ele perguntou em choque, pego de surpresa p minha mudan?a repentina de
comportamento.
“Por favor! Por favor pare!”
Continuei tentando escapar, fazendo uma cena de todo o encontro. Gritando e continuando enquanto eu
tentou fazê-lo.
“O que está acontecendo lá?” a voz de um homem chamou. Um dos homens do grupo que acabara de
chegar.
Eu rapidamente olhei para ele lágrimas nos olhos, implorando apenas o meu olhar para ele
resgate-me. Que alguém interviesse antes que fosse tarde demais.
“Ajude-me! Este homem me arrastou até aqui… por favor! Eu só quero ir para casa.
“O que? N?o, eu n?o fiz,” Dale disse inflexível, instantaneamente tirando suas m?os de mim.
Quando seu aperto se soltou da minha cintura, eu caí para trás no ch?o e me afastei alguns metros de
distancia. Tentando chegar o mais longe possível. Uma resposta que fez Dale dar um passo em minha
dire??o, ainda sem ler o
PARA
situa??o corretamente.
Mas a mensagem ficou ra quando eu imediatamente recuei .
“Acho que a senhora pediu para você recuar”, disse o homem, afastando-se de seu grupo para se
aproximar
1. nós. “ ramente n?o quer você aqui.”
“O que você quer dizer?!” Exmou Dale. “Foi que me convidou para vir aqui! queria!”
–
o
E eu chorei em minhas m?os, meus ombros tremendo cada solu?o.
“Uhh, eu n?o sei o que te dizer,panheiro. Eu vou dizer que provavelmente n?o é o caso, mas talvez
va:
apenas esque?a toda a situa??o e vá para casa, sim? Dormir a bebida?”
“O que?! Eu n?o sou mesmo, isso é… eu sou apenas… foda-se. Que seja, vadia estúpida.
Com um último suspiro de frustra??o, Dale rapidamente deixou a cena brotando xingamentos e insultos
em meu caminho o tempo todo. Algo que n?o fez nenhum favor a ele enquanto eu continuava me
encolhendo no ch?o solu?ando.
“ Você está bem, mocinha?” perguntou o homem, caminhando até mim.
Ele estendeu a m?o para eu pegar, oferecendo-me para me ajudar a ficar de pé, mas eu simplesmente
demorei um momento.
olhar para o rosto do meu salvador, meu salvador, meu cavaleiro de armadura brilhante… meu alvo.
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Eu olhei para o homem conhecidoo Miles Kennedy
E eu dei a ele um sorriso agridoce.
“… Eu te devo minha vida,” eu chorei, gentilmente enxugando a lágrima no meu rosto. “N?o seio
posso
rpensá-lo.”
Deck Dois o quê
“Ah , n?o se preocupe isso. Deixe-me ajudá-lo.
Peguei sua m?o gratid?o e permiti que ele me levantasse, tremendo e segurando meus bra?os em
volta do meu torso.
Uma vez feito
“Você é t?o gentil”, eu disse, “n?o posso agradecer o suficiente.”
“Sério, n?o se preocupe isso. Você tem alguém para quem possa ligar? Uma carona para casa?”
“N-n?o… eu vim aqui sozinho em um encontro às cegas… Oh, Deus, eu sou t?o estúpido. Por que eu
acho que isso foi bom
idéia?”
Ele se moveu e tocou meu ombro gentilmente. “Ei, agora, n?o seja t?o duro consigo mesmo. Há alguns
pessoas bem nojentas por aí.”
‘Assimo você, Sr. Kennedy, penseiigo mesmo por dentro. Mas eu n?o disse as pvras em
voz alta.
“Por que você n?o nos deixa te levar para casa? Podemos fazer uma rápida entrega antes do p?quer,
certo, rapazes?
E o grupo de homens murmurou de acordo entre si.
“Ah, você poderia?” Eu suspirei. “Isso seria incrível. Tenho tanta sorte que você me
encontrou. Realmente existem alguns
pessoas boas que restam no mundo.”
“Estamos estacionados ao virar da esquina. Vamos lá.”
Ele levemente colocou a m?o no meu cotovelo e me direcionou para a rua principal, o grupo de quatro
homens
seguindo atrás de nós. Para qualquer espectador, pode ter parecido estranho, mas isso n?o era algo
com que precisávamos nos preocupar por aqui. Porque em um lugaro este, as pessoas preferem
desviar seus
desviar o olhar ao invés de olhar muito de perto.
Mas esse era o tipo de ambiente que você encontrava homens assim. Homens que n?o tinham meios
legais de ganhar dinheiro, vasculhando a terra para fazer o que fosse lucrativo. E,
infelizmente para eles,
hoje n?o seria o dia deles.
Acontece que às vezes essas práticas de negócios desonestas podem voltar para mordê-lo. Que,
quando o
peixinhoe?a a morder aida do tubar?o, tentando pegar um corte que n?o tem direito, às vezes
tem
s?o consequências dessas decis?es.
Hoje, Miles Kennedy era aquele peixinho, e eu estaria agindoo o tubar?o.
Ou… talvez “tubar?o” n?o fosse a pvra certa… talvez….
A propósito, qual é o seu nome? Miles perguntou enquanto abria a porta dodo do passageiro para
mim.
Sentei-me confortavelmente no assento de couro macio antes de me virar para olhar para ele um
olhar excessivamente
doce sorriso.
“Você pode me chamar de Ravena.”