Capítulo 35
Capítulo Trinta e Cinco
Eu ainda me lembrava da dor excruciante de ser ferido todos os dias que vivi naquele inferno, anos
antes mesmo de ele me rejeitar oficialmente. O tipo de dor que só poderia surgir por amar alguém
todo o seu ser.
Eu n?o era mais capaz de parar a enxurrada de emo??es que surgiam de uma vez e tinha certeza de
que meu pai n?o tinha ideia do que estava acontecendo. Mas ele deve ter entendido o suficiente para
ver que, o que quer que eu estivesse tentando dizer a ele, era o suficiente para me causar tanto
sofrimento emocional só de fr sobre isso.
Ele me puxou em seus bra?os e me segurou for?a enquanto eu chorava contra ele. Tudo tinha
saído de mim de uma vez. Coisas que eu tinha jurado nunca contar a ninguém, coisas que eu achava
que nunca seria capaz departilhar alguém. Mas eu n?o me importava mais se ele pensasse
que eu era louca. Eu n?o poderia viver assim.
“Shhh, Aria,” ele acalmou. “Está bem.” Eu apenas me agarrei a ele mais for?a, enterrando meu
rosto solu?ante ainda mais em seu peito. “Por favor… me ajude, papai.” Ele n?o disse mais nada depois
disso, ele apenas me segurou em seus bra?os até que eu me exaurisse.
Fiquei grata por ele n?o insistir no assunto novamente naqu noite. Quando terminei de derramar
cada lágrima do meu corpo, ele simplesmente me pegou no colo e me levou para a cama. Foi um
momento em que fiquei feliz por ainda ser pequena o suficiente para ele me carregaro fazia,
sabendo que de jeito nenhum eu seria capaz de confiar em minhas pernas novamente naquele dia.
E quando finalmente chegamos ao meu quarto, ele ficouigo enquanto eu continuava me agarrando
a ele por toda a vida. Ele ficouigo até que finalmente eu adormeci.
Foi uma bên??o que eu estava exausto demais para sonhar naqu noite.
Como esperado, na manh? seguinte meu pai estava obviamente querendo uma explica??o para o que
havia acontecido na noite anterior.
E assim, eu disse a ele. Eu contei tudo a ele. E quanto mais eu fva, mais isso saía de mim, e logo
descobri que n?o conseguia parar de dar cada pequeno detalhe.
Contei a eleo acabei sendo Luna eo me tornei a lamina de Aleric em sua guerra contra o
mundo pelo poder. Como eu tinha lutado t?o desesperadamente por seu amor… apenas para que
tivesse sido dado a outro. E por último, contei a ele sobre o julgamento,o nos despedimos nas
cs… eo Aleric finalmente me matou.
Ele ficou em silêncio o tempo todo, absorvendo cada pvra que eu disse e nunca interrompendo.
Mas quando finalmente terminei, olhei para meu pai e vi que algumas lágrimas haviam escapado de
seus olhos. Algo que eu só o tinha visto fazer uma vez antes… pouco antes de eu morrer.
Tendo confessado minha vida anterior ao meu pai, finalmente me senti livre. Agora eu tinha alguém em
quem eu sabia que podia confiarpletamente e que me ajudaria o que eu precisava alcan?ar
para evitar o mesmo destino.
Ele tinha um monte de perguntas, muitas das quais eu n?o sabia responder, mas ele estava contente
com as respostas que eu poderia lhe dar. Nós conversamos sobre Aleric,o eu me sentia sobre ele
agora eo eu estava desde que voltei. E nós concordamos que, para seguir em frente, eu precisava
parar os EUA
olhando para trás… que a única maneira que eu seria capaz de realmente encontrar um novo destino
era se eu parasse de ser assombrada em cada esquina. Isso incluía trabalhar para deixar meus
sentimentos por Aleric acabarem. Eu sabia que seria difícil, e n?o aconteceria da noite para o dia, mas
nós dois sabíamos que eu n?o seria capaz de me tornar Beta se eu estivesse aterrorizado o
próprio Alpha a quem me prometi. Pude ver que essa seria a parte mais difícil da minha
jornada; aprendendo a aceitar o que tinha acontecidoigo e tentando seguir em frente. No dia
seguinte, meu pai foi até Alpha Tytus para propor uma reuni?o para discutir a posi??o atual do herdeiro
Beta, mencionando também que eu estaria presente. Foi-me dito que ele estava extremamente intrigado
com a ideia de eu participar e imediatamente concordou que isso fosse agendado
Enquanto isso, enquanto esperávamos o grande dia, meu pai e eue?amos a treinar depois da
esc e nos fins de semana. Eu n?o tinha certeza do que ele acabou contando, mas de alguma forma
ele conseguiu convencê a me deixarrgar os estudos de Luna. Meu pai e eu agora sabíamos que eu
n?o precisava de as extras e isso me permitiu passar meu tempo preparando-me fisicamente para a
difícil estrada que tinha p frente. A única pessoa que provavelmente acabou insatisfeita os novos
arranjos foi minha ex-professora de estudos de Luna, Helen, que estava gostando dos pagamentos
fáceis até recentemente. Também descobri que meu pai definitivamente fazia jus à sua reputa??o
quando se tratava de lutar. Suas li??es foram informativas e eu me vi fazendo o progresso que tanto me
faltava nos últimos meses sem Cai. E embora seus estilos de luta fossempletamente
diferentes, Eventualmente, consegui me ajustar às ticas de meu pai facilidade. Ele me
empurrou mais do que Cai jamais tinha feito e eu apreciei que ele n?o pegou leveigo. Uma das
maneiras mais vitais de ter sucesso nesse esfor?o maluco de me tornar Beta era se eu pudesse, por
algum mgre, provar meu mérito na batalha. Que eu era t?o bom quanto um herdeiro masculino.
N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material.
Em pouco tempo, chegou o dia da reuni?o. Levou mais de um mês para encontrar um horário na
agenda do Alfa em que ele estivesse livre para assuntos menores, e eu me encontrei incrivelmente
nervosa por enfrentá-lo.
Fiquei dodo de fora das portas do sal?o de reuni?es meu pai, olhando para a madeirao se
pudesse de alguma forma me mostrar o que estava esperando por mim do outrodo. Nós dois
sabíamos o quanto estaria acontecendo nesta discuss?o hoje. “Você n?o precisa ficar t?o ansioso,” meu
pai me disse. “Você fez coisas muito mais estressantes e loucasy do que antes.” Eu sabia que ele
estava certo, mas de alguma forma ainda parecia um dos maiores momentos que eu tive em qualquer
uma das minhas vidas. Eu n?o pude deixar de me sentir doente. “Ei,” ele disse, me fazendo olhar para
cima para encontrar seus olhos. “Apenas mostre a eles quem você é e do que você é capaz. Você n?o
tem nada o que se preocupar.” Eu apertei minha mandíb e acenei para ele. Eu poderia fazer
isso. Ele empurrou as portas e lá dentro fiquei surpresa o que vi. Parecia que esta reuni?o n?o
seria apenas uma pequena conversa meu pai e o Alfa. N?o, havia várias figuras-chave aqui,
levando-me a acreditar que este era um assunto muito mais sério do que eu havia previsto
anteriormente.
Em seus lugares habituais estavam os Anci?es, incluindo o Anci?o Luke, que me deu um pequeno
aceno de cabe?a quando nossos olhos se encontraram. No entanto, diante do conselho à esquerda
estava meu tio William e primo, Alexander.
Meu tio William parecia t?o parecido meu pai que era quase estranho. A única diferen?a é sua
personalidade geralmente muito azeda. Ele quase n?o fez nenhuma tentativa de fazer parte da minha
vida enquanto crescia e ent?o eu n?o fiquei surpresa ao ver que foi necessário roubar seu filho de uma
posi??o para ele se levantar e se encontrarigo. Sinceramente, me senti mal por Alexander.
De repente, as portas atrás de nós se abriram, e Alpha Tytus entrou… seguido por Aleric.
O medo habitual que apertou no meu peito me constringiu normalmente quando o vi, mas eu podia
sentir que n?o estava t?o ruim hoje. Parecia que conversar meu pai havia ajudado um
pouco; mesmo que fosse apenas para me impedir de querer fugir imediatamente ao vê-lo.
Todos nós curvamos nossas cabe?as em respeito à sua aproxima??o e esperamos até que eles se
sentassem. “Tudo bem”, disse Tytus em um tom estranhamente animado. “Vamose?ar ent?o?”.