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Cap铆tulo 33

    Capítulo 33


    Capítulo Trinta e Três


    ( NOTA DO AUTOR: Apenas um lembrete de que aspas simples s?o coisas ditas apenas na cabe?a de


    Aria quando aparecemo f.)


    ‘Pare eles,’ minha mente sibilou para mim enquanto eu observava as crian?as rirem e prem em cima


    de Aleric. Ele pegou alguns e estava brincando alegremente eles. Eles correram ao redor dele,


    puxando suas roupas enquanto ele fingia ser um monstro assustador. Toda vez que ele rugia, todos


    gritavam e corriam alguns passos para longe, divertindo-seo nunca.


    “Ele é um assassino”, minha mente me lembrou. ‘Ele é perigoso. N?o deixe que ele os toque. Mas a


    cena na minha frente era desconcertante, me congndo no lugar. Eu nunca tinha visto Aleric perto de


    crian?as antes e ent?o seuportamento afetuoso em r??o a s foi chocante, para dizer o


    mínimo. Ele teria sido assim no passado se tivesse recebido um filho? …Se meu corpo fosse capaz de


    tal coisa?


    Enquanto os pensamentos me incitando a proteger as crian?as continuavam a me perseguir, fiz o meu


    melhor para afastá-los. Eu tive que me lembrar que um Aleric de dezesseis anos ainda n?o era o


    homem que ele seria um dia. Ele n?o tinha sangue em suas m?os… ainda. Myra percebeu que de


    repente eu estava extremamente desconfortável sua chegada e gentilmente toquei minha m?o.


    provavelmente n?o entendeu, mas foi legal da parte d tentar me confortar de qualquer maneira.


    Finalmente, Aleric olhou para a árvore e nos viu sentados lá. Eu me encolhi quando seus olhos


    encontraram os meus, esperando mais do que tudo que ele fosse embora. 1 Mas, para minha


    consterna??o, ele imediatamentergou o garoto que estava jogado por cima do ombro ee?ou a


    caminhar até onde estávamos. Meu cora??oe?ou a disparar, mas eu disse a mim mesmo que


    estava mais preparado mentalmente desta vez. Eu n?o deixaria as memórias do julgamento me


    assombraremo da última vez.


    Respirei fundo várias vezes, acalmando minha mente, mas a cada passo que ele dava em nossa


    dire??o, mais eue?ava a duvidar da minha capacidade de lidar isso. Eu realmente seria capaz


    de mantê-lo junto desta vez? Fazia tantos meses desde que eu o vi… tantos meses desde que eu tinha


    morrido. As memórias ainda seriam t?o frescas?


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    Mas de pé na minha frente, percebi o qu?o fraco e insignificante eu ainda era. Enquanto ele se


    elevava sobre minha pequena estrutura, eu sabia que, mesmo todo o treinamento que fiz nos


    últimos meses, ainda n?o seria nem remotamente bom o suficiente para me defender dele.


    “Ariadne, Myra,” ele cumprimentou. Sua voz fez meu est?mago cair e eu imediatamente me senti doente


    e fraco. Meu nome em seus lábios parecia mais uma maldi??o.


    Myra e eu já estávamos de pé a essa altura e curvamos nossas cabe?as em respeito à sua sauda??o.


    – Herdeiro alfa – disse Myra, dando-lhe as boas-vindas. “Estamos honrados em recebê-lo em nosso


    evento hoje. Obrigado por ter vindo.” Eu n?o conseguia tirar as pvras da minha boca para retribuir


    sua sauda??o, minha cabe?atejando o conflito interno acontecendo dentro. Eu tinha certeza que


    ele tinha notado meu silêncio. Ele tinha que ter. Aler sorriu. “é um prazer estar aqui e finalmente


    conhecê, M y ra. Meu pai estende seus cumprimentos pelo convite e deseja agradecer pelo trabalho


    árduo contínuo de sua família nas inst??es.”


    Eu n?o consegui olhar para o rosto dele, optando por manter meus olhos baixos . Estava tomando


    toda  a minha concentra??o apenas para n?o tremer visivelmente por estar t?o perto dele.


    “Obrigado, herdeiro Alfa.” Myra curvou-se novamente rapidamente.


    “No entanto, infelizmente, parece que vou precisar encontrar você mais tarde para conversar mais. Eu


    tenho alguns assuntos para discutir Ariadne agora. Mas estou ansioso para recuperar o atraso


    corretamente e, por favor, avise seus pais que cheguei.” Minha respira??o parou no meio da expira??o


    de surpresa. Por que ele precisa frigo de todas as pessoas? Eu podia sentir Myra hesitar por um


    segundo, mas nós dois sabíamos que n?o havia nada que  pudesse fazer para me ajudar aqui. Com


    uma última reverência final,  saiu, olhando para trás várias vezes uma express?o


    preocupada. Logo, de repente, eu estava enfrentando o homem que ainda assombrava meus


    pesadelos.


    Sozinho.


    E um silêncio gdo pairou entre nós.


    ” Você vai pelo menos frigo desta vez?” ele perguntou, finalmente quebrando o silêncio. “Ou


    devo chamar Caius para voltar e levar você embora de novo?”


    Erao se sua fachada de ser educado na frente de Myra tivesse caído instantaneamenteo uma


    cortina. Agora que éramos apenas nós dois, ele se aproximou do Aleric que eu


    conhecia. Desnecessariamente cruel, e ocasionalmente sarcástico ao ponto de tentar me colocar para


    baixo.


    Agarrei meu pulso para impedi-lo de tremer. Eu precisava ser mais forte do que isso. Eu precisava ser


    capaz de pelo menos fr ele. Ele suspirou em frustra??o leve, seu tom de repente


    mudando. “Olha… me desculpe. N?o pedi para fr você parae?ar uma discuss?o.


    Eu podia vê-lo cruzar os bra?os e arrastar os pés. Erao se ele estivesse desconfortável a


    forma de dizer o que quer que ele precisasse dizer.


    “A verdade é,” ele continuou, “meu pai me informou sobre o que aconteceu Myra e o bando Jade


    Moon. Percebo agora que preciso me desculpar poro agi depois que você se reuniu o


    conselho. Ent?o… sinto muito, Ariadne. Você estava gravemente ferido e n?o era maneira de  eu ter


    fdo você. Isso me pegou desprevenido. Aleric estava… se desculpandoigo? Por algo que


    ele disse? Eu n?o conseguia me lembrar de um momento em nosso passado em que ele tivesse feito


    uma coisa dessas.


    “Mas, tudo isso dedo… estou aqui para pedir que você tome cháigo.” Meus olhos ent?o se


    voltaram para o rosto dele, arregdos em descren?a.


    Por que ele, de todas as pessoas, gostaria de tomar cháigo ? Eu n?o tive que esperar muito p


    minha resposta embora.


    “Ou melhor, meu pai sugeriu que tomássemos chá juntos”, esreceu. “Ainda faltam algumas horas


    para o evento principal para a arrecada??o de fundos e ele perguntou se você poderia me emprestar um


    pouco do seu tempo.”


    Eu precisava fr, dizer alguma coisa. Nada. “Hum”, eu disse debilmente, antes de limpar minha


    garganta. “Tenho certeza que você tem coisas muito mais importantes que requerem sua aten??o hoje,


    herdeiro Alfa. Eu odiaria mantê-lo longe disso. Seus olhos verdes se estreitaram para mim e


    instantaneamente olhei para baixo novamente. “Desculpe se eu n?o deixei ro o suficiente antes,” ele


    disse, “mas isso n?o foi realmente uma… sugest?o… do meu pai. Ele realmente insistiu nisso.” Ent?o


    eu entendi o significado por trás de suas pvras. Este n?o era um pedido inocente. Esta tinha sido


    uma ordem de seu pai. Nós dois estávamos agora obrigados a cumprir o desejo do Alfa. E foi assim que


    de repente me encontrei sentado para tomar um chá… em frente ao homem que me assassinou.


    Foi uma experiência meio surreal. A última vez que nos sentamos juntos, apenas nós dois para uma


    refei??o, n?o foi muito depois de nossa ascens?o a Alpha e Luna… veja Thea. Uma pequena área no


    jardim adjacente foi montada especificamente para nos permitir ter um encontro privado. A mesa e as


    cadeiras ao ar livre já faziam parte da decora??o, no entanto, alguns atendentes se esfor?aram para


    deixar a área mais ‘adequada’.


    Flores haviam sido colhidas e dispostas em um vaso sobre a mesa, e um carrinho próximo a este exibia


    uma grande variedade de chá enches que haviam sido preparados. Ao nosso redor também havia


    uma mistura de flores coloridas e fauna crescendo no jardim, tudo perfeitamente


    conservado. Realmente teria sido lindo, se n?o fosse ppanhia que eu estaria mantendo. Mas


    depois que vários minutos se passaram, nenhum de nós ainda tinha fdo uma única pvra um o


    outro.


    Eu sabia o que era essa configura??o, é ro. Alpha Tytus estava for?ando Aleric e eu a passar um


    tempo juntos, ent?o esperamos ‘jogar bem’ e nos tornar próximos. Esta foi provavelmente uma vers?o


    estranha de um encontro surpresa na esperan?a de que eu pudesse me tornar a Luna de Aleric um


    dia. Tytus provavelmente presumiu, e raz?o, que eu recusaria um encontro de verdade, e ent?o


    optou por  nos for?ar a participar durante um tempo em que já estaríamos vestidos e próximos. Eu me


    perguntei quantos mais desses ‘encontros’ eu teria que suportar antes que ele finalmente respeitasse


    minha escolha de n?o estar seu filho.


    Aleric ent?o limpou a garganta, trazendo minha aten??o de volta para ele. “Ent?o, meu pai queria que


    eu te agradecesse por sua renda??o sobreo lidar o  pacote Jade Moon,” elee?ou,


    quebrando o silêncio finalmente . “Acabou sendo um sucesso no final. Ele disse que suas a??es durante


    a luta e suas solu??es para lidar as consequências foram


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    louvável trinta Threpe.”


    Eu bncei a cabe?a. “Obrigado, herdeiro Alfa.”


    Silêncio novamente. Tudo o que eu conseguia pensar eram os segundos enquanto eles passavam


    lentamente. Eu n?o queria nada mais do que correr para muito, muito longe daqui.


    “Aida n?o é do seu agrado?” ele perguntou, notando meu prato. “Você mal tocou em nada.


    Olhei para o pequeno peda?o de bolo que estava na minha frente apenas duas pequenas


    mordidas. Durante todo o tempo em que estivemos sentados juntos, eu estava t?o nervoso que mal


    conseguier ou beber da propaga??o fornecida. Eu n?o seria capaz nem mesmo de dizer a ele o


    sabor de qualquer coisa que eu tinha consumido até agora; Eu n?o tinha sido capaz de provar uma


    única coisa do estresse de estar nessa situa??o. “Aida é deliciosa,” eu menti, sem fazer


    ideia. “Obrigado, herdeiro Alfa.” Ficou ro que seu pai havia ordenado que ele fsse bem


    comigo. Ambos provavelmente perceberam que precisavam de mim ao seudo e Tytus saberiao


    osportamentos usuais de seu filho teriam sido percebidos por mim. Aleric n?o era exatamente


    conhecido por sua paciência. Mas, se eu fosse honesto, a tentativa for?ada de tentar fr


    educadamenteigo foi de longe uma das experiências mais enervantes que já tive. Nunca havia


    recebido qualquer cortesia de Aleric antes e, portanto, essa nova personalidade dele era imprevisível


    para mim. Achei Aleric muito menos assustador quando pude dizer exatamente o que ele poderia fazer


    a seguir. Abruptamente, ele suspirou e levantou a m?o t?o rápido que meu corpo n?o p?de deixar de


    reagir. Eu vacilei seu movimento súbito. Ele franziu a testa para mim por um segundo, mas


    continuou a tirar o cabelo do rosto, achando minha rea??o estranha. A xícara de chá na minha m?o


    quase se derramou por todo o corpo em meu susto. ele ent?o suspirou e levantou a m?o t?o rápido que


    meu corpo n?o p?de deixar de reagir. Eu vacilei seu movimento súbito. Ele franziu a testa para mim


    por um segundo, mas continuou a tirar o cabelo do rosto, achando minha rea??o estranha. A xícara de


    chá na minha m?o quase se derramou por todo o corpo em meu susto. ele ent?o suspirou e levantou a


    m?o t?o rápido que meu corpo n?o p?de deixar de reagir. Eu vacilei seu movimento súbito. Ele


    franziu a testa para mim por um segundo, mas continuou a tirar o cabelo do rosto, achando minha


    rea??o estranha. A xícara de chá na minha m?o quase se derramou por todo o corpo em meu


    susto. “ Você está doente?” ele perguntou. Ele podia ver o quanto minhas m?os estavam tremendo


    agora.


    “N-n?o”, eu gaguejei, xingando internamente no meu corpo por trairo eu me sentia. “Obrigado por


    sua preocupa??o, herdeiro Alfa.”


    “Ariadne, eu posso ver que você está tremendo”, disse ele. Ele se levantou e foi até mim. “Aqui, apenas


    coloque isso para um-.”


    Eu n?o ouvi o que ele estava prestes a dizer porque eu recuei t?o rápido dele que o prato na minha


    frente bateu contra o carrinho, caindo no ch?o em peda?os. Meu bra?o varreu a mesa t?o rápido que


    n?o houve tempo para impedi-lo de cair. Virei-me e olhei para ele em panico, petrificada o que ele


    fariaigo por minha demonstra??o de descuido. Eu queria me desculpar, implorar para ele me


    perdoar, mas eu senti que n?o conseguia respirar. Nada passaria pelos meus lábioso uma frase


    coerente. “Ariadne,” ele disse em um tom irritado. E ent?o ele estendeu a m?o para mim novamente e


    eu virei meu rosto para odo, fechando meus olhos tanta for?a quanto eles iriam para antecipar o


    que ele estava prestes a fazerigo.


    … Mas nunca veio nada. Parecia uma eternidade esperando antes que eu finalmente o ouvisse suspirar


    novamente. Eu cuidadosamente abri meus olhos para olhar para ele, mas n?o rápido o suficiente para


    irritá-lo ainda mais. Ele estava esfregando o rosto em frustra??o, ramente irritado tudo que eu


    tinha acabado de fazer. “Ok, eu tentei”, pensei ouvi-lo sussurrar baixinho. Ele olhou de volta para mim,


    for?ando um sorriso em seu rosto, e se levantou. Um cfrio percorreu minha espinha ao ver aquele


    sorriso familiar. Eu o conhecia t?o bem; o tipo que dizia que ele estava escondendo sua verdadeira


    emo??o de mim.


    “Obrigado pelo seu tempo hoje, Ariadne”, disse ele, voltando a ser excessivamente educado. “Foi um


    prazer absoluto. Espero que possamos fazer isso novamente em algum momento.”


    Era tudo mentira e nós dois sabíamos disso. Ele estava seguindo a formalidade para n?o incorrer na ira


    de seu pai quando voltasse para casa.


    Ele esperou vários segundos para eu responder, mas eu n?o consegui fr. Foi só depois que eu


    finalmente consegui dar a ele uma meia reverência da minha cabe?a em reconhecimento que ele tomou


    issoo confirma??o suficiente para se despedir.


    Fiquei sentado olhando para o espa?o por um longo tempo depois que ele saiu, sem sabero


    processar tudo o que tinha acabado de acontecer. Eu me sentio o prato quebrado que estava


    quebrado ao meudo; nós dois n?o tínhamos ideia deo nos tornamos assim, mas ambos sentindo


    que apenas alguns minutos atrás tudo estava bem.


    Eu pensei que estava pronto, que estava mais forte agora. Mas eu estava errado. Ficou ro que Aleric


    ainda estava no controle de mim.


    E havia apenas uma maneira que eu seria capaz de mudar isso. N?o havia outra op??o. Eu precisava


    me tornar intocável.
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