Capítulo 4
Capítulo 4
A briga se desencadeou causando panico em massa dentro da s de reuni?es.
Todos rapidamente se levantaram para se afastar o máximo possível deles e da briga, mas n?o havia
muito espa?o para trabalhar. Em pouco tempo, rosnados e batidas eram os únicos ruídos ouvidos
vindos do lobo do meu pai enquanto Aleric lutava contra ele em sua forma humana.
“Brayden!” Aleric finalmente gritou, ofegante pelo esfor?o da luta.
Meu pai era forte, quase t?o forte quanto Aleric. Era verdade que Aleric venceria no final durante uma
luta cara a cara, mas meu pai o deixaria ferimentos graves. Ele n?o seria derrubado facilmente.
Brayden n?o hesitou nem por um segundo antes de agarrar meu pai por trás e jogar ele no ch?o.
Junto Aleric, eles usaram o peso de seus corpos para prender o grande lobo.
“Traga-me algemas de prata e leve-o para as cs imediatamente!” Aleric ordenou furiosamente a
todos na s.
Todos se dispersaram rapidamente para obedecer ao Alfa, n?o querendo perturbá-lo ainda mais.
“E você,” ele disse, virando seus olhos frios para mim desgosto. “Saia da minha vista e fique no
seu quarto até que eu diga que você pode sair. Você vai ficar lá e conduzir todos os seus negócios
dentro daqus paredes. Fui ro, Ariadne?”
Eu n?o podia fr. As pvras n?o saiam enquanto eu olhava medo para aquele homem. Eu
tinha certeza de que ele me prenderia junto meu pai ou me mataria se eu fsse algo errado
naquele momento. E assim, fiz a única coisa que podia fazer.
Silenciosamente acenei a cabe?a, voltando apressadamente para o meu quarto em transe.
Os dias passaram rapidamente depois disso enquanto eu organizava os detalhes finais da minha fuga.
Tudo estava pronto. Eu tinha feito minha m, anotado as instru??es dos meus deveres de Luna nas
semanas seguintes, e até deixei uma carta para meu pai. Eu n?o tinha certeza se ele iria receber
devido ao seu encarceramento atual, mas eu precisava dizer a ele que eu estava grata pelo que ele
tinha feito por mim. Era bom saber que ele me amava depois de passar todos esses anos acreditando
que n?o.
Doía pensar em deixar ele para trás, mas n?o havia nada que eu pudesse fazer para salvá-lo agora.
As cs eram o local mais fortemente vigiado em todo o território. Se eu tentasse libertar ele, eu seria
pega rapidamente.
Na noite da fuga eu estava jantando p última vez Sophie. Tínhamos decidido sair assim que
escurecesse, para que a gente pudesse se esconder melhor na escurid?o. De noite haveria uma
grande celebra??o acontecendo na pra?a principal, as patrulhas de guardas estariam a guarda
baixa.
Até agora, n?o houve nenhum problema ou mesmo nenhum visitante desde que Aleric me baniu para
o meu quarto. Eu estava grata p paz e tranquilidade, e feliz por n?o ter que ver os olhares dos
membros da minha alcatéia enquanto eu passava. Eu tinha certeza de que suas opini?es sobre mim
só pioraram agora que meu pai haviaetido uma das maiores ofensas possíveis; tentativa de
assassinato do Alfa.
“é hora de ir”, eu disse nervosamente para Sophie.
Eu estava assustada. Eu estava medo de que f?ssemos pegas, que eu fosse arrastada de volta
para este inferno e possivelmente executada. Mas se pudéssemos fazer isso, sair e finalmente ser
livres, valeria a pena.
Sophie acenou a cabe?a enquanto eu pegava minha moch, me preparando para sair.
“Onde você colocou sua bolsa?” Eu perguntei, notando que n?o tinha deixado nenhum pertence na
porta da frente ainda.
Mas antes que Sophie pudesse responder, a porta de repente se abriu e vários guerreiros da alcatéia
invadiram.
Eles agarraram meus bra?os e me empurraram contra a parede, tirando minha moch antes de me
prenderem algemas de prata. Imediatamente, alguns delese?aram a revistar a casa e
come?aram a vasculhar todos os meus pertences,o se procurassem algo em particr.
Text ? by N0ve/lDrama.Org.
Eu queria chamar Sophie para ter certeza de que estava bem, mas ent?o, o canto dos meus
olhos, eu fui capaz de testemunhar quando eles for?aram Sophie a sair. Aconteceu t?o rápido que n?o
havia nada que eu pudesse fazer.
“Qual o significado disso?!” Eu gritei, meu rosto ainda pressionado contra a parede. “Eu sou sua Luna
e exijo que você se afaste e se explique.”
Eu podia dizer que o peso da minha autoridade caiu sobre eles, fazendo-os hesitar… mas apenas por
um momento. O que me segurava afrouxou um pouco o aperto, mas eles n?o me soltaram
completamente. Isso significava que a ordem tinha que vindo do próprio Aleric. Ele era o único que
tinha autoridade suficiente para sobrepor a minha.
Outro minuto se passou antes que Brayden finalmente entrasse p porta, olhando rapidamente para
mim. “Você afrouxar o aperto e virá,” ele disse para o que me segurava.
Eles me giraram para encará-lo, mas seu rosto estava ilegível. Eles estavam fazendo tudo isso porque
descobriram meus nos de fuga? Parecia um pouco exagerado para algo assim. N?o, isso era por
algo maior que estava acontecendo e eu n?o sabia.
Um dos guerreiros caminhou até Brayden alguns objetos na m?o.
“Encontramos isso, Gamma”, disse ele, apresentando-os a Brayden. “Também parece que estava
nejando fugir antes que a pegassemos. estava usando uma moch cheia de roupas e
suprimentos quando chegamos.”
Eu n?o conseguia ver qual era o segundo item, mas o primeiro era a carta para meu pai que eu havia
deixado na cama. Instantaneamente, uma sensa??o de aperto atingiu meu est?mago. Eu sabia que
aqu carta poderia ser mal interpretadao simpatia e gratid?o ao homem que quase matou o
Alfa. Eu tinha nejado sair antes que alguém lesse.
Brayden examinou a carta, seu rostopletamente sem emo??o, antes de cheirar qualquer outra
coisa que lhe deram. Sua rea??o imediata foi fazer uma careta e virar o rosto.
“Isto é seu?” ele perguntou, mostrando-me um pequeno punhado de ervas. Eu n?o reconheci, mas,
novamente, eu nunca fui boa em fitoterapia.
“Eu nunca vi isso antes na minha vida”, respondi, cuspindo as pvras de volta para ele. “Eu nem sei
o que é.”
“Foram encontradas em seu quarto, Gamma. Escondidas debaixo da cama,” o guerreiro interrompeu.
“O quê?! Você é louco! Eu n?o mantenho ervas aqui. Eu nem sei nada sobre identificar os diferentes
tipos!”
“é Mortwert,” Brayden respondeu calmamente, seus olhos castanhos escuros perfurando os meus.
“Isso causa abortos instantaneos.”
“O que?” Suspirei.
Por que algo assim estaria no meu quarto? Quem poderia tê-lo colocado lá?
“Ariadne Chrysalis, eu a coloco sob pris?o pelo assassinato do herdeiro Alfa ainda n?o nascido, e
pelos danos infligidos a outro membro da alcatéia, Thea Woods. Você será detida imediatamente até o
julgamento em uma semana.”
“O quê? Thea perdeu o bebê?” Eu perguntei horrorizada, meu corpo paralisado.
ro, todos eles pensariam que eu tinha algo a ver isso. Por que alguém acreditaria na Luna que
publicamente fez uma cena sobre sobre essa gravidez?
“Leve-a para a c”, disse Brayden, seu rosto finalmente mostrando o desgosto que eu sabia que ele
estivera tentando esconder o tempo todo.
Elese?aram a me empurrar para fora da porta, mas eu chutei e lutei.
“Você é louco! Você é louco!” Gritei. “Onde está Aleric?! Deixe-me ver Aleric e esrecer tudo isso! Eu
sou sua Luna! Eu exijo que você me leve ao Alfa imediatamente!”
“Isso n?o será necessário,” uma voz profunda e fria disse atrás de mim no corredor.
Estiquei meu pesco?o o máximo possível para ver os olhos familiares que eu tanto temia. O ódio
preenchido neles era mais do que eu já tinha visto antes em outra pessoa.
O medo rapidamente tomou conta de mim, minhas pernas quase cedendo só de vê-lo tanta raiva.
A express?o “se o olhar matasse” n?o podia ser usada aqui. Ele parecia pronto para quebrar meu
pesco?o as próprias m?os.
“Aleric…”, eu chorei. “Eu n?o fiz isso, eu juro. Eu n?o matei seu bebê. Eu nem queria mais estar aqui.
Eu estava desistindo, deixando você ter Theao você sempre quis.”
“Ent?o, você admite que tentou fugir?” ele rosnou em voz baixa. “Seu motivo parece ro. Mas n?o se
preocupe, você vai realizar o seu desejo.”
Vários dos anci?es se fizeram presentes, um cfrio percorreu minha espinha. Tive a sensa??o de
que podia adivinhar o que eles estavam prestes a fazer. Até a admiss?o de querer fugir era punível,
isso sem contar as falsas acusa??es contra mim pelo aborto de Thea.
“Eu, Aleric Dumont, Alfa da alcatéia Névoa de Inverno, juntamente o acordo da maioria dos
anci?es presentes, rejeito você, Ariadne Chrysalis,o minhapanheira e Luna desta alcatéia.”
O vínculo se rompeu e a dor me cegou instantaneamente, caí de joelhos na mesma hora. Eu nunca
tinha experimentado algo t?o excruciante antes. Eu n?o podia ver, minha vis?o estava emba?ada, mas
eu podia ouvir fracamente meu próprio grito enchendo o ar. Tudo dentro de mim queimavao se
estivesse purificando algo no fundo da minha alma.
Durou mais do que eu podiapreender, os segundos parecendo horas. Mesmo depois que a
queima??o desapareceu e o pior da dor passou, um vazio ocopleto foi deixado pulsando dentro
do meu peito. N?o havia mais nada lá. Sem amor, sem desejo, sem luxúria. Uma grande parte do meu
mundo tinha sido Aleric. Sem ele e a influência do vínculo dopanheiro, metade de mim agora se
sentia… vazia.
… E a outra metade de mim sentiu medo.
Meu amor por ele tinha sido a única coisa que me cegava para o meu verdadeiro medo. Sem isso, sua
própria presen?a parecia que a própria morte estava pairando sobre mim.
O tipo de rejei??o que ele havia feito era raro; um onde a maioria dos votos dos anci?os era
necessária parapletar o processo. Eu só li isso acontecendo na história um punhado de vezes e
era praticamente inédito. Foi usado apenas para membros ssificados e foi uma rejei??o que n?o
precisava de consentimento ou acordo da segunda parte. O processo era reservado para quando os
crimes tivessem sidoetidos ou para quando houvesse um propósito maior de por que uma quebra
for?ada de vínculo deveria ocorrer.
Quando finalmente recuperei um pouco da minha for?a, olhei para Aleric, esperando que ele sentisse
o que eu senti… mas ele ficoupletamente sem emo??oo se nada tivesse acontecido.
Ent?o, era verdade ent?o. Ele nunca tinha me amado. Nem um pouco. A rejei??o deveria tê-lo
machucado tanto, mas em vez disso ele n?o sentiu nada. Ele apenas olhou para mim aqueles
olhos frioso se eu nunca tivesse sido alguém remotamente especial para ele.
E assim, sem nem mesmo hesitar, assisti Aleric virar as costas para mim… e ir embora.
“Leve-a para as cs”, ele ordenou por cima do ombro, nem mesmo se preocupando em verificar se
seuando foi executado.
Imediatamente, Brayden me colocou de pé ee?ou a me arrastar para as escadas. Mas eu n?o
revidei desta vez. N?o havia mais sentido.
Eu apenas deixei que ele me levasse para a pris?o que eu chamaria der pelos próximos sete dias.