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cap铆tulo 4

    Helena estava na Pra?a Principal perto de uma fonte vendendo suas po??es, as quais serviam para curar. Eram po??es de cura feitas de ervas medicinais e outros ingredientes. Depois que ela fugiu de sua casa, ela teve que aprender a se virar, ent?o ela ganha a sua vida dessa forma.


    Ela esteve sozinha a maioria de sua vida, depois que ela saiu de seu lar, a solid?o e o sentimento de rejei??o tomar?o conta de seu cora??o, entretanto ela nunca parou de sorrir e tentar ajudar os outros, mesmo ela sendo um dem?nio.


    Após ela fugir do inferno, ela foi para o continente dos humanos e a igreja a perseguiu ferozmente, porém ela encontrou um porto onde havia um navio de mercadoria. Ela se infiltrou lá e veio parar neste continente.


    Chamada de Ebusia ao explorar o lugar, ela encontrou uma casa velha, a qual seria seu lar.


    A casa era de uma antiga bruxa que morava ali, a qual sumiu sem deixar rastros. Muitos dizem que ela foi morta por alguma criatura na floresta.


    Outros dizem que ela simplesmente se mudou, mas como ela havia deixado seus pertences em sua casa, está teoria perde for?a. Ainda bem que Helena encontrou esta casa para morar antes que ela fosse saqueada.


    Agora, ela está se esfor?ando para conseguir uma quantia de dinheiro suficiente para as compras do mês. As po??es de cura n?o s?o simples, elas s?o muito poderosas.


    Fazendo com que quem beber possa se curar instantaneamente, seu pre?o atual é 10 moedas de ouro que equivalem a 100 moedas de prata e 100 moedas de prata equivalem a 100 moedas de bronze.


    Por tanto, com 10 moedas de ouro, dá para comparar muitas coisas suplementos para mais de um mês inteiro.


    Helena passa o seu bra?o em seu rosto para limpar o suor, pois estava muito quente e o sol muito forte. — Que calor, acho que já vendi o suficiente, onde será que se enfiou o, Silas? Tomara que ele n?o cause problemas!


    Silas, ao sair da sed da Gilda, se encontra com Helena!


    — Oi, Helena, bom te ver aqui, conseguiu vender suas po??es?


    — Sim, eu consegui vender todas como sempre, agora estou indo comprar comida, quer ir junto?


    — Pior que n?o, mas tenho algo para te contar, eu virei um aventureiro, agora poso conseguir algum dinheiro para tentar ajudar você de alguma forma!


    Helena olha apaixonadamente ao saber que alguém demonstrou tamanha empatia por ela. Ninguém nunca havia demonstrado tanto carinho como ele está mostrando agora.


    — Nossa, você agora é um aventureiro. Isso é incrível, mas você n?o precisa dar seu dinheiro para mim, você pode morar comigo de gra?a!


    Sila sorri co?ando a nunca — tá bom, ent?o vai ser super divertido morar com você! Mas você sabe onde fica a loja de equipamentos? Tenho que comparar um tal kit para aventureiro iniciante.


    — é... esta loja fica logo ali, é perto daqui, mas pera aí, você n?o tem dinheiro!


    — Droga, é verdade… você pode me emprestar um pouco? Vou te devolver, prometo!


    — Tá bom, eu compro para você, mas n?o se preocupe, vai ser um presente meu para você e, aliás, já está na hora mesmo de você devolver minhas roupas. Helena sorri.


    Silas fica com vergonha de estar se vestido de mulher em público! Ele n?o entende, perceber?o as manchas de sangue e perguntar?o, ent?o, por que também n?o pergunta sobre essas roupas?


    The author''s narrative has been misappropriated; report any instances of this story on Amazon.


    Chegando à loja, a vitrine mostra várias armas, desde arcos e flechas até espadas de diversos tamanhos e formatos. Em cima da porta da entrada tem um sino que, quando a porta é aberta, ele toca avisando que chegaram novos clientes.


    Ao entrar na loja, Silas se surpreende com uma espada em específico presa em uma parede. Ela é uma espada feita de ossos, com o cabo de metal.


    Também há uma arma nova e diferente, uma besta! Todavia, por ser uma arma recente, seu pre?o é bem salgado.


    Helena arregalou os olhos ao ver algumas adagas com pre?os de bananas em cima de uma mesa!


    — Olha, Silas, adagas, amo esse tipo de arma, eu mesma tenho uma escondida em meu corpo, nunca saio de casa sem uma.


    Silas olha para ela com medo — Você me assusta!


    Helena dá um sorriso bobo. Um homem chega, até eles, é o lojista!


    — Olá, cavaleiros, precisam de ajuda?


    Silas reponde — sim, quero ver o kit de aventureiro iniciante, por favor!


    — Sim, espere um pouco, vou pegar um exemplar!


    O homem vai até o fundo da loja, n?o demora nem cinco minutos e ele volta segurando uma caixa e o coloca em uma mesa — aqui está, esse é o kit, ele custa 400 moedas de pratas!


    Silas olha perplexo ao ver a quantidade de itens, uma espada de curto alcance, uma armadura leve básica feita de tecido, algumas por??es de cura, um kit básico.


    Helena diz — vou pagar para ele!


    — Excelente…


    Após os dois fazerem as compras. Eles voltaram para casa carregando as compras em uma bolsa que Helena comprou e que está sendo carregada por Silas, enquanto atravessam a floresta.


    Entretanto, a noite já havia caído, porém, eles chegar?o em casa sem problemas, após um dia cansativo.


    Ele coloca a bolsa perto da entrada e depois vai até o sofá para poder descansar um pouco após uma longa caminhada. Ela vai preparar a comida.


    Silas, sentado no sofá, percebe o qu?o desconfortável era ele parecer, mas que ele estava sentado em um tronco de madeira.


    Ele se sente um pouco mal por ter que dividir a cama com uma mulher que ele quase nunca viu em sua vida, contudo ela o “salvou, ajudou.”


    Ele pensa em uma forma de retribuir tudo, — um dia vou comparar uma casa nova e linda para ela, por ter me ajudado.


    Após um brevê tempo se passar, helena chama ele para comer!


    Ele se levanta e vai até a cozinha onde ela estava, entretanto, ao chegar lá, ele se depara com uma cena estranha. Helena, que tipo de comida é essa?


    — Isso é uma iguaria, aqui é carne de insetos fritos! Fica mais gostoso se colocar algum molho azedo por cima.


    Silas senta-se na mesa, ela pega uma cadeira e a coloca do lado dele!


    — Vou sentar aqui se n?o se importar?


    Duas situa??es caóticas ao mesmo tempo, uma garota linda sentada ao lado dele e uma aberra??o em cima da messa para comer!


    Silas olha para o prato com nojo, porém ele disfar?a para n?o deixar ela triste. A carne é roxa com pontinhos brancos em toda parte.


    — Tem certeza de que isso é comida?


    — Coma! Logo, e para de ser fresco!


    O cheiro n?o era de t?o ruim, porém a aparência que estragava o prato. Ele finca seu garfo na carne, levando até a boca. Ele mastiga, fazendo sons crocantes. — Hum, até que isso n?o é t?o ruim!


    — Viu, n?o se deve julgar um prato pela aparência, ainda mais quando somos pobres. Helena sorri.


    Eles come?am a comer juntos, todavia ela está falando em quanto come que deixa ele desconfortável!


    Até porque todos em seu antigo lar tinham uma educa??o exemplar.


    Após eles comerem suas refei??es, Helena pergunta — Silas, você quer ver uma coisa?


    Ele responde, perplexo: — Tá bom, vamos lá mais o que é?


    — Vai ser uma pequena surpresa, mas temos que nos preparar!


    Ela pega na m?o dele, cheia de gordura, e o leva para fora de casa. Ela aponta para cima, olha!


    Silha olha maravilhado com a quantidade de estrelas. Ele n?o consegue encontrar palavra em seu cora??o para descrever este momento. — Isso é lindo, eu nunca vi nada igual antes?


    Pera! Você morava em skywood e nunca viu um céu assim?


    — Sim, em skywood n?o tem noite porque está muito perto do sol e a luz n?o deixa aparecer as estrelas.


    — Triste isso, mas me fala mais de lá?


    — Skywood é um continente feito de arquipélagos flutuantes, cada uma com seu próprio eco sistema, é um lugar lindo, sinto saudades de casa!


    — Você estava falando que encontrou uma esfera lá, aí depois Deus apareceu e expulsou você?


    Ao lembrar de casa, ele n?o segurara suas lágrimas — Sim, isso mesmo!


    Ela o abra?a enquanto ele chora — Ei, calma, vai ficar tudo bem. Vou ajudar você a voltar para sua casa.


    — Obrigado por tudo que está fazendo por mim, um dia vou recompensar por tudo, prometo…


    Após conversar mais um pouco, eles se deitaram na grama e ficaram lá observando as estalas enquanto convers?o por algumas horas. Cansados da viagem à vila, eles pegam no sono ali mesmo, fora de casa, eles se abra?am enquanto dormem sobre a luz das estrelas.
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