《Asas Quebradas [português]》 Cap铆tulo 1 Correndo em alta velocidade e pulando entre as pedras de um pequeno riacho para atravessar o outro lado, o homem tem uma apar¨ºncia peculiar, cabelos loiros, olhos verdes como esmeraldas, e um par de duas longas asas brancas em suas costas! E mesmo com ela, prefere andar ao ch?o em vez de voar? O sol est¨¢ lindo neste dia, a grama azulada sobre os seus p¨¦s se torna mais alta ap¨®s atravessar o Riacho. O som da ¨¢gua come?a a diminuir e um sil¨ºncio toma conta do local. Uma ¨¢rvore no horizonte pode ser vista, ¨¦ a ¨¢rvore de Deus, o lugar de onde nascem os anjos. Um pequeno rosnado de um tom fino quebra o sil¨ºncio em meio ao campo de gramas altas que agora passa da minha cabe?a, uma sombra pula em mim, me fazendo cair de costa ao ch?o e algo aparece em cima de meu peito. Um pequeno lobo branco de olhos prateados deve ser um filhote. O homem acaricia o animal: ¡ª haha, que lobinho fofinho, onde est¨¢ sua m?e? Voc¨º tem que voltar para sua m?e, ela deve estar preocupada com voc¨º! ¡ª Hum¡­ voc¨º ¨¦ muito bom com os animais, n?o ¨¦ o mesmo Silas? ¡ª Hora, hora se n?o ¨¦ a Let¨ªcia, uma guerreira emprestada. Ao olhar para cima, um anjo! Vestindo uma armadura brilhante prateada, seu cabelo tamb¨¦m ¨¦ loiro e tem olhos verdes, at¨¦ porque todos os anjos t¨ºm as mesmas caracter¨ªsticas na parte dos olhos e cabelos, n?o na face; ela varia de anjo para anjo. ¡ª Bom, o que faz aqui. Let¨ªcia? ¡ª Eu ¨¦ que te questiona, estamos em guerra e voc¨º tem informa??es privilegiadas da ¨¢rvore, se voc¨º for capturado pelas for?as inimigas, isso ser¨¢ um problema. Fui enviado aqui apenas para refrescar sua mem¨®ria, se ela ainda existir. Silas, olha de uma forma s¨¦rie para Let¨ªcia! ¡ª T¨¢ bom, eu vou voltar, confie! Silas come?a a voar para bem longe enquanto Let¨ªcia o v¨º se distanciar cada vez mais. ¡ª Odeio esse cara, d¨¢ para acreditar nessa crian?a! Bom, ¨¦ melhor eu voltar. E avisa os superiores. Ao descer ao ch?o ap¨®s uma fuga surpreendente. Silas, sem perceber, havia atravessado a fronteira do pa¨ªs. E atr¨¢s de Silas, o para¨ªso com vastas barragens! De grama azulada e ¨¢rvores com frutas de todos os n¨²cleos e formatos, v¨¢rios tipos diferentes de animais cuja carne ¨¦ deliciosa, que s¨® s?o encontrados aqui, neste continente. O para¨ªso skywood ¨¦ um arquip¨¦lago flutuante de ilhas no c¨¦u, com v¨¢rias outras ilhas flutuando juntas, algumas ilhas com constru??es como templo ou cidades, outras com seu pr¨®prio eco sistema. H¨¢ v¨¢rias leis que os anjos devem obedecer, se quebrarem conforme desejarem? Alguns s?o mais graves que outros, mas t¨ºm um em espec¨ªfico que Deus n?o perdoa. Quem for louco o bastante para aceitar o vazio ser¨¢ expulso de skywood e cair¨¢ no mundo mortal sem seus poderes. At¨¦ hoje, ap¨®s mil¨ºnios, os habitantes de Skywood n?o sabem o que ¨¦ que ¨¦ t?o vazio, mas h¨¢ barcos que est?o em alguma ilha pr¨®xima ¨¤ fronteira. Silas, dessa vez, voou muito e algo surge em meio ao horizonte de ilhas flutuantes. Uma constru??o. Sila ainda pensa estar no territ¨®rio de sykwood. Ent?o, o pensar que ¨¦, mas uma cidade comum ou um tempo de adora??o? Mas este muito pequeno deve ser um templo. Silas graciosamente pousa na ilha. Para examinar e explorar o local.This tale has been unlawfully obtained from Royal Road. If you discover it on Amazon, kindly report it. Silas franze a testa, perplexo ¡ª Que constru??o ¨¦ essa? Ao se aproximar melhor para investigar, a constru??o parece ser um antigo templo com desenhos grotescos pintados na parede e nos pilares ao redor. Dem?nios e anjos lutando juntos! Contra uma Esp¨¦cie de Gosma? Silas fica ainda mais perplexo com esse lugar ¡ª eu n?o entendo por que os dem?nios lutariam lado a lado com anjos, sendo que nossas Esp¨¦cies sempre foram inimigas brutais desde os prim¨®rdios. Silas passa a m?o levemente sobre um rosto de um anjo pintado na parede e Silas sente um arrepio por todo seu corpo, e retira rapidamente a sua m?o. Silas desem banha a sua espada feita de mithril, que estava em sua cintura, a procura de uma entrada. Silas acha uma escada que leva para o subterraneo e desce as escadas no mais puro breu, a espada de mithril come?a a iluminar, rasgando o v¨¦u da escurid?o. Silas v¨º um corredor longo com ambas as paredes esquerda e direita com buracos, no fim do corredor uma parede sem sa¨ªda. Silas vai caminhando cautelosamente, alerta a qualquer m¨ªnimo barulho, mas seu p¨¦ pisa em um piso que desse, mas afundo no ch?o. Uma armadilha? E flechas s?o disparadas dos buracos das paredes. Silas corre para o fim do corredor enquanto algumas flechas atingem seu corpo. Silas corre at¨¦ chegar ao final do corredor, ele olha para tr¨¢s e as flechas que estavam saindo dos buracos das paredes parar?o. O local ¨¦ muito apertado para Silas voar. ¡°Uma flecha atinge Silas, que se espanta ao ver que a flecha penetrou seu bra?o, ele exclama: ¡ª Isso n?o ¨¦ poss¨ªvel! Flechas n?o podem ferir um imortal como eu¡±. Silas retira a flecha de seu corpo e um pouquinho de sangue escorre, ¨¦ a primeira vez que o anjo v¨º o seu pr¨®prio sangue. No fim do corredor, uma parede de pedras com algumas plantas crescendo entre as brechas. Silas olha para a parede e v¨º um pequeno bot?o e o aperta. Fazendo a parede subir. Sila segura firme sua espada. Entra na sala, Se revelando em formato quadrada com nada al¨¦m de um altar de pedra no meio e mais buracos nas paredes. Silas co?a sua cabe?a tentando entender que diabos de lugar ¨¦ este? ¡ª Um altar de pedra? H¨¢ uma esfera negra que parece, mas como um peda?o de carne pulsando, que nojo! Silas se aproxima para investigar, melhor e pegar a esfera, e um barulho de algo pesado cai. Silas se assusta ao perceber que era a porta da passagem, a qual havia entrado agora trancado no templo, sem poder sair! A camera come?a a se encher de um l¨ªquido gosmento! Uma entidade familiar havia surgido na frente de Silas como um fantasma, era o pr¨®prio Deus criador! ¡ª Por que est¨¢ neste lugar proibido? Antes mesmo de Silas dizer uma palavra, ele j¨¢ estava ao ch?o com o abra?o esquerdo, o qual segurava a esfera pulsante arrancado. ¡ª Que velocidade! A esfera de carne havia rolado para o ch?o, o l¨ªquido gosmento fluia entre o ch?o e o bra?o ca¨ªdo. Silas, com seus olhos verdes, pedindo s¨²plicas de piedade ao seu Deus que estava ¨¤ sua frente, com f¨²ria. Deus estava com olhar amea?ador, seus olhos prateados e suas vestes s?o uma deslumbrante armadura dourada, seu cabelo era branco e longo, indo at¨¦ a sua cintura. Suas asas eram magn¨ªficas. Por algum motivo, seu corpo exibia uma luz dourada. Deus havia cortado um dos bra?os de Silas. Sem uma espada? Realmente, o poder de Deus transcende qualquer coisa. O ser ali ca¨ªdo ao ch?o, sentado olhando para baixo como se estivesse cometido o maior pecado de todos, onde o pr¨®prio Deus vinha se levantar de seu trono para ir pessoalmente lhe castigar. Sim, isto aconteceu, pois o anjo. Silas havia aceitado o vazio mesmo sem saber, ao encontrar esse templo escondido e lhe d¨º entrar, seu destino j¨¢ estava tra?ado. ¡ª Ningu¨¦m poderia esta neste lugar, pois estava selado como consegui abrir este lugar? Bom isto n?o importa, agora este maldito orbe ¨¦ seu e aproveite os seus dias miser¨¢veis sendo um simples mortal in¨²til. Em quanto Deus dizia isso, ele ainda n?o havia removidos seus poderes, ent?o Silas regenera o seu bra?o e logo se levanta e olha nos olhos de Deus enquanto ele fala. ¡ª Silas Seu bastardo, eu lidei dei tudo como voc¨º ousa me desafiar, eu s¨® um ser supremo, que est¨¢ acima de tudo e todos, eu fiz voc¨º, ¡ª Mas meu Deus, eu n?o fiz nada, eu estava andando e consegui este lugar, e j¨¢ estava aberto quando cheguei. ¡ª Sil¨ºncio, n?o quero ouvir seus v¨®s, impuro. Deus estava t?o furioso por algum motivo que nem quis ouvir a explica??o de seu anjo, Agora o ch?o come?a a se abrir e Sila cai em um buraco, suas asas j¨¢ n?o est?o, mas em sua Costa seu poder foi removido e sua imortalidade j¨¢ n?o existe mais. Silas em desespero grita com muito medo, l¨¢grima escorrem de seus olhos verdes, a queda n?o parece ter um fim, e os anjos que Deus expulsou do c¨¦u tamb¨¦m nunca, mas retornar?o. Isso deixou Silas ainda mas com medo do que estava por vir. Silas v¨º algo caindo junto com ele era a esfera? Silas consegue peg¨¢-la enquanto caia. Voc¨º, sua bolinha de merda, fez isso comigo, eu ainda vou provar minha inoc¨ºncia e retornaaaaaaaaaa. Ao cai em cima de nuvens p¨®s-nuvens, um cor verde por todo lugar abaixo pode ser vista e o ch?o, o corpo de Silas come?a a pegar fogo e uma grande bola de fogo cai como um meteoro cheio de f¨²ria ao ch?o verde. ¡°INPAQUITO¡­¡± . . . Silas colide finalmente com o ch?o em uma explos?o, ¨¢rvores e gramas carbonizadas ao redor Silas n?o, mas um anjo e sim um simples humano se levantar¨¢ cambaleando, suas vestes brancas angelicais foram totalmente consumidas pelo fogo, mas pelo... Por algum motivo ele n?o havia morrido com a queda. A vis?o come?a a ficar turva, ele caminha, mas logo cai no ch?o, agora se arrastando com suas ¨²ltimas for?as Silas tenta olhar ao redor e percebe v¨¢rias ¨¢rvores destru¨ªdas, mas, ao fundo muitas outras ¨¢rvores que n?o havia queimadas, provavelmente Silas caiu em uma floresta, ele desmaia. ¡°Algumas horas depois, Silas acorda em uma cama, mas sem conseguir se mover, pois seu corpo estava muito machucado, machucado, queimaduras por toda parte.¡± Silas n?o consegue abrir muito bem seus olhos, vendo apenas uma silhueta distorcida e o som de uma voz feminina. ¡ª ¡°N?o se esforce, voc¨º est¨¢ todo ferido se, voc¨º se esfor?a demais, vai acabar morrendo!¡± Cap铆tulo 2 Me sento na borda da cama e a silhueta ¨¤ minha frente se revela uma mulher! Com chifres e uma pele cinza com cabelos curtos Marrons e grandes olhos vermelhos e lindos, ela usa uma camisa amarela de manga longa que cobre todo o bra?o e um short jeans que mostra um pouco de suas curvas Sinuosas. Dem?nio! Um dem?nio¡­ Ser¨¢ que estou no inferno? Ai, que dor de cabe?a! Silas leva sua m?o at¨¦ sua testa, e o que v¨º em seu bra?o o deixa, mas apavorado! Tatuagens: ¡ª Desde quando fiz tatuagens? Meu Deus, o que est¨¢ acontecendo! Onde estou? ¡ª Gostei das suas tatuagens ha¡­ Prazer, Helena! Eu s¨® um dem?nio sim! E, que falta de educa??o, pergunta sobre minha esp¨¦cie assim desse jeito, mas aqui n?o ¨¦ o inferno. Deus me livre, n?o ¨¦ porque minha esp¨¦cie ¨¦ a de um dem?nio que sou um ser maligno que faz maldades, eu n?o escolhi nascer assim. Helena franzi a testa perplexo ¡ª Por que raios voc¨º caiu do c¨¦u em uma bola de fogo? Quem ¨¦ voc¨º e de onde voc¨º veio? A pergunta ¨¦ essa? Silas responde co?ando a cabe?a, ¡ª eu s¨® um anjo! E meu nome ¨¦ Silas, e moro em Skywood com anjos e Deus... Helena interrompeu Silas ¡ª N?o pera a¨ª? ¨¦ isso, que eu engula que voc¨º ¨¦ um anjo e mora com Deus em sykwood, haha! Essa ¨¦ muito boa seu bob?o, voc¨º deve ser s¨® um humano b¨ºbado que por algum caralho de motivo caiu do c¨¦u pelado. Haha¡­ ¡ª Mas ¨¦ verdade, eu moro em sykwood e s¨® um anjo, s¨® que Deus me expulsou depois qu¨º! An?o... Cade? Onde est¨¢?
Silas se levanta da cama e come?a a procurar a esfera ¡ª onde voc¨º est¨¢! Sua esfera de merda! Preciso de voc¨º? Silas, retira os len?¨®is da cama bagun?ado o lugar.
Helena com f¨²ria solta um grito! ¡ª para voc¨º t¨¢ bagun?ado seu maluco, eu n?o achei nada na cratera que voc¨º caiu peguei seu corpo nu e carbonizado e corri para minha casa para usar feiti?os de cura em voc¨º seu ingrato! Helena fica irritada e seus olhos vermelhos pulsa??o com mais intensidade ¡ª Voc¨º desmaiou por tr¨ºs dias e Eu dormi no sof¨¢ duro para voc¨º ficar confort¨¢vel, t? morrendo de dor nas costas! ¡ª Desculpa! Vou arrumar tudo! E prometo te recompensar por tudo! Helena nunca recebeu um pedido de desculpas em sua vida! Seus olhos se enchem de esperan?a e l¨¢grimas, mas ela rapidamente limpa como seu bra?o e sai do quarto. Dizendo: ¡ª Vou preparar algo para voc¨º comer, voc¨º deve estar com fome, e no arm¨¢rio ¨¤ sua esquerda tem roupas. Silas olha para baixo vendo seu corpo com aus¨ºncia de roupas e se dirige ao arm¨¢rio para pegar algo para se cobrir.
Ao abrir o arm¨¢rio e descobrir que h¨¢ apenas roupas femininas para se vestir Silas se sente desconfort¨¢vel com isso, mas as coloca!
Ap¨®s se vestir. Silas sai do quarto! E olhar ao redor da casa vendo ser uma casa humilde feita de Madeira r¨²stica sozinha na floresta, o cheiro de poeira paira no ar por toda parte e teias de aranhas. Ao sair de casa e olhar ao redor, ele cai de joelhos ao ch?o e come?a a socar a grama esverdeada a qual nunca havia visto antes.
¡ª Eu n?o entendo, eu quero voltar, agora, isso n?o ¨¦ justo¡­ Eu n?o deveria estar aqui isso foi um engano, deve ter armado para min s¨® pode.
Silas come?a a derramar l¨¢grima na grama, seu ponho come?a a se encher de sangue enquanto soca o ch?o com for?a: ¡ª que dor isso doe muito, esse l¨ªquido vermelho de novo! O que ¨¦ isso em min? Silas se levanta e olha para suas m?os ensanguentadas! Perplexo ¡ª que esta acontecendo comigo, l¨¢grima caindo nas palmas das m?os manchadas por enganos e mentiras. Silas percebe uma presen?a olhando discretamente atr¨¢s dele enquanto se afunda em sua melancolia ¨¦ Helena! Helena se sente um pouco culpada ao ver Silas chorando, ¡ª a... comida est¨¢ pronta! O que est¨¢ fazendo? Esta chorando! Olham suas m?os¡­ todas cheias de sangue! Helena se aproxima mais e d¨¢ um abra?o apertado para confortar, Silas que j¨¢ foi um anjo.
Ele n?o consegue entender como um dem?nio pode ter tanta compaix?o. Silas sempre foi ensinado que dem?nios s?o seres ruins. Sem compaix?o ou miseric¨®rdia, talvez todos estejam errados?You might be reading a pirated copy. Look for the official release to support the author.
"Helena d¨¢ um sorriso bobo para tentar alegrar Silas." ¡ª Vamos l¨¢, voc¨º vai se sentir melhor, calma, vai dar tudo certo.
Ao sentarem na mesa a comida j¨¢ estava servida numa tigela de barro, provavelmente feita ¨¤ m?o, o conte¨²do da tigela era um l¨ªquido com v¨¢rias plantinhas e o que parecia ser legumes era uma sopa! seu aroma era maravilhoso e dava ¨¢gua na boca, Sua textura era macia e cremosas.
Silas leva a colher em sua boca Maravilhado com o sabor doce ¨¦ a primeira vez que Silas vem uma sopa em sua vida! Ele abre um sorriso de satisfa??o e vem com mais vontade! ¡ª Voc¨º e t?o fofo seu chor?o, a sopa est¨¢ gostosa? E desculpe pela casa mal arrumada, eu n?o recebo muitas visitas! ¡ª Obrigado Helena pela comida, est¨¢ sim muito gostosa, mas eu nunca havia provado ¨¢gua com sabor! Antes. Helena solta gargalhadas ¡ª Ai¡­ a¨ª! Isso n?o ¨¦ ¨¢gua com sabor que dizer, ¨¦ tamb¨¦m, mas o nome ¨¦ sopa! Voc¨º nunca comeu antes? ¡ª N?o, em sykwood, n?o comemos, apesar de ter muitas frutas e animais, n¨®s anjos n?o precisamos de comida para sobreviver, mas podemos comer ¨¤ vontade! Helena cruza as pernas de baixo da mesa e franze a sobrancelha, perplexo ¡ª ainda n?o acredito que voc¨º seja um anjo, mas tamb¨¦m n?o duvido que n?o seja, afinal, voc¨º caiu do c¨¦u em uma bola de fogo. Mas como exatamente voc¨º foi expulso? ¡ª Eu estava caminhando pelos vastos Campos de Skywood at¨¦ que por acidente encontrei um templo estranho, entrei para investigar e encontrei uma esfera que parecia mais uma bola de carne pulsante, peguei ela e, quando fui ver, Deus estava na minha frente. Ele me expulsou e tirou meus poderes. ¡ª T¨¢ bom, vou tentar acreditar em voc¨º! Mas voc¨º n?o est¨¢ assustado com a minha apar¨ºncia feia? Silas franze a testa ¡ª N?o! N?o¡­ voc¨º n?o ¨¦ feia, voc¨º ¨¦ linda. Helena descruza as pernas em baixo da mesa e abre um sorriso largo em seu rosto. Ela nunca recebeu muitos elogios em sua vida. Isso enche seu cora??o de alegria, normalmente por ser um dem?nio, todos t¨ºm medo e se afastam. Helena se levanta e vai saltitando at¨¦ o seu quarto: ¡ª Volto r¨¢pido, pera a¨ª! Silas termina de comer, e se debru?a na mesa, aguardando Helena voltar. Helena volta, Empunhando um arco e flechas? ¡ª As provis?es de comida est?o acabando, preciso ir at¨¦ a vila pela manh?, fazer compras e vender algumas coisas! Silas pergunta ¡ª T¨¢, mas para que voc¨º precisa do arco para fazer compras? O arco ¨¦ para caso surja um perigo na floresta e, como voc¨º tamb¨¦m n?o tem dinheiro, vou comprar algumas roupas masculinas para voc¨º.
Silas sorri, aliviado em saber que vai ter roupas de meninos, ¡ª Helena! Um dia, voc¨º ser¨¢ recompensada por tudo! O tempo se passou muito r¨¢pido, Silas e Helena conversaram o dia todo, amanh? ser¨¢ o dia 10 do m¨ºs frosta.
Silas estava dormindo no ¨²nico quarto da casa. Ele se prepara para dormir ap¨®s um longo dia conversando. Estava uma noite linda, o cantar dos insetos, os Vaga-lumes, iluminando a floresta escura com a lua. Silas estava olhando pela janela que dava vista para a floresta, um olhar t?o triste de quem perdeu algo importante, a dor de ser expulso de casa sem ter feito nada de errado. Batidas na porta podem ser escutadas, pode entrar: ¡ª Helena! Que roupa ¨¦ essa?
¡ª Esse ¨¦ meu pijama normal! U¨¦¡­ eu n?o quero mais dormir no sof¨¢, ent?o vou dormir com voc¨º! Por um tempo, e olha a m?o boba, mantenha seus dedinhos longe de mim, se eu n?o te mato.
Helena estava usando um pijama quase transparente que mostrava um pouco suas curvas sinuosas, sua pele acinzentada era macia e lisinha! O cora??o de Silas come?a a disparar com essa situa??o, seus pensamentos est?o fora de controle.
¡ª O que voc¨º vou fazer? Eu n?o quero que ela durma comigo na mesma cama, mas a cama ¨¦ dela, e eu tamb¨¦m n?o quero que ela durma mais naquele sof¨¢ duro. O que vou fazer? Helena se deita na sua cama velha de Madeira e Sila deita-se em seguida de barriga para cima, muito preocupado com essa situa??o. Silas pensa em sua cabe?a: ¡ª Tenho que manter a calma, ¨¦ s¨® uma noite.
Cap铆tulo 3 O sol j¨¢ estava nascendo e os p¨¢ssaros come?ando a cantar. Eles j¨¢ foram acordados e prontos para ir rumo a uma vila cujo nome ¨¦ izes, um lugar povoado por todo tipo de ra?as, desde lobisomens a orcs, entretanto o verdadeiro motivo da visita de Helena ¨¦ vender po??es para fazer compras. Eles j¨¢ partir?o rumo ao seu objetivo atravessado a florestas que cada vez ficam mais densas e escuras. Ele n?o tem nenhum tipo de equipamento para se defender, caso algo ocorra, por¨¦m ela est¨¢ com um arco e flechas com uma Aljava em suas costas. Ao todo, s?o um dia e meio de caminhada at¨¦ a vila, por¨¦m h¨¢ monstros de n¨ªveis baixos morando aqui, exceto alguns que s?o mais raros e que podem aparecer. O vento est¨¢ ficando mais forte, fazendo as folhas das ¨¢rvores dan?arem at¨¦ chegar ao ch?o. O perfume das flores ao longe pode ser sentido. Caminhando por mais alguns metros, o cheiro muda para o cad¨¢ver p¨²trido, logo ¨¤ frente uma clarareira pequena aberta com uma criatura devorando um tipo de servo pequeno e esverdeado. A criatura parece ser uma galinha com dentes afiados em seu bico e garras muito grandes, logo aparece bem atras dela, todos t¨ºm plumagem branca como a neve. A criatura percebe a presen?a deles e solta um grito fino que alerta os outros. ¡ª Helena, o que s?o essas coisas? ¡ª Cuidado, fique atr¨¢s de mim e n?o fa?a movimento brusco! Silas Segura na cintura dela e olha com medo o monstro ¡ª isso s?o Galvoras um monstro de n¨ªvel 1 elas ca??o em bando pequenos mais n?o os subestimes elas s?o muito perigosas olhando para todos os lados elas gostam de se esgueirar por tr¨¢s um chama aten??o e as outros v?o por tr¨¢s e pegam suas v¨ªtimas! Ela disparou uma flecha acertando exatamente o que estava em sua frente, se alimentando, assim lembrando caminho, ela pega na m?o de silas ¡ª corre! Eles correm sem olhar para tr¨¢s enquanto s?o perseguidos pelas Galvoras. Ela solta a m?o dele e prepara mais uma vez seu arco enquanto corre, e novamente sua mira n?o nos decepcionar, acertando bem na cabe?a de um. ¡ª N?o para de virem essas porras de bichos esquisitos, se ao menos eu tivesse a minha espada, eu poderia matar todos eles como se n?o fosse nada. A tatuagem dele come?a a brilhar em um tom preto, suas veias come?am a ficar mais claras em seu corpo, olhos verdes carmesins sedentos de raiva e frustra??o. Agora ele entende que este mundo n?o vai ser s¨® flores. Enquanto eles estavam fugindo, Silas para como se j¨¢ n?o houve mais uma consci¨ºncia em sua mente, ele parte para cima sem pensar! Silas soca com tanta for?a que atravessa o peito de uma da Galvora! Ela olha paralisada de medo ao ver esta cena em sua frente, n?o medo das Galvoras e sim da brutalidade de Silas, o que se diz ser um anjo. ¡ª Meu Deus! Ele, com a outra m?o a pega pelo pesco?o e simplesmente o traz mais perto de sua boca e a morde, fazendo com que o sangue respire por toda parte. As outras Galvoras vendem seu companheiro sendo brutalmente morto fogem de medo daquela entidade monstruosa! Silas n?o para nenhum momento de brutalizar o cad¨¢ver das Galvoras que j¨¢ estava no ch?o desmembrando partes de seu corpo. ¡ª Helena arregalou os olhos ¡ª Par¨¢, silas j¨¢ chega! Rapidamente ela pula em cima dele, o fazendo com que os dois rolam sem no ch?o. Machado de sangue ¡ª para j¨¢ chega, ele est¨¢ morto. A tatuagem no bra?o dele come?a a parar de brilhar, fazendo ele voltar ao normal, por¨¦m um pouco atordoado. Eles ali, deitados sobre um mar de sangue, dem?nio e anjo, viram uma cena romantica, fazendo eles trocarem olhares calorosos ¡ª o que deu em voc¨º? Silas franze a testa, perplexo, tentando tamb¨¦m entender o que aconteceu ¡ª eu n?o sei, eu s¨® queria ir para a vila com voc¨º, mas esses bichos apareceram e eu fiquei muito bravo, n?o consegui me controlar. Helena, como um dem?nio no fundo, sabia o que tinha acontecido, entretanto ela n?o queria contar a verdade! Eles se levantam ¡ª temos que sair daqui, eles podem voltar ou aparecer outra coisa, pior! Ele pergunta ¡ª espera Helena! Voc¨º mora aqui, a sua vida inteira?Unauthorized duplication: this narrative has been taken without consent. Report sightings. Ela responde ¡ª olhando para baixo de uma forma triste N?o exatamente, eu nasci e morei um tempo no inferno, mas eu n?o gostava das coisas l¨¢, era uma merda, todo mundo me maltratando porque eu nunca quis fazer atrocidades. Silas j¨¢ tinha ouvido falar no continente do inferno ele se localiza em algum lugar abaixo do oceano porem a ¨²nica entrada conhecida ¨¦ guardas por muitas Guardas sendo imposs¨ªvel uma invas?o! sendo que a ra?a demon¨ªaca n?o gosta de quem n?o ¨¦ de sua esp¨¦cie preferida viver isolado nas profundezas. Ela estufa o peito: ¡ª Eu era uma nobre l¨¢, eu s¨® Helena da casa incandescente. Uma casa com muito prest¨ªgio no meu continente, por¨¦m meu pai queria que eu fizesse um monte de coisa ruim, ent?o eu fugi. ¡ª Eu sinto muito! Helena, mais uma vez, pega na m?o dele e trocam olhares. ¡ª Vamos sair daqui logo, seu bob?o. Chegando na pequena vila pacata, Helena come?a a vender suas po??es m¨¢gicas. Enquanto Silas vai dar uma olhada por a¨ª e tentar fazer algumas amizades ¡ª nossa, que lugar bunito e tranquilo o... Oi, tudo bem? Ele se encontra com um senhor de idade j¨¢ com seus cabelos e barbas cris¨¢lidas, vestido de cowboy e uma espada em sua cintura. ¡ª Ol¨¢, meu bom rapaz, nunca te vi por essas bandas, voc¨º deve ser um estrangeiro? Ele percebe que ¨¦ melhor manter segredo sobre ser um anjo, at¨¦ porque ele n?o conhece muito bem esse mundo e pode dar alguns problemas, contar a verdade. ¡ª ¨¦... sim, eu s¨® sou estrangeiro! ¡ª Entendendo, meu amigo, voc¨º parece ser bem forte e saud¨¢vel, voc¨º ¨¦ um aventureiro, voc¨º est¨¢ manchado de sangue, ent?o deve ser um?
"¡ªO que ¨¦ um aventureiro"?
O homem come?a a rir descontroladamente ¡ª ha ent?o, voc¨º n?o ¨¦ mesmo essas bandas um aventureiro e um homem livre que vai atr¨¢s de aventuras ¨¦picas e enfrenta criaturas lend¨¢rias como drag?es diga-me voc¨º quer se tornar um? Os olhos de silas brilharam maravilhados com as palavras do velho homem poder enfrentar drag?es ¡ª ou salvar Pessoas, sim, eu quero me tornar um aventureiro! O homem aponta para um lugar ¡ª bom, filho, voc¨º tem que ir at¨¦ a cede da Gilda, que ¨¦ aquela grande casa ali no fundo! O homem Franz a testa perplexo ¡ª Mais antes de ir, me fale porque voc¨º est¨¢ todo manchado de sangue? ¡ª eu e minha amiga fomos atacados por um bando de Galvoras eu acho que ¨¦ esse o nome ai eu consegui matar uma por iso to cheio de sangue! Caramba filho tem que tomar cuidado ao viajar mas me parece que voc¨º tem muito talento, para se um bom aventureiro boa sorte l¨¢! Silas vai em busca de encontrar este lugar! Ao achar o lugar parece mais uma casa de madeira de 4 andares, igual a um pr¨¦dio, l¨¢ dentro de um grande bar, com v¨¢rios aventureiros de muitas esp¨¦cies diferentes no fundo, um grande balc?o com uma linda elfa de recepcionistas. Chegando no balc?o, ¡ª Ol¨¢, mo?o, o que deseja? ¡ª Eu quero me tornar um aventureiro! Como eu fa?o para virar um? ¡ª Bom para voc¨º virar um aventureiro voc¨º tem que repassar esses pap¨¦is com seus dados como; sexo, como voc¨º luta essas informa??es, outra informa??o ¨¦ que cada morador da vila ou de fora com algum problema irar colocar um papel suspenso na placa de Madeira ao completa as Miss?es voc¨º receber¨¢ uma quantia de dinheiro dando pela Gilda para parabenizar pelo seu sucesso A elfa para explicar brevemente e pegar alguns pap¨¦is e os cola em cima do balc?o. Voc¨º come?a no n¨ªvel 1, ent?o voc¨º s¨® pode pegar Miss?es de n¨ªvel 1; para alcan?ar um n¨ªvel superior, voc¨º precisa subir o n¨ªvel de execu??o das miss?es espec¨ªficas. Silas pega um l¨¢pis em cima do balc?o e come?a a preencher os pap¨¦is. ¡ª Voc¨º tamb¨¦m recebe um cart?o especial feito de madeira, mas conforme voc¨º sobe seu n¨ªvel, ele muda para outros materiais como ferro, ouro, por ai! Ele acabou de preencher tudo ¡ª pronto, acabei de dizer, ¨¦ s¨® isso? A elfa l¨º as informa??es preenchidas ¡ª Sim, ¨¦ isso mesmo, senhor, Silas. Ol¨¢, sou Agatha, uma simples recepcionista e orientada, recomendo que compre um kit de aventureiro iniciante na loja de armas. Ele agradece e vai at¨¦ a placa de pedidos ¡ª vamos ver qual miss?o eu peguei? U¨¦, mas s¨® tenho 1 agora ¨¢ que pena!
Miss?o: Meu filho est¨¢ doente, por favor, preciso que suba montanha para coletar de ervas medicinais de Carqueja, para que eu possa fazer um rem¨¦dio para ele. . Prazo da miss?o 17 do m¨ºs de frosta. . Pagamentos 5 moedas de ouro. .
Silas cerra as vistas, perplexo ¡ª o menino est¨¢ doente, n?o posso deix¨¢-lo nessa situa??o, voc¨º em busca dessas ervas para o homem fazer uma po??o de cura. Falando nisso, cad¨º a Helena, ser¨¢ que ela conseguiu vender suas po??es?
cap铆tulo 4 Helena estava na Pra?a Principal perto de uma fonte vendendo suas po??es, as quais serviam para curar. Eram po??es de cura feitas de ervas medicinais e outros ingredientes. Depois que ela fugiu de sua casa, ela teve que aprender a se virar, ent?o ela ganha a sua vida dessa forma. Ela esteve sozinha a maioria de sua vida, depois que ela saiu de seu lar, a solid?o e o sentimento de rejei??o tomar?o conta de seu cora??o, entretanto ela nunca parou de sorrir e tentar ajudar os outros, mesmo ela sendo um dem?nio. Ap¨®s ela fugir do inferno, ela foi para o continente dos humanos e a igreja a perseguiu ferozmente, por¨¦m ela encontrou um porto onde havia um navio de mercadoria. Ela se infiltrou l¨¢ e veio parar neste continente. Chamada de Ebusia ao explorar o lugar, ela encontrou uma casa velha, a qual seria seu lar. A casa era de uma antiga bruxa que morava ali, a qual sumiu sem deixar rastros. Muitos dizem que ela foi morta por alguma criatura na floresta. Outros dizem que ela simplesmente se mudou, mas como ela havia deixado seus pertences em sua casa, est¨¢ teoria perde for?a. Ainda bem que Helena encontrou esta casa para morar antes que ela fosse saqueada. Agora, ela est¨¢ se esfor?ando para conseguir uma quantia de dinheiro suficiente para as compras do m¨ºs. As po??es de cura n?o s?o simples, elas s?o muito poderosas. Fazendo com que quem beber possa se curar instantaneamente, seu pre?o atual ¨¦ 10 moedas de ouro que equivalem a 100 moedas de prata e 100 moedas de prata equivalem a 100 moedas de bronze. Por tanto, com 10 moedas de ouro, d¨¢ para comparar muitas coisas suplementos para mais de um m¨ºs inteiro. Helena passa o seu bra?o em seu rosto para limpar o suor, pois estava muito quente e o sol muito forte. ¡ª Que calor, acho que j¨¢ vendi o suficiente, onde ser¨¢ que se enfiou o, Silas? Tomara que ele n?o cause problemas! Silas, ao sair da sed da Gilda, se encontra com Helena! ¡ª Oi, Helena, bom te ver aqui, conseguiu vender suas po??es? ¡ª Sim, eu consegui vender todas como sempre, agora estou indo comprar comida, quer ir junto? ¡ª Pior que n?o, mas tenho algo para te contar, eu virei um aventureiro, agora poso conseguir algum dinheiro para tentar ajudar voc¨º de alguma forma! Helena olha apaixonadamente ao saber que algu¨¦m demonstrou tamanha empatia por ela. Ningu¨¦m nunca havia demonstrado tanto carinho como ele est¨¢ mostrando agora. ¡ª Nossa, voc¨º agora ¨¦ um aventureiro. Isso ¨¦ incr¨ªvel, mas voc¨º n?o precisa dar seu dinheiro para mim, voc¨º pode morar comigo de gra?a! Sila sorri co?ando a nunca ¡ª t¨¢ bom, ent?o vai ser super divertido morar com voc¨º! Mas voc¨º sabe onde fica a loja de equipamentos? Tenho que comparar um tal kit para aventureiro iniciante. ¡ª ¨¦... esta loja fica logo ali, ¨¦ perto daqui, mas pera a¨ª, voc¨º n?o tem dinheiro! ¡ª Droga, ¨¦ verdade¡­ voc¨º pode me emprestar um pouco? Vou te devolver, prometo! ¡ª T¨¢ bom, eu compro para voc¨º, mas n?o se preocupe, vai ser um presente meu para voc¨º e, ali¨¢s, j¨¢ est¨¢ na hora mesmo de voc¨º devolver minhas roupas. Helena sorri. Silas fica com vergonha de estar se vestido de mulher em p¨²blico! Ele n?o entende, perceber?o as manchas de sangue e perguntar?o, ent?o, por que tamb¨¦m n?o pergunta sobre essas roupas? The author''s narrative has been misappropriated; report any instances of this story on Amazon. Chegando ¨¤ loja, a vitrine mostra v¨¢rias armas, desde arcos e flechas at¨¦ espadas de diversos tamanhos e formatos. Em cima da porta da entrada tem um sino que, quando a porta ¨¦ aberta, ele toca avisando que chegaram novos clientes. Ao entrar na loja, Silas se surpreende com uma espada em espec¨ªfico presa em uma parede. Ela ¨¦ uma espada feita de ossos, com o cabo de metal. Tamb¨¦m h¨¢ uma arma nova e diferente, uma besta! Todavia, por ser uma arma recente, seu pre?o ¨¦ bem salgado. Helena arregalou os olhos ao ver algumas adagas com pre?os de bananas em cima de uma mesa! ¡ª Olha, Silas, adagas, amo esse tipo de arma, eu mesma tenho uma escondida em meu corpo, nunca saio de casa sem uma. Silas olha para ela com medo ¡ª Voc¨º me assusta! Helena d¨¢ um sorriso bobo. Um homem chega, at¨¦ eles, ¨¦ o lojista! ¡ª Ol¨¢, cavaleiros, precisam de ajuda? Silas reponde ¡ª sim, quero ver o kit de aventureiro iniciante, por favor! ¡ª Sim, espere um pouco, vou pegar um exemplar! O homem vai at¨¦ o fundo da loja, n?o demora nem cinco minutos e ele volta segurando uma caixa e o coloca em uma mesa ¡ª aqui est¨¢, esse ¨¦ o kit, ele custa 400 moedas de pratas! Silas olha perplexo ao ver a quantidade de itens, uma espada de curto alcance, uma armadura leve b¨¢sica feita de tecido, algumas por??es de cura, um kit b¨¢sico. Helena diz ¡ª vou pagar para ele! ¡ª Excelente¡­ Ap¨®s os dois fazerem as compras. Eles voltaram para casa carregando as compras em uma bolsa que Helena comprou e que est¨¢ sendo carregada por Silas, enquanto atravessam a floresta. Entretanto, a noite j¨¢ havia ca¨ªdo, por¨¦m, eles chegar?o em casa sem problemas, ap¨®s um dia cansativo. Ele coloca a bolsa perto da entrada e depois vai at¨¦ o sof¨¢ para poder descansar um pouco ap¨®s uma longa caminhada. Ela vai preparar a comida. Silas, sentado no sof¨¢, percebe o qu?o desconfort¨¢vel era ele parecer, mas que ele estava sentado em um tronco de madeira. Ele se sente um pouco mal por ter que dividir a cama com uma mulher que ele quase nunca viu em sua vida, contudo ela o ¡°salvou, ajudou.¡± Ele pensa em uma forma de retribuir tudo, ¡ª um dia vou comparar uma casa nova e linda para ela, por ter me ajudado. Ap¨®s um brev¨º tempo se passar, helena chama ele para comer! Ele se levanta e vai at¨¦ a cozinha onde ela estava, entretanto, ao chegar l¨¢, ele se depara com uma cena estranha. Helena, que tipo de comida ¨¦ essa? ¡ª Isso ¨¦ uma iguaria, aqui ¨¦ carne de insetos fritos! Fica mais gostoso se colocar algum molho azedo por cima. Silas senta-se na mesa, ela pega uma cadeira e a coloca do lado dele! ¡ª Vou sentar aqui se n?o se importar? Duas situa??es ca¨®ticas ao mesmo tempo, uma garota linda sentada ao lado dele e uma aberra??o em cima da messa para comer! Silas olha para o prato com nojo, por¨¦m ele disfar?a para n?o deixar ela triste. A carne ¨¦ roxa com pontinhos brancos em toda parte. ¡ª Tem certeza de que isso ¨¦ comida? ¡ª Coma! Logo, e para de ser fresco! O cheiro n?o era de t?o ruim, por¨¦m a apar¨ºncia que estragava o prato. Ele finca seu garfo na carne, levando at¨¦ a boca. Ele mastiga, fazendo sons crocantes. ¡ª Hum, at¨¦ que isso n?o ¨¦ t?o ruim! ¡ª Viu, n?o se deve julgar um prato pela apar¨ºncia, ainda mais quando somos pobres. Helena sorri. Eles come?am a comer juntos, todavia ela est¨¢ falando em quanto come que deixa ele desconfort¨¢vel! At¨¦ porque todos em seu antigo lar tinham uma educa??o exemplar. Ap¨®s eles comerem suas refei??es, Helena pergunta ¡ª Silas, voc¨º quer ver uma coisa? Ele responde, perplexo: ¡ª T¨¢ bom, vamos l¨¢ mais o que ¨¦? ¡ª Vai ser uma pequena surpresa, mas temos que nos preparar! Ela pega na m?o dele, cheia de gordura, e o leva para fora de casa. Ela aponta para cima, olha! Silha olha maravilhado com a quantidade de estrelas. Ele n?o consegue encontrar palavra em seu cora??o para descrever este momento. ¡ª Isso ¨¦ lindo, eu nunca vi nada igual antes? Pera! Voc¨º morava em skywood e nunca viu um c¨¦u assim? ¡ª Sim, em skywood n?o tem noite porque est¨¢ muito perto do sol e a luz n?o deixa aparecer as estrelas. ¡ª Triste isso, mas me fala mais de l¨¢? ¡ª Skywood ¨¦ um continente feito de arquip¨¦lagos flutuantes, cada uma com seu pr¨®prio eco sistema, ¨¦ um lugar lindo, sinto saudades de casa! ¡ª Voc¨º estava falando que encontrou uma esfera l¨¢, a¨ª depois Deus apareceu e expulsou voc¨º? Ao lembrar de casa, ele n?o segurara suas l¨¢grimas ¡ª Sim, isso mesmo! Ela o abra?a enquanto ele chora ¡ª Ei, calma, vai ficar tudo bem. Vou ajudar voc¨º a voltar para sua casa. ¡ª Obrigado por tudo que est¨¢ fazendo por mim, um dia vou recompensar por tudo, prometo¡­ Ap¨®s conversar mais um pouco, eles se deitaram na grama e ficaram l¨¢ observando as estalas enquanto convers?o por algumas horas. Cansados da viagem ¨¤ vila, eles pegam no sono ali mesmo, fora de casa, eles se abra?am enquanto dormem sobre a luz das estrelas. cap铆tulo 5 Alguns Cavaleiros do ex¨¦rcito Real de Ebusia chegar?o ¨¤ vila para avisar de um poss¨ªvel perigo que est¨¢ por perto. Chegando no chefe da vil?, os soldados explicam que o rei estava fazendo alquimia e acabou criando uma criatura totalmente nova para servir o ex¨¦rcito, como a primeira de muitas armas alquimistas. Mas ela acabou fugindo do Castelo e fazendeiros e pessoas que andavam pela floresta foram achados mutilados, com todos seus membros arrancados. Rapidamente, os ex¨¦rcitos do rei foram iniciados para casar e destruir a criatura a todo custo, pois, se ela quisesse, ela poderia invadir a vila a qualquer momento. E fazer uma carnificina, os soldados solicitam que a Gilda de aventureiro mova seus guerreiros de n¨ªveis mais elevados para ajudar, e eles ser?o bem recompensados! O chef da vila pergunta ¡ª como ¨¦ esta tal criatura? O soldado, vestindo uma armadura com um elmo em sua m?o, fala: Seus olhos s?o vermelhos e brilhantes, sua mand¨ªbula ¨¦ exatamente grande e at¨ªpica, m?os com somente 3 dedos finos e afiados e seu corpo todo Insectoide ¨¦ coberto por um exoesqueleto preto com uma grande cauda de ponta afiada como uma lamina. ¡ª Ele usou t¨¦cnicas exatamente minuciosas e foi extremamente habilidoso e estrat¨¦gico. Os solados pedem que evacuem a vila e v¨¢ para a Fortaleza de serafilis que fica a 4 dias de caminhada daqui. Ele manda rapidamente a ordem de evacua??o. Os soldados rapidamente voltaram ¨¤s florestas para procurar a besta ap¨®s terem avisado o chef da vila. Ap¨®s algumas horas, todos j¨¢ haviam deixado seus lares indo rumo ¨¤ Fortaleza serafilis, entretanto j¨¢ estava a noite que s¨® tornava a caminhada mais perigosa! Aventureiros de alto escal?o j¨¢ foram notificados e j¨¢ est?o ¨¤ procura da besta negra como a noite. A criatura estava em uma montanha pr¨®xima ¨¤ vila, ela caminhava sozinha, a besta estava com fome, pois n?o havia comido nada e todos que os mataram foram somente para se divertir, n?o comer. Mais algo surge entre as ¨¢rvores, ¨¦ um trayno uma criatura que se assemelha a um tiranossauro rex. Ela ¨¦ exatamente rara, por¨¦m as mat¨¦rias dela, como escamas, s?o muito requisitadas por ferreiros para a fabrica??o de armas e armaduras. Estava chovendo um pouco com trov?es caindo, havia muita lama no ch?o que era perfeita para um trayno, pois ela era uma criatura Elemental, por isso ela era t?o rara! Unauthorized tale usage: if you spot this story on Amazon, report the violation. Seu elemento ¨¦ terra, ela gosta de rolar na lama que d¨¢ mais uma camada de prote??o para o seu corpo. Ele geralmente ¨¦ um predador on¨ªvoro, que significa que o trayno come praticamente de tudo. A tempestade estava ficando cada vez mais forte, empurrando as ¨¢rvores com os ventos fortes, alguns raios caindo na floresta e sendo apagado pouco tempo depois pela chuva forte. A criatura chamada pelo rei de Insecutor ela ¨¦ uma tentativa de criar super soldados com alquimia mais magia era um projeto extremamente secreto que acabou vazando, infelizmente com a fuga do Insecutor o rei n?o teve outra alternativa teve que avisar o m¨¢ximo de pessoas poss¨ªveis sobre este bicho. Trayno estava rolando na lama ap¨®s ter ca?ado uma ave de m¨¦dio porte para comer, sua pele. J¨¢ estava com o esfor?o m¨¢gico de seu poder Elemental. Mais algo preto o observava no escuro com olhos vermelhos brilhantes, trayno sente sua presen?a, os dois se encararam, estavam a alguns metros de distancia. O trayno come?a a rosnar e balan?a sua grande cauda, seu tamanho ¨¦ igual ao de um ?nibus escolar. Enquanto Insecutor media aproximadamente 2,00 metros de altura, um tamanho grande comparado com um ser humano. Uma aura vermelha come?a a emanar do corpo de Insecutor fazendo sua apar¨ºncia ficar ainda mais aterrorizante. Ele estava fazendo um som fino, por¨¦m assustador. Trayno come?a a correr em dire??o ao Insecutor com a boca aberta, rugindo quem ¨¦ uma criatura t?o pequena e fr¨¢gil perto do poderoso trayno que pesa 20 toneladas de puro m¨²sculo. Ela tenta abocanhar ele, por¨¦m, em um passe de m¨¢gica, Insecutor salta t?o alto e cai em cima do trayno fazendo com que ele chacoalhasse seu corpo para tentar o derrubar. Entretanto, Insecutor come?a a dar v¨¢rios golpes com suas unhas afiadas em uma grande velocidade, atravessando um pouco da armadura inexpugn¨¢vel. Trayno come?a a correr, se chocando contra as ¨¢rvores. Ele bate em uma, esmagando o corpo de Insecutor fazendo com que ele caia no ch?o. Trayno pisa em seu corpo com suas 20 toneladas e d¨¢ um rugido avalador de rei da floresta. Ele se acalma e segue seu caminho um pouco ferido. Ele se deita na lama, fechando seus olhos por um instante, por¨¦m, Insecutor corre em dire??o ao trayno que n?o estava o vendo. Pois pensava que ele estava morto, ele finca sua cauda pontiaguda perfurando as p¨¢lpebras fechadas do trayno chegando ao olho que o deixa segar, entretanto, seu outro olho funciona. Ele, agora, est¨¢ com muita raiva do ch?o, come?a a levantar v¨¢rios blocos de terras de diversos tamanhos e formatos, joga um em Insecutor que estava pendurado em seu olho, o jogando para longe. Trayno olha para Insecutor e faz uma chuva de blocos de terras nele, o fazendo se enterrar vivo, logo ele n?o poder¨¢ mais respirar, vai perecer. A chuva est¨¢ de tera esta sendo t?o forte que causou um desmoronamento na montanha, pois estava muito ¨²mido a terra e, com diversas partes dela sendo retirada, a montanha n?o aguentou e uma parte cedeu ao ch?o. Onde justamente trayno e Insecutor estavam, uma cortina fina de fuma?a foi erguida no local, mas logo foi abafada pela chuva que j¨¢ estava se acalmando. Entretanto, trayno tem o poder Elemental de terra e ¨¤s vezes se afunda no ch?o para emboscar algumas presas. O trayno tamb¨¦m dorme embaixo da terra, ent?o isso n?o ¨¦ um problema para ele. Diferente de Insecutor que deve estar agora debaixo de v¨¢rias torneadas de terra, por¨¦m o imposs¨ªvel acontece, ele explode uma parte da montanha com seu poder misterioso vermelho, o fazendo saltar para liberdade. Trayno j¨¢ estava fora da montanha, agora ele tem certeza de que aquele inseto morreu, por¨¦m, algo cai do c¨¦u em um raio vermelho, fazendo com que a cabe?a de trayno caia ao ch?o. Em seguida, seu grande corpo pesado cai no ch?o, fazendo um pequeno terremoto. Agora, o Insecutor pode se alimentar ¨¤ vontade.