《Asas Quebradas [português]》 Cap铆tulo 1 Correndo em alta velocidade e pulando entre as pedras de um pequeno riacho para atravessar o outro lado, o homem tem uma apar¨ºncia peculiar, cabelos loiros, olhos verdes como esmeraldas, e um par de duas longas asas brancas em suas costas! E mesmo com ela, prefere andar ao ch?o em vez de voar? O sol est¨¢ lindo neste dia, a grama azulada sobre os seus p¨¦s se torna mais alta ap¨®s atravessar o Riacho. O som da ¨¢gua come?a a diminuir e um sil¨ºncio toma conta do local. Uma ¨¢rvore no horizonte pode ser vista, ¨¦ a ¨¢rvore de Deus, o lugar de onde nascem os anjos. Um pequeno rosnado de um tom fino quebra o sil¨ºncio em meio ao campo de gramas altas que agora passa da minha cabe?a, uma sombra pula em mim, me fazendo cair de costa ao ch?o e algo aparece em cima de meu peito. Um pequeno lobo branco de olhos prateados deve ser um filhote. O homem acaricia o animal: ¡ª haha, que lobinho fofinho, onde est¨¢ sua m?e? Voc¨º tem que voltar para sua m?e, ela deve estar preocupada com voc¨º! ¡ª Hum¡ voc¨º ¨¦ muito bom com os animais, n?o ¨¦ o mesmo Silas? ¡ª Hora, hora se n?o ¨¦ a Let¨ªcia, uma guerreira emprestada. Ao olhar para cima, um anjo! Vestindo uma armadura brilhante prateada, seu cabelo tamb¨¦m ¨¦ loiro e tem olhos verdes, at¨¦ porque todos os anjos t¨ºm as mesmas caracter¨ªsticas na parte dos olhos e cabelos, n?o na face; ela varia de anjo para anjo. ¡ª Bom, o que faz aqui. Let¨ªcia? ¡ª Eu ¨¦ que te questiona, estamos em guerra e voc¨º tem informa??es privilegiadas da ¨¢rvore, se voc¨º for capturado pelas for?as inimigas, isso ser¨¢ um problema. Fui enviado aqui apenas para refrescar sua mem¨®ria, se ela ainda existir. Silas, olha de uma forma s¨¦rie para Let¨ªcia! ¡ª T¨¢ bom, eu vou voltar, confie! Silas come?a a voar para bem longe enquanto Let¨ªcia o v¨º se distanciar cada vez mais. ¡ª Odeio esse cara, d¨¢ para acreditar nessa crian?a! Bom, ¨¦ melhor eu voltar. E avisa os superiores. Ao descer ao ch?o ap¨®s uma fuga surpreendente. Silas, sem perceber, havia atravessado a fronteira do pa¨ªs. E atr¨¢s de Silas, o para¨ªso com vastas barragens! De grama azulada e ¨¢rvores com frutas de todos os n¨²cleos e formatos, v¨¢rios tipos diferentes de animais cuja carne ¨¦ deliciosa, que s¨® s?o encontrados aqui, neste continente. O para¨ªso skywood ¨¦ um arquip¨¦lago flutuante de ilhas no c¨¦u, com v¨¢rias outras ilhas flutuando juntas, algumas ilhas com constru??es como templo ou cidades, outras com seu pr¨®prio eco sistema. H¨¢ v¨¢rias leis que os anjos devem obedecer, se quebrarem conforme desejarem? Alguns s?o mais graves que outros, mas t¨ºm um em espec¨ªfico que Deus n?o perdoa. Quem for louco o bastante para aceitar o vazio ser¨¢ expulso de skywood e cair¨¢ no mundo mortal sem seus poderes. At¨¦ hoje, ap¨®s mil¨ºnios, os habitantes de Skywood n?o sabem o que ¨¦ que ¨¦ t?o vazio, mas h¨¢ barcos que est?o em alguma ilha pr¨®xima ¨¤ fronteira. Silas, dessa vez, voou muito e algo surge em meio ao horizonte de ilhas flutuantes. Uma constru??o. Sila ainda pensa estar no territ¨®rio de sykwood. Ent?o, o pensar que ¨¦, mas uma cidade comum ou um tempo de adora??o? Mas este muito pequeno deve ser um templo. Silas graciosamente pousa na ilha. Para examinar e explorar o local.This tale has been unlawfully obtained from Royal Road. If you discover it on Amazon, kindly report it. Silas franze a testa, perplexo ¡ª Que constru??o ¨¦ essa? Ao se aproximar melhor para investigar, a constru??o parece ser um antigo templo com desenhos grotescos pintados na parede e nos pilares ao redor. Dem?nios e anjos lutando juntos! Contra uma Esp¨¦cie de Gosma? Silas fica ainda mais perplexo com esse lugar ¡ª eu n?o entendo por que os dem?nios lutariam lado a lado com anjos, sendo que nossas Esp¨¦cies sempre foram inimigas brutais desde os prim¨®rdios. Silas passa a m?o levemente sobre um rosto de um anjo pintado na parede e Silas sente um arrepio por todo seu corpo, e retira rapidamente a sua m?o. Silas desem banha a sua espada feita de mithril, que estava em sua cintura, a procura de uma entrada. Silas acha uma escada que leva para o subterraneo e desce as escadas no mais puro breu, a espada de mithril come?a a iluminar, rasgando o v¨¦u da escurid?o. Silas v¨º um corredor longo com ambas as paredes esquerda e direita com buracos, no fim do corredor uma parede sem sa¨ªda. Silas vai caminhando cautelosamente, alerta a qualquer m¨ªnimo barulho, mas seu p¨¦ pisa em um piso que desse, mas afundo no ch?o. Uma armadilha? E flechas s?o disparadas dos buracos das paredes. Silas corre para o fim do corredor enquanto algumas flechas atingem seu corpo. Silas corre at¨¦ chegar ao final do corredor, ele olha para tr¨¢s e as flechas que estavam saindo dos buracos das paredes parar?o. O local ¨¦ muito apertado para Silas voar. ¡°Uma flecha atinge Silas, que se espanta ao ver que a flecha penetrou seu bra?o, ele exclama: ¡ª Isso n?o ¨¦ poss¨ªvel! Flechas n?o podem ferir um imortal como eu¡±. Silas retira a flecha de seu corpo e um pouquinho de sangue escorre, ¨¦ a primeira vez que o anjo v¨º o seu pr¨®prio sangue. No fim do corredor, uma parede de pedras com algumas plantas crescendo entre as brechas. Silas olha para a parede e v¨º um pequeno bot?o e o aperta. Fazendo a parede subir. Sila segura firme sua espada. Entra na sala, Se revelando em formato quadrada com nada al¨¦m de um altar de pedra no meio e mais buracos nas paredes. Silas co?a sua cabe?a tentando entender que diabos de lugar ¨¦ este? ¡ª Um altar de pedra? H¨¢ uma esfera negra que parece, mas como um peda?o de carne pulsando, que nojo! Silas se aproxima para investigar, melhor e pegar a esfera, e um barulho de algo pesado cai. Silas se assusta ao perceber que era a porta da passagem, a qual havia entrado agora trancado no templo, sem poder sair! A camera come?a a se encher de um l¨ªquido gosmento! Uma entidade familiar havia surgido na frente de Silas como um fantasma, era o pr¨®prio Deus criador! ¡ª Por que est¨¢ neste lugar proibido? Antes mesmo de Silas dizer uma palavra, ele j¨¢ estava ao ch?o com o abra?o esquerdo, o qual segurava a esfera pulsante arrancado. ¡ª Que velocidade! A esfera de carne havia rolado para o ch?o, o l¨ªquido gosmento fluia entre o ch?o e o bra?o ca¨ªdo. Silas, com seus olhos verdes, pedindo s¨²plicas de piedade ao seu Deus que estava ¨¤ sua frente, com f¨²ria. Deus estava com olhar amea?ador, seus olhos prateados e suas vestes s?o uma deslumbrante armadura dourada, seu cabelo era branco e longo, indo at¨¦ a sua cintura. Suas asas eram magn¨ªficas. Por algum motivo, seu corpo exibia uma luz dourada. Deus havia cortado um dos bra?os de Silas. Sem uma espada? Realmente, o poder de Deus transcende qualquer coisa. O ser ali ca¨ªdo ao ch?o, sentado olhando para baixo como se estivesse cometido o maior pecado de todos, onde o pr¨®prio Deus vinha se levantar de seu trono para ir pessoalmente lhe castigar. Sim, isto aconteceu, pois o anjo. Silas havia aceitado o vazio mesmo sem saber, ao encontrar esse templo escondido e lhe d¨º entrar, seu destino j¨¢ estava tra?ado. ¡ª Ningu¨¦m poderia esta neste lugar, pois estava selado como consegui abrir este lugar? Bom isto n?o importa, agora este maldito orbe ¨¦ seu e aproveite os seus dias miser¨¢veis sendo um simples mortal in¨²til. Em quanto Deus dizia isso, ele ainda n?o havia removidos seus poderes, ent?o Silas regenera o seu bra?o e logo se levanta e olha nos olhos de Deus enquanto ele fala. ¡ª Silas Seu bastardo, eu lidei dei tudo como voc¨º ousa me desafiar, eu s¨® um ser supremo, que est¨¢ acima de tudo e todos, eu fiz voc¨º, ¡ª Mas meu Deus, eu n?o fiz nada, eu estava andando e consegui este lugar, e j¨¢ estava aberto quando cheguei. ¡ª Sil¨ºncio, n?o quero ouvir seus v¨®s, impuro. Deus estava t?o furioso por algum motivo que nem quis ouvir a explica??o de seu anjo, Agora o ch?o come?a a se abrir e Sila cai em um buraco, suas asas j¨¢ n?o est?o, mas em sua Costa seu poder foi removido e sua imortalidade j¨¢ n?o existe mais. Silas em desespero grita com muito medo, l¨¢grima escorrem de seus olhos verdes, a queda n?o parece ter um fim, e os anjos que Deus expulsou do c¨¦u tamb¨¦m nunca, mas retornar?o. Isso deixou Silas ainda mas com medo do que estava por vir. Silas v¨º algo caindo junto com ele era a esfera? Silas consegue peg¨¢-la enquanto caia. Voc¨º, sua bolinha de merda, fez isso comigo, eu ainda vou provar minha inoc¨ºncia e retornaaaaaaaaaa. Ao cai em cima de nuvens p¨®s-nuvens, um cor verde por todo lugar abaixo pode ser vista e o ch?o, o corpo de Silas come?a a pegar fogo e uma grande bola de fogo cai como um meteoro cheio de f¨²ria ao ch?o verde. ¡°INPAQUITO¡¡± . . . Silas colide finalmente com o ch?o em uma explos?o, ¨¢rvores e gramas carbonizadas ao redor Silas n?o, mas um anjo e sim um simples humano se levantar¨¢ cambaleando, suas vestes brancas angelicais foram totalmente consumidas pelo fogo, mas pelo... Por algum motivo ele n?o havia morrido com a queda. A vis?o come?a a ficar turva, ele caminha, mas logo cai no ch?o, agora se arrastando com suas ¨²ltimas for?as Silas tenta olhar ao redor e percebe v¨¢rias ¨¢rvores destru¨ªdas, mas, ao fundo muitas outras ¨¢rvores que n?o havia queimadas, provavelmente Silas caiu em uma floresta, ele desmaia. ¡°Algumas horas depois, Silas acorda em uma cama, mas sem conseguir se mover, pois seu corpo estava muito machucado, machucado, queimaduras por toda parte.¡± Silas n?o consegue abrir muito bem seus olhos, vendo apenas uma silhueta distorcida e o som de uma voz feminina. ¡ª ¡°N?o se esforce, voc¨º est¨¢ todo ferido se, voc¨º se esfor?a demais, vai acabar morrendo!¡± Cap铆tulo 2 Me sento na borda da cama e a silhueta ¨¤ minha frente se revela uma mulher! Com chifres e uma pele cinza com cabelos curtos Marrons e grandes olhos vermelhos e lindos, ela usa uma camisa amarela de manga longa que cobre todo o bra?o e um short jeans que mostra um pouco de suas curvas Sinuosas. Dem?nio! Um dem?nio¡ Ser¨¢ que estou no inferno? Ai, que dor de cabe?a! Silas leva sua m?o at¨¦ sua testa, e o que v¨º em seu bra?o o deixa, mas apavorado! Tatuagens: ¡ª Desde quando fiz tatuagens? Meu Deus, o que est¨¢ acontecendo! Onde estou? ¡ª Gostei das suas tatuagens ha¡ Prazer, Helena! Eu s¨® um dem?nio sim! E, que falta de educa??o, pergunta sobre minha esp¨¦cie assim desse jeito, mas aqui n?o ¨¦ o inferno. Deus me livre, n?o ¨¦ porque minha esp¨¦cie ¨¦ a de um dem?nio que sou um ser maligno que faz maldades, eu n?o escolhi nascer assim. Helena franzi a testa perplexo ¡ª Por que raios voc¨º caiu do c¨¦u em uma bola de fogo? Quem ¨¦ voc¨º e de onde voc¨º veio? A pergunta ¨¦ essa? Silas responde co?ando a cabe?a, ¡ª eu s¨® um anjo! E meu nome ¨¦ Silas, e moro em Skywood com anjos e Deus... Helena interrompeu Silas ¡ª N?o pera a¨ª? ¨¦ isso, que eu engula que voc¨º ¨¦ um anjo e mora com Deus em sykwood, haha! Essa ¨¦ muito boa seu bob?o, voc¨º deve ser s¨® um humano b¨ºbado que por algum caralho de motivo caiu do c¨¦u pelado. Haha¡ ¡ª Mas ¨¦ verdade, eu moro em sykwood e s¨® um anjo, s¨® que Deus me expulsou depois qu¨º! An?o... Cade? Onde est¨¢?
Silas se levanta da cama e come?a a procurar a esfera ¡ª onde voc¨º est¨¢! Sua esfera de merda! Preciso de voc¨º? Silas, retira os len?¨®is da cama bagun?ado o lugar.Helena com f¨²ria solta um grito! ¡ª para voc¨º t¨¢ bagun?ado seu maluco, eu n?o achei nada na cratera que voc¨º caiu peguei seu corpo nu e carbonizado e corri para minha casa para usar feiti?os de cura em voc¨º seu ingrato! Helena fica irritada e seus olhos vermelhos pulsa??o com mais intensidade ¡ª Voc¨º desmaiou por tr¨ºs dias e Eu dormi no sof¨¢ duro para voc¨º ficar confort¨¢vel, t? morrendo de dor nas costas! ¡ª Desculpa! Vou arrumar tudo! E prometo te recompensar por tudo! Helena nunca recebeu um pedido de desculpas em sua vida! Seus olhos se enchem de esperan?a e l¨¢grimas, mas ela rapidamente limpa como seu bra?o e sai do quarto. Dizendo: ¡ª Vou preparar algo para voc¨º comer, voc¨º deve estar com fome, e no arm¨¢rio ¨¤ sua esquerda tem roupas. Silas olha para baixo vendo seu corpo com aus¨ºncia de roupas e se dirige ao arm¨¢rio para pegar algo para se cobrir.
Ao abrir o arm¨¢rio e descobrir que h¨¢ apenas roupas femininas para se vestir Silas se sente desconfort¨¢vel com isso, mas as coloca!Ap¨®s se vestir. Silas sai do quarto! E olhar ao redor da casa vendo ser uma casa humilde feita de Madeira r¨²stica sozinha na floresta, o cheiro de poeira paira no ar por toda parte e teias de aranhas. Ao sair de casa e olhar ao redor, ele cai de joelhos ao ch?o e come?a a socar a grama esverdeada a qual nunca havia visto antes.
¡ª Eu n?o entendo, eu quero voltar, agora, isso n?o ¨¦ justo¡ Eu n?o deveria estar aqui isso foi um engano, deve ter armado para min s¨® pode.Silas come?a a derramar l¨¢grima na grama, seu ponho come?a a se encher de sangue enquanto soca o ch?o com for?a: ¡ª que dor isso doe muito, esse l¨ªquido vermelho de novo! O que ¨¦ isso em min? Silas se levanta e olha para suas m?os ensanguentadas! Perplexo ¡ª que esta acontecendo comigo, l¨¢grima caindo nas palmas das m?os manchadas por enganos e mentiras. Silas percebe uma presen?a olhando discretamente atr¨¢s dele enquanto se afunda em sua melancolia ¨¦ Helena! Helena se sente um pouco culpada ao ver Silas chorando, ¡ª a... comida est¨¢ pronta! O que est¨¢ fazendo? Esta chorando! Olham suas m?os¡ todas cheias de sangue! Helena se aproxima mais e d¨¢ um abra?o apertado para confortar, Silas que j¨¢ foi um anjo.
Ele n?o consegue entender como um dem?nio pode ter tanta compaix?o. Silas sempre foi ensinado que dem?nios s?o seres ruins. Sem compaix?o ou miseric¨®rdia, talvez todos estejam errados?You might be reading a pirated copy. Look for the official release to support the author."Helena d¨¢ um sorriso bobo para tentar alegrar Silas." ¡ª Vamos l¨¢, voc¨º vai se sentir melhor, calma, vai dar tudo certo.
Ao sentarem na mesa a comida j¨¢ estava servida numa tigela de barro, provavelmente feita ¨¤ m?o, o conte¨²do da tigela era um l¨ªquido com v¨¢rias plantinhas e o que parecia ser legumes era uma sopa! seu aroma era maravilhoso e dava ¨¢gua na boca, Sua textura era macia e cremosas.Silas leva a colher em sua boca Maravilhado com o sabor doce ¨¦ a primeira vez que Silas vem uma sopa em sua vida! Ele abre um sorriso de satisfa??o e vem com mais vontade! ¡ª Voc¨º e t?o fofo seu chor?o, a sopa est¨¢ gostosa? E desculpe pela casa mal arrumada, eu n?o recebo muitas visitas! ¡ª Obrigado Helena pela comida, est¨¢ sim muito gostosa, mas eu nunca havia provado ¨¢gua com sabor! Antes. Helena solta gargalhadas ¡ª Ai¡ a¨ª! Isso n?o ¨¦ ¨¢gua com sabor que dizer, ¨¦ tamb¨¦m, mas o nome ¨¦ sopa! Voc¨º nunca comeu antes? ¡ª N?o, em sykwood, n?o comemos, apesar de ter muitas frutas e animais, n¨®s anjos n?o precisamos de comida para sobreviver, mas podemos comer ¨¤ vontade! Helena cruza as pernas de baixo da mesa e franze a sobrancelha, perplexo ¡ª ainda n?o acredito que voc¨º seja um anjo, mas tamb¨¦m n?o duvido que n?o seja, afinal, voc¨º caiu do c¨¦u em uma bola de fogo. Mas como exatamente voc¨º foi expulso? ¡ª Eu estava caminhando pelos vastos Campos de Skywood at¨¦ que por acidente encontrei um templo estranho, entrei para investigar e encontrei uma esfera que parecia mais uma bola de carne pulsante, peguei ela e, quando fui ver, Deus estava na minha frente. Ele me expulsou e tirou meus poderes. ¡ª T¨¢ bom, vou tentar acreditar em voc¨º! Mas voc¨º n?o est¨¢ assustado com a minha apar¨ºncia feia? Silas franze a testa ¡ª N?o! N?o¡ voc¨º n?o ¨¦ feia, voc¨º ¨¦ linda. Helena descruza as pernas em baixo da mesa e abre um sorriso largo em seu rosto. Ela nunca recebeu muitos elogios em sua vida. Isso enche seu cora??o de alegria, normalmente por ser um dem?nio, todos t¨ºm medo e se afastam. Helena se levanta e vai saltitando at¨¦ o seu quarto: ¡ª Volto r¨¢pido, pera a¨ª! Silas termina de comer, e se debru?a na mesa, aguardando Helena voltar. Helena volta, Empunhando um arco e flechas? ¡ª As provis?es de comida est?o acabando, preciso ir at¨¦ a vila pela manh?, fazer compras e vender algumas coisas! Silas pergunta ¡ª T¨¢, mas para que voc¨º precisa do arco para fazer compras? O arco ¨¦ para caso surja um perigo na floresta e, como voc¨º tamb¨¦m n?o tem dinheiro, vou comprar algumas roupas masculinas para voc¨º.
Silas sorri, aliviado em saber que vai ter roupas de meninos, ¡ª Helena! Um dia, voc¨º ser¨¢ recompensada por tudo! O tempo se passou muito r¨¢pido, Silas e Helena conversaram o dia todo, amanh? ser¨¢ o dia 10 do m¨ºs frosta.Silas estava dormindo no ¨²nico quarto da casa. Ele se prepara para dormir ap¨®s um longo dia conversando. Estava uma noite linda, o cantar dos insetos, os Vaga-lumes, iluminando a floresta escura com a lua. Silas estava olhando pela janela que dava vista para a floresta, um olhar t?o triste de quem perdeu algo importante, a dor de ser expulso de casa sem ter feito nada de errado. Batidas na porta podem ser escutadas, pode entrar: ¡ª Helena! Que roupa ¨¦ essa?
¡ª Esse ¨¦ meu pijama normal! U¨¦¡ eu n?o quero mais dormir no sof¨¢, ent?o vou dormir com voc¨º! Por um tempo, e olha a m?o boba, mantenha seus dedinhos longe de mim, se eu n?o te mato.Helena estava usando um pijama quase transparente que mostrava um pouco suas curvas sinuosas, sua pele acinzentada era macia e lisinha! O cora??o de Silas come?a a disparar com essa situa??o, seus pensamentos est?o fora de controle.
¡ª O que voc¨º vou fazer? Eu n?o quero que ela durma comigo na mesma cama, mas a cama ¨¦ dela, e eu tamb¨¦m n?o quero que ela durma mais naquele sof¨¢ duro. O que vou fazer? Helena se deita na sua cama velha de Madeira e Sila deita-se em seguida de barriga para cima, muito preocupado com essa situa??o. Silas pensa em sua cabe?a: ¡ª Tenho que manter a calma, ¨¦ s¨® uma noite.Cap铆tulo 3 O sol j¨¢ estava nascendo e os p¨¢ssaros come?ando a cantar. Eles j¨¢ foram acordados e prontos para ir rumo a uma vila cujo nome ¨¦ izes, um lugar povoado por todo tipo de ra?as, desde lobisomens a orcs, entretanto o verdadeiro motivo da visita de Helena ¨¦ vender po??es para fazer compras. Eles j¨¢ partir?o rumo ao seu objetivo atravessado a florestas que cada vez ficam mais densas e escuras. Ele n?o tem nenhum tipo de equipamento para se defender, caso algo ocorra, por¨¦m ela est¨¢ com um arco e flechas com uma Aljava em suas costas. Ao todo, s?o um dia e meio de caminhada at¨¦ a vila, por¨¦m h¨¢ monstros de n¨ªveis baixos morando aqui, exceto alguns que s?o mais raros e que podem aparecer. O vento est¨¢ ficando mais forte, fazendo as folhas das ¨¢rvores dan?arem at¨¦ chegar ao ch?o. O perfume das flores ao longe pode ser sentido. Caminhando por mais alguns metros, o cheiro muda para o cad¨¢ver p¨²trido, logo ¨¤ frente uma clarareira pequena aberta com uma criatura devorando um tipo de servo pequeno e esverdeado. A criatura parece ser uma galinha com dentes afiados em seu bico e garras muito grandes, logo aparece bem atras dela, todos t¨ºm plumagem branca como a neve. A criatura percebe a presen?a deles e solta um grito fino que alerta os outros. ¡ª Helena, o que s?o essas coisas? ¡ª Cuidado, fique atr¨¢s de mim e n?o fa?a movimento brusco! Silas Segura na cintura dela e olha com medo o monstro ¡ª isso s?o Galvoras um monstro de n¨ªvel 1 elas ca??o em bando pequenos mais n?o os subestimes elas s?o muito perigosas olhando para todos os lados elas gostam de se esgueirar por tr¨¢s um chama aten??o e as outros v?o por tr¨¢s e pegam suas v¨ªtimas! Ela disparou uma flecha acertando exatamente o que estava em sua frente, se alimentando, assim lembrando caminho, ela pega na m?o de silas ¡ª corre! Eles correm sem olhar para tr¨¢s enquanto s?o perseguidos pelas Galvoras. Ela solta a m?o dele e prepara mais uma vez seu arco enquanto corre, e novamente sua mira n?o nos decepcionar, acertando bem na cabe?a de um. ¡ª N?o para de virem essas porras de bichos esquisitos, se ao menos eu tivesse a minha espada, eu poderia matar todos eles como se n?o fosse nada. A tatuagem dele come?a a brilhar em um tom preto, suas veias come?am a ficar mais claras em seu corpo, olhos verdes carmesins sedentos de raiva e frustra??o. Agora ele entende que este mundo n?o vai ser s¨® flores. Enquanto eles estavam fugindo, Silas para como se j¨¢ n?o houve mais uma consci¨ºncia em sua mente, ele parte para cima sem pensar! Silas soca com tanta for?a que atravessa o peito de uma da Galvora! Ela olha paralisada de medo ao ver esta cena em sua frente, n?o medo das Galvoras e sim da brutalidade de Silas, o que se diz ser um anjo. ¡ª Meu Deus! Ele, com a outra m?o a pega pelo pesco?o e simplesmente o traz mais perto de sua boca e a morde, fazendo com que o sangue respire por toda parte. As outras Galvoras vendem seu companheiro sendo brutalmente morto fogem de medo daquela entidade monstruosa! Silas n?o para nenhum momento de brutalizar o cad¨¢ver das Galvoras que j¨¢ estava no ch?o desmembrando partes de seu corpo. ¡ª Helena arregalou os olhos ¡ª Par¨¢, silas j¨¢ chega! Rapidamente ela pula em cima dele, o fazendo com que os dois rolam sem no ch?o. Machado de sangue ¡ª para j¨¢ chega, ele est¨¢ morto. A tatuagem no bra?o dele come?a a parar de brilhar, fazendo ele voltar ao normal, por¨¦m um pouco atordoado. Eles ali, deitados sobre um mar de sangue, dem?nio e anjo, viram uma cena romantica, fazendo eles trocarem olhares calorosos ¡ª o que deu em voc¨º? Silas franze a testa, perplexo, tentando tamb¨¦m entender o que aconteceu ¡ª eu n?o sei, eu s¨® queria ir para a vila com voc¨º, mas esses bichos apareceram e eu fiquei muito bravo, n?o consegui me controlar. Helena, como um dem?nio no fundo, sabia o que tinha acontecido, entretanto ela n?o queria contar a verdade! Eles se levantam ¡ª temos que sair daqui, eles podem voltar ou aparecer outra coisa, pior! Ele pergunta ¡ª espera Helena! Voc¨º mora aqui, a sua vida inteira?Unauthorized duplication: this narrative has been taken without consent. Report sightings. Ela responde ¡ª olhando para baixo de uma forma triste N?o exatamente, eu nasci e morei um tempo no inferno, mas eu n?o gostava das coisas l¨¢, era uma merda, todo mundo me maltratando porque eu nunca quis fazer atrocidades. Silas j¨¢ tinha ouvido falar no continente do inferno ele se localiza em algum lugar abaixo do oceano porem a ¨²nica entrada conhecida ¨¦ guardas por muitas Guardas sendo imposs¨ªvel uma invas?o! sendo que a ra?a demon¨ªaca n?o gosta de quem n?o ¨¦ de sua esp¨¦cie preferida viver isolado nas profundezas. Ela estufa o peito: ¡ª Eu era uma nobre l¨¢, eu s¨® Helena da casa incandescente. Uma casa com muito prest¨ªgio no meu continente, por¨¦m meu pai queria que eu fizesse um monte de coisa ruim, ent?o eu fugi. ¡ª Eu sinto muito! Helena, mais uma vez, pega na m?o dele e trocam olhares. ¡ª Vamos sair daqui logo, seu bob?o. Chegando na pequena vila pacata, Helena come?a a vender suas po??es m¨¢gicas. Enquanto Silas vai dar uma olhada por a¨ª e tentar fazer algumas amizades ¡ª nossa, que lugar bunito e tranquilo o... Oi, tudo bem? Ele se encontra com um senhor de idade j¨¢ com seus cabelos e barbas cris¨¢lidas, vestido de cowboy e uma espada em sua cintura. ¡ª Ol¨¢, meu bom rapaz, nunca te vi por essas bandas, voc¨º deve ser um estrangeiro? Ele percebe que ¨¦ melhor manter segredo sobre ser um anjo, at¨¦ porque ele n?o conhece muito bem esse mundo e pode dar alguns problemas, contar a verdade. ¡ª ¨¦... sim, eu s¨® sou estrangeiro! ¡ª Entendendo, meu amigo, voc¨º parece ser bem forte e saud¨¢vel, voc¨º ¨¦ um aventureiro, voc¨º est¨¢ manchado de sangue, ent?o deve ser um?
"¡ªO que ¨¦ um aventureiro"?O homem come?a a rir descontroladamente ¡ª ha ent?o, voc¨º n?o ¨¦ mesmo essas bandas um aventureiro e um homem livre que vai atr¨¢s de aventuras ¨¦picas e enfrenta criaturas lend¨¢rias como drag?es diga-me voc¨º quer se tornar um? Os olhos de silas brilharam maravilhados com as palavras do velho homem poder enfrentar drag?es ¡ª ou salvar Pessoas, sim, eu quero me tornar um aventureiro! O homem aponta para um lugar ¡ª bom, filho, voc¨º tem que ir at¨¦ a cede da Gilda, que ¨¦ aquela grande casa ali no fundo! O homem Franz a testa perplexo ¡ª Mais antes de ir, me fale porque voc¨º est¨¢ todo manchado de sangue? ¡ª eu e minha amiga fomos atacados por um bando de Galvoras eu acho que ¨¦ esse o nome ai eu consegui matar uma por iso to cheio de sangue! Caramba filho tem que tomar cuidado ao viajar mas me parece que voc¨º tem muito talento, para se um bom aventureiro boa sorte l¨¢! Silas vai em busca de encontrar este lugar! Ao achar o lugar parece mais uma casa de madeira de 4 andares, igual a um pr¨¦dio, l¨¢ dentro de um grande bar, com v¨¢rios aventureiros de muitas esp¨¦cies diferentes no fundo, um grande balc?o com uma linda elfa de recepcionistas. Chegando no balc?o, ¡ª Ol¨¢, mo?o, o que deseja? ¡ª Eu quero me tornar um aventureiro! Como eu fa?o para virar um? ¡ª Bom para voc¨º virar um aventureiro voc¨º tem que repassar esses pap¨¦is com seus dados como; sexo, como voc¨º luta essas informa??es, outra informa??o ¨¦ que cada morador da vila ou de fora com algum problema irar colocar um papel suspenso na placa de Madeira ao completa as Miss?es voc¨º receber¨¢ uma quantia de dinheiro dando pela Gilda para parabenizar pelo seu sucesso A elfa para explicar brevemente e pegar alguns pap¨¦is e os cola em cima do balc?o. Voc¨º come?a no n¨ªvel 1, ent?o voc¨º s¨® pode pegar Miss?es de n¨ªvel 1; para alcan?ar um n¨ªvel superior, voc¨º precisa subir o n¨ªvel de execu??o das miss?es espec¨ªficas. Silas pega um l¨¢pis em cima do balc?o e come?a a preencher os pap¨¦is. ¡ª Voc¨º tamb¨¦m recebe um cart?o especial feito de madeira, mas conforme voc¨º sobe seu n¨ªvel, ele muda para outros materiais como ferro, ouro, por ai! Ele acabou de preencher tudo ¡ª pronto, acabei de dizer, ¨¦ s¨® isso? A elfa l¨º as informa??es preenchidas ¡ª Sim, ¨¦ isso mesmo, senhor, Silas. Ol¨¢, sou Agatha, uma simples recepcionista e orientada, recomendo que compre um kit de aventureiro iniciante na loja de armas. Ele agradece e vai at¨¦ a placa de pedidos ¡ª vamos ver qual miss?o eu peguei? U¨¦, mas s¨® tenho 1 agora ¨¢ que pena!
Miss?o: Meu filho est¨¢ doente, por favor, preciso que suba montanha para coletar de ervas medicinais de Carqueja, para que eu possa fazer um rem¨¦dio para ele. . Prazo da miss?o 17 do m¨ºs de frosta. . Pagamentos 5 moedas de ouro. .Silas cerra as vistas, perplexo ¡ª o menino est¨¢ doente, n?o posso deix¨¢-lo nessa situa??o, voc¨º em busca dessas ervas para o homem fazer uma po??o de cura. Falando nisso, cad¨º a Helena, ser¨¢ que ela conseguiu vender suas po??es?