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AliNovel > Asas Quebradas [português] > Cap铆tulo 1

Cap铆tulo 1

    Correndo em alta velocidade e pulando entre as pedras de um pequeno riacho para atravessar o outro lado, o homem tem uma aparência peculiar, cabelos loiros, olhos verdes como esmeraldas, e um par de duas longas asas brancas em suas costas! E mesmo com ela, prefere andar ao ch?o em vez de voar?


    O sol está lindo neste dia, a grama azulada sobre os seus pés se torna mais alta após atravessar o Riacho. O som da água come?a a diminuir e um silêncio toma conta do local. Uma árvore no horizonte pode ser vista, é a árvore de Deus, o lugar de onde nascem os anjos.


    Um pequeno rosnado de um tom fino quebra o silêncio em meio ao campo de gramas altas que agora passa da minha cabe?a, uma sombra pula em mim, me fazendo cair de costa ao ch?o e algo aparece em cima de meu peito. Um pequeno lobo branco de olhos prateados deve ser um filhote.


    O homem acaricia o animal: — haha, que lobinho fofinho, onde está sua m?e? Você tem que voltar para sua m?e, ela deve estar preocupada com você!


    — Hum… você é muito bom com os animais, n?o é o mesmo Silas?


    — Hora, hora se n?o é a Letícia, uma guerreira emprestada.


    Ao olhar para cima, um anjo! Vestindo uma armadura brilhante prateada, seu cabelo também é loiro e tem olhos verdes, até porque todos os anjos têm as mesmas características na parte dos olhos e cabelos, n?o na face; ela varia de anjo para anjo.


    — Bom, o que faz aqui. Letícia?


    — Eu é que te questiona, estamos em guerra e você tem informa??es privilegiadas da árvore, se você for capturado pelas for?as inimigas, isso será um problema. Fui enviado aqui apenas para refrescar sua memória, se ela ainda existir.


    Silas, olha de uma forma série para Letícia! — Tá bom, eu vou voltar, confie!


    Silas come?a a voar para bem longe enquanto Letícia o vê se distanciar cada vez mais.


    — Odeio esse cara, dá para acreditar nessa crian?a! Bom, é melhor eu voltar. E avisa os superiores.


    Ao descer ao ch?o após uma fuga surpreendente. Silas, sem perceber, havia atravessado a fronteira do país.


    E atrás de Silas, o paraíso com vastas barragens! De grama azulada e árvores com frutas de todos os núcleos e formatos, vários tipos diferentes de animais cuja carne é deliciosa, que só s?o encontrados aqui, neste continente.


    O paraíso skywood é um arquipélago flutuante de ilhas no céu, com várias outras ilhas flutuando juntas, algumas ilhas com constru??es como templo ou cidades, outras com seu próprio eco sistema.


    Há várias leis que os anjos devem obedecer, se quebrarem conforme desejarem? Alguns s?o mais graves que outros, mas têm um em específico que Deus n?o perdoa. Quem for louco o bastante para aceitar o vazio será expulso de skywood e cairá no mundo mortal sem seus poderes.


    Até hoje, após milênios, os habitantes de Skywood n?o sabem o que é que é t?o vazio, mas há barcos que est?o em alguma ilha próxima à fronteira.


    Silas, dessa vez, voou muito e algo surge em meio ao horizonte de ilhas flutuantes. Uma constru??o. Sila ainda pensa estar no território de sykwood. Ent?o, o pensar que é, mas uma cidade comum ou um tempo de adora??o? Mas este muito pequeno deve ser um templo. Silas graciosamente pousa na ilha. Para examinar e explorar o local.This tale has been unlawfully obtained from Royal Road. If you discover it on Amazon, kindly report it.


    Silas franze a testa, perplexo — Que constru??o é essa?


    Ao se aproximar melhor para investigar, a constru??o parece ser um antigo templo com desenhos grotescos pintados na parede e nos pilares ao redor.


    Dem?nios e anjos lutando juntos! Contra uma Espécie de Gosma?


    Silas fica ainda mais perplexo com esse lugar — eu n?o entendo por que os dem?nios lutariam lado a lado com anjos, sendo que nossas Espécies sempre foram inimigas brutais desde os primórdios.


    Silas passa a m?o levemente sobre um rosto de um anjo pintado na parede e Silas sente um arrepio por todo seu corpo, e retira rapidamente a sua m?o.


    Silas desem banha a sua espada feita de mithril, que estava em sua cintura, a procura de uma entrada. Silas acha uma escada que leva para o subterraneo e desce as escadas no mais puro breu, a espada de mithril come?a a iluminar, rasgando o véu da escurid?o.


    Silas vê um corredor longo com ambas as paredes esquerda e direita com buracos, no fim do corredor uma parede sem saída. Silas vai caminhando cautelosamente, alerta a qualquer mínimo barulho, mas seu pé pisa em um piso que desse, mas afundo no ch?o. Uma armadilha?


    E flechas s?o disparadas dos buracos das paredes. Silas corre para o fim do corredor enquanto algumas flechas atingem seu corpo.


    Silas corre até chegar ao final do corredor, ele olha para trás e as flechas que estavam saindo dos buracos das paredes parar?o. O local é muito apertado para Silas voar.


    “Uma flecha atinge Silas, que se espanta ao ver que a flecha penetrou seu bra?o, ele exclama: — Isso n?o é possível! Flechas n?o podem ferir um imortal como eu”.


    Silas retira a flecha de seu corpo e um pouquinho de sangue escorre, é a primeira vez que o anjo vê o seu próprio sangue.


    No fim do corredor, uma parede de pedras com algumas plantas crescendo entre as brechas.


    Silas olha para a parede e vê um pequeno bot?o e o aperta. Fazendo a parede subir. Sila segura firme sua espada. Entra na sala, Se revelando em formato quadrada com nada além de um altar de pedra no meio e mais buracos nas paredes.


    Silas co?a sua cabe?a tentando entender que diabos de lugar é este? — Um altar de pedra? Há uma esfera negra que parece, mas como um peda?o de carne pulsando, que nojo!


    Silas se aproxima para investigar, melhor e pegar a esfera, e um barulho de algo pesado cai. Silas se assusta ao perceber que era a porta da passagem, a qual havia entrado agora trancado no templo, sem poder sair! A camera come?a a se encher de um líquido gosmento!


    Uma entidade familiar havia surgido na frente de Silas como um fantasma, era o próprio Deus criador! — Por que está neste lugar proibido?


    Antes mesmo de Silas dizer uma palavra, ele já estava ao ch?o com o abra?o esquerdo, o qual segurava a esfera pulsante arrancado.


    — Que velocidade!


    A esfera de carne havia rolado para o ch?o, o líquido gosmento fluia entre o ch?o e o bra?o caído. Silas, com seus olhos verdes, pedindo súplicas de piedade ao seu Deus que estava à sua frente, com fúria.


    Deus estava com olhar amea?ador, seus olhos prateados e suas vestes s?o uma deslumbrante armadura dourada, seu cabelo era branco e longo, indo até a sua cintura. Suas asas eram magníficas. Por algum motivo, seu corpo exibia uma luz dourada.


    Deus havia cortado um dos bra?os de Silas.


    Sem uma espada? Realmente, o poder de Deus transcende qualquer coisa. O ser ali caído ao ch?o, sentado olhando para baixo como se estivesse cometido o maior pecado de todos, onde o próprio Deus vinha se levantar de seu trono para ir pessoalmente lhe castigar.


    Sim, isto aconteceu, pois o anjo. Silas havia aceitado o vazio mesmo sem saber, ao encontrar esse templo escondido e lhe dê entrar, seu destino já estava tra?ado.


    — Ninguém poderia esta neste lugar, pois estava selado como consegui abrir este lugar? Bom isto n?o importa, agora este maldito orbe é seu e aproveite os seus dias miseráveis sendo um simples mortal inútil.


    Em quanto Deus dizia isso, ele ainda n?o havia removidos seus poderes, ent?o Silas regenera o seu bra?o e logo se levanta e olha nos olhos de Deus enquanto ele fala.


    — Silas Seu bastardo, eu lidei dei tudo como você ousa me desafiar, eu só um ser supremo, que está acima de tudo e todos, eu fiz você,


    — Mas meu Deus, eu n?o fiz nada, eu estava andando e consegui este lugar, e já estava aberto quando cheguei.


    — Silêncio, n?o quero ouvir seus vós, impuro.


    Deus estava t?o furioso por algum motivo que nem quis ouvir a explica??o de seu anjo, Agora o ch?o come?a a se abrir e Sila cai em um buraco, suas asas já n?o est?o, mas em sua Costa seu poder foi removido e sua imortalidade já n?o existe mais.


    Silas em desespero grita com muito medo, lágrima escorrem de seus olhos verdes, a queda n?o parece ter um fim, e os anjos que Deus expulsou do céu também nunca, mas retornar?o. Isso deixou Silas ainda mas com medo do que estava por vir.


    Silas vê algo caindo junto com ele era a esfera? Silas consegue pegá-la enquanto caia.


    Você, sua bolinha de merda, fez isso comigo, eu ainda vou provar minha inocência e retornaaaaaaaaaa.


    Ao cai em cima de nuvens pós-nuvens, um cor verde por todo lugar abaixo pode ser vista e o ch?o, o corpo de Silas come?a a pegar fogo e uma grande bola de fogo cai como um meteoro cheio de fúria ao ch?o verde.


    “INPAQUITO…”


    .


    .


    .


    Silas colide finalmente com o ch?o em uma explos?o, árvores e gramas carbonizadas ao redor Silas n?o, mas um anjo e sim um simples humano se levantará cambaleando, suas vestes brancas angelicais foram totalmente consumidas pelo fogo, mas pelo... Por algum motivo ele n?o havia morrido com a queda.


    A vis?o come?a a ficar turva, ele caminha, mas logo cai no ch?o, agora se arrastando com suas últimas for?as Silas tenta olhar ao redor e percebe várias árvores destruídas, mas, ao fundo muitas outras árvores que n?o havia queimadas, provavelmente Silas caiu em uma floresta, ele desmaia.


    “Algumas horas depois, Silas acorda em uma cama, mas sem conseguir se mover, pois seu corpo estava muito machucado, machucado, queimaduras por toda parte.”


    Silas n?o consegue abrir muito bem seus olhos, vendo apenas uma silhueta distorcida e o som de uma voz feminina.


    — “N?o se esforce, você está todo ferido se, você se esfor?a demais, vai acabar morrendo!”
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