Capítulo 336
A express?o destemida de Amado se imprimiu na retina de Calso, e ele se viu intimidado pelo olhar de
uma crian?a, fazendo que suas pups se contraissem violentamente. Ele estava prestes a dizer
algo quando uma voz velo da porta: “Bruna?“,
Quando olhou para cima, o rosto de Inés mudoupletamentel
viu Celso na s e, recuperando–se do choque, gritou: “Solte a Bruna e o Amado!”
Celso n?o conseguiu conter o risol
“Noe está procurando por vocês no mundo todo, e para mim é só um telefonemal Resolva seus
próprios problemas antes de se envolver os de outras pessoas!”
Inês ficou parada, sem avan?ar nem recuar, e disse pausadamente: “Eu mandel você soltar eles!”
“Nem em sonhos!”
Celso sorriu cruelmente e estreitou os olhos: “Hoje eu vou levar a Bruna, custe o que custar!”
“Eu n?o vou deixar você levar a Bruna p porta afora!”
Inês avan?ou sem medo, colocando–se aodo de Amado. Ao ver m?os grandes pressionando os
ombros do menino, impedindo–o de se debater, seu olhar tornou–se cortante: “Manda esses teus
capangas tirarem as m?os dele!”
já n?o tinha mais nada a temer. Antes, Noe a amea?ava coisas para deixá indecisa e sob
controle, mas agora n?oeteria os mesmos erros,
A determina??o de Inês deixou Celso momentaneamente perplexo, mas o homem logo retomou sua
express?o séria. Era uma pena, eles já estavam firmemente contra .
“Você n?o consegue nem se proteger, quanto mais proteger a Bruna!”
Celso zombou: “Deixe o Amado ir e levar a Bruna!”
“De jeito nenhum!”
Inês correu para a porta e a fechou for?a: “Ou você a solta agora, ou p do quarto andar a
Bruna, e eu n?o vou impedi!”
foi diretamente para a cozinha e abriu o gás: “Ou morremos todos! Vamos ver se eu tenho
coragem!”
“Você enlouqueceu!” – Celso se levantou. Era só a Bruna, afinal… Essa mulher… n?o pensa nas
consequências?
Inês estava apenas ganhando tempo, talvez quando Felipe chegasse, a situa??o pudesse mudar.
Felipe certamente teria um jeito de lidar Celso, só precisava prolongar o tempo…
Celso se levantou do sofá e, ignorando a resistência de Inés, ordenou que segurassem Bruna,
tomando uma decis?o imediata: “Levem !”
Inês ficou na frente dos homens de preto, bloqueando o caminho deles uma determina??o
desesperada, o que fez Celso perder a paciência: “N?o me force a lidar você também!”
Brunae?ou a suar frio as pvras de Celso: “Você n?o pode machucar Inês!”
Veja o quanto eles dependiam um do outro para sobreviver! Ele era um dem?nio aos olhos deles, n?o
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Capitulo 230
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Um dos homens de preto, impaciente a interferência de Inês, deu–lhe um soco no est?mago. Inés
gaquejou e caiu no ch?o um gemido abafado.
Os olhos de Bruna se encheram de lágrimas: “Inés! Celso, seu louco, me obrigando a levar você e
batendo em uma mulher Vocês n?o s?o homens
Celso ficou furioso a acusa??o de Bruna, e até a última gota depaix?o por Inês desapareceu:
“Você n?o sabe o que é bom para você, leve a Bruna!”
“Mam?er” – Amado correu atrás deles e viu Inés caída, tremendo violentamente, e ent?o vomitou
sangue.
O grito de Amado era agudo e desesperado. “Mam?e! N?o deixe nada acontecer você!”
O menino tentou ajudar Inés, mas estava sem for?as, consumida p dor intensa, incapaz até de
se levantar.
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Inés assistiu impotentemente enquanto Celso levava Bruna embora, os olhos vermelhos de raiva.