Capítulo 334
Bruna ficou atonita a cena à sua frente, n?o esperava que Giz levantasse a voz em sua
defesa. No entanto, se lembrou das pvras de Felipe, dizendo que Giz é uma pessoa que se
atém aos fatos, n?o às pessoas, e é muito dedicada ao seu trabalho, sempre mantendo uma ra
separa??o entre o pessoal e o profissional.
sabia que, se fizesse bem o seu trabalho, Giz n?o a iodaria.
Como resultado, Bruna tomou–se extremamente diligente em suas tarefas. No início, Giz a criticava
muito, mas agora estavae?ando a se acostumar a maneira de trabalhar de Bruna. Ambas
eram decisivas e eficientes; Bruna era firme e assertiva, o acabeu conquistando a admira??o de
Giz. No início, Giz pensou que Bruna seria uma novata frágil, mas ficou surpresa ao ver que a
garota, embora fisicamente pequena e delicada, provou ser muitopetente em seu trabalho.
que
Naquele dia, Bruna voltou para casa exausta do trabalho. Durante uma reuni?o à tarde, ficou de pé em
seus saltos altos o tempo todo, a ponto de formar bolhas nos calcanhares. Chegando em casa e
suspirando de cansa?o, estava prestes a descansar quando notou algo estranho.
A porta da frente… estava aberta novamente, mas nenhum som vinha da s de estar.
Entrou e vitre homem de seus pesadelos sentado no sofá, um olhar frio e severo, exatamente
como nos seus sonhos.
Bruna sentiuo se tivesse trope?ado em um degrau e, quando se virou, viu Amado sendo contido
pelos capangas de Celso. Inês parecia n?o ter voltado para casa ainda, provavelmente tinha saído
para fazerpras.
A voz de Bruna trèmeu quando Celso nu e disse: “Ent?o, você n?o vai me cumprimentar, senhorita
que já está morta?”
Como ele havia descoberto?
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Bruna estava visivelmente tremendo, e na ausência de Inês e Felipe, se sentia extremamente
vulnerável. Enfrentar Celso sozinha exigia uma coragem imensa.
Inconscientemente, apertou os dedos, um pequeno gesto que Celso notou, percebendo seu
nervosismo. Ele riu cruelmente: “Está t?o feliz em me ver que perdeu a capacidade de fr?”
No entanto, as primeiras pvras de Bruna foram: “Solte o Amado!”
Isso atingiu Celsoo uma punhda. Depois de tanto tempo, no reencontro deles, sua primeira
preocupa??o foi o bem–estar do filho de outra pessoa.
Será que Bruna n?o se arrependia de nada? Enganá–lo por tanto tempo, iludilo. Ninguém jamais
tratou Celsoo um bobo da corte, mas essa mulher ousada desafiou seus limites várias vezes!
Com um estr de dedos casual, os capangas de Celso deram um passo à frente e agarraram Bruna,
que insistiu: “Deixe Amado ir primeiro!”
ainda estava preocupada os outros.
às vezes, Celso queria confrontar Bruna, abrir seu cora??o e ver se havia espa?o para ele ali.
havia enganado a todos sua falsa morte, até mesmo a elet
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“Bruna, agora você n?o tem mais tempo para se preocupar os outros.”
Celso sorriu friamente e, para Bruna, aquele sorriso palec demoníaco. Seus olhos se encheram de
lágrimas: “Celso…”
Ao ouvir seu nome saindo dos lábios d, ele sentiu uma dorncina
apenas porque era Bruna quem o chamava.
“Você tem duas op??es” – disse ele: “A primeira é vir até mim e ser meu subordinado. A segunda…
fazer que aquele pirralho fedorento realmente desapare?a deste mundo junto você.”
Os olhos ambar de Celso se estreitaram: “Você queria tanto morrer, n?o é? Que tal se eu o ajudasse
com isso?”