Chapter 305
Capítulo 305
Declinda quase foi embora, os olhos chalos de lágrimas, deixando Non nozinho no shopping. O
quiosque que Inés e as outras haviam escolhido ficava bem nodo do de Noo. assistiu a todo s
drama e depois escolheu um vestido branco para experimenter no provedor. assistiu a todo o
drama e depois escolheu um vestide banco para experimentar no provador.
Quando salu, Je e Luatinha a encherm de elogios. “Deusal Você está linda!”
Inés estava usando um elegante vestido banco de ombros caidos, os cabelos protos caindo em
cascata ps costas, o olher encantador. Luzinha brincou: “Se eu fosse um homem, me apaixonaria
por você!”
Noe, sozinho, estava passando pelo quiosque nodo quando, no passar p frente da loja, viu Inés
em seu vestido branco.
somu levemente pam seus amigos, uma beleza delicada, uma presen?a elegante e nobre,
seu perfil revndo a curva perfeita do queixo no pesco?o, deslumbrante
erao um magnifico cisne branco
O olhar de Noe era profundo e pensativo.
Quando se casaram, fizeram–no às escondidas, sem anunciar a ninguém, e ele nunca chegou a
oferecer a Inés um casamento de verdade, toda a pompa e circunstancia. entregou–se a ele
com um cora??o ardente, mas foi friamente rejeitada inúmeras
vezes.
Com o tempo, seu cora??o se restriou, tomando–se uma pedra gda
Toda mulher sonha um casamento espetacr, um evento dos sonhos. No entanto, Noe nunca
proporcionou a inés esse momento tocante.
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Ele a tratavao um brinquedo, a insultava e a desprezava. E quando chegaram ao fim da estrada,
sussurrou em seu ouvido que, nesta vida, se amependia de tê–lo amado.
Agora, ao ver Inês em seu vestido branco. Noe parou, cativado por sua beleza, e pensou que se eles
tivessem anunciado seu casamento cinco anos atrás, uma grande festa e todos os
panhamentos tradicionais, Inés estaria ainda mais deslumbrante naquele casamento.
Mas no amor n?o há segunda chance.
Ele a observavao se estivesse hipnotizado,o se, naquele momento, fosse sua noiva.
In?s sentiu um olhar intenso sobre e, quando olhou para cima, viu Noe parado ali, um olhar de
espanto e paix?o.
deu um passo para trás, surpresa a intensidade do que viu nos olhos dele. Noe sentiu sua
rejei??o e afastou o olhar, escondendo suas emo??es.
Os outros também notaram Noe e, tentando n?o ignorar sua presen?a, Luazinha disse: “Olá, chefe.”
“Old” – respondeu Noe, sua habitual frieza,o se o momento de descontrole tivesse sido
apenas uma ilus?o.
Ele sempre fol dominado por sua racionalidade, mantendo uma calma assustadora, mesmo na dor
mais profunda
“Chefe, velo escolher uma roupa também?” – perguntou Je baixinho, percebendo que Noe havia
parado por causa de Inès. “Hm” – respondeu Noe secamente.
“Você também vai?” – perguntou Willson, vendo Noe se aproximar do balc?o do quiosque e conversar
em inglês a atendente. Depois ele se virou e disse: “Sim, nos vemos no cruzeiro.”
“Até lá!” – acenou Dinossauro, observando Noe se afastar eentando Je: “Nossa, chefe é
chefe, hein? Que estilo!”
“Deixa de olhar, todo homem que é chamado de chofe normalmente n?o presta”
Je nu e apontou para Inês: “Olha lá! N?o é uma deusa? Linda demais, parece até uma fada.”
“Vamosprá–lo ent?o, esse all
Wilson sacou seu cart?o: “A conta do vestido de hoje é por conta do estúdio!“.
“Que generosidade!” – audiu Luazinha Inês, n?o seja timida! Escolha o mais caro!”
Mas quando Wilson foi pagar, a atendente lhe informou que todos os custos já haviam sido cobertos
pelo senhor que acabara de sair e que a conta sena enviada a ele no final.
Willson murmurou: “O chefe pagou por nós?“.
O Dinossauro estava experimentando um termo quando ouviu a voz e se aproximou: “O qué? O chefe
está pagando a conta?”
A recepcionista acenou a cabe?a: “Fique à vontade para experimentá–lo“.
Inés segurou o vestido de festa e perguntou: “Quanto custa este?”
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‘Sels mil e setecentos, senhorita.”
O funcionário somu: ‘N?o se preocupe, a conta se enviada diretamente para você
Sels mit e setecentos, hein.
Inés respondeu “Obrigada, estou clente“.
Quando tivesse uma chance, eln deveria transferir esse dinheiro para Noe. Afinal de contas, n?o
queria aceitar favores dele sem motivo.
Isso a fazia sentir–se envergonhada, sue vida foi arruinada por ele e ainda tinha que aceitar suas
gentilezas
O gnpo
deixou a loja carregando sacs de marcas de luxo e sentindoo se estivesse sonhando.
“Droga… Deve ser um sonho, gastamos mais de vinte mil hoje… e tudo por causa do chef?o.”
“Se eu soubesse, teriaprado outro par de sapatos de salto alto, já que o chef?o está pagando.” –
Luazinha piscou “Você acha que o chef?o está de olho na nossa Dawn?”
Je, uma ex–paparazzi profissional, imediatamente farejou a fofoca: “Faz sentidol Pode ser isso
mesmo! Ele ficou babando p deusa no vestido branco por um bom tempol”
“Caraca, isso é incrivell – Dinossauro, segurando as sacs depras, exmou dodo: “Deusa,
com você no nosso estúdio, nunca mais teremos que nos preocuparida ou bebida!”