Chapter 299
Capítulo 299
Gabrielo desapareceu naqu noite,o se tivesse evaporado no ar, sem deixar rastro algum.
N?o apareceu mais no estúdio e tampouco voltou para casa, deixando tudo em um silêncio sepulcral.
Se n?o fosse pur Todoro Famese, que frequentava a caso assiduidade, Inés poderia pensar que
tinha regressado aos dias em que viv
Π
Amado n?o contou ainda o que aconteceu na casa dos Menezes, Ele apenas insistia em esperar um
pouco depois da esc, pois Gabrielo costumava busca lo. Agom, quem fazia isso era Teodoro
Farnese.
Gabrielo sumiu sem deixar vestigios,o se tivesse surgido do nada e desaparecido da mesma
forma.
Ninguém conhecia as condi??es familiares por trás dele, nem sua verdadeira identidade. Ele era um
mistério, aparecendo e desaparecendo sem nenhuma pista. Foi somente quando n?o puderam mais
encontrá–lo que todos perceberam o qu?o pouco conheciam Gabrielo.
Apesar de terem trabalhado juntos por tanto tempo, o contato se limitava a um número de WhatsApp e
um telefone celr.
E essas duas coisas, ironicamente, eram as mais fáceis de descartar.
Gabrielo tinha o hábito de chegar atrasado ao trabalho e dormir durante o dia, mas à noite se
transformava, abrindo sua mente velocidade sobre humana. Todos achavam isso estranho, mas
nunca imaginaram o que realmente acontecía por trás de sua excentricidade.
Amado nunca mais viu o homem que se parecia tanto seu tio.
Embora ele olhasse na dire??o do port?o todos os dias.
???????:?
Gabrielo havia prometido que eles voltariam juntos para odo de sua m?e.
Ele acreditava nele, mesmo que n?o fosse seu tio de verdade, mas tinha fé que ele cumpriria sua
promessa.
Teodoro Famesee?ou a ir à casa de Inés frequência, percebendo que suas tentativas de
reden??o estavame?ando a surtir efeito. Inês n?o o rejeitava maiso antes, mas ainda se
sentia desconfortável suas visitas constantes.
Ent?o, certa noite, depois deer e beber em sua casa, Teodoro disse sem cerim?nia “Inés, se eu
estiver the iodando muito, diga que estou…”
“Acho
que
você já está me iodando agora” – Inés a interrompeu sem modelos
O belo homem colocou a m?o no peito, mantendo um somso confiante, mas um tom de voz que
fingia dor. “Como você pode ser 1?o cruel? N?o vêo tenho trabalhado duro esses dias…”
“Esfor?ando–se tanto paraer e beber de gra?a a
aqui em casa?”
Inés nu, sem conseguir manter a raiva: “Ou serà que está tentando ser um porco?”
Teodoro Farnese n?o conseguiu encontrar as pvras para responder e, engolindo o orgulho, fingiu
n?o entender, dando tapinhas nas costas de Amado: “Pelo menos ele n?o me rejeita, vocé devenia
ouvir o seu filho. Certo, Amado?”
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Amado, o prato na m?o, acenou a cabe?a em sinal de concordancia. “Seja bem–vindo, tio
Farnesa Ap quiser, a cosa está abertal
tre que
E assim, o apelido tio Farnese estava cunhado
Naqu noite, uma tempestade desabou, e Inés, que havia esquecido um pen drive no escritório e
precisava trabalhar até tarde, teve que voltar à
empresa
Caminhando de volta, sentiu uma sombra atrás de si. Era perigoso para uma mulher andar sozinha à
noite, mas naquele momento, n?o conseguia pensar em ninguém para ajudá.
De repente, uma figura surgiu por trás d, cobriu sua boca for?a e a arrastou para um matagal
deserto. A chuva rapidament ensopou as roupas de ambos. In?s, aterrorizada, virou–se e ficou
chocada.
“Dionisio…
Sua voz suave se misturou ao som da chuva, chegando aos ouvidos de Dionisio, que finalmente a
soltou.
Ele a olhou bremente, um olhar de desespero, e parecia haver um brilho vermelho em seus olhos.
Ele disse: “Ines, eu sei que errel você… mas realmente n?o seiopensar…”
Ele havia sido enganado, assimo sua m?e. A mulher da foto n?o era in?s, mas a tragédia já
estava consumada
No dia em que ines se desplu na frente de todos, Dionisio soube que o desastre que ele havia
causado era imeversivel.
Ele estava o cora??o partido e queria se redimir, maso? Ele só podia observar a vida de Inés
dedo, sem nunca ouser fr
Capitulo 299
Com suas proprias m?os, ele havia empurado a rcionamento deles para o abismo. Ele nunca havia
se sentido t?o desamparado
Com cuidado, ele inclinou a cabe?a para uma mulher. “In?s, me desculpe, admito que o ciúme me
cegou
Inés disse uma voz gda: “Novou perdo?lo. Pode ir, estou indo. Você pode it estou voltando
para car
Será que a chuva poden ser mais fria que um cora??o? O de Dionisio estava apertado: “Eu sei que
errei, fui enganado, e nunca imagine que as coisas fossem assim. Eu pensei que você era aquele tipo
de mulher…”
Você ainda esta tentando se justificar
Inés olhou de rnce para Dionisio: “O erro já foietido, e n?o sou t?o magnanima a ponto de
perdoaro uma santa. Mas também n?o vou ficar pensando nisso. é isso al“.
O que quis dizer foi que, de agora em diante, n?o o consideraria mais um amigo, mas um
estranho.