Chapter 296
Capitulo 296
da tawka Menezes toda a term filho para a Amazónia, mas é meu fill
Tomando
encostado pin Cabuelo, hemendo subdiente
a voz t?o baixa e profunda “sanato, vc tem algo a dizer em sua defesa?”
de outras pessoas e alegando set set proprio bastante, n?o é de ne akoirar
manber susa posi??o agora?
iva palido, incapar de duet uma pcta em sua delena
De fato, sobre a quest?o do fiho bastardo, ele nunca hacia adouicho, apenas naquele visteo, ele havia
agido espontaneernente Amado para deserstar aqu mulher chamada Valena, mas quem diria
que contara tudo para a m?e d, Ana, que havia
mado à for?a, chantageando o para que voltasse para a familia Meunzent
Gabrie
silència, sem dizer uma pvra.
Valentim sabia que eles na Amaz?nia haviam exagerado primeiro, ent?o pegou um copo aodo e o
atirou precis?o na testa de Gabrielo, tanta for?a que o copo se estilha?ou na hora, os
estilha?os voaram o cortanam a base do olho de Gabrielol
e
O sangue estava eendo, um conflito era iminentel
O fermento e o olho estavam a apenas alguns milimetros de distancia, mas Gabrielo n?o piscou e se
segurou.
Ele tinha sua parc de responsabilidade pelo que havia acontecido, havia explica??es que ele n?o
queria se dar ao trabalho de dizer, mas amastar Amado para baixo, era ele quem o havia machucado
Gabrielo virou o rosto para Noe Serpa que estava se aproximando passo a passo.
Ele soltou Amado e the disse: “Va para odo de seu pai.
Amado olhou de volta para Gabrielo, as lágrimase?ando a cair “Tiozinho…
Ele era naturalmente sensivel e certamente percebeu algo, talvez ele já soubesse que Gabrielo n?o
tinha nenhum?o de sangue
ele.
Noe Serpa n?o disse uma pvra, segurou sua m?ozinha e, para surpresa de todos, Amado n?o
resistiu, olhou para Noe Serpa uma vez. As pessoas precisam aprender a distinguir o certo do errado,
e naquele momento Noe Serpa realmente a ajudou, ent?o Amado agradeceu.
Depois, Valentim olhou para Gabrielo, que ainda sangrava, e riu desdem: “O desontado e
desobediente filhol Ajoelho se agoral
Ajoelhe–se!
Seu próprio pai queria que ele se ajoelhasse!
Gabrielo riu baixo, n?o se sabia de quem estava zombando: “E se eu n?o o fizer?”
Ent?o, vou bater até quebrar suas duas pemas!”
1 experiência ainda é a melhor professora, Valentim exva uma aura particrmente severa frio e
impiedoso, até Noe Serpa se tentiu abdo por esse impeto assassino. Tratar seu próprio filho desse
jeito… Valentim realmente n?n se
daquele momento, Ana já n?o tinha a mesma firmeza de antes, enxugando as lágrimas, se
aproximou de to Juninho também é culpa minha…“.
Você sabe que a culpa é sua e ainda está aquí? S daquil
Senhor, o erro
Valentim chegou a xingar a própria esposa: “Se n?o fosse por você n?o ter dois neur?nios e tratar os
filhos dos outroso se ossem seusos, será que a familia Menezes teria caido tanto hoje? Uma
mulher querendo tirar onda, voce acha que eu estou morta, 1?o é?
ina ficou pálida: “Senhor, essas pvras v?o despeda?ar meu cora??o, fiz tudo pensando no seu
bem…”
S!” – Valentim, inacreditavelmente, deixou que seus subordinados levassem Ana embora, sem se
importar a presen?a de stranhos, sem se importar que era a esposa que ele havia trazido para
casa, ele a arrastou para fora enquanto Ana gritava: “Senhor, ocê n?o pode me tratar assim, meu
cora??o é todo seu…
Cora??o devotado?” – Valentine zombou: “A mim, ou à posi??o
??o de prim
primeira–dama das Amazonas?”
is olhos de Ana
a estavam vermelhos, sua voz estava rouca e, ao se virar para Gabrielo, disse: “Filho, ajude sua
m?e, converse eu pal você n?o pode ficar parado e assistin‘
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Mas Gabriele permaneceu indiferente, forto da faren ridic que era sua vida familiar.
Ele n?o queria ajudar ninguém.
Ele n?o que nem mesmo ter algo a ver elen.
Amado tremeu e Noe Serpa colocou a m?o sobre seus olhos, dizendo: “N?o olhe“.
“Sr. Serpa, eu estou bem disse Amado, tentando conter o medo “Eu só quero… que meu tio fique
bem.
Com essas pvras, Amado estava pedindo a Non Serpa que poupassa Gabrielo
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A m?o de Noe Serpa se fechou em um punho e depois se abriu, mos finalmente ole levantou o olhar
para Gabri e disse: “You deixar passar desta vez. Senhor Menezes, Quanto aos assuntos de sua
familia, prefiro n?o me envolver”
“N?o, n?o, n?o, meu filho foi um tolo, e ainda causou transtorno ao seu filho, assustando o. A culpa é
da familia Menezes – Valentim disse. O que ele mais prezava era sua reputa??o e, diante de terceiros,
precisava manter sua dignidade: “Fa?a–nos a honra de visitar o Camaval no fim do mês no navio
JUNGLE, serei seu anfitri?o pessoal!”
“é uma honra aceitar o convite.“– Noe Serpa assentiu e acrescentou: “Além disso, meu filho gosta
muito do seu filho mais velho, ent?o n?o há nada de estar assustado. Na próxima vez, espero que
Gabriele também possa vir.”
Valentim n?o questionou por que Noe Serpa fva em favor de alguém que havia prejudicado seu
filho, mas um olhar de raiva passou por seus olhos e disse: “Estou grato p considera??o do Senhor
Serpa e, se n?o houver nada mais…”
“Se n?o há mais nada, you levar meu filho. Foi um mal–entendido, e quanto ao port?o da familia
Menezes, asseguro que pagarel pelo reparo.
Ele realmente n?o tinha vergonha, cobrindo tudo a desculpa de um malentendido, incluindo o
dano ao port?o.
Enquanto Noe Serpa levava Amado embora, Gabrielo fechou a m?o em um punho
Uma vez dentro da organiza??o JUNGLE, só havia um caminho a seguir, sem volta.
Valentine lhe deu um tapa forte no ombro, sua voz friao gelo, fazendo Gabrielo se arrepiar da
cabe?a aos pés.
Ele disse:
*Gabrielo, meu bom filho. N?o me culpe por ser imcável as consequências de suas próprias
a??es”