Chapter 291
Capítulo 291
Fors do casamento fez Amado tomar um f?lego gdo, e Gabrielo percebeu a rigidez no corpo do
garoto. Virou–se para sua m?e e
disse. “Você a assustou.”
“Essa é sua atitude?”
A m?e de Gabri, Ana, entrellou os olhos, e a majestade em seus olhos delenu Amado um pouco
assustado.
Aqu express?o apletamente diferente da que No Serpa havia the dado, Noe Serpa, afinal,
demonstrava um carinho ligado ao sangue, enquanto a mulher à sua frente em friao uma
máquina.
Instintivamente, o mpaz rejeitou aqu emo??o. Se s n?o gostavam dele, ele também n?o gostaria
ds.
Com uma express?o fria, Gabrielo disse: “Eu quero saber, por que você me charnou aqui?”
Ele enfatizou a pvra “chamou mas na verdade n?o era nada mais do que uma amea?a.
Usando a seguran?a de Amado para amea?á–lo.
Ana somu fnamente: “Se eu n?o tivesse chamado, você teria voltado?”
“Com ou sem mim, esta casa é a mesma”
Gabrielo olhou para Ana e disse: “Se n?o houver mais nada, eu vou embora
“Espere!”
A frieza brilhou nos olhos de Ana: “E a Valéria? O que você tem a dizer sobre isso?”
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“Valéria? Quem é essa?” – Gabrielo se virou, too frio quanto sua m?e.
Ana estava ofegante de raiva, apertando o peito: “Aqu garota que você namorou por muito tempol
Oh, o que aqu mulher estava fazendo agora?
Segurando Amado, Gabeloe?ou a andar: “Eu n?o me lembro, eu me esqueci.”
Quatro pvras simples, e Ana, atrás dele, ficou pálida de raiva: “N?o se atreva a sair! Se você sair
hoje, n?o pense em voltar!”
“Eu também n?o tinha nos de voltar–Gabrielo somu friamente: “Essa casa me enoja. Mesmo que
você me implorasse, eu n?o
voltana”
“Gabrielo!”
Ana cambaleou, e um servo a seudo a segurou, chamando: “Senhora….”
“Segure–of” – Ana estava pálida: “Hoje eu vou ensinar ao meu filho as regras da JUNGLE!”
JUNGLE, a maior organiza??o secreta do submundo.
Amado já havia vista noticias sobre a JUNGLE na inte e estava pálido, segurando a manga de
Gabrielo: “Tiozinho, você…”
“N?o fale agora.”
Gabrielo tinha uma aura particrmente fria: “Fique atrás de mim..
e depois olhou
Ele protegeu Amado atrás de
para os criados que estavame?ando a cercá–los, um olhar feroz no rosto: “O qué? Você
realmente vai levantar a m?o contra seu próprio filho?”
“No JUNGLE, n?o existe?o de sanguel Só os obedientes e os desobedientes!” – Ana apontou para
Gabrielo olhar severo: “Ter um. filho rebeldeo você foi meu maior erro!”
N?o havia nada mais ridiculo do que ouvir sua própria m?e dizer essas pvras.
Gabrielo riu roucamente: “Se eu nasci, é o pecado que vocêeteu. N?o importao eu viva, é o
que você merece!”
Ana bn?ou novamente,o se n?o pudesse acreditar que Gabrielo diria essas pvras. Seus
olhos se enchiam de lágrimas: “Ingratol Peguem–no!”
“Tiozinho!” – Amado gritou, e uma grande m?o se estendeu por trás dele, levantando–o. O garoto
nunca havia se assustado tanto Gabrielo se virou sem hesitar e deu um soco no homem que estava
tentando levar Amado. Ele o empurrou contra a parede, agarrou seu cabelo e bateu seu rosto em seu
joelhol
O sangue espirou e o homem perdeu um dente, cuspindo sangue
Anatremia. “Rebeli?o! Gabrielo! Você está se rebndo!”
Gabrielo arrancou Amado das m?os do homem uma express?o feroz: “N?o deixe que seus
homens o toquem!”
Amado foi segurado em seus bra?os, uma express?o aterrorizada.
GFL
11:37
O que estava acontecendo? Por que seu tiozinho estava discutindo a propna m?e? Por que a
situa??o havia an agravado a panin de chegar & violencia?
?o familiar poderia ser descartado assim?
“Coloca esse moleque no ch?o agora!” – Ana estava enfurecida, sem medir as pvras, apontando
para Gabrielo, disse: “Você vai mesmo desobedecer as ordens da sua m?e?!!