Chapter 240
Capítulo 240
Gabrielo saiu da casa, aparentemente incapaz de suportar a cena daqu discuss?o. Com seu olhar
indiferente e silhueta esguia, ele se posicionou atrás de Inês: “Se querem brigar, v?o para outro lugar,
longe dos olhares. Pagam para ter torcida, mas n?o gastaram nada para esse show de baixaria ao
vivo.”
Inês e Noe Serpa ficaram sem pvras diante da f de Gabrielo, trocaram olhares e Inês, por fim.
decidiu fechar a porta: “Pode ir embora, n?o quero mais te ver.”
E assim Noe Serpa foi deixado dodo de fora.
Ele estava paralisado; n?o esperava uma mudan?a t?o rápida e fria na atitude de Inês. Erao se
algo que ele estava segurando descuidadamente em suas m?os tivesse caido e se quebrado em
peda?os sem que ele tivesse a chance de pegá–lo de volta.
Uma sensa??o de desorienta??oe?ou a se espalhar por seu cora??o. Noe Serpa n?o entendia o
que estava acontecendo, mas sabia que algo estava errado.
A dor surgia sempre que ele se lembrava do olhar de Inês.
Ele ficouo um tolo na porta da casa de Inês por uma hora, mas n?o reabriu a porta. Ele
pensou que estava apenas de mau humor, mas n?o esperava que alguém que o amou tanto
pudesse se despedir assim. se foi, e ele ficou sem saber o que fazer.
Noe Serpa ficou lá, suas emo??es e memórias trancadas no passado.
Ele andou para frente e para trás em frente à porta d várias vezes, quase cedendo ao desejo de
bater novamente.
Sua vida era cheia de histórias e lendas, mas naquele momento, diante da porta de Inês, ele se sentia
t?o perdido quanto diante de um túmulo, todo o seu prestigio n?o significava nada diante de uma porta
que nunca mais se abriria.
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Um entregador deida passou e viu um homem hesitando em frente àqu porta, estendendo a
m?oo se fosse tocá, mas recuandoo se tivesse levado um choque.
Finalmente, ele virou–se e partiu rapidamente, pálido.
Depois de fechar a porta, Inês sorriu desculpando–se para Gabrielo: “Desculpe, você teve que
presenciar
essa cena“.
Gabrielo cruzou os bra?os e respondeu indiferen?a: “Está tudo bem.”
Sua express?o era neutra, e nada nele se assemelhava a Santiago, exceto o rosto.
Inês foi arrastada para um pesadelo onde Gabrielo era a imagem de Santiago, mas logo acordou.
for?ou um sorriso: “Vamos esquecer isso, querido. Vamos nos preparar para o jantar“.
Amado, que andava em círculos ao redor de Inês, olhava apenas para sua m?e. Quando eles estavam
juntos, ninguém mais importava em seu pequeno mundo.
Gabrielo se sentou novamente e olhou para Inês, que parecia estar mantendo a calma esfor?o,
apesar de suas m?os tremerem levemente quando pegava os talheres.
Ele baixou os olhos e ficou em silêncio.
No dia seguinte, quando Inês saiu, outro homem estava esperando por : Teodoro Farnese. Ele
estava
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Capitulo 240
esperando há algum tempo e, quando a vlu, olhou para trás: “Gabrielo n?o velo você?”
Inês bn?ou a cabe?a: “Ainda está dormindo.”
“Melhor assim.”
Teodoro tirou o cigarro da boca e jogou–o no cinzeiro aodo do elevador, pegando a m?o de Inés e
puxando–a para dentro.
Surpresa a a??o repentina de Teodoro, Inês sentiu seu cora??o disparar. Ent?o, recuperando o
f?lego, perguntou: “O que está acontecendo?”
“é sobre o Gabrielo. Acho que precisamos conversar.”
Teodoro observou os números no elevador descerem e ent?o colocou Inês em um canto: “Você n?o
pode confiar nele t?o facilmente.”
Inés franziu a testa preocupa??o: “O que está acontecendo? Primeiro Noe Serpa, agora você.”
“0
“O Noe Serpa também falou?”
Teodoro levantou uma sobrancelha e, um sorriso irreverente, disse: “Parece que ele ainda gosta
muito de você.”
Essas pvras soaram um tanto ambiguas, e Inês ficou insatisfeita: “N?o há necessidade de fr
assim, n?o serei t uma segunda vez.”
Teodoro, um sorriso malicioso, perguntou: “E quanto a mim?”
Inés deu uma risada fria: “Nem sequer haverá uma primeira vez.”
Teodoro sentiuo se tivesse levado um tiro no peito.
“De qualquer forma, o passado de Gabrielo n?o é t?o limpo e, por algumas raz?es, n?o posso lhe
contar tudo. Inés, você deve ficar de olho nele.” – Teodoro, seu rosto bonito e tra?os marcantes,
aproximou–se d, mas a mulher permaneceu indiferente.
Vendo que o elevador estava prestes a descer, Teodoro só p?de sussurrar para Inês: “Além disso,
ultimamente eu n?o posso aparecer na mesma cena que você, ent?o só posso passar essa
mensagem pelo elevador. Cuidado o Gabrielo, ele n?o é de se jogar fora. Embora eu também n?o
seja nenhum santo“.
Ele sorriu malicia e descaso, aqueles olhos azul–esverdeados brilharam por um instante,
tornando–se especialmente belos. O homem possuia um rosto atraente e uma express?o travessa, e
falou um tom rebelde: “Admito que n?o sou exemplo de virtude, mas também admito que você me
desperta certos
pensamentos.”