Chapter 227
Capítulo 227
Inês mal conseguia desfrutar daqu refei??o, sentindo–se desconfortável por inteiro, mas os dois
homens à sua frenteiam seriedade,o se n?o percebessem que algo estava errado.
Amado, sem no??o, ora chamava Tio Farnese, ora diminutivamente de Tiozinho.
Após terminar aida, Teodoro Farnesen?ou um olhar avaliador para Gabrielo e perguntou: “Ele
vai passer a noite aqui?”
Com um dos seus raros sorrisos sarcásticos, Gabrielo respondeu: “Desculpe, eu estou morando aqui.”
Inês acrescentou: “Estamos dividindo o aluguel.”
Teodoro Farnese, agora obstinado, propos: “Bem, ent?o eu também vou morar aqui. Posso dormir no
sofá.”
Inês ignoroupletamente. “Termine sua refei??o e vá embora. N?o serei t?o hospitaleira na
próxima vez. Com a m?o no peito, Teodoro Farnese retrucou: “Você ainda está ressentida por eu ter te
iodado na chuva da última vez? Eu até cuidel do seu filho por duas semanas. Isso n?o
compensa?”
foi direta: “N?o, n?opensa. Saia.”
Teodoro Farnese partiu, e Inês pensou que o assunto estava encerrado, mas no dia seguinte, ao abrir
a porta para ir trabalhar, deu de cara a cabe?a sorridente do vizinho: “Oi.”
recuou dois passos, agarrando a bolsa: “O que você está fazendo aqui?”
Teodoro Farnese estava parado no corredor, uma camisa social, parecendopletamente
despreocupado. “Eu aluguei um lugar aqui ontem à noite.”
Inês suspirou interiormente. Ele erao uma sombra persistente.
Inconformada, virou as costas e foi embora. Homens s?o t?o irritantes, pensou , se oferecendo
como se n?o custassem nada. Quem precisa deles?
Teodoro Farnese observou a partida furiosa de Inês, esbo?ando um sorriso significativo. Quando
desapareceu de sua vista, ele estreitou os olhos, um tra?o de profundidade cruzando seu rosto bonito.
Ele tirou o celr e um ma?o de cigarros do bolso, acendeu um e discou um número.
“Sou eu.”
As pvras saíram por entre os dentes: “Mudei para perto d, qualquer coisa estarei a par. E aquele
homem que mora , quem é? Quero saber tudo sobre ele.”
Depois de dar suas ordens, desligou e sorriu malicia. Ninguém sabia qual era o seu verdadeiro
propósito essa visita inesperada.
Inês, algumas coisas podem n?o sairo você deseja.
Embora Inês e Gabrielo agora morassem juntos, seus horários de trabalho eram diferentes. Inês
geralmente tentava bater na porta de Gabrielo antes de sair, mas na maioria das vezes era inútil, ele
continuava dormindo até se atrasar para o trabalho.
Inês n?o tinha ideia de que estava sendo seguida. Assim que bateu o ponto e se sentou, Wilson
velo preocupado: “Deusa, por que você falou de repente no WhatsApp ontem que se demitir?”
O escritório ficou em silêncio a pergunta, até que o primeiro a reagir foi o Dino Verde, que saltou
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Capitulo 227
surpreso até Inês: “Qué? A Deusa vai se demitir?”
Je também parou o que estava fazendo para olhar: “O que aconteceu?”
Inês estava um pouco envergonhada; n?o estava no trabalho havia tanto tempo e já estava pensando
em sair. achou dificil explicar: “é um problema pessoal, eu realmente gosto de todos vocês…”
“Se gosta, n?o vá embora“, Luazinha intercedeu do seu cantinho, tentando convencê a ficar. “N?o
se demita, nosso projeto está indo t?o bem, vamos ganhar muito dinheiro, e você pode até fazer uns
extras por fora, a gente n?o se importa.”
“N?o é uma quest?o de dinheiro.” O verdadeiro motivo era dificil de dizer, mas tinha algo que
precisava fazer e que levaria muito tempo.
“Você deveria pensar melhor sobre isso. Mesmo que você vá resolver algo primeiro e depois volte
para o trabalho.” Wilson, sendo mais experiente, percebeu que Inês também estava hesitante e
ofereceu uma saida. “N?o há pressa nos próximos dias, o que você acha?”
Inês concordou, dizendo que pensaria mais a respeito. Ao terminar o expediente naquele dia, n?o
foi diretamente para casa. Em vez disso, caminhou até a saída dos fundos da empresa, escolheu um
lugar poucas pessoas, olhou ao redor por um bom tempo e só ent?o pegou um táxi, indicando
seu destino.
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“Cemitério Nacional, por favor,” falou.