Chapter 196
Capítulo 196
Se aqu grava??o n?o tivesse sido sintetizada, o que ele teria feito aqu m?e e crian?a? Meu
Deus, o que ele fez eles, seres t?o inocentes?
Ele a machucou, enganou–a, humilhou–a e até mesmo favoreceu um verdadeiro. manipdor nas
sombras diante de seus olhos!
gritou, acusou–o todas as suas for?as, mas ele n?o ouviu, n?o acreditou em uma pvra do
que disse!
Noe Serpa sentiu uma dor aguda invadir todo o seu corpo, levou as m?os ao peito, sentindoo se
tivesse sido ferido mil vezes, sangrando profusamente, músculos e ossos sendo dcerados.
Ele estava a respira??o ofegante e, ao reproduzir o próximo áudio, ouviu uma voz infantil.
“Seu Serpa, eu sou o Amado.”
“Quando você ouvir minha voz, eu n?o estarei mais por perto. Obrigado por deixar Eunice ao seudo
e fazê se enfurecer contra mim repetidamente, até querer me matar.”
Essas pvras praram no cora??o de Noe Serpao uma faca,
deixando–o pálido e trêmulo, enquanto o celr mais uma vez caía no ch?o.
Mas a voz continuou.
“Para fugir de você, tive que pagar um pre?o justo. Você vê, essa é a tragédia que você criou
suas próprias m?os, você é o ponto de partida de todos os desastres e também o redentor que arcará
com todas as consequências. N?o sei o que minha m?e fez a você há cinco anos, mas espero que
seja exatamenteo você pensa, porque quando a verdade for revda novamente, Seu Serpa,
você já n?o terá mais nada.”
Noe Serpa riu, um homem grande chorando lágrimas amargas.
“Finalmente, deixo vocês uma frase que li em um livro.”
“Parabéns por agora possuir inúmeros poderes, um vasto império e desfrutar de
uma solid?o sem limites!”
Seu próprio filho lhe desejou solid?o sem limites!
14:22
Ele havia sido dominado pelo despeito de uma crian?a!
Noe Serpa sentiuo se seu cora??o tivesse sido arrancado, suas pernas lhe falharam e ele caiu de
joelhos no ch?o.
Como se tivesse perdido toda a consciência, ele olhou para o mar azul lá embaixo, sentindo de
repente que talvez n?o fosse Inês que precisasse de reden??o, mas ele mesmo.
E Inês era sua única salva??o…
No final, até Amado o havia abandonado. O que restava para ele? Ele n?o tinha mais nada! Noe
Serpa nunca se sentiu t?o derrotado em toda a sua vida, ao
ponto de nem seu filho querer estar ele!
Ele era patético.
Noe Serpa riu sem sentido, e Dorival o ajudou a se levantar, mas ele cambaleou de volta para a beira
do mar, olhando para as ondas e murmurando voz trêm: “Procurem! Aterrem o mar se for
preciso, mas tragam Amado de volta!” Dorival cobriu os olhos de Noe Serpa a m?o.
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Com a vis?o obstruída ps m?os de Dorival, Noe Serpa fva sem sentido: “O que você está
fazendo, eu n?o consigo enxergar, Dorival…”
Até quee?ou a solu?ar.
Compaix?o, Dorival cobriu metade do seu rosto, enquanto o sole?ava a nascer por trás
deles, iluminando o rosto de Noe Serpa e refletindo algo brilhante e líquido.
Naquele inverno rigoroso, Noe Serpa perdeu Inês, perdeu Amado, perdeu todos. que já tiveram uma
r??o próxima ele. Ele estava na borda do mar onde Amado havia caído,o se estivesse em
um silencioso luto. Mas ele sabia que n?o restaria ninguém para perdoá–lo.
Toda a sua afei??o havia sido sufocada por suas próprias m?os.
Todos sentiram sua dor; olhando para o rosto de Noe Serpa, sentiramo se o céu estivesse
desabando. O homem que um dia havia sido o grande Sr. Serpa… agora era apenas um pobre
homem.
Até que a luz do dia reasse, até que amanhecesse, Dorival cobriu os olhos.
vermelhos e todos esperaram em silêncio até que o choro de Noe Serpa
cessasse.