Chapter 173
Capítulo 173
Naquele momento, todos no sal?o pareciam estar sob uma grande provoca??o, ninguém se levantou
para intervir.
Em cinco minutos, Inês esvaziou uma garrafa de cacha?a, deixando todos de boca aberta, alguns até
tremiam. Alguns até tremiam levemente, pensando que Casimiro estava apenas tentando assustás,
mas nunca imaginaram que alguém realmente faria Isso. Beber dessa maneira imprudente poderia
levar a uma hemorragia estomacal!
O álcool quente queimava sua garganta; uma sensa??o de queima??o espasmos subia
rapidamente pelo seu est?mago. sentia que a qualquer segundo vomitaria, ent?o resistiu
for?a. Inês rugiu e, chegando aodo de Bruna, segurou sua m?o e jogou a garrafa no ch?o toda
for?a!
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O som nítido do impacto fez todos estremecerem!
“Agora vejo ramente a verdadeira face de vocês, bando de monstros de terno!” Inês disse, pvra
por pvra, protegendo Bruna atrás de si. “Vocês n?o veem que está tremendo? Vocês gostam
tanto de intimidar uma mulher? O que Bruna fez para vocês? matou alguém? Incendiou alguma
coisa? Destruiu suas famílias? Deixe–me ser ra, se mais alguém fizer Bruna sofrer um pouquinho
que seja, eu, In?s, já fui para a pris?o por homicídio há cinco anos, n?o me importo de ir novamente
daqui a cinco anos!”
Após fr, Inês, os olhos vermelhos, agarrou a m?o de Bruna e puxou–a para fora. Apenas uma
pvra escapou de sua garganta: “Vamos!”
Ninguém no sal?o ousou impedis.
Eles… foram derrotados p coragem de uma mulher.
Quando Bruna foi levada para fora por Inês, e?ou a chorar, dizendo entre solu?os: “Inês, me
perdoe, precisamos ir ao hospital, você pode ter uma hemorragia estomacal…”
Mas Inês n?o disse nada; apenas sentiu que estava gradualmente perdendo a consciência e,
apoiando–se na parede, vomitou sangue.
Bruna tremia enquanto segurava a m?o d. “Inês, por favor, acorde! Precisamos ir ao hospital, n?o
desmaie! Alguém, me ajude a colocá no táxi, por favor, socorro!”
Quando Teodoro Farnese saiu uma garota, ele ouviu gritos de socorro, mas n?o deu importancia.
A garota aodo dele disse: “Deve ser uma das panhantes lá dentro, envenenada pelo álcool por
dinheiro, nada a sementar.”
Teodoro Farnese n?o respondeu, mas também n?o negou.
Até que a voz trem de Bruna o perfurou novamente, paralisando–opletamente: “Inês, acorde!
Eu vou te levar para o hospital, Inês, n?o desmaie! Alguém pode me ajudar a colocá no táxi,
socorro!”
A voz de Bruna era cada vez mais desesperada. Teodoro Farnese mudou de cor Imediatamente e
voltou correndo para ver Bruna, desajeitada, carregando uma mulher que já havia desmdo. Ele se
apressou e a envolveu nos bra?os, gritando: “Inês?”
Ao ver o herdeiro dos Farnese, Bruna se abalou, e as lágrimas voltaram a cair. era conhecida por
todoso a secretária fria e forte, nunca havia se desesperado assim. “Sr. Farnese, por favor, me
ajude. acabou de beber uma garrafa inteira de Hennessy, se continuar assim, vai morrer…”
Teodoro Farnese n?o disse nada. Bruna estava fraca, mas ele a levantou em seus bra?os, a mulher
com os olhos bem fechados, o rosto pálido e levemente azdo.
Bruna mal conseguia caminhar, mas mesmo assim o seguiu trope?ando: “é tudo minha culpa, tudo
minha culpa…”
“Já chega de conversas, suba no carro.” Teodoro Farnese abriu a porta do carro e colocou Inês no
banco de trás, depois Bruna entrou. Ignorandopletamente o fato de estar dirigindo alcoolizado, ele
pisou no acelerador e partiu rumo ao hospital.