Chapter 167
Capítulo 167
Noe Serpa sorrlu baixinho, “Você está zombando do fato de que eu também nunca consegul
conquistar, n?o é?”
Dorival manteve–se em silêncio.
Noe Serpa sabia que Dorival tinha medo de Inês. Ele olhou para Dorival. “Como você vê o sequestro
de Inês?”
“N?o é para mim julgar“, respondeu Dorival, mantendo uma distancia respeitosa de Noe Serpa. “Seu
próprio ponto de vista é o que importa, Sr. Serpa.”
Ele n?o iria ajudar Inês a se explicar para Noe Serpa, Inês provavelmente também desprezaria tal ato.
Olhando para seu assistente, Noe Serpa sorriu. “Eu prendi todas as pessoas envolvidas no incidente.
Todos eles alegaram que queriam sequestrar Inês por impulso, e suas histórias n?o mudaram nem
sob coa??o. Mas Inês insiste que foi tudo nejado por Eunice. Eu quero saber por que insiste em
acusar Eunice.”
Dorival baixou seus olhos, “Se o Sr. Serpa tem dúvidas, por que n?o pergunta diretamente para a Sra.
Guedes?”
“Eu perguntar?”
Noe Serpa riuo se ouvisse uma piada, “Inês n?o se iodaria isso, certo? Deixe pra lá, é
só uma mulher. Eu me sinto mais livre sem .”
é isso, melhor que se vá, mais tranquilo ele fica!
Ele quería ver de onde Inês tirava a coragem para dizer que Eunice era a mente por trás de
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tudo!
“Eunice estáigo há cinco anos, se estivesse tramando algo, eu teria percebido.” Noe Serpa
baixou a cabe?a, “Desde a morte de Acelina, eu cuidei de Eunice no lugar d, provavelmente Inês
odiava Acelina e por isso atacava Eunice também.”
“Se você já tem suas próprias conclus?es, n?o há mais o que perguntar a mim.”
Dorival ficou em silêncio por um tempo antes de fr, “Espero que o Sr. Serpa n?o se arrependa no
futuro.”
Arrepender–se? Ele?
Noe Serpa encheu seu copo novamente e falou baixinho,o se estivesse fndo consigo mesmo.
“Eu n?o vou me arrepender, n?o posso me arrepender.”
Mas… mas só de pensar que havia uma voz masculina perto de Inês, Noe Serpa sentia uma irrita??o
inexplicável.
vatava obviamente dormindo, t?o tarda da holte, um homem
Ao pensar nisso, Noe Serpa sentia um impulso quase Incontrolável de Ir ntó lá e arranca loa da cama,
Inés havia derado seu amor por ele há cinco anos, por que… por que agora poderia
simplesmente ir embora?
era mesmo cruell
Noe Serpa engoliu a bebida de um gole, enquanto Dorival, em silêncio, servia mais para ele. Desde
que Ines se fora, Noe Serpa recorria à bebida para conseguir dormir.
Ele temia sonhar o rosto de Inês, ent?o ele se embebedava sem parar.
N?o deveria ser assim, afinal, quemeteu um erro cinco anos atrás fol Inês, e agora tinha
cortado todos os?os ele, por que ele sentia o que sentia agora?
Onde estava o erro?!
Noe Serpa chutou a garrafa de bebida, derramando o líquido no ch?o e exndo um cheiro forte.
Com os olhos vermelhos, Noe Serpa jogou o copo contra a parede, quebrando–o em peda?os. Dorival
permanecia quieto ao seudo, sem se mover para recolher os cacos.
“Uma mulher… apenas uma mulher…” Noe Serpa apertou os dedos for?a, “O que t tem para
me acusar! agora n?o é a mesma que se mistura homens na cama!”
A ideia de Inês outro o deixava louco!
O que mais, que pe?o ele poderia usar para manter Inês sob seu controle? O que o impediria de fazê–
la escapar?
Uma série de pensamentos atravessou a mente do homem, e ele olhou rapidamente para Dorival,
a voz tremendo, “Descubra onde os pais de Inês est?o se escondendo!”