Chapter 164
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Capítulo 164
No momento em que essas pvras foram proferidas, os olhos de Dionísio se contraíram
repentinamente. Em seguida, a mulher virou a cabe?a, deixando–o para trás enquanto caminhava ao
lado de outro homem, sem qualquer pesar: “Mas descobri que isso era apenas um devaneio meu. O
passado se foi o vento, n?o guardo ressentimentos. Agrade?o a Dionísio por tudo o que já fomos
um para o outro.”
se foi, e justo quando saía, uma rajada de vento entrou p porta. Dionísio sentiuo se aquele
vento atravessasse todo o seu peito.
Dizem que quando certas pessoas se encontram, éo uma brisa passageira, mas que causa uma
inunda??o. No entanto, Dionísio n?o acreditava nisso. Ele achava que essas eram apenas bs
coincidências imaginadas pelos poetas, e que o mundo n?o era repleto de momentos surpreendentes
e ao mesmo tempomentáveis.
Ele simplesmente n?o acreditava que uma brisa pudesse causar uma inunda??o nas
montanhas.
Contudo, agora, ele estava sendo engolido por uma onda gigantesca, e só ent?o percebeu que, no
passado, já havia cruzado caminhos Inês.
Teodoro Farnese estava atrás de Dionísio, um olhar sombrio e indecifrável, fixando seu olhar na
figura de Inês enquanto se afastava, até que sua silhueta desaparecesse porpleto.
Bruna mandou uma mensagem para Inês dizendo que já havia chegado ao escritório e que
poderia ficar tranqu. Depois, guardou o celr e olhou para o homem à sua
frente.
Celso a olhava de forma enigmática, sentado no sofá. Ele usava uma camisa despojada, as
mangas soltas, e a parte de baixo estava dentro de suas cal?as sociais. Celso apoiou o queixo a
m?o, seus olhos ámbar brilhandoo se estivessem emitindo luz, enquanto observava Bruna.
Bruna sentiu um formigamento no couro cabeludo e disse: “Gerente Freitas, o que posso fazer por
você?”
Celso levou um tempo para responder, de forma lenta e pausada: “Que tipo de café vocêprou
para mim?”
“…Nescafé.”
“Derrame–o fora,pre outro.”
Bruna estava na mans?o particr de Celso, que a havia chamado ali somente para que
preparasse um novo café.
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Bruna encontrou os olhos melo sorridentes, melo sérios de Celso: “Gerente Freitas, no momento so
temos esse.”
Celso franziu as sobrancelhas levemente: “N?o tem uma máquina de café?”
“A máquina de café quebrou há pouco.”
“Como quebrou?”
“Você n?o se lembra? Há algum tempo, uma influenciadora digital veio aqui e me confundiu sua
amante, e ent?o fez um escandalo. acabou quebrando a máquina de café da s de estar“–
explicou Bruna calma: “E você esqueceu disso.”
“…Eu tinha esquecido.” – Celso nunca se preocupou em guardar essas coisas na memória, mas ao
ouvir Bruna,e?ou a ter uma vaga lembran?a: “Ent?o você é responsável por isso,pre uma
nova máquina de café.”
“Mas eu n?o fui eu quem quebrou” – Bruna sentiu–se injusti?ada.
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“ n?o veio atrás de você?”
“ veio atrás de você!”
“…Você está tentando me responsabilizar?”
“De jeito nenhum.” – Bruna mudou rapidamente sua express?o: “Gerente Freitas, n?o se preocupe, eu
compro agora mesmo.”
Mas ao ligar o celr e procurar p mesma máquina de café que Celso tinha, ao ver o pre?o,
caramba, cinco mil e oitocentos!
Que absurdo! Por que está t?o caro?
Bruna confirmou apra tristeza e, em seguida, levantou os olhos para Celso: “Gerente Freitas,
tem mais alguma coisa?”
“E agora, o que fa?o?”
“Escolhi a op??o de entrega expressa, deve chegar amanh?, talvez?”
“Mas eu quero tomar café agora.”
Tomar… tomar café agora!! Bruna percebeu o qu?o exigente Celso era: “Ent?o, o que sugere?”
Dessa vez, Celso sorriu: “Temos café em gr?os aqui em casa, você pode moer para mim. Na cozinha,
tem um pil?o.”
Mil pvr?es passaram p mente de Bruna, mas se conteve, principalmente porque Celso
acrescentou: “Moer, moer agora. Se ficar bom, no fim do mês, seu b?nus será dobrado.”