Chapter 159
Capítulo 159
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“é mesmo?” Chris estrellou os olhos, tentando captar algum sinal de emo??o for?ada no rosto d,
mas inês fva tanto naturalidade que n?o transparecia nenhum desconforto.
Ah, o cora??o de uma mulher é um mistério insondável!
Chris se odou melhor no sofá, apndo o queixo uma m?o de formal pensativa: “Como
assim sua irm? está demorando tanto? Passa o endere?o do nosso restaurante para , f para se
arrumar e vir logo.”
“Deve estar atarefada” – Inês ponderou, lembrando que Bruna era a assistente pessoal de Celso, e
precisava estar a postos sempre que Celso chamasse, o que significava um horário de trabalho
bastante irregr. Mesmo sendo fim de semana, Bruna provavelmente estava envolvida algum
compromisso de Celso.
“No meio do fim de semana, duvido que Celso esteja exigindo tanto d. Será que n?o tira um
tempo para descansar?” – Chris tamborva os dedos na mesa, impaciente: “Liga para , só para
avisar.”
Inês concordou que era uma boa ideia e ligou para Bruna, Mas, assim que a chamada foi atendida,
ouviu–se um murmurio abafado do outrodo.
Essa voz provocou uma onda de preocupa??o em Inês, que questionou: “Bruna, onder você está? Vai
vir jantar conosco?”
N?o houve resposta; somente a risada gda de um homem ecoou, e a liga??o foil desligada
abruptamente.
A espera deixou Inês perplexa; n?o era tipico de Brunaportar–se dessa maneira era sempre
direta e vivaz. Esseportamento era ium.
Inês, já tendo enfrentado situa??es rmantes
,e?ou imediatamente a suspeitar que algo ruim poderia ter acontecido à amiga e, sem pedir mais
nada do cardápio, pegou o celr e se levantou.
“Vamos, precisamos ir até a casa d agora!”
O cora??o de Inês batia acelerado: “Estou preocupada que algo tenha acontecido a
Bruna…”
“Melhor checar. Se n?o está atendendo o telefone num sábado, deve ter algo errado” – Chris
concordou, e juntos saíram do restaurante, pegaram suas coisas e apressaram–se em dire??o à saída
do Centro Luxo. Pararam um táxi na rua, e Inês informou ao motorista o nome de um bairro nobre, que
ent?o partiu rapidamente.
“Bruna mora num lugar bastante sofisticado, né?” – Chris observou, ao saber do endere?o da casa de
Bruna: “é a casa d mesmo? Ou será que Celso está proporcionando esse
estilo de vida para ?”
“é da família d” – Inês respondeu, de maneira um tanto evasiva: “Mas n?o tenho certeza se Celso
estará lá hoje.”
Celso era conhecido por seuportamento reservado e temperamento volátil, além de ter um
background influente. Inês nutria suas apreens?es desde que Bruna se tornou a assistente pessoal
dele.
Contudo, ao chegarem à porta do apartamento de Bruna, Inês deparou–se uma figura
inesperada.
Era Casimiro Leme, o ex–noivo de Bruna.
Quando Inês e Chris escram a varanda e entraram, viram Casimiro for?ando Bruna contra o sofá,
com a m?o sobre sua boca, enquanto se debatia em desespero.
Mas a for?a entre um homem e uma mulher é distinta, e Bruna estava sendo sobrepujada, as
costas desnudas depois que Casimiro lhe rasgou a roupa, revndo sua pele suave e delicada – sem
dúvidas, uma cena provocante para qualquer homem.
Foi nesse momento que Inês e Chris, adentrando p varanda externa, avistaram a cena através de
uma fresta das cortinas fechadas da s. Inês, abda por um choque profundo e sem hesitar,
agarrou um vaso de nta da varanda e on?ou todas as suas for?as contra o vidro!