Capítulo 138
Capítulo 138
Inês fol praticamente pressionada de volta à família Serpa. Noe Serpa provavelmente estava
preocupado que Amado visse essa situa??o, ent?o quando chegaram na frente da casa da familia
Serpa, ele pediu para soltarem Inês e depois sussurrou em voz baixa: “Você precisa refletir sobre isso
por conta própria, no fundo do seu cora??o.”
Ele estava amea?ando–a.
O rosto de Inês ficou pálido. Assim que a porta se abriu, Amado viu Inés dodo de fora e ficou
chocado. Em seguida, lágrimase?aram a escorrer dos olhos do menino enquanto ele correu para
abra?á, dizendo: “Mam?e! Por que demorou tanto para me visitar?”
O cora??o de Inês doía, seus dedos tremiam enquanto abra?ava Amado: “Mam?e teve muitas coisas
para resolver nesse tempo…”
“Muitas coisas? Ocupada flertando outros homens, n?o é?” – Noe Serpa riu friamente, e ent?o
entrou na casa. Ele olhou friamente para a cena em que m?e e filho estavam abra?ados,o se
fosse um estranho: “Vou mandar alguém arrumar um quarto para você. A partir de hoje, você vai ficar
na família Serpa.”
Ele disse isso de uma maneira até gentil, considerando a presen?a de Amado. Em outras pvras,
Inês havia perdido sua liberdade!
Ele realmente queria aprisioná!
Inês segurou Amado sem deixar transparecer nada. O menino, percebendo algo, perguntou: “Mam?e,
você está tremendo.
“N?o é nada, mam?e está muito feliz em te ver…“– Inês acariciou o rosto de Amado: “Você se
comportou bem esses dias?”
“Eu meportei bem, fui eleito líder da turma!”
Amado estava ansioso parapartilhar suas experiências recentes e puxou Inês para a escada:
“M?e, você vai morar aquiigo?”
O olhar puro nos olhos do menino partiu o cora??o de Inês.
Eles ficaram juntos até tarde. Depois de colocar Amado na cama e abrir a porta, Inés viu Noe Serpa
dodo de fora.
Com uma express?o fria e tra?os marcantes, ele tinha um rosto que já a havia levado ao desespero
em seus sonhos. nunca havia sido páreo para ele, uma pena para os belos olhos de Noe Serpa…
Sob aqu fachada imponente, o que mais ele poderia esconder sen?o um cora??o cruel e
impiedoso?
11:29
quarto è do outrodo do corredor.
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Noe Serpa falou friamente: “O Amado já está dormindo?*
Ines apenas respondeu e salu.
A voz de Noe Serpa soou novamente: “N?o pense em fugir, Inês. Você vai ter esse filho de qualquer
jeito!”
Inès cobriu a barriga, sentindo uma onda de desespero: “Noe Serpa, você acha me contrr só
porque estou grávida?”
que pode
Houve um raro vislumbre de descontrole nos olhos de Noe Serpa: “Inês, você realmente n?o quer ter
esse filho?”
“Tudo que tem a ver você me enoja!”
gritou, incapaz de conter a raiva. Noe Serpa pegou todos os seus meios deunica??o, cada um
deles! Ele queria confiná, aprisioná novamente!
Arrastando In?s para o quarto, ele bateu à porta e segurou o queixo d for?a: “Minha paciência
é limitada, n?o se deixe enganar por estar grávida!”
“Ah, é mesmo?” – Inès sorriu sarcasticamente: “Ent?o por que você n?o me deixa fazer um aborto?
Noe Serpa, você se importa? N?o me diga que se apaixonou por mim!”
O sorriso ir?nico da mulher erao agulhas nos ouvidos de Noe Serpa. Ele apertou at pele de Inês
com tanta for?a que gemeu de dor e, uma risada mais fria, saiu e trancou a porta por fora.
Desesperada, Inês caiu da cama ee?ou a bater na porta: “Noe Serpa! Que direito você tem de
fazer issoigo? O que lhe dá o direito de me prender?”
No entanto, o som da porta trancada dodo de fora continuou sem pausa, Inês gritou