Capítulo 133
Capitulo 133
Noe Serpa parecia furioso enquanto arrastava Inês for?a em dire??o ao assento, Bruna se
levantou rapidamente e chamou sua aten??o, recebendo um olhar frio de Noe Serpa.
Ele sequiava Inês firmeza, sem soltá, e as outras pessoas no assento também se levantaram.
Todos pensaram que uma briga estava prestes a acontecer e tentaram se ofastar.
Bruna ficou os olhos vermelhos de raiva e apontou para Noe Serpa: “Solte Inês agora mesmo!”
Noe Serpa riu friamente: “Com que autoridade você me dá ordens?”
Bruna riu indigna??o: “E que autoridade você a levou embora, Noe Serpa? No passado,
você mesmo a rejeitou, e agora está correndo atrás d?”
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Noe apenas riu a resposta afiada de Bruna. Inês tentava se soltar, mas ele n?o permitia. Ele a
arrastou para fors
“Sabendo que todos est?o observando, você deve seportar!” – Noe a puxou para o corredor de
seguran?a, fechando a porta for?a, impedindo os olhares curiosos de todos.
A m?o dele já estava no pesco?o d, apertando intimidade amea?adora. Inês riu ironicamente:
“Noe Serpa, você quer me desrespeitar de novo, n?o é?”
Noe estremeceu e baixou o olhar para a mulher em seus bra?os.
Instintivamente, ele n?o queria que ninguém visse seu estado de embriaguez, por isso queria mantê–
la isda.
O que era esse pensamento e que impacto ele teve sobre Noe?
De repente, ele soltou Inés, que se agachou segurando o pesco?o, derramando lágrimas involuntárias,
olhou para Noe olhos vermelhos e disse apenas uma pvra: “Vá
embora!”
A paciência de Noe se esgotou e, quando seu orgulho foi repetidamente ignorado, ele agarrou a frente
da blusa de Inês e a empurrou para baixo, beijando–a for?a.
No momento em que sua boca foi invadida, Inês virou o rosto bruscamente, sua voz final e fraca
soandoo uma última defesa: “Me solte! Estou nojo!”
Noe, fora de controle, deu–lhe um tapa no rosto.
O tapa deixou Ines atordoada, as roupas desarrumadas e os olhos vermelhos,
sentindo uma dor intensa na metade do rosto e nos ouvidos. Quando recuperou a consciência,
segurou o rosto, tremendo.
Noe ficou assustado e imediatamente agarrou os ombros d, mas as pvras de desculpas que
estavam em sua lingua n?o sabiamo ser expressas, ele estavai medo, vendo a express?o no
rosto de Inês no momento em que levantou a cabe?a,o uma faca cortando seu cora??o!
“Você…”
Inês afastou a m?o de Noe um gesto brusco, quase caindo para frente. Noe a segurou p
cintura por trás, mas se debateu todas as for?as, a dor em seu rosto se espalhando para o
cora??o, que se tornou insensível. O olhar frio que deu a Noe deixou–opletamente
perturbado. Erao uma luta, fugindo e ele perseguindo – até que alguém abriu a porta do
corredor de seguran?a e a luz inundou o espa?o. Inês caiu nos bra?os de Teodoro Farnese!
Ele olhou para a mulher que trope?ara em seus bra?os, levantou metade do rosto inchado d e riu
significativamente: “Você foi atingida e veio procurar consoloigo?”
Ele também n?o era seu verdadeiro amor!
Inês se afastou rapidamente, passos apressados,o se estivesse fugindo para salvar sua
vida, desaparecendo no meio da multid?o, enquanto Noe saiu correndo atrás d.