Capítulo 129
Capítulo 129
Inds
Quando o homem a chamou, sua voz foi seca e cortante,o uma brisa que sopra e termina
rapidamente, fria e prante. Inês sorriu até seus olhos vermelharem: “Sr. Serpa.”
finalmente encontrou a coragem de enfrentá–lo.
Noe Serpa deu um passo à frente, Inês deu um passo atrás e eles se encararam de forma invisível.
disse: “Sr. Serpa, se o senhor se aproximar mais, vai chegar perto demais“.
Noe Serpa parou n?o muito longe d, e o homem sorriu profundo significado: “Mais perto ainda
seria insuficiente.”
“Mas eu esqueci.”
Inês rebateu os avan?os dele sem mudar o tom, mas quando sorriu, parecia uma crian?a inocente e
ignorante. A primeira vista, parecia que o tempo tinha voltado ao momento surpreendente de seu
primeiro encontro.
Mas disse: “Sr. Serpa, o senhor me chamou por algum motivo?”
T?o estranhamente distante.
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Os dedos de Noe Serpa que seguravam a ta?a de vinho se apertaramo se estivessem
estrangndo a garganta de Inês.
Depois de um longo tempo, o homem finalmente soltou algumas sbas roucas: “Inês, você mudou.”
Sim, eu mudei.
Se eu n?o tivesse mudado, certamente teria morrido.
Inés sorriu friamente,o se estivesse dan?ando sobre a lamina de uma faca. Mesmo sabendo que
o próximo segundo poderia lhe trazer destrui??o, aceitou tudo gratid?o: “Gra?as a você.”
Essas poucas pvras cortaram seu cora??oo uma lamina afiada. A sobrancelha de Noe Serpa
se enrugou uma sombra profunda, e ele disse em um tom que Inês n?o conseguia entender:
“Você me odeia?”
Inês riuo se tivesse ouvido a maior piada do mundo.
Demorou um pouco, mas bn?ou a cabe?a. disse: “Noe Serpa, agora você vem me perguntar
se eu odeio você. Você n?o é digno dessa pergunta.”
Noe Serpa estremeceu, enquanto Inês riu uma alegria incontrolável. era, sem dúvida,
deslumbrante e brilhante. Cinco anos atrás, era, e agora, cinco anos depois,
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Binde conseguia atrair facilmente a aten??o dos homens, O sorriso de toda mulher era encantador,
mas o sorriso em seus olhos era frio e cruel.
disse: “Noe, existe um tipo de ódio que chegou ao fim. N?o importa se você o odeia
ou n?o“.
“Para mim, você é o veneno.”
Ele deu um passo à frente e passou levemente ao seudo. O homem estendeu a m?o para segurar
seu pulso fino, mas puxou–o de repente. Na frente dele, caminhou. em dire??o aos bra?os de
outro homem que por acaso estava passando, “O veneno prou nos ossos. é o fim do caminho.
Você me pergunta se eu te odeio? ro que sim. Por mais que eu te amasse antes, eu te odeio muito
mais tarde. Mas agora.”
abra?ou o pesco?o do homem e se virou para ver o choque nos olhos de Noe. sorriu
lindamente: “Noe Serpa, n?o háo voltar no tempo. Quando uma pessoa é despojada de tudo, n?o
há mais nada neste mundo que possa mantê cativa.”
O dem?nio chamado ódio devorou toda a sua raz?o, e qualquer afeto restante foi destruído por Noe
Serpa. Uma pessoa desesperada n?o tem nada a temer.
Como n?o tinha mais nada a perder, podia perder tudo, n?o temia nada!
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A pup de Noe Serpa se contraiu, e seus olhos, negroso a noite, pareciam conter um vendaval
que varria tudo em seu caminho, uma tempestade que quase engoliu a imagem de Inês dentro deles.
Teodoro Farnese n?o esperava ser usado para ferir outro homem.
Inês soltou o pesco?o dele e sussurrou suavemente: “Obrigada, Sr. Farnese, por sual coopera??o“.
Em seguida, se afastou rapidamente, desaparecendo do campo de vis?o dos dois. homens, saindo
da multid?o e sumindo entre as pessoaso se o encontro anterior tivesse sido uma ilus?o.
Mas ainda assim.
No entanto, o cora??o de Noe Serpa batia violentamente em seu peito, cada batida arrancando um
prazer doloroso que corria livremente por seu sangue.
A desafiadora e orgulhosa senhora da família Guedes de cinco anos atrás havia retornado.
Trazendo–lhe… um ódio sangrento e vivido.