Capítulo 127
Capítulo 127
Quando o último raio de sol do horizonte foi aos poucos engolido p escurid?o da noite, as cortinas
da noite se abriram silenciosamente sobre os céus desta Cidade Noturna. O baile social atingiu seu
auge, a atmosfera se tornando cada vez mais fervorosa. Todos dan?avam e interagiam, os
homens panhando suas damas, enquanto outros discutiam negócios em um canto. Alguns ainda
buscavam oportunidades melhores, perambndo pelo sal?o.
Neste momento, Noe Serpa era ramente o centro das aten??es femininas.
Inês e Chris foram convidados pelos anfitri?es para tomar uma bebida no andar de baixo. Assim, os
dois se levantaram novamente e saíram do hotel, encontrando–se os anfitri?es de frente. Os
anfitri?es sorriram ao vê–los e disseram: “Vocês chegaram, estávamos prestes a chamá–los.”
Inês sorriu generosamente: “Obrigada, Sr. Farnese.”
“N?o há de quê. Permita–me apresentar meu filho.” – Antes que pudesse continuar, uma voz
interrompeu: “Pai, n?o precisa.”
Teodoro Farnese olhava para Inês e o homem ao seudo um sorriso enigmático: “Eu e a Sra.
Guedes já nos conhecemos.”
“Ah, é mesmo?” – O Sr. Farnese n?o percebeu a insinua??o e deu um tapinha no ombro de Inês: “Isso
me poupa muito trabalho. Sra. Guedes, na verdade eu queria discutir a senhora a próxima
parceria o Grupo Farnese…”
Inês n?o esperava encontrar Teodoro Farnese ali e, antes que pudessepor sua express?o, ele
disse diretamente: “Pai, vá cuidar dos convidados. Eu posso fr eles“.
“N?o seja tolo” – o Sr. Farnese olhou para Teodoro e saiu.
“Obrigada, Sr. Farnese.” – Inês sorriu para seu anfitri?o enquanto ele se afastava. Naquele momento,
Theodoree?ou a rir friamente, seus olhos azuis esverdeados brilhavam malicia: “Ent?o, você
está Chris agora?
“Isso lhe interessa?”
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Inês respondeu um sorriso sarcástico. n?o era mais uma mulher sozinha; n?o se permitiria
ser humilhadao antes.
Teodoro riu ainda mais alto: “Virar as costas assim, Sra. Guedes é mesmo impiedosa. Será que trata
Noe Serpa da mesma forma afiada?”
Ele sabiao magoá profundamente, um homemo uma fera.
Inês sorriu, embora sentisse uma pontada no peito: “Ele foi um amor do passado, e quem você pensa
que é?”
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Capitulo 127
Teodoro Farnese fechou a cara e deu um passo à frente para agarrá, mas Inês se esquivou
facilmente.
estava sorrindo, mas seus olhos eram puro gelo,o se esperasse a raiva dele, lindao uma
flor, friao umgo congdo.
Com um sorriso de desdém, passou por Teodoro e sussurrou algo em seu ouvido,
“Homens… t?o previsíveis. Tanto esfor?o para ferir aquele que você quer conquistar.”
No segundo seguinte, as pups de Teodoro se encolheram e, quando ele se recuperou, olhou para
Inês, que já havia se virado, sem um pingo de arrependimento.
Inês seguiu para o elevador, de bra?os dados Chris, seu vestido vermelho ardente destacando–
se enquanto Teodoro, um sorrisoscivo, passou a língua pelos lábios finos, sua express?o fria e
sedutora.
Um brilho de surpresa atravessou seus olhos predatórios, e ele murmurou uma voz rouca:
“Interessante.”