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Cap铆tulo 104

    Capítulo 104


    Capitulo 104


    Inés, naturalmente, n?o fazia ideia do que havia acontecido na casa dos Dionisio  havis dormido


    bem após voltar para casa e tirou o dia de folga paraemorar o aniversário de Santiago. Os dois


    irm?os foram àspras e voltaram para casa muitas sacs. Ao anoitecer, Inés parou um táxi


    na Fuse sorriu: “Mano, vou buscar o Amado na casa dos Serpa.”


    “Dou–te meia hora para ir e voltar.”


    Santiago, preocupado, retrucou: “Se você n?o voltar em meia hora, vou te procurar na casa dos Serpa


    “Está bem, está bem.” – Inês entregou as sacs depras a Santiago: “No caminho de volta, eu


    compro um bolo e você prepara um belo jantar para me esperar, ok?”


    Tudo bem!“– Santiago concordou, mas ainda estava apreensivo. Ele pegou outro táxi e acrescentour


    “Lembre–se de se proteger, evite o confronto direto Noe Serpa e, se algo der errado, me liquer


    “é para já!”


    Inês sorriu e entrou no táxi, respirando fundo enquanto seu olhar se tornava sério.


    deu o endere?o de Serpa ao motorista, quee?ou a dirigir lentamente em dire??o ao seu


    destino.


    Quinze minutos depois, chegaram à mans?o dos Serpa. Quando Inés chegou, as empregadas que já


    a tinham visto muitas vezes a cumprimentaram calorosamente um “Boa noite, senhorita“.


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    Era um respeito mútuo. Da última vez que Inés havia passado por ali,  havia agradecido


    gentilmente por ceder o caminho, o que fez as empregadas corarem.


    Respeito é algo recíproco. Pensavam que Inés era uma daqus mulheres desequilibradas que fazem


    escandalos, Mas Inês sempre manteve apostura, o que fez que os funcionários da Serpa


    mudassem sua opini?o sobre , criando uma boa impress?o. Dessa vez, todos foram simpáticos e


    até


    trocaram sorrisos.


    Na porta de casa, Inés descobriu que Noe Serpa estava em casa.


    Seus dedos, pendurados aodo do corpo, se apertaram lentamente quando  levantou a cabe?a


    para encarar Noe Serpa: “Hoje é o aniversário do meu irm?o.”


    “E daí?”


    Noe Serpa estava lendo o jornal no sofá e levantou o rosto para olhar para Inés. Ao vê se


    aproximar, ele franziu ligeiramente a testa: “O que você quer dizer isso?”


    “Quero levar o Amado para casa paraemorar o aniversário do meu irm?o.” – Inés lutou para


    contrr o tremor em seu corpo e seu medo: “Ent?o pensei que esta noite…”


    “Você quer levá–lo embora?”


    Noe Serpa riu cruelmente, um rosto t?o belo quanto aterrorizante: “Inés, quem te deu a impress?o


    de que eu sou fácil de lidar, para que você venha aqui e leve meu filho embora da família Serpa assim,


    sem


    mais nem menos?”


    ZOE Z OG


    Amado n?o estava no andar de baixo naquele momento, e Noe Serpa parecía ter percebido as


    inten??es de Inês, dizendo indiferen?a: “Ele está no escritório lendo.”


    O garoto estava sempre indo para seu escritório, e Noe Serpa nem sabia se Amado conseguia


    entender as coisasplexas que estavam lá.


    Inés empalideceu: “Noe Serpa, você realmente precisa ser t?o radical? Eu só quero levar meu filho


    para casa para uma festa de aniversário meu irm?o!”


    14.58


    Capitulo 104


    “Eu já disse que isso n?o é permitido, ent?o n?o é permitido.” – Noe Serpa riu um ar mais


    sanguinário do que o dem?nio: “Quem sabe se esse n?o é apenas mais um de seus truques para


    enganar? Inês, para afastar seu filho da família Serpa, você pode inventar qualquer desculpa, n?o é


    mesmo?”


    Uma dor aguda atravessou seu peito, e os dedos de Inês se apertaram ainda mais, os olhos


    come?ando a ficar vermelhos: “Eu n?o estou tentando fugir ele!”


    “N?o quero ouvir explica??es de uma assassina.” – As pvras de Noe Serpa perfuraram seu cora??o


    como uma lamina: “Inês, você acha que alguém acreditaria em pvras vindas de uma mulher


    antecedentes criminaiso você?”


    Surpreendida ps pvras incisivas, Inês engoliu as lágrimas e rugiu: “Noe Serpa, foi você quem me


    transformou em uma assassina!”


    “N?o se fa?a de vítima.” – Noe Serpa riuo um dem?nio: “Se você se sente injusti?ada, o que os


    mortos diriam?”
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