Capítulo 93
Capítulo 93
Ao ouvir os murmurios de Eunice, Noe Serpa quase instintivamente virou a cabe?a e viu Inés e
Dionisio sentados juntos, rindo e segurando alguns documentos, aparentemente discutindo um
contrato.
Noe Serpa lembrou–se das vezes em que Dionísio havia ajudado Inês.
O homem virou o rosto, evitando olhar para eles, e a luz em seus olhos esfriou instantaneamente, as
pvras que ele pronunciou pareciam carregar um ar gdo: “Vamos, n?o precisamos nos envolver.”
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“Sério?”
Eunice, no entanto, olhou para trás várias vezes, n?o sei se intencionalmente ou n?o: “Acho que vou
dar um alo! N?o vejo o Dionisio há muito tempo.”
Antes que Noe Serpa pudesse reagir, Eunice já estava o bra?o e?ado ao dele, caminhando em
dire??o à mesa junto à jan onde Dionisio discutia os esbo?os de design Inês, e justamente
alguém os chamou – “Dionisio!”
Levantando a cabe?a, Dionísio viu Eunice, um sorriso radiante, se aproximando Noe Serpa
ao seudo. Quando eles se aproximaram, Inés percebeu a chegada e seu rosto congelou.
Noe Serpa foi arrastado indiferen?a por Eunice e, quando viu Inês, o sarcasmo em seu rosto era
óbvio. Ele nem precisou fr, apenas aquele olhar ir?nico na dire??o d fez que Inês sentisse
que estava sendo espetada agulhas.
Dionísio, por outrodo, parecia muito mais rxado, pegou sua xícara de café e tomou um gole,
fingindo casualidade ao perguntar: “Você voltou para o Brasil?”
Eunice,o uma crian?a inocente, olhou Inês de cima a baixo: “Ah, essa é sua nova namorada?”
Assim que a pergunta foi feita, as express?es de Dionísio e Noe Serpa mudaram.
Mas no segundo seguinte, Dionísio sorriu sutilmente: “Eunice, n?o fale sem pensar, você pode
assustar a mo?a.”
“é mesmo!” – Eunice fez bico: /Eu nunca tinha visto você sozinho uma garota antes, ent?o pensei
se deveria chamar de cunhada de antem?o.”
“Eunice!”
Noe Serpa gritou em um tom frio, fazendo Eunice estremecer: “Noe, por que você está t?o brava?”
Noe Serpa olhou para Eunice os olhos semicerrados: “N?o diga o que n?o deve ser dito“.
Os olhos de Eunice imediatamente ficaram vermelhos e parecía bastante infeliz: “Noe você está
me culpando por fr demais?“.
*Realmente, você f demais.”
Inês, que havia permanecido em silêncio até ent?o, levantou a cabe?a de repente e, um sorriso
encantador, olhou para a garota.
Apesar de seu rosto inocente, as pvras que saíram foram todas cuidadosamente calcdas para
orientar Noe Serpa. Deveríamos admirar sua capacidade de fr ou…. era ainda mais astuta do
que a irmá?
Eunice, você n?o me conhece, mas esse rosto t?o parecido o d… eu, Inés, jamais esqueceria
em meus sonhos!
Quando Inês encarou Eunice, a hostilidade em seu olhar fez o cora??o de Eunice acelerar. Antes, só
se assustava quando Noe Serpa se enfurecia, mas por que… agora, ao ser observada por essa
mulher, sentía uma press?o t?o amea?adora quanto a ira de Noe Serpa?
Eunice, é ro, nunca tinha visto Inés. só sabia que Noe Serpa havia se divorciado, mas, mesmo
sendo casado, ele sempre amou mais a irm? d.
sempre esteve no exterior, só entrando no campo de vis?o de Noe Serpa após a morte da irm?,
ent?o, naturalmente, n?o sabia nada sobre Inés.
Dionísio percebeu a animosidade de Inés em r??o a Eunice e tentou dissipar o constrangimento
com um sorriso: “Você veio jantar? Já estava na hora.”
“Que tal saímos juntos?”
Como se movido por uma for?a estranha, Noe Serpa inesperadamente os convidou: “Ficar sentado à
mesa sozinho deve ser um pouco solitário, n?o? Venha e junte–se a nós em nossa cabana“.
“N?o é necessário.” – Inês recusou imediatamente, sem sequer pensar.