Capítulo 90
Capítulo 90
O tom desta conversa indicava que eles n?o poderiam mais conviver pacificamente. Apesar de n?o
terem sacado as espadas assim que se encontraram, acabaram chegando a esse ponto. Inês engoliu
a dor em seu cora??o e fingiu indiferen?a, dizendo: “Bem, Sr. Serpa certamente n?o está apaixonado
por mim. Foi apenas um jogo, e depois que terminar, cada um seguirá seu caminho. Se você me
chama tanta insistência, vou pensar que você ainda sente saudades de mim.”
Como esperado, essa provoca??o arrancou de Noe Serpa um sorriso ir?nico: “Sentimentos por você,
Inês? Você realmente se superestima.”
“Sempre fui ra sobre quem sou.” – Inês virou–se para encará–lo, tremendo, mas seu sorriso era
deslumbrante: “Afinal, aos seus olhos, n?o sou nada mais que uma qualquer, certo?”
“Já que você sabe disso, ent?o suma daqui!” – A raiva contida de Noe Serpa explodiu naquele
momento. Ele encarou Inês fúria, e em seguida, seus olhos revram desdém: “Saia
imediatamente, antes que você manche minha mans?o!”
Os olhos de Inês ficaram levemente vermelhos, mas n?o se sabia ao certo se estaval zombando
de alguém: “Eu me vou, mas espero que você n?o sinta minha falta.”
Ditas essas pvras, saiu batendo a porta, e naquele instante, parecia que dois mundos se
despeda?avam.
Sua silhueta desapareceu para fora da porta e Noe Serpa, raiva, esmagou o cinzeiro que tinha ao
lado.
Mulher insensata, por que… por que tinha tirado de casa de Dionisio?!
O celr dele tocou justo naquele momento, e ao olhar para o número na t, seu rosto se acalmou.All rights ? N?velDrama.Org.
Ao atender, uma voz doce e suave soou: “Noe, voltei para casa, vem me buscar?”
Inês saltou do táxi e chegou em casa exausta. Santiago estava preparando o almo?o e, ao vê,
correu imediatamente para , preocupado: “Onde você estava ontem à noite? Quase chamei a
polícia, você sabe“.
Ao ver Santiago, Inês sentiuo se tivesse encontrado um apoio e, sem conseguir conter as
lágrimas,e?ou a chorar copiosamente.
A dor física e a angústia emocional a atingiram de uma só vez, e se agarrou à camisa de Santiago,
chorando o máximo que podia.
Quando Santiago viu os chup?es no pesco?o de Inês, ele entendeu e se enfureceu: “Quem fez isso?
Quem se aproveitou de você?”
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Inês chorava e bn?ava a cabe?a, recusando–se a fr, e Santiago a pressionava: “Fol Noe Serpa?
Foi ele? Eu vou atrás dele e colocarei um fim nisso! Como ele ousa fazer isso
Inés estava tremendo por inteiro, sentindo que n?o conseguia respirar, desde o momento
em que acordou e se viu diante de Noe Serpa, tentava se contrr, mas seus dedos tremiam
involuntariamente.
Entre solu?os, disse: “Irm?o… estou t?o triste… sinto que estou sufocando…”
Santiago a pegou e a colocou na cama, trouxe apressadamente água morna e remédios, e tomou
tudo, incapaz de conter o medo que sentia, mantendo uma posi??o defensiva e dizendo
repetidamente: “Irm?o… me ajude… Eu n?o quero me envolver Noe Serpa… nunca mais… me
ajude…”
Noe Serpa… a cicatriz mais dolorosa em seu cora??o, que sangrava ao menor toque.
As m?os de Inês se entr?aram, e Santiago ficou ao seudo, confortando–a até que finalmente
se acalmou, e ent?o levou um longo tempo para explicar todo o incidente do
dia anterior.
Santiago ouviu dor no cora??o.