Capítulo 78
Capítulo 78
Inês estremeceu quando, de forma distante, respondeu à m?e de Noe, Zora: “Senhora, n?o posso
assumir essa responsabilidade, Inês.”
Amado rapidamente se colocou aodo de Inês, olhando para Zora um olhar cauteloso que fez o
cora??o d gr. Parecia que esse filho d tinha muitas queixas sobre a familia Serpa…
Zora só p?de sorrir resigna??o, um sorrisoplexo que deixou Inês confusa, sem saber se Zora
a odiava ou se sentia culpada.
Zora disse: “As desaven?as entre adultos… n?o têm nada a ver as crian?as, Inês. Eu n?o estou
pedindo que você tenha algum tipo de rcionamento o meu filho, apenas… será que você
poderia… ensiná–lo a ser um pouco menos distante?”
Ouvindo isso, o quanto essa m?e fva em nome de Noe era realmenteovente.
Mas e ? Por que todos vinham pedir coisas para sem sequer olhar para os próprios erros que
cometeu?!
Inês segurou as lágrimas e olhou para uma risada sarcástica: “Desculpe, senhora, mas as
desaven?as dos adultos realmente n?o tem nada a ver as crian?as. O Amado nasceu enquanto
eu estava na pris?o, ele n?o tem nada a ver Noe, e portanto, n?o há ressentimentos.”
Zora desceu, pediu aos empregados para pegarem o que Inês tinha nas m?os, n?o resistiu,
passou a sac de guloseimas para o empregado e disse a Amado: “Mam?e trouxe para você as
histórias do Sitio do Picapau Amarelo que você adora, além dos seusnches favoritos.”
“Uau!”
Amado ficou muito animado, nem mesmo prestou aten??o na express?oplexa no rosto de Zora:
“Estou muito feliz! Mam?e, você poderia vir me fazerpanhia mais frequência?”
Inês segurou a cabe?a dele as m?os trêms: “Mam?e está ocupada o trabalho… mas
quando tiver tempo, certeza vou vir te ver.”
Atrás dele, Santiago se aproximou sorrindo para o seu sobrinho: “N?o se preocupe, o tio vai te levar
para passear.”
“Humpf, eu n?o quero o tio.” – Amado fez beicinho, seus tra?os eram muito parecidos os de Noe:
“Eu só quero a mam?e.”
Zora observou a familia brincando na porta e sentiu–seo uma estranha.
Seuo… parecia que realmente n?o podia mais cuidar dele.
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Pensando nisso, Zora disse novamente: “Ihes, na verdade, se você tiver tempo… você poderia ficar
aqui por um tempo….
Era sua maior concess?o, para que Amado pudesse se Integrar mais rapidamente b familia Serpa,
talvez fosse melhor deixar inês cuidar dele por um tempo.
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Mas ao ouvir isso, Inês apenas sorriu friamente, e nesse riso parecia haver um tom de desprezo:
“Mudar para cá? Desculpe–me, senhora, mas se n?o fosse pelo Amado, eu n?o duraria nem mais um
segundo nesta casa.”
As pvras diretas fizeram Zora empalidecer: “Inês, você está me culpando…”
“N?o fale!”
Inês interrompeu Zora uma voz cortante: “Senhora, Noe e eu nos divorciamos há cinco anos,
cortamos todos os?os, n?o me prenda?os familiares e sentimentos antigos. Eu, Inês, n?o
posso assumir essa responsabilidade!”
N?o posso assumir essa responsabilidade!
O ódio em seus olhos fez Zora nem sequer ousar continuar a conversa. Inês soltou Amado, parecendo
que iria embora. Zora foi atrás d, e embora ainda estivesse bem conservada, já tinha idade, e isso
fez Inês desacelerar e olhar para trás, os olhos. avermelhados.
Zora sabia que Inês estava considerando seus sentimentos, ent?o se aproximou e chamou: “Inês,
ainda há uma chance para você e Noe?”
“Senhora, por favor, n?o me force mais.” – Inês n?o olhou para trás, nunca havia chamado Zora de
m?e desde seu retorno, e antes, sempre foi o orgulho de Zora…
Inês levantou a cabe?a e Santiago pegou sua m?o, virando–se para responder por : “Senhora, sua
generosidade para a família Guedes, minha irm? e eu, n?o podemos aceitar. Por favor, n?o
insista em v?o“.