Capítulo 73
Capítulo 73
Noe finalmente chamou o médico de antes para tratar o ferimento de Amado. Depois de aplicar a
pomada, Amado finalmente falou p primeira vez, dizendo: “Mam?e, está doendo…”
As lágrimas caíram dos olhos de Inês, que abra?ou o filho dor no cora??o: “A culpa é da mam?e,
a mam?e n?o foi forte o suficiente…”
Amado também chorou, os olhos vermelhos: “A culpa n?o foi minha, foi a titia que queria me dar
o café mate, eu nem encostei n, a xícara caiu sozinha…”
“Mam?e sabe, nosso Amado n?o é assim“.
Inês o soltou e enxugou as lágrimas: “Mam?e n?o vai deixar você continuar assim na família Serpa, é
muito perigoso.”
Amado assentiu a cabe?a: “Vou esperar que a m?e me leve para casa. M?e, você pode ficar na
familia Serpaigo por alguns dias?”
A crian?a, tendo sido vítima de uma armadilha, ficou um trauma e sentiu uma falta imensa de
seguran?a. E Noe n?o era a pessoa que poderia oferecer essa seguran?a.
Depois de pensar muito, Inês finalmente concordou: “Está bem, mam?e vai conversar
Dizendo isso, Inês se levantou e saiu, mas viu Noe logo na porta, um semnte profundo e
silencioso.
Inês sorriu de forma cortante: “Você ouviu tudo, né?”
Mesmo a voz calma, seu corpo tremia.
Noe permaneceu em silêncio.
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Inês disse: “Você o acusou injustamente, mas nunca admite seus erros.”
Há cinco anos foi assim, e cinco anos depois continua a ser assim.
Noe, você é muito arrogante.
Só ent?o Noe disse: “Por que ele n?o me explicou?”
“Explicar?”
Inês riu alto, os olhos ligeiramente vermelhos enquanto olhava para Noe: “Noe, você poderia
ouvir a explica??o dele? Depois de ser t?o desconfiado e dizer que ele é um ingrato, o que mais você
quer que ele explique? Você é o pai dele, mas f assim na frente do seu próprio filho!”
Noe empalideceu e suas pups se contrairam.
Eu realmente quero levar Amado para casa. Em sua casa, ele vive assim, e eu n?o posso aceitar isso,
Noe, você pode deixá–lo ir?”
Inés se firmou, pronta para enfrentar Noe pelo bem de seu filho.
Noe disse entre dentes: “Nem pense! O filho de Noe n?o pode ser levado!”
“Mas você deixa ele viver assim, sua consciência n?o dói?”
Sem saber de onde tirava for?as, agarrou as roupas de Noe até o peito: “Noe, pergunte a si
mesmo onde eu, Inês, o ofendi! Até meu filho você deixou cair nas armadilhas da sua patroa! Cinco
anos de pris?o n?o foram suficientes para apagar seu ódio, e agora? O que mais você quer de mim!
Como pode fazer isso seu próprio filho?”
Noe ficou impressionado as pvras sinceras de Inês e n?o conseguiu dizer uma pvra. Ele
agarrou o pulso d e a afastou de suas roupas, tirando um momento para dizer uma voz
perigosa: “Contra você…? Inés, se eu quisesse matá, seria t?o fácil quanto esmagar uma formiga“.
“Ent?o me mate.”
Inês riu absurdamente, olhando diretamente para Noe, um brilho de ódio
surpreendente nos olhos: “Noe, me diga, se eu, Inês, morresse, você finalmente deixaria meu filho em
paz?!”
Morte! ousou fr dessa pvra!
Naquele instante, foio se o cora??o de Noe fosse agarrado for?a, puxado uma dor
intensa.