Capítulo 69
Capítulo 69
Noe segurava o pesco?o de Inés for?a: “Você por acaso n?o quer mais ver seu filho?”
Os olhos de In?s se contrairam: “Você está me amea?ando o Amado?”
All rights ? N?velDrama.Org.
“Ele talvez n?o carregue o sobrenome Guedes no futuro…” – Noe soltou uma risada sarcastica: “Vai
levar o meu sobrenome e cortar os?os você, sua m?e!”
“Isso nunca vai acontecer!”
Inêse?ou a se debater desesperadamente: “Deixe–me ir! Amado é meu filho, você n?o pode usar
meu próprio filho para me amea?ar, você n?o é humana!”
“Se você sabe onde doi, ent?o seporte.” – Noe fixou seu olhar intenso etilés, que calu. em seus
olhos enquanto ele observava seu peito parcialmente exposto, seu olhar subitamente inmado por
um desejo avassdor.
Com a voz rouca, ele segurou o pulso de Inês tanta for?a que achou que ele poderia quebrar:
“Noe, deixe–me em paz, já cumpri cinco anos de pris?o, por que você ainda ter que me tratar assim?”
“Porque sim.”
eu rosto
O homem a pressionou contra ele, um sorriso que parecia ter vindo do ins era lindo e malicioso,
ent?o por que… por que seus olhos eram t?o ferozes?
Inês viu em seus olhos a fúria que poderia destruir tudo, viu a si mesma desamparada e vulnerável,
com as roupas em desordem, afundando aos poucos no abismo de seus olhos…
Quem era aquele que amaldi?oava em seu ouvido repetidamente, dizendo: “Seu castigo ainda n?o é
suficiente!”
N?o é suficiente… Por que n?o é suficiente… Noe, quanto mais esperan?a você quer roubar de
mim….
Depois disso, Inês n?o aguentou mais a crueldade de Noe e, à beira do cpso, mordeu–se
for?a, talvez assim pudesse se libertar…
Noe gritou incrédulo: “Você está mordendo a própria lingua? Inês? Você se atreve?!”
Quando Inês acordou novamente, era entardecer, e ao abrir os olhos, viu seu filho, uma mulher
que havia visto antes no bar, ra.
ra ergueu uma sobrancelha para Inês: “Uau, sobreviveu hein?”
Onde estava?
Amado percebeu sua confus?o: “Mam?e… estamos na casa da familia Serpa, o Sr. Serpa te trouxe
para cá no meio da noite passada.”
14:27
Capitulo 69
A familia Serpa? Mas por que ra estava ali?
ra riu de forma arrogante: “Ah… ro que o Sr. Serpa me ligou… Ah, ele n?o cuida da gente, disse
que ser discreto, mas mesmo assim me levou para a casa dele…”
O pequeno Amado apertou os dedos for?a aodo d, seu corpo tremia e, depois de muito
tempo, levantou a cabe?a e tocou o rosto de Inés: “Mam?e, está doendo?”
In?s bn?ou a cabe?a, vendo as lágrimas nos olhos de Amado.
Qualquer crian?a ficaria chateada ao ver seu próprio pai trazendo outra mulher para casa frente de
sua m?e, n?o é mesmo?
Inés soltou uma risada amarga quando Noe entrou p porta.
que se
Atrás dele estava o médico particr, o homem que a reconhecera no h aproximou suspirando: “Ainda
bem que você n?o tinha for?as suficientes, ent?o n?o se machucou muito ao morder. Se tivesse feito
for?a de verdade, poderia ter sido perigoso
In?s tinha um olhar de des??o, mas naquele momento, realmente tinha a inter cal de
morrer.
Noe apenas observava seu rosto pálido, cdo, emo??esplexar parecendo culpa,
parecendo luta.
Inés queria rir, por causa de qué? Da dor que você causou? Noe, o cora??o num carne, ele doi até
morrer…
a feito de
1. naquele momento, ra disse de repente: “Sr. Serpa, já que està acordada, vamos deixá
ir, n?o precisamos mais nos preocupar “.