Capítulo 62
Capítulo 61
Ele se aproximou,o quem descobre um tesouro inesperado, e, sem proferir sequer uma pvra,
agachou–se.
“Uau, este é o seu filho?”
Amadon?ou um olhar desconfiado: “O que você quer? Ficou de olho na minha m?e esse tempo
todo…”
“Rapazinho!” – O homem, de fei??es charmosas, estendeu a m?o e beliscou a bochecha de Amado:
“Eu estava olhando porque sua m?e é encantadora. Você a protege tanto assim, seu pai n?o fica
enciumado?”
“Eu n?o tenho pai!”
Mencionar isso deixou Amado ainda mais inquieto. Ele avan?ou seu pequeno corpo para proteger
Inês, temendo que o homem pudesse agir de forma impropria,o antes: “Você n?o pode fazer nada
com a minha m?e!”
“Sem pai?” – O atraente homem mesti?o soltou uma gargalhada: “E se eu me tornasse seu novo
papai?”
Amado estremeceu de medo, agarrando a m?o de In?s: “M?e… m?e, esse
maluco!”
Inês também deu alguns passos para trás junto Amado, mantendo distancia do homem que
haviam encontrado por acaso, mas que lhes erapletamente estranho. Observando suas
vestimentas sofisticadas, presumiu que ele pertencesse a uma familia abastada. embora…
nunca o tivesse visto antes.
Refletindo melhor, havia se afastado daquele meio social ha tanto tempo que erapreensível
n?o reconhecê–lo. Por fim, sorriu amargamente para si mesma.
Naquele momento, o médico atraente saiu do prédio e, ao ver o homem aodo de Inês, parou
surpreso, perguntando: “Você ainda está por aqui?”
Olhando para Amado, eleentou: “Filho do Noe Serpa, certo? A semelhan?a é notável”
O homem aodo ouviu o nome Noe Serpa e riu, virando–se: “Você é a esposa do Noe Serpa?”
Antes que Inês pudesse reagir, ele conjecturou: “Impossível, Noe Serpa está solteiro atualmente…”
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“Sou a ex–mulher do Noe Serpa.” – Inês, sem inten??o de esconder a verdade, respondeu secamente,
e ent?o se virou para ir embora, mas justamente naquele momento avistou Noe descendo de um
carro.
Com Noe à sua frente e o irm?o de Silvano atrás, se viu cercada por figuras de seu passado, e
Inês se sentiu sob press?o.
Capitulo 61
Noe, ao ver o homem charmoso aodo de Inês, soltou uma risada gda: “Inês, sem um homem
você n?o vive?”
“Que pergunta curiosa.”
Inés sorriu, seus olhos brilhando lágrimas: “N?o foi você quem ‘me matou uma vez? Ful eu quem
você jogou na pris?o.”
Ele sentiu um desconforto no cora??o e rapidamente retrucou, zombando: “Depois de tanto tempo,
ainda quer limpar seu nome? Na frente do seu filho, se envolver outro homem, isso é adequado?”
Inês apertou os dedos for?a: “Noe Serpa, agora eu te consideromentável, tentando me ferir a
todo custo, o que você ganha isso?”
A express?o dele se alterou, apenas para ouvir Inês prosseguir: “Nao importa, continue. Ainda dói,
você deve estar satisfeito. Quando chegar o dia em que suas provoca??es n?o me afetarem mais,
ninguém mais vai querer jogar esse jogo cruel contigo!”
Inès passou por Noe Amado, soltando a m?o do menino naturalmente. sorriu para
Noe, mas seus olhos estavam marejados ao vento, e seu semnte era tanto belo quanto desdo:
“Noe Serpa, guarde isso. Se um dia perceber o mal que me caue
voltará atrás!”