Capítulo 49
Capítulo 48
Os dois estavam no carro, trocando pvras em voz alta. Mais à frente, Noe parou bem em frente à
Mans?o Serpa. Aqu mulher jamais tinha sido cortejada por um sujeito de seu porte. e estava t?o
emocionada que sua voz falhava ao dizer: “Sr. Serpa… o senhor… o senhor realmente…”
“Como se chama?” – Noe Serpa franziu a testa.
“ra!”
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ra fez quest?o de se apresentar: “Jamais sonhei que um dia o Sr. Serpa fosse precisar de mim!”
“ra, daqui para frente, fique quieta. O que você presenciar, n?oente. Se algo escapar, vou
fazer que seu fim seja bem trágico.”
ra silenciou na hora o tom dele, mas por dentro estava borbulhando de emo??o.
Meu Deus, esse homem era o Noe Serpa! O cavalheiro que todas as mulheres de Cidade Nova
sonhavam ter em suas camas!
Que sorte!
Noe adentrou ra e notou a ausência de cal?ados extras na casa, por isso lhe ofereceu um par
de chinelos masculinos. ra n?o se iodou e murmurou um obrigada ao Sr. Serpa.
Ele a ignorou, dando uma olhada no armário de cal?ados e, sem querer, recordou–se de quando Inês
estava lá, cinco anos atrás, e tudo era mantido na mais perfeita ordem. Depois d ser presa, ele
descartou tudo que pudesse lembrar , e essacuna permanecia até hoje.
Cortando seus pensamentos, Noe Serpa disse: “Suba. Vá tomar um banho.”
ra nem pensou em contrariar, estar ali Noe Serpa já era motivo suficiente para se gabar por
um bom tempo!
Depois que ra se banhou e saiu, as luzes do quarto se apagaram subitamente, e alguém a
pressionou contra a cama, invadindo–a sem qualquer dó por trás.
Mas o homem sobre parecia evitar ver seu rosto, n?o demonstrando nenhumapaix?o,
tratando–ao se n?o passasse de um objeto de prazer. ra n?o sentiu alegria alguma, somente
dor.
ra até cogitou que, se n?o soubesse que era Noe naqu escurid?o, n?o conseguiria
identificar…
Por que qual o motivo de desligar as luzes?
Ainda assim, ra sentia um prazer ilusório, enganando–se ao pensar que aquilo n?o poderia
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Capitulo 48
ser real. Era o Noe Serpa… o príncipe de Cidade Nova!
e?ou a nutrir um desejo proibido, imaginando a possibilidade de ocupar o lugar de Inês, de
cinco anos atrás…?
Quando tudo terminou, meia hora depois, as luzes foram acesas de novo, e ra viu Noe Serpa
entrar, impecávelo se nada tivesse ocorrido, olhando–a um desdém que a fazia se sentir
como umapleta estranha.
se sentiu amargurada, mas logo seu animo se reacendeu. Afinal, ter estado Noe Serpa era
um fato, e talvez isso pudesse virar sua vida de cabe?a para baixo…
Até que na manh? seguinte, ao acordar, ra percebeu que, embora estivessem sob o mesmo.
cobertor, e Noe estavam afastados um do outro. Após aqu noite, ele n?o a tocou mais.o se
qualquer aproxima??o fosse demais.
Quando ele despertou, apenasn?ou um olhar para o rosto d e disse uma pvra – “Saia.”
ra, confusa, murmurou: “Sr. Serpa, eu desagradei o senhor de algum modo?”
Noe soltou um sorriso frio, mas n?o proferiu pvra alguma. Sua gargalhada fez que ra se
sentisse ainda mais inquieta. rapidamente se vestiu e saiu da cama. Ao abrir a porta, viu um
menino parado ali, que ao olhar para cima, mostrava uma semelhan?a notável Noe Serpa!
ra recuou dois passos, surpresa o menino. Noe, impaciente, falou: “O que você está
esperando? Vá embora!”
ra se virou, a voz trêm: “Sr. Serpa, esse menino…”
“Eu lembro de ter te avisado para ficar de boca fechada” – disse Noe Serpa uma voz fria e um
olhar severo: “Preciso te cr as minhas próprias m?os?”