Capítulo 32
Capítulo 32
Noe Serpa estava sentado lá, as costas retas e uma figura elegante e esbelta. Com metade do
rosto voltado para odo, ele exva uma aura de nobreza europeia, seus tra?os facials delicados e
sedutores. O homem sentava–se na s privada, decorada requinte. exsudando a aura de um
nobre europeu, uma presen?a imponente, seus tra?oso os de uma pintura.
No momento em que Inês viu que era Noe Serpa, sua respira??o falhou, logo depois, exmou
incréd. “Como é possível ser você?”
“Dionisio foi quem me procurou para fr contigo.”
Noe Serpa disse calmamente, “Vamos sentar e conversar.”
“N?o preciso, n?o tenho nada para fr você.”
Inês tentou esconder sua surpresa e friamente virou as costas para sair. No entanto, ouviu Noe
Serpa rir friamente. “Inês, você está tanto medo de mim agora? Ou ainda é a mesmo gênio
talentosa de antes?“, provocou Noe Serpa. O passo de Inês parou bruscamente. Ele estava insultando
sua dignidade, for?ando–a a ficar!
mordeu o lábio for?a e virou–se para encarar Noe Serpa, seus olhos vermelhos de raiva
brilhando intensamente, e ent?o voltou para a s, sentando–se em frente a ele.
O gar?om fechou a porta cuidado, deixando–os sozinhos no espa?o confinado.
Inês olhou para Noe Serpa por um longo tempo antes de dizer lentamente, “O que você realmente
quer?”
Noe Serpa acendeu um cigarro, exndo uma série de círculos de fuma?a, olhando para Inês os
olhos semicerrados. Parecia que, depois de cinco anos, esta era a primeira vez que se encontravam
calmamente.
Ele observava as mudan?as n ao longo desses cinco anos. parecia n?o ter mudado muito
desde ent?o, mas ao mesmo tempo pareciapletamente diferente.
Inês já n?o era mais a apaixonada de antes, e ele também n?o era mais o Noe Serpa de antes. A vida
os havia transformado, e agora eles se encontravamo estranhos, trocando cortesias, sem
nenhuma emo??o.
Uma pontada de dor atingiu o cora??o de Noe Serpa, e ent?o ele falou, “Vamos fazer um negócio.”
Inês apertou os punhos instintivamente e disse a Noe Serpa, “O que você quer?”
“Vou apresentar negócios para vocês e ajudar o estúdio a se estabelecer. Em troca, Amado será
criado por nós. Você pode vê–lo quando quiser, mas daqui para frente, sua vida será responsabilidade
da família Serpa!”
12-20
Sem pensar, Inês recusou Imediatamente, “Sr. Serpa, n?o é necessário! Eu e meu irm?o podemos
culdar delel”
“é mesmo?”
Noe Serpa riu, seus olhos semicerrados, parecendo cruel e sem misericórdia, “Um telefónema meu e
vocês n?o ter?o nem onde cair mortos. Você realmente quer brigarigo?”
“Noe Serpa, você está indo longe demais!“, gritou Inês, os olhos vermelhos de raiva,n?ando
olhares acusadores para ele. Noe Serpa n?o gostava de ver aquele olhar n; cinco anos atrás, o
amava incondicionalmente, e agora o viao uma tempestade devastadora!
“Longe demais?“, Noe Serpa riu fmente. “Você escondeu meu filho e o fez viver assim. Você acha
que está agindo corretamente?”
“Nós n?o nos preocupamos nada, Amado n?o está sofrendol“, defendeu–se Inés.
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“N?o se preocupar?”
Noe Serpa riu ainda mais alto,o se estivesse ouvindo uma da engra?ada. “Sual tranquilidade é
cortesia minha. Se eu quiser, posso fazer que você e seu irm?o n?o tenham onde morar. Você
realmente quer desafiar minha autoridade?”
“Noe Serpa, você está usando meu filhoo chantagem?“, Inês estava sendo for?ada ao limite, seu
cora??o sangrando de dor. “Ele também é seu filho, você realmente está usando–o contra mim? Noe
Serpa, você n?o tem cora??o!”
“Amado teria uma vida mil vezes melhor a família Serpa do que você. Eu n?o quero ver meu
filho vivendo assim.”
Noe Serpa deu um clique a lingua, desdenhoso, “Inês, você se superestima demais. Eu nunca
pensei em chantagear você, eu só quero recuperar meu filho, por isso estou usando este método
amigável. Se eu quisesse levá–lo à for?a, você acha que poderia me impedir?”