Capítulo 30
Capítulo 30
Inês ficou chocada, levantando a cabe?a incréd para Dionisio, que tinha uma express?o indiferente.
Depois de fr, ele se levantou, acenou levemente para eles e disse: “Ent?o eu vou indo. Se mudar
de ideia, você pode ligar a qualquer momento. A equipe de design da nossa empresa está ansiosa
para tê a bordo. E obrigado pelo café, estava delicioso.” Quando o homem saiu p porta, deixou
sob a xícara de café um cart?o–postal seu nome. Inês sentiu um frio na barriga e demorou a se
rpor.
Assim que Dionisio entrou no carro de Noe Serpa, este olhou para ele e perguntou: “E ent?o?”
Dionisio bn?ou a cabe?a. “N?o aceitou.”
“Eu meio que imaginei…” Noe Serpa murmurou consigo mesmo, virando o rosto de volta para frente
para ligar o carro. Em seguida, o Mercedese?ou a se afastar lentamente do estúdio.
Já na estrada elevada, Dionisio finalmente quebrou o silêncio: “Por que você mesmo n?o vai ajudá?
Por que tem que ser através de mim?”
Noe Serpa apertou o vnte for?a. “Eu ir? provavelmente preferiria morrer a aceitar minha
ajuda.”
“Bem, isso é verdade.” Dionisio riu sem se importar. “ provavelmente prefere a minha presen?a em
vez da sua. “Isso deixou Noe Serpa furioso. Ele bateu na buzina for?a. “Você está pedindo para
morrer?”
“Oi, ei, você está sendo injusto. Eu estou ajudando sua ex–esposa a ganhar dinheiro negócios, e
agora você quer que eu morra?” Dionisio bufou, abanando a cabe?a. “Noe Serpa, você realmente n?o
tem vergonha!” Sim, por que ele se deu ao trabalho de ajudar a mulher que mais odiava?
Noe Serpa fitou a estrada à frente por um longo tempo antes de responder: “Porque matou
Acelina e o bebê.”
“Mas veja só, também estava grávida na época, e você n?o sabia.” O que Dionisio querial dizer era
que Noe Serpa havia mandado a própria esposa, grávida, para a pris?o, por causa de
uma amante.
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Dionisio, sentado no banco de trás, observava a paisagem passando rapidamente p jan quando
percebeu que Noe Serpa acelerava o carro. “Toquei numa ferida?”
Noe Serpa rangia os dentes. “Eu fui muito bonzinho você, vou contar tudo por seu pai, ver você
se divertindo essas modelos novinhas.”
“Nossa!” Dionisio finalmente exmou. “Noe Serpa, isso é muita sacanagem! é assim que trata um
irm?o?”
“Quem disse que te considero um irm?o? Desce do carro agora!”
Depois de deixar Dionisio em casa, Noe Serpa estava voltando quando recebeu uma liga??o de um
número desconhecido.
Enquanto se perguntava de quem seria, atendeu e ouviu uma vozinha dizer: “Pai, sou eu.”
Ah, seu filho!
Ao ouvir essa voz, Noe Serpa até suavizou o tom: “Amado, precisa de algo?”
Do outrodo da linha, um ar maduro, Amado disse: “Pai, hoje você foi ver a mam?e, n?o foi?”
Como esse menino é esperto?
Caminhando de volta para seu quarto, Noe Serpa perguntou: “Por que você diz isso?”
“Mam?e me contou que alguém a reconheceuo Dawn e queria fazer negócios .”
Amado suspirou do outrodo da linha, dizendo: “Pai, foi você quem mandou a pessoa, n?o foi?”
Noe Serpa sentia que ter um filho t?o incrivelmente inteligente erao ganhar na loteria.
Era coisa de familia! Sem pensar duas vezes, Noe Serpa concordou: “Sim, quero ajudar sua m?e.”
“Mas por que quer ajudar agora?”
A voz de Amado soouo se estivesse sussurrando em seu ouvido: “Pai, se você está arrependido
pelo que aconteceu nos últimos cinco anos, eu e mam?e aceitamos a sua boa vontade. Mas se for só
por pena, n?o precisamos.”
Noe Serpa sentiu um arrepio e, segurando o celr, perguntou: “Sua m?e te ensinou a dizer isso?”
Ah… Por que ele sempre tinha que ser t?o egoista em seus
julgamentos?
Amado bn?ou a cabe?a discretamente, longe dos olhos de Noe Serpa, e dis’se, “Foi ideia meu
mesmo, minha m?e nem sabe que eu te liguei. Na verdade, peguei teu número da última vez que
encontrei um cart?o–postal no carro.”
Esse moleque estava ficando t?o esperto quanto o pai!
Noe Serpa segurou a irrita??o e respirou fundo, “Amado, o que aconteceu há cinco anos, você n?o
viveu, n?o pode entendero me sinto. Mas quanto ao presente, se estou tentando ajudar, por que
rejeitar? Só quero melhorar um pouco as tuas condi??es de vida.”
“Eu n?o quero viver melhor.”
Amado baixou os olhos e disse. “Pai, eu n?o entendo tudo que você fez para minha m?e, e você
também n?o entende nossos sentimentos. Se realmente n?o tem inten??es minha m?e, melhor
n?o nos perturbar mais. Agrade?o a tua boa vontade.”
12:19
Depois de fr, a crian?a desligou o telefone, deixando Noe Serpa olhando para a t do celr,
at?nito e incapaz de reagir por um momento.
Ele sentia cada vez mais que estava perdendo o controle sobre Inês,o se estivesse
escorregando por seus dedos.