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Cap铆tulo 24

    Capítulo 24


    Capitulo 24


    Now Serpa sentiu seu cora??o tremer as pvras de Inés, maso poderia ter se eneanada?


    Ele estava presente quando Acelina foi empurrada e era Inês que havia agido!


    “N?o tinka ser inocente aqui. Se tivesse algo a dizer, deveria ter dito há cinco anos!“, ele exmou.


    “Você me deu alguma chance de fr?”


    Finalmente, Inés riu até asurimas escorrerem, “Ah, é isso? Você nunca acreditou em nadal do que


    eu disse. Ful sua esposa por cinco anos,o um cachorro semr, e você nunca me deu nem um


    olhar, nem um sequer! Noe Serpa, você n?o me ama, ent?o por que me casou? Come você pode


    justificar isso para mim e para Acelina?”


    “Eu so amel Acelina, casel você apenas porque você se deitou na minha cama!”


    Noe Serpa também n?o conseguiu conter sua raiva e gritou, “Foi você quem veio para a minha camar


    “é mesmo? é assim que você me vê? Você realmente esqueceu tudo?” Inês riu, seu riso tremendo,


    sua voz se quebrando. “Há uma frase que é totalmente correta… ‘N?o dar a mínima é o verdadeiro


    amor, desprezar é saudade!“”


    Noe Serpa, considere tudo o que fiz por você uma piada. Se pudesse voltar no tempo, eu jamais


    escolheria te encontrar!


    estava arrependida, profundamente arrependida. Noe Serpa, eu só espero que um dia você se


    arrependa!


    “N?o me importo o que você fazigo, só temo que um dia você se arrependa.”


    Depois de dizer isso, Inês apontou para a porta do quarto de hospital e gritou para Noe Serpa, “Saia!”


    O odio nos olhos d era t?o evidente que, mesmo dizendo que n?o o odiava mais, que n?o


    importava mais, na verdade era apenas porque odiava tanto que tanto fazia perdoar ou n?o- desde


    que  o odiava. Desde o momento em que ele a enviou para a pris?o cinco anos atrás,  matou


    todo o amor e esperan?a que tinha por ele as próprias m?os.


    Na misériapleta, a destrui??o que você me causou criou um abismo de dor e luta sem fim.


    Noe Serpa, eu n?o quero salva??o, só quero amaldi?oá–lo, que você nunca mais encontre amor nesta


    vida!


    Inês riu alto, e uma enfermeira, ouvindo o barulho, correu para dentro, mas Inês a jogou no ch?o


    um tremor.


    A enfermeira gritou, e imediatamente um grupo de pessoas correu pelo corredor, algumas gritando:


    12:17


    “Sedativos, sedativos!”


    “Tem um paciente em crise no quarto V921”


    Rápidol Todos os médicos e seguran?as, para cima!”


    Original from N?velDrama.Org.


    “N?o toquel Sl Todos vocês, sm!”


    Sempre que alguém se aproximava, Inés atirava objetos, copos, vasos, cadeiras, tudo se tornava uma


    arma para ferir os outros, para se proteger.


    chorava e ria ao mesmo tempo, “Sl Todos vocês, sm!”


    Noe Serpa gritou: “Inês! Você está louca!” Essas pvras foramo uma espada perfurando


    o corpo de Inés, atravessando suas entranhas, a dor intensa se espalhando do peito para


    cada canto do corpo, cada flo de cabelo, sufocando sua respira??o.


    A mulher, os olhos vermelhos de loucura, de repente se ajoelhou diante de Noe Serpa, batendo a


    cabe?a for?a no ch?o.


    “Noe Serpa, me deixe em paz, eu te imploro… por favor, me deixe em paz!”


    “Passel cinco anos na cadeia, estou desfigurada, olhe para mim, veja o que me tornei!”


    De repente, uma dor indescritivel se espalhou do cora??o de Noe Serpa, fazendo–o tremer, fixando


    seu olhar na mulher à sua frente.


    Cinco anos atrás, a orgulhosa herdeira da família Guedes, e hoje, uma mulher um passado


    criminoso e descontrda.


    Ele tremia por inteiro, o rosto bonito marcado p dor profunda da alma, a dor fazia suas


    sobrancelhas se contrairem, “Inês… o que aconteceu você?”


    De repente, ele se lembrou das cicatrizes entr?adas na m?o direita de Inês. Quanto desespero uma


    pessoa deve sentir para se infligir tal dano na própria m?o, seu bem mais precioso?


    Inês era uma designer, que dava mais valor às suas m?os do que qualquer outra coisa. Eram seu


    orgulho e sua superioridade. Mas por que , essa dedica??o toda, escolheria destruir sua t?o


    preciosa m?o direita? Que tipo de tempestade avassdora  teria enfrentado para sucumbir ao


    peso da realidade e caminhar para a ruína?


    Todos estavam chocados. Por que Inês tinha se tornado t?o frágil, t?o sensível, t?o desvairada… O


    que  teria passado na pris?o?


    Cinco anos… Quem a tinha reduzido a esse estado?


    De repente, Noe Serpa n?o ousou perguntar. Ele tinha medo de que fosse ele… Ele fosse o culpado


    por transformá em um monstro.


    N?o, n?o podia ser, Inês… Inês que se amava tanto,o poderia ser possível…


    Equipes médicas profissionais irromperam no local, segurando Inês firmemente, uma na frente


    Capitulo 24


    e outra atrás, enquanto os seguran?as mantinham a ordem ao redor. Alguém ajudava uma jovem


    enfermeira ferida a se levantar. O quarto do hospital estava um caos, pessoas se espremendo para


    tentar olhar para dentro.


    Noe Serpa foi empurrado para odo p multid?o, assistindo at?nito enquanto Inês era contida na


    cama do hospital. Uma agulha carregada sedativo foi cravada em seu bra?o e, em seguida, suas


    pups se dtaram,  fechou os olhos e mergulhou novamente no inconsciente.
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