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Cap铆tulo 470

    Capítulo 470


    Mavis abriu a porta do carro e desceu usando saltos altos. Ao ver Beatriz parada na porta,  se


    aproximou’um sorriso, dizendo:


    – é t?o educada, esperando por mim na porta?


    Beatriz a encarou desagrado.


    Você fez de propósito? Usou os faróis do carro para me iluminar assim que saí?


    – Como você pode dizer isso? – Disse Mavis. – Acabei de chegar e nem tive tempo de desligar os


    faróis.


    Beatriz retrucou:


    Seu carro nem se moveu! Quem você está tentando enganar?


    Mavis sorriu sarcasmo.


    Quem disse que a culpa é minha por você ser t?o azarada? – Terminando as pvras, Mavis


    simplesmente empurrou Beatriz, que estava irritada, e seguiu em dire??o à s de estar. – Vov?,


    estou de volta!


    A voz de Mavis fez Gilberto sorrir imediatamente.


    Eduardo estava sentado aodo, olhando constantemente para o relógio. Se perguntou por que Liliane


    ainda n?o havia chegado?


    Gilberto chamou todos para irem à s de jantar e Eduardo aproveitou para enviar uma mensagem


    para Liliane.


    “Lili, por que ainda n?o chegou?”


    Liliane havia acabado de chegar à s de emergência e ao ver a mensagem, pegou o celr


    rapidamente para conferir.


    Ao ler a mensagem de Eduardo, Liliane suspirou internamente.


    esqueceu de contar a Eduardo sobre o acidente de Carlos. Em seguida, respondeu a sua


    mensagem.


    “Eduardo, n?o posso ir. Houve um acidente Carlos. Ele está no hospital.”


    Depois de enviar a mensagem, Liliane foi perguntar o quarto de Carlos.


    Ao receber a mensagem, Eduardo franziu o cenho.


    Por que sempre aconteciam imprevistos quando Liliane estava lidando Mavis?


    Gilberto entrou na s de jantar e viu Eduardo ainda parado no mesmo lugar. Ele chamou:


    Eduardo, por que ainda está aí parado?


    Eduardo teve que deixar o celr dedo e se dirigir para a s de jantar.


    Na s de emergência.


    Liliane encontrou o quarto onde Carlos estava.


    Ele estava deitado na cama do hospital, manchas secas de sangue em sua camisa branca e uma


    bandagem na testa.


    Liliane mal teve tempo para se sentar quando uma enfermeira entrou. Ao vê, a enfermeira olhou


    para  de cima a baixo e perguntou:


    Você é a namorada do Dr. Carlos, certo?


    Liliane viu a enfermeira segurando o saco de soro e se afastou para odo, dizendo:


    All text ? N?velD(r)a''ma.Org.


    – Sim.


    A enfermeira desinfetou as costas da m?o de Carlos eentou:


    – O Dr. Carlos realmente gosta de você! Depois de uma cirurgia de cinco horas esta tarde, ele foi


    direto te ver. Nem mesmo teve tempo para beber água!


    Ao ouvir isso, Liliane levantou os olhos abruptamente para a enfermeira.


    – Cinco horas? –  estava chocada.


    Por que Carlos n?o contou a ?


    Se soubesse, certamente n?o teria deixado ele ir buscar , muito menos teria concordado que ele


    panhasse  até lá.


    Liliane se sentiu desconfortável e culpada. O que  fez para merecer tanto sacrifício de Carlos? A


    enfermeira pendurou o soro para Carlos e olhou para Liliane, respondendo:


    – Sim! O Dr. Carlos operou por cinco horas seguidas! Espero que você cumpra o papel de namorada


    dele e cuide bem dele! Caso contrário, você n?o é digna de ser a namorada do Dr. Carlos!


    Depois de dizer isso, a enfermeira salu.


    Liliane ficou parada no mesmo lugar, atordoada.


    sorriso amargo. O que e


    As pvras da enfermeira ecoaram em sua mente. Liliane deu um fez para merecer ser a namorada


    de Carlos?


    Meia hora depois.


    A polícia chegou ao quarto.


    Para n?o perturbar o descanso de Carlos, Liliane levou os policiais para fora do quarto para


    conversar.


    O motorista responsável pelo acidente está na delegacia, Srta. Liliane. Precisamos que você vá até lá


    e vejao proceder o caso. – Disse o policial.


    – Podemos fazer o depoimento do motorista mais tarde? Perguntou Liliane.


    Vamos deixar um policial aqui para aguardar a recupera??o do ferido.


    -Tudo bem, vamos lá ent?o. – Concordou Liliane.


    Após dizer isso, Liliane se levantou e saiu.


    Ao passar pelo balc?o da enfermaria, Liliane pediu à enfermeira que cuidasse bem de Carlos.


    Dez minutos depois.


    Liliane entrou na delegacia e, ao chegar na s de interrogatório, viu o motorista conversando o


    policial.
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